Autorizados desde a sexta-feira (23), os eventos de massa no Rio Grande do Norte para público de até 150 pessoas, desde que não ultrapassasse 20% da capacidade do local e que os indicadores compostos da pandemia estivessem entre os níveis 1 e 2, que são o verde claro e verde escuro, até o início desta semana não liberavam cidades como Natal, Parnamirim, Macaíba e Mossoró, por níveis considerados fora do padrão mínimo de segurança epidemiológica.
Contudo, com o mais recente levantamento, Natal, Mossoró, Parnamirim e Macaíba estão entre as cidades liberadas para a realização desses eventos. Conforme decreto, a partir de 6 de agosto, o percentual de ocupação será ainda maior.
Uma vergonha e uma falta de Sensibilidade e Respeito com as mais de OITO Mil mortes no RN com essa flexibilização e FAZ de CONTA que a pandemia acabou ou está controlada. E MUITA IRRESPONSABILIDADE. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.
Matéria sempre sensacionalista , se dependesse do estado e desse decreto estadual as empresas já estaria de portas fechadas e muitos funcionários passando fome, ainda bem que os prefeitos iniciaram já a um tempo atraz com decretos municipais, e nem por isso a taxa de covid aumentou , por que quem trabalha com evento social tem sérios protocolos de segurança a seguir para realização , com isso os eventos são muito mais seguros do que ir a igreja , ao Shopping, muito mais seguro do que está dentro de ônibus super lotados, uma vergonha o poder público ser refém de uma categoria que faz o que quer com o cuidadao como os ônibus agiram, e a classe de eventos foi colocada como bode expiatório ou culpada de taxa de covid , a classe de eventos foi a primeira a parar e vai ser a última a ser recuperar . Sem ajuda nenhuma do estado e do município, nem uma . Nem uma ajuda em nenhum um sentido pelo estado . Deixaram os salões de festas fecharem as portas e entrar num buraco 🕳 sem volta .
A atriz Luana Piovani afirmou, em uma interação com seguidores nas redes sociais, que fuma maconha há mais de 30 anos. Segundo ela, apesar do longo período de consumo, nunca desenvolveu dependência.
A declaração voltou a repercutir após a artista dizer que fuma na presença dos filhos, Dom, de 14 anos, e os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos, frutos do relacionamento com o surfista Pedro Scooby.
Piovani afirmou que não esconde o hábito dos filhos e defendeu sua decisão de falar abertamente sobre o assunto dentro de casa. Segundo a atriz, ela vive em Portugal, onde o consumo da substância não é criminalizado.
Ela disse que o uso da maconha é menos prejudicial do que o cigarro e o consumo de bebidas alcoólicas.
As declarações da atriz geraram repercussão nas redes sociais, principalmente pelo relato de que o consumo da substância faz parte da rotina familiar e ocorre na presença dos filhos.
Os recursos destinados à operação Ágata, ação das Forças Armadas contra crimes nas fronteiras brasileiras, caíram 35,5% nos três primeiros anos do governo Lula (PT) na comparação com o mesmo período da gestão Jair Bolsonaro (PL). As informações são do Poder360.
Segundo dados do Ministério da Defesa, os valores passaram de R$ 100,5 milhões, no período equivalente do governo anterior, para R$ 64,8 milhões na atual gestão.
A operação reúne Exército, Marinha e Força Aérea, além de órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e Ibama, em ações contra tráfico de drogas, contrabando e garimpo ilegal.
A Ágata atua em uma faixa de fronteira de cerca de 17 mil quilômetros e envolve operações de patrulhamento, bloqueios em rios e rodovias, fiscalização de áreas estratégicas e apreensões.
Nos últimos dez anos, os gastos com a operação também apresentaram redução. Em valores corrigidos pela inflação, passaram de R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025, segundo os dados do Ministério da Defesa.
Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo econômico superior a R$ 220 milhões a atividades criminosas e que a edição de 2026 teve impacto estimado acima de R$ 1 bilhão contra o crime.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) questionou uma suposta diferença de tratamento entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) durante períodos em que os dois enfrentaram decisões judiciais. A declaração foi feita em uma live publicada no canal do parlamentar no YouTube.
Ao comentar as restrições impostas ao pai, Flávio comparou a situação com o período em que Lula ficou preso em Curitiba, entre abril de 2018 e novembro de 2019.
“Lula escreveu 22 cartas, podia fazer tudo. Qual o critério com Bolsonaro?”, afirmou o senador.
A fala de Flávio se refere à avaliação dele sobre as condições dadas a Lula durante a prisão e as medidas determinadas pela Justiça para Jair Bolsonaro. As situações ocorreram em contextos jurídicos diferentes.
A primeira-dama Janja Lula da Silva afirmou que o governo está “preocupado com as redes sociais” e reconheceu que a direita tem maior presença nesse ambiente. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Frente a Frente.
Segundo Janja, a diferença estaria ligada à forma como cada lado atua na internet. “Estamos atrás da direita nas redes sociais porque temos princípios”, afirmou a primeira-dama.
Ela disse ainda que a chamada extrema-direita teria mais facilidade nas redes por não seguir os mesmos limites que, segundo ela, seriam adotados pelo campo progressista.
A fala repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a disputa de narrativa entre governo e oposição no ambiente digital.
Um vídeo que circula nas redes sociais compara a punição aplicada ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a leitura de uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro com um episódio envolvendo Lula (PT) nas eleições de 2018.
Na ocasião, quando estava preso em Curitiba, Lula enviou uma carta indicando Fernando Haddad como candidato do PT à Presidência da República.
O documento foi lido publicamente pelo advogado do petista durante uma coletiva de imprensa em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba.
O episódio voltou a ser citado após Flávio Bolsonaro ser punido por ler uma carta de Jair Bolsonaro durante um ato político.
A comparação gerou debate nas redes sociais sobre os critérios adotados em situações envolvendo manifestações políticas de líderes que estavam impedidos de participar diretamente de eventos.
A primeira-dama Janja Silva afirmou que o Brasil “nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse” durante entrevista ao programa Frente a Frente, do Uol.
Segundo Janja, a sociedade e a imprensa brasileira ainda não estariam adaptadas à presença de uma mulher na função com uma atuação profissional mais ativa.
A primeira-dama afirmou que sua agenda é pública e transparente e defendeu sua participação em compromissos políticos e institucionais como uma forma de ampliar parcerias e cooperações internacionais para o Brasil.
Janja também afirmou que exerce um papel diferente do modelo tradicionalmente associado às primeiras-damas e que sua atuação busca contribuir com ações ligadas ao governo do presidente Lula.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, afirmou nesta segunda-feira (13) que o apelido de “gastadeira”, usado por críticos nas redes sociais, representa um caso de “misoginia pura”.
Em entrevista ao UOL e à Folha de S.Paulo, Janja disse que as viagens em classe executiva não são uma escolha pessoal, mas seguem regras relacionadas à sua segurança.
Segundo a primeira-dama, a Polícia Federal é responsável pela proteção durante seus deslocamentos e existem normas que precisam ser cumpridas. “Não viajo na econômica porque tem alguns regramentos que eu tenho que seguir”, afirmou.
A declaração foi dada durante entrevista aos jornalistas Daniela Lima e Fernando Canzian.
O governo federal autorizou reajustes nas tarifas aeroportuárias de aeroportos internacionais de São Paulo, incluindo Guarulhos e Viracopos, além de outros 12 terminais regionais incluídos no programa AmpliAR, conforme o Metrópoles.
As mudanças foram oficializadas por meio de três portarias publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13). Os novos valores, porém, só poderão ser cobrados após 30 dias da divulgação pelas concessionárias.
Entre as tarifas atualizadas está a de embarque, que é paga diretamente pelo passageiro e já vem incluída no valor da passagem aérea.
No aeroporto de Guarulhos, o teto da tarifa de embarque passa a ser de R$ 35,75 para voos domésticos e R$ 68,61 para internacionais. Em Viracopos, em Campinas, os limites ficam em R$ 33,44 e R$ 59,17, respectivamente.
Nos aeroportos regionais incluídos no programa AmpliAR, o teto da tarifa de embarque sobe para R$ 48,80 em voos domésticos e R$ 86,42 em voos internacionais.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os reajustes seguem fórmulas previstas nos contratos de concessão e têm como objetivo manter o equilíbrio econômico-financeiro dos acordos com as empresas responsáveis pela administração dos terminais.
Pesquisa DataVero/Diário do RN aponta cenários diferentes na disputa pelo Governo do Estado nas principais cidades do RN. O ex-prefeito Álvaro Dias aparece na liderança em Natal e Caicó, enquanto o ex-prefeito Allyson Bezerra lidera em Mossoró.
Na capital potiguar, Álvaro Dias tem 56% das intenções de voto, segundo o levantamento. Allyson Bezerra aparece com 22%, seguido por Cadu Xavier, que soma 7%.
Em Caicó, cidade onde Álvaro tem ligação política e familiar, o ex-prefeito também aparece na frente com vantagem. Ele registra 51% das intenções de voto, enquanto Allyson tem 24% e Cadu Xavier aparece com 9%.
Já em Mossoró, principal cidade da região Oeste, o cenário se inverte. Allyson Bezerra lidera com 52%, seguido por Cadu Xavier, com 18%, e Álvaro Dias, com 15%.
Metodologia
A pesquisa DataVero/Diário do RN ouviu 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado entre os dias 9 e 11 de julho de 2026.
O levantamento tem margem de erro de 2,53 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-05121/2026 e RN-02095/2026.
O senador Styvenson Valentim (Podemos) lidera a disputa pelo Senado no RN e a senadora Zenaide Maia (PSD) abre vantagem na segunda colocação. É o que aponta a pesquisa DataVero, divulgada nesta terça-feira (14), pelo jornal Diário do RN.
Nos cenários avaliados pelo levantamento, Styvenson aparece à frente dos demais nomes, enquanto Zenaide ocupa a posição seguinte na corrida pelas duas vagas que estarão em disputa em 2026.
Foto: Reprodução/Diário do RN
Na soma do primeiro e do segundo voto, o senador registra 23,6% das intenções de voto, seguido por Zenaide Maia, com 14,6%. Na sequência, aparecem Coronel Hélio (PL), com 8,7%, Rafael Motta (PDT), com 7,8%, e Samanda Alves (PT), com 5,4%.
Considerando apenas o primeiro voto, quando o eleitor escolhe seu candidato principal, Styvenson aparece com 31,67%, seguido por Zenaide, com 17,73%. Coronel Hélio tem 7,8%, Rafael Motta 7,33% e Samanda Alves 6,8%.
Segundo voto
No segundo voto, Styvenson também lidera, com 15,53%, enquanto Zenaide aparece novamente em segundo lugar, com 11,40%. Coronel Hélio soma 9,67%, Rafael Motta 8,33% e Samanda Alves 3,93%.
Foto: Reprodução/Diário do RN
A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos. Samanda Alves aparece com o maior índice, com 10,87%, seguida por Zenaide Maia, com 9,40%, e Coronel Hélio, com 9,07%. Styvenson registra 5,20% de rejeição.
Metodologia
O levantamento DataVero/Diário do RN ouviu 1.500 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 9 e 11 de julho de 2026.
A pesquisa tem margem de erro de 2,53 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05121/2026 e RN-02095/2026.
Uma vergonha e uma falta de Sensibilidade e Respeito com as mais de OITO Mil mortes no RN com essa flexibilização e FAZ de CONTA que a pandemia acabou ou está controlada. E MUITA IRRESPONSABILIDADE. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.
Matéria sempre sensacionalista , se dependesse do estado e desse decreto estadual as empresas já estaria de portas fechadas e muitos funcionários passando fome, ainda bem que os prefeitos iniciaram já a um tempo atraz com decretos municipais, e nem por isso a taxa de covid aumentou , por que quem trabalha com evento social tem sérios protocolos de segurança a seguir para realização , com isso os eventos são muito mais seguros do que ir a igreja , ao Shopping, muito mais seguro do que está dentro de ônibus super lotados, uma vergonha o poder público ser refém de uma categoria que faz o que quer com o cuidadao como os ônibus agiram, e a classe de eventos foi colocada como bode expiatório ou culpada de taxa de covid , a classe de eventos foi a primeira a parar e vai ser a última a ser recuperar . Sem ajuda nenhuma do estado e do município, nem uma . Nem uma ajuda em nenhum um sentido pelo estado . Deixaram os salões de festas fecharem as portas e entrar num buraco 🕳 sem volta .