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Folha diz que chefe da Secom recebe dinheiro de emissoras e agências contratadas pelo governo federal

Foto: Reprodução/Youtube

Chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro.

A Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas.

Wajngarten assumiu o comando da pasta em abril de 2019. Desde então, se mantém como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que oferece ao mercado um serviço conhecido como Controle da Concorrência. Tem 95% das cotas da empresa e sua mãe, Clara Wajngarten, outros 5%, segundo dados da Receita e da Junta Comercial de São Paulo.

A FW fornece estudos de mídia para TVs e agências, incluindo mapas de anunciantes do mercado. Também faz o chamado checking, ou seja, averiguar se peças publicitárias contratadas foram veiculadas.

A Folha confirmou que a FW tem contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo.

A legislação vigente proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, demonstrado o benefício indevido. Entre as penalidades previstas está a demissão do agente público.

Em 2019, a Band, por exemplo, pagou R$ 9.046 por mês (R$ 109 mil no ano) à empresa do chefe da secretaria por consultorias diversas. O valor mensal corresponde à metade do salário de Wajngarten no governo (R$ 17,3 mil).

Os montantes foram confirmados à Folha pelo próprio Grupo Bandeirantes, ao ser procurado. A emissora informou que contrata a FW desde 2004. Disse também ter pago a ela R$ 10.089 mensais em 2017 e R$ 8.689 mensais em 2018.

A Band afirmou que a empresa do secretário “presta serviços para todas as principais emissoras da TV aberta”, fornecendo vários tipos de serviço, entre eles o mapeamento de anunciantes, com o detalhamento de montantes investidos —ferramenta em geral usada pelos departamentos comerciais.

Questionado pela Folha sobre as relações comerciais com as emissoras, Wajngarten confirmou ter hoje negócios com a Band e a Record. Ele não informou os valores, justificando que os contratos têm cláusulas de confidencialidade.

Além das TVs, a FW faz checking para três agências responsáveis pela publicidade da Caixa. Trata-se da Artplan, da Nova/SB e da Propeg. O valor é de R$ 4.500 mensais, segundo confirmou a Propeg.

As três atendem outros órgãos do governo.

Em agosto do ano passado, o próprio Wajngarten assinou termo aditivo e prorrogou por mais 12 meses o contrato da Artplan com a Secom, de R$ 127,3 milhões.

Em janeiro, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) renovou por mais um ano o vínculo com a Nova/SB e a Propeg.

As duas também conseguiram, respectivamente, esticar contratos com os ministérios da Saúde e do Turismo. Nesses casos, os aditivos foram firmados por outros gestores.

Sob o comando de Wajngarten, a Secom passou a destinar para Band, Record e SBT fatias maiores da verba publicitária para TV aberta, enquanto a Globo, líder de audiência, viu suas receitas despencarem a um patamar mais baixo que o das concorrentes.

Nos governos anteriores, a emissora carioca recebia a maior parte do bolo, tendência que agora se inverteu.

Bolsonaro e Wajgarten fazem ataques recorrentes à Globo, com o discurso de que a emissora persegue o governo em sua cobertura jornalística.

O TCU (Tribunal de Contas da União) investiga possível distribuição das verbas oficiais por critérios políticos, de forma a favorecer TVs alinhadas com o governo.

Os programas dos apresentadores Datena (Band) e Ratinho (SBT), escolhidos recorrentemente por Bolsonaro para dar entrevistas em que defende medidas de sua gestão, vêm sendo contemplados com dinheiro para merchandising (propaganda inserida nas atrações).

De 12 de abril, data em que Bolsonaro nomeou Wajngarten, a 31 de dezembro do ano passado, a Secom destinou à Band 12,1% da verba publicitária para TVs abertas, ante 9,8% no mesmo período de 2018.

A Record obteve 27,4% e o SBT, 24,7%. No ano anterior, as duas haviam recebido, respectivamente, 23,6% e 22,5%.

Já a Globo, sob Wajngarten, ficou com percentual menor (13,4%), contra 24,6% em 2018.

O levantamento foi feito pela Folha com base em planilhas da própria secretaria.

A lei que trata do conflito de interesses na administração federal proíbe o agente público de exercer atividade que implique a “prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio” com empresas com interesse nas decisões dele.

Também veda que o ocupante de cargo no Executivo pratique “ato em benefício de pessoa jurídica de que participe ele próprio, seu cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau”, ou mesmo que “possa ser por ele beneficiada ou influenciar seus atos de gestão”.

As situações de possível choque do interesse privado com o público devem ser informadas pelo próprio servidor ao governo.

Para cargos como o ocupado por Wajngarten, a fiscalização é feita pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

Ex-presidente do colegiado, Mauro Menezes diz que situações como a do secretário transgridem a lei. A sanção prevista é a de demissão.

Segundo ele, que falou em tese com a Folha, nesses casos cabe também a abertura de ação de improbidade administrativa.

Dias antes de assumir a função de secretário especial de Comunicação, Wajngarten mudou o contrato social da FW e nomeou para gerenciá-la, em seu lugar, um administrador.

Manteve-se, contudo, como principal cotista da empresa. O novo contrato social prevê a distribuição anual para os sócios de lucros e dividendos proporcionais à participação no capital social.

WAJNGARTEN DIZ NÃO HAVER CONFLITO DE INTERESSES

​Wajngarten afirma que não há “nenhum conflito” de interesses em manter negócios com empresas que a Secom e outros órgãos do governo contratam.

“Todos os contratos existem há muitos anos e muito antes de sua ligação com o poder público”, afirmou, por meio de nota da Secom.

Wajngarten disse que, para assumir sua função no Planalto, deixou o posto de administrador da FW, “como rege a legislação”.

Questionado sobre se reportou à Comissão de Ética da Presidência os negócios com TVs e agências, conforme prevê a lei, o secretário respondeu que “jamais foi questionado” a respeito.

Wajngarten informou que atualmente sua empresa “tem contratos apenas com Record e Band”, assinados desde 2003. “Os valores e as características contratuais têm cláusula de confidencialidade.”

Ele afirmou que a FW fornece aos clientes, via internet, um banco de informações atualizadas de hora em hora. “Todo investimento publicitário televisivo é reportado. O cliente cria o relatório conforme sua necessidade.”

O secretário disse ainda que o contrato com as agências da Caixa foi assinado em 2016, “muito antes” de entrar na vida pública. O custo de R$ 4.500 mensais é rateado entre as três contratadas.

Ele negou que a renovação do contrato da Secom com a Artplan tenha relação com o fato de sua empresa receber dinheiro da agência.

“O aditivo contratual foi feito em 2019 com as três agências licitadas [pela Secom]. As agências Calia e NBS nunca assinaram o serviço [Controle da Concorrência], o que descarta qualquer tipo de influência.”

A Record não se pronunciou.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Nao tem nada , a firma dele faz outros tipos de trabalhos do que propaganda estatal, ela faz checagem de Midia , o problema é que a folha quer mais propaganda e isso não vai ter mais

  2. Caso seja verdade, Bolsonaro certamente afastará o suspeito e caso comprovado o ato lesivo, sem dúvida demitirá o cidadão.

  3. Qualquer notícia da "foia" bote um pé na frente e outro atrás senão …
    Você cai do cavalo.
    Pense numa desgraça do capeta

  4. HUM, FOSSE no governo do PT taa todo mundo gritando inclusive a midia bolsonarista do Rn…escandalizando..gritando

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Suyonara Souza lança Método Ponto Zero em jantar de 1 ano do Movimento Terapêutico para Mulheres

Fotos: Divulgação

A terapeuta Suyonara Souza vai apresentar o Método Ponto Zero na noite em que o Movimento Terapêutico para Mulheres completa um ano. O jantar de aniversário acontece na sexta-feira, 9 de outubro, das 20h às 22h, no Neuma Leão Buffet, no Morro Branco, em Natal.

O método leva o subtítulo Resgate do Ser Através da Autorreflexão Guiada. As convidadas vão participar de uma vivência conduzida pela própria Suyonara. A noite também terá música.

Além do ingresso, cada participante deve levar 1 kg de alimento não perecível. Tudo o que for arrecadado será doado à aldeia Potiguara do Catu.

Idealizadora do movimento, Uiara Suyonara Souza é psicanalista clínica, terapeuta integrativa, doula e educadora perinatal. Também estuda Psicologia e tem ancestralidade Potiguara. O grupo nasceu para abrir espaços de encontro e escuta entre mulheres, voltados ao autoconhecimento e ao autocuidado.

No primeiro ano, as participantes fizeram vivências de reiki, yoga, arteterapia, florais, jornada dos sonhos e práticas sistêmicas. Também houve rodas sobre ciclos femininos e ancestralidade.

“O Movimento nasceu para lembrar à mulher que, antes de cuidar de tudo e de todos, existe uma mulher dentro dela que também precisa ser escutada”, afirma Suyonara.

O ingresso custa R$ 169,90 e inclui jantar, bebidas não alcoólicas e a vivência. Também estão incluídos fotos da noite, feitas pela fotógrafa Karol Moura, e brindes das marcas ZENN Velas e Aurora Boreal. As vagas são limitadas.

Serviço

O quê: jantar de 1 ano do Movimento Terapêutico para Mulheres e lançamento do Método Ponto Zero

Quando: sexta-feira, 9 de outubro, das 20h às 22h

Onde: Neuma Leão Buffet, Av. Brigadeiro Gomes Ribeiro, 1465, Morro Branco, Natal

Quanto: R$ 169,90 + 1 kg de alimento não perecível

Inscrições: https://forms.gle/sgxc6NgkNN5Rz4YS9

Informações: (84) 98754-1723

Instagram: @movimentoterapeuticoparamulher e @uiarasuyonara

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Giordano Queiroz, o publicitário do RN por trás da campanha vitoriosa de Raquel Lyra em Pernambuco

Foto: Cedida

Durante boa parte da pré-campanha pela disputa ao governo de Pernambuco, a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), esteve atrás do principal adversário, o prefeito de Recife, João Campos (PSB). Mas aos poucos, isso mudou. No domingo passado (4) ela se reelegeu em primeiro turno. Os passos para essa mudança que levou à vitória tem um toque potiguar de um amigo desse comunicador.

O publicitário Giordano Queiroz, na verdade foi quem coordenou o marketing de campanha da governadora reeleita – junto com Igor Paulin, André Campos, Léo Saraiva e Morial Paiva – e está por trás de criações como o bordão “mainha”, que viralizou; do uso do termo “pernambuquista”; e do vídeo “sem filtro” que deve ser um dos cases mais estudados da campanha eleitoral de 2026.

“Quando a gente chegou ali em março, abril, pegou todas as entregas e fez uma campanha institucional ‘Arrumou, cuidou, acelerou’. A gente mostrou para o pernambucano que ela precisava arrumar a casa”, conta Gio, como é conhecido.

Outro desafio imposto pela disputa era a quantidade de ataques que a governadora sofria e uma impressão, capturada nas pesquisas internas, de que ela era distante da população. Para contrapor essa situação, Giordano conta que a estratégia foi mostrar como Raquel é na verdade, sem filtros.

“A gente colocou no ar uma parte da campanha que era o ‘Enquanto eles atacam, Raquel trabalha’. E aí a gente incorporou um traço da personalidade da governadora, que é algo comum a muitas outras no Brasil: uma mulher que trabalha, que é forte, que se preocupa, que cuida, que não necessariamente é a mãe, mas é a avó, a tia, a irmã mais velha. Consolidamos essa imagem numa forma de se referir a ela. E escolhemos passar a chamar Raquel de ‘Mainha’. E isso pegou. E virou um bordão de campanha que viralizou”, relata.

Além desse, outros bordões que pegaram foram “Me deixa trabalhar que eu sei fazer”. “E Raquel capitalizou também a bandeira de Pernambuco como ícone principal de sua campanha. A nossa marca foi a bandeira de Pernambuco”, afirma.

Por último, um dos maiores desafios foi conseguir barrar a influência do presidente Lula na campanha. “A gente não podia declarar apoio a Lula, nem declarar apoio a Bolsonaro. Então a gente criou um neologismo, que foi o termo ‘pernambuquista’. Raquel se declarou pernambuquista: ‘Não sou nem lulista, nem bolsonarista, eu sou pernambuquista’. E isso foi um ponto muito importante para a campanha porque mostrou que, ao contrário do adversário, Raquel estava preocupada com Pernambuco. E a população entendeu esse recado”, afirma.

Giordano avalia que a campanha da governadora reeleita deve se tornar um case a ser estudado, porque mostra que uma candidatura que trabalha e que tem entrega pode conseguir vencer outra que está mais habituada a trabalhar com as redes sociais.

“A campanha vitoriosa da ‘mainha’, de Raquel Lyra, mostra que quando se une uma boa candidatura, que tem trabalho prestado, a uma comunicação inteligente, dinâmica e estratégica, há muito mais chances de se chegar à vitória. Não importa se o adversário é um gigante nas redes. A realidade se impõe e a verdade vence. Acho que essa é a maior lição”, afirma Giordano.

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DE OLHO NO 2º TURNO: Cadu venceu mais municípios, apesar da vantagem de Allyson no primeiro 1º turno

Foto: Reprodução

Com Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra (União Brasil) classificados para o segundo turno do Governo do Rio Grande do Norte, as campanhas agora refazem suas estratégias para a votação de 25 de outubro. Os resultados do primeiro turno mostram uma disputa equilibrada: Allyson terminou com vantagem de 15.509 votos, mas Cadu venceu em mais municípios potiguares.

Dos 167 municípios do RN, Cadu foi o mais votado em 74, o equivalente a 44,3%. Allyson venceu em 66 cidades, ou 39,5%, enquanto Álvaro Dias (PL), terceiro colocado na disputa, ficou à frente em 27 municípios, correspondentes a 16,1%.

Cadu, portanto, venceu em oito municípios a mais que Allyson. Entre as cidades onde o petista ficou à frente estão Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, Pau dos Ferros e Santa Cruz. Allyson venceu, entre outras, em Mossoró, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Touros.

Álvaro Dias foi o mais votado em Natal, Parnamirim e Caicó, além de outros 24 municípios. Cadu e Allyson voltam às urnas no dia 25 de outubro.

Com informações do g1 RN

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Caiado declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno contra Lula

Foto: Arhtur Lamonier/Folhapress

Ronaldo Caiado (PSD), que disputou a Presidência da República e terminou o primeiro turno na quinta colocação, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Lula (PT).

Flávio cumpre agenda em Goiânia nesta terça-feira (6), onde será recebido por Caiado e pelo governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB). Os dois vão declarar formalmente apoio ao candidato do PL.

Caiado recebeu 2,18% dos votos no primeiro turno, somando 2.605.148 votos. Com a decisão, passa a integrar a frente de oposição a Lula na disputa marcada para 25 de outubro.

O encontro será realizado no espaço onde funcionou o comitê central da campanha governista em Goiás. Após a reunião, os aliados concederão entrevista coletiva para apresentar a estratégia conjunta e os compromissos acordados.

Com informações da Veja

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Moraes autoriza “Débora do Batom”, condenada a 14 anos pelo 8/1, a cumprir pena no semiaberto

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o regime semiaberto. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Débora ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” com batom vermelho na estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF. Moraes atendeu a uma manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou o cumprimento dos requisitos para a mudança de regime.

A decisão considera 212 dias de redução da pena obtidos por trabalho, leitura e estudos. Débora trabalhou 326 dias na penitenciária, o que resultou em 108 dias de remição. Outros quatro dias foram concedidos pela leitura de um livro e 100 dias pela aprovação no Enem de 2023.

A condenação de 14 anos inclui os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Com informações do g1

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EFEITO FLÁVIO: Queda dos juros após 1º turno pode gerar economia de R$ 66 bilhões para o governo

Foto: Folhapress

A queda dos juros futuros registrada após Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente de Lula (PT) pode representar uma economia de R$ 65,8 bilhões para o governo com a dívida pública, caso o novo patamar seja mantido.

Os juros futuros com vencimento para os próximos quatro anos caíram cerca de 1 ponto percentual nesta segunda-feira (5), primeiro pregão após o resultado das eleições. Os cálculos têm como base dados do Banco Central divulgados no relatório de Estatísticas Fiscais de agosto.

A economia potencial de R$ 65,8 bilhões equivale a quase três vezes o custo previsto para o reajuste de 15,04% do Bolsa Família em 2027, estimado em R$ 22,7 bilhões, e supera o impacto de R$ 54,6 bilhões do aumento de R$ 120 no salário mínimo.

Segundo o Poder360, o movimento ocorre porque o mercado avalia que Flávio teria um governo mais disciplinado nas contas públicas, o que abriria espaço para novos cortes na Selic. Na segunda-feira, o Ibovespa também bateu recorde, fechando aos 207 mil pontos, enquanto as empresas ganharam quase R$ 500 bilhões em valor de mercado.

A redução dos juros futuros, porém, não garante que a economia estimada será concretizada. Caso as expectativas para inflação ou contas públicas piorem, as taxas podem voltar a subir.

Com informações do Poder360

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Lula perde votos em cidades mais dependentes do Bolsa Família; Flávio cresce

O presidente Lula (PT) registrou queda na votação nos municípios mais dependentes do Bolsa Família na eleição de 2026. Levantamento do UOL mostra que o percentual do petista nessas cidades passou de 71,5% para 68,7%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 27,3%.

O levantamento considera como altamente dependentes do programa os municípios em que o número de beneficiários corresponde a 50% ou mais da população. O UOL cruzou dados das votações presidenciais das últimas três eleições com a população de cada município e o número de beneficiários do programa.

Em 2022, Jair Bolsonaro havia obtido 23,5% dos votos nesses municípios. Agora, Flávio chegou a 27,3%. As cidades de alta dependência do Bolsa Família concentraram 14,4% dos votos válidos na eleição deste ano.

Os dados também mostram redução do espaço dos demais candidatos nesses municípios. Em 2018, eles somavam 17% dos votos; em 2022, o percentual caiu para 5,04% e, neste ano, ficou em 4%.

Nas cidades com baixa dependência do Bolsa Família, Lula também recuou. O petista havia passado de 20,1% em 2018 para 40% em 2022, mas caiu para 37% em 2026. Já os candidatos bolsonaristas registraram 53,6% em 2018, 50,3% em 2022 e 53,9% neste ano.

O levantamento ressalta que os números não estabelecem uma correlação entre o recebimento do Bolsa Família e o voto em determinado candidato, mas mostram os resultados eleitorais nas cidades de acordo com o grau de dependência do programa.

Com informações do UOL

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[VÍDEO] AUDIÊNCIA: Cobertura das eleições da 96 FM e Blog do BG alcança mais de 1 milhão de pessoas

A cobertura das Eleições 2026 da 96 FM e do Blog do BG alcançou mais de 1 milhão de pessoas neste domingo (4), somando YouTube, streaming, rádio e o BG. Foram 12 horas de transmissão ao vivo acompanhando a votação, a apuração e as principais notícias do dia.

Os números mostram a dimensão da cobertura: foram 450 mil visualizações no YouTube, com pico de 15 mil pessoas acompanhando simultaneamente e mais de 16 mil mensagens na plataforma. O Blog do BG registrou 300 mil acessos no domingo e foi acessado por 120 mil pessoas. No Instagram, foram 6 milhões de visualizações em um único dia.

A cobertura mobilizou equipes no estúdio e nas ruas durante todo o domingo. Bruno Giovanni destacou o resultado e o trabalho dos profissionais envolvidos na transmissão, comandada por ele e Enio Sinedino.

“Isso não é só audiência, é confiança. É gente que parou para ouvir, é gente que parou para assistir, perguntar, comentar e acompanhar a eleição junto com a gente”, afirmou BG.

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FICOU NO ANÚNCIO: Governo promete faixa exclusiva para ciclistas na Rota do Sol, mas atletas não encontram estrutura

Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte

Ciclistas que compareceram à Rota do Sol na manhã desta terça-feira (6) não encontraram a estrutura anunciada pelo Governo do RN para implantação de uma faixa exclusiva destinada ao ciclismo de competição. No trecho previsto, não havia cones para interdição nem policiamento para organizar o trânsito.

A operação deveria começar nesta terça, com interdição diária de uma faixa das 5h às 7h, entre a rotatória de Cidade Verde e a entrada de Pium. Em release, o Governo informou que agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) permaneceriam no local para fechar a faixa e orientar os motoristas.

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VEXAME GOVERNISTA: Apenas 9 dos 22 ex-ministros de Lula conseguem se eleger no 1º turno


Foto: Reprodução/Instagram

Das 22 apostas do Palácio do Planalto que deixaram o governo para concorrer nas eleições de 2026, apenas 9 conseguiram garantir a vitória logo no primeiro turno, o que representa menos da metade do antigo primeiro escalão que entrou na disputa eleitoral. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia incentivado essas saídas com o objetivo de fortalecer candidaturas aliadas e ampliar a presença governista no Congresso.

O revés foi especialmente marcante nas disputas majoritárias para os governos estaduais, onde nenhum dos ex-ministros candidatos obteve sucesso. Em São Paulo, Fernando Haddad (PT), ex-comandante da Fazenda e que teve Márcio França (PSB) como vice, foi derrotado por Tarcísio de Freitas (Republicanos). Já em Alagoas, Renan Filho (MDB), ex-ministro dos Transportes, ficou em segundo lugar com 47,37% dos votos, sendo superado por JHC (PSDB), que venceu com 52,20%.

Derrotas e Vitórias na Corrida ao Senado e à Câmara

Entre os oito ex-ministros que concorreram às vagas ao Senado em seus estados, apenas dois saíram vitoriosos: Rui Costa (PT) na Bahia e André Fufuca (PP) no Maranhão. Nomes de peso como Marina Silva e Simone Tebet (em São Paulo), Gleisi Hoffmann (no Paraná), Carlos Fávaro (em Mato Grosso), Celso Sabino (no Pará) e Paulo Pimenta (no Rio Grande do Sul) ficaram de fora.

Na Câmara dos Deputados o desempenho foi mais favorável na busca por cadeiras. Dos nove ex-ministros concorrentes, seis foram eleitos: Anielle Franco (PT-RJ), Jader Barbalho Filho (MDB-PA), Juscelino Filho (PSDB-MA), Nísia Trindade (PT-RJ), Sílvio Costa Filho (Republicanos-PE) e Sônia Guajajara (PSOL-SP). Derrotas notáveis na mesma categoria incluíram Daniela Carneiro, Márcio Macêdo e Paulo Teixeira.

Já nas Assembleias Legislativas Estaduais, Macaé Evaristo (PT) foi a única representante do grupo a disputar uma vaga estadual, elegendo-se para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Ao todo, 30 ministros haviam deixado a gestão desde o início do terceiro mandato de Lula, mas apenas 22 efetivamente registraram candidaturas. Enquanto o saldo das urnas no primeiro turno foi desfavorável para boa parte dos antigos auxiliares, Geraldo Alckmin (PSB) segue na disputa nacional como candidato a vice na chapa presidencial. O pleito para o Palácio do Planalto será decidido em segundo turno no dia 25 de outubro, em uma disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

Com informações do Diário do Poder

Opinião dos leitores

    1. O ensino público Federal está totalmente dominado pela esquerdopatia, tem que ver o que fazer para desinfectar estas instituições de estado que estão contaminadas.

    2. Tem notícia que é chover no molhado, a promiscuidade com que IFs e Universidades são tratadas já não são nem notícia mais, MP só se preocupa com missa e culto em escolas confessionais, o que a sociedade tem que fazer é cobrar essas as autoridades e expurgar a verminose dessas instituições apodrecidas.

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