Geral

Fabricante de brinquedos eróticos inglesa recebe prêmio especial dado pela rainha com o selo real da Família Britânica

Foto: Divulgação

Entre as 205 empresas do Reino Unido homenageadas em 2021 com o selo real da Família Britânica, uma se destaca pelo produto “inusitado” que comercializa. Depois de crescer mais de 360% em seis anos, a fabricante de brinquedos eróticos Lovehoney foi reconhecida pela rainha Elizabeth II como uma das grandes e principais companhias da Inglaterra.

Esta não é a primeira vez que a empresa recebe o selo real. Em 2015, a varejista de sexual wellness já havia sido condecorada com o prêmio. De lá para cá, a companhia aumentou seu faturamento de 12 para 56 milhões de libras.

Em um comunicado oficial, a marca de produtos eróticos ganhou elogios da Família Real por seu “contínuo crescimento nas vendas no exterior nos últimos seis anos”. O “Queen’s Awards” (Prêmio da Rainha, em português) existe desde 1966 e, desde então, reconhece o desempenho de companhias britânicas no campo da inovação, do comércio internacional, do desenvolvimento sustentável e da criação de oportunidades sociais.

“Estamos emocionados por ter recebido o reconhecimento oficial da Rainha”, disse Debbie Bond, diretora comercial da Lovehoney. “Sua Majestade tem sido uma apoiadora da Lovehoney à medida que crescemos e nos tornamos a marca líder mundial de bem-estar sexual”, completou.

O prêmio permite que a marca de produtos eróticos tenha uma bandeira real em seu escritório, que fica na cidade de Bath, no sudoeste da Inglaterra, e estampe o brasão da Família Real em peças de publicidade, além do selo também poder ser usado nas embalagens dos sex toys por cinco anos.

“O reconhecimento nos ajudará a criar mais empregos em nossa sede em Bath, em nossos escritórios internacionais e a espalhar a mensagem da felicidade sexual globalmente”, disse a diretora comercial da empresa. A Lovehoney é a maior varejista de produtos adultos do Reino Unido, com mais de 2 milhões de clientes pelo mundo.

Universa – UOL

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTOS: RN recebe mais 76.850 doses de vacinas contra Covid-19

Fotos: Divulgação

O Rio Grande do Norte recebeu na tarde desta quinta-feira (29), por volta das 15h50, no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, mais um lote de vacinas para dar continuidade ao Plano Estadual de Vacinação Contra Covid-19. Foram recebidas 76.850 doses de vacinas, sendo 75.250 doses da Oxford/Fiocruz e 1.600 doses da CoronaVac/Butantan.

Conforme orientação do Ministério da Saúde, as doses da vacina Oxford/Fiocruz são destinadas para continuidade da vacinação das pessoas de 60 a 64 anos e do grupo de forças de segurança e salvamento e forças armadas, garantindo a aplicação da D1 para esse público. E as doses da CoronaVac/Butantan foram disponibilizadas para aplicação das primeiras doses do grupo de pessoas de 60 a 64 anos.

A distribuição das vacinas para os municípios deverá ocorrer a partir das 7h da sexta-feira (30) na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), seguindo o mesmo esquema de segurança iniciado em janeiro, coordenado pelas secretarias de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e operacionalizado com apoio da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Com esse novo lote, o RN já recebeu 972.340 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Segundo dados do RN + Vacina, até a manhã desta quinta, mais 700 mil doses das vacinas contra Covid-19 foram aplicadas na população dos 167 municípios potiguares.

Opinião dos leitores

  1. Minha mãe com 73 anos de idade, assim como muitos idosos, continua aguardando a 2° dose da coronavac. O último lote acabou no domingo e não foi suficiente.
    Qual a previsão?

  2. Não falha, amigo. Igual a relógio suíço.
    Sextou, agora é chegada das vacinas contra covid19.
    O veio Bolsonaro prometeu e está cumprindo.
    Alô Fátima, pelo menos um obrigado BOLSONARO, né?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Em “Live Solidária: um espetáculo de som e solidariedade”, SESI Big Band recebe Waldonys e convidados

Foto: Divulgação

A SESI Big Band estreia a temporada 2021, no próximo dia 30 de abril, com a Live Solidária: um espetáculo de som e solidariedade. A Orquestra recebe em seu palco Waldonys e quatro consagrados artistas do Rio Grande do Norte: Liz Rosa, Eduardo Tauffic, Jubileo Filho e Zé Hilton do Acordeon. O show faz parte do programa Ação pela Vida, promovido pelo Sistema FIERN, e visa arrecadar donativos e recursos que serão destinados a entidades filantrópicas.

A transmissão ao vivo, pelo canal do YouTube do SESI RN, às 19h, marca a celebração do Dia Internacional do Jazz. Quem acompanhar a live, poderá colaborar via QR Code ou em postos de arrecadação que serão anunciados durante a transmissão.

O repertório será uma fusão de linguagens jazzísticas como swing, bebop, latin jazz, com a música popular choro, baião & bossa nova. Para isso, conta com a participação especial do acordeonista, cantor e compositor cearense Waldonys, dono de uma discografia de sucessos como ‘Eterno Aprendiz’, ‘A Mais Bela’, ‘Sinônimos’, ‘Anjo Querubim’, e ‘Minha Doce Estrela’.

O elenco é formado ainda pela cantora potiguar de Jazz e MPB, Liz Rosa, reconhecida nacional e internacionalmente; pelo pianista, compositor e produtor potiguar, Eduardo Taufic, por Jubileo Filho, um dos maiores guitarristas, compositor e arranjador de excelência no RN, além de Zé Hilton do Acordem, considerado um dos maiores sanfoneiros do estado.

A SESI Big Band e Waldonys já se apresentaram juntos outras vezes encantando o público com um repertório diversificado com composições de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca e do próprio Waldonys.

No ano passado, durante a Semana da Indústria, uma live do Quinteto da SESI Big Band e Waldonys arrecadou álcool em gel, alimentos e a soma de R$ 9.177,50 em doações feitas pelas empresas Riachuelo, Ecocil, Viperto, SF Construções, Sicramirn e as realizadas via aplicativo. Foram recebidos 1 mil kg de produtos da empresa 3Corações, 1.200 unidades de álcool gel, 500 kg de peixe, 500 litros de leite e produtos lácteos e 60 cestas básicas, entregues a entidades filantrópicas.

O show é um espetáculo oficial do International Jazz Day, um evento de abrangência mundial chancelado pela ONU, através da UNESCO a organização das nações unidas para a educação, ciência e cultura.

Sobre a SESI Big Band

A SESI Big Band é uma orquestra de Jazz profissional fundada em julho de 2013 com sede na cidade de Natal (RN) e faz parte do projeto SESI ARTE do SESI-RN, com o apoio do SESI nacional e da Confederação Nacional da Indústria.

Conta com a direção artística e regência do renomado maestro português Eugénio Graça. Do seu elenco fazem parte alguns dos melhores instrumentistas profissionais do RN. É formada por seis saxofones, cinco trombones, cinco trompetes, tuba, contrabaixo, piano, guitarra, percussão e bateria. Tem como função, além de representar o SESI-RN e o projeto SESI ARTE, mostrar ao público o vasto repertório jazzístico disponível para esta formação, além de difundir a linguagem do jazz, estudo da música e a formação de plateia para a música instrumental.

Ao longo dos últimos seis anos, a SESI Big Band recebeu nos espetáculos da série “Convida” artistas como Ed Motta, Ivan Lins, Lenine, Yamandu Costa, Zeca Baleio, Hamilton de Holanda, Mestrinho, Alcione, Roberta Sá, Jorge Vercillo, Kristal, Taryn Szpilman, Hilkelia Pinheiro e Guilherme Arantes.

A orquestra já gravou 16 Dvd’s ao vivo, um documentário, um CD e fez mais de setenta apresentações atingindo um público de mais de 350.000 pessoas.

 

Fotos: Divulgação

Com Fiern

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Butantan recebe insumo e fabricará mais 5 milhões de vacinas CoronaVac

Foto: © REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

O Instituto Butantan recebeu nesta segunda-feira (19) insumos para a fabricação de mais 5 milhões de doses da vacina contra a covid-19. Os 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA) foram enviados pelo laboratório chinês Sinovac, de Pequim, na última sexta-feira (16). O material foi transportado por um avião da companhia aérea Turkish Airlines, que fez escala em Istambul, na Turquia, e em Dakar, no Senegal, antes de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos hoje.

O Butantan já entregou 40,7 milhões de doses da vacina CoronaVac para serem aplicadas em todo o Brasil pelo Programa Nacional de Imunizações. Até o fim deste mês, a instituição deve finalizar o primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde para disponibilização de 46 milhões de doses.

Em São Paulo, segundo o último balanço do governo estadual, já foram aplicadas 8,8 milhões de doses, sendo 2,9 milhões da segunda dose, o que fecha o ciclo de imunização.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A grande dúvida de Bolsonaro está na escolha do seu vice, que está entre Flordeliz e o vereador Jairzinho. O pior será escolhido, isso porque gente ruim só se junta a quem não presta.

    1. E luladrao, deve estar procurando na papuda. Pode ser o Zé Dirceu que tá solto tb, ou o Server, bem ladrão é o que não falta pra escolher. Kkkkk

  2. De cada 10 de vacinas que é aplicada na população, 8 é do Butantan.
    Se não fosse o empenho do Doria, a carnificina estaria bem maior.
    Isso quer dizer que temos um genocida em série na presidência da república.

    1. Todo covarde se esconde atrás do manto do anonimato, vai levar outra surra nas urnas em 2022! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTOS: RN recebe nova carga de vacinas; 89,4 mil doses, entre imunizantes CoronaVac/Butantan e Oxford/Fiocruz

Idosos, trabalhadores da saúde e forças de segurança serão atendidos pelos 89,4 mil imunizantes. Fotos: Divulgação

O plano de imunização contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte ganhou novo reforço nesta sexta-feira (16). São 89,4 mil doses, entre imunizantes CoronaVac/Butantan e Oxford/Fiocruz, que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) distribuirá aos municípios potiguares ainda nesta sexta.

As doses, seguindo a orientação do Ministério da Saúde, são voltadas aos potiguares idosos, trabalhadores da saúde e forças de segurança. As 36.400 doses da CoronaVac serão divididas entre a primeira dose para pessoas entre 60 e 64 anos, trabalhadores da segurança e da saúde, além da dose 2 para quem trabalha na saúde e idosos entre 65 e 69 anos.

Já no caso da Oxford serão 53 mil doses, todas destinadas à ampliação da vacinação com a primeira doses para idosos entre 60 e 69 anos.

A distribuição dos imunizantes seguirá o mesmo esquema de segurança montado desde janeiro, coordenado por Sesap e Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), contando com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar.

Esta semana o RN cruzou os números de 400 mil pessoas vacinas e 500 mil vacinas aplicadas. De acordo com a plataforma RN+ Vacina, até o início da manhã desta sexta-feira 415 mil potiguares receberam ao menos a primeira dose, sendo aplicadas 534 mil vacinas. Assim, o RN chegou a 54% da meta de vacinação para o público-alvo da fase 2 do plano de imunização, que é de 757.069 pessoas.

Opinião dos leitores

  1. Esperamos que a Governadora Fátima Cadeado, distribua logo a vacina, afinal o Ministério da saúde, informa aos Estados a data da entrega, o que falta à nossa Governadora é agilidade na distribuição das doses aos Municípios. É aos prefeitos a rapidez na aplicação.

  2. Pode receber uma tonelada, mas não sai de 62 anos ou 65 anos, acho que estão vendendo as vacinas para pagamento dos salários atrasados. muita vacinas para pouca aplicações

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Anvisa recebe pedido de uso emergencial de medicamento produzido pela Eli Lilly do Brasil contra covid-19

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta terça-feira (30), mais um pedido de uso emergencial de medicamento para tratar a covid-19. Desta vez, foi da combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe e etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil Ltda. Segundo a Agência, as primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão disponíveis. Se faltarem informações importantes, elas serão solicitadas ao laboratório.

Oficialmente, a avaliação da autorização para o uso emergencial e temporário de medicamento contra a covid-19 é feita no prazo de até 30 dias, mas nos casos em que a documentação está completa, a Anvisa tem deliberado em até sete dias úteis. A análise não considera o tempo do processo em status de exigência técnica, que é quando o laboratório precisa responder a questões técnicas feitas pela agência dentro do processo.

Análise

“Para fazer a avaliação, a Anvisa utilizará o relatório técnico emitido pela autoridade regulatória americana (Food and Drug Administration – FDA), os dados apresentados no processo e as informações apresentadas na reunião de pré-submissão realizada com a Anvisa em 15/3/2021”, detalhou a agência. A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Desculpa Pereira, mais o danado é impercilio? Será que os negacionistas vão ter que que aprender? Outra, quem permite ou não o uso de produtos dessa linha é a ANVISA, o povo não passa nem perto e vamos torcer por mais vacinas liberadas e em maior quantidade 😷😷😷😷

  2. Tomara que o NEGACIONISTAS Não criem Impercilio e Comprem de Imediato toda Produção. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS e do Mundo Inteiro 🙏🙏🙏

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Anvisa recebe novo pedido de uso emergencial para a vacina Sputnik V

Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta sexta-feira (26) um novo pedido de uso emergencial para a vacina Sputnik V.

A Anvisa informou em um comunicado que o pedido anterior feito pelo laboratório União Química –que representa, no Brasil, o Fundo Russo desenvolvedor do imunizante – será cancelado.

No início desta semana, a agência reguladora disse que precisava ter acesso aos dados brutos dos testes da vacina, um requisito para o pedido de uso emergencial no país.

Segundo a agência, os documentos para este novo pedido foram entregues à Anvisa durante a madrugada e sua equipe faz a triagem do pedido.

A Anvisa tem até sete dias para a conclusão da análise caso os técnicos da organização não apresentem nenhum questionamento em relação ao material apresentado.

“A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção”, disse a agência em nota.

Até o momento, o país tem usado apenas duas vacinas contra Covid-19, a CoronaVac, produzida em parceria com o Instituto Butantan, e a AstraZeneca/Oxford.

A vacina da Pfizer já obteve registro definitivo pela Anvisa e foi comprada pelo governo, mas a entrega do primeiro lote ocorrerá apenas em abril.

Sputnik V

A vacina russa Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, foi autorizada para uso emergencial pelo governo russo antes mesmo do fim dos estudos clínicos.

A vacina já foi aprovada para uso na Argentina e em outros países da América Latina.

O Ministério da Saúde anunciou um acordo para comprar 10 milhões de doses desta vacina para integrar o Plano Nacional de Imunização.

Além disso, governadores do Consórcio do Nordeste anunciaram a assinatura de compra de mais 37 milhões de doses da vacina russa.

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Hospital de Ceará-Mirim recebe concentradores de oxigênio

Foto: Divulgação

O Hospital Dr Percílio Alves, em Ceará-Mirim, recebeu nesta quarta-feira (24) reforços importantes para pacientes com Covid que precisam de estabilização. Tratam-se de concentradores de oxigênio, que fornecem oxigênio com concentração acima do normal e auxiliam pacientes com problemas pulmonares ocasionados pelo corona vírus.

O município conseguiu os aparelhos por meio de uma solicitação de doação feita ao Estado do Amazonas, numa articulação da FEMURN, Ministro Rogério Marinho e apoio do Governo do Estado, que auxiliou no transporte.

Esta é mais uma ação da Prefeitura de Ceará-Mirim que nesta semana abriu o Centro Covid, uma sala dedicada exclusivamente para pessoas com suspeita da doença, com corpo médico dedicado apenas para atendimento dos casos.

Além disso, 10 novos postos de saúde foram abertos, e investidos R$ 500 mil na saúde, com recursos próprios, apenas para o enfrentamento do Covid.

Opinião dos leitores

  1. Obrigado presidente Bolsonaro! O senhor mandou a aeronáutica trazer o oxigênio, que o governo do RN deixou faltar, direto do Amazonas para abastecer o nosso estado.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Bolsonaro recebe chefes de poderes, governadores e ministros

Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro se reúne na manhã desta quarta-feira (24) com chefes de poderes, ministros e governadores para discutir medidas de combate à pandemia de Covid-19.

Por volta de 8h, os participantes começaram a chegar à residência oficial do Palácio da Alvorada. Entre os primeiros que chegaram estavam o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Pouco depois, chegaram autoridades como o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), o governador de Amazonas, Wilson Lima (PSC), e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC).

Governadores que fazem oposição declarada a Bolsonaro não foram chamados. Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem tido atritos com governos estaduais por discordar de medidas de isolamento social para conter o avanço do vírus.

O encontro ocorre um dia após o país ter atingido o recorde de mais de 3 mil mortes em 24 horas. É o pior momento no Brasil.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que vê com “grande preocupação” a situação do Brasil, o país é o segundo em maior número mortes, atrás somente dos Estados Unidos.

Em pronunciamento nesta terça (23), Bolsonaro disse que estão “garantidas” 500 milhões de doses de vacina até o fim deste ano. O presidente omitiu, no entanto, a informação de que o Ministério da Saúde reduziu em quase 10 milhões o total de doses previstas para abril.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, com base em dados fornecidos pelas secretarias estaduais de Saúde, 6,04% da população do país foi vacinada até as 20h21 desta terça-feira, o que representa 17,1 milhões de doses aplicadas.

Ainda segundo o consórcio, 12,7 milhões de pessoas receberam a primeira dose, e 4,3 milhões, a segunda dose até agora.

De acordo com o Planalto, o encontro desta quarta tem como objetivo “fortalecer o ambiente de união nacional para prevenção e combate ao vírus da Covid-19, além de ser um espaço para discussão de ações institucionais conjuntas”.

O encontro está marcado para as 8h no Palácio do Alvorada. Segundo a Presidência, são aguardadas na residência oficial da Presidência da República as seguintes autoridades:

Hamilton Mourão, vice-presidente da República;

Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF);

Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado;

Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados;

Augusto Aras, procurador-geral da República;

Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União.

Também devem participar da reunião os seguinte governadores:

Romeu Zema (Minas Gerais);

Ronaldo Caiado (Goiás);

Renan Filho (Alagoas);

Wilson Lima (Amazonas);

Ratinho Júnior (Paraná);

Marcos Rocha (Rondônia);

Além de Queiroga, foram chamados o ex-titular da pasta da Saúde Eduardo Pazuello e os demais 21 ministros do governo.

G1

Opinião dos leitores

    1. Quem vai ganha a DO BURRO, são as jumentinhas e os jumentinhos apoiadores de quadrilheiros. Procura logo um proctologista burro vei.

  1. Para salva vidas, e vencer a pandemia é preciso a união de força, e não a divisão. Todos sabemos que devemos esquecer, e,refletir nossas ações. Morreram muitos entes queridos: mães, pais, filhos, avós, avôs, tios, tias,primos,primas, irmãs, irmãos, amigos,amigas … Famílias estão abaladas, em luto. De que adianta saber que errou? Devemos ajudar a encontrar alternativas. Discórdia para depois.E preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã… Bom dia.

    1. Eh verdade. Mas Não tem político santo, a maioria, senão todos, são medíocres e corruptos! Péssimos gestores públicos não iriam se tornar melhores em plena pandemia…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTOS: RN recebe novo carregamento de vacinas; 74.600 doses da coronavac

Fotos: Sandro Menezes

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu nesta quarta-feira (17) mais um carregamento com 74.600 doses de vacina contra a Covid-19. Os imunizantes da CoronaVac serão distribuídos aos municípios potiguares a partir das 16h desta quinta-feira (18), com a mesma logísitica de apoio montada para as outras operações em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar.

As vacinas entregues pelo Ministério da Saúde serão destinadas à continuidade do plano de imunização potiguar, com foco nos idosos entre 74 e 79 anos, seguindo a fase de operação em cada um dos 167 municípios do RN.

Com este novo carregamento, a Sesap totaliza 388.840 doses de vacinas recebidas, somando CoronaVac e Oxford/AstraZeneca, desde janeiro. Porém, até o momento o estado ainda não recebeu a segunda dose da Oxford/AstraZeneca, que necessita da segunda aplicação apenas três meses após a primeira vacinação, e segue no aguardo da sinalização por parte do Ministério da Saúde.

A remessa de 74.600 vacinas dará continuidade ao processo de imunização coordenado pelo Governo do Estado, por meio da Sesap, que esta semana ultrapassou os 150 mil potiguares vacinados pelo menos com uma dose. Os dados da plataforma RN+ Vacina, operada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública em cooperação com o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do RN (LAIS/UFRN) e abastecido pelos municípios, a campanha de imunização no estado ultrapassou também as 200 mil doses aplicadas, com mais de 51 mil pessoas tendo já recebido a segunda dose do imunizante.

NOVAS DOSES

O Governo do RN, por meio do Consórcio Nordeste, também segue trabalhando em outras frentes para adquirir mais vacinas e reforçar o trabalho de imunização. A gestão potiguar e os demais estados nordestinos fecharam a negociação com o Fundo Soberano Russo para aquisição de 37 milhões de doses da vacina Sputnik V. A previsão é de que a primeira carga de vacinas seja entregue em meados de abril e destinada ao Plano Nacional de Imunização.

Opinião dos leitores

  1. Vocês não entendem que m se trata deste ou daquele político, o que devemos fazer é cuidar de nós e dos nossos . Eles não se preocupam com nós!!
    A não ser em ano de política..

  2. Bruno!!
    Essa daí ja é da de Fátima???
    Tem petralha aqui, que só vão tomar a de Fátima, diz que a da união, SUS não toma nem a pau.
    Tenho dito, espere que no dia de São Nunca chega.
    Kkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Na verdade para os maus informados, se não fosse a iniciativa do Dória e do Rui Costa, estaríamos bem pior. (Coronavac e a Sputinic V). Dependesse do nosso presidente seríamos todos jacarés.

  4. Compra, transporte e distribuição tudo isso é feito com o dinheiro do povo, parem de politizar tudo

    1. Dória comprou. Bolsonaro tomou pra distribuir aos governos federais.

    1. Papangu, as doses foram enviadas pelo Ministério da Saúde, jumento.

    2. Doria tá é matando o povo de São Paulo a míngua.
      Igual a Fátima do PT do RN.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: Parnamirim recebe novas doses de vacina e segue com plano de imunização

FOTO: ASCOM

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) recebeu, na manhã dessa segunda-feira (8), um novo lote de vacinas para dar prosseguimento ao cronograma do plano municipal de imunização contra a Covid-19.

No total, foram 3.949 doses de vacina Coronavac destinadas à aplicação da segunda dose dos profissionais de saúde e idosos que residem em instituições de longa permanência, e que já haviam sido vacinados em janeiro, além de mais 900 doses destinadas aos idosos acamados com mais de 75 anos de idade.

O município de Parnamirim conta com aproximadamente 750 idosos acamados acima de 75 anos. Destes, já foram imunizados até a última sexta-feira (5) um total de 291 idosos. A vacinação, que é feita pelas equipes de Estratégia Saúde da Família, segue a partir desta segunda-feira.

Os idosos que não são atendidos por uma Unidade Básica de Saúde de Parnamirim, mas que residem no município, basta procurar uma unidade mais próxima ou efetuar o cadastro por meio do site vacinaidosos.lais.ufrn.br.

Até o momento, Parnamirim já recebeu 10.007 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 3.049 destinadas a segunda dose das vacinas já aplicadas em janeiro.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Natal recebe 12.235 doses da vacina contra Covid-19 e inicia vacinação nesta quarta-feira

Foto: Alex Régis

A capital potiguar recebeu nesta terça-feira (19) as 12.235 doses da vacina contra o coronavírus para utilização na primeira fase de distribuição. Os imunobiológicos foram recepcionados pelo prefeito de Natal, Álvaro Dias, que acompanhou a chegada do material à Central Municipal de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (CEMADI), espaço destinado para estoque e distribuição de todos os imunizantes oferecidos pelo sistema único de saúde.

Em virtude do quantitativo de doses destinadas ao município, a campanha de vacinação em massa terá inicio nesta quarta-feira (19) exclusivamente nos quatro pontos de vacinação organizados no sistema drive-thru, localizados no Ginásio Nélio Dias, Shopping Via Direta, Arena das Dunas e Palácio dos Esportes. As primeiras doses da vacina atenderão apenas aos profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate à doença, bem como aos idosos atendidos em instituições de longa permanência (como abrigos). A aplicação acontecerá das 08 às 16 horas.

“Esse é um momento de muita emoção e que sinaliza uma esperança enorme para todos nós. A chegada das vacinas é um marco e Natal está preparada e pronta para iniciar essa campanha de vacinação em massa. Neste primeiro momento, em razão do número de doses recebidas, adotamos a estratégia de priorizar os profissionais que estão na linha de frente no combate à Covid-19. Além deles, os idosos institucionalizados serão imunizados, já que são do grupo de alto risco. Pedimos paciência e solidariedade às demais camadas da população que não poderão se vacinar nesta fase, mas garantindo e reforçando que a medida em que forem chegando mais vacinas iremos ampliar esse trabalho”, destacou Álvaro Dias.

As vacinas para os idosos residentes em abrigos de longa permanência serão enviadas até estes locais. Já o processo de vacinação para os profissionais de saúde que atuam na linha de frente seguirá alguns critérios. Só receberá a vacina o profissional da rede pública ou privada que comprovar o vínculo funcional e atestar o serviço através de apresentação de escala de trabalho assinada pelo diretor de sua unidade.

Algumas precauções para os indivíduos que poderão se vacinar devem ser levadas em conta: Em geral, como com todas as vacinas, diante de doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se o adiamento da vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença; Não há evidências, até o momento, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-COV-2.

É improvável que a vacinação de indivíduos infectados (em período de incubação) ou assintomáticos tenha um efeito prejudicial sobre a doença. Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais. Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas.

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro desprezou, criticou, fez chacota, disse que ñ que crompraria de jeito nenhum a vacina chinesa, agora quer pagar de pai da vacina dizendo que é a vacina do Brasil.

    1. Ele é apenas mais um político falastrão e incompetente, há 30 anos mamando no "mercado da política" como tantos outros no Brasil, sejam de direita, esquerda ou centrão . O que espanta são os seus defensores, esses sim, só a ciência explica…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Por erro, idosa recebe 5 doses da vacina Pfizer contra covid em Israel, mas passa bem

Foto: JOE RAEDLE / AFP

Uma mulher de 67 anos, moradora de Jerusalém, recebeu cinco doses da vacina da Pfizer contra o coronavírus na quinta-feira (14/1), em um centro de vacinação da cidade, de acordo com reportagem do “Jerusalem Post”. Em vez de receber uma dose (30 microgramas) durante o processo de inoculação, ela acidentalmente recebeu um frasco inteiro – 150 microgramas. Para efeito de comparação, cada dose da Moderna tem 100 microgramas.

Embora ela não tenha mostrado efeitos colaterais imediatos, a idosa foi levada para o Centro Médico Shaare Zedek para observação. Um porta-voz do hospital disse que ela estava bem.

Este não é o primeiro incidente em que a equipe do centro de vacinação do Maccabi Healthcare Services administra muitas doses da vacina Pfizer.

Um profissional médico recebeu cerca de cinco ou seis doses da vacina contra o coronavírus em uma inoculação em dezembro, no início da campanha de vacinação do país do Oriente Médio. Ele também foi monitorado em um hospital logo em seguida, não apresentou efeitos colaterais e recebeu alta no mesmo dia.

“Isso acontece por uma razão muito simples”, explicou Cyrille Cohen, chefe do laboratório de imunoterapia da Universidade Bar-Ilan. “Depois de tantos pacientes, a enfermeira, acostumada a às vezes injetar todo o conteúdo do frasco – não para essa vacina, mas em geral – se engana e pega todo o composto. Estou surpreso que tenha acontecido apenas duas vezes”, acrescentou.

Em ambos os casos, conforme observado, os indivíduos que receberam as doses extras tiveram pouco ou nenhum efeito colateral, exceto talvez no local da injeção. Cohen disse que nenhum efeito colateral deve ser esperado, já que a Pfizer administrou três a quatro vezes mais do que a dose regular dada hoje quando realizou seus testes clínicos, o que foi tolerado pela maioria dos pacientes.

Page Not Found – Extra

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Agência Europeia de Medicamentos recebe pedido de uso emergencial da vacina de Oxford

Foto: JN

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) – órgão equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no Brasil — disse ter recebido nesta terça-feira (12) o pedido de aprovação para uso emergencial da vacina de Oxford contra Covid-19 da empresa farmacêutica AstraZeneca. O órgão promete avaliar o pedido em um prazo curto.

Um parecer sobre a autorização condicional pode ser emitido até o dia 29 de janeiro durante reunião do Comitê de Medicamentos Humanos (CHMP) da agência, disse a EMA em comunicado.

A nota também diz que, durante a revisão da vacina, foram avaliados dados de testes em andamento na Grã-Bretanha, Brasil e África do Sul. Informações adicionais do imunizante já foram enviadas pela AstraZeneca e estão em análise.

Os testes iniciais em humanos da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca começaram ainda em abril. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a falar que era a opção mais adiantada no mundo na época e, também, a mais avançada em desenvolvimento.

Em 27 de junho, o Ministério da Saúde anunciou a compra da tecnologia para produção dentro da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na última sexta-feira (8), o pedido emergencial para o uso da vacina foi feito junto à Anvisa.

G1

Opinião dos leitores

  1. Só agora? Demora, hein? Os cidadãos desses países (muitos com mais mortes proporcionais que o Brasil) vão chamar os seus líderes de genocidas?

    1. Neco, não vão chamar de Genocida, pois a EMA é um órgão da União Europeia, que já aprovou duas outras vacinas, então não dá pra dizer q foi demora…

    2. Neco, boneco. Nos outros países a demora não foi devida a negacionismo do governo. Atrasos acontecem. Aqui o Bozo sempre trabalhou contra, desde o inicio,sabotando o combate à pandemia e à corrupção. Será julgado por crimes contra a humanidade, Necuzinho.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Anvisa confirma recebimento de pedido de uso emergencial da CoronaVac pelo Instituto Butantan

Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de uso emergencial da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, na manhã desta sexta-feira (8). A agência pretende fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias

O pedido foi feito durante uma reunião virtual por causa da pandemia. A Anvisa diz que vai continuar a avaliar toda a documentação depois que todos os documentos forem entregues e que já iniciou a triagem.

“As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se todos os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode pausar o prazo e solicitar as informações adicionais ao laboratório”, afirmou a Anvisa, em nota.

A agência diz que a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, e envolve especialista das áreas de registro, monitoramento e inspeção.

O resultado final do estudo sobre a eficácia é a última etapa necessária para que a Anvisa analise o pedido de autorização de uso da vacina na população brasileira.

Caso a agência de vigilância identifique a pendência de alguma informação na documentação enviada, o prazo de análise pode ser superior aos dez dias. “A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações , a serem apresentadas pelo laboratório”, diz em nota.

A Anvisa diz ainda que ” atua, conforme os procedimentos científicos e regulatórios, os quais devem ser seguidos por aqueles que buscam o a autorização de vacinas para serem utilizadas na população brasileira.”

De acordo com o governo de São Paulo, a CoronaVac teve eficácia de 78% para casos leves na terceira fase de testes com cerca de 13 mil voluntários no Brasil. Para redução de casos graves e moderados, o governo anunciou índice de eficácia de 100%, ou seja, não houve casos graves (incluindo mortes) e moderados entre os vacinados. No entanto, não foi divulgada a taxa de eficácia global, ou seja, não foi informado quantos voluntários que tomaram a vacina foram contaminados pela Covid-19 e nem quantos ficaram doentes após tomarem o placebo.

O governador João Doria (PSDB) chegou a afirmar que o pedido de registro emergencial já havia sido feito na quinta (7) durante coletiva de imprensa.

Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, o pedido de registro definitivo da vacina será feito posteriormente pelo laboratório chinês Sinovac, mas não informou a data exata.

“O pedido de registro da vacina será feito pela Sinovac. A Sinovac recolhe os dados dos estudos da vacina e é ela que submete o pedido oficialmente lá, na NMPA, que é a Anvisa chinesa, e imediatamente o mesmo pedido se estende ao Brasil e a outros países”, afirmou nesta quinta (7).

Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do registro definitivo é feita em até 60 dias.

Em meados de dezembro, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou as regras para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a Covid-19.

Os principais pontos do uso emergencial das vacinas são seguintes:

Cada pedido deve ser feito pela empresa desenvolvedora e será analisado de forma independente;

Decisão será tomada pela Diretoria Colegiada da Anvisa;

Serão considerados estudos não-clínicos e clínicos (em humanos);

Serão itens avaliados: qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, e resultados provisórios de ensaios clínicos;

Empresa interessada deverá comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina;

Estudo clínico na fase 3 – última etapa de testes – deve estar em andamento e conduzido também no Brasil;

Vacina com uso emergencial liberado não pode ser comercializada, ela só pode ser distribuída no sistema público de saúde;

Liberação de uso emergencial pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.

A concessão estabelecida pela Anvisa segue o modelo de autorizações emergenciais adotadas em outros países, como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, e vale apenas para o período de pandemia e até a vacina receber o registro definitivo.

25 de janeiro

O governo de São Paulo espera que o uso emergencial seja autorizado pela agência até o dia 25 de janeiro, data estipulada no plano estadual de imunização para início da vacinação de 9 milhões de pessoas dos grupos prioritários.

Caso a vacina seja aprovada, profissionais da saúde, indígenas e quilombolas devem receber as primeiras doses, seguidos por idosos com mais de 60 anos.

Até esta quarta-feira (6), a Anvisa não havia recebido nenhum pedido para uso emergencial ou registro definitivo das outras vacinas que estão sendo testadas no Brasil. Dados complementares da fase 3 do imunizante desenvolvido pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford foram recebidos, mas ainda sem o pedido de autorização.

Plano Nacional de Imunização

Após apresentar parte dos dados de eficácia da vacina, o Butantan confirmou que assinou um contrato com o Ministério da Saúde para a aquisição de doses da CoronaVac, na noite de quinta-feira (7).

O documento prevê o fornecimento de 46 milhões de doses, em quatro entregas até o dia 30 de abril. Há ainda a possibilidade de o órgão federal adquirir do instituto outras 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões.

Cada dose da vacina custará R$ 58,20 e o valor total do contrato é de R$ 2,6 bilhões.

O pagamento somente será realizado após a obtenção do registro ou autorização para uso emergencial junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O contrato também prevê que o Ministério da Saúde “terá o direito de exclusividade na aquisição de doses da vacina”, podendo autorizar “em caráter excepcional a comercialização” para terceiros. Para isso, deverá ser “notificada formalmente sobre a intenção de venda com antecedência mínima de 20 dias.”

‘Lei Covid’

Como já foi dito, a utilização de uma vacina contra a Covid-19 no Brasil depende da aprovação pela Anvisa. A permissão pode ser conseguida, basicamente, por dois caminhos. O primeiro está diretamente ligado aos dois tipos de registro (tradicional ou emergencial), explicado acima, e a segunda possibilidade é baseada na chamada “Lei Covid” aprovada na Câmara dos Deputados, que libera o uso se o imunizante tiver aval expedido por uma agência do exterior, independentemente de registro pela Anvisa.

Anvisa – registro definitivo: os desenvolvedores submetem o pedido de registro à Anvisa apenas após concluírem as 3 fases de testes da vacina. Para acelerar o trâmite, a agência criou o procedimento de submissão contínua de dados.

Anvisa – uso emergencial: permite aos desenvolvedores enviarem os dados que comprovem eficácia e segurança antes de terminarem a fase 3 da vacina;

Lei Covid – Prevê que a Anvisa terá o prazo de 72 horas para conceder a autorização caso o imunizante tenha conseguido registro no Japão, nos EUA, na Europa ou na China. Caso o prazo não seja cumprido e a Anvisa não se manifeste, a autorização é concedida automaticamente.

Produção da vacina

O acordo do Governo de São Paulo com a Sinovac prevê a compra de 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas e 40 milhões que serão processadas no Brasil a partir de matéria-prima chinesa.

No total, o governo de São Paulo recebeu até agora da China o equivalente a 10,8 milhões de doses da CoronaVac, considerando os lotes de vacina já pronta para aplicação e os de insumos que serão envasados pelo Instituto Butantan. Segundo o governo, mais 35 milhões de doses devem ser recebidas até fevereiro.

No dia 9 de dezembro, o Instituto Butantan começou o processo de envase da vacina a partir da matéria-prima importada da China. A processo é feito na fábrica do Butantan, que tem 1.880 metros quadrados, e contará com o reforço de 120 novos profissionais, além dos 245 que normalmente atuam no instituto.

Uma nova fábrica está sendo construída pelo Butantan para produção da vacina em território nacional. A previsão é que, quando pronta, ela seja capaz de produzir até 100 milhões de doses da CoronaVac por ano.

No fim de dezembro, a Anvisa publicou a certificação de Boas Práticas de Fabricação para a fábrica da CoronaVac na China. A conclusão foi feita pela equipe da Anvisa que viajou ao país para inspecionar a produção da farmacêutica Sinovac. O certificado tem validade de dois anos e é um do pré-requisitos tanto para o processo de registro da vacina no Brasil, quanto para o pedido de autorização para uso emergencial.

Registro na Anvisa

O estudo conclusivo mede a taxa de eficácia do imunizante comparando quantos casos confirmados ocorreram nos voluntários que receberam placebo e quantos naqueles que tomaram a vacina. A taxa mínima de eficácia recomendada pela Anvisa é de 50%.

No final do ano passado, a Turquia informou publicamente ter chegado ao percentual de 91,25% de eficácia da CoronaVac em testes preliminares feitos com 1,3 mil voluntários.

G1

Opinião dos leitores

  1. Quero ver o gado fazendo fila pra tomar a vacina chinesa no lombo e exaltando o Bozo por ter conseguido comprar. Ô povo sem noção!

  2. Mariiiiiiia está provado, vc come e gosta de b………, mais não se preocupe, todos nós entendemos.

  3. GRAÇAS A DEUS VACINA ! Fica muita gente ouvindo e disseminando as bravatas do Presidente Pinóquio Tartaruga. Quer prova maior que é tudo bravata. O Governo Federal assinou contrato da Vacina Chinesa e das seringas chinesas.

  4. O ministério da saúde, tudo minúsculo, junto com esse presidente de vcs só sr movimentaram pra aquisição de vacinas e insumos devido à pressão do Dória, se formos vacinados, deveremos agradecer ao calça apertada, que por sinal fica linda nele.

    1. Que mané Dória o que.. Já existe uma justa pressão popular pela vacina a, independentemente da marketagem do agente de Pequim. O pessial toma relação de causalidade por relação causa e efeito. Povo burro.

    2. Calça apertada continua mentindo. Anunciou 78% de eficácia, depois já não sabe mais se é geral ou em casos leves. Essa vacina é uma roubada, literalmente.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

FOTO: Vice-presidente eleita dos EUA, Kamala Harris, recebe vacina contra Covid-19

Foto: Leah Millis/Reuters

A vice-presidente eleita dos EUA, Kamala Harris, foi vacinada nesta terça-feira (29) contra a Covid-19. Ela recebeu o imunizante desenvolvido pela empresa americana Moderna num centro médico da capital Washington.

Seu marido, Douglas Emhoff, também foi vacinado.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, de 78 anos, recebeu a primeira dose da vacina desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech na segunda-feira da semana passada (21).

Harris e Emhoff tomaram a vacina no United Medical Center em Washington. a aplicação foi feita por Patricia Cummings, gerente de enfermagem clínica do hospital.

“Vamos lá”, disse Harris a Cummings antes que de receber a injeção. “Estou pronta”, acrescentou. Depois da picada, a vice-presidente eleita comentou que “foi fácil” e “relativamente indolor”.

“Trata-se literalmente de salvar vidas. Confio nos cientistas e foram os cientistas que criaram e aprovaram esta vacina”, disse. “Por isso, peço a todos que, quando for sua vez, se vacinem. Trata-se de salvar sua vida, a vida de seus familiares e a vida de sua comunidade.”

Harris é mais uma das personalidades públicas que recebe vacina contra o coronavírus com transmissão na TV para mostrar aos americanos que o procedimento é seguro.

G1

 

Opinião dos leitores

    1. Titio , Titio ! Deixa de onda CACÁ ! Aí Papai ! Essa coca é Fanta .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *