Governo Federal define plano de desenvolvimento para até 2031; estratégia econômica traça cenários de crescimento do PIB e de investimentos pelos próximos 10 anos

Foto: Pixabay

O governo instituiu, nesta terça-feira (27), a estratégia federal de desenvolvimento para o Brasil de 2020 a 2031. O objetivo é definir a visão de longo prazo para atuação estável e coerente dos órgãos e entidades da administração pública federal.

A estratégia foi publicada nesta terça no DOU (Diário Oficial da União) e foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, e os ministros Paulo Guedes e Wagner Rosário.

De acordo com o texto, supõe-se um ambiente econômico internacional neutro para o Brasil no período. Isso implica que as diferentes trajetórias para a economia brasileira dependente, fundamentalmente, de fatores e escolhas restritas ao ambiente interno.

No entanto, a estabilidade econômica internacional é também fundamental para o desenvolvimento dos cenários previstos pela estratégia de desenvolvimento. “Não se pode ignorar os riscos, positivos e negativos, embutidos nessa hipótese de neutralidade do ambiente externo”, diz o documento.

Segundo o texto, a estabilidade macroeconômica, fundamental para os cenários previstos pelo governo, seria obtida por meio da continuidade da agenda de ajuste fiscal de longo prazo e a manutenção do equilíbrio monetário, para evitar uma trajetória explosiva da dívida pública e permitir, futuramente, uma reversão dessa atual tendência de crescimento.

“O desafio de manter os indicadores fiscais sob controle tornou-se ainda maior em função dos impactos econômicos negativos da pandemia dacovid-19, que resultará em aumentos extraordinários de gastos em 2020 e em redução da arrecadação de impostos neste e nos próximos anos, em relação ao que se arrecadaria sem a perda de PIB (Produto Interno Bruto) causada pela pandemia”, ressalta o decreto.

Cenários

Elaboradas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o governo definiu previsões de crescimento anual médio, crescimento acumulado, taxa de investimento, investimento em infraestrutura, entre outros.

Em um cenário mais adequado as expectativas da equipe econômica, com reformas macro fiscais, usado de referência pelo governo, o PIB teria crescimento anual médio de 2021 a 2031 de 2,2% ao ano e crescimento acumulado entre ano base (2020) e 2031 de 27% ao ano.

No mesmo cenário, o crescimento anual médio de 2021 a 2031 do PIB per capita seria de 1,6% ao ano, com crescimento acumulado entre 2020 e 2031 em 19,1%.

O governo também trabalha com a previsão de ter a taxa de investimento em 17,5% do PIB e o investimento em infraestrutura em 1,8%, com produtividade geral de 0,5% ao ano e produtividade no trabalho de 0,8% ao ano.

Em um cenário mais ideal, com amplas reformas e avanço da escolaridade, a previsão para o crescimento anual médio de 2021 a 2031 do PIB seria de 3,5% ao ano, com crescimento acumulado de 46,4% nos próximos 10 anos. Já o crescimento anual médio do PIB per capita no período seria de 2,9% ao ano, enquanto que o crescimento acumulado seria de 37,2%.

Além disso, no cenário que o governo considera como transformador, a taxa de investimento seria de 19,5% do PIB, e o investimento em infraestrutura em 2,9%. Já a produtividade geral seria de 1% ao ano, e a produtividade no trabalho de 2% ao ano.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Só conversa p gado dormir.
    Desde 2016 é só lero lero e nada de entregar o q promete.

Governo federal anuncia em reunião com governadores que a União vai comprar 46 milhões de doses da CoronaVac e diz que imunização começa no 1º semestre de 2021

Foto: Bruno Escolastico/Photopress/Estadão Conteúdo

O governo federal anunciou em reunião com governadores nesta terça-feira (20) que a União vai comprar 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan produzida em parceria com a empresa chinesa Sinovac. Com isso, o governo federal deve investir R$ 2,6 bilhões até janeiro.

A informação de que o acordo seria firmado durante a reunião foi antecipada pelo jornalista José Roberto Burnier, da GloboNews.

Assim como as demais vacinas testadas no Brasil, a CoronaVac está em fase de testes e sua eficácia ainda precisa ser comprovada antes que o uso seja liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e mais 23 governadores participaram da reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Segundo Pazuello, quando a vacina for aprovada, as doses serão distribuídas a todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que há décadas já garante o sucesso das campanhas nacionais de vacinação. “Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, garantiu.

Até reunião anterior realizada na semana passada com os secretários estaduais de Saúde de todo o país, o governo federal não havia incluído a CoronaVac no programa nacional de vacinação.

Antes do anúncio desta terça-feira, a previsão do ministério era ter 140 milhões de doses no primeiro semestre de 2021:

40 milhões via iniciativa COVAX Facility, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

100 milhões de doses via AstraZeneca/Oxford (além dessas doses, no segundo semestre, governo deve produzir 165 milhões de doses deste imunizante).

Agora, o Ministério da Saúde afirmou que “somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021”.

Segurança da vacina

A CoronaVac está na terceira fase de testes. Nesta segunda-feira (20), o governo de São Paulo afirmou que 35% dos nove mil voluntários que participam dos testes no Brasil apresentaram reações adversas leves. Segundo o governo, não houve registro de efeitos colaterais graves, o que confirma a segurança da vacina.

A informação faz parte de um estudo parcial apresentado em entrevista coletiva. O estudo, no entanto, não foi publicado em revista científica. Ainda não há dados sobre a eficácia da CoronaVac. Segundo o governo, essas informações serão apresentados até o fim do ano.

46 milhões de doses

O acordo para a compra de 46 milhões de doses com verba estadual foi assinado por Doria durante coletiva de imprensa no final de setembro. No mesmo evento, o governador anunciou que a vacinação de profissionais de saúde deve ter início em 15 de dezembro.

Segundo Dimas Covas, a vacina começa ser produzida no Brasil este mês e até o final do ano o Instituto terá as 46 milhões de doses prontas. “Aí aguardaremos o processo de registro”.

O contrato assinado pelo governo com o laboratório chinês tem o valor de 90 milhões de dólares e prevê que a farmacêutica envie seis milhões de doses da vacina já prontas, enquanto outras 40 milhões serão envasadas em São Paulo até dezembro de 2020.

O governo estadual também anunciou a previsão de chegar a 60 milhões de doses até fevereiro de 2021. A expectativa era que, com o dinheiro do governo federal, o total pudesse chegar a 100 milhões.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana Maria disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Desse jeito Bozo mata o gado…um dia, desce a ripa na vacina, no outro, compra milhões de doses.
    Assim o gado se atrapalha e tico e teco dão um nó…
    Já disse…a vacina não é pra vcs, gadinho…a sua é a da aftosa…kkkkkkk
    Muuuuuuuuuuuuu

    • Kemps disse:

      Espalhando fake aninha?
      A onde vc viu o PR descendo a ripa na vacina, em qual Televisão, jornal, rádio onde vc viu mulher??,
      Ele tem dito que compra a onde comprovarem eficácia, pode ser de qualquer lugar do mundo.
      Foi isso que ele disse ta??
      O resto é mau caratismo de petistas derrotados mesmo.
      Ok!?

  2. Silva disse:

    Ninguém se engane!!
    É muita grama envolvida nesse covid 19.
    Ninguém fala em milhões, o linguajar aí é bilhões de dólares.
    Não é a toa que tem governador no Brasil, querendo tornar o uso obrigatório.
    Quanto mais cabras, mais cabritos.
    Tire suas conclusões.

  3. João Silva disse:

    Ninguém é obrigado a ser cobaia de teste de qualquer substância externa. Não se conhece nem este vírus… Como se quer combatê-lo??

  4. Pixuleco disse:

    Eita e agora ? A Gadolândia vai entrar em parafuso . A vacina chinesa comprada pelo Tonho ? Acredito não ? Mas , contudo , todavia e entretanto ainda bem que temos um bom estoque de CLOROQUINA , para os terraplanistas tomarem. Eu , euzinho quero a minha logo e de graça . Obrigado da lua 🌑. Vou agora tomar meu suco palma com caseiro em homenagem ao gado 🐄 véio .

    • Paulo disse:

      Esse aí paasou o dia tomando a ração diária oferecida aos seguidores da seita, para mantê-los no estado de catotonia e repetindo palavras aleatórias.
      Zumbi em estado de confusão mental…

  5. Talita disse:

    Coronavac mais me parece vacina de gado

  6. Cidadão pagador de impostos disse:

    Tá cada vez mais difícil p o gado passar pano p esse governo fracassado e pró corrupção kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Moro Presidente 2022

    • Paulo disse:

      Zumbi de Maduro é cara de pau mesmo.
      Se passa por eleitor de Moro só para falar mal de Bolsonaro.
      Não passa de mais uma estratégia do Foro de São Paulo, que acabou levado o povo argentino a ser enganado mais uma vez.
      Fanáticos sendo usados como massa de manobra para atingir os objetivos da seita, o que inclui jornalistas, congressistas e até membros do judiciário na sanha de defender a seita.

Estudo do governo federal diz que pobres pagarão menos imposto

Foto: Ilustrativa

A criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) em substituição ao PIS e à Cofins pode aliviar a carga tributária da população de menor renda e ampliar seu poder de consumo, principalmente, em famílias que ganham até R$ 89 por pessoa, afirma a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. Os brasileiros que ganham acima de R$ 5 mil por pessoa devem ter o maior aumento relativo da tributação.

Os cálculos, antecipados ao Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, foram divulgados nesta segunda-feira, 5, na nota “CBS: em direção à menor regressividade do sistema tributário brasileiro”. A intenção dos técnicos é trazer um foco novo de discussão da unificação de tributos sobre o consumo, até agora centralizada nos impactos sobre as empresas.

O setor de serviços é um dos que mais se opõem à proposta de criar a CBS, encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em julho como primeira fase da reforma tributária. O projeto de lei está sendo discutido na mesma comissão mista que trata das PECs da Câmara e do Senado, mais amplas e que incluem mudanças na tributação de Estados e municípios. As discussões, porém, estão travadas.

Segundo os cálculos da SPE, as famílias com renda de até R$ 89 por pessoa terão uma queda de 0,6 ponto porcentual na sua alíquota efetiva média (o quanto a pessoa paga de imposto proporcionalmente à sua renda). O alívio se estende até famílias com renda de R$ 1 mil por pessoa, embora com menos intensidade.

Acima disso, a mudança levará a família a pagar mais imposto que no regime atual, aumento que chega a 0,4 ponto porcentual para quem ganha acima de R$ 5 mil por pessoa.

A proposta do governo para a CBS prevê uma alíquota única de 12% sobre bens e serviços, acabando com grande parte dos regimes especiais e simplificando a tributação.

O subsecretário de Política Fiscal da SPE, Erik Figueiredo, afirma que as estimativas comprovam que uma alíquota unificada é capaz de tornar um tributo mais progressivo, ou seja, cobrar relativamente mais de quem tem maior renda. “A ideia de progressividade hoje é de alíquotas diferenciadas, variando de acordo com a renda. Mas isso seria verdade se todas as pessoas consumissem bens similares. As pessoas consomem bens diferentes”, explica Figueiredo.

Cálculo

Para chegar ao resultado, a equipe da SPE traçou o perfil da cesta de consumo das famílias de acordo com a faixa de renda. Além disso, utilizou a matriz de insumo-produto do IBGE para identificar por quantos passos na cadeia de produção um produto ou serviço passa antes de ser consumido. Esse procedimento é importante porque a CBS incide sobre o valor adicionado em cada uma dessas etapas de melhoria ou transformação – ou seja, quanto mais elaborado o bem ou serviço, maior tende ser a tributação.

No caso das famílias mais pobres, com renda de até R$ 89 por pessoa, mais da metade (54%) do orçamento é destinada a serviços básicos, e 13% são empregados no pagamento de contas como água e luz. Apenas 6% vão para gastos com saúde e educação privados, e outros 10% vão para a construção, compra ou aluguel da casa.

À medida que a renda familiar cresce, os serviços básicos e as contas de água e luz perdem peso no orçamento, enquanto despesas com saúde e educação e a casa ganham força.

Nos lares com renda acima de R$ 5 mil por pessoa, 49% do orçamento vai para serviços considerados “luxo”, 13% para compra ou aluguel da casa e 14% para saúde e educação. A nota não detalha quais serviços são considerados básicos ou de luxo.

Para as famílias de baixa renda, a SPE ainda estimou o efeito prático do alívio da CBS sobre a renda desses lares. Para quem ganha até R$ 89 por pessoa, o “respiro” trazido pelo novo tributo seria suficiente para arcar com todo o consumo de legumes e verduras, por exemplo, uma vez que a diferença na alíquota efetiva equivale a 112% do que essas famílias gastam com esses bens. O alívio ainda bastaria para garantir 73% do consumo de leite, ou 173% do gasto com macarrão.

Infomoney

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria disse:

    Enquanto isso: o feijão, está acompanhando o arroz…precinho bem bão…

  2. Osvaldo disse:

    Alguém acreditou.e uma piada .

  3. pereira disse:

    Essa é a MENTIRA do Ano. Vai ganhar o Oscar.

  4. Manoel disse:

    Kkkkkkkk
    Palhaçada

  5. Alguém disse:

    Alguém informe que primeiro de abril passou fa tempo.

  6. Nono Correia disse:

    Agora conte aquela do papagaio.

  7. Entregador De Pizza 🍕 disse:

    Isso só pode ser piada e de péssimo gosto!

  8. Amaury Oliveira disse:

    Me engana que eu gosto…

Governo Federal economiza R$ 1 bilhão com trabalho remoto de servidores, informa Ministério da Economia

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O governo federal já economizou cerca de R$ 1 bilhão com o trabalho remoto de servidores públicos durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Este valor considera a redução de R$ 859 milhões nos gastos de custeio e a diminuição de R$ 161 milhões nos pagamentos de auxílios para os servidores, entre abril e agosto de 2020. Os dados foram divulgados, hoje (25), em Brasília, pelo Ministério da Economia.

Segundo o ministério, a economia em 5 meses com diárias, passagens e despesas com locomoção chegou a R$ 471.251.670,72. Com serviços de energia elétrica, a redução de gastos foi de R$ 255.547.553,27. A economia com serviços de cópias e reproduções de documentos alcançou R$ 9.732.645,44. E a redução de gastos com serviços de comunicação em geral atingiu R$ 89.565.596,69 e com serviços de água e esgoto, R$ 32.942.306,94.

Auxílios

Ainda em março, o Ministério da Economia informa que orientou os demais órgãos da Administração Pública Federal sobre a autorização para o trabalho remoto com a publicação da Instrução Normativa (IN) nº 28. A norma estabelece regras para a concessão do auxílio-transporte, do adicional noturno e dos adicionais ocupacionais aos servidores e empregados públicos que estejam executando suas atividades remotamente ou que estejam afastados de suas atividades presenciais.

Esta instrução gerou uma economia de R$ 161.452.701,82 aos cofres públicos entre abril e agosto deste ano. Entre os adicionais impactados pela medida estão os de insalubridade, irradiação ionizante, periculosidade, serviço extraordinário e noturno.

Teletrabalho

Para ampliar e normatizar a adoção do teletrabalho, a Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital (SGP/SEDGG) publicou, no fim de julho deste ano, a Instrução Normativa nº 65.

De acordo com o ministério, a norma estabelece orientações para a adoção do regime de teletrabalho nos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec), focando na entrega de resultados e reduzindo despesas administrativas. Atualmente, cerca de 200 órgãos fazem parte deste sistema.

A implantação do programa de gestão é facultativa aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal e deve ocorrer em função da conveniência e do interesse do serviço. Além de servidores efetivos, poderão participar do programa ocupantes de cargos em comissão, empregados públicos e contratados temporários. Cada órgão definirá, a partir de suas necessidades, quais atividades poderão ser desempenhadas a distância. Caberá ao dirigente máximo de cada pasta autorizar a implementação do programa.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Conclusão, serviço público só segurança, saúde e educação . O resto tem que privatizar

    • Ogor disse:

      Segurança também pode consertada. Primeira coisa é desmilitarizar as polícias. Taí a PRF como exemplo de sucesso.

    • Cidadão disse:

      Tanto empresa pública como privada estão economizando com o trabalho remoto. O serviço não deixou de ser prestado.

  2. Carlos disse:

    Economiza de um lado e sobra mais dinheiro para ser desviado. Simples assim.

VÍDEO: Bolsonaro descarta ‘Renda Brasil’, e diz que jamais vai tirar dinheiro dos pobres e idosos


O governo desistiu de encaminhar a proposta para criação do Renda Brasil, que unificaria programas sociais, como Bolsa Família. A decisão foi adotada após avaliação de que a PEC do Pacto Federativo poderia congelar o pagamento de aposentadorias por dois anos para o financiamento do novo programa.

No lugar do Renda Brasil, o governo vai anunciar medidas para geração de emprego.

A ordem da equipe econômica é desonerar todos os setores da economia, como medida que irá baratear a contratação de mão de obra.

Guedes tem afirmado que o governo nunca pretendeu fazer demagogia mas devolver responsabilidade pelos orçamentos públicos à classe política.

Com informações do CNN Brasil e UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Del GADO 2 disse:

    Quem tem fê o fô tem medo.
    ÔÔÔÔÔ GADO sem futuro da gota serena.
    Toca o berrante seu menino….
    ÔÔÔÔÔ GADO ôôôôô

    • Joao disse:

      Cidadão, Bolsonaro VETOU a lei de isenção dos evangélicos. Não sei se sabe ler, mas pelo menos se informe antes de falar abobrinha.

    • Del GADO 2 disse:

      JOÃO ou JOÃO !!!!!!!!
      Muuuuuuuuuuuu
      Amigo se informe também, sabidão.
      Ele vetou, mas foi para televisão mugir, q se fosse deputado ou senador, derrubaria o VETO.
      Entendeu ou quer q desenhe ??????
      Toca o berrante seu menino…..
      ÔÔÔÔÔ GADO ôôôôô

  2. Minion alienado disse:

    Presidente, deixe de ser demagogo. Tira dos pobres para dar aos apoiadores evangélicos, um bilhão para igrejas, menos um bilhão para educação.

  3. Nono Correia disse:

    Ele também era contra privatizações e contra a ressureição da CPMF. Era até "contra" a corrupção.

  4. Sebastian disse:

    Meu voto perdido , e se diz professora essa alma perdida

Com apoio de Maia e Alcolumbre, Paulo Guedes entrega proposta do governo federal de reforma tributária; veja íntegra

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Ao receber reforma tributária de Guedes, Alcolumbre fala em ‘data histórica’

Ao receber a proposta do governo federal de reforma tributária, Davi Alcolumbre disse que esta é uma “data histórica”.

O presidente do Congresso disse que governo e Parlamento “se encontram, de mãos dadas, para construir uma saída de um problema de décadas que aflige todos os brasileiros”.

“Hoje, damos mais um passo significativo no rumo de fazermos a sonhada reforma tributária brasileira.”

Alcolumbre criticou as normas atuais e disse que a reforma tributária vai melhorar o ambiente de negócios e atrair investimentos para o Brasil.

Maia manda recado aos críticos da reforma tributária

Ao receber a proposta do governo federal de reforma tributária, Rodrigo Maia disse que o texto é “muito importante” e “tem muita convergência” com as propostas que tramitam no Congresso.

Maia pediu aos jornalistas:

“Antes de ouvirem os críticos, que se ouçam aqueles que prepararam as propostas, para que se compreenda o seu real objetivo.”

Ele emendou:

“A gente sempre vê críticas de pessoas que têm o legítimo direito de sua preocupação, mas que não sabem, muitas vezes, nem o que está escrito na proposta.”

O presidente da Câmara acrescentou que é preciso fazer uma proposta em conjunto — Executivo, Câmara e Senado.

Maia aproveitou para elogiar Luiz Eduardo Ramos, que está na mira de lideranças do Centrão.

Leia íntegra da proposta

Leia aqui a íntegra da proposta de reforma tributária apresentada nesta terça-feira (21) ao Congresso pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Em vez de mandarmos uma PEC, mandamos propostas que podem, então, ser trabalhadas e acopladas”, disse Guedes.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fafá sabino disse:

    Adoro,as informações que recebo todos os dias,vcs estão de parabéns.

Com R$ 6 bilhões do Fundeb, Governo Federal quer criar um voucher (vale) de R$ 250 por mês para que crianças tenham acesso a creches no setor privado

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O governo federal quer criar um voucher (vale) de R$ 250 por mês para que crianças tenham acesso a creches no setor privado. A medida teria custo de R$ 6 bilhões por ano e seria bancada com recursos do Fundeb, fundo de financiamento da educação básica do país cuja prorrogação está em discussão pelo Congresso.

O plano do Ministério da Economia é pagar esse valor ao beneficiário do Renda Brasil, programa que o governo desenha para substituir o Bolsa Família.

A mudança no escopo do Fundeb para permitir o pagamentos dos valores foi incluída na proposta do governo para reformulação do fundo, apresentada no último sábado. Esse é um dos pontos mais polêmicos do texto do governo, proposto nas vésperas da votação do texto na Câmara.

O fundo é composto pelos impostos de estados e municípios e, atualmente, a União arca com 10% do montante para complementar o valor destinado a estados que não alcançam um valor mínimo por aluno.

A proposta do governo aumenta sua complementação para 15% de maneira gradativa, e destina 5% para o novo programa social (o equivalente a R$ 6 bilhões ). Os deputados querem ampliar a complementação para 20%.

O governo chegou a marcar uma entrevista para esta tarde, para apresentar sua proposta para o Fundeb, mas depois cancelou. Técnicos do Ministério da Economia discutem com o Palácio do Planalto possíveis alterações no texto, mas insistem em manter a vinculação de recursos para o voucher.

A estimativa dos técnicos da Economia é que o déficit de vagas para crianças de 0 a 3 anos dentro da faixa a ser atendida pelo Renda Brasil é de 2 milhões, já descontadas as famílias desse universo cujos filhos não estão em creche por opção. Segundo esses técnicos, o valor de R$ 6 bilhões seria suficiente para bancar o voucher para a creche e atender 2 milhões de pessoas.

De acordo com uma fonte, o plano faz parte de um dos quatro pilares que estão sustentando o Renda Brasil. A medida viabiliza, por exemplo, que mães de famílias pobres não sejam prejudicadas no mercado de trabalho.

‘Drible’ no teto de gastos

A ideia não envolveria a construção de creches públicas. Na visão da equipe, a concessão de vouchers seria mais eficiente porque permitiria que as famílias escolhessem os estabelecimentos em que querem matricular as crianças. Assim, seria possível aproveitar a estrutura de instituições já estabelecidas, como creches privadas e até igrejas.

O Ministério da Economia avalia também que é mais eficiente transferir recursos diretamente para as famílias, pois isso seria um incentivo a manter as crianças e os jovens na escola.

A inclusão da proposta de assistência social no Fundeb também é uma maneira de o governo tirar parte do Renda Brasil da regra do teto de gastos. Essa regra limita o acréscimo das despesas da União à inflação do ano anterior.

O Fundeb, porém, sempre esteve fora do teto. Ao colocar o vale creche no Fundeb, o governo dribla o teto de gastos e facilita a implantação do programa sem as amarras dessa regra fiscal.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vida disse:

    Esss povo é muito iludido com iniciativa privada e não dá valor ao público. Não é a toa que a Constituição Garante educação como necessidade básica. Querem dar esmolas para o básico e instaurar a política do "te vira com o que tem", sem emprego, sem garantia nenhuma, a única garantia que querem é se apossar do dinheiro público e continuar a robalheira e os desvios de verbas . Nenhum pai conseguirá pagar creche com essa ninharia, nem existe garantia nenhuma de manutenção desses estabelecimentos. A criança também perderia na parte da alimentação, que creche particular não dá nenhuma de graça.

    • WellingtonB disse:

      Sem contar a manipulação e desvios que já são tradicionais na nossa política.

  2. Juruna disse:

    Petistas preocupados pelo fato de saberem que não podem roubar este dinheiro todo. Estão com saudades seus petralhas corruptos. PT NUNCA MAIS. FÁTIMA NÃO GANHA NEM PRA MISSA PETRALHA

  3. Ivan disse:

    Isso nada mais é que o fim da educação no BRASIL. Alguém conhece uma creche de 250 reais em algum lugar do mundo????? Gostaria de ver os apoiadores desta proposta colocar seus filhos nesta creche!!!!!

  4. Gilberto disse:

    Querem privatizar a educação pública.

  5. Jovem disse:

    250 reais para uma creche não existe nem pra cachorro

  6. Pedro disse:

    Amigo, não defendo o governo Bolsonaro, mais acho que é melhor ele, que um ladrão disfarçado de cordeiro. Nove dedos ia nos levar à Venezuela e Cuba.

  7. Marieta disse:

    Para a iniciativa privada!?
    Que governo é esse!?

  8. Manoel disse:

    O governo liberal, como de costume, tirando o corpinho de fora e passando para iniciativa privada o seu dever.
    Resta saber se a iniciativa privada tem capacidade de absorver a demanda e em que planeta o Paulo Jegues acha q o povo consegue uma creche pagando 250 reais por mês.
    Até deve ter, aquela com 100 crianças/sala/professor.

    • Neto disse:

      Só fala asneiras esse Manoel.

    • raphael disse:

      comentário muito bem colocado.

    • Raimundo disse:

      Quantas palavras desrespeitosas com o ministro…
      A esquerda incita o ódio entre seus seguidores.
      Atualmente, essas crianças estão fora de creches.
      No desgoverno do PT se gastou muito dinheiro para construir creches, a maior parte inacabada.
      Outras os prefeitos não abriram porque não tinham dinheiro para bancar.
      Aqui no RN, Fátima fechou hospitais…
      Mundo da fantasia do comunismo…

    • Raimundo disse:

      No desgoverno lulopetista se recebia 250 reais para tudo .
      O ministro quer acrescentar 250 reais para creches…

    • Francisco de Assis disse:

      Neto, você não sabe ler. Nem sei porquê escrevi isso. Ele não sabe ler.

    • Patriota disse:

      Verdade, Manoel

Governo Federal transfere R$ 15 bilhões aos estados e municípios na segunda parcela do socorro

Foto: Arquivo

O governo federal transfere nesta segunda-feira a segunda parcela do socorro aos estados e municípios. Com o montante de R$ 15 bilhões desta parcela, metade dos R$ 60 bilhões aprovados pelo Congresso já foram para as mãos dos prefeitos e governadores.

Do total, R$ 50 milhões poderão ser usados livremente e R$ 10 bilhões foram direcionados para ações em saúde e assistência social relacionadas ao coronavírus.

O socorro aos estados e municípios foi aprovado pelo Congresso no início de maio e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no fim daquele mês.

Para receber a ajuda financeira, estados e municípios devem se comprometer a não entrar com ações contra a União. Além disso, o reajuste para servidor público está congelado até 2021.

Os estados e municípios receberão as próximas parcelas em agosto e setembro, conforme calendário:

terceira parcela: 12 de agosto;
quarta parcela: 11 de setembro.

Além das transferências, o projeto também suspende as dívidas dos estados e municípios com a União. A ajuda é no valor de R$ 49 bilhões em suspensões e renegociações de dívidas e mais R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais que contam com o aval da União.

O estado que mais vai receber recursos nesta parcela é São Paulo, com R$ 1,9 bilhão, seguido de Minas Gerais, com R$ 860 milhões e Rio de Janeiro, com R$ 604 milhões.

Os municípios que mais recebem são, respectivamente, as capitais desses estados, com R$ 343 milhões para a capital paulista, R$ 156 milhões para a fluminense e R$ 69 milhões para a mineira.

A distribuição dos recursos segue critérios de população e de taxa de incidência na população de cada estado.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Estado de São Paulo recebendo 2,2 bilhões,
    E o dória e quase a totalidade da midialixo aínda dizem que o governo federal é omisso .

Parceria com o governo federal: Parnamirim recebe mais 15 respiradores

FOTOS: ASCOM

O município de Parnamirim acaba de receber 15 respiradores doados pelo governo federal para auxiliar os pacientes na batalha contra a COVID-19. O pleito foi feito pelo próprio prefeito Rosano Taveira, em sua última ida ao Ministério da Saúde, em Brasília, no dia 29 de junho. A entrega é fruto do constante esforço da atual administração para expandir cada vez mais a capacidade de atendimento.

Dos 15 respiradores, sete são móveis, ou seja, deverão ser instalados nas ambulâncias que estão prontas para dar o suporte necessário aos pacientes. Outros oito são fixos e serão utilizados no Hospital de Campanha. Este equipamento é essencial para pacientes que evoluem para uma insuficiência respiratória aguda grave, causada pelo coronavírus.

Essa não é a primeira vez que o governo federal atende às necessidades do município. Em outra oportunidade, o ministério entregou à SESAD nove aparelhos de ventilação mecânica que já fazem parte da estrutura do Hospital Maternidade Divino Amor, inaugurado na última segunda.

De acordo com a Secretária da SESAD, Terezinha Rêgo, o Ministério tem sido sensível às solicitações de Parnamirim e atendido os pedidos com presteza. “Agradecemos o apoio do governo federal. Eles não têm nos faltado. Estão nos auxiliando tanto em doações quanto na habilitação dos serviços. Estamos juntos e envolvidos para superar essa crise”, finalizou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mitológico disse:

    Assim, o MITO ganha no primeiro turno em 2022!

  2. Sidney disse:

    O capitão tá tipo massa de pão,quanto mais batem ele CRESCE mais,que venha 2022 para o desespero da PETRALHADA.

  3. Augusto Santos disse:

    Só dá o Bolsonaro no RIo Grande do Norte.
    Tudo que a gente ver tem dinheiro do Governo Federal. A Governadora nada faz, é uma mera pagadora de salário de servidor.
    2 anos perdidos com esse governo do pt

  4. Flávio Martinez disse:

    Ótima notícia! Nosso RN precisa desses aparelhos

  5. Silva disse:

    Da lhe MITO!!!
    É diferente papai!!!

  6. Gibira disse:

    Boa recuperação Capitão

  7. Gado com orgulho disse:

    Mito 2022, Eita que esse capitão é porreta.
    Enquanto isso nossa Desgovernadora e seu secretário não sabem explicar a compra dos respiradores á uma empresa que vende produtos a base de maconha. A pergunta é KD os 5 milhões de reais.

Governo Federal quer plano de combate ao feminicídio até novembro

Cristiane Britto, secretária nacional de Políticas para Mulher. Foto: Divulgação/Secretaria Nacional de Políticas para Mulher

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulher, quer lançar o Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio ainda em 2020. A entrega foi anunciada para o primeiro semestre deste ano, mas teve de ser adiada por causa da pandemia do novo coronavírus. Agora, o plano será lançado em novembro, de acordo com Cristiane Britto, que comanda a secretaria.

A tarefa se demonstrou ainda mais necessária no momento em que milhões de brasileiros estão em quarentena, medida adotada para evitar o contágio da covid-19. De acordo com levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os casos de feminicídio registrados entre os meses de março e abril deste ano aumentaram 22% em relação ao mesmo período do ano passado, quando não existia o confinamento social.

Enquanto Britto mobiliza ações para a conclusão do programa, a Casa da Mulher Brasileira, a galinha de ovos de ouro da secretaria, se expande. Os recursos para esses espaços, que abrigam centro de atendimento humanizado e especializado no atendimento à mulher em situação de violência doméstica, terão um aumento de 222% neste ano e fazem parte de uma resposta emergencial para o problema.

A Casa da Mulher Brasileira contará com orçamento de R$ 61,2 milhões, ante R$ 19 milhões nos cofres de 2019. Com o orçamento maior, a previsão é de entrega de unidades espalhadas pelo interior do país. “Interiorizar a política”, argumenta Britto — em seguimento ao jargão usado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de ‘menos Brasília, mais Brasil’.

Até o final de julho, a pasta iniciará o projeto de 10 unidades. Duas são em capitais, Cuiabá (MT) e Manaus (AM), e o restante em municípios do interior – Uberaba (MG), Japeri (RJ), São Raimundo Nonato (PI), Cidade Ocidental (GO), São Sebastião (DF), Recanto das Emas (DF), Sobradinho II (DF) e Sol Nascente (DF).

Confira, abaixo, os principais pontos da entrevista com Cristiane Britto:

R7 — A quarentena, praticada de forma ainda sutil pela população brasileira, escancarou um problema o qual a secretaria já sabia da existência. Os casos de feminicídio aumentaram em 22% durante a pandemia do novo coronavírus, segundo o Fórum Nacional de Segurança Pública. Como resolver?

Cristiane Britto — A gente já sabia dessa perspectiva de aumento dos casos por causa da experiência relatada por outros países. E a nossa primeira atitude foi antecipar o investimento em ferramenta de canal de denúncia. Lançamos, por exemplo, o Direitos Humanos BR, pensando naquela mulher que está 24 horas ao lado do agressor e é impossibilitada de fazer uma ligação.

O nosso maior desafio, quando se fala sobre feminicídio, é superar a subnotificação. 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca fizeram sequer uma denúncia. Isso significa que estávamos falhando na disseminação de informação ou que essa mulher não confia no atendimento da rede. E isso se agrava no momento de pandemia da covid-19.

Então, nós nos aproximamos da rede a fim de fortalecê-la. De que forma? Assegurando que a Casa da Mulher Brasileira permanecesse funcionando, que os Tribunais de Justiça desenvolvessem ferramentas para medidas online, disseminar informações que incentivem a denúncia dessa mulher, fizemos um protocolo para categorizar de forma correta a tipificação do crime de feminicídio.

Inclusive, por meio de nossa articulação, o Ministério da Justiça assinou ontem [terça-feira (23)] o Protocolo Nacional de Investigação e Perícia nos Crimes de Feminicídio. Com isso, vai acabar o problema de que policial tinha dificuldade em iniciar uma investigação de feminicídio como se fosse homicídio comum. Enfim, é um protocolo que significa a abertura do caminho do combate ao feminicídio.

R7 — A senhora é defensora do boletim de ocorrência online, medida adotada pelo Estado do Rio de Janeiro, por exemplo. A senhora conseguiu avançar nessa questão na Secretaria?

Cristiane — Nós identificamos que o Rio de Janeiro tinha lançado boletim online. E nós articulamos junto ao Ministério da Justiça com secretários de segurança de todo o país para que adotem a mesma medida. Já são 13 Estados, entre eles Distrito Federal e Paraíba, que vigoram com o boletim de forma online, delegacia virtual, por exemplo.

R7 — A Casa da Mulher Brasileira, importante instrumento criado para dar proteção e assistência as mulheres, conta com R$ 61,2 milhões no ano de 2020 (ante R$ 19 milhões de 2019). A maior parte desse dinheiro foi capitaneada com emendas parlamentares, destinadas pela Bancada Feminina.

Cristiane — Para que nós conseguíssemos esse valor foi preciso de uma reavaliação do programa. Basicamente o que nós fizemos foi baratear o custo. Por exemplo, para se instalar uma unidade da Casa da Mulher Brasileira era preciso de R$ 13 milhões. Hoje, com a nossa reformulação, é necessário R$ 823 mil. E com isso o programa se tornou mais atrativo.

Isso é o que eu prego de interiorização da política. Nós conquistamos esse orçamento e vamos espalhar o programa para cidades que não registravam unidades. Até o final de julho, iniciaremos o projeto de 10 casas. Duas são em capitais, Cuiabá e Manaus, e o restante em municípios do interior – Uberaba (MG), Japeri (RJ), São Raimundo Nonato (PI), Cidade Ocidental (GO), São Sebastião (DF), Recanto das Emas (DF), Sobradinho II (DF) e Sol Nascente (DF).

R7 — O programa foi lançado na gestão de Dilma Rousseff (PT). Quais são as principais diferenças entre o programa de antes com o de hoje, comandando pela senhora?

Cristiane — A redução de gastos, sem dúvida, é a nossa maior diferença. E é isso que possibilita a distribuição de unidades do programa por diversas cidades do interior do Brasil. Uma casa levaria cerca de dois anos para ser construída. Hoje esse tempo é medido em um ano. A celeridade, então, é a nossa marca. Ter celeridade na política pública para que chegue em todas as mulheres.

R7 — O aumento do orçamento tem relação com o aumento do número de casos de feminicídio? Foi apenas uma decisão acertada com um timing perfeito?

Cristiane — A gente já vinha construindo desde o ano passado esse aumento de orçamento, então não acredito que tenha relação. Acredito também que passou pela sensibilização dos próprios parlamentares em relação a pauta. Antigamente, isso era restrito a bancada feminina, por exemplo. Hoje, acho eu, que o parlamento está mais sensível como um todo. E, claro, a cobrança da sociedade. Nós somos o quinto país que mais mata mulheres no mundo e isso é inaceitável.

R7 — A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, juntamente com a Associação Visibilidade Feminina, lançou uma cartilha para ajudar mulheres interessadas em se candidatar nas eleições municipais de 2020. A senhora é especialista em direito eleitoral e integra o Observatório Eleitoral Pesquisa de Liderança Feminina na Política. Como você vê esses movimentos? O que a Secretaria da Mulher tem feito nesse sentido?

Cristiane — Eu inclusive participei do lançamento dessa cartilha porque é um tema caro. Ainda mais este 2020, ano eleitoral. E nós estamos também com um projeto que fomenta mais mulheres na política.

Um dado alarmante é de que 1.290 municípios não possuem mulheres no Legislativo. Nas eleições de 2016, 11,6% das prefeituras tiveram mulheres eleitas. Então, nosso objetivo é aumentar o número de candidaturas de mulheres vereadoras.

R7 — A nova regra obriga, a partir deste ano, que cada partido tenha, de forma independente, ao menos 30% de nomes femininos nas urnas. A senhora concorda?

Cristiane — Eu concordo com a política afirmativa, mas não por tempo indeterminado. Isso é necessário por pelos menos um período até o momento em que tenhamos um equilíbrio.

E eu acredito que estamos no caminho certo. Estamos sentindo que os próprios jovens estão se disponibilizando para entrar na vida política — 51% das candidaturas femininas foram na faixa etária de 20 a 24 anos, por exemplo. Isso significa uma mudança comportamental e é animador.

R7 — E há conversas nesse sentido com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral)?

Cristiane — Nós tivemos diversas conversas sobre o tema até o início desse ano, com a gestão da ministra Rosa Weber. Agora, com a posse do ministro Luís Roberto Barroso, infelizmente não tivemos contato, mas devido à pandemia. O objetivo é retomar essas conversas em breve com a nova gestão do TSE para tornar nosso objetivo possível.

R7 — A senhora também fala sobre a violência contra a mulher na política.

Cristiane — Pouco se fala sobre esse assunto, que é uma realidade que ocorre principalmente nas eleições municipais. Nós vemos candidatas às prefeituras e câmaras municipais sofrerem discriminação ao longo da campanha.

E a violência se dá antes mesmo de entrar para o cargo público e também no exercício de seu mandato. A candidatura laranja, por exemplo, é uma violência contra a mulher. É um obstáculo que se cria, que se deturpa, e impede uma mulher de ocupar, de fato, aquela cadeira.

Um dado que também revela a violência contra a mulher na política é o fato de não existir, até 2016, um banheiro feminino no plenário do Senado. Isso transmite a mensagem de que isso não é para a mulher, que não é bem-vinda. E isso não podemos aceitar.

R7 — O plano nacional de combate ao feminicídio. Em qual fase está? O que falta para ser lançado?

Cristiane — Em determinados estados é complicado falar para a mulher para fazer a denúncia, quando ela está preocupada com o prato de comida na mesa, com a saúde do filho. Nós vamos lançar o Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio até novembro. O objetivo principal é fortalecer a rede. De que forma? Capacitar os gestores municipais e estaduais, por exemplo. Isso faz uma enorme diferença porque é investimento na ponta. E isso vai refletir diretamente no atendimento da vítima: mais humanizado, tipificação do crime, e pensando também na condição econômica dessas mulheres.

R7 — A senhora tem pretensões de ir para o Legislativo? A senhora vai se candidatar nesta eleição?

Cristiane — Não. Ainda é muito cedo para falar disso. O meu compromisso é trabalhar para as mulheres de todo o Brasil, mas na Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

R7

Médico pró-vida é nomeado Secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde

Foto: Jane de Araújo | Agência Senado

O governo federal nomeou o médico Raphael Câmara Medeiros Parente para o cargo de secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. A nomeação foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto.

O nome dele foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (23) depois de a secretaria ficar quase dois meses sem titular – Erno Harzheim foi exonerado do cargo em 30 de abril, ainda na gestão de Nelson Teich à frente do ministério.

Raphael Parente é doutor em Ciências, mestre em Epidemiologia e médico do departamento de Ginecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de integrante do Conselho Federal de Medicina.

O nome dele aparece em vários artigos publicados em jornais e na internet relacionados à questão do aborto. Em alguns, ele é apresentado como um “defensor do direito à vida”.

A Secretário de Atenção Primária à Saúde é responsável, entre outras coisas, pela gestão de postos de saúde, ambulatórios e atendimentos de “saúde da família”. A Secretaria também tem entre as atribuições desenvolver estratégias para o acesso de primeiro contato ao sistema de saúde, fortalecer a Estratégia Saúde da Família e implementar políticas para a equidade em saúde.

É considerada, portanto, uma das áreas estratégicas dentro do Ministério da Saúde.

A Atenção Primária à Saúde ganhou status de Secretaria a partir de um decreto assinado, em maio de 2019, pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lair solano vale / médico disse:

    ótima notícia. Acabei de ouvir e ver na TV senado ,
    o Senador do Pt de Sérgipe agradecer e elogiar o Ministro da Saúde, isso sim é postura de democrata e político sério.

ON-LINE: Governo federal digitaliza mais de 700 serviços e gera economia de R$ 2,2 bilhões

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)

Desde o começo da pandemia, o governo federal criou 130 novos serviços on-line, acelerando o fim da cultura do papel. Como resultado, atingiu nesta semana a marca dos 700 serviços digitalizados desde janeiro do ano passado e dobrou, em um mês, o número de acessos ao gov.br. Ao todo, em abril, 14 milhões de pessoas navegaram no portal, no qual se acompanha o andamento de solicitações e obtém resultados de demandas.

A digitalização proporcionou uma economia de R$ 2,2 bilhões –– sendo que R$ 1,4 bilhão continuam no bolso do cidadão, que deixa de gastar com deslocamentos e pagamento de despachantes para contornar a burocracia e facilitar a solução das demandas. A Secretaria de Governo Digital contabiliza que os usuários estão poupando 148 milhões de horas de burocracia por ano.

Os serviços mais acessados são: inscrição no Cadastro Único para programas sociais; solicitação do auxílio emergencial de R$ 600; e pedidos de seguro-desemprego. No caso do auxílio, as tecnologias digitais permitiram em menos de 30 dias o cadastro, o cruzamento de dados e o pagamento.

Via Correio Braziliense e Governo Federal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Bolsa pano

COVID-19: Além de repasses em mais de R$ 605 milhões, saiba o que o Governo Federal disponibilizou ao RN; de EPI´s a insumos em medicamentos como cloroquina

Foto: Reprodução

Num total de R$ 605,58 milhões, em ações de enfrentamento a Covid-19, o Governo Federal disponibilizou repasses, insumos e Equipamentos de Proteção Individual(EPI´s).

Nas EPI´s, itens como álcool gel, máscara, óculos e protetor facial, avental, luvas, sapatilha e toucas, além de testes e respiradores foram encaminhados.

Nos insumos, além da disponibilidade dos leitos via SUS, medicamentos como cloroquina e oseltamivir.

No total disponibilizado, oriundos do Fundo Nacional de Saúde, FPE, FPM e PFEC(Programa Federativo).

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Meu amigo, se não fosse o governo federal (Bolsonaro) ter enviado verbas para esse Estado a população do RN estaria aniquilada em matéria de saúde. Tenho certeza que se essa grana não tivesse chegado, os números do Dr. Cadeado ( Secretário de saúde do Estado do RN) de 11.000 mortes teria chegado perto. Parabéns Presidente Jair Bolsonaro, política De saúde pública se faz assim, sem olhar se é de esquerda Ou direita. Deixe esses abestalhados de esquerda do NÉ pensarem que são donos do povo, nas próximas eleições eles vão ver aonde o sapato aperta.

  2. nasto disse:

    O Governo de Fatima em termos da saúde é uma PIADA. A mulher se esquiva em responder tudo o que é pergunta. E os 15 dias para a implantação dos leitos em Macaíba, João Machado, S. Gonçalo etc:. Ou 15 dias duro. Fazem setenta e tantos dias de promessa e nunca chegam esses 15 dias.
    D. Fatima acorde, já é tempo de deixar de reclamar do passado. A Sra. assumiu sabendo da situação, então trabalhe e deixe de reclamação. Assuma o cargo para o qual foi eleita. Mimi não adianta mais.

  3. Abelão disse:

    Esperem aí galera.
    O governo Federal agora tem voz.
    Com a nomeação do ministro Fábio Faria, a comunicação social vai melhorar e muito daqui pra frente, o povo Potiguar, vai saber tim tim por tim tim, o que está sendo feito no RN pelo governo federal, o que Fátima diz que é ela que faz, e o que ela esconde.
    Agora vai!!
    O Fábio vai rasgar a verdade, no Brasil inteiro, vcs vão vê.
    Kkkk

  4. Paulão disse:

    Num tô dizendo que quem governa esse Estados é Bolsonaro.
    Os números, falam mais do que 5.000 milhões de palavras.
    Fátima é inoperante, vivi escondida.

  5. Silva disse:

    Se não fosse o Governo Federal o nosso RN estaria no fundo do mar.

    São quase 700 leitos de UTI e 159 Respiradores.

    Governadora Fátima, onde esse dinehrio tá sendo investido?

    600.000.000,00 milhões

  6. Chicote disse:

    Pra os governadores oposição ao Bolsonaro, quanto pior, melhor!
    Infelizmente, é essa a triste realidade.

  7. Almir Dionísio disse:

    Pois é, tudo isto e nas entrevistas a equipe da bokus ainda fala q o gov federal ainda não ajudou.
    precisamos de uma prestação de contas por parte do governo do estado desses recursos recebidos.

  8. Deco disse:

    Isso é incrível!!!
    Não sabia disso.
    Acho que preferem esconder por questões pol8ticas.
    Mas que o governo federal está fazendo a. Sua parte, está

  9. Observador RN disse:

    Quando vejo esse valores repassados ao estado só me lembro da musica da Gal Costa:
    Onde está o dinheiro?
    O gato comeu, o gato comeu
    E ninguém viu
    O gato fugiu, o gato fugiu
    O seu paradeiro
    Está no estrangeiro
    Onde está o dinheiro?

  10. Chicó disse:

    Fez mais pelo RN que o próprio governo estadual !!!

FOTO: Governo Federal entrega trecho de 32km na Transamazônica

Foto: Dnit/Divulgação

O Governo Federal inaugurou, no último sábado (30 de maio), mais 32 quilômetros das obras de pavimentação da rodovia BR-230, conhecida como Transamazônica. O trecho, que liga o município de Itupiranga a Novo Repartimento, no Pará, faz parte das obras de 102 quilômetros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que conta com R$ 219 milhões de investimento. Com essa entrega, a autarquia totaliza a execução de 90 quilômetros.

“A pavimentação da Transamazônica é estratégica para a integração nacional e vai proporcionar melhores condições de frete, melhorando o escoamento da produção agroindustrial da região. Essa obra, para nós, é uma prioridade e o Pará merece uma infraestrutura de qualidade, como essa”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

As equipes do DNIT já iniciaram os trabalhos nos 12 quilômetros restantes. Nesse trecho, a terraplenagem e a drenagem já estão concluídas, faltando assim as etapas de pavimentação – base e revestimento. O final da obra está previsto para novembro deste ano.

Esperada há mais de 40 anos, a Transamazônica é a terceira maior rodovia do Brasil, percorrendo os estados da Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas. A estrada possui cerca de quatro mil quilômetros de extensão e encontra-se em fase de obras em vários segmentos, pelo DNIT.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    32 km? Kkkkkkkkkkk
    Homi, o RN quebrado do jeito q está refez a estrada Caicó-Jucurutu.

  2. Apolônio disse:

    Parabéns mais uma vez meu presidente, orgulho de ter votado no senhor,2022 tá batendo a porta!

  3. Xicu disse:

    Pqp, tem imbecil pra tudo, o governo federal fazer 31km de estrada e já ficam admirados dizendo que agora tem infra estrutura, quem duplicou a BR 101 do RN até sergipe, quem fez a transposição do São Francisco, quem criou o SAMU quem criou os ifs?

    • Raimundo disse:

      Quem comandou o petrolao?
      Ferrovia Norte Sul. 15 anos. 8 bilhões. Muito roubo. Obra inacabada.
      Bolsonaro em 3 meses fez leilão, o governo recebeu 3 bilhões (em vez de gastar 8), com prazo de conclusão em 2 anos.
      Se a empresa atrasar, pior para ela pois terá prejuízo.
      Só opera a ferrovia se estiver pronta.

  4. Anônimo disse:

    Parabéns ao governo federal por estar dando continuidade às obras iniciadas nos governos anteriores. Temos que reconhecer e valorizar o governo quando acerta.

  5. Messias disse:

    Essa é a grande vantagem de não ter um governo corrupto como o do PT. Sobra dinheiro para investimentos. Parabéns Presidente Bolsonaro.

  6. José Macedo disse:

    Mais um belo trabalho do governo em infraestrutura.

Sindicato dos Hotéis destaca investimento do Governo Federal para recuperação de Ponta Negra

Habib Chalita, presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN). Foto: Alex Régis

A notícia da liberação de R$ 39 milhões para obras de recuperação costeira e engorda da praia de Ponta Negra é vista como um reforço importante para o turismo de Natal e do Rio Grande do Norte, sem falar na preocupação com o resgate dos empregos que foram afetados com a Pandemia.

Para Habib Chalita, presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), o investimento no principal cartão-postal do Estado, no momento em que o país vivencia a pandemia causada pelo novo coronavírus, mostra ser um reforço e compromisso com a recuperação do setor de turismo e da própria economia local e dos milhares de empregados envolvidos.

A obra com os recursos federais prevê uma faixa de areia entre 23 a 30 metros de largura na maré alta. Habib destacou a atenção do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para a liberação do recurso que será executado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov), da Prefeitura de Natal. “Rogério disse que a praia de Ponta Negra e os potiguares merecem todos os esforços para a garantia da sua recuperação”, comentou.

Na avaliação do presidente do SHRBS-RN, além da otimização e melhoria do nosso principal cartão-postal, que é Ponta Negra, muitos hotéis, bares e restaurantes irão ganhar com essa importante obra para a nosso Estado. Será beneficiada, principalmente, a comunidade com a geração e recuperação dos empregos severamente afetados pela Pandemia, finaliza Habib.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carllos disse:

    Espero que dê certo, mas uma simples escada para acesso não existe, quem garante que isso será feito?

  2. François Cevert disse:

    Eu quero saber se vão continuar com aquele modelo de enrocamento que só serve de criador de ratos ao invés de utilizar os blocos pré moldados como foi feito na parte revitalizada de areia preta? Era hora de substituir o atual enrocamento passando a utilizar o sistema de blocos pré moldados que não deixa brechas pra servir de lar para os ratos de praia.

  3. Deco disse:

    Mais recursos para o RN.
    Quero ver muitos esquerdistas pegando um bronze na praia que Bolsonaro liberou recursos pra melhorar!!
    Até Fátima vai lá pegar um solzinho….kkkk
    E aquele vereador que parece um cachorro loco? Quero vê Ela lá nas barracas tomando caipirinha e bufando.

  4. Gosson disse:

    Habib sempre dando show de competência e representatividade do trade turístico. Não se compara àquele vaidoso da ABIH.

Governo Federal dá sinal verde para aporte de R$ 39 milhões para obras da engorda da Praia de Ponta Negra

Foto: Divulgação

Um dos projetos mais aguardados pelos natalenses, as obras da engorda da Praia de Ponta Negra, na zona Sul, recebeu o sinal verde de um novo aporte financeiro. A confirmação é da Prefeitura do Natal. Nessa terça-feira (26), o prefeito Álvaro Dias, acompanhado da secretária adjunta de Planejamento da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov), Teresa Cristina Pires, se reuniu, em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e recebeu do Governo Federal o sinal verde da liberação de R$ 39 milhões para as obras de recuperação costeira e engorda dessa praia.

“Estamos orgulhosos dessa reunião. Muito positiva para a cidade. Com essa confirmação, o montante financeiro será aplicado na engorda e na colocação de rochas para a contenção da força do mar”, explicou o secretário de Obras Públicas, Tomaz Neto, que não viajou à Brasília por participar de outras demandas em Natal. Em 2013, quando a cidade decretou emergência por conta dos danos causados pela avanço do mar, atingindo frontalmente a praia e os comércios em volta, o Governo Federal liberou R$ 21 milhões, por intermédio da Defesa Civil Nacional, para o restabelecimento dos serviços essenciais e as primeiras ações de reconstrução da orla.

De acordo com o ministro Rogério Marinho, a Praia de Ponta Negra merece todos os esforços para a garantia da sua recuperação. “Desde que assumi o ministério, venho mantendo contato com o prefeito de Natal, Álvaro Costa Dias, para construir uma solução para esse problema. É evidente que essa praia, tão importante para a nossa cidade, não poderia ficar sem o devido cuidado. Nós esperamos que esses recursos ajudem a recuperar e tornar ainda melhor a nossa orla”, ressaltou o titular do MDR.

Serviços

A chamada engorda da Praia de Ponta Negra deverá proporcionar uma faixa de areia entre 23 a 30 metros de largura na maré alta e aguarda a liberação do Idema, o que deve ocorrer nos próximos meses. “Com as informações do Estudo de Viabilidade Técnica e Ambiental, conduzido pela Semov, serão necessários 1 milhão de metros cúbicos de areia no processo das obras. Com isso, a areia será dragada por balsas e transportada por grandes tubos até o local da intervenção, na faixa da praia”, finalizou o secretário Tomaz Neto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Ótimo, agora vamos fazer o trabalho de casa

  2. Cigano Lulu disse:

    Em ano de eleições municipais, ainda mais com uma pandemia no meio, não podia haver notícia mais alvissareira. E tome xote, seu prefeito.

  3. Manoel disse:

    O gado tá tão sedento de noticias boas desse governo q qualquer migalha eles soltam foguetões. Que final triste. Já era tempo esse serviço. Em Fortaleza a faixa é de mais de 40m.

    • Vergonha disse:

      Você prefere o ladrao Lula que despejava bilhões para os governos DITADORES , a fundo perdido , gato ? Amigo vou dar uma dica, aprenda a trabalhar, mas antes vá tirar a carteira de trabalho , saiba que a cor da carteira de trabalho é azul.

  4. ALEX DE MESQUITA disse:

    PARABÉNS AO GOVERNO FEDERAL

    TOMARA QUE O DINHEIRO SEJA BEM UTILIZADO REALMENTE

  5. Paulo Roberto disse:

    O Governo Estadual é medíocre e resume-se a juntar dinheiro para pagar a folha. Nos últimos tempos, os pouquíssimos investimentos nas terras de Poti, vem de Brasília.

    • M.D.R. disse:

      Até presente data, só fez discriminar o funcionalismo. Ex.: a REFORMA DA PREVIDÊNCIA DO RN.

  6. Antonio Turci disse:

    ROGÉRIO MARINHO, um Potiguar merecedor de reconhecimento.

  7. N.A. disse:

    Viva o Governo Federal!!!