Economia

R$ 1,5 BILHÃO: Governo Federal concede ao RN a maior verba na região Nordeste no 1º semestre para execução de obras de infraestrutura

O total de recursos concedidos para projetos de infraestrutura por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) superou em 15% a projeção para o primeiro semestre deste ano. Os valores são administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e concedidos por meio do Banco do Nordeste (BNB).

O maior captador nos primeiros meses de 2019 foi o Rio Grande do Norte. O estado alcançou a marca de R$ 1,5 bilhão, valor 2,5 vezes superior ao projetado para o período. Isso representa ainda 27,1% do total captado na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que abrange os nove estados nordestinos, mais as regiões norte do Espírito Santo e de Minas Gerais.

Em Sergipe, o volume de recursos para infraestrutura ficou 138% acima do previsto, alcançando a marca de R$ 89,6 milhões. Minas Gerais também apresentou números expressivos, ao bater a projeção do início do ano em 135%, com um montante de R$ 889,8 milhões.

Com R$ 316,7 milhões contratados, a Paraíba superou a expectativa em 101%. Por sua vez, o Espírito Santo ficou com R$ 252 milhões, número 45% acima do projetado para a concessão de financiamentos. Já a Bahia bateu o total previsto para o primeiro semestre em 5%, ao alcançar a marca de R$ 1,3 bilhão.

“O FNE é um importante instrumento para aquecer a economia e impulsionar o crescimento do Nordeste. E investir em infraestrutura permite levar o desenvolvimento de forma mais rápida para todas as áreas, além de estimular a geração de emprego e renda na região”, afirma o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Alguns estados, embora não tenham apresentado projetos em valor suficiente à projeção para os seis primeiros meses do ano, contrataram um grande volume de recursos para infraestrutura. O Ceará, por exemplo, teve acesso a R$ 842,5 milhões, o equivalente a 90% do previsto. Pernambuco, com R$ 401,6 milhões (51%), e Piauí, com R$ 86,9 milhões (30%), também ficaram abaixo da meta estabelecida para o período.

Já Maranhão e Alagoas não tiveram contratos fechados por meio do FNE para o setor de infraestrutura durante o primeiro semestre de 2019.

Por setor

A maior concentração de financiamentos se deu para projetos de geração de energia eólica. Foram cerca de R$ 3,8 bilhões, valor que representou 2/3 do total concedido. Os investimentos em transmissão e em usinas termelétricas ficaram em R$ 548,1 milhões e R$ 842,5 milhões, respectivamente. Também houve a efetivação de contratos para a fonte fotovoltaica, R$ 242,9 milhões; e para o ramo de distribuição, R$ 17,9 milhões.

Relevância

Desde o ano passado, ao menos 30% do montante distribuído pelo FNE é voltado ao financiamento de projetos na área de infraestrutura. Neste ano, o Fundo, como um todo, já disponibilizou R$ 13,4 bilhões. Dessa maneira, os R$ 5,7 bilhões para infraestrutura representam 42,9% desse total. Os recursos podem ser utilizados, por exemplo, em projetos de geração de energia elétrica por fontes renováveis ou na construção, ampliação e recuperação de estradas.

O FNE é um dos três fundos constitucionais criados para implementar a política de desenvolvimento regional e reduzir as desigualdades entre as diferentes áreas do País – os outros são o do Centro-Oeste (FCO) e do Norte (FNO). Apesar de oferecer condições atrativas também a grandes investidores, os recursos são voltados, prioritariamente, a atividades de pequeno e médio porte. Para o setor rural, inclusive, as taxas de juros são as mais baixas de mercado e contemplam agricultores familiares por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional

 

Opinião dos leitores

  1. E uma grana que deve ser acompanhada e fiscalizada, senão, vai parar nas mãos dos sindicatos para fins de campanhas eleitorais municipais.

  2. Sou de São Paulo, mas torço para o Governo Federal investir maciçamente no Nordeste. Se ao invés de investir nos países comunistas a esquerda tivesse investido no Nordeste, hoje eles seriam como o sul e o sudeste. Abraços aos Nordestinos

  3. Essa verba vem pro nosso RN pq foi enviado PROJETOS.
    Outros "GOVERNANTES", só enviavam o "PIRES "!

  4. Pensem num texto falacioso e tendencioso. Passa a ideia que o governo federal está repassando dinheiro público para o governo estadual investir em infraestrutura, porém isso não é verdade. Os recursos são do banco do Nordeste, emprestados a pessoas físicas, ou jurídicas, não publicas, que recebem empréstimos para desenvolver ações em áreas que possam desenvolver infraestrutura e a economia de uma região, estado município. Sugiro conhecer melhor o fundo constitucional de financiamento do Nordeste. Ah menos que esta matéria tenha sido encomendada para este fim. Criar a impressão que o governo federal está investindo no RN.

  5. Esse é o meu Presidente.Até aqui o único Presidente que olha para o Nordeste, parabéns Messias Bolsonaro por tão grande gesto.
    E agora contrários vocês vão falar o que.

    1. Acredito que vc não tenha entendido a matéria!!

      Antes de esbravejar, veja que não me refiro a este ou aquele partido político, mas apenas afirmo que vc teceu seu comentário, sem ter compreendido, corretamente, a matéria!

      rsrsrs…

  6. Só o BG mesmo pra pegar essa noticia, direto do MDR (Ministerio do Desenvolvimento Regional). Já notaram que não é da Folhapress, O Globo, Agencia Brasil, Estadão Conteúdo ou mesmo da nossa TN? Obrigado mais uma vez, BG!

    1. Manchete tendenciosa e mentirosa pra dá entender que o governo federal esteja passando dinheiro para o RN, o que não é verdade. Só besta pra cair nessas labias desses bolsonaristas MENTIROSOS.

  7. Pra ver, se essa anta que se diz Governadora tiver cabeça recupera a malha viária de todo estado e ainda sai no lucro, porque ela que vai aparecer, mais não sei se tem capacidade pra tanto.
    Parabéns ao Presidente.

  8. Farra do boi ….contrato sem licitação …em 30 dias os PTralhas terminam esse dinheiro , os PTralhas se deixarem eles secam o mar

  9. É góipi!!! Isso não pode! Bolsonaro é contra os nordestinos… E o RN é rico, não precisa de ajuda federal e a governadora vai colocar a folha de pagamento em dia e sem reforma da previdência !!!

    1. O dinheiro NÃO É de Bolsonaro não, é do povo brasileiro, arrecadado através dos tributos. Cabe agora cobrar, fiscalizar e monitorar onde serão investidas essas quantias.
      Chega de tanta torcida contra os governos federal e estadual ; vamos torcer que AMBOS sigam pelo melhor caminho.

    2. Verdade e por essa razão foram destinados BILHÕES dos recursos públicos nos governos anteriores entre os anos de 2005 a 2016 a países falidos e com DITADORES como Venezuela, Guiné Equatorial, Líbia, Gabão, Irã, Urbequistão e Cuba.
      Segundo você o dinheiro é do povo, então você deve ter autorizado, pois 85% do povo brasileiro, tenho certeza que não autorizou e iriam preferir destinar as regiões do nordeste e norte.

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Geral

ATENÇÃO: Trânsito na Zona Norte de Natal terá bloqueios a partir deste sábado (4) para obra de energia

Foto: Divulgação/Cosern

O trânsito na zona Norte de Natal sofrerá interdições a partir deste sábado (4) até o próximo dia 11, por causa de obras de implantação de uma nova linha de transmissão de energia na região. Durante os períodos de interdição, a PRF deve orientar os motoristas que trafegarem na área.

As interdições serão realizadas para a construção de uma nova linha de transmissão da distribuidora Neoenergia Cosern, que deve ter 6,5 quilômetros de extensão e 78 postes. O traçado vai da cabeceira da Ponte de Igapó até a Subestação Elétrica Potengi, no bairro Potengi.

Segundo a empresa, o objetivo é reforçar a segurança do fornecimento de energia na zona Norte de Natal.

Confira o cronograma para a próxima semana:

Quarta-feira (8): Av. João Medeiros Filho, trecho em frente à Central do Cidadão, das 7h às 17h.
Quinta-feira (9): Encontro da Av. João Medeiros Filho com Rua Henrique Dias, das 7h às 17h.
Sexta-feira (10): Encontro da Av. João Medeiros Filho com Rua Santa Luzia, das 7h às 17h.
Sábado (11): Av. João Medeiros Filho, próximo ao ganhco de Igapó, das 7h às 16h.

 

 

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Geral

RN tem 9,2% das casas sem TV e fica entre os maiores índices do Nordeste, aponta IBGE

Foto: IA

O RN aparece como o 2º estado do Nordeste com maior proporção de domicílios sem aparelho de televisão, segundo dados divulgados pelo IBGE. Em 2025, 9,2% das residências potiguares não possuíam TV. O número corresponde a cerca de 119 mil domicílios. O estado fica atrás apenas do Maranhão, que registrou 10,4%, e acima da média nacional, de 6,1%.

Os dados integram o módulo de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Na série histórica, o avanço é expressivo. Em 2016, apenas 2,6% dos lares potiguares não tinham televisão, o que indica uma mudança significativa no perfil de consumo de mídia das famílias ao longo dos últimos anos.

Entre os domicílios que possuem TV no estado, 79,4% ainda recebem sinal aberto, seja analógico ou digital. A maior parte dos aparelhos é de tela fina, como LED, LCD ou plasma, presentes em 92,2% das casas com televisão.

Já os televisores de tubo seguem em queda e aparecem como único aparelho em 6,3% dos lares.

O levantamento mostra ainda que 79,6% dos domicílios potiguares não assinam TV por assinatura. Entre os que não utilizam o serviço, 63,5% afirmam não ter interesse, enquanto 22,5% apontam o custo como principal motivo.

Os dados também revelam que 68,6% dos lares com televisão no RN não possuem acesso a serviços pagos de streaming de vídeo, reforçando a transição gradual dos hábitos de consumo de mídia no estado.

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Saúde

Novos laudos médicos apontam piora de Bolsonaro com crises de soluço e risco de queda

Foto: Gustavo Moreno/STF

Novos laudos médicos apresentados pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao STF apontam uma piora em seu quadro de saúde durante uma sessão de fisioterapia. Segundo os documentos, uma nova crise de soluços impediu a continuidade dos exercícios previstos.

Os relatórios médico e fisioterapêutico, obtidos pelo Metrópoles e encaminhados ao STF, descrevem um quadro de saúde debilitado. Entre os sintomas registrados estão instabilidade de equilíbrio, sonolência acentuada e crises recorrentes de soluços.

O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas informou que, na sessão realizada na segunda-feira (29), Bolsonaro conseguiu concluir todas as atividades programadas. Já no atendimento de quinta-feira (2), a equipe precisou interromper os exercícios e realizar apenas procedimentos voltados ao alívio dos sintomas.

A defesa anexou os novos laudos ao processo para reforçar o pedido de prorrogação da prisão domiciliar, argumentando que o estado de saúde do ex-presidente exige cuidados contínuos.

Ainda nesta sexta-feira (3), o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter Bolsonaro em prisão domiciliar, desta vez sem estabelecer prazo para o término da medida.

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Judiciário

Escritório de ministra indicada por Lula ao STM recebeu R$ 700 mil de empresa sob investigação

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O escritório de advocacia da ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Sterman, recebeu cerca de R$ 700 mil de uma empresa investigada por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao chamado “Careca do INSS”.

Os pagamentos teriam sido feitos entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, conforme revelado pela coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os repasses partiram da ACX ITC Serviços de Tecnologia, cujo responsável registrado declarou à Polícia Civil de São Paulo que era apenas um “laranja” e que recebeu R$ 5 mil para fornecer seus dados para a abertura da empresa.

Conforme a coluna, em março de 2025, Verônica Sterman foi indicada pelo presidente Lula (PT) para uma vaga no Superior Tribunal Militar. A nomeação ocorreu poucos meses depois do período em que o escritório recebeu os pagamentos citados na reportagem.

Além disso, a indicação da ministra teve o apoio da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Na cerimônia de posse no STM, Verônica Sterman agradeceu publicamente a ex-clientes, entre eles Gleisi Hoffmann e o ex-ministro Paulo Bernardo.

 

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Economia

Brasil fica em 1º lugar no G20 em gasto com juros da dívida, aponta levantamento

Foto: Getty Images

O Brasil terminou 2024 na liderança de um ranking que chama atenção: foi o país que mais gastou com juros da dívida pública entre as nações do G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo.

Segundo dados do Financial Stability Board (FSB) compilados pelo Poder360, o país destinou 8,8% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para o pagamento de juros da dívida. É o maior percentual entre todos os integrantes do grupo, conforme o Poder360.

O levantamento mostra ainda que esse gasto aumentou de 5,8% para 8,8% do PIB entre 2023 e 2024. O avanço de três pontos percentuais foi o segundo maior do G20, atrás apenas do Canadá.

Mesmo com esse resultado, o Brasil não tem a maior dívida pública entre os países analisados. Pela metodologia do FSB, a dívida brasileira corresponde a 88% do PIB, ocupando a oitava posição. O Japão, por exemplo, tem uma dívida muito maior, próxima de 220% do PIB, mas gasta cerca de 2,5% do PIB com juros.

De acordo com a análise divulgada pelo Poder360, países como Japão e Estados Unidos conseguem pagar juros menores porque transmitem maior confiança ao mercado. Já quando há necessidade de ampliar o endividamento para financiar despesas, os investidores tendem a exigir juros mais altos, elevando o custo da dívida pública.

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Política

Datafolha mostra virada: direita supera a esquerda pela primeira vez desde 2014

Foto: Reprodução

A direita voltou a aparecer numericamente à frente da esquerda entre os brasileiros, segundo pesquisa Datafolha. O levantamento mostra que 44% dos eleitores com 16 anos ou mais se identificam com a direita ou a centro-direita, enquanto 39% se enquadram na esquerda ou na centro-esquerda. Outros 17% foram classificados como de centro.

Segundo o Datafolha, esta é a primeira vez, desde o início da série histórica, em 2014, que a direita supera a esquerda. Em 2022, o cenário era inverso: a esquerda reunia 49% dos entrevistados, contra 34% da direita.

A classificação não foi feita apenas com base na autodeclaração política dos entrevistados. Para definir o perfil ideológico de cada participante, o instituto aplicou perguntas sobre temas sociais, culturais, políticos e econômicos.

Entre as mudanças registradas, cresceu o número de pessoas que atribuem a pobreza à “preguiça de quem não quer trabalhar”, passando de 22% para 40%.

Ao mesmo tempo, caiu de 76% para 58% a parcela dos que relacionam a pobreza à falta de oportunidades iguais, embora essa ainda seja a opinião predominante entre os entrevistados.

Entre os homens, 50% foram classificados à direita e 33% à esquerda. Já entre as mulheres, 44% foram classificadas à esquerda e 37% à direita.

Levantamento

A pesquisa foi realizada presencialmente nos dias 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.

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Política

FORÇA DIGITAL: Flávio domina engajamento nas redes e lidera crescimento de seguidores a 90 dias das eleições

Foto: Vittor Sale

Faltando três meses para as eleições presidenciais, levantamento da consultoria Bites mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi quem mais ganhou novos seguidores no primeiro semestre e liderou o engajamento na maior parte do período analisado.

Já o presidente Lula (PT) mantém a maior base de seguidores nas redes sociais. Os dados, encomendados pela CNN, mostram que Lula encerrou junho com 38,9 milhões de seguidores nas principais plataformas digitais.

Flávio aparece em segundo lugar, com 21 milhões, mas registrou o maior crescimento em números absolutos entre janeiro e junho: foram 5,6 milhões de novos seguidores, um avanço de 36%. No mesmo período, Lula ganhou 1,8 milhão de seguidores, alta de 5%.

Flávio lidera tração da audiência

Além do tamanho da audiência, a consultoria avaliou a chamada “tração”, indicador que mede a capacidade de gerar repercussão e mobilizar usuários nas redes sociais.

Flávio Bolsonaro liderou em 21 das 26 semanas analisadas. Romeu Zema ficou em primeiro lugar em três semanas, enquanto Lula liderou nas duas restantes.

Desempenho nas redes 

O levantamento considera o desempenho dos pré-candidatos no Instagram, TikTok, Facebook, X e YouTube.

Entre os demais nomes monitorados, Romeu Zema se destacou pelo crescimento da base de seguidores, enquanto Renan Santos registrou a maior alta proporcional no semestre.

Base de seguidores e crescimento no primeiro semestre

  • Lula: 38,9 milhões de seguidores (+1,8 milhão; +5%)
  • Flávio Bolsonaro: 21 milhões (+5,6 milhões; +36%)
  • Romeu Zema: 6,2 milhões (+2,4 milhões; +63,3%)
  • Ronaldo Caiado: 4,7 milhões (+795 mil; +20,1%)
  • Renan Santos: 2,8 milhões (+2,3 milhões; +430,7%)

A consultoria ressalta que o desempenho nas redes sociais não deve ser confundido com intenção de voto. Ainda assim, os indicadores ajudam a mostrar como cada pré-candidato chega ao início da campanha no ambiente digital.

Principais indicadores

  • Maior base de seguidores: Lula (38,9 milhões)
  • Maior crescimento em números absolutos: Flávio Bolsonaro (+5,6 milhões)
  • Maior crescimento proporcional: Renan Santos (+430,7%)
  • Segundo maior crescimento em números absolutos: Romeu Zema (+2,4 milhões)
  • Segundo maior crescimento proporcional: Romeu Zema (+63,3%)

O levantamento também mostra desempenho mais discreto dos demais presidenciáveis.

Aldo Rebelo soma 347 mil seguidores, com crescimento de 31,2% no semestre. Já Augusto Cury e Cabo Daciolo passaram a integrar o monitoramento da Bites somente após o lançamento de suas pré-candidaturas.

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Política

Flávio falará sobre tarifas em audiência nos EUA no dia 7 de julho


Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), falará no dia 7 de julho na audiência do USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) sobre a investigação comercial contra o Brasil, que pode resultar em novas tarifas ao país. O congressista será o 1º a falar durante o 2º dia da sessão, marcada para começar às 10h em Washington D.C (11h no horário de Brasília).

Flávio planeja falar por 5 minutos para pedir a suspensão do tarifaço e propor uma “resolução construtiva e negociada das questões identificadas na investigação”. O senador defende que a aplicação das tarifas “beneficiaria” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A audiência pública será realizada nos dias 6 e 7 de julho na repartição da U.S. International Trade Commission, localizada na capital norte-americana. O prazo limite legal para a definição e aplicação das medidas corretivas contra o Brasil é 15 de julho de 2026. A decisão sobre a aplicação da tarifa cabe ao presidente Donald Trump (Partido Republicano).

Representantes de confederações e empresas privadas do Brasil e dos Estados Unidos prestarão depoimento durante as sessões, podendo argumentar contra ou a favor da aplicação de tarifas. Eis o cronograma completo da audiência (PDF, em inglês – 155 kB).

O embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), irá à audiência para representar a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).

Entidades norte-americanas também estão escaladas para falar, principalmente dos setores de agropecuária e energia, como a Associação Americana do Comércio de Sementes e Associação de Pecuaristas dos Estados Unidos, além da Associação de Combustíveis Renováveis.

O governo brasileiro não enviará representantes para a audiência pública. A avaliação é de que a sessão é um espaço de interesse dos setores privado e civil, e não governamental.

Poder 360

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Geral

Moraes determina transferência de joias sauditas recebidas por Bolsonaro

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (2) a transferência da custódia das joias sauditas dadas de presente pela Arábia Saudita ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Atendendo a um pedido da Receita Federal e acatando a um parecer favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República), o magistrado decidiu arbitrar pelo envio dos itens de uma agência da Caixa Econômica Federal para a Alfândega do Aeroporto de São Paulo.

Na decisão é apontado o parecer da PGR, que apontou não haver mais interesse criminal sobre os objetos. O entendimento é de que a transferência se faz necessária para o andamento do procedimento fiscal, com a incorporação dos itens ao patrimônio da União.

“A Receita Federal afirma, em síntese, que a transferência da custódia dos bens é essencial para a instrução e o regular prosseguimento do procedimento fiscal de perdimento em curso no âmbito da Receita Federal do Brasil, que permitirá a transferência de sua propriedade à União”, destaca a decisão.

Ao final do parecer, Moraes determinou a comunicação da deliberação à Receita Federal, à Polícia Federal em São Paulo e à Procuradoria-Geral da República.

Entenda o caso

A Polícia Federal indiciou Bolsonaro, em 2024, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos por tentar vender as joias sauditas dadas ao governo brasileiro nos Estados Unidos. Segundo o relatório da corporação, a venda dos itens teria como objetivo o enriquecimento ilícito do ex-presidente. O valor da operação é estimado em cerca de R$ 6,8 milhões.

Em março, porém, a PGR pediu o arquivamento da investigação, argumentando que não há uma legislação clara que regulamente esse tipo de situação. Para o órgão, não é possível responsabilizar criminalmente alguém com base em cenários marcados por lacunas legislativas ou por forte divergência interpretativa sobre o que é lícito ou ilícito.

Gonet ressaltou, no entanto, que sua análise se limita à esfera penal e não impede a apuração de eventuais responsabilidades em outras áreas, como na esfera civil ou administrativa.

Ainda no mesmo mês, o TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu que presentes de uso pessoal, recebidos por presidentes e vice-presidentes, não são patrimônios públicos e podem continuar com os políticos ao saírem do cargo.

CNN

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Geral

Lula gasta mais de R$20 milhões somente em propaganda no Face e Instagram

Foto: Divulgação

O governo federal desembolsou mais de R$20 milhões em publicidade nas plataformas da Meta, controladora do Facebook e do Instagram, ao longo de um período de aproximadamente três meses.

Os dados são públicos e constam na Biblioteca de Anúncios da empresa, ferramenta que reúne informações sobre campanhas patrocinadas veiculadas nas redes sociais.

Levantamentos baseados na plataforma apontam que o valor aplicado pela administração federal supera R$22 milhões nos 90 dias analisados.

Com isso, o governo aparece como o maior anunciante da Meta no Brasil durante o período, à frente de partidos políticos, empresas e outras instituições.

As campanhas patrocinadas tiveram como foco a divulgação de programas sociais, mudanças na legislação do Imposto de Renda, investimentos em infraestrutura, iniciativas na área da educação, combate ao feminicídio e outras ações da administração federal.

A plataforma informa faixas de investimento para cada anúncio, sem divulgar o valor exato de cada campanha individual.

Em recortes mais recentes, os gastos permaneceram elevados.

Segundo os dados da Meta, apenas nos 30 dias anteriores à atualização do levantamento foram investidos cerca de R$7,9 milhões em anúncios.

Já na semana mais recente considerada pelo levantamento, os investimentos ultrapassaram R$4 milhões.

A Biblioteca de Anúncios da Meta reúne informações sobre publicidade relacionada a temas sociais, eleições e política, além de campanhas institucionais promovidas por órgãos públicos.

O sistema apresenta o período de veiculação, estimativas de alcance e as faixas de valores investidos em cada anúncio, permitindo o acompanhamento público dessas despesas.

Os investimentos em publicidade digital fazem parte da estratégia de comunicação da administração federal e se somam aos recursos destinados à divulgação institucional em outros meios de comunicação.

Dados divulgados recentemente indicam que os gastos totais com publicidade institucional do governo em 2026 alcançaram R$178 milhões apenas no primeiro semestre do ano.

Diário do Poder

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