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Governo vai estender quarentena no RN até o final de abril

O Saiba Mais – Agência de Reportagem – destaca que a governadora Fátima Bezerra (PT) vai estender o período de quarentena no Rio Grande do Norte pelo menos até o final de abril.

Segundo a reportagem, a Casa Civil já trabalha o texto do novo decreto para renovar as medidas em vigor que inclui uma série de restrições para estabelecimentos comerciais, transporte público e também proíbe aglomerações em locais públicos.

O decreto atual tem validade até a próxima quinta-feira (2).

Opinião dos leitores

  1. Fátima. Lembre que as pessoas que têm conta em Banco privados também votam. Porque você não adotada as mesmas medidas adotadas pelo Sudeste que são os maiores números de mortos e confirmados? Os Bancos (Todos) abrem de 9 a 10 há só para idosos e das 10 às 14hs para os demais. Espero resposta. Obrigafz

  2. fiz uma cirurgia e preciso fazer fisioterapia, mas as clínicas estão todas fechadas, 1a sessão custa em média 80$, ai eu pergunto como fico nessa situação ??

  3. Tudo bem primeiro a saúde,e a fome aonde é que fica?vamos morre de fome,pq Fatima jamais vai vim na porte de niguem pra da um prato de comida,o pai de familia precisa trabalhar,pra da de comer a sua familia,600 reais é uma ajuda,mais não vai da pra supri toda a nessecidade de uma familia.

  4. Trump não mandou fechar o comécio. Disse para quem pudesse, evitar contatos. Alguns estados é que determinaram mais restrições.

  5. Vocês estão falando um monte de besteiras, a maior disseminação aconteceu no carnaval, mas não era interessante para a grande mídia e para os políticos de plantão, que já sabiam que o vírus circulava no país, liberaram geral, aí estar o resultado, precisa desenhar seus acéfalos?

    1. exato. Lá em janeiro foi chamada de gripezinha, resfriadozinho (não pelo presidente), para não pararem a festa…

  6. Absurdo isso. Isolamento só para quem têm Riscos, como os idosos, pessoas com doenças Pulmonares, Diabéticos, Doenças Cardiovascular e etc… Essa Mulher só poderia ser do PT. Quando começar os saques nas lojas, quando começar os arronbamentos das Lojas e Supermercados, quero só ver.
    Trabalhar ninguém quer.

  7. Vi contradição, e pouco bom senso nesse ato do governo, proibiu as feiras e permite abertura de supermercados, por exemplo! Espero que essa prorrogação reveja a situação de bares e lanchonetes, que essa gestão tenha a consciência e permita o retorno gradual dessas atividades. Ou que faça a abertura de modo alternado em alguns dias da semana. Mas simplesmente fechar por mais um mês, será uma quebradeira em cadeia.

  8. Só tem foco no isolamento, e as consequências sociais e econômicas? O Estado tem de onde tirar recurso para sobreviver sem arrecadação, sem comércio, sem o trabalho dos pequenos empresários e profissionais liberais?
    Renovar por mais 07, 10 dias podendo ser estendido é uma coisa, mas jogar o isolamento de imediato até final de abril parece medida que extrapola o bom censo e está ligada apenas no alarmismo, mesmo diante dos números de curas registrados e soluções médicas encontradas.
    Que o futebol e as grandes aglomerações só sejam liberadas daqui a 20 dias é uma medida cabível, a ser reavaliada de acordo com o quadro nos próximos dias.
    Porquê só é considerado o pior quadro? Só valem os números catastróficos?
    Precisamos usar o bom censo nessa situação, para que todos ganhem, não vejo como apenas um lado possa se sair bem, quem puxar a corda vai arrebentar e piorar a situação, seja pela contaminação ou pelo caos econômico.
    Se o mundo continuar parado, radicalmente isolado, virá por aí o desabastecimento geral e o povo vai saber encontrar o culpado, não adianta o discurso enganador e as desculpas de um ou de outro.

    1. Pelas irresponsabilidades dos nossos governantes de não investir em saúde, pesquisa e bem estar da população estamos passando por essa crise.
      Essa doença não é brincadeira.
      O governo devia ter um plano emergencial para os trabalhadores e empresários, não basta dizer que estamos passando por uma gripezinha e ficar por isso mesmo.
      Já que não investem em saúde , espero que não falte a vaga deles no cemitério.

  9. Fátima seguiu TRUMP, pensa em vidas, depois em dinheiro, temos sorte de ter alguém humano no poder, fosse os caciques estávamos com pé na cova pra sustentar a raça de oportunistas mercenários

    1. Fatima pensa é em eleição. Em dinheiro ela não precisa pensar, quando precisa pede, em tom de exigência, ao governo federal. Quando sobra algum, desperdiça em campanha publicitária desnecessária, em vez de pagar os atrasados ou investir em hospitais e centros de atendimento. Com um presidente e uma governadora dessas o RN amarga o descaso do populismo eleitoreiro.

    2. Se pensa em humanos então pague os salários atrasados que fico em casa…. Tô esperando

  10. Uma palhaçada!!! Acabei de chegar no Bradesco da Prudente e a agência fechada. Atendimento apenas nos caixas eletrônicos, uma pessoa por vez, restando mais de 20 idosos amontoados esperando sua vez de entrar.

  11. Vocês são doentes, a recomendação é da OMS, não de Trump, muito menos de tiririca (Messias).

  12. Papel aguenta tudo ! Acho que não chega até lá. Quando atrasarem aluguéis, boletos, faturas, mensalidades escolares e impostos, haverá um choque de realidade.

  13. A petistinha pestinha comunistinha do gopi resolveu seguir a cartilha do galego capitalista do Trump?
    Tempos mudaram mesmo com a Covid-19.

    1. Para os desinformados:trump era contra o isolamento social,só voltou atras,deppos de ter viso que n se trata de um reafeiadinho.

    2. Se Fátima estivesse seguindo TRUMP, aqui já teria mil casos de Covid-19.
      Nos EUA, os casos já passam de 110 mil por omissão de Trump que somente agora acordou para a situação .
      Enquanto isso, o nosso lambe-botas do Trump ainda está na fantasia e na griperzinha.

    3. Pra segui-lo tem que injetar recursos na econimia,e sobre isso até agora não houve nenhuma atitude do governo estadual.

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Política

Lula cobra governança global da IA e alerta para riscos durante cúpula na Índia

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira (19) uma governança global mais equilibrada para a inteligência artificial e alertou para os riscos do uso desregulado da tecnologia. A declaração foi feita durante sessão plenária da Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial, realizada na Índia.

Em seu discurso, Lula destacou que a revolução digital pode impulsionar a produtividade industrial, melhorar serviços públicos e fortalecer áreas como medicina, segurança alimentar e energética. No entanto, ponderou que a tecnologia também pode estimular práticas como desinformação, discursos de ódio, pornografia infantil, violência contra mulheres e precarização do trabalho. Segundo ele, sem coordenação internacional, a IA tende a aprofundar desigualdades históricas e concentrar poder em poucos países e empresas.

O presidente também ressaltou que o Congresso Nacional discute atualmente um marco regulatório para a inteligência artificial, além de políticas de atração de investimentos em centros de dados. Citou ainda o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, lançado em 2025, como instrumento para ampliar a oferta de serviços públicos e estimular emprego e renda.

Lula chamou atenção para o enfraquecimento do multilateralismo e defendeu que a governança da IA seja debatida em âmbito das Organização das Nações Unidas, de forma inclusiva e orientada ao desenvolvimento. Ele mencionou o Pacto Digital Global aprovado em Nova York e o Painel Científico Internacional Independente sobre Inteligência Artificial como avanços nesse debate.

A cúpula também contou com a participação do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, que ressaltou o potencial transformador da tecnologia, e do presidente da França, Emmanuel Macron, que defendeu maior proteção às crianças no ambiente digital. O secretário-geral da ONU também participou do encontro e afirmou que o futuro da inteligência artificial não deve ficar concentrado em poucos países ou bilionários.

Na avaliação do presidente brasileiro, o desafio central é colocar o ser humano no centro das decisões, garantindo que a inteligência artificial fortaleça a democracia, a soberania nacional e a coesão social.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Carnaval de Natal e ultrapassa 1 milhão de foliões; público mais que dobra em 2026

Foto: Reprodução/SECOM

O Carnaval de Natal 2026 entrou para a história. A festa reuniu 1,065 milhão de foliões, somando as prévias e os dias oficiais entre 12 e 17 de fevereiro, nos polos espalhados pela capital. O número, confirmado pela Prefeitura, representa um salto de 109% em relação a 2025, quando o público foi de 509,1 mil pessoas, segundo levantamento do Fecomércio RN.

Além do crescimento expressivo de público, a expectativa da gestão municipal é de aumento na movimentação econômica. Em 2025, a folia injetou R$ 196,8 milhões na economia local. Para este ano, a secretária de Cultura, Iracy Azevedo, projetou um avanço entre 10% e 20% na geração de renda com negócios e serviços. Segundo ela, o retorno sobre o investimento pode alcançar patamares ainda mais elevados.

O secretário de Turismo, Sanclair Solon, destacou que o evento fortalece toda a cadeia produtiva ligada ao setor, que envolve mais de 70 segmentos. Ele também ressaltou o trabalho de promoção do destino em âmbito nacional e internacional, com roadshows, capacitação de agentes de viagens e parcerias com entidades do trade turístico.

Polos lotados e recordes de público

A Avenida da Alegria, na Redinha, foi um dos grandes destaques, reunindo cerca de 500 mil pessoas ao longo da programação. O sábado (14) concentrou 120 mil foliões no polo, com shows da Banda Grafith, Banda Mel e Capilé.

No domingo (15), 80 mil pessoas ocuparam a Praia de Ponta Negra e 60 mil estiveram na Redinha. A segunda-feira (16) levou 90 mil foliões a Ponta Negra, 80 mil à Redinha e 35 mil ao Ginásio Nélio Dias, na zona Norte. Já na terça-feira (17), foram 70 mil pessoas em Ponta Negra e 60 mil no Ginásio.

A abertura oficial ocorreu no Largo do Atheneu, em Petrópolis, com o tradicional Baile de Máscaras e a entrega da chave da cidade ao Rei Momo e à Rainha do Carnaval. A programação seguiu até a terça-feira, com encerramento marcado ainda pelos tradicionais blocos da Quarta-feira de Cinzas.

Em 2026, a Prefeitura investiu cerca de R$ 18 milhões no evento. As prévias aconteceram nos dias 6 e 7 de fevereiro, e os polos oficiais incluíram Avenida da Alegria, Ginásio Nélio Dias, Praia de Ponta Negra, Petrópolis e Centro Histórico, além de edição especial da Segunda do Vagabundo, nas Rocas.

Com informações da Tribuna do Norte e de Fecomércio RN

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Geral

Greve contra reforma de Milei paralisa aeroportos e cancela voos entre Brasil e Argentina

Foto: X.com/Aerolineas Argentinas

A greve geral convocada por centrais sindicais da Argentina contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei provocou uma onda de cancelamentos e atrasos em voos entre o Brasil e o país vizinho nesta quinta-feira (19). A paralisação ocorre no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados argentina debate o projeto, já aprovado pelo Senado.

A mobilização foi liderada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) e tem duração prevista de 24 horas. Com a adesão de pilotos, trabalhadores aeroportuários e até funcionários responsáveis pelo abastecimento de aeronaves, o impacto no setor aéreo foi imediato.

A Aerolíneas Argentinas anunciou o cancelamento de 255 voos, afetando cerca de 31 mil passageiros e gerando prejuízo estimado em US$ 3 milhões. Desses, 21 voos envolviam rotas de ida ou volta ao Brasil.

Outras companhias que operam entre os dois países também registraram alterações. A Gol Linhas Aéreas informou que a paralisação comprometeu as operações em Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário, levando ao cancelamento de parte dos voos. A LATAM Airlines afirmou que precisou ajustar sua malha aérea após sindicatos da Intercargo — responsável pelos serviços de rampa nos aeroportos argentinos — aderirem ao movimento. Segundo a empresa, alguns voos podem sofrer mudança de horário ou data.

A JetSMART cancelou todos os voos domésticos na Argentina e os internacionais desta quinta-feira, medida que atinge 96 operações e cerca de 17 mil passageiros. Já a Flybondi transferiu suas operações do Aeroporto Jorge Newbery para o Aeroporto Internacional de Ezeiza, em Buenos Aires, mas informou que seus voos internacionais, incluindo os com destino ao Brasil, foram mantidos.

A greve amplia a pressão sobre o governo Milei em meio à tramitação de mudanças estruturais nas leis trabalhistas, enquanto passageiros enfrentam incertezas e prejuízos com a interrupção das viagens.

Com informações da CNN

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Geral

Câmara de Natal confirma adiamento da abertura do ano legislativo

Foto: Reprodução

A Câmara Municipal do Natal confirmou o adiamento da Sessão Solene de Abertura dos Trabalhos Legislativos, que estava prevista para o dia 19 de fevereiro. A nova data definida é 23 de fevereiro de 2026 (segunda-feira), às 9h.

De acordo com a Casa Legislativa, a mudança ocorreu em razão da impossibilidade de comparecimento do prefeito Paulinho Freire por questões de saúde. A medida, segundo a Câmara, busca assegurar a harmonia entre os poderes e garantir a presença do chefe do Executivo para a leitura da tradicional Mensagem Anual.

O adiamento foi oficializado por meio do Ato da Presidência nº 03/2026.

Confira a nota na íntegra:

A Câmara Municipal de Natal informa que a Sessão Solene de Abertura dos Trabalhos Legislativos, anteriormente agendada para o dia 19 de fevereiro, foi adiada para o dia 23 de fevereiro de 2026 (segunda-feira), às 09h.

A alteração ocorre em virtude de impossibilidade de comparecimento do Chefe do Poder Executivo por questões de saúde, visando garantir a harmonia institucional e a presença do Prefeito para a leitura da Mensagem Anual, conforme o Ato da Presidência nº 03/2026.

Câmara Municipal de Natal

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Política

Petistas silenciam sobre rebaixamento de escola de samba que fez desfile sobre Lula

Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo

Parlamentares alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitaram comentar publicamente o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, que levou à Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem ao petista. A escola acabou ficando na última colocação do Grupo Especial, resultado que foi explorado por adversários políticos nas redes sociais.

Entre nomes próximos ao Planalto, o senador Randolfe Rodrigues e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, se manifestaram sobre a apuração do carnaval carioca, mas sem mencionar diretamente o rebaixamento da agremiação. Randolfe destacou as escolas classificadas para o Desfile das Campeãs, enquanto Freixo parabenizou a Viradouro pela conquista do título.

Do outro lado, integrantes da oposição associaram a baixa pontuação ao enredo sobre o presidente. O senador Flávio Bolsonaro ironizou o resultado, afirmando que Lula seria “uma ideia ruim” tanto para governar quanto para samba-enredo. Já Carlos Bolsonaro criticou o uso de recursos públicos e classificou o desfecho como “derrota humilhante”. O deputado Nikolas Ferreira também comentou o episódio, relacionando o rebaixamento à situação do país sob o atual governo.

Aliados do presidente avaliam que o episódio pode gerar desgaste, especialmente junto ao eleitorado evangélico, que reagiu a uma das alas do desfile, intitulada “Neoconservadores em conserva”. A ala representava diferentes segmentos conservadores, incluindo grupos religiosos, o que motivou críticas de lideranças religiosas e entidades como a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e a OAB-RJ.

Na esfera jurídica, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou, por unanimidade, pedidos para impedir o desfile sob alegação de propaganda eleitoral antecipada. Os ministros entenderam que barrar a apresentação antes da avenida configuraria censura prévia, mas deixaram aberta a possibilidade de punição caso fossem constatadas irregularidades. Nos bastidores, integrantes do PT defendem aguardar o arrefecimento das críticas antes de avaliar eventuais impactos políticos do episódio.

Com informações do O Globo

Opinião dos leitores

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Geral

Presidente da FEBRAC alerta que fim da escala 6×1 pode elevar custos, gerar desemprego e reajustes de preços

Foto: Divulgação

A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) manifesta preocupação com o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Segundo o presidente nacional da entidade, o empresário potiguar Edmilson Pereira, uma mudança imposta de forma abrupta, sem diálogo técnico e sem medidas compensatórias, pode gerar impactos significativos para o setor produtivo, especialmente para as pequenas e médias empresas que concentram grande parte dos empregos formais no Brasil. “É preciso haver uma ampla discussão, pois trata-se de uma iniciativa que pode resultar em repasses de preços, perda de competitividade, avanço da informalidade e até redução de postos de trabalho, o que implica no desemprego de pessoas”, detalha Edmilson.

Destacando que, embora o debate sobre qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e descanso seja legítimo, Edmilson lembra que o setor de serviços — que inclui limpeza, facilities, gestão de resíduos e recursos humanos — é hoje um dos principais pilares da geração de empregos no país. Dados do Novo Caged indicam que, entre janeiro e julho de 2025, o segmento registrou saldo positivo superior a 80 mil vagas formais. Trata-se de uma atividade intensiva em mão de obra, com contratos atrelados a licitações públicas e privadas, margens reduzidas e elevada carga tributária sobre a folha de pagamento.

Para a Febrac, a redução da jornada sem redução salarial implicaria aumento direto dos custos operacionais. Empresas que operam sete dias por semana (como hospitais, escolas, aeroportos e prédios públicos) teriam de ampliar seus quadros para manter a mesma oferta de serviços. O impacto financeiro tende a ser expressivo: ao manter o salário para menos dias trabalhados, o custo diário do empregado aumenta, exigindo novas contratações para cobrir a escala. Esse acréscimo pode superar 20% em determinados segmentos, pressionando contratos e reajustes de preços ao consumidor.

“Uma alteração desse porte precisa ser amplamente debatida. Mudanças precipitadas podem produzir desequilíbrios econômicos e sociais que atingem principalmente as pequenas empresas, que têm menor capacidade de absorção de custos adicionais”, afirma o presidente da Febrac, Edmilson Pereira.

Além do impacto direto na folha, Edmilson Pereira ressalta que o Brasil já possui uma das maiores cargas tributárias incidentes sobre o emprego formal. Encargos trabalhistas e previdenciários elevam substancialmente o custo de contratação. Sem medidas como a desoneração da folha ou uma transição gradual, o peso da mudança tende a recair exclusivamente sobre o empregador, e, por consequência, sobre a sociedade.

Diante disso, a Febrac também observa que a jornada média efetivamente trabalhada no Brasil já gira em torno de 39 horas — semanais, um valor inferior ao limite legal máximo de 44 horas previsto na Constituição Federal —, fruto de negociações coletivas e arranjos setoriais. Para a entidade, o modelo atual permite flexibilidade e adaptações conforme a realidade de cada segmento econômico. A imposição de uma regra única desconsidera a diversidade produtiva do país e pode comprometer serviços essenciais prestados à população.

“Essa proposta deve ser discutida no âmbito das convenções coletivas, respeitando as especificidades de cada setor. Sem uma transição responsável e sem a divisão equilibrada dos custos, inclusive com participação do Estado por meio da redução de encargos, corremos o risco de prejudicar exatamente o trabalhador que se pretende beneficiar”, destaca Edmilson Pereira.

A Federação finaliza reforçando que não é contrária ao debate sobre modernização das relações de trabalho, mas defende que qualquer mudança estrutural seja construída com responsabilidade fiscal, segurança jurídica e previsibilidade econômica. Para a entidade, o foco deve estar no impacto para toda a sociedade, garantindo a preservação do emprego formal, da competitividade das empresas e da continuidade dos serviços essenciais.

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Geral

Prefeito Paulinho Freire é hospitalizado com virose e adia leitura da Mensagem Anual na Câmara de Natal

Foto: Reprodução

O prefeito Paulinho Freire foi hospitalizado na noite desta quarta-feira (18) após apresentar sintomas de virose. Em razão do quadro de saúde, ele não participará da Sessão de Abertura dos Trabalhos Legislativos, que estava prevista para acontecer nesta quinta-feira.

A informação foi confirmada pela Prefeitura do Natal. Com a ausência do chefe do Executivo, a Câmara Municipal do Natal irá remarcar a solenidade para a próxima segunda-feira (23), às 9h, quando o prefeito deverá realizar a leitura da tradicional Mensagem Anual.

O comunicado é assinado pelo secretário municipal de Governo, José Serafim da Costa Neto. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o estado de saúde do prefeito, apenas a informação de que ele apresentou sintomas de virose.

Confira a nota na íntegra:

NOTA

O prefeito Paulinho Freire foi hospitalizado na noite desta quarta-feira (18), com sintomas de virose.

O quadro impossibilita a participação na Sessão de Abertura dos Trabalhos Legislativos, que estava prevista para amanhã.

A Câmara Municipal do Natal agendará uma Sessão Especial para a próxima segunda-feira, dia 23/02, às 09h, quando será realizada a leitura da Mensagem Anual pelo Prefeito.

José Serafim da Costa Neto
Secretário Municipal de Governo

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Economia

Correios reconhecem “ciclo vicioso de prejuízos” e rombo pode passar de R$ 9 bi em 2026

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos admitiu, em documento interno da Diretoria Econômico-Financeira (Diefi), que a estatal entrou em um “ciclo vicioso de prejuízos”, marcado por perda de clientes, queda de receitas e deterioração operacional. O relatório aponta que a piora no desempenho foi determinante para os resultados negativos acumulados nos últimos trimestres.

A matéria é do g1. Segundo a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo, a baixa qualidade operacional reduziu a geração de caixa e comprometeu a regularização de obrigações. O documento destaca que grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita — passaram a negociar contratos de forma mais rígida, frustrando expectativas de recuperação financeira.

Até setembro de 2025, os Correios acumularam R$ 3,7 bilhões em débitos com fornecedores, empregados e tributos. O caixa também encolheu: entre janeiro e setembro, as entradas somaram R$ 16,94 bilhões, contra R$ 18,37 bilhões no mesmo período de 2024 — queda de 17,6%. A redução nas entradas de recursos chegou a R$ 3,23 bilhões. No mesmo intervalo, as saídas totalizaram R$ 16,68 bilhões.

Para tentar conter a crise, a estatal contratou R$ 13,8 bilhões em empréstimos ao longo de 2025, embora a maior parte dos recursos tenha sido incorporada ao caixa apenas no fim de dezembro. A projeção revisada indica prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2025. Para 2026, a estimativa é ainda mais preocupante: déficit de R$ 9,1 bilhões, sinalizando que o cenário de instabilidade financeira pode se aprofundar.

Opinião dos leitores

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Política

Mendonça promete “carta branca” à PF no caso Master e sinaliza mudança de rumo no STF

Foto: Fellipe Sampaio /STF

O ministro André Mendonça, novo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal, afirmou a interlocutores que a Polícia Federal terá “carta branca” para conduzir as investigações. Segundo relatos confirmados pelo gabinete do magistrado, Mendonça considera o processo o mais relevante de sua trajetória e pretende tratá-lo com “extrema correção”.

A declaração foi interpretada nos bastidores como um gesto de respaldo à PF após os embates com o ex-relator do caso, Dias Toffoli. Durante sua condução, Toffoli impôs restrições ao trabalho da corporação, determinando que materiais apreendidos permanecessem sob análise exclusiva de peritos indicados por seu gabinete.

O tema também expôs divergências internas na Corte. O ministro Alexandre de Moraes, segundo relatos, teria feito críticas à atuação da PF em reunião reservada que resultou no afastamento de Toffoli da relatoria. Moraes teria afirmado que, caso surgissem achados envolvendo autoridades com prerrogativa de foro, a investigação não poderia prosseguir nesses termos, sob risco de nulidade.

O caso envolve apurações relacionadas ao Banco Master, incluindo um contrato de R$ 129 milhões firmado entre a instituição financeira e o escritório da esposa de Moraes. A nova condução do processo por Mendonça é vista como um divisor de águas dentro do Supremo, tanto pela relevância jurídica quanto pelas tensões institucionais já expostas.

Com informações da CNN

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Geral

VÍDEO: Enredo pró-Lula mobiliza R$ 9,6 milhões e inclui agendas no Planalto

Vídeo: Reprodução/Instagram

A escola de samba Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 9,6 milhões em recursos públicos para o desfile deste ano, que teve como tema a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os valores vieram da Prefeitura de Niterói, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do governo federal — por meio da Embratur — e da Riotur, ligada à Prefeitura do Rio.

A informação é da coluna da Andreza Matais, do Metrópoles. O enredo, intitulado “Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, também contou com envolvimento direto de integrantes do governo. A primeira-dama Janja da Silva esteve na quadra da escola em duas ocasiões, em outubro de 2025 e fevereiro deste ano. Na última visita, foi acompanhada da ministra Anielle Franco, que divulgou o encontro nas redes sociais ao lado do presidente da agremiação, Wallace Palhares.

Registros oficiais apontam ainda que Palhares foi recebido ao menos duas vezes no Palácio do Planalto, em reuniões com a ministra Gleisi Hoffmann. Também participaram dos encontros André Ceciliano, o deputado Lindbergh Faria e o vereador Anderson Pipico (PT), de Niterói.

Do total repassado à escola, R$ 1 milhão veio da Embratur — mesmo valor destinado às demais integrantes do Grupo Especial. O Governo do Rio aportou R$ 2,5 milhões dentro de contrato de patrocínio com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). A Prefeitura de Niterói contribuiu com R$ 4 milhões, enquanto a Riotur repassou R$ 2,15 milhões.

Apesar do investimento e da visibilidade política, a Acadêmicos de Niterói somou 264,6 pontos, a menor pontuação do Grupo Especial do carnaval carioca, e acabou rebaixada para a Série Ouro no próximo ano.

Opinião dos leitores

  1. Deixaram lu cachaça no chão, sem cabeça e ainda fizeram um serviço em cima, esse trio ternura tem parcela de culpa.

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