Diversos

Senador apresenta proposta para estender auxílio emergencial até 31 de março de 2021

Relator do auxílio emergencial no Senado, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentou projeto para estender o pagamento do benefício, previsto para acabar no fim deste ano, até o dia 31 de março de 2021. Para isso, o estado de calamidade pública também seria prorrogado até a data, permitindo ao governo não ficar limitado pelo teto de gastos.

“Não podemos cogitar de subitamente retirar das famílias a renda que aqui garantimos. Enquanto o Parlamento trabalha para fornecer novos programas e soluções que garantam alguma segurança de renda às famílias vulneráveis à pobreza, é necessário criarmos um mecanismo que permita uma regressão lenta e controlada do auxílio emergencial”, aponta Vieira na justificativa da proposta.

A referência feita pelo senador é à mal-sucedida operação do governo do presidente Jair Bolsonaro de botar de pé um programa de transferência de renda – outrora chamado de Renda Cidadã – mais robusto e que possa substituir o Bolsa Família.

O “auxílio emergencial residual”, como classificou o parlamentar, seria de R$ 300. “De fato, infelizmente, a pandemia não acabou e a vacinação ainda demorará alguns meses. Não podemos aceitar o fim formal do estado de calamidade se a calamidade continua”, concluiu Vieira.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Si o auxílio acabar muitas pessoas passará por necessidade eu particularmente sou autônoma meu trabalho quase está acabado é aí pandemia é o povo sem dinheiro pois não pode trabalhar só jesus

  2. Eu moro próximo a mare sou de baixa renda e preciso do auxílio emergencial vcs não sabe o que e olha pra o filho e não ter o que a criança come

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Educação

Escola de Natal vai estender ano letivo até 2021 para valorizar aprendizagem

Após recesso, Maple Bear Natal vai concluir calendário em fevereiro para turmas de ensino infantil e fundamental. Fotos: Divulgação

Depois de um ano totalmente atípico, com interrupção das atividades, aulas on-line e retorno ao convívio presencial, tudo que a escola, os pais e os alunos desejam é que não ocorram prejuízos para o aprendizado. Por isso mesmo, a Maple Bear Natal vai encerrar o ano letivo de 2020 em 2021. A instituição vai ultrapassar o quantitativo de carga horária exigido para o ensino fundamental e cumprir mais do que o mínimo determinado para as turmas de ensino infantil.

De acordo com o Ministério da Educação, esse ano, os alunos do ensino fundamental devem cumprir 800 horas/aula. A carga horária leva em conta também as aulas remotas. Na Maple Bear Natal, os alunos já são matriculados para cumprirem mais de 1mil horas/aula e isso será mantido. As aulas vão até o dia 12 de fevereiro de 2021, com recesso entre os dias 23 de dezembro e 17 de janeiro.

No ensino infantil, o mínimo exigido pelo MEC, diante do atual momento, são 480 horas/aula. Na escola, os alunos dessa faixa tiveram acréscimo de 45 minutos na carga horária diária e aulas aos sábados. Dessa forma, a Maple Bear Natal vai ministrar mais de 600 horas/aula para as crianças. O calendário prevê um recesso de 24 de dezembro a 10 de janeiro, com as últimas turmas em aula até o dia 12 de fevereiro do próximo ano. As atividades aos sábados serão mantidas apenas no mês de dezembro e o acréscimo no horário diário permanece após o retorno. No ensino infantil, as aulas remotas passaram a contar para o ano letivo apenas após o retorno das atividades presenciais, em setembro.

“Nossa compromisso é com a aprendizagem dos alunos, preparar essas crianças para o próximo ano letivo. Entendemos que vão existir dificuldades e demandas e, por isso mesmo, já começamos a colocar em prática um plano de ação, para acompanhar esses estudantes. Nosso objetivo é diminuir ao mínimo possível qualquer tipo de prejuízo causado pela pandemia. A gente quer que os alunos da Maple Bear Natal aprendam com qualidade, sem atropelos, logo estamos dando mais dias de aula”, explicou Julyana Freitas, diretora da unidade do ensino infantil.

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Economia

Guedes descarta estender auxílio emergencial para 2021

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou nesta quarta-feira a possibilidade de prorrogar a concessão do auxílio emergencial para 2021. Guedes garantiu que o plano emergencial criado por conta da pandemia de Covid-19 irá até dezembro, sem extensão.

— Tem um plano emergencial e o decreto de calamidade que vão até o fim do ano. E no fim de dezembro acabou tudo isso — disse Guedes.

O decreto de calamidade pública e o chamado Orçamento de Guerra permitiram uma série de ações emergenciais e o aumento de gastos públicos neste ano, até 31 de dezembro, o que deve fazer o rombo nas contas federais atingir R$ 900 bilhões em 2020.

Com a proximidade do fim do ano e as incertezas sobre 2021, há dúvidas sobre se o governo poderia prorrogar o estado de calamidade pública e o Orçamento de Guerra.

Essa incerteza cresceu com a demora para se chegar a uma solução para o Renda Cidadã. O programa social está sendo desenhado como substituto do Bolsa Família e há um receio, no governo e no Congresso, de se chegar a janeiro de 2021 sem programa de transferência de renda para os mais vulneráveis.

— O ministro da economia está descredenciando qualquer informação de que vai prorrogar o auxílio — disse Guedes.

A solução para o novo programa social do governo que vem sendo costurada entre parlamentares, governo e Tribunal de Contas da União (TCU), passará pelo corte de gastos. Segundo fontes envolvidas nas discussões, está na mira o chamado extrateto dos servidores públicos dos três Poderes.

O auxílio emergencial foi inicialmente proposto pelo governo para durar três meses, com parcelas mensais de R$ 200. O Congresso, em seguida, estabeleceu um valor de R$ 600, após negociações com o Palácio do Planalto.

Com o avanço da crise, o prazo do pagamento de R$ 600 aumentou para cinco meses. Depois, o pagamento do auxílio foi estendido até dezembro deste ano, mas com pagamento de R$ 300.

O Globo

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Diversos

Governo vai estender quarentena no RN até o final de abril

O Saiba Mais – Agência de Reportagem – destaca que a governadora Fátima Bezerra (PT) vai estender o período de quarentena no Rio Grande do Norte pelo menos até o final de abril.

Segundo a reportagem, a Casa Civil já trabalha o texto do novo decreto para renovar as medidas em vigor que inclui uma série de restrições para estabelecimentos comerciais, transporte público e também proíbe aglomerações em locais públicos.

O decreto atual tem validade até a próxima quinta-feira (2).

Opinião dos leitores

  1. Fátima. Lembre que as pessoas que têm conta em Banco privados também votam. Porque você não adotada as mesmas medidas adotadas pelo Sudeste que são os maiores números de mortos e confirmados? Os Bancos (Todos) abrem de 9 a 10 há só para idosos e das 10 às 14hs para os demais. Espero resposta. Obrigafz

  2. fiz uma cirurgia e preciso fazer fisioterapia, mas as clínicas estão todas fechadas, 1a sessão custa em média 80$, ai eu pergunto como fico nessa situação ??

  3. Tudo bem primeiro a saúde,e a fome aonde é que fica?vamos morre de fome,pq Fatima jamais vai vim na porte de niguem pra da um prato de comida,o pai de familia precisa trabalhar,pra da de comer a sua familia,600 reais é uma ajuda,mais não vai da pra supri toda a nessecidade de uma familia.

  4. Trump não mandou fechar o comécio. Disse para quem pudesse, evitar contatos. Alguns estados é que determinaram mais restrições.

  5. Vocês estão falando um monte de besteiras, a maior disseminação aconteceu no carnaval, mas não era interessante para a grande mídia e para os políticos de plantão, que já sabiam que o vírus circulava no país, liberaram geral, aí estar o resultado, precisa desenhar seus acéfalos?

    1. exato. Lá em janeiro foi chamada de gripezinha, resfriadozinho (não pelo presidente), para não pararem a festa…

  6. Absurdo isso. Isolamento só para quem têm Riscos, como os idosos, pessoas com doenças Pulmonares, Diabéticos, Doenças Cardiovascular e etc… Essa Mulher só poderia ser do PT. Quando começar os saques nas lojas, quando começar os arronbamentos das Lojas e Supermercados, quero só ver.
    Trabalhar ninguém quer.

  7. Vi contradição, e pouco bom senso nesse ato do governo, proibiu as feiras e permite abertura de supermercados, por exemplo! Espero que essa prorrogação reveja a situação de bares e lanchonetes, que essa gestão tenha a consciência e permita o retorno gradual dessas atividades. Ou que faça a abertura de modo alternado em alguns dias da semana. Mas simplesmente fechar por mais um mês, será uma quebradeira em cadeia.

  8. Só tem foco no isolamento, e as consequências sociais e econômicas? O Estado tem de onde tirar recurso para sobreviver sem arrecadação, sem comércio, sem o trabalho dos pequenos empresários e profissionais liberais?
    Renovar por mais 07, 10 dias podendo ser estendido é uma coisa, mas jogar o isolamento de imediato até final de abril parece medida que extrapola o bom censo e está ligada apenas no alarmismo, mesmo diante dos números de curas registrados e soluções médicas encontradas.
    Que o futebol e as grandes aglomerações só sejam liberadas daqui a 20 dias é uma medida cabível, a ser reavaliada de acordo com o quadro nos próximos dias.
    Porquê só é considerado o pior quadro? Só valem os números catastróficos?
    Precisamos usar o bom censo nessa situação, para que todos ganhem, não vejo como apenas um lado possa se sair bem, quem puxar a corda vai arrebentar e piorar a situação, seja pela contaminação ou pelo caos econômico.
    Se o mundo continuar parado, radicalmente isolado, virá por aí o desabastecimento geral e o povo vai saber encontrar o culpado, não adianta o discurso enganador e as desculpas de um ou de outro.

    1. Pelas irresponsabilidades dos nossos governantes de não investir em saúde, pesquisa e bem estar da população estamos passando por essa crise.
      Essa doença não é brincadeira.
      O governo devia ter um plano emergencial para os trabalhadores e empresários, não basta dizer que estamos passando por uma gripezinha e ficar por isso mesmo.
      Já que não investem em saúde , espero que não falte a vaga deles no cemitério.

  9. Fátima seguiu TRUMP, pensa em vidas, depois em dinheiro, temos sorte de ter alguém humano no poder, fosse os caciques estávamos com pé na cova pra sustentar a raça de oportunistas mercenários

    1. Fatima pensa é em eleição. Em dinheiro ela não precisa pensar, quando precisa pede, em tom de exigência, ao governo federal. Quando sobra algum, desperdiça em campanha publicitária desnecessária, em vez de pagar os atrasados ou investir em hospitais e centros de atendimento. Com um presidente e uma governadora dessas o RN amarga o descaso do populismo eleitoreiro.

    2. Se pensa em humanos então pague os salários atrasados que fico em casa…. Tô esperando

  10. Uma palhaçada!!! Acabei de chegar no Bradesco da Prudente e a agência fechada. Atendimento apenas nos caixas eletrônicos, uma pessoa por vez, restando mais de 20 idosos amontoados esperando sua vez de entrar.

  11. Vocês são doentes, a recomendação é da OMS, não de Trump, muito menos de tiririca (Messias).

  12. Papel aguenta tudo ! Acho que não chega até lá. Quando atrasarem aluguéis, boletos, faturas, mensalidades escolares e impostos, haverá um choque de realidade.

  13. A petistinha pestinha comunistinha do gopi resolveu seguir a cartilha do galego capitalista do Trump?
    Tempos mudaram mesmo com a Covid-19.

    1. Para os desinformados:trump era contra o isolamento social,só voltou atras,deppos de ter viso que n se trata de um reafeiadinho.

    2. Se Fátima estivesse seguindo TRUMP, aqui já teria mil casos de Covid-19.
      Nos EUA, os casos já passam de 110 mil por omissão de Trump que somente agora acordou para a situação .
      Enquanto isso, o nosso lambe-botas do Trump ainda está na fantasia e na griperzinha.

    3. Pra segui-lo tem que injetar recursos na econimia,e sobre isso até agora não houve nenhuma atitude do governo estadual.

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Política

Senado pode estender por 15 anos isenção para igreja

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Apesar da previsão de déficits de R$ 80 bilhões este ano e mais de R$ 124 bilhões em 2020, senadores podem estender, por 15 anos, isenções, incentivos e benefícios fiscais para templos e entidades beneficentes.

O PLP 55/19 teve tramitação rápida no Senado e foi aprovado por unanimidade na Comissão de Assuntos Econômicos. Seguiu para o plenário em regime de urgência. A isenção foi encerrada em 2018.

Último Segundo

Opinião dos leitores

  1. É pouco, deveria estender essa isenção por pelo menos uns 50 anos. Afinal de contas, o contribuinte sabe que o Estado é laico e sempre foi compreensivo com suas igrejinhas.

    1. Eu já acho que além da isenção, o Estado deveria destinar uma parte do orçamento para as igrejas, bem como exigir que tenham cotas no serviço públicos para pessoas que professam a fé…

    2. Os abnegados da universal do reino de deus, concordam com você.

  2. Ninguém vai protestar?
    Não vai ter manifestação no domingo?
    Ninguém vai bater panela?
    Onde estão o Marcos Feliciano, Magnus Malta, Silas Malafaia é Edir Macedo?
    Povo honesto esse, composto de evangélicos envolvidos com politicagem.
    Comerciantes da fé. Vendilhões do templo. Túmulos caiados.

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