Imagens: Reprodução/98 FM Natal
O vice-governador Walter Alves (MDB) afirmou, em entrevista à 98 FM Natal, que decidiu não assumir o Governo do RN após avaliar o cenário fiscal do Estado. Ele disse ter se decidido após reuniões com integrantes da equipe econômica estadual e dirigentes nacionais do MDB.
“Foi uma decisão das mais difíceis da minha vida”, afirmou.
Walter explicou que aceitou disputar a vice-governadoria em 2022 já considerando a possibilidade de assumir o Executivo ao fim do mandato, já que a governadora Fátima Bezerra (PT) não poderia concorrer à reeleição. “Eu sonhei, lutei e trabalhei para isso”, disse.
Ao detalhar os motivos da decisão, Walter afirmou ter encontrado um quadro financeiro “muito delicado”.
Entre os exemplos citados, mencionou o passivo ligado aos empréstimos consignados dos servidores estaduais, que, segundo ele, chegaria a cerca de R$ 360 milhões. “Era uma bomba muito grande. Era uma bomba mesmo”, afirmou.
Ele disse que o quadro fiscal já indicava dificuldades para cumprir compromissos futuros da administração estadual e citou o reajuste salarial dos servidores, posteriormente parcelado pelo governo. “Se eu fosse o governador, era greve geral na rua”, declarou.
Impacto político
Walter afirmou que consultou o ex-governador Garibaldi Alves Filho antes da decisão e avaliou que não haveria tempo suficiente para reorganizar as contas públicas em poucos meses de gestão.
“É impossível você, em seis meses, conseguir reestruturar e reorganizar. É impossível”, afirmou.
Segundo ele, assumir o governo naquele contexto poderia provocar forte desgaste político. “O cidadão poderia dizer: seu pai foi um grande governador e você foi um dos piores”, declarou.
O vice-governador também negou ter rompido compromissos políticos e rejeitou acusações de traição. “Fico indignado quando falam em traição”, disse.
Segundo Walter, nunca houve compromisso formal para uma candidatura ao Governo do Estado em 2026.
Walter também deixou aberta a possibilidade de disputar o Governo do Estado no futuro. “Um dia, quem sabe, eu possa alcançar esse sonho”, concluiu.
Queria muito que nossa governadora tomase a iniciativa de
De PEDIR ao exército as tendas tipo hospital para atender as pessoas antes de ir para o hospital em Natal nem para quem ten plano de saúde existe, Deus vai escolher quem morre e quem vive
Realmente a saúde pública do estado tá um caos, eu trabalho em uma unidade hospitalar da capital como enfermeiro e relato o caos atual, falta tudo nos hospitais e só vemos reuniões e nada se resolve.
A saúde precisa de ações imediatas e não reuniões sem fim e que parecem um 8, nada é resolvido, aqui no nosso hospital qdo pedimos a UNICAT informa que não tem e tá aguardando a licitação.
Esse é o cenário da saúde no estão, imagina no interior.
Está só iniciando o caus. Que Deus tenha misericordia.
Pior é o caos no vernáculo
Absurdo!