Uma operação conjunta entre as Policias Militar e Civil de Pipa/Tibau do Sul realizada no fim da tarde desta segunda-feira (7) resultou na prisão, em Pipa, de um homem identificado como Bruno Custódio da Silva, conhecido como “Bruno Mineiro”.
Em seu poder foi apreendida uma pistola calibre 9mm, municiada, de origem Israelense, da marca Gerichó, um colete balístico, 542 comprimidos de ecstasy, 13 papelotes de cocaína, um tablete de maconha, balança de precisão e dinheiro.
Também havia um mandado de prisão em aberto contra o suspeito. O infrator segue preso à disposição da Justiça na Delegacia de Polícia Civil de Pipa.
Integrantes do PT e da campanha de Lula encomendaram pesquisas internas para medir o impacto das denúncias envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Marco Aurélio Santana, o Marcola, ex-chefe de gabinete e homem de confiança do presidente.
Segundo o Metrópoles, os levantamentos indicam que, até agora, as denúncias contra os dois não provocaram impacto significativo na imagem de Lula. A maior preocupação da campanha, porém, é com Marcola, devido à proximidade que mantinha com o presidente. Ele circulava pela sala de Lula e atuava inclusive como intermediário de ligações.
Em relação a Lulinha, a avaliação interna é de que o filho do presidente já teve o nome envolvido em episódios de eleições anteriores e, por isso, as denúncias atuais ainda não teriam causado desgaste relevante. Esse cenário pode mudar caso novos fatos sejam revelados.
Lulinha e Marcola estão na mira da Polícia Federal por relações com a lobista Roberta Luchsinger. Conforme já revelou o Metrópoles, ela comprou joias de diamantes e deu presentes a Marcola, que também recebeu R$ 249 mil em empréstimo da lobista.
Diante das investigações, Lula vem sendo aconselhado a manter a postura de dizer que a Polícia Federal deve investigar os casos “doa a quem doer”, sem abordar diretamente as denúncias.
A Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Norte (PRF-RN) ainda não possui drogômetro, equipamento usado para detectar o consumo de drogas como maconha e cocaína por motoristas. Segundo a corporação, também não há previsão para a chegada do aparelho ao estado.
A falta do equipamento ocorre após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovar novas regras para as fiscalizações da Lei Seca, que passam a incluir procedimentos para identificar o uso de outras substâncias psicoativas, além do álcool.
A PRF-RN informou que já testou cinco marcas de drogômetros desde 2019. No entanto, mesmo sem o aparelho, a fiscalização pode identificar alteração da capacidade psicomotora por outros meios, como avaliação de sinais apresentados pelo motorista, exames, imagens e vídeos.
As novas regras entram em vigor após publicação no Diário Oficial da União, com prazo de 60 dias para adaptação dos órgãos de trânsito.
Lula desembarca nesta quinta-feira (20) no Rio Grande do Norte para participar de um ato político da campanha do PT ao Governo do Estado, Cadu Xavier, às 17h, na Arena das Dunas, em Natal. A vinda do presidente é a grande aposta do partido para turbinar a candidatura de “Cadu de Lula”, que vem crescendo nas pesquisas e sonha em chegar ao segundo turno.
A aposta não é à toa. A Pesquisa BG/Instituto Perfil, divulgada pelo Blog do BG, mostra Lula com 62,38% de aprovação entre os potiguares e quase 57% das intenções de voto no cenário estimulado. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre os dias 13 e 16 de agosto, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais, margem de confiança de 95% e está registrado no TSE sob os números BR-06188/2026 / TRE RN-00522/2026.
O problema para Cadu é que o mesmo palanque que traz Lula também carrega Fátima Bezerra, que apresenta números bem menos favoráveis. A governadora aparece com 56,18% de desaprovação, contra 34,63% de aprovação, segundo a mesma pesquisa BG/Perfil.
Enquanto o PT tenta explorar a força eleitoral de Lula para impulsionar Cadu, terá de lidar ao mesmo tempo com o peso negativo da avaliação do governo estadual. É uma equação delicada para a campanha: Lula pode funcionar como motor para levar Cadu ao segundo turno, enquanto Fátima pode atuar como âncora, puxando o candidato para baixo.
Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para solicitar o voto em trânsito nas Eleições 2026. No Rio Grande do Norte, Natal, Mossoró e Parnamirim estão aptas a receber eleitores que estarão fora de seu domicílio eleitoral nos dias de votação.
O pedido pode ser feito pela internet, na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na opção de transferência temporária do local de votação, ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral, com apresentação de documento oficial com foto.
Quem votar em trânsito dentro do próprio estado poderá escolher candidatos para todos os cargos em disputa. Já quem estiver em outro estado poderá votar apenas para presidente da República.
Também termina nesta quinta o prazo para alterar ou cancelar pedidos já realizados. Quem solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local escolhido terá de justificar a ausência pelo aplicativo e-Título.
O Banco do Brasil suspendeu novos depósitos judiciais destinados ao pagamento de dívidas de precatórios do Governo do Estado. A decisão ocorreu após o Estado, comandado por Fátima Bezerra (PT), não recompor o Fundo Garantidor dentro do prazo estabelecido.
A suspensão foi comunicada pelo banco ao presidente da Assembleia Legislativa,
Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB). O bloqueio ocorreu porque o Governo Fátima Bezerra (PT) não fez, dentro do prazo regulamentar de 48 horas, a recomposição do chamado Fundo Garantidor, que funciona como uma garantia para assegurar a devolução dos valores dos depósitos judiciais quando necessário.
É mais um calote do governo do PT, que também não paga há meses fornecedores e prestadores de serviço. O terceirizados da saúde, por exemplo, entraram em greve porque estão sem receber.
As empresas que estão fazendo a recuperação das rodovias estaduais também vão paralisar as obras por falta de pagamento do Governo Fátima, como publicou ontem o Blog do BG.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o inquérito sobre a suposta participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em uma ação de lobby no governo seja enviado à primeira instância da Justiça.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, a PGR argumenta que não há investigados com foro privilegiado no caso. A decisão caberá ao ministro André Mendonça, relator de dois inquéritos no STF envolvendo o filho do presidente Lula.
A investigação apura a relação de Lulinha com a lobista Roberta Luchsinger, que atuou na tentativa de vender um projeto de canabidiol ao Ministério da Saúde. Diálogos analisados pela Polícia Federal apontam que ela dizia falar em nome do filho do presidente e buscava remuneração de 20% no negócio.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 1.103 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral desde o início oficial da campanha, no último domingo (16). Os registros foram feitos pelo aplicativo Pardal e os dados estão atualizados até esta quarta-feira (19).
São Paulo lidera o número de ocorrências, com 193 denúncias, seguido por Pernambuco (106), Paraná (102), Rio Grande do Sul (95) e Minas Gerais (89). Entre os cargos, candidatos a deputado estadual concentram o maior número de registros, com 424, seguidos pelos candidatos a deputado federal, com 325.
O impulsionamento irregular de conteúdo aparece como a principal infração denunciada, com 339 registros, o equivalente a 30,73% do total. Em seguida estão irregularidades na propaganda pela internet, com 289 casos. Também há denúncias envolvendo propaganda em bens públicos e particulares, propaganda antecipada, banners, cartazes, boca de urna e showmícios.
Das 1.103 ocorrências, 596 ainda estão em análise pela Justiça Eleitoral, 383 foram baixadas do sistema e 124 já foram transformadas em processos no Processo Judicial Eletrônico (PJe).
As denúncias podem ser feitas pelo Pardal Móvel, com identificação pelo e-Título ou Gov.br. O denunciante pode anexar fotos, vídeos, áudios e links, e a Justiça Eleitoral mantém sua identidade sob sigilo.
Enquanto a crise na saúde pública do Rio Grande do Norte se agrava, a Sesap promete reabrir na próxima semana os leitos da Clínica Médica 2 do Hospital João Machado, interditada pelo Coren-RN.
A secretária adjunta da Sesap, Leidiane Queiroz, reconheceu problemas na unidade, mas afirmou à 98 FM que a situação não representava “grande gravidade” com risco à vida dos pacientes.
O Coren, porém, apontou problemas na estrutura física, risco de acidentes, climatização inoperante, falta de insumos e exposição de profissionais e pacientes a agentes físicos, biológicos e químicos. Leidiane também admitiu a presença de mofo e falha na comunicação com o conselho.
A promessa ocorre em meio a uma sequência de problemas na rede estadual: greve de terceirizados por atrasos nos pagamentos, corredores do Walfredo Gurgel constantemente lotados, filas diárias na Unicat, cirurgias eletivas paralisadas, dívidas com fornecedores e a recente interdição no João Machado. Em Macaíba, o Hospital Alfredo Mesquita ainda registrou um surto de microrganismos multirresistentes, com oito mortes entre os pacientes atingidos no período.
A campanha à reeleição do presidente Lula (PT) decidiu aumentar a pressão sobre o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, diante da divulgação de informações de investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Segundo o jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, a coordenação da campanha considera que o ministro está inerte diante dos vazamentos e quer identificar todos os agentes da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF) que tiveram acesso aos dados.
Lulinha é alvo de três inquéritos diferentes na Polícia Federal, órgão subordinado administrativamente ao Ministério da Justiça. As apurações envolvem suspeitas que podem levar a acusações por tráfico de influência, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A estratégia jurídica da campanha inclui cobrar a cadeia de custódia das informações e pressionar PF e STF para interromper novas divulgações. A preocupação já foi levada ao presidente Lula, que publicamente defende a continuidade das investigações, mas afirma que não devem ocorrer abusos.
Leonardo Avalanche, presidente do PRTB e indicado como vice na chapa presidencial de Pablo Marçal, é réu na Justiça de São Paulo por associação criminosa, ameaça, violência política e manipulação de sistema público. Ele também é investigado em pelo menos outros cinco inquéritos da Polícia Federal.
O colunista Demétrio Vecchioli informou em sua coluna no portal Metrópoles que o Ministério Público Eleitoral (MPE) aponta Avalanche como “mentor intelectual” de um esquema envolvendo filiações fraudulentas, falsificações, ameaças e coação dentro do PRTB.
Uma das acusações envolve a ex-vice-presidente do partido Rachel de Carvalho. Ela relatou ter sido levada a uma espécie de “tribunal do crime”, com a presença de pessoas que se apresentaram como integrantes do PCC, onde teria sido pressionada a assinar sua renúncia ao cargo partidário.
Marçal está inelegível, mas conseguiu uma liminar para se filiar retroativamente ao PRTB. O partido requereu o registro de sua candidatura a presidente, mas o MPE a impugnação ao TSE.
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