Jornalismo

Em depoimento, Lírio Parisotto negou ter agredido Luiza Brunet

Brunet: foto com o olho roxo

O empresário Lírio Parisotto prestou depoimento hoje no Fórum Criminal da Barra Funda acerca da denúncia de agressão a Luiza Brunet.

Segundo seu advogado, o criminalista Celso Vilardi, o empresário “negou as agressões totalmente” e disse que era Lírio quem era agredido “reiteradamente” no relacionamento. O criminalista disse que o próximo passo é juntar as provas e arrolar testemunhas que supostamente corroborariam a versão do empresário.

As discussões do casal chegaram literalmente ao patamar de tragédia grega. Segundo o advogado, Lírio chegou a levar pontos em uma das brigas no país mediterrâneo.

A atriz, por sua vez, ressaltou ao Ministério Público ter sido agredida mais de uma vez no relacionamento e alegou que o marido quebrou quatro de suas costelas com chutes e socos.

Veja

 

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Judiciário

Governo deve ir além de apoio verbal contra a corrupção, diz Moro nos EUA

O juiz Sergio Moro criticou, em uma palestra nos EUA nesta quinta-feira (14), o que chamou de “omissão” do Executivo e do Congresso brasileiros no esforço para combater a corrupção e disse que o apoio até agora tem sido apenas verbal.

“Eles poderiam, por exemplo, propor e aprovar melhores leis para prevenir a corrupção. Também poderiam ajudar os esforços dos agentes da Justiça de outras maneiras. Sua omissão é muito desapontadora”, afirmou.

“Para ser justo, o governo atual disse em várias ocasiões que apoia e endossa as investigações”, continuou ele. “Mas os brasileiros devem esperar mais do que apoio verbal.”

Moro falou no Wilson Center, instituição de Washington para a discussão de temas globais que tem um instituto voltado para temas brasileiros. Ele começou explicando o sistema judiciário brasileiro e apresentando um resumo da Operação Lava Jato, dizendo que o pagamento de propina na Petrobras parece ser a regra, não a exceção.

Em seguida, falou que a corrupção sistêmica no Brasil traz um custo “enorme” e tem impacto na confiança nas leis e na democracia.

Moro também lembrou da importância do setor privado no combate à corrupção. “Empresas devem fazer seu dever de casa, dizendo não ao pagamento de propinas, implementando mecanismos de controle interno e denunciando pedidos de pagamento de propina”, disse.

Ele ainda listou e refutou algumas críticas sofridas pela Lava Jato. Segundo Moro, as reações vieram especialmente das empresas envolvidas no esquema e dos políticos.

“Alguns críticos reclamaram que a Lava Jato não é imparcial e tem fins políticos. Isso não está certo. Claro que, se o crime envolve propinas pagas a políticos, o caso inevitavelmente terá consequências políticas. Mas isso foge ao controle do tribunal”, disse.

Em vários momentos, Moro disse que se um político comete um crime ele deve ser julgado, não importando se é de direita, de esquerda ou de centro.

Moro também afirmou que a Lava Jato não criminaliza a política. “A culpa não deve recair sobre o processo judicial, mas sobre os políticos que cometeram crimes. O processo judicial é apenas uma consequência.”

Questionado pela plateia sobre quanto tempo deve durar a operação, ele disse que não tem como dizer ao certo, mas acredita que até o fim do ano sua parte esteja finalizada, mas que a parte que envolve o julgamento de políticos com foro privilegiado deve demorar mais, por causa da sobrecarga da Suprema Corte.

“Não consigo dizer com certeza porque é um caso em andamento e às vezes novas evidências aparecem. Um dia eu disse que poderia terminar no fim do ano, e a maioria das empresas que pagaram propinas já foram ouvidas, acusadas e julgadas”, respondeu. “Minha parte deve ser no fim do ano, mas não posso dizer com certeza”, afirmou.

G1/SP

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Política

Maia sugere “esforço concentrado” de 2 dias por semana durante as eleições

O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reúne com o senador Aécio Neves (PSDB-MG); Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado; e os deputados Antônio Imbassahy (PSDB-BA) e Baleia Rossi (PMDB-SP)

O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (14) que irá propor um “esforço concentrado” durante o período eleitoral no segundo semestre deste ano. “Nossa intenção é organizar, discutindo e debatendo uma agenda, um esforço concentrado a cada dois dias da semana para que não fique uma semana inteira sem trabalho”, disse Maia após uma reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

A ideia de Maia é transferir para segunda e terça-feira as sessões deliberativas da Câmara. Normalmente, a maior parte das sessões da Câmara é realizada na terça-feira à tarde, quarta-feira (o dia todo) e quinta-feira pela manhã. Tradicionalmente, durante o período eleitoral, a Câmara fica esvaziada por conta do número de parlamentares que disputam cargos municipais e se dedicam às campanhas em seus redutos eleitorais.

Maia disse que esse “esforço concentrado” será realizado durante a campanha eleitoral, que deverá se estender de meados de agosto até o final de outubro.

O democrata descartou a possibilidade de adotar esse esquema de funcionamento durante as Olimpíadas do Rio. “Durante as Olimpíadas tem que trabalhar. Não podemos parar por causa das Olimpíadas”, afirmou.

Opinião dos leitores

  1. Parar de falar pipocas e trabalhar que esse barraco que ninguém mais acredita está parado, inerte consumindo nosso dinheiro! !! Bora deputado tampão riquinho!!!!

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Política

Veículo atinge multidão em queima de fogos do 14 de Julho em Nice

Um caminhão atingiu diversas pessoas que estavam assistindo à queima de fogos em comemoração ao 14 de Julho, Dia da Bastilha, em Nice, na França. Testemunhas afirmam em redes sociais que há diversos feridos.

No Twitter, o ex-prefeito de Nice e atual presidente da Metrópole Nice-Cote D’Azur, Christian Estrosi, pede que as pessoas não saiam de suas casas e diz que irá continuar divulgando informações. “O motorista de um caminhão parece ter causado dezenas de mortes”, escreveu.

Ainda não há informações oficiais sobre números de feridos ou mortos, mas a agência Reuters, citando a emissora de TV BFM, fala que há pelo menos 30 mortos.

O jornal “Nice Matin” diz que um de seus repórteres estava no local acompanhando a celebração e relatou que um grande grupo de pessoas começou a correr e o clima era de pânico, já que ninguém sabia se foi um acidente ou se o motorista atingiu as pessoas deliberadamente.

A publicação francesa também publicou a imagem retirada de uma tela de TV que mostra um caminhão branco cercado por policiais e com o vidro dianteiro atingido por diversos tiros. Algumas testemunhas haviam afirmado que a polícia atirou contra o motorista para tentar impedir o atropelamento.

A colisão aconteceu no Promenade des Anglais, por volta das 22h30 (17h30 em Brasília).

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Economia

Gasolina não aumentará ‘neste momento’, diz presidente da Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse nesta quinta-feira (14), que a empresa não prevê nenhuma alteração no preço da gasolina “neste momento”.

“Nem aumento nem redução”, frisou, a ser questionado sobre o tema em entrevista após cerimônia com atletas olímpicos patrocinados pela estatal.

Os preços da gasolina e do diesel vendidos pela empresa estão acima das cotações internacionais desde 2015, quando foram realizados os últimos aumentos.

A diferença tem ajudado a empresa a sobreviver à crise financeira em um cenário de petróleo barato.

Parente voltou a defender maior autonomia da Petrobras com relação ao tema, como já havia feito em sua posse, no início de junho.

“Como qualquer outra empresa, a Petrobras tem que ter o direito de definir os seus preços”, afirmou.

O presidente da Petrobras confirmou que a companhia analisa três propostas para venda de participação na BR Distribuidora, mas não quis dar maiores detalhes sobre o processo.

O presidente da Petrobras confirmou que a companhia analisa três propostas para venda de participação na BR Distribuidora, mas não quis dar maiores detalhes sobre o processo.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Na realidade, os combustíveis teriam de ter seus preços diminuídos, face à queda do barril de petróleo em nível mundial.
    O dia que autorizarem outras empresas a fazer concorrência com a Petrobrás, a estatal quebra.

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Diversos

Minha Casa, Minha Vida: famílias com crianças com microcefalia terão prioridade

936817-rj_condominio_moradia-19Famílias com crianças com microcefalia terão prioridade no Minha Casa, Minha Vida (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O governo federal anunciou hoje (14) mudança no programa Minha Casa, Minha Vida. É para dar prioridade a famílias com crianças nascidas com microcefalia dispensando-as do sorteio para serem incluídas no projeto. O anúncio foi feito pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo, em solenidade no Palácio do Planalto.

“É com satisfação, atendendo orientação do presidente da República, neste momento em que o país e, de modo especial, a Região Nordeste, sofrem com a Zika e o surto de microcefalia, que o Ministério das Cidades, dentro das prioridades de atendimento da população brasileira de acesso a esse programa na faixa 1, passa a estabelecer a prioridade máxima às famílias que tenham tido filhos portadores da microcefalia”, disse o ministro. A faixa 1 é destinada a quem tem renda familiar de até R$ 1,8 mil por mês.

Araújo informou que o Brasil tem hoje 8.451 casos suspeitos de microcefalia notificados, 3.142 casos suspeitos que ainda estão sendo investigados, 1.687 confirmados e 3,6 mil descartados.

200 mil casas

“Dentro desse princípio de ter atenção especial para este momento de grave situação, o Programa Minha Casa, Minha Vida passa as 200 mil unidades ainda não entregues para o atendimento dessa orientação”, acrescentou o ministro.

O presidente Michel Temer afirmou que o número de casos de microcefalia é “preocupante”. “A grande maioria é de mães usufrutuárias do Bolsa Família, ou seja, pessoas ainda pobres. É um plano não só para o presente, mas também para o futuro. Não é improvável, embora a epidemia tenha passado no tocante ao mosquito, mas a microcefalia é resultante de outras causas. Pode acontecer que, em outros momentos, surja a mesma questão. Para tanto, é que essa instrução foi assinada”, disse Temer, durante a cerimônia.

Agência Brasil

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Polícia

Delegados da PF são presos em SP por corrupção

Três delegados da Polícia Federal foram presos nesta quinta-feira (14) acusados de corrupção envolvendo investigações que eles próprios conduziam. Os delegados Ulisses Francisco Vieira Mendes, Rodrigo Leão e Carlos Basto Valbão pertencem à Delegacia de Combate a Crimes Previdenciários da PF em São Paulo. Mendes foi o diretor da delegacia até o ano passado.

Eles estão presos na Superintendência da PF, no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo. Mendes foi chefe da delegacia de repressão ao crime previdenciário até o ano passado. Valbão, que começou na Polícia Federal como agente, já havia sido alvo de investigação por corrupção.

Os três policiais eram os principais investigadores de crimes contra o INSS em São Paulo. Em 2013 eles prenderam uma quadrilha formada por funcionários e peritos do INSS de Osasco e Carapicuíba que vendia benefícios, como aposentadorias por invalidez a pessoas saudáveis. Na ocasião os delegados estimaram que as propinas chegaram ao montante de R$ 5 milhões.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Chegou o fim dos tempos, conforme esta escrito no maior livro do U N I V E R S O " A biblia " é muita corrupção. A nossa esperança esta em DEUS, a minha a cada dia aumenta.

    1. O mundo é assim desde sempre. É só ver nos livros de história.

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Diversos

Empresário chama Brunet de ‘descontrolada’ e diz que ela o agredia

CnWYPkzXEAEPl2iAcusado de agredir Luiza Brunet, de 54 anos, o empresário Lírio Parisotto disse ser ele a vítima de agressões, e acusou a atriz e modelo de ser uma pessoa “descontrolada” em depoimento prestado nesta quinta-feira, no Fórum Criminal de São Paulo, em Barra Funda. O criminalista Celso Vilardi, que defende o empresário, disse que seu cliente tem provas do descontrole de Luiza.

As declarações de Parissoto são em resposta à denúncia feita por Luiza Brunet de que foi agredida em Nova York, no dia 21 de maio. Em entrevista publicada na coluna de Ancelmo Gois, no GLOBO, ela contou que a discussão do casal começou em um jantar com amigos. De acordo com a modelo, Parisotto a agrediu depois que os dois saíram do restaurante e foram para o Plaza Residence, onde ele mantém um apartamento. Luiza disse que estava sentada num sofá quando ele deu um soco em seu rosto e depois a imobilizou, provocando fraturas em quatro costelas dela. As agressões só teriam parado porque ela ameaçou gritar pelo concierge. No dia seguinte, ela voltou para o Brasil, fez exames e procurou um advogado. Os exames, realizados num consultório particular, foram incluídos na denúncia e apresentados ao Instituto Médico-Legal.

— Ele (Parissoto) é vítima das agressões. E isso está documentado há três anos. Há mensagens em que ela mesma diz para ele que precisa de auxílio médico. Eles brigavam por motivos banais. Ela se descontrolava — afirmou Vilardi na saída do Fórum.

O depoimento durou cerca de uma hora. Segundo Vilardi, seu cliente tem marcas de ferimentos feitos por uma taça arremessada por Luiza Brunet. O advogado disse que ela mordia o empresário e que, na noite da briga que resultou em ferimentos na atriz, o empresário estava se defendendo.

Vilardi afirmou que seu cliente tem respeito pela ex-namorada, mas disse duvidar sobre as marcas de agressão mostradas pela atriz em fotos.

– Não se pode, à luz de uma fotografia, fazer um julgamento. Quem tem costela quebrada não grava no dia seguinte – aponta o criminalista, referindo-se à participação da atriz na novela “Velho Chico”.

Esse foi o primeiro depoimento do empresário à Justiça. A atriz acusa Parisotto de agressão e afirma que teve quatro costelas quebradas. Luiza Brunet retornou ao Brasil e denunciou a agressão ao Ministério Público de São Paulo. Disse que foi agredida mais de uma vez pelo empresário, com quem se relacionava havia cinco anos.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Pode ser o desespero…. largar a possibilidade de ganhar uma fortuna causa um desespero… a coroa linda ja ta com idade avançada, e nao conseguiu casar para garantir uma pensão ou uma pequena fortuna de indenização. Ou pode ser verdade que ele a agrediu, será??… Assista a proxima novela da globo ou bbb…. ou procure a proxima lavanderia publica.

    2. Entendo essa possibilidade. Mas mesmo assim não se bate em mulher!

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Diversos

Governo lança nesta sexta-feira financiamento especial para renovação da frota de táxis

O Governo do RN, por meio da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN) lança nesta sexta-feira (15) o Pró-Taxista, financiamento especial para proprietários de táxis. A parceria da nova linha está sendo firmada com a Cooperativa dos Proprietários de Táxis de Natal (Cooptax) e tem o objetivo de incentivar a renovação da frota dos veículos. O evento ocorre às 10h, no auditório da Governadoria, no Centro Administrativo.

Os associados da Cooptax terão maior facilidade para fazer troca de seus veículos por modelos mais novos. O valor a ser financiado é de até R$ 35 mil, com quitação em 48 meses e taxas de juros bem abaixo da média praticada no mercado financeiro. A meta inicial nessa primeira fase é financiar cerca de 100 veículos. Atualmente, a frota de táxi, associada à Cooptax em Natal, é de 600 veículos, o que equivale a cerca de 60% da frota da capital.

Opinião dos leitores

  1. Verdd trabalho como taxista a 8 anos pagando arrendamiento pra sustentar minha família aqui na zn da capital mais o que deveria ser feito e um sorteio de pelo menos mais 200 placas pra nos tiradores de horario e nos da condição de financiar nosso carro pq pagamos tao cara pra trabalhar enquanto isso uma so pessoa ser dono de 20 ou mais taxi em Natal vergonha cartel absurdo isso

  2. A atividade de TAXI em Natal é um CARTEL, desde 1984 que são 1.010 táxis e hoje 70% dos táxis que rodam na nossa cidade são CARROS ALUGADOS ou PLACAS ALUGADAS. Tá na hora do Ministério Público saber o pq esse número é o mesmo há 32 anos, e também o MPT saber quem são os proprietários que fogem dos DIREITOS TRABALHISTAS com o disfarce de "aluguel"

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Finanças

Salário de R$ 35 mil a cabeleireiro do presidente François Hollande cria polêmica na França

A notícia de que o presidente francês, François Hollande, contrata desde 2012 um cabeleireiro por um salário mensal de 9.895 euros (cerca de R$ 35,5 mil) criou polêmica nas redes sociais francesas. A informação foi publicada originalmente pelo semanário satírico “Le Canard Enchaîné”, e logo se tornou tema de debate em todo o mundo.

A informação foi confirmada pela assessoria do governo, que argumentou que o orçamento operacional do palácio Eliseu teve um corte de 15% a 20% desde que Hollande assumiu no lugar de Nicolas Sarkozy.

“Todo mundo tem o cabelo cortado”, defendeu o porta-voz do governo, Stephane Le Foll. “Este cabeleireiro teve que abandonar seu salão e está à disposição 24 horas por dia”, completou.

Um deputado da ultradireitista Frente Nacional (FN) se referiu ao presidente socialista como “sua majestade” no Twitter, enquanto outros usuários publicavam montagens de perucas e penteados extravagantes sobre fotos do presidente para “ajudar o cabeleireiro a ganhar seu salário”.

A hashtag #Coiffeurgate era trending topic no Twitter na França quarta-feira.

CONTRATO MILIONÁRIO

O contrato de trabalho de Olivier B., “cabeleireiro pessoal do chefe de Estado”, foi assinado em 16 de maio de 2012 pela então diretora do gabinete do Eliseu, Sylvie Hubac, afirma o semanário.

O documento estipula que Olivier B. está contratado “pela duração do mandato presidencial em curso”, prossegue o “Canard”, segundo o qual este “contrato temporário de cinco anos representa uma remuneração bruta acumulada de 593.700 euros (R$ 2,1 milhões)”.

Os honorários vão acompanhados de uma “eventual ‘concessão para habitação’ e outras ‘vantagens familiares'”, acrescenta a publicação.

O semanário afirma que Olivier B. deve estar totalmente disponível e acompanhar o presidente durante a maioria de suas viagens.

O contrato do cabeleireiro também estipula que “deve guardar segredo absoluto sobre o trabalho realizado durante e após o fim de seu contrato”.

Folha Press

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Polícia

FOTOS: Polícia Militar age rápido e prende dupla em flagrante após roubo de veículo em Natal

Recuperação de veículo em Natal (1) Recuperação de veículo em Natal (2)Policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), com apoio das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), prenderam na manhã desta quinta-feira (14) dois homens logo após roubarem uma Van de cor branca, na zona Leste de Natal. A PM foi informada pela vítima que suspeitos armados, roubaram o veículo e seguiram em direção a zona Norte da cidade.

Rapidamente um cerco foi realizado e o veículo interceptado e abordado pelos militares enquanto trafega pelas proximidades da Ponte Newton Navarro. A dupla de criminosos foi detida em flagrante e uma arma de fogo apreendida. Ambos foram conduzidos à 9ª Delegacia de Polícia Civil para as devidas autuações, onde ficaram à disposição da Justiça.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns aos policiais, verdadeiros heróis em meio a um descaso governamental generalizado com a segurança pública e a uma Justiça (?) tão conivente com malfeitores. Sem falar nos nosso "nobres" Deputados e Senadores que não se interessam em reformar o caduco Código Penal brasileiro.

    1. Excelente seu comentário! Mas eu acrescentaria ao que você disse o ineficiente e ultrapassado modelo de investigação criminal brasileiro, baseado no inquérito policial, onde se dá muito mais atenção ao cumprimento de regras cartorárias do que ao resultado que deveria ser alcançado. Como resultado disso o número de elucidação de casos de homicídio no brasil não chega a um percentual de 8%, enquanto em países como a inglaterra esse número é de 95%.

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Judiciário

Omissão do governo e do Congresso contra corrupção decepciona, diz Moro

O juiz federal Sergio Moro criticou nesta quinta (14) nos EUA a omissão do governo e do Congresso na luta contra a corrupção e negou que a Operação Lava Jato, que ele conduz, seja uma “caça às bruxas” com motivações políticas.

“Até agora, o Poder Executivo e o Congresso não fizeram uma contribuição significativa para os esforços do Brasil na luta contra a corrupção. Por exemplo, eles poderiam proposto e aprovado leis melhores para prevenir a corrupção. Também poderiam ajudar os esforços dos agentes de Justiça de outras formas. Sua omissão é muito decepcionante”, afirmou Moro em evento do centro de estudos Wilson Center, em Washington.

“Para ser justo, o atual governo disse em várias oportunidades que apoia as investigações. Mas os brasileiros deveriam esperar mais que apoio em discursos.”

Em sua exposição, Moro apontou as falhas da Justiça criminal no Brasil, afirmando que, em geral. “Ela não funciona muito bem em casos complexos, especialmente crimes de colarinho branco, corrupção e lavagem de dinheiro”.

Primeiro, disse, devido à lentidão da Justiça, que tornou comum condenados por crimes graves em cortes de primeira instância, como a dele, nunca irem para a prisão. E, segundo, porque a jurisdição do Supremo para julgar altas autoridades funcionou, “como regra, como um poderoso escudo contra a responsabilização eficiente de pessoas em lugares altos”.

SEGUNDA INSTÂNCIA

Como avanço positivo, Moro citou a decisão do Supremo Tribunal Federal de que o cumprimento da pena pode ocorrer antes da condenação definitiva.

“É uma espécie de revolução jurídica para casos complexos no Brasil. Nossa Suprema Corte demonstrou claramente com esse novo parecer, que entende completamente a conexão entre corrupção sistêmica e impunidade. Por esse parecer, ela merece muitos elogios e nossa gratidão coletiva”, disse.

Em seu discurso, Moro não mencionou a decisão recente do juiz do Supremo Celso de Mello, que contrariou a decisão do STF e suspendeu a execução do mandado de prisão de um réu em Minas Gerais, condenado em segunda instância por assassinato.

“A Justiça funciona quando o inocente vai para a casa e o culpado vai para a prisão. Esse desfecho não deveria depender das condições econômicas ou políticas do réu. Há ainda muito o que fazer para avançar nesse aspecto.”

Para ele, contudo, a Lava Jato mostra que é possível fazer muito, mesmo sob o atual sistema, “contanto que o problema seja confrontado e tratado com seriedade”, disse. “A Justiça não pode ser um faz de conta com casos que nunca acabam e pessoas que foram provadas culpadas de crimes que nunca são punidas”.

“Nenhum país é predestinado a viver com um corrupção sistêmica, pois não é um fenômeno natural. Descobri-la e revelá-la, mesmo se gerar grande impacto no curto prazo, não é parte do problema, mas parte da cura”, afirmou.

CORRUPÇÃO SISTÊMICA

Diante de um auditório lotado, grande parte de brasileiros, Moro contou como a Lava Jato teve início com uma investigação limitada que acabou revelando corrupção sistêmica na Petrobras e expôs o fato de que a pratica era “a regra do jogo” na negociação de contratos públicos. Ele reiterou que a maior responsabilidade em mudar isso é do governo.

“Vamos deixar claro: o governo é o principal responsável por criar um ambiente político e econômico livre de corrupção sistêmica. O governo, com maior visibilidade e poder, ensina pelo exemplo”, disse.

“Melhores leis podem ser aprovadas para melhorar a eficiência do sistema de Justiça criminal e aumentar a transparência e a previsibilidade das relações entre os setores público e privado, reduzindo incentivos e oportunidades para práticas corruptas”.

O juiz também respondeu às críticas de que a Lava Jato tenha motivação política. “A Lava Jato não é uma caça às bruxas”, afirmou. “Ninguém está sendo acusado ou condenado com base em opinião política”.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Esse Moro tem uma visão corretíssima. Pode ser que ele não pratique o que diz. Mas que tem uma ideia corretíssima sobre o nosso Brasil.

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Judiciário

Estado terá que solucionar condições precárias de trabalho em delegacia no Alto Oeste

A Vara do Trabalho de Pau dos Ferros deferiu decisão liminar obrigando o Estado do Rio Grande do Norte a providenciar uma série de medidas visando à melhoria do meio ambiente de trabalho e o cumprimento de normas de saúde e segurança na Delegacia de Polícia Civil do município de Marcelino Vieira, no Alto Oeste Potiguar.

A juíza Jólia Lucena da Rocha Melo, titular da vara, atendeu à Ação Civil Pública do Ministério Público do Trabalho de Mossoró e determinou que o Estado apresente, no prazo máximo de 60 dias corridos, cronograma detalhado para implementação imediata de reformas estruturais no prédio e medidas administrativas que satisfaçam às condições de saúde, higiene e segurança do trabalho impostas pela legislação.

“Diante das condições adversas de trabalho relatadas nos autos do processo, a magistrada demonstrou ao mesmo tempo rigor técnico e sensibilidade quanto à urgência da implementação de medidas que visem à preservação da saúde e a integridade física dos profissionais que atuam na delegacia”, destaca o procurador do trabalho Afonso Rocha, que assina a ação.

Dentre as obrigações impostas, o Estado terá que providenciar a manutenção periódica no prédio, proteger adequadamente todas as instalações elétricas, instalar extintores de incêndio em número e capacidade adequados, fornecer aos trabalhadores água potável, em condições higiênicas, e realizar análise ergonômica dos postos de trabalho e adequação do mobiliário.

Caso haja descumprimento do que foi determinado na decisão liminar, a multa diária será de R$ 10 mil reais por cada item desrespeitado.

Condições precárias – O MPT/RN foi noticiado através de denúncias recentes acerca das condições adversas no meio ambiente de trabalho na Delegacia de Polícia Civil de Marcelino Vieira. Em diligências realizadas pelo órgão foram constatadas as diversas irregularidades.

Relatório de inspeção sanitária, realizado em 2010 pela Secretaria de Saúde do município, já apontava vários dos problemas a que estavam expostos os trabalhadores e que persistem até a atualidade.

Foram aferidas condições inóspitas na cozinha, onde foram encontradas baratas nos cereais, moscas nos alimentos, além de pneus, produtos de limpeza e alimentos guardados conjuntamente; banheiro sem ventilação, dentre outras irregularidades.

O risco de incêndio é outra situação a que estão sujeitos os trabalhadores. Inspeção técnica da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) verificou fiação aérea e desprotegida; isolamento dos fios com indício de descolamento; fios mal isolados em contato entre si, inclusive no quadro de distribuição. A situação ganha contornos ainda mais preocupantes já que a unidade não possui extintores de incêndio.

Em outro laudo de vistoria técnica estrutural, requisitado pelo Ministério Público do Estado, constatou-se que o prédio se encontra em “péssimo estado de conservação”, inclusive com risco de desabamento da laje do banheiro.

Na última inspeção realizada pelo MPT/RN, no mês de junho, as condições inóspitas não se modificaram, o que levou o órgão a ingressar com a ação junto a Justiça do Trabalho solicitando medidas emergenciais para que o Estado implemente as modificações necessárias.

“Não há como se falar em valorização do trabalho humano sem que haja o devido respeito ao meio ambiente laboral. Deste modo, o trabalho seguro, hígido e saudável, mais que um princípio, constitui-se em uma obrigação de todo empregador, público ou privado”, destaca o procurador Afonso Rocha.

Confira a decisão liminar no site do TRT-RN (www.tr21.jus.br) pelo número 0000267-34.2016.5.21.0023.

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

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Finanças

NÃO FAZEM PARTE DO IMPEACHMENT: ‘Pedalada’ de Dilma no Plano Safra não foi operação de crédito nem crime, diz MPF

2016-922256006-201607081814335740.jpg_20160708Foto: Marcos Alves / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) concluiu que a “pedalada” fiscal envolvendo o Plano Safra – uma das duas bases do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado – não se configurou operação de crédito nem crime. O mesmo entendimento foi aplicado a outras “pedaladas”, que não fazem parte do impeachment, como os atrasos de repasses da União para a Caixa Econômica Federal (CEF) referentes a programas sociais como o Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial.

O procurador da República Ivan Cláudio Marx, responsável pelo procedimento criminal aberto no MPF no Distrito Federal, pediu nesta quinta-feira à Justiça Federal o arquivamento do inquérito. Na última sexta-feira, Marx já havia decidido arquivar parte das investigações, referente à “pedalada” com o BNDES. Os atrasos do governo nos repasses de auxílio de taxas de juros de financiamentos do banco foram entendidos como um “simples inadimplemento contratual”.

Este tipo de subsídio é o mesmo usado no Plano Safra: o governo, para garantir taxas menores nos financiamentos, faz aportes como compensação ao Banco do Brasil. O processo de impeachment no Senado diz que os atrasos do governo em relação ao Plano Safra configuram uma operação de crédito, uma infração à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e crime de responsabilidade de Dilma.

O crime descartado pelo procurador está previsto no Código Penal. É punido com prisão de um a dois e diz respeito a ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito sem prévia autorização legislativa.

PROCURADOR VÊ APENAS IMPROBIDADE

O procedimento criminal no MPF foi aberto a partir dos processos do Tribunal de Contas da União (TCU), que listou 17 responsáveis pelas “pedaladas” fiscais e considerou a manobra como operação de crédito e infração à LRF. Os mesmos 17 eram alvos no MPF, entre eles os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Nelson Barbosa, o ex-secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin e o atual ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira. Se a Justiça aceitar, eles ficam livres da acusação criminal referente às “pedaladas”.

A conclusão do procurador da República responsável pelas investigações é que não houve crime, mas improbidade administrativa, uma vez que se objetivou uma maquiagem das contas fiscais com as “pedaladas”. “Todos os atos seguiram o único objetivo de maquiar as estatísticas fiscais, utilizando-se para tanto do abuso do poder controlador por parte da União e do ‘drible’ nas estatísticas do Banco Central”, disse Marx no pedido de arquivamento.

Um inquérito civil público investiga a prática de improbidade. O procedimento está na fase de apontar os responsáveis pelas manobras apuradas.

O procurador detalhou o entendimento sobre o Plano Safra. “Nos casos da equalização de taxas devidas pela União ao BNDES no PSI e ao Banco do Brasil no Plano Safra, não há que se falar em operação de crédito, já que o Tesouro deve aos bancos a diferença da taxa e não aos mutuários.”

O mesmo entendimento, de que não houve operação de crédito, se aplica aos atrasos para pagamento do Bolsa Família e outros programas sociais. A Caixa se viu obrigada a fazer esses pagamentos. Marx disse que havia previsão contratual para isso e que a prática vem desde 1994. “Todos seus praticantes devem ser responsabilizados ou nenhum o deve, no caso de se entender que não tinham conhecimento de que o tipo penal criado no ano de 2000 se amoldava àquela praxe preexistente e que permanecera até 2015 sem qualquer questionamento por parte das autoridades de controle.”

No despacho pelo arquivamento o procurador informou a abertura de um novo procedimento criminal, para apurar outra prática detectada pelo TCU. O tribunal apontou a existência de crime no pagamento de dívidas da União do Minha Casa Minha Vida sem autorização da lei orçamentária anual.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É pedalada, nao é pedalada. Talvez sirva para uma análise historica no futuro. No julgamento pelo Senado nao vai mudar um unico voto.

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Judiciário

Pedido de Lula para anular grampos não é consistente, diz Moro ao STF

Em manifestação enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal), o juiz Sergio Moro afirmou que “não é consistente” o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular interceptações telefônicas feitas pela força-tarefa da Lava Jato.

A declaração é uma resposta a um pedido de informações enviado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para que o juiz preste esclarecimento sobre atos que permitiram a divulgação de gravações de Lula com diversos político -entre eles, pessoas que tinham foro privilegiado e só podiam ser investigadas com aval do Supremo.

Os advogados de Lula pedem que o STF anule a validade, como prova, das interceptações.

No parecer, Moro afirmou que as investigações e as gravações voltaram para a Justiça do Paraná após análise do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF.

Moro disse que seguiu à risca a decisão de Teori e que não há investigação de pessoas com foro privilegiado.

“Em nenhum momento, há qualquer autorização deste juízo, ao contrário do que parece sugerir o reclamante [Lula], para investigação de autoridades com foro por prerrogativa de função”, escreveu o juiz.

“Quanto aos diálogos interceptados do ex-presidente com autoridades com prerrogativa de função, é evidente que somente serão utilizados se tiverem relevância probatória na investigação ou na eventual imputação em relação ao ex-presidente, mas é evidente que, nesse caso, somente em relação ao ex-presidente e associados sem foro por prerrogativa de função”, completou.

Para o juiz, “é prematura afirmação de que serão de fato utilizados, já que dependerá da análise de relevância do Ministério Público e da autoridade policial”.

Moro disse que “jamais serão eles utilizados em relação às autoridades com foro por prerrogativa de função, já que quanto a estas, mesmo se os diálogos tiverem eventualmente relevância criminal para elas, caberá eventual decisão ao eminente Ministro Teori Zavascki, ao qual a questão já foi submetida”.

“Enfim a pretensão aparente do reclamante [Lula] de que este Supremo Tribunal Federal novamente avoque o processo de interceptação e finalmente invalide os diálogos interceptados do ex-presidente com autoridades com foro privilegiado não é, portanto, consistente com a decisão já tomada pelo ministro Teori Zavascki, que não invalidou essa prova e que devolveu o processo a este Juízo, e que está sendo cumprida estritamente por este juízo”, afirmou.

PRIMEIRA INSTÂNCIA

O objetivo da defesa de Lula é suspender as investigações que estão na primeira instância sob o comando de Moro e retornar o caso para o Supremo.

As investigações contra o ex-presidente foram remetidas para Moro em junho, após decisão do ministro Teori Zavascki, que anulou uma gravação feita durante a Operação Lava Jato entre Lula e a presidenta afastada Dilma Rousseff.

“Mostra-se de rigor a concessão da medida liminar para que este Supremo Tribunal Federal avoque, novamente, todos os procedimentos conexos suspendendo-se, por consequência, o curso de tais procedimentos relacionados, bem como de quaisquer outros munidos com o conteúdo das interceptações em tela”, diz a ação.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. DJ . Meu amigo . Você me convenceu . Realmente seu nível de argumentação é impressionantemente sofisticada , inclusive do ponto de vista jurídico .

  2. Por muito menos do que isso Daniel Dantas ficou livre , na sathiagarra , inclusive com dois HABEAS CORPUS do titio Gilmar .
    Analisando na luz do direito e do esquerdo , Mororô , avançou o sinal .

    1. E Luladrão violou vários artigos do Código Penal e nem por isto consegue um Habeas Corpus. Me parece que a única diferença entre os meliantes Lula e Daniel Dantas é o tamanho da quadrilha… a de Daniel era bem menor… Sim, hoje Lula foi citado para falar do cofre forte do Banco do Brasil com 23 caixas de objetos e metais preciosos (ouro) que ele "ganhou" (kkkk) e que é guardado de "graça" (kkkkk) pela OAS em nome de seus filhos e mulher (kkkk) já que o molusco não sabe de nada….. o PT virou um piada de mal gosto.. somente os fanáticos (ou cúmplices) não entendem…

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Finanças

Deputados redirecionam pelo menos R$ 3 milhões em emendas para UTIs infantis

unnamedFoto: João Gilberto

A Assembleia Legislativa está empenhada, por meio do redirecionamento de pelo menos R$ 3 milhões em emendas dos deputados, incluídas no Orçamento Geral deste ano, para resolver o problema da deficiência de Unidade de Terapias Intensivas (UTIs) pediátricas e neonatal no Estado. Essa inclusive foi a pauta de reunião de uma comissão de parlamentares com a secretária adjunta de Saúde, Denise Aragão na manhã desta quinta-feira (14), além de representantes do Movimento Criança Viva e outras instituições interessadas no assunto.

“O nosso gesto para amenizar essa situação é redirecionar as verbas orçamentarias das nossas emendas para este exercício, para a Secretaria de Saúde abrir novos leitos de UTIs pediátricas e neonatal no Estado. Já estamos providenciando esse redirecionamento da Secretaria de Planejamento e Finanças”, disse a presidente da Frente Parlamentar Estadual da Criança e do Adolescente, deputada Márcia Maia (PSDB).

No Rio Grande do Norte, há um déficit de 300 leitos de UTIs infantis. Por isso, os parlamentares presentes na reunião comunicaram que já estavam asseguradas emendas que somam R$ 2 milhões e 400 mil, devendo esse montante chegar até R$ 3 milhões, na próxima semana, quando os deputados que ainda não o fizeram, confirmem o valor de suas emendas.

A secretária adjunta da Saúde, Denise Aragão vai fazer um levantamento para comunicar aos deputados até a próxima sexta-feira (22) quanto deve ser direcionado para custeio e quanto para equipamentos. Em seguida será marcada uma audiência com o governador Robinson Faria (PSD), a Secretária de Saúde, Eulália de Albuquerque Alves e a comissão que se reuniu nesta quinta-feira.

Durante a reunião, o médico Madson Vidal, representante do grupo Criança Viva, fez um apelo aos participantes que não permitam que a UTI mista, pediátrica e neonatal, do hospital Maria Alice Fernandes, a única em hospital do Estado, feche por um só dia, onde funcionam 10 leitos. Ele também agradeceu o empenho dos deputados em ajudarem na solução do problema.

“Com essa ajuda a gente vai diminuir a angústia dos pais que ficam vendo as suas crianças morrerem por falta de atendimento”, disse Madson.

Participaram da reunião os deputados Márcia Maia, Fernando Mineiro (PT), Álvaro Dias (PMDB), Cristiane Dantas (PCdoB), Getúlio Rêgo (DEM), Hermano Morais (PMDB) e os representantes do Criança Viva, Frentes Parlamentares da Criança e do Adolescente Estadual e Municipal, Conselho Regional de Medicina (CRM) e da Defensoria Pública.

ALRN

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