Diversos

NOTA DE PESAR – Falecimento de Júnior Laurentino

Júnior LaurentinoÉ com imenso pesar que a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – Femurn, em nome do presidente Francisco José Júnior, lamenta o falecimento do ex-prefeito do município de Tenente Laurentino, Júnior Laurentino. O ex-gestor, que tinha 61 anos de idade, faleceu vítima de infarto, nesta manhã. Com os sentimentos de solidariedade à família, reafirmamos a perda de um grande gestor público municipal do RN.

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Política

PMDB racha de novo e Mauro Lopes vai ao Planalto tratar da Aviação Civil

maurolopesFoto: Gustavo Lima | Câmara dos Deputados

A avidez por cargos minou a propalada unidade do PMDB.

Embora o partido tenha aprovado no sábado, na convenção, uma regra proibindo integrantes do partido de assumir novos cargos no governo, Dilma Rousseff anunciou ontem aos peemedebistas que, conforme combinado com Leonardo Picciani, o mineiro Mauro Lopes (foto) será oficializado na Secretaria de Aviação Civil.

Lopes vai hoje ao Palácio do Planalto tratar o assunto com Ricardo Berzoini. O entendimento dos peemedebistas governistas é que não é válida a regra aprovada na convenção do partido, no sábado, proibindo correligionários de aceitar novos cargos no governo, durante 30 dias.

Na visão deles, isso é uma moção, a exemplo da que pedia o rompimento com o governo, e, quando ela foi aprovada, já estava decidido que quaisquer moções só seriam discutidas pela executiva nacional.

É o velho PMDB de guerra.

Lauro Jardim, O Globo

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Polêmica

Dilma aposta em Lula como ministro para barrar impeachment

dgVeja os bastidores em reportagem no Jornal das Dez e comentários com Merval Pereira e Dony De Nuccio clicando AQUI

Blog do Camarotti, G1

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Diversos

Governo tentou comprar o silêncio de Delcídio do Amaral, destaca Veja

aloizio-mercadante-2015-3413-originalO recado de Mercadante a Delício: ‘Só estou aqui pra ajudar'(Ed Ferreira/Folhapress)

O senador Delcídio do Amaral cumpria uma jornada dupla quando era líder do governo. Em público, presidia a poderosa Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e negociava a aprovação das medidas de ajuste fiscal consideradas prioritárias pela presidente Dilma. Nos bastidores, era peça-chave na estratégia destinada a impedir que a Operação Lava-Jato descobrisse a cadeia de comando do petrolão. Longe dos holofotes, Delcídio atuava como bombeiro. Conversava com empreiteiros, funcionários da Petrobras e políticos acusados de participar do esquema de corrupção, anotava suas demandas e informações de bastidor e, depois, relatava-as em detalhes a Dilma e a Lula. Sua missão era antever dificuldades e propor soluções. Foi ele quem alertou a presidente de que a Odebrecht tinha pagado no exterior ao marqueteiro João Santana por serviços prestados a campanhas presidenciais do PT. Foi ele quem falou para Lula que petistas estrelados estavam reclamando de abandono e falta de solidariedade. Aos dois chefes, Delcídio fazia o mesmo diagnóstico: “Enterramos nossos cadáveres em cova rasa. É um erro. Precisamos enterrá-los com dignidade”.

Dignidade, no caso, significava ajudar companheiros e executivos presos ou sob investigação com dinheiro, assistência jurídica e lobby a favor deles nos tribunais superiores, para evitar que contassem às autoridades segredos da engrenagem criminosa que desviou, segundo a Polícia Federal, quase 50 bilhões de reais da Petrobras. Delcídio repetiu essa cantilena de forma exaustiva até ser preso e – como gosta de dizer – traído. Lula o chamou de imbecil por ter sido gravado ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró, um dos delatores do petrolão. O PT também o rifou em público. Com medo de expiar seus pecados em cova rasa, o bombeiro, agora no papel de incendiário, mostrou-se disposto a contar às autoridades tudo o que viu, ouviu e fez a mando de Lula e Dilma durante treze anos de intimidade com o poder. Não era um blefe. O acordo de delação premiada no qual Delcídio afirma que Lula e Dilma sabiam da existência do esquema de corrupção e atuaram a fim de mantê-lo em funcionamento foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). A colaboração, apelidada de “A delação”, só foi formalizada porque o senador resistiu a uma proposta generosa de “enterro com dignidade” apresentada pelo petista Aloizio Mercadante.

Ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma, atual titular da pasta da Educação e um dos ministros mais próximos da presidente, Mercadante prometeu dinheiro e ajuda para que Delcídio deixasse a prisão e escapasse do processo de cassação de mandato no Senado. Em contrapartida, pede que Delcídio não “desestabilize tudo” com sua delação. O ministro não tratou diretamente com o senador, que já estava sob a custódia da polícia, mas com um assessor da estrita confiança do senador, José Eduardo Marzagão. Os dois se reuniram duas vezes no gabinete de Mercadante no ministério. As conversas foram gravadas por Marzagão e entregues à Procuradoria-Geral da República por Delcídio, que, em depoimento formal, disse que o ministro agira a mando de Dilma. Com essa observação, acusou o ministro e a presidente de tentar comprar o silêncio de uma testemunha, obstruindo o trabalho da Justiça. Era o acerto de contas de Delcídio com os senhores que lhes viraram as costas. “Me senti pressionado pelo governo”, disse ele aos procuradores.

Nos diálogos, aos quais VEJA teve acesso, Mercadante oferece ajuda financeira à família de Delcídio e promete usar a influência política do governo junto ao Senado e ao Supremo Tribunal Federal para tentar evitar a cassação do senador e conseguir sua libertação. Além de dizer a Marzagão que Delcidio deveria ficar “calmo”, deixar “baixar a poeira” e não fazer “nenhum movimento precipitado”, Mercadante prometeu procurar o presidente do Senado, Renan Calheiros, para armar um plano de modo a fazer com que o Senado voltasse atrás na decisão, tomada em plenário, ratificando a ordem de prisão expedida pelo Supremo. “Por que é que não pede reconsideração ao Senado? Pode?”, questiona o ministro. “Acho que não”, diz o assessor. “Em política, tudo pode”, ensina Mercadante.

Descrevendo seu plano, Mercadante deixa claro ao assessor que vai tentar “construir com o Supremo uma saída” para Delcídio. Diz que Ricardo Lewandowski, o presidente do STF, poderia libertar Delcídio por meio de liminar, durante o recesso de fim de ano do Judiciário. “O presidente vai ficar no exercício… Também precisa conversar com o Lewandowski. Eu posso falar com ele pra ver se a gente encontra uma saída”, oferece Mercadante. Sem citar o nome, o ministro dá a entender que irá procurar outro ministro do STF e que sua ideia é fazer com que o Senado procure Teori Zavascki para pleitear a soltura do senador. “Talvez o Senado possa fazer uma moção, a mesa do Senado, ao Teori, entendeu? Um pedido: olha, nós demos autorização considerando o flagrante, considerando as condições etc, mas não há necessidade pá, pá, pá – pá, pá, pá. E tentar construir com o Supremo uma saída”, diz. A menção ao STF foi ligeira mas estratégica. Naquela altura, a prioridade da família de Delcídio era libertá-lo antes do Natal. Havia, entretanto, a suspeita de que Teori negaria, como de fato ocorreu, o pedido de habeas-corpus. A oferta de Mercadante remediaria o problema.

Sobre a possibilidade de uma delação de Delcídio, Mercadante diz: “Eu acho que ele devia esperar, não fazer nenhum movimento precipitado, deixar baixar a poeira, ele vai sair, a confusão é muito grande.” A primeira conversa entre Mercadante e o assessor de Delcídio ocorreu no dia 1º de dezembro, uma semana após a prisão do ex-líder do governo. A segunda conversa deu-se no dia 9 de dezembro, um dia após a família de Delcídio decidir contratar o escritório do advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, um dos principais especialistas em delação premiada no país. No primeiro encontro com assessor, Mercadante se mostra cauteloso. Diz que Delcídio é “fundamental para o governo”, fala em lealdade, promete ajuda e deixa entender que fala em nome da presidente Dilma: “Eu sou um cara leal. A Dilma sabe que se não tiver uma pessoa para descer aquela rampa, eu vou com ela até o final.”

Fica claro que Mercadante está preocupado em acalmar a mulher e as filhas de Delcídio, principais incentivadoras de um acordo de delação. Diz ao assessor do senador: “Eu tô te chamando aqui para dizer o seguinte: eu serei solidário ao Delcídio. Eu gosto do Delcidio, eu acho ele um cara muito competente, muito habilidoso, foi fundamental para o governo (…) Eu vi o que estão fazendo com as filhas dele. Uma canalhice monumental. Imagino o desespero dele. Então você veja o que ele precisa que eu posso ajudar.” O ministro aconselha o assessor a dizer para Delcidio seguir em silêncio para “não ser um agente que desestabilize tudo”. Chega a fazer uma ameaça velada, caso o petista revele os podres do governo: “Vai sobrar uma responsabilidade pra ele monumental, entendeu?”.

No segundo encontro, ainda sob o impacto da notícia da contratação do especialista em delações, Mercadante é mais explícito. Revela seu plano no Judiciário, reclama que por causa dos rumores de acordo com a Lava-Jato nem Renan Calheiros, investigado no STF, nem o governo poderão se mexer para salvar Delcídio. Chega a pedir para que o petista abafe o assunto delação. Diz Mercadante: “Como é que o Renan vai se mexer… Eu sei que ele tá acuado porque o outro vai… Entendeu? Como é que o governo se mexe, porque parece que tem alguma coisa que ele (Delcídio) sabe do rabo de alguém. Então, eu acho que tem que tirar isso (delação) da pauta nesse momento.”

O assessor de Delcídio relata as dificuldades financeiras do senador, afirma que a família está planejando vender imóveis e se desfazer de bens para custear o processo. Mercadante se dispõe a viajar ao Mato Grosso do Sul para dar assistência à família: “Isso aí também a gente pode ver no que é que a gente pode ajudar, na coisa de advogado, essa coisa. Não sei. Pô, Marzagão, você tem que dizer no que é que eu posso ajudar. Eu só tô aqui pra ajudar. Veja o que que eu posso ajudar”. O ministro explica que, se a mulher de Delcídio aceitasse conversar, ele organizaria uma visita, como ministro da Educação, em alguma universidade do estado para ocultar o real objetivo da viagem.

Marzagão trabalha com o senador há treze anos. Nos 87 dias em que o petista ficou preso, Marzagão só não fez companhia a ele uma única vez, quando foi ao casamento da filha em Fortaleza. Era Marzagão quem levava e trazia informações, providenciava alimentação e livros, ouvia histórias e compartilhava de desabafos e crises de choro. Antes de procurar o assessor, Mercadante tentou contato com a esposa do senador. O ministro foi repelido com contundência. Maika, a esposa de Delcídio, não escondia a raiva pelo fato de o marido ter se prestado, segundo ela, a fazer serviços sujos para Lula e Dilma, como a tentativa de comprar testemunhas do petrolão, motivo que o levou à prisão. Além disso, Maika sabia que o ministro sempre fora um desafeto de Delcídio no partido. Os dois, senador e ministro, nunca foram amigos, nem mantinham relações amistosas. Por isso, Maika viu a tentativa de aproximação de Mercadante com estranhamento.

Ao ser chamado para uma conversa com um desafeto de Delcídio, Marzagão resolveu gravar tudo, como medida de precaução. Temia ser alvo de uma armadilha tramada pelo governo a fim de desmoralizar o senador, que, como antecipara VEJA, ameaçava contar seus segredos às autoridades. O senador e seu assessor também sabiam como o Ministério Público valorizava gravações com tentativas de obstruir a Justiça. Afinal, uma gravação e uma proposta de auxílio financeiro levaram Delcídio à cadeia, acusado de tentar sabotar o trabalho da Justiça. Como Mercadante, Delcídio também queria calar uma testemunha.

A proposta de silêncio (CLIQUE AQUI em texto na íntegra e confira TODO o diálogo bombástico).

Veja

Opinião dos leitores

  1. Agora começamos a entender a razão do silêncio de muitos. Tem muito pichuleco na jogada. Se a Marcos Valério foram repassados milhões, quanto será que tem custado o silêncio da OAS e da Odebrecht?
    Não existem delações e provas suficientes para que sejam tomadas as medidaslegais necessárias junto ao centro, agora revelado, do esquema de corrupção? Estão esperando o quê? Fechar a delação do Deputado Pedro Corrêa e da Andrade Gutierez, que assim como Delcídio estão dando nomes aos bois que mandam no pasto? Cuidado para não ser tarde demais!

  2. Mais um petista que será preso: após Silvio Pereira, Delúbio Soares, José Dirceu, João Vaccari, Delcídio Amaral, chegou a vez de Aloizio Mercadante. Irá para o xilindró antes do capo maior, Lula.

    1. Todos os corruptos na cadais, mas a diferente dos alienados petista, não trataremos bandidos como heróis! Acho que vai faltar Rivotril e Lexotan nas farmácias!!! A tetinha está secando a cada dia!!!

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Judiciário

STF divulgará conteúdo da delação de Delcídio do Amaral até o fim do dia

O ministro Teori Zavascki aceitou os termos propostos pelo senador Delcídio do Amaral, que até sua prisão em novembro era líder do governo, e tornou o parlamentar um colaborador premiado da operação Lava Jato. Ele fornecerá informações em troca de uma redução na pena.

Ao homologar o acordo, o ministro suspendeu o sigilo do processo. O conteúdo do acordo será divulgado até o fim do dia pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

http://jota.uol.com.br/stf-homologa-delacao-premiada-de-ex-lider-do-governo-delcidio-do-amaral

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Judiciário

STF homologa delação premiada de Delcídio do Amaral

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira (15) a delação premiada firmada entre o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a Procuradoria Geral da República (PGR) para colaborar com as investigações da Operação Lava Jato.

A homologação confere validade jurídica ao acordo, atestando que ele cumpre regras estabelecidas em lei. A partir desse ato, a PGR poderá separar fatos narrados pelo senador, em depoimentos já prestados, que levantam suspeitas sobre crimes e pessoas neles supostamente envolvidas.

Com o material, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir novas investigações ao Supremo Tribunal Federal (STF) – no caso de suspeitas sobre autoridades com o chamado foro privilegiado – ou anexar elementos a inquéritos já em andamento – atualmente, são ao menos 40 parlamentares e ministros investigados na Corte, junto com outras 32 pessoas sem prerrogativa de foro também alvo de diligências.

Em acordos de colaboração premiada, uma pessoa investigada confessa seus crimes e aponta envolvimento de outras pessoas, apresentando meios para a Polícia e o Ministério Público coletarem provas. Em troca, pode obter redução de pena caso condenada pela Justiça.

O teor da delação de Delcídio ainda permanece sob sigilo, que poderá cair quando a PGR apresentar denúncias contra os suspeitos ou quando entender que a revelação dos depoimentos não poderia mais prejudicar as investigações.

Várias partes da delação, no entanto, foram reveladas nas últimas semanas pela revista “Istoé”, envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, além de políticos do PMDB e ex-ministros de governo (leia abaixo trechos citados pela revista).

Acusações contra Dilma

Na edição desta semana, a revista afirma que a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, braço-direito de Dilma até 2010, teria sido a principal operadora de um desvio de R$ 45 milhões de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, para campanhas do PT e do PMDB.

De acordo com a reportagem, no acordo de colaboração, Delcídio conta que Erenice Guerra e os ex-ministros Silas Rondeau, do governo Lula, e Antonio Palloci, dos governos Lula e Dilma, movimentaram cerca de R$ 25 bilhões e desviaram pelo menos R$ 45 milhões dos cofres públicos diretamente para as campanhas eleitorais do PT e do PMDB em 2010 e 2014.

O senador explica, segundo a revista, que os desvios da usina vieram tanto do pacote de obras civis, que consumiram cerca de R$ 19 bilhões, como da compra de equipamentos, que chegou a R$ 4,5 bilhões. Em todas as etapas do processo teria havido superfaturamento.

No início do mês, “IstoÉ” revelou outro trecho em que Delcidio contou que Dilma agiu para manter na Petrobras os diretores comprometidos com o esquema de corrupção e atuou para interferir no andamento da Operação Lava Jato.

Uma dessas ações, segundo o senador, foi a nomeação para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) do ministro Marcelo Navarro, que se teria se comprometido a votar, em julgamentos no tribunal, pela soltura de empreiteiros já denunciados pela Lava Jato.

Delcídio ainda afirma, que, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma sabia que havia um esquema de superfaturamento por trás da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e atuou para que Nestor Cerveró, ex-diretor da estatal e um dos presos na Lava Jato, fosse mantido na direção da Petrobras. A presidente, segundo o senador, indicou Cerveró para a diretoria financeira da BR Distribuidora.

Delcídio descreveu ainda uma operação de caixa dois na campanha de Dilma em 2010 feita pelo doleiro Adir Assad, também preso na Lava Jato. Segundo o senador, o esquema seria descoberto pela CPI dos Bingos, mas o governo conseguiu barrar a investigação dos parlamentares.

As acusações contra Lula

Ainda de acordo com a revista, Delcídio afirmou que Lula tinha conhecimento do esquema de corrupção da Petrobras, que agiu pessoalmente para barrar as investigações da Lava Jato e que seria o mandante do pagamento para tentar comprar o silêncio de testemunhas.

O ex-presidente, segundo Delcídio, foi o mandante dos pagamentos que o senador ofereceu à família de Cerveró e que resultaram na prisão do senador, em novembro. De acordo com Delcídio, Lula pediu “expressamente” para que ele ajudasse o pecuarista José Carlos Bumlai, porque estaria implicado nas delações do lobista Fernando Baiano e de Cerveró.

O senador afirma, segundo a revista, que Lula não queria que Cerveró mencionasse o esquema de Bumlai na compra de sondas superfaturadas feitas pela estatal. Na delação, Delcídio diz que intermediaria o pagamento à família de Cerveró com dinheiro fornecido por Bumlai.

O senador também afirma, de acordo com a publicação, que em 2006 Lula e o ex-ministro da Fazenda e da Casa CivilAntonio Palocci teriam articulado um pagamento ao publicitário Marcos Valério para que ele não dissesse o que sabia durante o processo do mensalão.

De acordo com o parlamentar, Valério exigiu R$ 200 milhões para se calar na CPI dos Correios, e Lula teria cedido. Palocci, conforme o depoimento, assumiu a tarefa de negociar o pagamento.

G1

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Polêmica

POLÊMICA APÓS RECLAMAÇÃO DE ATENDIMENTO DE MÉDICA: Sindicato dos médicos diz que vai denunciar prefeito do Rio por assédio moral

O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro afirmou nesta segunda (14) que vai denunciar, por assédio moral, o prefeito, Eduardo Paes (PMDB), ao Ministério Público do Trabalho.

Segundo o sindicato, Paes maltratou uma médica do Hospital Municipal Lourenço Jorge na noite de domingo (13), quando levou o seu filho de 11 anos até a emergência da unidade.

O prefeito teria ficado insatisfeito com o atendimento e reclamado com a médica.

De acordo com nota do sindicato, o prefeito “não ficou satisfeito por ter sido tratado como um cidadão comum. A médica solicitou o documento de identidade do menino para abrir uma ficha médica e cumprir a rotina normal do hospital.”

“É inadmissível que a autoridade maior da prefeitura do Rio tenha esquecido das regras da administração pública, tais como a civilidade, a urbanidade, a moralidade, e tenha tratado um profissional de Saúde desta forma, gerando um quadro de trauma emocional que permanece até hoje”, disse, na nota, o presidente do sindicato, Jorge Darze.

Paes disse, nesta segunda, que a médica se demitiu, mas que ele não solicitou a demissão. Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde não se pronunciou até o momento.

“Eu não pedi a demissão de ninguém. Quando eu tenho um caso de emergência com meu filho eu o levo no hospital público. E lá fui conversando com pacientes e tive reclamações. Não faltava médico, não faltava estrutura, a coisa estava funcionando bem, de maneira organizada. Meu filho foi bem atendido, mas tem uma certa coisa de procedimento, de postura, de atenção, que é muito importante”, disse.

“Se o prefeito achou que as condições não foram satisfatórias, ele e o secretário municipal de Saúde são os principais responsáveis pelo tipo de atendimento prestado”, declarou a vice-presidente do sindicato, Sara Padron, também em nota.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Aí eu pergunto: E o assédio moral que os pacientes do serviço público de saúde sofrem qdo procuram a rede de atendimento médico por parte de alguns profissionais??!! Esses infelizmente não tem associações de classe para defende-lo….

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Meio Dia Cidade

MEIO-DIA CIDADE desta terça terá como entrevistados o procurador-geral de Justiça do RN, Rinaldo Reis, e o presidente da AMARN, juiz Cleofas Coelho

O procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Rinaldo Reis, será o entrevistado desta terça-feira (15) do programa MEIO-DIA CIDADE. O presidente da Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (AMARN), juiz Cleofas Coelho de Araújo Júnior, também estará presente no programa de hoje para um bate-papo com Bruno Giovanni e Paulo Araújo.

Participe você também do programa através das nossas redes sociais. Anote aí:

WhatsApp: +55 84 99212-2276;

Twitter: @meiodiacidade;

Facebook: /meiodiacidade e

Instagram: @meiodiacidade.

Programa MEIO-DIA CIDADE, com Bruno Giovanni. De segunda a sexta, sempre às 12 horas, na Rádio Cidade Natal (94,3 FM). Ouça também através do site www.radiocidadenatal.com.br, e do aplicativo TuneIn Radio (Rádio Cidade FM (Natal).

Opinião dos leitores

  1. Faz aproximadamente 2 anos que o Procurador-Geral prometeu reajustar o auxílio-saúde dos servidores em R$50 e até agora nada; ano passado reajustou o salário dos funcionários abaixo da inflação.
    Nesse meio tempo ele concedeu auxílio moradia de R$4.377,73 reais para promotores e procuradores , bem como todos os reajustes do Supremo para eles, o que representou outros milhares de reais a mais nos contracheques do membros.
    O que ele tem a dizer a respeito disso?

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Denúncia

Entidades denunciam adjunto da STTU por fraude e indícios de corrupção na Prefeitura

Entidades estudantis decidiram denunciar o secretário adjunto da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), Clodoaldo Cabral, por participar de um suposto esquema fraudulento na emissão de carteiras estudantis com indícios de corrupção na Prefeitura.

Segundo a denúncia, Clodoaldo Cabral teria sido decisivo para a gestão Carlos Eduardo ter decidido renovar um “convênio fraudulento” firmado ainda durante a gestão Micarla de Sousa, entregando a UNE e a UBES a emissão das identidades estudantis eletrônicas. O documento jamais foi divulgado, assim como não teria sido feita qualquer concorrência para a escolha das entidades.

Além disso, desde o início da parceria entre a Prefeitura até hoje, nunca foi divulgado o valor repassado pela capital potiguar para a UNE e UBES. Isso sem contar a ocultação do convênio e das regras do mesmo.

O processo é assinado pelos presidentes da União Norte-riograndense de Estudantes (URNE), União Portiguar dos Estudantes (UPES), Organização Estudantil do Rio Grande do Norte (OERN) e União dos Estudantes do Norte Nodeste (UNEN).

Assessoria Urne

Opinião dos leitores

  1. Boa noite, meu nome é Maria Cristina A. Gurgel, telefone para contato é 9 98651508. Caso o blog se interessar e quiser entrar em contato pelo e-mail ou se preferir irei deixar pessoalmente a documentação comprovando que sou a diretora de fato e de direito da entidade UNEN,desconhecendo esse jovem chamado Alex que tá agindo de má fé,tentando denegrir a imagem de uma entidade séria e comprometida,portanto quero deixar claro que podemos comprovar através de ata que realmente somos a nova diretoria . Diante do exposto queremos registrar a nossa indignação e dizer se preciso for entraremos com uma ação judicial contra esse jovem.

  2. Acho um absurdo sermos obrigados a pagar um valor de 25 em um documento que já é de direito nosso parabéns entidades por esta briga em Devesa dos estudante do nosso RN

  3. É imoral ver que a corrupção está em vários pontos da nossa sociedade, agora até nas carteiras de estudante, espero que seja descoberto logo esse problema e que os responsáveis Pagem pelo que fizeram.
    E mais uma vez vejo a UNE E UBES sendo citada em problemas, não faria mina carteira com elas de jeito nenhum!!!

  4. Não é de agora sempre em paradas de ônibus e muitas vezes no interior dos ônibus, se escuta sobre tal fraude.

    Acredito que o MP tomará as providências cabiveis, uma das poucas instituições que ainda gozam de credibilidade no Brasil.

  5. Não deveria ter entidade estudantil nenhuma a prefeitura deveria dar essas carteiras a baixo para população, essas entidades estão achando ruim porque estão perdendo dinheiro. Não vejo elas fazendo nenhuma ação positiva para os estudantes.

  6. Acho válido o estudante ter o direito de escolher sua entidade estudantil e não ser OBRIGADO a fazer uma carteira de estudante a 25,00. Um absurdo ..

  7. Boa tarde. Sou Alex Moura do Nascimento coordenador da UNEN não assinei essa nota, sou a favor do processo das entidades nacionais UBES e UNE, gostaria que retirasse o nome da entidade nessa nota! Fico no aguardo da mesma. se não, vou acionar a justiça o direito de resposta!

    1. Olha Alex, vc pode até acionar quem quiser, mas nesse caso vc vai acionar quem fez nota, agora se vc pedir serenamente informando que usaram seu nome indevidamente e que não procede, o blog tira sem problema.

    2. Acompanho a luta estudantil, dizer que não fazem nada é no mínimo falta de informação, se elas não existissem não existiria a meia-passagem nem meia-entrada. só pesquisar as inúmeras ações na justiça que as entidades já ganharam pra defender a meia passagem e meia entrada.

    3. Alex, o que foi assinado foi a Ação Judicial, infelizmente pessoas como vocês lêem o início da Matéria e não as além até o fim!
      E outra coisa, uma Entidade Estudantil não é composta de um Dirigente!
      Então vamos se colocar noz devidos lugares e respeitar as instituições que não são pessoais mais sim do Movimento Estudantil em suas Ordens!
      Quando estamos em nossas casas, falamos que ninguém fala por nós, mais quando participamos de um Colegiado respeitamos a posição dos Pares.
      #FicaaDica

  8. Eu agora que pago mais caro com isso pois de RS 20,00 agora vai ser 25,00 e o cartao que era de graça agora eu tenho que pagar por ele…absurdo

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Diversos

CPJ aprova resoluções para remanejar promotorias em Natal

O Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte aprovou duas Resoluções em sessão realizada no plenário da Procuradoria-Geral de Justiça.

Uma delas redistribui atribuições de duas Promotorias da Fazenda Pública de Natal e uma da Família. De acordo com esta redistribuição, uma da Fazenda e a da Família passam a ter atribuições de defesa dos direitos de cidadania e a outra da Fazenda assume as atribuições de defesa dos direitos do idoso e da pessoa com deficiência.

Já a outra Resolução transfere atribuições do 41º promotor de Justiça de Natal, na área do Meio Ambiente, para o 71º promotor de Justiça de Natal, que atuava perante o Juizado Especial Criminal da Zona Sul, atualmente extinto.

Com isso, a capital passa a ter dois promotores destacados para defender exclusivamente os direitos da cidadania, como os relacionados a concursos públicos, iluminação pública, assistência social de pessoas pobre, direitos de minorias, entre outros.

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Diversos

Publicada nomeação de novos juízes do TJRN

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Claudio Santos, nomeou os 40 candidatos aprovados no último concurso público para juiz substituto.

As portarias de nomeação foram publicadas na edição desta segunda-feira (14) do Diário da Justiça eletrônico. Os 40 novos juízes serão empossados nos próximos dias e passarão por curso de formação promovido pela Esmarn antes de assumirem suas funções.  Veja aqui os nomeados.

JURINEWS

Opinião dos leitores

  1. Parabenizo os novos Magistrados,em especial os Drs Pedro Paulo Filho e Daniel Lucena respectivamente filhos dos DPCs Pedro Paulo Falcão e Luiz Lucena,bem como Dr Rocha Jr q trilhou o caminho para a magistratura passando pela PRF em seguida DPC/RN até chegar a condição de Juiz Substituto….

    1. Na verdade, se foi ironia, mistrou desconhecimento. As atribuições legais (chamadas competências) não se assemelham. Matérias distintas e, adiante-se, estrutuas de trabalho sem semelhança.

  2. Parabéns ao Des. Claudio Santos! Com as medidas de austeridade tomadas no início de sua gestão, colhe agora os frutos, com a nomeação de 40 novos Magistrados (12 anos que não se nomeava juízes aqui). Com certeza, se amenizará o problema da demora na prestação jurisdicional no interior do Estado (há Comarcas, como São Miguel, que há 10 anos não tem juiz titular. Mais da metade das Comarcas do Estado não tem hoje juiz titular). Ainda há muitos cargos vagos, os advogados do Estado esperam que as próximas gestões do Tribunal consigam resolver esse problema de uma vez por todas!

    1. Compreendo que, sem estrutura, nada frutificará. Decisões e despachos ocorrerão, mas quem cumprirá. Não ha servidor suficiente. Lamentável. Abrirá mecanismos de mais cobranças, porém, subtrai garantia de efetividade do trabalho que estes novos juízes desenvolvam.

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Polícia

‘Não’ e ‘sei’ estão entre as palavras mais faladas por Lula em depoimento

NUVEM_LULA_CENTRO-TEXTOUma análise do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio de programas que formam uma “nuvem de palavras” permite verificar quais foram os termos mais usados pelo ex-presidente no interrogatório feito pela Polícia Federal quando foi levado coercitivamente. Excluindo pronomes, conjunções e conjugações dos verbos ser e estar, nota-se que Lula, pela frequência da palavra “não”, nega indagações feitas pelo delegado. Por diversas vezes na oitiva, o petista diz não ter conhecimento sobre alguma informação perguntada a ele.

O programa “Wordle” mostra como as palavras “não” e “sei” estão entre as mais usadas pelo ex-presidente. Na época que o mensalão veio à tona, Lula disse que não sabia do esquema de compra de votos.

Como exemplo, em um dos trechos o delegado fala sobre as doações feitas ao Instituto Lula.

Delegado da Polícia Federal: Tem um valor mínimo de doação, tem alguma definição?

Lula: Não.

Delegado da Polícia Federal: É dado recibo?

Lula: É, porque tudo tem que ser legalizado, se a pessoa dá o dinheiro eu acho que a pessoa quer comprovação que doou.

Delegado da Polícia Federal: E é por transferência ou em reais?

Lula: Não sei, não sei.

Delegado da Polícia Federal: Qual era o montante médio anual de recurso auferido?

Lula: Ah, não sei, não pergunte para mim essas coisas financeiras porque eu não cuido disso.

O site que forma a “nuvem de palavras” demonstra ainda como o termo “querido” foi bastante usado por Lula para se referir ao delegado: apareceu 30 vezes. A palavra “instituto” foi usada 91 vezes por Lula, uma vez que ele foi questionado de maneira recorrente sobre o instituto que leva seu nome e as doações para ele.

O Globo

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Polícia

Mulher de João Santana troca advogado por especialista em delação

2016_890875525-201602231509172881.jpg_20160223Monica Moura, mulher de João Santana (ao fundo), sorriu para os fotógrafos ao ser presa pela Polícia Federal – Geraldo Bubniak / Agência O Globo

A publicitária Mônica Moura alterou sua estratégia de defesa e contratou um criminalista com experiência em acordo de delação premiada para defendê-la na Operação Lava-Jato. Há duas semanas, a publicitária e o marido, o marqueteiro João Santana, analisam a possibilidade de um acordo de colaboração. Os advogados negam que a mudança na estratégia de defesa seja motivada pela possibilidade de acordo.

— Decidimos separar as defesas, porque eram muito diferentes as funções de cada um dentro da empresa. João sempre foi da criação e Mônica, do financeiro — afirmou o criminalista Fabio Tofic Simantob.

O criminalista segue representando o marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006, enquanto a defesa de Mônica começou a ser feita pelo advogado Juliano Campelo Prestes.

— Assumimos hoje o caso da Mônica. Ainda não tivemos uma conversa sobre a estratégia de defesa — afirmou Campelo Prestes.

Os dois advogados se encontraram nesta segunda-feira em Curitiba e conversaram por meia hora com o casal na carceragem da Polícia Federal, onde os dois estão presos desde o dia 23 de fevereiro. Eles são acusados de receber ao menos US$ 7,5 milhões da construtora Odebrecht e do operador de propina da Petrobras Zwi Skornicki.

A possível delação de Mônica Moura pode ligar os pontos que faltam para a Lava-Jato provar que dinheiro desviado da Petrobras abasteceu ilegalmente campanhas eleitorais no Brasil, inclusive a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Novos documentos juntados às investigações nas útlimas duas semanas revelam que a Odebrecht fez repasses ao casal durante o período eleitoral.

O criminalista Juliano Campelo Prestes, que fez o acordo de colaboração do lobista Milton Pascowitch, ligado ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, disse que é cedo para falar em delação. Prestes deve voltar a se encontrar com a empresária nesta semana para discutir as bases da defesa.

— Ainda é cedo para falar em estratégia. Vamos analisar as possibilidades — afirmou.

O Globo

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  1. Chegou esbanjando superioridade e desdenhando do Sr Juiz Moro, agora está vendo que o Sr Juiz não brinca em serviço. "A dor ensina a gemer", senhora.

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Polícia

Colunista destaca que Henrique Alves não quer deixar ministério por causa do foro privilegiado

Está no Radar On-line, Veja

A decisão do PMDB de Santa Catarina de entregar os cargos no governo pode ser seguida por outras seções do partido nos próximos dias.

A convenção nacional do partido só não insistiu no rompimento imediato com Dilma Rousseff para evitar um constrangimento público a ministros que não querem deixar o posto agora. Os dois mais relutantes em sair são Katia Abreu (Agricultura) e Henrique Alves (Turismo).

No caso de Katia, pesa a relação pessoal próxima que ela estabeleceu com a presidente e um dever de lealdade.

No de Alves, ele teme ficar sem foro privilegiado, já que não tem mandato e pode vir a ser alvo de ação na Lava-Jato.

O PMDB considera que a evolução do quadro será rápida, e mesmo os mais relutantes concordarão em deixar a aliança naturalmente, sem precisar forçar uma briga interna.

Do blog: O Blog do BG antecipou essa situação informando que o diretório do PMDB no Rio Grande do Norte foi um dos que foi contra o rompimento imediato do partido com a presidente Dilma.

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Polícia

Homem se ‘interessa’ por vítima e é preso após devolver celular na Grande Natal

Um homem de 25 anos foi preso nessa segunda-feira (14) em Parnamirim, na Grande Natal, suspeito de roubar o celular de uma mulher e, em seguida, devolver o equipamento. A vítima informou à Polícia Militar que o suspeito ficou interessado por ela e pediu o número do telefone após entregar o aparelho.

Confira todos os detalhes no portal G1-RN clicando AQUI

 

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Religião

Vaticano canonizará Madre Teresa de Calcutá em setembro

O papa Francisco assinou hoje (15) o decreto de canonização de Madre Teresa de Calcutá, conhecida em todo o mundo pelas obras de caridade na Índia, anunciou o Vaticano.

A cerimônia de canonização será em 4 de setembro. A decisão foi tomada numa reunião de cardeais encarregados de examinar a causa da religiosa, que morreu em 1997 e foi beatificada em 2003.

Agência Brasil

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