Em movimento nacional, os agentes da Polícia Federal (PF) no RN realizam uma paralisação de 72 horas a partir desta terça-feira (11) em adesão ao movimento que reivindica aumento salarial, reestruturação de carreira e novo concurso para mais vagas. Também participam do “protesto” escrivães e papiloscopistas.
O movimento denominado “Segurança Pública padrão Fifa?” Segundo o Sindicato dos Policiais Federais do RN, a expectativa é de uma adesão de 70% da categoria no estado. A partir das 10h desta terça-feira (11), os federais promovem atos em frente à Superintendência da PF em Natal e na delegacia da PF em Mossoró. Durante o período de paralisação, as mobilizações seguirão na quarta e quinta.
O Juiz Federal da 8ª Vara Federal, Dr André Dias Fernandes – Seção Judiciária do Rio Grande do Norte expediu na data de ontem, 10 de Março, um mandado de reintegração de posse das residências do conjunto Santa Júlia, “Abolição V”, em Mossoró, invadidas por moradores sem tetos no dia 01 de Fevereiro passado. A ação foi promovida pela Caixa Econômica Federal, responsável pela construção do Conjunto, dentro do projeto Minha casa minha vida, do Governo Federal.
De acordo com o Blog “O Câmera”, todos os 370 moradores, “Sem Tetos” estão sendo notificados pelos Oficiais de Justiça, e terão até o dia 31 de Março, para pacificamente desocuparem as residências. No final da tarde, os moradores e os oficiais de Justiça, que contaram com o apoio da Polícia Federal e Polícia Militar, se reuniram no meio da rua para os esclarecimentos. Os oficiais terão até sexta feira para avisar a todos os moradores.
Segundo consta no mandado, os moradores terão que entregar as chaves das residências à pessoa autorizada pela Caixa. Se não acontecer até a data combinada, a Justiça já determinou, no comunicado, o arrombamento das portas e o uso da força, para fazer valer a ordem. Por outro lado, Luiz Felipe, representante dos moradores, disse que vai pedir e espera contar com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB de Mossoró, para tentar suspender a ação de reintegração, da Caixa. Segundo Felipe, no conjunto, vivem hoje cerca de mil pessoas, que não tem um teto pra morar. Ele, por fim, pede que os representantes da Caixa Econômica Federal façam o cadastro dos invasores e passem a cobrar os devidos valores pelas casas ocupadas.
Tem coisas que parecem acontecer apenas nessa aldeia chama RN.
Vejam só, senhores: desde ontem, quando foi anunciado o novo secretário de segurança, o General Girão Monteiro Filho, que começou a rodar nos grupos de Whattsapp que o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, tinha desembarcado em Natal com o homem a tiracolo e já teria escalado o militar para o cargo. Isso mesmo, o Ministro nomeou o secretário.
Além disso, começou-se a dizer que o secretário Aldair Rocha tinha ficado indignado porque nem comunicado tinha sido, como o coronel Araújo, comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
Pelas caridades, ou eu estou doido ou o que tem de gente maldosa, desinformada propositalmente ou tolo da galocha não está escrito. Ainda teve na imprensa quem repercutiu, foi desmentido e ainda reafirmou. Coisas da democracia.
Vamos fazer um pensamento como de repente aconteceu essa nomeação na futurologia de quem pensou essa versão:
“BG, foi assim: o Ministro da Justiça veio para um reunião em Natal sobre segurança da copa com a governadora, ABIN, comandos militares no RN, e comando da segurança do Estado. Ainda em Brasília, o Ministro ligou para o General Monteiro e disse: ‘Monteiro arrume as malas que você vai ser o novo secretário de segurança do RN’. Monteiro então responde: ‘ Zé, eu porque? A governadora nem me convidou’… O ministro volta e responde: ‘Monteiro, não precisa. Quem manda e nomeia no RN sou eu. A governadora é de “enfeite”’.
Ai todos pegam o voo no jatinho para Natal, o ministro Zé diz a Monteiro como vai ser todo o trabalho dele e a quem ele deve se reportar. No caso, o próprio Ministro, já que a Governadora é de “enfeite” e quais as primeiras ações.
Desembarcam aqui e, na Governadoria, o Ministro apresenta o novo secretário a Rosalba e comunica: “Governadora, esse é o novo secretário de segurança do RN”. Já Rosalba diz apenas “ok Ministro e muito obrigado, ele já vai ser nomeado amanha mesmo”.
Vocês já imaginaram que viagem de quem propaga uma coisa dessas?
Que Monteiro é indicação do Ministro não resta dúvidas. Que o Ministro está muito preocupado com a segurança no RN também não resta dúvida. Que a situação nossa é de emergência também não restam dúvidas. Que o secretário de segurança atual ficou surpreso com a antecipação da nomeação assim como o comando da PM também não restam duvidas. Mas dizer que o secretário desembarcou com o Ministro e já foi apresentado como o homem forte a partir de agora à governadora do Estado e ela só fez balançar a cabeça é demais.
Faz-me rir….
Para concluir, pouco me importa se o secretário é General, PF, Delegado, PM ou um Civil qualquer, o que eu quero como todo o RN, é que funcione, tenha comando e diminua essa sensação de insegurança que vivemos hoje.
Para aqueles “do quanto pior melhor, quanto mais desgraça melhor para eles” as portas do inferno é serventia da casa…
No País do Futebol, não é demais usar da analogia para ousar dizer que"se o time está mal, perdendo pra todo mundo o tempo todo, troca-se o treinador". Isso é praxe e praticamente sempre dar certo e faz o time respirar novos ares.
Pensando assim, é sempre bom renovar o que não funciona. Essa troca de Secretários é boa para oxigenar e tirar "alguns barnabés" da "Zona… De Conforto".
Seguindo os exemplos de sucesso, tais como a sucessão do Papa com a renúncia do Bento XVI, e da troca de Técnico na Seleção Brasileira (que nos deu o título de campeão da Copa das Confederações)…
Nesse mesmo pensamento, poderíamos sugerir também que trocássemos a Secretária Incompetente, intolerante, arrogante e prepotente da EDUCAÇÃO, Betânia Ramalho não sei das quantas e até a própria Governadora , que poderia reconhecer num gesto de pura e singela humildade, o quanto de mal está fazendo para a Gestão do Estado do RN.
Seria muita sorte nossa, não?
O Ministério da Justiça não teve nenhum tipo de interferência sobre a indicação do secretario, visto que não é política do MJ intervir neste tipo de decisão ou qualquer outra tomada no âmbito estadual. Do contrário, estariam ferindo o pacto federativo e isto seria inaceitável por qualquer governo.
Sugiro que busque melhores informações sobre o assunto e que não divulgue fatos que não existe ou que possam prejudicar as relações entre o Estado do Rio Grande do Norte e os Ministérios.
Sinceramente, meu caro editor, li duas vezes o texto do Causos e Contas, e, sinceramente mais uma vez, fiquei meio, digamos, embatucado. Pelo o que entendi, o autor do texto tenta desqualificar o que ele diz que é ou foi boato. Mas, lá para as tantas, praticamente confirma que quase tudo foi ou é verdade. Entendi mas não entendi.
BG homi, eu sou seu fã demais. Tu arregaça mesmo, uma boa parte da imprensa daqui se queima por causa disso, ficam a serviços de A e B e acabam publicando coisas desse tipo. Acho é pouco a reada.
Parabéns como sempre pela sua transparência
Ricardo do Salé
O deputado Kelps Lima vai apresentar na Assembleia Legislativa um novo projeto de lei criando regras de transição para serem seguidas entre o governador que ganha a eleição e o governador que estiver deixando o poder.
As regras estão inseridas em oito artigos de uma lei complementar cujo principal objetivo é proteger a máquina pública de qualquer falha ou desvio de conduta de quem esteja deixando o poder, de forma que nenhum político, no apagar das luzes do fim de mandato, possa criar obstáculos para uma administração futura, em prejuízo da população.
Entre as regras da nova Lei de Kelps, o governador que estiver deixando o poder terá que apresentar relações dos documentos financeiros, decorrentes de contratos de execução de obras, consórcios, parcelamentos, convênios e outros não concluídos até o término do mandato, contendo informações como: identificação das partes; data de início e término do ato; valor pago e saldo a pagar; posição da meta alcançada; posição quanto à prestação de contas junto aos órgãos fiscalizadores; relação atualizada dos bens móveis e imóveis que compõem o patrimônio do Poder Executivo, entre outros.
Há quanto tempo agente não via um deputado tão atuante na Assembléia, me sinto orgulhoso em ver um parlamentar tão competente na Assembléia. Parabéns Kelps Lima o povo do Rio Grande do Norte só tem que se orgulhar um o excelente trabalho que o senhor vem fazendo no seu mandato.
DESCULPEM MEU GRANDE E GROSSEIRO ERRO:
QUEM ANDA SEM AUMENTO SÃO MUITAS CATEGORIAS DO EXECUTIVO, EXECUTIVO, EXECUTIVO.
A GALERA DO LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO ESTÃO MUITO BEM OBRIGADO!!!
Deve ter gastado os dentes de tanta bobagem que fala.
Senador está na hora de falar menos e fazer mais.
Muito blá blá blá para pouca ação, rolando lero esqueça os holofotes e comece a trabalhar pelo estado.
Faz tempo que não vejo um parlamentar no RN apresentar tantas leis saudáveis e que podem ter resultado, preservando os recursos públicos e dando seriedade ao serviço público.
Falta olhar para o lado dos esquecidos e desmotivados servidores do legislativo, onde só aqueles que tem força para greve são, as vezes, ouvidos. Tem categoria que a mais de 12 anos não vê R$ 1,00 de aumento salarial.
Deputado Kelps, meus parabéns por legislar em prol de um ESTADO FORTE E PODEROSO, QUE É O NOSSO RIO GRANDE DO NORTE. O SR.VAI FAZER HISTÓRIA, NESTE PAÍS.
A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, considerando julgamentos anteriores, definiu, mais uma vez, que servidores absorvidos pelo Regime Estatutário de trabalho não possuem direito a verbas trabalhistas a partir da transformação do regime celetista para a integração no cargo público.
A decisão é referente a um recurso (Apelação Cível nº 2013.000676-5), movido por um ex-servidor do Bandern, banco extinto em setembro de 1990, que pedia reajustes salariais deferidos à categoria dos bancários na respectiva data base, conforme tabela fornecida pelo Sindicato dos Bancários de Mossoró.
A Câmara destacou que, no advento da Lei Estadual nº 6.045/1990, o Poder Executivo foi autorizado a promover a absorção, no quadro geral de pessoal do Estado, dos servidores do Bandern, respeitados os valores dos níveis salariais à época vigentes.
Desta forma, a decisão ressaltou que, pelo que se observa da carteira de trabalho, o autor do recurso foi absorvido no quadro geral de pessoal do Estado em 1º de junho de 1992, onde passou a exercer emprego público regido pela CLT.
No entanto, a partir de 1º de julho de 1994, a função dele foi transformada em cargo público, na forma do artigo 238, da Lei Complementar Estadual nº 122/1994, passando o servidor a ser regido pelo regime jurídico único dos servidores públicos civis do Estado, instituído pela lei complementar.
Na noite desta terça-feira, o plenário da Câmara será palco de uma batalha sui generis. Vão à sorte das armas legislativas o governo da presidente Dilma Rousseff e o pedaço rebelado do partido do vice-presidente Michel Temer. Desafiado por Dilma, o líder do PMDB, Eduardo Cunha, comanda uma infantaria que tentará impor ao Planalto uma derrota constrangedora. Se ele prevalecer, a Petrobras será a primeira vítima da crise que eletrifica as relações do Planalto com seu principal aliado.
Vai a voto uma proposta do líder do DEM, Mendonça Filho (PE), subscrita pelos também oposicionistas PSDB e PPS. Prevê a criação de uma comissão suprapartidária de deputados para investigar, em diligências externas, a denúncia de que funcionários da Petrobras receberam propinas milionárias da SBM Offshore, uma empresa holandesa que opera no ramo da locação de plataformas petrolíferas. A ideia da oposição foi encampada pelo ‘blocão’, como se autodenominou o grupo de oito partidos, PMDB à frente, que se uniu para isolar o PT de Dilma na Câmara.
Nesta segunda-feira, véspera batalha, Brasília viveu cenas surreais. Entrincheirado no Planalto, o ministro petista Aloizio Mercadante (Casa Civil) pressionou líderes governistas para que votem como governistas. Convocou à sua presença, por exemplo, o líder do PR na Câmara, Bernardo Santana (MG). Fez a caveira de Eduardo Cunha e aconselhou o interlocutor a desembarcar do ‘blocão’. A reação de Santana dá uma ideia da impopularidade do governo entre os governistas.
Ao sair da sala de Mercadante, o líder do PR tocou o telefone para Eduardo Cunha, o desafeto de Dilma. Relatou o que sucedera. Mercadante o apertara junto com outras três personalidades do PR: o ministro Cesar Borges (Transportes), representante da legenda na Esplanada, além dos senadores Alfredo Nascimento (AM), presidente do PR federal, e Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente da ministra Marta Suplicy (Cultura), licenciada do Senado.
Santana deu a entender que, a despeito do aperto, o PR tende a votar pela abertura da investigação contra a Petrobras. No instante em que recebeu a ligação, Eduardo Cunha reunia-se na Câmara com os líderes dos dois maiores partidos da oposição: o pernambucano Mendonça Filho, do DEM, e o baiano Antonio Imbassahy, do PSDB. Acertava com a dupla uma tática conjunta para duas batalhas. Além de jogar uma lupa sobre os negócios da Petrobras, a inusitada parceria deseja rejeitar o projeto que institui o Marco Civil da Internet, uma prioridade de Dilma.
O projeto da internet só deve ser votado na quarta. Para a noite desta terça, a principal preocupação dos adversários do PT —os tradicionais e os de ocasião— é evitar que o partido de Dilma obstrua a votação. Às vésperas do Carnaval, o governo teve uma eloquente amostra dos riscos a que está exposto. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), incluíra na pauta do plenário a proposta que alveja a Petrobras.
Henrique fez isso porque, em reunião com os líderes partidários, a grossa maioria das legendas com representação na Câmara guindou o esquadrinhamento da estatal petroleira à condição de prioridade máxima. Coisa combinada horas antes pelos comandantes do ‘blocão’, num encontro realizado no apartamento de Eduardo Cunha.
Isolado, o PT apresentou em plenário um pedido de retirada da proposta tóxica da pauta. Algo previsto no regimento. Levada a voto, a solicitação do PT foi derrotada por uma maioria tonitruante: 261 a 80. Houve quatro abstenções. Estava claro que, exceto pelo pequeno PCdoB e pelo minúsculo PRB, únicas legendas que acompanharam o PT, todo o resto da megacoligação que deveria dar suporte congressual a Dilma entrara em colapso.
Rendido, o PT fez o que lhe restava: numa sucessão de discursos inócuos, esticou o lero-lero até que o prazo de duração da sessão, de uma hora, expirasse. Henrique Alves abriu, minutos depois, uma sessão extraordinária. Mas recusou-se a recolocar a proposta anti-Petrobras em votação. Argumentou que seu compromisso era o de pautar a matéria apenas na sessão ordinária, não na extraordinária. Justificou-se: diante do êxito da obstrução do petismo, nada podia fazer.
Em reação, o PMDB, o resto do blocão e os partidos de oposição bloqueram também a sessão extraordinária. Assim, a encrenca da Petrobras foi congelada na pauta como primeiro item. O governo teve todo o Carnaval para se rearticular. Quando se imaginava que providenciava a pacificação do seu condomínio, o presidente do PT federal, Rui Falcão, reacendeu o pavio de Eduardo Cunha.
Numa entrevista concedida no Sambódromo do Rio, Falcão atravessou no samba a insinuação de que o PMDB do Rio de Janeiro flertava com o tucano Aécio Neves porque Eduardo Cunha fora desatendido em suas pretensões fisiológicas na reforma ministerial. Seguiu-se uma troca de insultos que permitiu ao país descobrir que certos petistas e peemedebistas consideram-se uns aos outros “vagabundos”, “pilantras” e “chantagistas”.
Num ciclo de reuniões inaugurado no domingo e encerrado nesta segunda, Dilma informou ao vice Temer e à caciquia do PMDB que não quer mais conversa com Eduardo Cunha. Já não ia com a cara dele. Agora, enxerga-o como um adversário do governo. Quer isolá-lo. Em privado, a presidente disse a auxiliares que deseja saber qual é o real tamanho do líder do PMDB. É contra esse pano de fundo conflagrado que a Câmara realizará a sessão noturna desta terça.
Se Dilma prevalecer, Eduardo Cunha será reduzido à sua insignificância. Porém, se o líder do PMDB conseguir transformar a solidariedade do seu partido, a insatisfação latente das legendas governistas e a sociedade com a oposição em matéria prima para o sucesso, a presidente da República será apresentada a um adversário bem mais ladino do que sua autosuficiência poderia supor.
Afora as tocaias do plenário, Eduardo Cunha se equipa para emboscar o Planalto também na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. Há nessa comissão um lote de requerimentos da oposição convocando autoridades do governo para prestar esclarecimentos sobre um sem-número de encrencas. Entre esses requerimentos dois se referem à Petrobras. Um convoca o ministro pemedebista Edison Lobão (Minas e Energia). Outro, convida a presidente da estatal, a petista Graça Foster.
Eduardo Cunha esteve com Lobão, um senador licenciado que foi à Esplanada por indicação de José Sarney (PMDB-MA). Avisou-o de que a bancada do PMDB ajudará a oposição a aprovar o convite a Graça Foster, para que ela explique aos deputados as providências que adotou para acomodar em pratos limpos a suspeita de pagamento de propinas na Petrobras. Se em 30 dias a presidente da estatal não atender ao convite, a comissão de Fiscalização, presidida pelo peemebista Hugo Motta (PB), pode apreciar o requerimento de convocação de Lobão.
Mendonça Filho, o líder do DEM, acha que a Câmara talvez esteja vivendo um fenômeno que o Planalto ainda não foi capaz de farejar. Para ele, ouve-se na Casa um rumor que vem “do fundo do plenário”. São as vozes do chamado baixo clero, um contingente invisível de deputados que, desatendidos em suas demandas às vésperas das eleições, pode submeter o governo a dissabores insondáveis. Na avaliação de Mendoncinha, como o deputado é chamado pelos amigos, quando a voz do fundo do plenário decide gritar, não há líder partidário que consiga silenciá-la. Logo, logo se descobrirá se ele tem razão.
A reportagem do jornal O Estado de São Paulo sobre os gastos dos senadores com tratamento de saúde, custeados pelo plano do Senado Federal, enfoco a despesa que o senador potiguar José Agripino Maia (DEM) teve com um implante dentário.
Segundo a reportagem, o Senado creditou na conta de José Agripino R$ 51 mil em 2009, referentes a 22 coroas de porcelana aluminizada, produto mais caro e que confere aparência melhor.
Ao jornal, o parlamentar disse que foi um tratamento estrutural e comentou: “Foi mais que implante. Tive de recompor toda a base dos dentes, por causa da barbeiragem de um dentista. Ia jantar e caía”.
Caro Giovanni, a imprensa deveria publicar também, quem foi o senador ou à época senador, que implantou um prótese de pênis com o dinheiro do contribuinte.
Depois de ser preso injustamente, o ator Vinícius Romão tenta reaver os objetos que entregou na 25ª DP (Engenho Novo) na noite em que foi detido acusado de ter assaltado a copeira Dalva Moreira da Costa. Ele prestou nesta segunda-feira depoimento na Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol), órgão que apura “se houve irregularidades na prisão” e na conduta dos policiais, e investiga o desaparecimento dos pertences de Romão.
Em entrevista ao site de VEJA, Romão contou que desapareceram um par de tênis, dois celulares, uma braçadeira e um fone de ouvido, que usava no dia que foi preso. Os objetos são avaliados em 900 reais. “Desde que saí da prisão, tento pegar o par de tênis e os celulares, mas não consigo. Meu pai já foi duas vezes à delegacia e os policiais não sabem dizer onde estão as minhas coisas. Ou seja: fui furtado dentro da delegacia”, afirmou.
Ainda de acordo com ele, somente sua carteira e cerca de 10 reais foram entregues ao pai, o militar reformado Jair Romão. “O restante ficou lá”, enfatizou. Há duas semanas, Jair Romão e o advogado Rubens Nogueira de Abreu comunicaram o desaparecimento dos objetos de Vinícius ao delegado responsável pelo caso, Niandro Lima. Passada uma semana, e sem nada resolvido, Lima abriu um processo para investigar o caso. Procurada, a assessoria da Polícia Civil não comentou o caso.
Erro no reconhecimento – Romão, que trabalhou na novela Lado a Lado, da TV Globo, foi preso no dia 10 de fevereiro acusado de roubar a bolsa de Dalva Moreira da Costa. O jovem voltava para casa quando foi abordado e preso por um policial civil que presenciou o assalto. A vítima, que estava com o agente, reconheceu o ator como o ladrão. Dias depois, ela prestou novo depoimento e admitiu que errou ao reconhecer Vinícius.
Ele foi libertado no dia 26 da Casa de Detenção Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Na última sexta-feira, a polícia prendeu Dione Mariano da Silva, de 24 anos, acusado de ser o verdadeiro autor do crime pelo qual Romão foi preso por engano. A Coinpol avalia também a conduta do policial da 11ª DP (Rocinha), Waldemiro Antunes de Freitas Junior, que efetuou a prisão, e do delegado de plantão da 25ª DP, William Lourenço Bezerra, que registrou o caso como flagrante.
A Governadora Rosalba Ciarlini, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e um grupo formado por Exército, Marinha, órgãos nacionais como o Serviço Nacional de Auxílio à Justiça, e membros do Governo do RN, discutiram durante toda esta segunda-feira (10) medidas de segurança para a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, que terá Natal com uma das cidades-sede. A chefe do Executivo Estadual recepcionou o ministro e a comitiva na Base Aérea, em Parnamirim, de onde seguiram para a reunião.
Realizada no Centro de Convenções, o encontro ocorreu dividido em salas temáticas e envolveu também as pastas do turismo, do esporte, da saúde e da justiça e cidadania, Bombeiros e Defesa Civil. Na reunião, foram discutidas as matrizes de responsabilidade de cada ente envolvido na realização do Mundial e os consequentes reforços nas pastas.
Além da Governadora e o ministro, participaram da reunião técnica os secretários de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Aldair da Rocha; de Justiça e Cidadania, Júlio César Costa; o comandante-Geral da Polícia Militar, cel. Francisco Araújo; o comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, cel. Elizeu Lisboa Dantas; a diretora-Geral do ITEP, Raquel Taveira; o titular da Saúde, Luiz Roberto Fonseca; do Esporte, Joacy Bastos; da Secopa, Demétrio Torres; da Comunicação, Paulo Araújo; o coordenador da Defesa Civil do RN, tenente-coronel Josenildo Acioli; o comandante da Polícia Rodoviária Estadual, cel. Freitas, e o Delegado-Geral da Polícia Civil do RN, Ricardo Sérgio.
Além deles, participaram o general do Estado Maior do Conjunto das Forças Armadas do Ministério da Defesa, José Carlos de Naroli; o secretário Nacional da Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior; a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki; o secretário Extraordinário para Segurança em Grandes Eventos, Andrei Rodrigues; o secretário Executivo do Ministério dos Esportes, Luís Fernandes; o comandante da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, general de Brigada Carlos José Ignácio; o superintendente Regional da Polícia Federal no RN, Kandy Takahashi; o superintendente Estadual da ABIN/RN, Isa Machado Brandão; o diretor Geral da ABIN do Gabinete da Segurança Institucional da Presidência da República, Wilson Trezza, e o comandante do 3º Distrito Naval de Natal, vice-almirante Marcus Nunes de Miranda.
Igor Jácome e Daísa Alves
repórteres – Tribuna do Norte
São oito veículos novos a cada hora, ou 199 ao dia, nas cidades potiguares. Com isso, a frota do Rio Grande do Norte deverá alcançar a marca de 1 milhão de unidades até o segundo semestre deste ano, segundo estimativa do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN). Apenas nos dois primeiros meses de 2014, 11.972 veículos foram emplacados e entraram em circulação nos municípios potiguares. Durante a Copa do Mundo, mais de 999 mil estarão circulando em todo o Estado. Só é estipulada, porém, a quantidade de modelos zero quilômetros emplacados aqui. Se considerados os veículos que vêm de outros estados, o RN já poderá chegar à casa do milhão durante o mundial de futebol.
Atualmente, a capital potiguar tem um carro ou moto para cada 2,52 habitantes. A taxa é muito superior à nacional, que calcula uma unidade para cada quatro pessoas. O crescimento médio anual do Estado é de 10,5%, sendo que o de 2013 (9,19%) foi o menor dos últimos oito anos. No período de um ano, a frota passou de 884 mil para 965 mil veículos.
Enquanto muitos realizam o sonho de possuir seu automóvel, pagando em 60 meses, vai ter que se educar para enfrentar engarrafamentos cada vez maiores.
Por sinal muitos desses novos proprietários não olham o detalhe que ter carro significa abastecer ao preço simbólico de R$ 3,00 o litro, trocar óleo, trocar pneus, pagar estacionamento, respeitar as leis de trânsito ou vai pagar multa, pagar IPVA, entre outras despesas agregadas a mais… ou seja, vão pagar, pagar, pagar muito mais…
Enquanto o PMDB vinha em passos de tartaruga no que diz respeito à definição do candidato a governador que o partido lançará no pleito deste ano, o vice-governador Robinson Faria (PSD), pré-candidato à sucessão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) há três anos, avançou nas discussões e obrigou o PMDB a apressar a definição do nome do partido, que está entre o deputado federal Henrique Eduardo e o ex-senador Fernando Bezerra.
Robinson, que já “fechou” aliança com o PT, legenda a qual “indicou” a deputada federal Fátima Bezerra para concorrer ao Senado, se reuniu, na tarde desta segunda-feira, com lideranças de mais dez partidos: PV, PSDC, PEN, PMN, PTC, PRP, PHS, PTN, PSL e PTdoB. Para não perder terreno, tudo indica que o PMDB vai definir até o final do mês e começar a articular o fortalecimento do grupo.
A possibilidade do deputado federal João Maia (PR) sair como vice na chapa peemedebista cresceu bastante. A priore, a candidata ao Senado é a ex-governadora Wilma de Faria (PSB). O grupo conta também com o apoio do PROS, do presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Motta.
Para os peemedebistas, é hora de correr contra o tempo para não ficar para trás. O palanque que era tido quase como único, no início da formação do cenário, pode ser esvaziado pelas articulações de Robinson.
As peças do xadrez começaram a se movimentar mais rápido, após o carnaval. Até o início de abril as chapas já deverão estar formadas e as coligações projetadas para as eleições que se aproximam.
gostaria que o blogueiro explicase quais as articulaçoes de robson,quais os partidos
que estão com ele,quantos partidos ja fecharam com ele, inclusive o pt que a toda hora
mineiro diz uma coisa,fátima diz outra, quem é quem realmente nesse tabuleiro?
O Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Caicó, Luís Cândido de Andrade Villaça, determinou o afastamento das funções e recebeu denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual contra o delegado Getúlio José de Medeiros. Ex-titular da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Caicó, o delegado é acusado de sete crimes, entre os quais, corrupção passiva, peculato e prevaricação.
O delegado é acusado de não ter feito a lavratura de flagrante delito contra Fernando Pereira Soares, que teve a prisão decretada no processo da Operação Coiteiros, apontado como autor de homicídios e braço operacional da organização criminosa denunciada naquele caso.
Fernando Pereira Soares foi conduzido à sede da delegacia regional por um agente da Polícia Civil e uma equipe de policiais militares, com todos os elementos jurídicos necessários para lavratura da sua prisão em flagrante por ter assassinado o próprio pai, fato ocorrido no dia 07 de setembro de 2012, na cidade de Jucurutu, crime de grande repercussão naquela cidade.
Todavia, o delegado não lavrou o flagrante e liberou o acusado, apenas colhendo o seu depoimento, onde, direta e expressamente, o próprio filho do delegado atuou como advogado do acusado, não tendo Getúlio se declarado impedido e ainda deixando de realizar o ato processual para o qual, por Lei, estava obrigado.
Após esse fato, Fernando Pereira Soares teve prisão preventiva decretada, mas já estava foragido e, de acordo com as investigações, passou longo tempo em fazendas pertencentes aos irmãos Henrique José Torres Lopes e Jorge Eduardo Lopes, sendo que Fernando também é investigado pelo assassinado de Isaac Torres, dentre outros crimes.
Além desse fato, o delegado é acusado de crimes de peculato por apropriar-se de três fianças, uma delas integralmente e em outros casos, o delegado informava aos cidadãos flagranteados a fixação de um valor a maior e no papel consignava a menor, recebia valores em espécie e apropriava-se da diferença.
O delegado ainda é acusado de ter fixado fiança em valor módico em outro caso em que seu filho atuou direta e expressamente em flagrante presidido pelo próprio pai, sem novamente declaração de impedimento. Neste caso, foi o filho do delegado que, de acordo com as investigações, decidiu o valor da fiança, que a denúncia entendeu bem abaixo da capacidade financeira do flagranteado e da gravidade do caso, que era a receptação dolosa de um veículo, tendo sido fixado fiança em apenas R$ 500,00.
Outra acusação diz respeito a recebimento de vantagem em negociação ilícita na delegacia, com apropriação de eletrodomésticos em uma ocorrência de crime contra o patrimônio, onde o acusado ficou com os produtos, pagando quantia muito abaixo do mercado para a vítima e determinando aos acusados a apuração do restante da quantia para ressarcir a vítima, em seguida arquivou o caso na delegacia, informando as partes que esse era um procedimento que ele adotava chamado “polícia comunitária”, que consistia em resolver rapidamente os casos na própria Delegacia sem precisar ir para a Justiça.
Dentre as medidas impostas ao delegado, o Juiz determinou o afastamento das funções, sendo que Getúlio Medeiros atualmente estava lotado no município de Marcelino Vieira, mas de acordo com as investigações já havia notícias de prática semelhantes naquela Comarca do Alto Oeste potiguar.
O Juiz Luís Cândido de Andrade Villaça determinou que o denunciado entregue sua carteira de identidade funcional na Secretaria Judiciária do Juízo, determinou também a proibição de adentrar em delegacias e prédios públicos, o recolhimento domiciliar noturno e aos finais de semana, a apresentação mensal ao Juízo e proibição de mudar de endereço sem autorização judicial, tudo sob pena de decretação de sua prisão preventiva em caso de descumprimento.
Cientistas identificaram quatro novos gases de efeito estufa produzidos pelo homem que estão contribuindo para a destruição da camada de ozônio.
Embora as concentrações atuais desses gases ainda sejam pequenas, dois deles estão se acumulando na atmosfera a uma taxa significativa.
Desde meados dos anos 80, preocupações sobre o crescente buraco na camada de ozônio vêm restringindo a produção de gases clorofluorcarbonetos (CFC).
Mas a origem dos novos gases ainda permanece um mistério, dizem os cientistas.
Localizada na atmosfera, entre 15 e 30 quilômetros acima da superfície da Terra, a camada de ozônio tem um papel fundamental no bloqueio dos raios ultravioleta, que podem causar câncer em humanos e problemas reprodutivos nos animais.
Cientistas do British Antarctic Survey, entidade responsável pelos assuntos relativos aos interesses do Reino Unido na Antártida, foram os primeiros a descobrir um enorme “buraco” na camada de ozônio sobre o continente gelado em 1985.
As evidências rapidamente apontaram como causa os gases CFC, que foram inventados na década de 1920 e amplamente utilizados em refrigeração e como propulsores em aerossóis, como sprays e desodorantes.
Os países, então, concordaram rapidamente em restringir os CFCs, e o Protocolo de Montreal, de 1987, limitou o uso dessas substâncias.
A proibição internacional total sobre sua produção entrou em vigor em 2010.
Agora, pesquisadores da Universidade de East Anglia, em Londres, descobriram evidências de quatro novos gases que podem destruir o ozônio e que estão sendo lançados na atmosfera a partir de fontes ainda não identificadas.
Três dos gases são CFCs e um é o hidroclorofluorocarboneto (HCFC), que também pode danificar o ozônio.
O chefe da pesquisa, Johannes Laube, disse que a pesquisa identificou quatro gases que não estavam na atmosfera até a década de 1960, o que sugere que eles são produzidos pelo homem.
Os cientistas descobriram os gases analisando blocos de neve. Segundo eles, o ar extraído dessa neve é um “arquivo natural” do que estava na atmosfera até 100 anos atrás.
Os pesquisadores também analisaram amostras de ar coletadas no Cabo Grim, uma região remota na ilha da Tasmânia, na Austrália.
Eles estimam que cerca de 74 mil toneladas desses gases foram liberados na atmosfera. Dois dos gases estão se acumulando a taxas significativas.
— Nós não sabemos de onde os novos gases estão sendo emitidos e isso deve ser investigado. Fontes possíveis incluem insumos químicos para a produção de inseticidas e solventes para limpeza de componentes eletrônicos. Além do mais, os três CFCs estão sendo destruídos muito lentamente na atmosfera – por isso, mesmo se as emissões parassem imediatamente, eles ainda permaneceriam na atmosfera por muitas décadas.
Os quatro novos gases foram identificados como CFC-112, CFC112a, CFC-113a, HCFC-133a.
O CFC-113a foi listado como um “insumo agroquímico para produção de piretróides”, um tipo de inseticida que já foi usado largamente na agricultura.
Assim como o HCFC-133a, ele tambem é usado na fabricação de refrigeradores. Os CFC-112 e 112a podem ter sido usados na produção de solventes de limpeza de componentes elétricos.
Outros cientistas reconheceram que, embora as concentrações atuais desses gases sejam pequenas e não representem uma preocupação imediata, uma pesquisa para identificar sua origem precisa ser feita.
Piers Forster, professor da Universidade de Leeds, na Inglaterra, diz que esse estudo destaca que a destruição do ozônio ainda não é a história do passado. As concentrações encontradas neste estudo são minúsculas. No entanto, nos lembra que precisamos estar vigilantes e monitorar continuamente a atmosfera. Das quatro espécies identificadas, CFC-113a parece ser o mais preocupante, já que a emissão, embora ainda pequena, cresce rapidamente.
O “V Ciclo de debates antiproibicionistas: Drogas, diversidade e globalização: a legalização que queremos” acontece, de 11 a 14 de março de 2014, no Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O objetivo é debater o tema por meio de palestras com professores, pesquisadores e advogados.
O debate “O Uso de cannabis(Maconha) no setor II” abre o evento na terça-feira, 11, no Auditório B do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), a partir das 14h30. A mesa contará com a presença de Leilane Assunção, professora do Departamento de História, Herculano Campos, diretor do CCHLA, Janeusa Trindade, Pró-reitora de Assuntos Estudantis da UFRN, e Edmilson Lopes, Pró-reitor de Extensão da UFRN.
Na quarta-feira, 12, os debates ocorrem na sala C5 do setor II, também a partir das 14h30, tendo como tema o “Proibicionismo e a legislação”. Às 19, no Auditório do Núcleo de Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas (NEPSA), o professor do Departamento de Direito da UFRN Leonardo Martins será o palestrante.
“Política de saberes e políticas de drogas: um diálogo necessário” é tema da palestra que acontece na quinta-feira, 13, sala C5 do setor II, às 14h. A conferência final será no Auditório do NEPSA, a partir das 19h, com o professor da Universidade Federal da Bahia, Edward MacRae. Na sexta feira, 14, ainda haverá oficinas no corredor do setor II, a partir das 16h.
O Seminário é uma parceria do Coletivo Antiproibicionista Cannabis com o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, a Pro-Reitoria de Assuntos Estudantis, a Pro-Reitoria de Extensão, o DCE e o Instituto do Cérebro.
Luiz, com maconheiro não tem diálogo! É cacetete e gás lacrimogênio! Vc tá fadado à isso!
Caro Kasinsk, chega de hipocrisia! Vc parece ser inteligente; portanto, o que acontece no setor II da UFRN, não é nada mais, nada menos, do que CRIME! E crime se combate, não se discute. Discute-se sim, maneiras de evitá-lo!
Minha preocupação aumentou ainda mais; tanto que já prestei queixa na Delegacia de combate ao tráfico de entorpecentes, pois me sinto, agora, completamente inseguro ao transitar no campus. Aproveite e dê uma olhadinha no blog da Thaisa Galvão, que lá tem um post de um Juiz Federal e professor da UFRN. Amigo, embora não pareça neste País existem Leis. E é contra Lei, essa prática que toma conta do setor II. Portanto, meu caro, nada de comentários vazios. Note que vc arrumou apenas um fã, nesta postagem, que foi o maconheirozinho do Luiz!
Caro colega. Nao sou maconherozinho. Embora eu defenda a legalização, eu nao uso maconha. se voce for homem, se identifique, pois eu vou na delegacia prestar queixa da sua acusação e você vai ter que provar que eu sou 'maconherozinho'. seu retrógrado. deve encher o papo de cachaça no fds e fica ai, se atolando em hipocrisia.
e aprenda. o USO da maconha ja é descriminalizado 😉
é uma pena saber que você nao será suficientemente homem, para se identificar. covarde.
O Setor II da UFRN tem o poder de criar suas proprias leis? kkkk que piada, é uma proibição federal, nos 4 cantos do país, em que mundinho esses maconheiros pensam que vivem? kkkkk
O QUE VAI ACONTECER É UM DEBATE!
DEBATE!
DEBATE!
DEBATE ENTRE ALUNOS E PROFESSORES!
QUE POVO BURRO!
A universidade é, sim, o espaço adequado para esse e qualquer tipo de debate.Como geradora do conhecimento, nenhuma entidade educacional pode virar as costas para as realidades que lhes cercam. Desnecessário dizer que não estou afirmando que é o local ideal para pintar e bordar. Não é isso. Provocar o debate é enriquecedor e é assim que acontecem os avanços. Para o bem ou para o mal. Ademais, esse tipo de assunto já é tratado nas tardes das TVs, como se fosse o chá das 5. Não há o que temer.
Liberar pra que??? Para ficar pior do que já esta??? Precisar é dar uma camada de pau nestes vagabundos, que é para eles aprenderem que quem se envolve com coisas erradas só se da mal!!!!
Como foi muito bem dito em outro comentário, se já estamos tentando proibir o cigarro normal pelo mal que faz ao ser Humano quem dirá a peste da maconha que só distroi famílias inteiras.
Peia neles, desce a borracha que derrepente acabam com esta historinha!!!!
AONDE ESTA ESSA TENTATIVA DE PROIBIÇÃO DO CIGARRO, QUE EU NAO VEJO? A MACONHA DESTROI FAMILIAS? E O ALCOOL? VAMOS PROIBIR O ALCOOL TBM!
Cacetete e gás lacrimogênio! É assim que se combate esse tipo de delinquentes. Quer dizer que agora o setor II da UFRN é a mais nova cracolândia dessa Cidade? PQP! Que merda é essa?! Estudo lá, e sempre achei meio estranho a forma como as pessoas se referem ao setor II. Porém não fazia idéia que a situação era esta. É bom a UFRN resolver logo essa situação, antes que aconteça algo de grave. Pois esses desvios de conduta não podem ser aceitos dentro de uma instituição de ensino. Não é porque em outros países ou lugares aqui mesmo no Brasil, aceitam esse tipo de conduta, é que nós temos que aceitar. Tá na hora de começarmos um movimento na UFRN contra esses MACONHEIROS, DROGADOS FDP! Repito, é bom resolver isso de uma vez por todas! Minha gente, entendam! É o viciado quem financia o crime organizado em todo País. ´RE esse FDP, quem garante que a bandidagem se arme contra a sociedade. Fumar um baseadozinho, não é problema apenas pros maconheiros, que vão ficar dememtes, broxas,etc., o problema é da sociedade, que vê todo dia os bandidos, é, esses mesmos que vendem essa ervinha prá galera do setor II, se armarem ainda mais pra cometerem os crimes que todos os dias assistimos e lemos na imprensa. Senhora Reitora, não permita que a UFRN se transforme oficialmente num território dominado pelas drogas! Chame a Polícia! Expulse esses maconheiros, drogados, etc. dos bancos da Universidade! Antes que aconteça algo grave! Olhe! Já tem grupos se mobilizando pra mandar embora esses drogados. Eu não acreditava quando ouvia essa História, mas agora, tô vendo que a coisa é séria; Muito Séria! Lembre Drª Reitora, Quem financia o crime, são os consumidores de drogas. A partir de hoje farei parte desse grupo que pretende adotar medidas efetivas contra esses DROGADOS FDP! É vergonhoso ver professores doutores, debatendo esse tipo de assunto. E vergonha maior é ver a própria UFRN se rebaixar tanto, prá atender uma minoria; que é a escroque da sociedade. Vergonha; Vergonha; Vergonha! Depois, ninguém sabe explicar os arrombamentos nos nossos carros; os assaltos constantes dentro do campus, além dos inúmeros pequenos furtos que vem acontecendo frequentemente aqui, dentro dessa Universidade. Algo tem que ser feito! Senhora Reitora, não ache que é brincadeira!
Roberto Carlos falou tudo. Estudo no Setor II e vejo muitos jovens, considerados "elite intelectual" da nossa cidade por terem conseguido ser aprovados na UFRN se drogando, especialmente à noite e fico só esperando chegar o dia em que não poderemos mais passar pelos corredores sem sentir medo de ser roubada. Aliás, pela segunda vez, uma das salas do bloco i, o bloco mais novo do setor, foi arrombado, tendo o assaltante levado um dos computadores. Já ouvi relatos de pequenos furtos, "desaparecimentos misteriosos" de pequenos objetos de alunos e professores e fico me perguntando: quando chegarão as ações violentas? Os acertos de contas, tão propalados na imprensa quando jovens são assassinados na periferia da nossa cidade?
E a pergunta principal que me faço: Por que essa liberalidade tão absurda em relação às drogas em um lugar que deveria produzir apenas bons profissionais, que pudessem melhorar o nosso país e que agora produz cada vez mais candidatos a bandidos?????????????
NAO TIVE SACO PARA LER TODA ESSA VERBORRAGIA QUE ESSE CIDADAO RETRÓGRADO ESCREVEU.
Primeiro a UFRN baixa a média de avaliação de 7 para 5 pontos, depois libera maconha no setor II, entendi direito ???
Aê bicho, acho que tô ficando doidão!
QUEM BAIXOU A MEDIA NAO FOI A UFRN. E A MACONHA NAO É LIBERADA NO SETOR II
É uma pena ver um pensamento tão retrógrado quando o do Sr. Carvalho. Esses seus pensamentos, me desculpem, são apenas MITOS. Se o viciado em álcool perder os recursos, sabido que cientificamente é comprovado que a maconha é mais fraca do que o álcool, esse cidadão vai roubar também? O alcoólatra? O Sr. já fumou pra afirmar que a pessoa fuma e fica louca, que vira bandido? Estou me baseando em fatos para questionar. Ao contrário do que o Sr. afirma, em países como Portugal e Holanda, o consumo caiu após a legalização e descriminalização. Quem paga o tratamento de viciados em álcool? Em antidepressivos? Em paracetamol? Em cigarro? A maconha é trampolim para outras drogas? Outro mito grande, primeiro que geralmente, é sabido por todos que a primeira droga psicotrópica que se ingere é o álcool, afinal de contas, a publicidade reina, beber é legal, é tudo de bom, tanto é que agora é cadeia pra quem for pego dirigindo. Depois do álcool vem o cigarro, e a lança perfume já reinou nos grandes carnavais do Brasil. Tenho idade suficiente pra ver que a guerra as drogas é falha, não é com essa política falha que irão resolver as coisas, já dizia Mujica, "eu apenas regulamentei um mercado que já existe. Open your Mind.
Um absurdo este tipo de debate, tenho parente, aluna da UFRN que foi a uma festa no setor 2 e houve uma confusão nessa festa provocada por um traficante que tinha uma tatuagem no rosto e frequentava a praça da Igreja Catolica de Candelaria e nessa confusão se iniciou uma briga entre amigos da minha parente e marginais que tinham livre acesso e a minha parente sem participar diretamente da briga levou um murro do traficante de tatuagem que estava com uma soqueira e ela fraturou o nariz e levou seis pontos da testa para o nariz. Foi feita a denuncia na reitoria, mas o pessoal do centro academico não gosdtaram da decisão da reitoria em relação as festas no local. Portanto afirmo: liberem que vcs verão a bagunça que ficará este setor, principalmente em festas. Talvez eu apareça por lá para fazer o meu protesto pessoal, se não for impedido ou agredido por algum traficante que deverá estar presente no auditorio. Imagino as figuras que estarão presentes no local….Tenho dito.
Ora, se no DEART a maconha rola solta, os alunos ficam nus, picham e jogam tinta no recém criado (e ainda não inaugurado, diga-se de passagem) teatro, hostilizam os funcionários e ainda espalham fezes nos aparelhos de ar condicionado do Setor de Saúde dos Funcionários e a Magnífica Reitora proíbe, isso mesmo PROÍBE os funcionários da segurança de intervir na palhaçada, vocês se espantam de que a maconha seja discutida no Setor II? A UFRN não é mais a mesma. Mal gerida, mal direcionada, cheia de maconheiros, cocainômanos, fumadores de crack e sabe lá Deus o que mais e ninguém faz nada. Devem achar bonito ver jovens com cara de bunda pelos corredores, sem nem noção de onde estão, falando besteiras, atrapalhando as aulas e furtando dos otários (como eu) que ainda acreditam que a educação ainda é a solução para esse país. Aliás, pensando bem, a UFRN está parecendo um mini-Brasil…
O QUE TEM A VER A BRIGA COM ISSO TUDO? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Mas e se o viciado perder o emprego ou não tiver recursos para manter o seu vício?
vai furtar, roubar ou cometer latrocínio.
Portanto é infinitamente melhor que a maconha, como qualquer outra droga, continue a ter o seu consumo proibido.
Além do mais, com descriminalização do consumo, a tendência é que o número de usuários cresça exponencialmente.
Quem pagará o tratamento dos viciados “arrependidos”?
É sabido também que a maconha é o trampolim para drogas mais pesadas.
O MUNDO TÁ VIRANDO MESMO. EM NOSSO PAÍSE ESTÃO PROIBINDO DE FUMAR O CIGARRO COMUM QUE SÓ PREJUDICA O PROPRIO FUMANTE, AGORA TENTAM LIBERAR A MACONHA, NUM PAÍS COMO O NOSSO, POVO CULTO, EDUCADO … SE NÃO, MAIS QUE VAI UNIR O UTIL AO AGRADAVEL VAÍ. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. LIBERA A MACONHA, DEPOIS O CRACK E POR AÍ VAI. HIHIHIHIHIHIHIHI.
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