Saúde

Brasil é o quinto país que mais vacina desde o dia 17, início da imunização

O Brasil iniciou a imunização contra o coronavírus quase um mês depois dos países da rica Europa, como Dinamarca, Bélgica, Suíça Portugal etc. Mas, desde o dia 17, início da vacinação por aqui, o Brasil já é o 5º país que mais imuniza no mundo. Apenas Estados Unidos, Reino Unido, Índia e Israel vacinaram mais habitantes, no mesmo período, segundo a plataforma Our World in Data. No total, o Brasil é o 15º país com mais imunizados (mais de 700 mil). EUA estão em 1º, com 21,3 milhões. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em toda a América do Sul, cerca de um milhão de pessoas foram vacinadas. Desse total, 70% já são brasileiros.

A Argentina, muito elogiada na imprensa brasileira, iniciou a imunização no dia 29 de dezembro. Até ontem, imunizou menos da metade do Brasil.

O Canadá, primeiro país a iniciar a vacinação no mundo, mais de um mês antes do Brasil, em 14 de dezembro, tem 816 mil imunizados.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Essa é para calar a boca dos esquerdopatas e as midiaslixo que gostam de falar que o governo não faz nada e de ver a quantidade de óbitos sempre elevada,

  2. BG vc sabe que a população da Argentina e bem inferior a do Brasil.. quero ver e proporcionalmente a população quem vacinou mais

  3. Se aparecer mais vacina vamos pra cabeça jaja.
    O MITO É DIFERENTE.
    PAPAI.
    Tem o apoio logístico da Fab, a vacina chega a menos de Fósforo no Destino.

    1. Graças aos Governadores e Prefeitos que arregaçaram as mangas e tomaram uma iniciativa que deveria ser da Presidência da República, ainda que com os erros e acertos inerentes a quem FAZ ALGUMA COISA.

    1. Aliás, completando a sua frase, se ele não fosse contra ao invés de 600 mil em 5 dias, nós já teríamos mais de 6.5 milhões de dezembro até agora.

    2. Se fosse por vontade ele não tinha nem começado ainda… Olhe lá se tivesse…

    3. Tão contra que tá trazendo insumos da China… Ô homi rinnnnn

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Saúde

Anvisa diz ao STF que dados do pedido de uso emergencial da Sputnik V eram insuficientes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que os dados relevantes à análise do pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V eram insuficientes. O diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, enviou ao ministro Ricardo Lewandowski detalhes sobre os processos da Sputnik V no órgão. A resposta foi encaminhada na noite de sexta-feira (22/1), mas só inserida nos autos nesta segunda-feira (25/1).

Lewandowski deu 72 horas para que a agência prestasse esclarecimentos sobre a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) do Governo da Bahia, que questionou a demora para liberação do imunizante russo. O Executivo baiano firmou termo de cooperação com o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RDIF) para aquisição e distribuição no estado da Sputnik V, vacina desenvolvida pelo Instituto Gamaleya.

A Anvisa detalhou o histórico e atual status dos pedidos de testes da fase 3 – que atesta eficácia da vacina em humanos – e do uso emergencial de 10 milhões de doses da Sputnik V no Brasil. A União Química tem parceria com o RDIF para desenvolvimento do imunizante no país e já fez as solicitações pertinentes, mas ainda não obteve autorização.

Sobre a solicitação de uso emergencial, a Anvisa informou ao ministro do STF que a documentação estava incompleta. Disse, ainda, que enviou ofício solicitando à empresa a complementação, em 16 de janeiro.

A Anvisa comparou os documentos da Sputnik V com os da Oxford/AstraZeneca, que já teve o uso de doses autorizado pelo órgão: “Para se ter a real dimensão da insuficiência da documentação apresentada, o processo referente ao pedido de autorização para uso emergencial da vacina da Fiocruz/Oxford, por exemplo, é constituído de 8.773 páginas, enquanto o processo referente à vacina Sputnik V contém um total de 791 páginas”.

“Cabe esclarecer que não estamos nos referindo a mero tamanho de processo, mas sim à densidade de informações técnicas referentes à qualidade, eficácia e segurança estabelecidos nos regulamentos sanitários do Brasil e convergentes com autoridades que possuem semelhança de medidas com a Anvisa, por exemplo, a FDA (EUA), MHRA (Reino Unido), EMA (Europa) e Organização Mundial da Saúde (OMS)”, ressaltou.

De acordo com a Anvisa, faltam, por exemplo, a avaliação que demonstra que a relação benefício-risco é favorável e os dados de eficácia e de segurança das análises de subgrupos.

“Esta avaliação de pedido de uso emergencial deve ser submetida para análise pela agência quando houver perspectivas reais de entregas em um tempo curto de vacinas prontas para uso. Para a decisão, a Anvisa considerará os dados apresentados, a população-alvo, as características do produto, os resultados dos estudos pré-clínicos e clínicos e a totalidade das evidências científicas disponíveis relevantes para o produto, ou seja, os resultados provisórios de um ou mais ensaios clínicos que atendam aos critérios de eficácia e segurança para o uso pretendido, devendo os benefícios da vacina superarem seus riscos, de forma clara e convincente”, pontuou.

Sobre o estudo clínico, a agência frisou que o pedido de anuência foi analisado e ficou concluído que não estavam presentes documentos obrigatórios, e alguns estavam incompletos. O órgão ressaltou que mantém conversas periódicas com os representantes da farmacêutica brasileira e da Rússia para esclarecimentos técnicos.

Liberação

A Anvisa também se manifestou contra o pedido do Governo da Bahia para flexibilização das regras excepcionais de importação e distribuição de vacina que ainda não tem registro no Brasil.

O Executivo do estado nordestino pediu que seja declarada a inconstitucionalidade parcial do art. 16 da Medida Provisória nº 1.026/2021, de modo que seja autorizada a importação e distribuição de vacina se houver registro por agência reguladora regional de referência certificada pela Organização Panamericana de Saúde. Hoje, a norma exige registro por pelo menos uma de cinco autoridades sanitárias estrangeiras específicas.

A Anvisa, contudo, assinalou que a natureza incomum da Autorização Excepcional e Temporária para Importação e Distribuição (AET) não pode ser tida como “inócua”. “Nesse sentido, não há como se ampliar uma medida já extraordinária com base exclusivamente em interpretação fundada em idiossincrasias, como, data vênia, pretendido na inicial da presente ADI”, escreveu.

Segundo o órgão, a eventual concessão da autorização excepcional não atesta a segurança, eficácia e qualidade dos produtos, mas apenas reconhece a existência de uma “relação aceitável de risco-benefício quanto ao seu uso nas condições da pandemia da Covid-19”.

A Anvisa pontuou que a proposta interpretativa da ADI “atenta ao princípio da legalidade” e causaria “perplexidades insolúveis ou demasiadamente arriscadas”, “precisamente o oposto da finalidade almejada pela legislação excepcional para enfrentamento da pandemia”.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. E a Anvisa entende do assunto vacina mais que o STF?
    Não pode!
    O STF é SUPREMO.
    Atropela o Poder Legislativo, o Poder Executivo, imagine uma simples autarquia..

  2. BG
    Esse stf(minusculo mesmo) a cada dia que passa se apequena mais. Querem presidir o Brasil, mais não foram eleitos, mais sim indicados e em grande maioria sabemos por quem.

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Economia

Presidente da Volkswagen diz que 54% do preço do carro no Brasil é imposto e defende redução

O fechamento das fábricas da Ford no Brasil ainda está gerando repercussão. Além de a interrupção de uma história centenária, o fato deixou o mercado brasileiro ainda mais apreensivo. Afinal, o que se pode fazer para que a economia em geral (e o setor automotivo) evitem ainda mais prejuízos ao País? Durante uma live, o presidente da Volkswagen do Brasil e América Latina, Pablo Di Si, apontou que reduzir o imposto na cadeia automotiva é o principal caminho da indústria.

De acordo com ele, não é preciso ter benefícios fiscais, mas reduzir a carga tributária (imposto). Di Si afirma que, hoje, no Brasil, 54% do valor de um automóvel é apenas imposto. Só essa redução seria capaz de gerar condições para que as montadoras permaneçam no Brasil e programem outros investimentos, como os carros elétricos.

Para ele, é necessário olhar para o futuro e definir metas, “não como empresas, mas como governo”, aponta. “Queremos um País industrializado? Não falo só do setor automobilístico. Qual o futuro da indústria no Brasil? Vejo coisas na contramão, por exemplo, o aumento de impostos no Estado de São Paulo”, comentou Di Si durante a live.

Aumento de imposto

O executivo se refere ao aumento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos veículos usados e novos, que foram, respectivamente, de 1,8% para 5,3% e de 12% para 13,3%. “Precisamos definir essa parte estratégica. Em vez de ficar chorando, fazendo mimimi, o que não gosto muito, vamos trabalhar juntos para solucionar nossos problemas”, defende.

Ele acredita que, na agenda do Governo, é necessário apoiar não somente a redução tributária, mas simplificá-la. “Há muitos impostos no Brasil. Simplificando isso, já ajuda as empresas a colocar mais foco nas pesquisas com consumidores, na redução de custos, na parte logística. Precisamos aliviar a burocracia e liberar as empresas para serem mais leves e eficientes”, argumenta ele, que quer carros mais baratos para o consumidor a fim de girar o mercado.

Sobre carros elétricos, o presidente da Volkswagen do Brasil e América Latina, afirmou que a montadora vai investir US$ 70 bilhões (pouco mais de 382,6 bi, na conversão direta) em mais de 100 carros elétricos e híbridos nos próximos 15 anos. Alguns deles já à venda na Europa. No Brasil, no entanto, “temos plano robusto para nos próximos cinco anos. Este plano, aliás, seria trazer carros híbridos, no início, e elétricos, na sequência”. O executivo, aliás, pretende “pegar uma fatia” das vendas deixadas pela Ford, com a saída da família Ka e do EcoSport.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Paulo, concordo com o seu comentário. Infelizmente, é verdade o que vc escreveu. João Macena.

  2. Na época do Brasil império tivemos varias revoltas por causa do QUINTO (1/5) = 20% de imposto sobre o ouro.
    Segunda a reportagem pagamos 54%. Absurdo !!!
    Aqui tudo é caro e não temos retorno de quase nada.
    Nossas estradas são do século XIX, ai quando duplicam dão em concesssão aos "amigos".

  3. Tenho o mesmo carro faz dez anos. Posso comprar outro, mas não o faço porque além de termos os aplicativos de transporte, o imposto na compra de veículos é simplesmente surreal e depois tens que pagar imposto anual de 3%. Do ponto de vista econômico isso é uma aberração. Se o brasileiro tivesse um pouco de educação financeira forçariam o governo a reduzir seus impostos, pois simplesmente as vendas cairiam a tal ponto que as empresas fechariam as portas.

  4. Infelizmente, o presidente não tem compromisso com o povo brasileiro, a não ser com sua família. O presidente é incapaz de reduzir impostos, pelo contrário seu ministro da economia defende a criação da nova CPMF, ou seja, mais impostos. Incompetente para gerir o país em bons momentos, impossível em meio a uma crise.

  5. BG
    Carga tributaria ESCORCHANTE para sustentar as castas dos três poderes. E o Cidadão sem segurança, saúde, educação. Uma VERGONHA.

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Economia

Vaga na Eletrobrás abre disputa no Ministério de Minas e Energia e pode definir futuro da estatal

A escolha do substituto de Wilson Ferreira Júnior na Eletrobrás será definitiva para o futuro do projeto de privatização da companhia. Enquanto a área econômica do governo quer encontrar um executivo à altura de Ferreira Júnior, que acredite na capitalização da companhia, o mundo político aposta no ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que, deixaria a pasta para dar lugar ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), ex-ministro de Minas e Energia e contrário à venda da estatal.

Ferreira Jr., por sua vez, acredita em uma solução interna, que continue o trabalho de redução de custos e de melhoria da gestão que ele iniciou há quase cinco anos. Ontem, em entrevista, ele disse que a dificuldade em aprovar a privatização da estatal no Congresso motivou sua renúncia do cargo.

No governo, a saída de Ferreira Jr. surpreendeu, principalmente pelo timing, uma semana antes das eleições para a presidência da Câmara e no Senado, que precisam dar aval à privatização. O Ministério da Economia sabe que a definição do novo presidente da Eletrobrás é o que vai dizer ao mercado se a privatização vai finalmente andar ou se vai naufragar de vez.

Isso porque Ferreira Jr. anunciou que deixará a empresa três dias após o Estadão/Broadcast publicar uma entrevista com o candidato apoiado pelo governo Jair Bolsonaro para o Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), em que ele disse claramente que a privatização da Eletrobrás não seria prioridade em sua gestão. Ele não se comprometeu com prazos e afirmou ser contra o “entreguismo sem critério”. Os investidores reagiram na mesma hora, e as ações da companhia despencaram no mercado.

Chamou atenção o fato de que nem Bolsonaro, nem Albuquerque ou o ministro da Economia, Paulo Guedes, se pronunciaram após a declaração, reforçando a impressão de que a privatização só era prioridade para o próprio executivo. Foi a gota d’água.

Na teleconferência desta segunda-feira, o próprio executivo revelou sua descrença com os rumos da privatização, admitiu que essas dificuldades foram a causa de sua saída e afirmou que o projeto só vai andar se houver envolvimento direto do presidente Jair Bolsonaro – em outras palavras, vontade política e muita articulação.

Mesas do Congresso

A maior preocupação do governo neste momento é justamente a eleição da nova mesa diretora do Congresso. Para eleger Pacheco no Senado e Arthur Lira (PP-AL) na Câmara, o Executivo tem negociado acordos políticos sobre todo assunto de interesse do Legislativo, entre eles cargos. Nesse cenário, voltou a circular, nos bastidores, a possibilidade da saída de Albuquerque da pasta de Minas e Energia, que seria dada a Braga como compensação. O senador desistiu de concorrer pelo MDB, cuja candidata é Simone Tebet (MS). Albuquerque, por sua vez, teria uma saída honrosa, como Bolsonaro costuma fazer com aliados leais.

Auxiliares próximos do presidente negaram que ele tenha interesse em trocar o comando do ministério. Procurados, os Ministérios da Economia e de Minas e Energia não comentaram, Braga negou os rumores e a Eletrobrás enviou o fato relevante sobre a saída do executivo.

Na Eletrobrás, a defesa é por uma solução interna, alinhada à política implementada por Ferreira Júnior. Na conferência em que explicou sua saída, o executivo disse que a estatal conta com profissionais com capacidade para substituí-lo – como a diretora Financeira e de Relações com Investidores, Elvira Cavalcanti Presta – e afirmou que o conselho de administração pretende contratar uma consultoria para avaliar outros nomes de mercado. Descartou também a possibilidade de que o presidente do conselho, Ruy Flaks Schneider, oficial de reserva da Marinha, assuma o cargo.

Aos mais próximos, Ferreira Jr. já havia sinalizado desde o fim do ano passado que estava cansado. Em sua gestão, o principal feito foi privatizar as sete distribuidoras do grupo no Norte, Nordeste e Goiás – com muita ajuda do governo Michel Temer. Ferreira Jr. conseguiu fazer demissões e reduzir custos, mas o saneamento da empresa chegou no limite.

Em 2024, o vencimento da concessão de Tucuruí reduzirá em 70% as receitas da subsidiária Eletronorte e, consequentemente, do grupo. A proposta de privatização, parada no Congresso desde novembro de 2019, embutia uma renovação desse contrato por mais 30 anos. Em quase cinco anos, colecionou atritos com o sindicato de trabalhadores, contrários a seu maior projeto, a capitalização, que acabou não entregando.

ESTADÃO

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Economia

Economia já aceita volta do auxílio, mas quer atrelar medida a corte de gastos

Apesar das resistências, o Ministério da Economia já discute uma nova rodada do auxílio emergencial, mas com uma condição: a realização de um acordo com o Congresso para aprovação rápida de medidas de corte de gastos. A decisão só deve ser tomada depois das eleições para o comando da Câmara e do Senado – marcadas para 1.º de fevereiro –, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende abrir diálogo para a aprovação das medidas.

Até lá, a estratégia é “segurar a respiração e esperar a eleição”, como definiu ao Estadão um integrante da equipe econômica. A posição dos quatro principais candidatos à presidência de Câmara e do Senado, favoráveis à nova rodada do auxílio em meio ao avanço da covid-19, está forçando o governo a rever os planos, ao mesmo tempo que cresce a pressão para o governo acelerar as negociações para adquirir vacinas para imunizar a população e destravar a economia.

Como revelou o Estadão no sábado, o ministro quer aproveitar o momento de pressão dos parlamentares, governadores e prefeitos para tentar “fazer do limão uma limonada” e aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com medidas de ajuste que não avançaram em 2020, incluindo cortes em gastos com os servidores.

Ontem, o presidente Jair Bolsonaro deu a senha e evidenciou a preocupação do governo com o endividamento. “A palavra é ‘emergencial’. O que que é ‘emergencial’? O que não é duradouro, não é vitalício, não é aposentadoria. Lamento muita gente passando necessidade, mas a nossa capacidade de endividamento está no limite”, disse a apoiadores.

Guedes quebrou o silêncio que mantinha desde que voltou das férias de fim de ano. Em seu primeiro pronunciamento público em 2021, defendeu ontem a vacinação, numa estratégia do Palácio do Planalto para reverter as críticas pela demora na implementação do plano de imunização do governo.

Apesar da maior reserva, Guedes está trabalhando em medidas e aguarda o resultado das eleições para que essas negociações não atrapalhem a corrida no Congresso. A última aparição do ministro em entrevista tinha sido em 23 de dezembro, numa divulgação de dados sobre emprego.

Crédito extraordinário
O discurso da área econômica é buscar espaço no Orçamento e no teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação. Mas, como a necessidade do auxílio é urgente, o tempo é curto para aprovar uma PEC e o Orçamento de 2021 ainda não foi aprovado, não se descarta a possibilidade de abrir um crédito extraordinário, liberando recursos fora do teto.

Diante da constatação do agravamento da segunda onda da covid-19, o que se considera é que o pedido do crédito, se bem fundamentado, poderá ser aceito pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF). A posição da SOF é relevante porque sempre houve resistência dos técnicos em assinar um crédito extraordinário, que exige que os recursos sejam direcionados para gastos imprevisíveis. Como a pandemia não é mais imprevisível, essa dúvida sempre foi levantada. Mas a piora da covid e as novas medidas de restrições em grandes cidades estão mudando o quadro.

Nesse caso, o governo pretende dar uma sinalização na direção da redução da dívida pública. Para isso, Guedes e sua equipe contam com a devolução antecipada de recursos emprestados pelo Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal. A dívida pública em 2020 deve ficar mais baixa do que o previsto. O especialista Fernando Montero, economista-chefe da Tullet Prebon, prevê que a dívida bruta tenha ficado em 87,9% do Produto Interno Bruto em 2020. A Instituição Fiscal Independente (IFI) reduziu sua projeção de 93,1% para 90,1% do PIB.

No Congresso, os dois principais parlamentares candidatos à presidência da Câmara – Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL) – avaliam que dá para fazer um novo auxílio dentro do teto. O atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que apoia a candidatura de Baleia, disse ontem que, se o endividamento do País tiver fechado num patamar menor, é possível debater uma prorrogação do auxílio por até seis meses, em valor de R$ 200 ou R$ 300.

Do outro lado da disputa, Lira buscou mostrar alinhamento aos objetivos de Guedes e se disse disposto, se eleito para o comando da Câmara, a discutir a revisão de gastos como o abono salarial, espécie de 14.º salário pago a trabalhadores com carteira que ganham até dois salários mínimos. O benefício é considerado disfuncional pela equipe econômica.

“O abono será discutido, mas não quer dizer que o ajuste será só nas costas do abono”, disse. Segundo Lira, qualquer discussão sobre o auxílio “precisa respeitar o teto de gastos”.

FOLHAPRESS

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Política

Em capítulo inédito de livro, Eduardo Cunha responsabiliza Temer, Maia e Baleia por impeachment de Dilma

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha lança nos próximos meses o livro “Tchau, Querida”, em que promete revelações bombásticas sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Um de seus principais alvos é o ex-presidente Michel Temer. Sem a atuação dele, diz Cunha, “não teria havido impeachment”.

A coluna teve acesso com exclusividade à íntegra da introdução das memórias do ex-parlamentar sobre o período.​ Nela, Cunha critica o livro “A Escolha”, lançado por Temer. Segundo ele, a obra quis “passar a informação de que Michel Temer apenas se beneficiou pelo destino da previsão constitucional de que o vice sucede o titular na Presidência”. Cunha atualmente está detido em prisão domiciliar.

Não, diz Cunha. Segundo ele, Temer “foi sim o militante mais atuante e importante” na derrubada de Dilma Rousseff da presidência. “Ele simplesmente quis e disputou a Presidência de forma indireta. Ele fez ‘a escolha’”.

Cunha promete “detalhes inéditos e minuciosos” sobre a batalha de Temer para derrubar Dilma. No livro, ele também mira em dois personagens em destaque no atual cenário político: o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Baleia Rossi (PMDB-SP), que disputa o cargo com apoio do próprio Maia. Segundo ele, o atual presidente da Câmara foi articulador e “um dos principais militantes” pelo impeachment, buscando “os holofotes dessa participação”. “Não tinha limites para a sua ambição e vaidade”, segue.

Foi no apartamento de Maia, segundo Cunha, que ocorreram as reuniões cruciais para o afastamento de Dilma. O atual presidente da Câmara queria inclusive ser o relator do impeachment.

Já Baleia Rossi também teria atuado na derrubada da petista. E só não foi ministro de Temer porque respondia a acusações de fraude na merenda escolar de São Paulo. Leia abaixo a íntegra da introdução do livro –a obra ainda não passou por revisão ortográfica.

“Esse livro começa com a história que todos sabem o seu final. no dia 17 de abril de 2016, um domingo, por volta das 23 hrs e 7 minutos, o então deputado Bruno Araújo deu o voto decisivo, de número 342, a favor da abertura do processo de impeachment, em uma votação que terminaria com 367 votos favor da abertura do processo, 137 votos contrários, 7 abstenções, que na prática eram votos contrários a abertura, além de dois ausentes que, também na prática eram votos contrários a abertura do processo de impeachment.

As duas únicas ausências nessa votação, foram as do então deputado do PMDB do Ceará Aníbal Gomes que, para justificar a sua negociação com o governo, se internou para uma cirurgia e a da deputada Clarissa Garotinho do Rio de Janeiro onde, em função de uma negociação de benesses para a prefeitura de Campos, feita pelo seu pai, antecipou uma licença maternidade para o dia 15 de abril, de um filho que nasceria em 20 de maio, 35 dias depois.

O que se pretende com esse livro não é contar a história do final já conhecido, mas sim levar ao leitor todos os fatos que ocorreram para que se chegasse a esse resultado, com informações inéditas, relatados em ordem cronológica e, análise das condições históricas que levaram a esse processo de impeachment.

O relato será fiel aos fatos, descrevendo o papel de cada um nessa trajetória do impeachment e as atuações que alavancaram ou prejudicaram o processo. Relataremos também a participação do então vice presidente Michel Temer, com detalhes inéditos e minuciosos, para demonstrar que o principal beneficiário do processo, foi sim o militante mais atuante e importante. Sem essa sua atuação não teria havido o impeachment. […]”

Confira matéria completa na Folha.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns, Manoel e Lourenço, pelo comentário de vcs. Concordo com o que vcs escreveram. João Macena.

  2. Era golpe ! Agora não é mais ! PT, PMDB e DEM, juntos para eleger uma BALEIA depois de brigarem por uma ANTA! o munda dá tantas voltas … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Até hoje, nada provado contra Dilma (do contrário, teria sido presa).. de lá pra cá, a vida do brasileiro foi só ladeira abaixo… ou melhor, ladeira acima, que o digam a gasolina, os preços dos alimentos, o custo de vida,
    a pobreza, o desemprego, etc…..

    1. Você está distorcendo a narrativa da história, a vida dos brasileiros foi ladeira abaixo justamento por culpa de Dilma, foi por isso q ela caiu, ela provocou a maior recessão da história do Brasil, deixou 13 milhões de desempregados, foi cúmplice no maior escândalo de corrupção da história mundial, o petrolão, onde foram desviados mais de 1 trilhão de reais, usados principalmente pra sua reeleição em 2014 na compra de votos, de partidos, de políticos, da imprensa, dinheiro que foi enviado para todas as ditaduras de esquerda do mundo, Cuba, Venezuela, Nicarágua, Angola, etc.

  4. Os maiores culpados pelo impeachment da Anta foram: as pedaladas fiscais, a imposição de Lula ao PT dela como candidata, os acordos espúrios com o que pior que existia na política Nacional, vide Collor, Sarney, Calheiros, Sérgio Cabral, Temer, Jader Barbalho, o proprio despreparo burrice da mesma, suas péssimas escolhas dos seus ministros., e a falta de articulação do seu partido, que se achava perfeito e dono do Brasil.

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Saúde

Butantan e Vital Brazil desenvolvem pesquisas para criação de soro anti-Covid

Os institutos Butantan, de São Paulo, e Vital Brazil, do Rio de Janeiro, estão desenvolvendo pesquisas com soro a partir do plasma do cavalo para tratamento de pacientes com a Covid-19. Se apresentarem a eficácia esperada na próxima etapa de testes, os soros podem ser os primeiros medicamentos eficazes no tratamento da doença. Países como Costa Rica, Argentina e México também estão desenvolvendo o soro.

As técnicas utilizadas pelos laboratórios públicos são parecidas com a produção do soro antirrábico, experiência acumulada que facilitou o desenvolvimento da versão contra a Covid em menos de um ano.

Segundo a diretora de Inovação do Butantan, Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, é uma tecnologia brasileira com mais de um século de experiência, com resultados positivos e não é “absurdamente cara”. “Até hoje não foi desenvolvido um antiviral específico para o coronavírus e o soro pode ser uma alternativa”, disse.

A diferença nas pesquisas está no modo como usam o vírus na produção do soro. O Butantan utiliza o vírus inativado por radiação, enquanto o Vital Brazil faz uso da proteína S, que estimula resposta imune. Nas duas pesquisas, foram escolhidos dez cavalos, nos quais foram aplicados o vírus inativo ou a proteína S para estimular a produção de anticorpos.

O soro é feito com o plasma retirado do sangue dos animais, que produzem muito mais anticorpos que os humanos, podem doar mais sangue por serem de grande porte e não têm doenças neurodegenerativas.

O diretor industrial e científico do Vital Brazil, Eduardo Ribeiro da Cunha, explicou que é feita a coleta de sangue do animal e separado o plasma. “As hemácias que não nos interessam são devolvidas para o cavalo que precisa delas. Ele entra em um mês de descanso [até a próxima coleta]”, afirmou.

Cunha disse que o plasma do cavalo é usado no mundo inteiro na fabricação de soros e é recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ele explicou que o plasma, assim que chega ao Vital Brazil, passa por um processo para evitar rejeição em humanos.

Os laboratórios informaram que o soro teve bons resultados nas fases de testes in vitro e em camundongos. Eles foram enviados à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que solicitou a realização de um teste que consiste em induzir a doença no animal e fazer tratamento com o soro. Se a resposta for bem-sucedida, a agência poderá autorizar testes em humanos.

O Butantan vai realizar o teste em um laboratório NB3 (de segurança máxima) do ICB-USP (Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo). Nesta semana, os pesquisadores já começaram a aclimatização dos animais para ter certeza de que estão com saúde boa para iniciar os experimentos.

A expectativa é que o resultado saia ainda neste mês e que, e seguida, a Anvisa autorize os testes em humanos. “Precisa ter certeza se não é tóxico, se vai ter efeitos positivos e negativos. Ela [Anvisa] tem uma lista de testes e exigências que a gente tem que fazer”, disse a diretora do Butantan.

O diretor do Vital Brazil disse que está está trocando protocolos com a Anvisa, informando que não vai conseguir fazer o teste em animais antes dos humanos devido a problemas, como a falta de um animal transgênico com receptores de humanos e dificuldade de obter laboratórios NB3.

Apesar disso, ele garante que a Anvisa não está atrasando a pesquisa e tem sido parceira no processo. De acordo com ele, em maio completa-se um ano que o instituto está desenvolvendo o soro, e que isso é raro. “Você demora de cinco a dez anos para produzir um soro. A gente está queimando etapa porque está usando uma plataforma que usa há muitos anos. A pandemia exigiu”, enfatizou.

FOLHAPRESS

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Saúde

Bolsonaro agradece liberação de insumo para Coronavac

Pressionado pelo atraso no início da vacinação no Brasil e pela queda em sua popularidade, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afagou nesta segunda (25) o governo chinês —frequentemente atacado por uma ala do bolsonarismo— por ter dado sinal verde ao envio de um lote de insumos da Coronavac. O presidente ainda agradeceu a colaboração da China. Autoridades do país asiático autorizaram a exportação de 5.400 litros de insumos do imunizante da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O lote de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) liberado pela China deve ser suficiente para a fabricação de 8,5 milhões de doses da Coronavac. Bolsonaro já chamou o imunizante de “a vacina chinesa do Doria”. A autorização foi celebrada por Bolsonaro no Twitter. A atitude marca uma mudança na retórica anti-China que o presidente e a ala ideológica vinham protagonizando, com declarações vistas como ofensivas por Pequim.

“A Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5,4 mil litros de insumos para a vacina Coronavac foi aprovada e já estão em área aeroportuária para pronto envio ao Brasil, chegando nos próximos dias”, escreveu o presidente.

“Assim também os insumos da vacina AstraZeneca estão com liberação sendo acelerada. Agradeço a sensibilidade do governo chinês, bem como o empenho dos ministros Ernesto Araújo [Relações Exteriores], Eduardo Pazuello [Saúde] e Tereza Cristina [Agricultura].”

O ministro da Saúde disse que a expectativa é que a matéria-prima chegue ao Brasil até o final desta semana.

A Coronavac está no centro da chamada “guerra da vacina” entre o governador de São Paulo e Bolsonaro.

Ao longo de 2020, o presidente atacou a Coronavac em mais de uma ocasião. Ele disse que a vacina não transmitia confiança por sua origem e garantiu que o governo não a compraria. Porém, a pressão de governadores e as críticas de falta de planejamento da campanha brasileira de imunização levaram o Ministério da Saúde a anunciar a compra de 100 milhões de doses da vacina.

Após o anúncio feito por Bolsonaro, João Doria, do PSDB, reagiu e afirmou que a liberação do envio do insumo não foi obra do governo federal. “Todo o processo de negociação com o governo chinês para a liberação de 5,4 mil litros de insumo para a vacina do Butantan foi realizado pelo Instituto [Butantan] e pelo governo de São Paulo, que vem negociando com os chineses a importação de vacinas e insumos desde maio do ano passado.”

Doria é o principal fiador do acordo entre o Butantan e o laboratório Sinovac e, no dia 17 de janeiro, garantiu uma vitória política sobre Bolsonaro ao iniciar a vacinação em São Paulo com a Coronavac.

O governo federal queria dar o pontapé da imunização com 2 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca trazidas da Índia. No entanto, a importação atrasou em uma semana, garantindo o protagonismo do tucano.

Bolsonaro vinha apostando na vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a empresa AstraZeneca. No Brasil, o imunizante será produzido pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Tanto a Coronavac quanto a Oxford/AstraZeneca estão com seus cronogramas ameaçados por dificuldades de acessar matérias-primas fabricadas na China.

A Fiocruz afirmou que ainda não tem data para a saída de seu lote de IFA, que será suficiente para a produção de 7,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

Nos últimos dias, ministros do governo e Doria fizeram apelos a autoridades chinesas para que os IFAs que estavam retidos no país asiático fossem liberados.

O histórico de ofensas à China de aliados do presidente brasileiro —entre eles seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub— foram apontados como obstáculos para o aval de Pequim.

Além disso, Ernesto tem péssima interlocução com a missão diplomática chinesa em Brasília, outro empecilho para as negociações.

Diante do risco de atraso no cronograma de produção do Butantan e da Fiocruz, o governo mobilizou ministros que têm boas relações com a China para tentar agilizar os trâmites necessários.

Auxiliares relataram que a principal interlocutora entre a missão diplomática chinesa em Brasília e o Palácio do Planalto foi Tereza Cristina. Em sua pasta, ela supervisiona as vultuosas exportações do agronegócio. Ernesto também buscou desfazer o mal-estar criado com as autoridades chinesas por falas passadas e por ter repreendido o embaixador chinês, Yang Wanming, numa troca de acusações com Eduardo Bolsonaro .

Em 15 de janeiro, Ernesto enviou uma carta ao chanceler chinês, Wang Yi, destacando a importância da cooperação entre os dois governos.

O documento destaca conversas anteriores de autoridades das duas nações e faz um apelo para que Pequim desse a autorização para as exportações.

A expectativa de diplomatas e assessores militares é que as dificuldades enfrentadas na semana passada —sejam elas uma retaliação política, sejam apenas reflexo da falta de interlocução do Itamaraty com a China— marquem o início de uma política mais pragmática com o país asiático.

Embora as mensagens publicadas por Bolsonaro indiquem que a retórica anti-China deve perder espaço, assessores lembram que os ataques costumam partir de expoentes da ala ideológica, principalmente de Eduardo Bolsonaro.

O embaixador da China no Brasil comentou o anúncio feito por Bolsonaro nas redes sociais. “A China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance. A união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”, escreveu o diplomata.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Um governo que inaugura bica e ponto de internet tem condições de negociar com a China desde quando?
    É difícil dizer isso mas lá vai: Obrigado João Dória por ter assumindo a presidência do Brasil na condução da crise do covid 19.

    1. Doria não tem chanceler, embaixadas e consulados.
      Quem tem é o doido que recebeu 57.000 milhões de votos tá??
      Blz??
      É melhor JAIR se acustumando.
      Vai ater 2026.

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Comportamento

UMARIZAL: “Amante” de ex-prefeito confirma que relacionamento extraconjugal tem 19 anos e publica nota de repúdio sobre “dopagem de esposa”

A amante do ex-prefeito de Umarizal, no interior potiguar, confirma que o relacionamento extraconjugal tem 19 anos e publicou uma nota de repúdio sobre a dopagem da sua esposa dele. Segundo notícia publicada no blog Jair Sampaio, uma técnica de enfermagem que cuidava dele, dopava a esposa para que a amante tivesse acesso a casa. Na nota, ela nega que isso tenha acontecido.

“Mas certamente jamais faria complô, planejaria ou iria compactuar com pessoa alguma, de entrar na casa de outra mulher e dopá-la para encontros casuais. Sempre tive respeito, não só pela mulher, como a família de forma geral do meu companheiro e não seria capaz de cometer tal ato. É muito constrangedor e humilhante ter meu nome difamado por interesses que permeiam questões políticas e que acabam sendo relacionados diretamente a minha vida”, afirmou ela na nota.

Confira nota completa:

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Saúde

Governo federal diz à Astrazeneca ‘não ter objeção’ a compra de 33 milhões de doses de vacina pelo setor privado


Foto: Dado Ruvic / REUTERS

O governo brasileiro enviou uma carta à AstraZeneca para dar seu aval a uma possível aquisição de 33 milhões de doses da vacina de Oxford pelo setor privado, das quais a metade seria destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do Plano Nacional de Imunização.

O ofício ao qual o Globo teve acesso afirma que o governo não tem objeções à compra desde que pelo menos metade das doses seja doadas “imediatamente” ao SUS e desde que a vacina seja utilizada para a imunização dos funcionários dessas empresas e não para comercialização. O ofício diz ainda que a importação deve atender aos critérios estabelecidos pela Anvisa e as doses devem ter rastreabilidade.

O documento é assinado pelo secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, pelo advogado geral da União, José Levi , e pelo chefe da Controladoria Geral da União, Wagner Rosário.

O governo brasileiro tem tentado aumentar a quantidade de doses de vacina para garantir a continuidade da imunização no país. Até o momento, governo disponibilizou 2 milhões de doses da vacina de Oxford e pouco mais de 10 milhões de doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butatan.

A quantidade, no entanto, não é suficiente para dar conta nem da primeira fase do Plano Nacional de Imunização. Segundo estimativa do plano, a previsão era de que fossem necessárias cerca de 31,1 milhões de doses para dar conta da primeira etapa.

A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre o tema, mas a pasta afirmou que não vai comentar.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Trabalhei na Petrobras, e ela fez isso inúmeras vezes, vacinando seus funcionários, sempre vi como uma forma de ajuda as campanhas de imunização, e um alívio para o sistema de saúde

  2. O esforço de determinados setores em tentar diminuir ou maquiar o descalabro desse governo , é digno de estudo nos anais do jornalismo do desespero . Está ficando sem volta , pois nada é tão ruim que nos possa piorar : PARDEU DA LUA ?. Ai papai !

    1. Metade desses doses vem para o SUS.
      Vão ser doadas.
      Viu quando exister governo honesto, as coisas funcionam.
      Tá certíssimo o governo Bolsonaro.
      Ao contrário do calça apertada, que quer ser pai, padrasto da vacina, que não passa um politiqueiro safado.

    2. Fique em casa e não tome a vacina só quando for para cavalo.

  3. Ta explicado a demora do demonio do presidente na negativa de vacina era para ajudar os empresários a ganhar dinheiro e o povo que de f….

    1. Interpretação de texto não é para jumentos… O forte deles é seguir o encantador de jumentos.

  4. Ótimo. Alívia a necessidade de gastos públicos e vacina quem precisa também.
    Não exclui os demais.

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Política

Lamento muita gente passando necessidade, mas endividamento está no limite, diz Bolsonaro sobre prorrogação do auxílio emergencial

O presidente Jair Bolsonaro voltou nesta segunda-feira (25) a indicar que não haverá prorrogação do auxílio emergencial após afirmar a apoiadores que lamentava haver muita gente passando necessidade, mas que o endividamento do país está no limite.

Questionado por um apoiador sobre se é a favor de um novo auxílio emergencial, Bolsonaro disse que não iria conversar sobre o assunto com ele, mas somente com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Não, eu não vou… converso isso com o Paulo Guedes, contigo não. A palavra é emergencial. O que é emergencial? Não é duradouro, não é vitalício, não é aposentadoria. Lamento muita gente passando necessidade, mas a nossa capacidade de endividamento tá no limite”, alegou.

Aliados de Bolsonaro no Congresso têm defendido uma discussão sobre a retomada do auxílio emergencial, que se encerrou em dezembro, mas tanto Bolsonaro quanto Guedes têm dado declarações contrárias à retomada do benefício.

UOL com Reuters

Opinião dos leitores

  1. A conta é simples: cortem os gastos com o Legislativo e Judiciário (todas essas benesses) que o Auxilio volta.

  2. Quando tiver um esquerdista reclamando de alguma coisa é porque o que você está fazendo esta certo, o problema é que esses comunistas quer que o governo sustente eles, só que nesse governo é diferente, vão ter que trabalhar se não só vão comer mortadela.

  3. Lamenta?
    O Brasil está do jeito que o senhor gosta. O caos é seu habitat natural, nele o senhor se desenvolve e se deleita.
    Mas a culpa não é sua, a culpa e de quem colocou vc aí… nunca escondeu seu despreso pela vida e sua incapacidade de agir, apenas de apontar para os outros. Com mais de 30 anos parazitando, não dá pra dizer que ninguém imaginasse que fosse assim.

  4. BOLSONARO já recebeu o Brasil quebrado da época desastrosa do PT, com dezesseis milhões de desempregados, QUEBRADO: SAÚDE, ECONOMIA; NÍVEL ELEVADO CORRUPÇÃO, haja vista LAVA AJATO e outras operações;, O RAKING DA EDUCAÇÃO NO BRASIL ocupa 60ª posição, entre 76 países, no ano 2019. UM CAOS.

    Aí vem uma doença que teve ORIGEM NA CHINA, não só quebrou várias empresas no BRASIL, e no MUNDO, além das mortes de milhões de pessoas.

    Apesar de tudo isso, o Presidente concluiu várias obras que estavam inacabadas, por exemplo trouxe água do São Francisco para CEARÁ, além de estradas por todo Brasil.

    ATUAL PRESIDENTE CORRETO, HONESTO E NÃO DEIXA NINUGÉM ROUBAR, O BRASIL PRECISA DE BOLSONARO.

  5. Não acredito que TONHO disse isso :
    E como fica meu 3x 1 comprado em 18 meses ?
    Meu churrasquinho de galeto com conhaque aos domingos ?
    Eu quero meu auxiliar porque o véio é bom , o véio é espetacular .
    Aí papai , desse jeito o YONHO vai deixar de ser pop .

  6. 15 milhões gastos em leite condensado…
    O omi é bom, o omi é espetacular…#sqn
    Só calígula gosta mais de leitinho do que o Bozo…kkkkkkkk

  7. Os pobres que votaram no Bozo devem tá é feliz…kkkkkkkkk
    Faz arminha que o auxílio volta….pah…….
    Muuuummmmmmmmm

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Saúde

Brasil registra mais de 7,7 milhões de curados da Covid-19


Foto: Divulgação/AI Santa Casa de Piracicaba

O Brasil registrou nesta segunda-feira (25) mais 55.832 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 7.709.602 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 86,9% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil quase oito vezes superior ao número de casos ativos (944.127), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 72,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

 

Opinião dos leitores

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Economia

Arrecadação federal de impostos cai 6,9% em 2020 e tem o pior resultado em 10 anos

A pandemia de covid-19 levou a arrecadação federal a ter queda de 6,91% em 2020, na comparação com o ano anterior. Dados divulgados pela Receita Federal nesta segunda-feira (25) mostram que foram levantados R$ 1,526 trilhão em impostos nos últimos 12 meses.

Considerando valores atualizados pelo IPCA, o resultado anual foi o pior desde 2010, quando a arrecadação foi de R$ 1,47 trilhão. Eis a íntegra do relatório.

Entre os principais fatores que explicam a queda na arrecadação está a retração da atividade econômica por causa da pandemia de covid-19. Para enfrentar as consequências do coronavírus, o governo decidiu reduzir alguns tributos, como o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). A decisão custou R$ 19,7 bilhões aos cofres públicos.

Houve ainda R$ 85 bilhões em diferimentos de impostos e redução do Imposto de Importação de produtos médicos ligados ao combate à doença. Segundo o Fisco, houve alta nominal de 58,86% no volume de compensações tributárias, para R$ 62,1 bilhões.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a queda foi menor do que o esperado pelos analistas do mercado financeiro no início da crise, em março. Na avaliação dele, a retração foi “relativamente branda” e “excelente”“Fizemos uma recuperação em V, com diversos setores tendo um PIB ligeiramente acima da pré-pandemia”.

Em dezembro, a arrecadação somou R$ 159,06 bilhões. É o melhor resultado para o mês desde 2013 (R$ 172,506 bilhões).

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Vamos agradecer aos governadores que trancaram as pessoas em casa com o lockdown travando a economia.

  2. Poderia ter sido pior se não tivesse um governo bom e comprometido como é o do Bolsonaro.
    É assim que o FMI e Banco Central encara.
    Dr Paulo é testado, topado, é PHD em Harvard meu fii.
    É diferente papai!!
    Aliás, a equipe toda do Bolsonaro é Top, trabalham incansavelmente.
    Só não vê, quem não quer.

    1. Vá a merda, seu babaca otário!!
      Você tem mais é que se lascar com esse governo incompetente.

    2. Top so se for na tua casa
      Esse vagabundo nao faz nada de bom por nosso país

      IMPECHEMANT JÁ
      IMPECHEMANT JÁ

    1. Vá inventar de perguntar o quanto os trancamentos,determinados por estados e municípios, contribui para essa queda… só para ver o nível das respostas.

  3. Arrocha mais Guedes….kkkkkkkkkkkkkkkk
    Bota pá torar……kkkkkkkk
    Os que usam argola na venta adoooooooram.
    Muummmmm

    1. Perdeu a BOQUINHA VAGABUNDO ?? Está difícil ter que aprender a trabalhar?? Vou dar uma dica ; a carteira de trabalho é azul, procure no armário velho da casa da sua avó , porque todos aí na sua casa moram de favor , segunda dica , vá no SINE , terceira dica , faça um curso , e a DICA PRINCIPAL; TER VONTADE DE TRABALHAR

    2. A economia a gente vê depois…
      Os professores do estado são um exemplo de produtividade para o Brasil.
      Greve, depois não tem aula por causa da covid, depois se as aulas voltam querem greve de novo…

    3. Verdade…so os idiotas idolatram idiotas
      Presidente burro, idiota, mal educado
      BURRRROOOOO

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Geral

Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber benefícios com reajuste; Confira calendário de pagamento 2021


Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (25), aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham um salário mínimo começam a receber os benefícios com reajuste em suas contas. O calendário já havia sido anunciado pela autarquia em dezembro do ano passado.

Os depósitos seguirão a sequência de anos anteriores, com um calendário para quem recebe um salário mínimo e outro para quem ganha mais. Para cada categoria, as datas de pagamento serão determinadas pelo número final do cartão, sem considerar o dígito verificador (que vem depois do traço). Os primeiros a receber são aqueles que possuem número final do cartão 1 e recebem um salário mínimo.

Esse calendário abrange a maioria dos 35 milhões de segurados. Antigos beneficiários que recebem fora da sequência do número do cartão, continuarão a ser pagos na data atual.

Em 2021, o INSS reajustou o valor do benefício de R$ 1.045 para R$ 1.100, no caso de quem ganha um salário mínimo. O aumento, para esses aposentados e pensionistas, será de 5,26%. Quem ganha acima do salário mínimo terá um reajuste de de 5,45%, seguindo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor acumulado de 2020.

Agência Brasil

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Saúde

732,6 mil brasileiros já receberam a 1ª dose da vacina contra o coronavírus; Veja número de vacinados por estado

Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 19.jan.2021

Até 18h52 desta 2ª feira (25.jan.2021), pelo menos 732.620 doses de vacina contra o coronavírus foram aplicadas em todo o Brasil. Os dados são do CoronavirusBot, que complica dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de saúde.

São 98.222 a mais que o registrado ao meio-dia desta 2ª (634.398 doses).

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. Já não! Ainda!
    Uma vergonha o nosso plano de vacinação, graças ao asno negacionista que se elegeu, com meu voto inclusive.

    1. É um paspalho, olha a quantidade de vacinamos no mundo veja se o Brasil está atrás!! Somos o 26º em mortes por milhão. Aqui n tem genocídio tem ação

    2. Só um analfabeto funcional da sua qualidade pra dizer umas besteiras dessa.

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Judiciário

Lewandowski decide abrir inquérito para apurar atuação de Pazuello na crise de saúde pública em Manaus


Foto: Nelson Jr./SCO/STF.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu abrir inquérito para apurar atuação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na crise de saúde pública em Manaus.

Lewandowski enviou à Polícia Federal pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para a instauração de inquérito, a ser concluído em 60 dias, conforme requerido pelo procurador-geral. O ministro da Saúde deve ser ouvido.

A representação foi enviada à PGR pelo partido Cidadania. Nela, a legenda aponta existirem indícios de que o Ministério da Saúde tinha sido alertado por uma fornecedora de oxigênio hospitalar que faltariam cilindros com o gás comprimido nos hospitais de Manaus em janeiro, mas nada fez.

O Cidadania argumenta que Pazuello pode ter praticado o crime de prevaricação (artigo 319 do Código Penal) e o ato de improbidade administrativa de retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato administrativo.

Após receber documentos do Ministério da Saúde, Augusto Aras afirmou na ação que é necessário instaurar o inquérito para aprofundar as investigações sobre os “gravíssimos fatos” imputados ao ministro.

O PGR destacou que, embora tenha havido um grande aumento no número de infectados com o coronavírus em Manaus na semana do Natal, Pazuello só enviou representantes para a cidade em 3 de janeiro.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Essa porra não morre não, não se aposenta não, só faz encher linguiça pra perda de tempo. É uma praga mesmo. Vamos correr atrás de bandido corrupto ministro

  2. Esse STF acha que pode fazer o mesmo que fez com outros governos é???? Com a turma de Queiroz o negócio é diferente. A ingerência só não podia nos outros governos PORRAAAAA!!! ACABOU PORRA!!! CHAMA O CABO NO JEEP PRA FECHAR ESSA PORRA LOGO!!!

  3. Corja de bandidos nesse STF e já está ficando descarado tanta manobra para afetar o Governo. O povo dará a resposta,

  4. Só o que falta é Ministro do Supremo querer mandar no País, onde estar o respeito ao povo que escolheu o Presidente. Muito difícil governar uma nação, onde Ministros do Supremo querem meter a colher em tudo.

  5. Aproveita e abre também pro Governador e o Prefeito que deixou o cargo recente.
    Vamos vê quem de fato errou.
    Agora abra mesmo.
    Não venha com papangusadas como a que vossa excelência tem feito, agindo a favor do cara que protagonizou o maior assalto aos cofres públicos do mundo tá?
    PQP…
    Esses caras são uma vergonha nacional.
    Parece que daquele canjerê, se salva muito poucos.

  6. Solta Lula e quer investigar Pazuelo…
    São abutres…
    Ministro da saúde não gere a saúde estadual.
    É verdade que 250 pessoas morreram por falta de UTI covid e ninguém investigou o governador?
    ?

    1. Quem mora la diz que o governador esta cada vez mais rico e o estado cada vez mais as moscas… Mas é mais facil culpar o presidente por tudo!!

  7. Pode fechar a hora que quizer o stf
    Pois não sera GOLPE pois nenhum ministto tem voto pelo povo e sim indicado

  8. Tem que botar quente naquele pintor de rodapé.
    Fico imaginando como aquele milico chegou a general.

    1. Estudando, ao contrário de vc, que passa o dia coçando os ovos e digitando asneiras.

    1. kkkkkkkkkkkk
      E tu acha que ele pode passar por cima da Constituição?
      Ele foi eleito(infelizmente) para presidente, não para dono do Brasil…
      Além de b**sta, o que mais tem na sua cabecinha?

    2. Queria saber também. Porque até agora ainda não o vi governar.

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