Economia

Governo estuda manter auxílio emergencial com valor menor até março

A ala política do governo estuda prorrogar o pagamento do auxílio emergencial até março de 2021. A ideia é que o benefício, atualmente em R$ 600, seja reduzido para um valor entre R$ 200 ou R$ 300. A medida, entretanto, é vista com ressalvas pelo Ministério da Economia e precisa ser votada pelo Congresso.

O pagamento do auxílio emergencial está garantido até agosto, e o governo avalia eventuais consequências políticas na popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caso ele seja extinto, sem uma alternativa viável. Sem a clareza sobre a duração da pandemia, estudos para definir a extensão do auxílio já estão em curso.

Atraso no Renda Brasil é motivo

A extensão do auxílio emergencial seria uma forma de compensar um atraso no Renda Brasil, o grande programa social do governo Bolsonaro. O governo não deve concluir tão rapidamente quando gostaria os projetos e adequações de sistemas para criar o Renda Brasil, que deve unificar o Bolsa-Família, o abono salarial, o salário-família e o seguro defeso. A ideia é criar uma marca social para Bolsonaro porque o Bolsa-Família é uma herança do PT.

Para realizar seus planos, no entanto, o governo depende de outros fatores. A redução do valor do auxílio depende de aprovação do Congresso porque o valor de R$ 600 está previsto em lei. Além disso, para ser estendido até março, o decreto que definiu o estado de calamidade precisaria ser renovado. A norma vence em dezembro e seria necessária uma nova votação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

A extensão da validade do decreto é necessária para que o governo não descumpra o teto de gastos e a lei de responsabilidade fiscal. Se as normas forem violadas, o Executivo pode cometer um crime de responsabilidade.

UOL

Opinião dos leitores

  1. A oposição vai pirar!!! O presidente aprendeu direito o jogo desse povo, só não pode roubar. Parabéns!!!

  2. Absurdo ! Esse valor de 600 já é pequeno , Desse jeito não dá . O MITO tem que manter ou aumentar esse valor .

  3. E o que o governo do estado está fazendo? Quais suas ações? Já que o STF deu autonomia para os Estados e Municípios tomarem ações no combate ao covid19.

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Jornalismo

Jornal Nacional faz duro editorial, cita Constituição e questiona se Bolsonaro cumpriu dever

O Jornal Nacional desse sábado (8) fez um duro editorial em razão dos 100 mil mortos por coronavírus. O telejornal da TV Globo citou a Constituição e cobrou que o presidente Jair Bolsonaro seja responsabilizado.

O texto começa afirmando que os governos têm “obrigação de proporcionar aos cidadãos” o direto à Saúde. “As ações dos governantes precisam ter como objetivo diminuir o risco de a população ficar doente. E não somos nós que estamos dizendo isso. É a Constituição brasileira, que todas as autoridades juraram respeitar”, disse o apresentador William Bonner.

“Está registrado no artigo 196: a Saúde é direito de todos e dever do Estado garantido mediante políticas sociais e econômicas, que visem a redução do risco de doença e de outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação”, completou.

“Mas o Brasil está há 12 semanas sem um ministro da Saúde titular. São 85 dias, desde o dia 15 de maio. Dois médicos de formação deixaram o cargo de ministro da Saúde porque pretendia seguir as orientações da ciência e o presidente Bolsonaro não concordou com essa postura deles”, afirmou Renata Vasconcellos.

Os apresentadores destacaram que o presidente minimizou a pandemia e atuou contra medidas e orientações de autoridades de saúde que poderiam ter ajuda a salvar vidas e reduzir o número de vítimas.

“Fica a pergunta: O presidente cumpriu esse dever? Quais governadores cumpriram?”, cobrou Vasconcellos.

Revista Forum / BlogdoFM

Opinião dos leitores

  1. Interessante a rede globo(Hoje lixo)
    Só prestava na época do impeachment de Dilma?
    Esse é o governo do falso moralismo.

  2. Não adianta nada dar chilique…..BOLSONARO ATÉ 2026……para o bem do Brasil….????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  3. Nunca vi nenhum presidente, nenhum mesmo, preocupar-se com a saúde dos brasileiros. O sistema de saúde desse país sempre foi precário.
    Esse maluco que está no poder, apenas teve o azar de surgir em pleno governo dele uma pandemia. Se ele fosse inteligente teria feito diferente, mas vai entrar para a história como um genocida.

  4. Durante a pandemia, a Globo tentou dar um golpe no governo, estimulando panelacos.
    Em vez de se preocupar com a saúde da população, tentou obter vantagens para si própria desrespeitando a vontade da população que elegeu Bolsonaro e não Rodrigo Maia, presidente.
    A Globo não é superior à vontade do povo.
    A Globo não substitui a vontade popular.
    Usar o poder econômico e midiático para tentar subverter a democracia é uma afronta à constituição.

  5. Faltou ela ter coragem e imparcialidade de reconhecer que o STF tolheu as ações do Presidente (menos distribuir dinheiro, claro) em relação à pandemia. Devia ter coragem de reconhecer, também, que as milhares de mortes ocorreram mesmo com a população isolada, com alguns Governadores decretando lockdown. O do RN por pouco não decreta.

  6. A globolixo vai acabar, quebrada.
    Anda a possos largos nessa direção.
    Já foi um hipermercado, hoje é supermercado, não vai demorár pra virar mercadinho, e depois uma birosca.
    São burros esses marinhos.
    Pela primeira vez, estão sendo confrontados e não sabem sair da situação.
    Sinuca de bico, e não sabem como tirar.
    Kkkkk.
    Vao se LASCAR.
    Kkkkkk

  7. Parabéns ao JN!
    Antes da pandemia, o Brazil já estava sofrendo a epidemia da insanidade e que perdura até os dias atuais.

    1. A maior epidemia que tem contaminado a América Latrina é o comuna virus.
      O comuna vírus é contagioso, cega e mata.
      Quem é contagiado vira um zumbi e passa a sair gritando palavras sem nexo.
      Facistas não passarão, Lula livre, bozo, genocida…
      O comuna vírus quer tomar o poder.
      Os governadores comunistas tentam se aproveitar do corona virus para iludir a população.
      Os dois ministros medicos, a Globo fez de tudo para atrapalhar…
      A Globo e a esquerda tentaram se aproveitar do corona vírus para dar um golpe na democracia.

  8. Eu sou um dos arrependidos do voto em Bolsonaro. Ele para salvar seus filhos, condenou uma nação. Demetiu os bons e procurou os que aderiram ao seu projeto de salvação dos filhos. Banalizou a epidemia , apelidou de gripinha, vulgarizou os 5.000 mortos com o Dair. Demitiu 2 ministros dá saúde, vetou projeto que instituía o uso de máscaras. Desprezou a ciência e a prática de isolamento social. É sim , o maior responsável por 100 mil mortes.

  9. Se o STF elegeu estados e municípios para decidir sobre a pauta, o que o presidente poderia ter feito que não fez???

  10. A globo os traidores e aqueles que odeiam Jair Messias Bolsonaro, estão esquecendo uma coisa……..
    BOLSONARO é 8 na numerologia, o número da justiça e do poder ( alegria, riqueza e sucesso dos humildes, destruição, derrota e queda dos orgulhosos ).
    BOLSONARO é justo e com isso ninguém o derruba. E todos que o traem e o traíram caíram a seus pés.

  11. Qdo alguém defende o editorial do JN lixo , pode ter certeza mamou muito no Governo do maior quadrilheiro desse país. Ladrão é ladrão e pronto

  12. Quanto ódio destila essa empresa?
    Por que cobra a necessidade de dizer que o atual gestor do MS é o titular da pasta? O órgão não está funcionando? Está acéfalo, sem chefia?
    Quer dizer que a morte dessas pessoas foram causadas por esse motivo? A causa não foi o protocolo adotado: "vá para casa, só volte ao médico quando estiver morrendo" negando às pessoas um tratamento precoce? Protocolo adotado pela maioria das secretarias, estaduais e municipais, de saúde e agora só falta dizer que foi o presidente que mandou fazer isso.
    O "erro" dele foi questionar desde o início as medidas indicadas pela famigerada OMS, chefiada por um sujeito que nem médico é, fato que é criticado, pela hipocrisia da globo, para o atual cabeça do MS e, também, o próprio presidente.

  13. Os dirigentes da Globo estão desesperado ,porque a mamada acabou , então Bolsonaro e responsável pelas mortes do corona vírus,no mundo todo ,isso e uma piada kkkkkkkk

    1. A Globo aumentou a audiéncia,quem precisa de ajuda são os outros canais.Quando metia o pau em Lula era ótima,agora que expoe os podres de Bizo,aí não presta!!
      Sim…

  14. "Dai,pois a César o que é de César e a Deus o que é Deus"(Mateus,bíblia).damos agradecimentos e elogios e aplausos a ilustríssima e digníssima senhora governadora do estado do RN Fátima Bezerra pela positiva e iluminada ação do governo do RN em defesa e proteção da vida humana.

    1. Falou o zumbi comunista.
      250 pessoas morreram esperando vaga em UTI ou hospital.
      Gastou 5 milhões em respiradores sem contrato, nunca chegaram…

    1. Conheço bem esse papinho petralho-chavista.
      A Globo tem que passar 24 horas por dia elogiando Lula, né?
      Se não fizer isso é pró-Bolsonaro.

  15. A Globo está desesperada, porque não têm acesso ao dinheiro público pra ficar esbanjando com grandes produções , com altos salários de seus profissionais, tudo em troca de fechar os olhos para corrupção e má administração dos gestores, O Presidente Bolsonaro fechou a sangria do dinheiro público e eles passaram a massacrar o presidente sua família e amigos próximos, tudo que a Globo não via, passou a vê e defender a democracia, bando de canalhada e corrupto, fechem a Globo e o STF.

  16. Bom dia!

    Está nítido e notório o direcionamento desta mídia que se prostituiu e agora ataca a constituição Brasileira. Está pergunta deveria ser feito ao STF e aos Governadores que não se empenharam para desenvolver políticas para Saúde. Deram autonomia aos Estados e Municípios e vejam vocês o estardalhaço feito por estes Governadores e Prefeitos com o dinheiro público. Meus amigos o País está em uma crescente e esse Blá Blá blá não tem mais espaço. Segundo o editorial era para todos ficarem em casa e morrerem de fome pois não teriam mas o que comer.

  17. Completamente tendenciosa a postura da globo, a não mostrar ou dizer em detalhes dessa desgraça que se abater sobre a terra, acarretando incertezas e sofrimentos em todos os cantos e recantos do nosso planeta

  18. Não cumpriu, foi o pior líder possível para essa crise. Um despreparado. Mais que votar nele eu fiz campanha, convenci as pessoas que era a melhor opção, discuti com petistas e esquerdistas que chamavam ele de louco, incapaz.
    Moral da história, vi o Bolsonaro comprovar tudo isso, me arrependi (por que penso), quem não pensa já declara voto nele em 2022 (cheque em branco?).
    Sentimento de vergonha própria e alheia, consegui eleger um cara pior que o Luladrão. Acabou com a lava jato, fez toma la da ca como nunca antes, passa criando crises para proteger os filhos e ele msm (corruptos), fala um mói de besteira que nem os internados do severino Lopes igualam.

    Enfim, traidor, estelionata eleitoral, despreparado, irresponsável, demagogo, enfim, pior líder do Brasil

  19. Bg não divulgue isso, você da mais ênfase a GLOBOLIXO , eu nem sabia, fiquei sabendo através de você, acho que muitos também não querem saber

  20. Editorial do JN não se lê, não se ouve. Rasga e se faz de surdo. Essa Globo nunca ajudou em nada sempre prejudicou vc om o radicalismo imbecil. Eles deviam perguntar ao STF.

    1. Serginho me poupe ! Editorial lê também . Quer ozônio para desbloquear os neurônios tico e Teco ?

  21. O grupo Globo de telecomunicações sempre esteve com a razão desde o início da pandemia do coronavirus ou covid 19,damos graças e elogios e aplausos a nossa amada e mais assistida e ouvida rede Globo de telecomunicações que agiu intrasigentemente na defesa e proteção da vida de milhões de brasileiros e de brasileiras e também pela decisão correta de ministros e ministras do supremo tribunal Federal que concedeu o poder e autonomia para os governos estaduais para decretarem as denominadas quarentenas ou isolamentos sociais,provavelmente essa pandemia biológica do coronavirus ou covid 19 teria se transformando numa real e catastrófica arma biológica de destruição em massa de seres humanos brasileiros e brasileiras,nós devemos agradecer toda a sensação de terror e pânico e de catastrofe transmitido e difundido pelos canais do grupo globo de telecomunicações e mídia que salvaram milhões de brasileiros e brasileiras de entrarem para os registros de óbitos ou de falecidos.

  22. Se o mito tivesse dado o exemplo e desde o início usasse máscara, pedisse a população para fazer o mesmo, mantendo o isolamento e parasse de defender o cloroquina como panaceia, não teríamos essa quantidade absurda de mortos. Depois que a merda estava feita foi que começou a aparecer de máscara. Em pleno auge da pandemia , com apoio do mito, o gado se reuniu em frente ao Midway e sem máscara e gritando mito,mito, mito, cloroquina, cloroquina… foram até o 16 Bimtz pedir o fechamento do Congresso e do STF.

  23. Tivemos uma pandenia no nosso País, que ninguém comenta…
    13 anos de corrupção, que desviou milhares de verbas, afetando dentre outras áreas, a saúde…
    Façam uma pesquisa para saber quantos morreram nas portas dos hospitais, nos corredores, por falta de UTI's e falta de medicamentos…
    E o que nos deixam tristes, é que, quem roubou e desviou, estão livres, leves e soltos…

    1. GIBIRA ESTÁ É GISTANDO DO OZÔNIO , ESTÁ ATÉ LEVANDO O GADO ?. O véio é duro .

  24. A Globo não se conforma. Pode tirar o cavalo da chuva que nunca, jamais pautará, a seu "bel prazer" o governo Bolsonaro. Nem que a vaca tussa. Quem pauta o governo chama-se JAIR MESSIAS BOLSONARO.

  25. o STF não julgou que as ações contra o coronavírus seriam de responsabilidade das prefeituras?

  26. Como falei, passou manteiga na sexta e fritou no sábado e hoje no Fantástico deve ter mais, por mais que alguns não queiram aceitar boa parte destas 100.000 mortes vai para a conta do Genocida é o que vai ficar registrado na história.

  27. A Globo, perdeu há algum tempo, a "autoria da verdade suprema".
    O Editorial de ontem parecia mais "um folhetim da dramaturgia", que nem isso a Globo faz mais a exclusividade.
    Utilizar a morte de 100.000 pessoas para fazer um jornaleco de segunda e tentar atribuir exclusivamente um culpado, demonstra a parcialidade, inverdade e baixa qualidade, que o jornalismo se transformou.
    O que outrora era um "referencial", hoje virou motivo de chacota de descrédito.

  28. O coronavírus fez festa no braZil.
    Como as autoridades não tiveram moral para coibir o carnaval, que na realidade foi o evento que pulverizou o vírus no país, a situação saiu de controle já naquele momento.
    O que se viu depois disso foi uma tentativa insana de correr atrás de um prejuízo já previsto através de uma sequencia de erros, buscando controlar uma pandemia que configurava uma situação inédita na recente história do país.
    Porém, mesmo diante do testemunho do que havia ocorrido em outros países, o braZil foi braZil.
    Começando pelo péssimo e inconsequente exemplo do seu patético presidente mais preocupado com seus interesses pessoais do que com sua missão de proteger e governar o povo, as medidas adotadas mais confundiam a população do que preveniam. E o que se viu foi um redemoinho de ações implementadas de qualquer jeito, buscando desordenadamente estabelecer um mínimo de ordem num país regido pela lei de Gérson, onde todo mundo só quer levar vantagem, de um povo sem educação e acostumado com o famoso "jeitinho que resolve tudo" se confiando na baboseira idiota de que existe um deus que é brasileiro.
    Afora isso, enquanto o povo padecia pela peste, uma guerra política com interesses escusos cegava os olhos de quem deveria primar pelo bem comum.
    E diante de tantas burradas, foi fácil a situação chegar ao ponto onde o cidadão ou morria de vírus ou morria de fome.
    Então tiveram que abrir as pernas liberando restaurante, shopping, vaquejada, cabaré e futebol, mesmo com centenas de pessoas morrendo todos os dias.
    Afinal, como proferiu o asno que está na presidência "todo mundo vai morrer um dia mesmo"…
    Podem botar esses cem mil aí na conta desse irresponsável, desse jumento genocida.
    E internem esse débil mental numa camisa de força, com menção honrosa para a legião de ASNOS que o apoia !!

  29. A cada dia que passa o eleitor consciente está cada vez mais convicto de quem é culpado. Eu votei em Bolsonaro pq não queria (e ainda n quero) um governo do PT, mas, esse governo se mostrou ainda pior: não respeita o brasileiro, só pensa em lascar o menos favorecido e está desgastando a economia. O resultado do que estão fazendo vai vir em breve, infelizmente.
    Aos que insistem em defender seu político do coração, abra os olhos, vc está sendo enganado.

  30. O editorial do JN de ontem entra para história como um dos mais bem ela irados documentos de repulsa a esse irresponsável que nos governa .

    1. Fala doido! Comentarista político assistindo rede globo? Que turma? Fantástico ou jornal nacional?

  31. O sistema globo não pode reclamar de nada ela é uma das maiores responsáveis pela eleição do maior canalha da breve história brasileira, devia pedir desculpa a todos brasileiros isto sim, ficar o boneco bonner se lamentando pela perda dos nossos irmãos pura falsidade, estão preocupados sim pela queda de arrecadação monetária está e a essência do capital.

  32. Só não citaram que o STF deu toda autonomia ao governadores , já que não deu certo agora é culpa do Presidente.
    Hospital não faz Copa

    1. Se o STF não tivesse barrado o presidente, estaríamos com 250 mil mortos! Quem não se governa, Queiroz, é governado!

  33. A grande mídia não comenta os mais de 2 milhões de pacientes com covid curados, a imprensa podre vive do sensacionalismo barato, expõe as tragédias para tentar ganhar audiência. A imprensa no Brasil é tão séria e escrota que se pagar ela pública a verdade.

  34. E a Rede Globolixo cumpre ? Ela tem dúvidas milionárias com o fisco e que governos passados não cobraram.

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Saúde

Nelson Teich: “Eu não tinha autonomia”

No dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 100 mil mortes por Covid-19, Nelson Teich, ex-ministro da Saúde, lamentou os óbitos e disse à GloboNews que Jair Bolsonaro erra ao tentar mostrar que a doença não é grave.

“Quando ele passa por isso [pela doença], passando uma tranquilidade, ele reforça essa ideia. E, ao mostrar a cloroquina, reforça a ideia de que a cloroquina funciona.”

Teich também comentou sua saída da pasta.

“Quando aceitei o convite ao ministério, tinha muito claro o que queria fazer. Eu aceitaria novamente. Agora, lá dentro você avalia a capacidade do que pode fazer. E, na prática, eu vi que não tinha autonomia. A cloroquina era o problema do momento, mas o que eu via era uma falta de como implementar uma autonomia.”

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Você era um peixe fora d'água.De direita,mas racional,intelectuslizada,não a direita do JECA ASSANHADO,imódico,sem capacidade de valorizar o outro,a não ser embaixo da sua asa.
    Tenho pena do Rogerio Marinho,servindo a uma pessoa,que não tem tams ho para o cargo que exerce.

  2. Ninguém. de bom senso, tem condições de ser ministro de um presidente egoísta e vaidoso como o atual, disposto a desrespeitar até a Constituição. Tenho medo até do Guedes sair.
    Ele foi eleito não por ser bom, mas porque no 2º turno não tinha outra alternativa boa. Quem iria votar em candidato cujo partido já estava no poder há quatro mandatos, e no último – governo de Dilma – ter sido um desastre? E mais: vendo a corrupção geral e contumaz dos governos sendo revelada no governo do PT?
    O problema da eleição de 2018 foi o 1º turno. Candidatos bons foram REJEITADOS no 1º turno.
    E daí sobrou esse arrogante, falacioso e imprudente para disputar com o representante de um partido bastante desgastado.
    Ainda: O País estava precisando urgente de MUDANÇAS , e quem mais prometia? Como candidato, demonstrava estar comprometido com o melhor para o País.
    Agora vê-se que não é bem assim.
    Só que precisamos de MUDANÇAS RACIONAIS: Cortar os gastos abusivos do poder Legislativo, o excesso do poder Judiciário, enxugar a máquina governamental e criar leis e estruturas mais eficazes para combater a alta criminalidade.
    Iniciou seu governo até bem, ao reduzir o número de ministérios (medida iniciada no governo Temer) e fazer a reforma previdenciária. Mas depois disso, tem dado passos para traz.
    Até a reforma penal proposta por Moro não teve sua atenção devida. Vários pontos não foram aprovados por ausência de empenho do seu governo. E por quê?

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Política

Bolsonaro: ‘Não pretendo participar das eleições municipais no primeiro turno’

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) postou na manhã deste sábado (8) uma mensagem nas redes sociais sobre as eleições municipais, que têm o primeiro turno marcado para o dia 15 de novembro.

“Não pretendo participar das eleições municipais no primeiro turno”, diz a publicação. Bolsonaro também informou que tomou café da manhã com Murilo Hidalgo, diretor do Instituto Paraná, especializado em pesquisas eleitorais, de opinião e de mercado.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Deveria participar, é político, quer queiram ou não seus eleitores. Seria uma maneira de testar, realmente, sua popularidade.

  2. É isso aí Mito , não se envolva nessa politicagem , muitos querem seu apoio para se elegerem e depois fazerem trairagens, deixa que seus eleitores sabem em quem votar.

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Jornalismo

Trump encerra coletiva após repórter acusá-lo de mentir sobre autoria de lei

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou abruptamente uma entrevista coletiva nesse sábado (8), depois que uma repórter o questionou sobre uma mentira que ele já contou mais de 150 vezes.

Falando em seu clube de golfe em Bedminster, New Jersey, Trump afirmou mais uma vez que foi ele quem conseguiu aprovar o programa Veterans Choice – sobre plano de saúde para veteranos de guerra. “Eles tentam há décadas e décadas e décadas conseguir que fosse aprovado, e nenhum presidente conseguiu. Nós conseguimos.”

Na verdade, o ex-presidente Barack Obama sancionou a lei em 2014. Ela permite que veteranos elegíveis possam ser cobertos pelo governo no atendimento médico prestado por profissionais de fora do sistema oficial dos veteranos, quando este não pode fornecer os serviços.

O projeto era uma iniciativa bipartidária liderada por dois nomes diversas vezes criticados por Trump: Bernie Sanders, senador por Vermont, e John McCain, ex-senador pelo Arizona.

O que Trump realmente assinou em 2018 foi a lei VA Mission, que modifica e amplia o critério de elegibilidade para participar do Veterans Choice. O presidente afirmou várias e várias vezes que foi ele quem criou todo o programa, depois que outros fracassaram por “50 anos”.

“Por que você continua falando que aprovou o Veterans Choice?”, perguntou a Trump a repórter Paula Reid, correspondente na Casa Branca da emissora CBS News, na coletiva deste sábado, durante a qual ele anunciou ações executivas para aliviar a crise causada pela pandemia da Covid-19.

Trump tentou ignorar a jornalista e escolher outra pessoa para fazer a pergunta, mas Reid insistiu. “Você disse que aprovou o Veterans Choice. Ele foi aprovado em 2014. Isso é uma afirmação falsa, senhor.”

O presidente, então, parou e respondeu: “Ok. Muito obrigado a todos”, e deixou o local.

Esta foi talvez a primeira vez que Trump foi questionado sobre a afirmação relacionada ao Veterans Choice.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Lá vai Bolsonaro lamber os ovos de Trump p acalmá-lo.
    Bolsonaro é o presidente brasileiro MENOS patriota q já passou pelo palácio do planalto!
    MORO 2022

  2. Foi pego de calças curtas, fazer o que? Tem que colocar o rabo entre as penas mesmo. Já o mentiroso daqui só sabe gritar ta ok e falar merda.

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Economia

BRASIL: Pandemia eleva previsão de deficit em 607%, para R$ 877 bilhões

A covid-19 vai deixar marcas profundas no Orçamento Geral da União de 2020. De acordo com a IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado, as medidas de enfrentamento à pandemia e a queda expressiva na arrecadação devem fazer o rombo nas contas do governo central bater os R$ 877,8 bilhões — o equivalente a 12,7% do PIB. A cifra é 607,3% maior do que os R$ 124,1 bilhões de deficit previstos na LOA (Lei Orçamentária Anual).

Até março, antes da expansão acelerada da pandemia, o deficit primário da União foi praticamente nulo. Mas subiu para R$ 93 bilhões, em abril, e para R$ 126,6 bilhões, em maio. De acordo com a IFI, o país deve amargar sucessivos rombos próximos de R$ 95 bilhões mensais até o fim do ano.

As medidas provisórias que abrem crédito extraordinário para o combate ao coronavírus somam R$ 509,6 bilhões. Mas a IFI projeta 1 gasto ainda maior (R$ 601,3 bilhões) porque considera que algumas ações desenvolvidas pelo Poder Executivo podem se estender por um prazo superior ao previsto inicialmente. É o caso do auxílio emergencial de R$ 600 pago aos brasileiros mais vulneráveis, que em julho foi prorrogado por mais dois meses.

Como as MPs só cancelam despesas relativas a R$ 172,6 bilhões no Orçamento em vigor, o Palácio do Planalto precisa recorrer ao Tesouro Nacional para executar a diferença — seja por meio da emissão de títulos ou de saques na Conta Única. O impacto na dívida pública é severo: ela deve saltar para R$ 6,6 trilhões em 2020 — o equivalente a 96,1% do PIB. No fim de 2019, ela correspondia a 75,8% do PIB.

A Constituição prevê três situações em que a União pode pedir dinheiro emprestado ao Tesouro para atender “despesas urgentes e imprevisíveis”: guerra, comoção interna ou calamidade pública. É nesse último cenário que se enquadra o enfrentamento à covid-19. De acordo com o texto constitucional, os recursos autorizados por meio de créditos extraordinários não precisam ser computados no teto de gastos, que em 2020 foi fixado em R$ 1,4 trilhão.

“Por conta da calamidade, o governo tem se valido do instrumento dos créditos extraordinários, que não estão sujeitos ao teto de gastos, por ser uma calamidade reconhecida pelo Congresso. Esse é um instrumento adequado e permitido pela regra do teto. Para 2020, a gente tem uma possibilidade de gastar mais, possibilidade de se financiar por meio da dívida, considerando, claro, a gestão que tem que ser feita e os limites do financiamento”, explica o economista Daniel Veloso Couri, diretor da IFI.

O “drible” no teto de gastos é apenas uma das estratégias orçamentárias adotadas pelo governo para destravar recursos para o enfrentamento da pandemia. O Congresso aprovou em março o Decreto Legislativo 6, de 2020, que reconhece o estado de calamidade pública no Brasil. Com isso, o Poder Executivo fica dispensado de atingir a meta fiscal prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (Lei 13.898, de 2019).

Em outra frente, o Congresso promulgou em maio a Emenda Constitucional 106, de 2020, que prevê um “regime extraordinário fiscal” para o combate à doença. Conhecido como orçamento de guerra, o texto suspende a aplicação da chamada regra de ouro das contas públicas. Isso significa que o governo pode se endividar para pagar despesas correntes, como salários, aposentadorias e custeio da máquina. Antes da pandemia, isso seria considerado crime de responsabilidade.

“A emenda separa do Orçamento da União os gastos para o combate à pandemia. Em função da gravidade da crise gerada pela covid-19 e de uma aguardada queda na arrecadação, é razoável esperar que os entes públicos tenham de recorrer a operações financeiras. Isso, aliás, já vinha ocorrendo, sendo o Congresso chamado a aprovar créditos adicionais de sorte a contornar a regra de ouro “, explica o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), relator da Proposta à Emenda Constituição 10/2020, que deu origem ao orçamento de guerra.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Não houve pandemia no governo de Dilma. Foi destituida por incompetencia. Até a Gleisi Hofman já reconheceu isso.

  2. E o mercado especulativo mais banqueiros e midia ficaram em alvoroço quando o déficit de Dilma foi de 60 bilhões por causa das pautas bombas de Cunha e cia.
    Taí o presente.

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Saúde

NÍNGUEM ACERTOU: Com 100 mil mortos, pandemia desmoralizou previsões conservadoras e exageradas

Com a marcha acelerada da Covid-19, que chega agora a 100 mil mortes, economistas e meteorologistas ganharam companhia no ramo das previsões furadas.

A escalada da pandemia derrubou estimativas feitas no início da crise por políticos, médicos, cientistas, empresários e palpiteiros em geral sobre sua intensidade e duração.

A maioria das apostas acabou se revelando conservadora, mesmo as que eram consideradas pessimistas. Houve, em menor número, exageros no outro extremo, com previsões apocalípticas que acabaram não se confirmando.

“Ninguém acertou. Você cria cenários, mas ter certeza está sendo muito difícil nessa pandemia”, diz o infectologista David Uip, que coordenou o Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo até maio.

Ele previu, em uma entrevista à Folha, em 15 de abril, que o pico no estado ocorreria em maio. O mês terminou, vieram junho e julho, e a curva da Covid-19 seguiu sem freios, com casos no interior compensando a queda na capital.

Uip diz que, independentemente dos números, o estado se preparou para grande volume de infectados e de mortos.

“O centro de contingência fez uma avaliação de que teríamos no estado de 1% a 2% de infectados. E 20% destes iam precisar de atendimento, sendo 5% de UTI”, afirma. O adiamento do pico, para ele, teve um lado positivo: tornou a curva mais suave, o que deu mais tempo para os sistemas hospitalares se prepararem.

O próprio presidente Jair Bolsonaro, para quem a doença é uma “gripezinha”, não resistiu a dar seu chute.
Em 22 de março, ele disse, em entrevista à TV Record, que esperava um número de mortos inferior às 796 causadas pela gripe H1N1 em 2019. Sua bola de cristal durou apenas 17 dias. Em 8 de abril, as mortes já superavam 800.

O presidente foi influenciado em seu otimismo pelas projeções róseas feitas por seu ex-ministro da Cidadania, Osmar Terra, que conquistou o posto de guru de bolsonaristas logo no início da pandemia. Em um áudio compartilhado entre apoiadores do presidente, em março, ele faz uma série de afirmações categóricas que foram naufragando uma a uma.

“No Brasil a gente está estimando que possa chegar a 30 mil, 40 mil casos. E o número de mortos deve ficar em mil e poucos, 2.000”, afirmou.

Brandindo a autoridade de quem foi secretário de Saúde do Rio Grande do Sul durante a crise da H1N1, em 2009, ele disse que a Covid-19 seguiria um padrão “matemático”.

“Todas as epidemias duram em torno de 13 semanas e depois regridem, desaparecem”.

Pelas contas de Terra, o atual surto, iniciado no final de fevereiro no Brasil, deveria entrar em declínio na segunda metade de maio. Mas àquela altura, o país já registrava mais de mil mortes diárias.

Procurado pela Folha, Terra admite que fez uma projeção otimista na época, baseada nos casos da China, que havia tido 4.000 mortes em uma população de 1,4 bilhão, e da Coreia do Sul, com 200
mortos em 51 milhões.

“O vírus mostrou uma velocidade maior depois disso, também por conta de erros no combate à pandemia”, afirma.

Segundo ele, não houve achatamento das curvas, nem diminuição de doentes e mortes com a quarentena.

“Reduzir a crítica a uma projeção numérica é uma forma de tentar desqualificar o que venho pregando na essência: fazer quarentena e ‘lockdown’ foi um erro, tanto que devemos chegar à triste e trágica marca de 100 mil mortes”, afirmou.

Sucessor de Terra na pasta da Cidadania, Onyx Lorenzoni arriscou previsão um pouco menos modesta em conversa entre eles em abril, captada pela CNN. Falou em 4.000 mortos.

Entre empresários, números voaram livremente. Junior Durski, da rede Madero, causou furor em março ao dizer que não se podia parar a economia por causa de “5 ou 7.000 pessoas que vão morrer”.

Helio Beltrão, do Instituto Mises Brasil e colunista da Folha, apostou em total de mortos inferior a 10 mil, enquanto Luciano Hang, da Havan, cravou em junho que o pico da doença já havia passado.

Médicos tampouco se saíram muito melhor. Em 12 de março, circulou um áudio do toxicologista Anthony Wong, do Hospital das Clínicas, em que ele falava em no máximo 1.500 casos de contaminação.

“Dentro de dois, no máximo três meses, o surto vai acabar, vai diminuir acentuadamente. O Brasil vai chegar a 1.000 casos? Muito provavelmente. A 1.500? É possível. Mas mesmo assim, até agora não teve nenhuma morte. Então, gente, fiquem sossegados”, disse.

Procurado pela Folha, Wong fez um mea culpa. “Realmente, nós erramos na quantidade. Mas todo mundo errou, a OMS errou, na Inglaterra aquele [pesquisador] Neil Ferguson [do Imperial College] errou pra caramba. Essa maldita pandemia está surpreendendo todo mundo e levou a extremos de todos os lados”, afirmou.

Curiosamente, o áudio de Wong era para responder a outro que havia circulado horas antes, do cardiologista Fábio Jatene, do Incor (Instituto do Coração), que citou estimativas de médicos de 45 mil casos na Grande São Paulo em quatro meses, ou seja, até 12 de julho.

Considerada alarmista, a previsão de Jatene acabou se mostrando tímida. Em 12 de julho, já eram 228 mil os casos confirmados na região metropolitana de São Paulo.

Para o médico Drauzio Varella, colunista da Folha, houve uma mistura de otimismo e negação coletiva nos primeiros meses do ano.

“Quando começou na China, o mundo permaneceu otimista. Eu inclusive”, diz. “Com os dados que a gente recebia, não havia como fazer uma previsão mais próxima da realidade que se estabeleceu depois”.

Drauzio gravou um vídeo no final de janeiro minimizando o risco. Afirmou que não havia motivo para pânico e que ninguém precisava alterar a rotina. Em março, tirou o vídeo antigo do ar e gravou outro se corrigindo. “Era o mínimo que eu poderia fazer”, afirma.

Para Drauzio, houve uma série de fatores que ajudaram no processo de escalada da doença acima de qualquer projeção inicial. “Quando a doença chegou, deveríamos ter tido uma coordenação central do
Ministério da Saúde. E deveria ter um comitê de crise para avaliar as necessidades”, afirma.

Outros erros cometidos foram a demora na universalização do uso de máscaras, a relutância em decretar “lockdowns” e os problemas na testagem, ainda não completamente solucionados.

Em março, por exemplo, uma diretriz do governo recomendou que apenas casos com sintomas graves fossem testados, o que contraria recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Depois, com os números se avolumando no país, a orientação foi alterada.

Houve ainda problemas mais gerais, que atrapalharam o combate à pandemia. A começar pela relutância da OMS de decretar uma emergência global, o que foi feito apenas no final de janeiro. Também gastou-se tempo, energia e dinheiro com a insistência pelo governo brasileiro em usar cloroquina no tratamento, um medicamento sem eficácia comprovada.

No outro extremo, foram divulgados cenários ainda piores que também não se confirmaram. O que causou mais barulho foi o do biólogo Atila Iamarino, colunista da Folha, numa live em seu canal no YouTube em 20 de março, quando citou a possibilidade de 1 milhão de mortos ou mais até o fim de agosto.

Com base em um estudo do Imperial College britânico, que tratava da doença nos EUA e no Reino Unido, ele citou dois cenários: o de “mitigação”, com fechamento parcial da economia, e o de “supressão”, com interdição total.

“A mitigação é o que a gente está fazendo no Brasil, parar escola, faculdade, transporte, trabalho. Supressão é o que a China fez: ninguém sai de casa, circula na rua, ninguém faz nada”, afirmou.

Segundo ele, “se o Brasil só adotar medidas de mitigação, em que a gente restringe a circulação em alguns lugares, fecha algumas coisas, mas não adota um cenário completo, o que a gente vê pela frente aqui é 1 milhão de pessoas mortas ou mais até o final de agosto”, completou. Procurado, Iamarino não quis se manifestar.

Em 27 de março, o próprio Imperial College divulgou um estudo específico sobre o Brasil, em que afirma que uma estratégia baseada apenas em distanciamento social deixaria 627 mil mortos. Acrescentando o isolamento de idosos, o número cairia para 530 mil.

Embora o Brasil não tenha adotado o modelo de fechamento completo, o número de mortes ao fim de agosto deve se situar ao redor de 120 mil —uma calamidade, mas bem distante das piores previsões feitas para o país.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro teve culpa sim,mas não só êle. Teve porque deu maus exemplos,indo varias vezes em bairros do DF ,sem mascaras,promoveu aglomeraçoes,entrou em choque com ministros da saúde,a ajuda de 600,00 reais foi fruto do congresso,promeveu discórdia com governadores,lenbram aquela pri.eira reunião,mas junto a êle,varios que passaram e não melhoraram a mobilidade urbana,saneamento,moradias.

  2. Impressiona a dificuldade de algumas pessoas aceitarem a dura e catastrófica realidade que a pabdemia nos impos no Brasil. Essa do STF é mera desculpa. Importanye contextualizar que a decisão do STF se deu exatamente porque o governo central não agiu quando precisava e o presidente ficou politizado com os governadores de SP e RJ, tentando apontar culpados quando se revelou um incapaz de conduzir o país para uma ação em favor da saúde dos brasileiros se convençam que, infelizmente, Bolsonaro tem sim parte nesse problema que a simples gripe inha provocou ao Brasil e a seu povo. Mais 100 mortes wm menos de 5 meses vamos parar de hipocrisia.

  3. O erro foi, e continua sendo, o protocolo adotado pelas secretarias de saúde ao negar tratamento precoce para as pessoas sintomáticas, mandando-as ficar em casa e só voltar ao hospital quando estiver a beira da morte. E se você descontar as "falsas" mortes de covid, óbitos registrados como SUSPEITA, quantos foram confirmados ou negados?

  4. Que comentário ridículo. Não sou fã de Bolsonaro – não tem lastro para presidir o Brasil – mas colocar na conta dele os o obtuários do Covid é um atentado a inteligência dos outros. O Brasil está cheio de engenheiros de obras prontas, todo mundo tem uma opinião sobre o que deveria ter sido feito para o enfretamento a essa Pandemia, diante desse fato cabe uma pergunta a esses 'suprassumos" da ciência: PORQUE VOCÊS NÃO NOS ORIENTARAM ANTES? Por favor, deixem de ser hipócritas, nos respeitem, nós não somos idiotas.

  5. Desde o início dessa pandemia o STF deu autonomia a estados e municípios, portanto a conta não é só do governo federal é de todos…. inclusive o nosso aqui RN, comprou respiradores que não chegaram ainda….e o dinheiro sumiu.

  6. Na realidade a culpa foi do STF que botou a responsabilidade de uma diretriz na condução da doença a governadores e prefeitos, que ficaram perdidos com o fique em casa e dos médicos onde alguns receitavam dipirona e, só venham ao hospital quando estiver com vários sintomas e até hoje não existe um protocolo de medicamentos para tratar as pessoas no início . Os médicos agem por conta própria.
    Se estiver errado quanto ao tratamento precoce, me informem e digam os nomes médicos que fazem tal tratamento.
    Sem contar óbvio esses que defendem a cloroquina e são massacrados pelas mídias e os "estudiosos da pandemia" .

  7. VERDADE , realmente houve muitos erros nas previsões tanto catastróficas como as que falavam em poucos mortos . A única certeza de toda essa catástrofe é a culpa clara e cristalina do TONHO DA LUA , que governa esse país . Esse sim tinha que mostrar responsabilidade e senso público e se comportar com exemplo para s nação . As 100 mil vidas e outras mais que possam aparecer são exclusivas desse incompetente . Tenho dito .

    1. O ódio e a insensatez faz parte dos opositores deste governo, honesto e que trabalha , não ROUBA, como na era do ladrao Mor , o molusco 9dedos.
      Culpar o Presidente pelas 100 mil mortes é o desespero de quem não entende que o STF proibiu o governo federal de administrar o combate ao covid-19, mesmo o governo federal despejando milhões de reais para cada estado , não faltou dinheiro, houve sim desvios e atos irresponsáveis dos gestores ( governo e municípios ) que ocasionaram muitas mortes .
      A lavagem cerebral foi grande nesses 14 anos de corrupção ! Acabou-se as têtas !

    2. 100 mil Jonas ! 100 mil ! Tu ainda estás no bucho da baleia ? criatura .

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Economia

Igrejas aproveitam reforma tributária para assegurar benefícios

Templos religiosos têm aproveitado as discussões em torno da reforma tributária para manter e até ampliar o alcance dos benefícios fiscais dessas instituições.

O projeto da primeira etapa da reforma tributária do governo federal, que substitui o PIS e a Cofins pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), por exemplo, mantém o benefício para as igrejas. Os templos, que atualmente estão isentos do PIS/Cofins, também não terão de recolher a CBS.

A Constituição Federal garante imunidade tributária a templos de qualquer culto, vedando cobrança de impostos. No caso de taxas e contribuições, como a CBS, é necessário garantir o benefício por meio de lei.

A imunidade, pelo texto constitucional, deve se restringir a impostos sobre “o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades”. A interpretação desse artigo, no entanto, é alvo de diversas disputas judiciais.

Alguns templos também têm sido autuados pela Receita Federal, que vê irregularidades no uso desse benefício. O Fisco não possui uma estimativa de quanto se deixa de arrecadar por conta desse dispositivo constitucional.

A imunidade para templos não é uma particularidade brasileira (alguns países até cobram tributo em nome de igrejas) e tem como objetivo garantir que o poder público não imponha restrição, por meio de impostos, ao exercício da atividade religiosa.

O mesmo artigo que garante imunidade aos templos lista também partidos políticos, sindicatos, livros, jornais e instituições de educação e assistência social sem fins lucrativos entre os beneficiados.

Ao interpretar esse artigo, o STF (Supremo Tribunal Federal) tem reforçado a necessidade de que a renda dos templos, para não ser tributada, deve se destinar exclusivamente às atividades finalísticas dessas instituições.

Em geral, no entanto, a Corte tem tido uma interpretação considerada por especialistas favorável a essas instituições.

O Supremo já permitiu que a imunidade de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) se estenda a imóveis alugados a terceiros. E também que o ISS (imposto sobre serviços) não seja cobrado, por exemplo, sobre a renda com estacionamentos nos terrenos desses templos, para ficar em dois casos de repercussão.

“Desde que a sociedade fez uma dissociação, nos países ocidentais principalmente, de Estado e religião, a forma que se encontrou é, em contrapartida, que as entidades religiosas não seriam agredidas pelo Estado sob a forma de cobrança de impostos”, afirma Osmar Simões, sócio de Chediak Advogados.

“Mas você tem uma série de práticas derivadas dessa atividade religiosa que geram dúvidas, como exploração de estacionamentos, aluguel de imóveis para terceiros”, afirma.

No ano passado, a Câmara de São Paulo aprovou projeto que isenta do pagamento de IPTU todos os imóveis ligados a templos e igrejas. O município perde R$ 110 milhões por ano com esse benefício, o bastante para construir um hospital geral por ano.

No âmbito da Receita há uma polêmica em torno da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), que incide sobre a mesma base do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), ou seja, o lucro dessas instituições. Entidades religiosas podem ter lucro, mas esse resultado precisa ser reinvestido nas suas atividades e não pode ser distribuído.

“Algumas entidades religiosas estavam se valendo de alguns meios, como contratos de empréstimos com funcionários, líderes religiosos, para tentar distribuir lucro de maneira disfarçada”, diz Ariel Möller, do Escritório Fux Advogados.

Alguns templos também são acusados de maquiar o lucro para reduzir o pagamento de CSLL, por meio de contratos superfaturados com frequentadores e líderes religiosos, segundo o advogado.

Möller afirma que algumas sugestões acopladas às propostas de reforma tributária de iniciativa da Câmara e do Senado, que alteram a Constituição, visam superar limitações impostas pelo STF.

“Houve um movimento para aproveitar a reforma tributária, sob o pretexto de deixar mais claro o alcance da imunidade, para que ela alcançasse integralmente, sem nenhum requisito ou restrição, como o STF vem impondo em relação à destinação da receita de outras atividades, para que ela fosse ampliada”, diz Möller.

Thiago Sorrentino, professor de Direito Tributário do Estado do Ibmec/DF, afirma que líderes religiosos, como pessoa física, são tributados normalmente. Daí a prática, em alguns casos, de manter recursos em nome de templos.

“O que às vezes acaba acontecendo, para que a tributação não ocorra, é deixar a propriedade e a renda concentradas na pessoa jurídica, que funciona como uma espécie de veículo para que a pessoa utilize esses bens. De quem é o carro, de quem é a mansão? É da entidade religiosa”, diz.

“Isso beira a fraude, mas é muito difícil comprovar que a limousine ou o jato estão na pessoa jurídica apenas para fazer essa proteção”, afirma.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Sou evangélico e totalmente a favor dos impostos . Desde que para TODAS as igrejas.
    Precisamos colaborar com o país de fato e não com conversa bonita!

  2. Vou abrir uma igreja. Vou chamá-la de Igreja Infinitesimal de Tudo por Deus. Tudo que eu conseguir coloco no nome dela.

  3. As igrejas tem que pagar seus impostos. Sim
    Vocês ñ tenham idéia dos sacrifícios dos seus adeptos para pagar o dízimo , então acho justo a sua contribuição.

  4. Mateus 17
    27. Contudo, nós não queremos ofender ninguém; portanto, vá ao mar e lance um anzol, e abra a boca do primeiro peixe que pegar. Você vai achar uma moeda de valor suficiente para pagar os impostos por nós dois; PEGUE A MOEDA E PAGUE O IMPOSTO DEVIDO”.

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Política

Fundo partidário paga empresas de dirigentes, salário de parentes, de amigos e de políticos sem mandato

A análise detalhada das prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral mostra que no ano passado vários partidos mantiveram a prática de usar verba pública não só para remunerar seus dirigentes, mas também empresas ligadas a eles, amigos, parentes e políticos que fracassaram nas urnas.

Ao todo, R$ 937 milhões foram gastos em 2019, sendo a maior parte dinheiro público —essa fatia, em torno de 90% do total, foi distribuída às legendas na proporção do desempenho que elas tiveram nas últimas eleições para deputado federal.

 Responsável por uma das maiores cotas, o PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente da República, tem na sua lista de pagamentos funcionárias indiciadas pela Polícia Federal sob suspeita de terem sido candidatas laranja nas eleições de 2018, citados na investigação das “rachadinhas” da Assembleia do Rio de Janeiro e até um amigo de Bolsonaro, que nunca exerceu atividade política partidária.

O PSL, comandado pelo deputado federal Luciano Bivar (PE), também pagou mais de R$ 11 mil por mês à mulher do deputado Nereu Crispim (RS), Carolina Lomba. Bolsonaro abandonou a sigla no final do ano passado e tenta criar sua própria legenda, a Aliança pelo Brasil.

Como a Folha mostrou em fevereiro, após o partido multiplicar o recebimento de verbas devido ao sucesso eleitoral de Bolsonaro, houve registro de gastos com carros, restaurante e mobiliário de luxo, entre outras despesas.

O PT, maior partido de oposição a Bolsonaro, é o que mais recebe dinheiro do fundo pelo fato de ter obtido o maior número de votos nas eleições para a Câmara em 2018. Um dos maiores fornecedores contratados pelo partido é a Urissanê Comunicação, que recebeu R$ 5,5 milhões em 2019.

A empresa é de Otavio Augusto Antunes da Silva, que disputou eleições pelo partido em 2000 e 2004 e foi assessor parlamentar da sigla na Assembleia Legislativa de São Paulo de 2005 a 2016.

Quando se direciona a lupa para partidos médios e menores, observa-se prática similar ou em grau até superior.

O DC, do ex-candidato à Presidência José Maria Eymael, pagou salário não só a ele (R$ 109 mil em todo o ano), como direcionou R$ 45 mil ao Centro Automotivo Caminho Certo, que tem ele e familiares como sócios.

Já o PTB de Roberto Jefferson, um dos mais entusiastas apoiadores de Bolsonaro atualmente, destinou no ano passado cerca de R$ 300 mil ao dirigente, a título de prestação de serviços técnicos e profissionais.

O PROS, que é alvo de investigação sob suspeita de desvio de recursos, também é um exemplo de mistura de público e privado. O fundador da sigla, Eurípedes Jr., parentes, amigos e até o piloto do helicóptero que a legenda comprou com verba do fundo partidário ganham salário do partido.

Há casos de duas mulheres de políticos da legenda recebendo R$ 5.000 por mês, além do caso da ex-governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho. Ela, que hoje tem uma loja de doces caseiros, figura com salário de R$ 8.500 do partido.

O Republicanos de São Paulo contratou por R$ 133 mil a empresa Iave Assessoria, pertencente a um filiado à sigla.

Patriota, PL e Podemos também têm exemplos nessa linha. O primeiro paga salários a parentes do presidente, Adilson Barroso. O ex-presidente Ovasco Resende do PRP, que se fundiu ao Patriota, chegou a acumular salário dos dois partidos no mês de junho, somando cerca de R$ 60 mil de vencimentos.

O PL pagou R$ 11 mil por mês à esposa do deputado estadual André do Prado (SP), Clarisse Johara.

No Podemos, o filho do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA) ganha R$ 11 mil mensais da legenda. Bacelar é aliado do partido no estado. Familiares de dirigentes da sigla também estão na folha de pagamento.

O PSC tem a mulher do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, uma mãe de deputado e alguns pastores na folha de pagamento. Alvo da Polícia Federal, a primeira-dama do Rio, Helena Witzel, recebeu desde janeiro de 2019 mais de R$ 350 mil brutos do PSC, a título de salário por integrar a equipe jurídica da legenda.

Outra prática comum nos 33 partidos brasileiros é alojar em seus quadros, com remuneração mensal, políticos que fracassaram nas urnas ou deixaram de ocupar algum cargo público.

O oposicionista PSB tem na sua folha salarial os ex-governadores Márcio França (SP) e Ricardo Coutinho (PB) e o ex-deputado federal Beto Albuquerque (RS), todos com salários superiores a R$ 20 mil por mês.

O PDT contratou o escritório de advocacia de seu presidenciável, Ciro Gomes. Foram R$ 45 mil pagos em 2019.

Os dados analisados pela Folha se referem às esferas nacional, estadual e municipal das legendas e foram coletados e compilados pela ONG Transparência Partidária, com base na prestação de contas de 2019 entregue pelas legendas ao Tribunal Superior Eleitoral. Pela lei, elas têm até junho do ano seguinte para entregar a prestação anual de contas.

Depois das transferências obrigatórias para as fundações partidárias e as instâncias estaduais e municipais, o gasto com pessoal ocupou a maior fatia, com 14%.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Esse Brasil só será grande e digno quando uma reforma política e partidária for efetivamente discitida e votada no congresso. Essa prática é cultural e envolve a todos os partidos. Uns mais vorazes, outros mais dissimulados. E o povo besta fica brigando por político. De estimação, só cachorro, gato,…

  2. Que país democrático é esse onde somos obrigados a financiar os partidos de todas as matizes políticas? Alguém aí acha isso democrático? Algum de nós votou por isso? Isso não é democrático.

  3. Fundo Partidário: cheque em branco para os partidos fazerem os absurdos. E quem paga a conta? Os burros eleitores que votaram nesses candidatos pilantras que transformaram a política em jogatina e barganhas para apenas eles ganharem. O povo que se exploda….

  4. É interessante que ninguém do MDB e DEM, está incluído nesta prestação de contas dos partidos, são os únicos honestos ou este levantamento tem uma direção determinada pela folhapress?
    Podemos acreditar nesta reportagem??

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Saúde

Brasil tem 2.094.293 pessoas curadas do coronavírus

Foto: Marcelo Seabra/Ag. Pará

O Brasil registrou neste sábado (8), mais 25.899 pessoas curadas dos coronavírus, totalizando 2.094.293 recuperados da Covid-19.

No mundo, estima-se que pelo menos 13 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram.

O número de pessoas curadas no Brasil é superior ao dobro quantidade de casos ativos (817.642), que são pacientes que estão em acompanhamento médico.

O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (69,5%).

Opinião dos leitores

  1. Os esquerdopatas tem a mente muito curta, esquecem sempre que foi o STF que determinou aos governadores e prefeitos a soberania no controle da doença nos Estados.
    O fiquem em casa com tratamento a base de dipirona matou muitas pessoas,
    e está matando até hoje por não haver um kit de medicamentos mesmo que polêmico para tratamento , os médicos agem por conta própria.

  2. Tenho que reconhecer que passamos de todos os limites . Tomado pela insônia e remorso , não me sai da cabeça o editorial do jornal nacional de ontem . Já passamos de 100 Mil mortos , o Brasil chora pelos seus filhos e filhas vítimas de das pandemia . Não existem culpados . Existe um culpado por toda essa catástrofe. E esse culpado é o sr presidente . Brinco aqui ; “ o véio é duro” . Mas realmente tenho que reconhecer que tá mais para” o véio é doido “ . Meus sentimentos .

    1. Chicó ! Já fizesse OZÔNIO ? É bom criatura , eu comecei e não vou mas parar , proteje mesmo .

  3. Uma boa notícia infelizmente ofuscada pela mortes de 100 mil brasileiros e brasileiras vítimas da pandemia . A responsabilidade do Tonho da lua está confirmada pela sua incompetência e irresponsabilidade diante desse drama . Solidariedade às vítimas da falta de empatia desse papangú que nos governa .

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Geral

PT apoia candidatura de aliado de Bolsonaro a prefeito de Belford Roxo, no RJ


Wagner Carneiro, o Waguinho (MDB) | Foto: reprodução

O diretório nacional do PT aprovou ontem, por 29 votos a 25 e 11 abstenções, a aliança do partido com o prefeito de Belford Roxo (RJ), Wagner Carneiro, o Waguinho (MDB). Ele e a mulher, a deputada federal Daniela do Waguinho (MDB-RJ), são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

O principal incentivador da aliança foi o ex-presidente do PT do Rio Washington Quaquá, um dos vice-presidentes nacionais do PT.

Na semana passada Quaquá já havia causado polêmica ao incentivar a candidatura do sargento da Polícia Militar Alex Beraldo a vereador no Rio pelo PT. A ideia caiu por terra depois que veio à tona o fato de Beraldo ter sido citado na CPI das Milícias da Assembleia Legislativa.

Waguinho foi um dos únicos prefeitos da Baixada Fluminense a pedir votos para Bolsonaro na eleição de 2018. A aproximação rendeu frutos.

No último dia 3 a cidade recebeu a visita do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para inauguração de obras de saneamento que vão beneficiar 20 mil moradores da cidade.

Em vídeo que circula na internet o filho Zero Um do presidente Bolsonaro rasga elogios a Waguinho e sua esposa, lembrando que ela integra a base do governo no Congresso. O prefeito também celebrou a visita em suas redes sociais.

A aliança é motivo de preocupação entre setores da direção petista. Eles temem que o apoio ao bolsonarista contamine a campanha da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) à prefeitura do Rio.

A decisão foi objeto de intensos debates no diretório nacional do PT. Várias tendências minoritárias se uniram para barrar a aliança mas a corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), da qual Quaquá é um dos líderes, garantiu a coligação.

Quaquá justificou a aliança dizendo que Waguinho é aliado do PT há tempos e minimizou as reclamações da base petista sobre a possível contradição na aliança.

“A política brasileira é absolutamente contraditória. A base da sociedade é pura contradição. Waguinho é um aliado tradicional do PT. Eu não diria que ele é bolsonarista. Ele é prefeito, é malandro. Se o Psol estivesse na presidência ele seria aliado do (Guilherme) Boulos. Essa turma (do PT) que é contra (a aliança) adora teorizar a Baixada tomando chope em Ipanema”, disse o dirigente.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Aí a coisa fica clara, por outras iguais a essa, deixei de acreditar no PT. As relações espúrias levaram o partido à vala comum da política Nacional, só os proxenetas apaixonados e imbecis, ficam falando em oposição a alguém.
    Lula ao se ver acossado, em vez de ficar do lado do povo, preferiu se unir a Collor, Sarney, Renan, Sérgio Cabral, Romeo Juca, os barbalhos do Pará e aos financiadores das sua aventuras….os empresários e ricos do Brasil.

    1. Pedin ! Tem vaga no time do OZÔNIO! Vem rapaz , tu vai gostar ,

  2. O Waguinho não era aquele cantor de pagode que virou pastor que virou político que virou bolsonarista e que agora tem o apoio do PT?
    Esse cara não se cansa de descer o poço da vergonha alheia?

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Política

Condenados pela Lei da Ficha Limpa até 2012 poderão concorrer aos cargos municipais em novembro, diz parecer da área técnica do TSE

Imagem: reprodução

Em parecer, a área técnica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indicou aos ministros da Corte que condenados pela Lei da Ficha Limpa em 2012 poderão concorrer aos cargos municipais em novembro. Caso as eleições fossem realizadas nas datas originais, em outubro, as pessoas nessa situação não poderiam participar.

O parecer foi apresentado na sexta-feira (7) em resposta a uma consulta do deputado federal Célio Studart (PV-CE). O congressista é contra a participação, nas eleições de 2020, de candidatos condenados.

Em 1º de julho, o Congresso Nacional promulgou a PEC (proposta de emenda à Constituição) que adiou as eleições municipais de 2020. O pleito, antes marcado para 4 de outubro, será em 15 de novembro.

A área técnica do TSE considera o fato de que a ineligibilidade estabelecida com base na Lei da Ficha Limpa é de 8 anos. Com isso, políticos impedidos de disputar as eleições de outubro de 2012 por condenações relacionadas a crimes de caixa 2, abuso de poder econômico, dentre outros, estarão aptos em novembro.

“Não tendo o Congresso Nacional optado por postergar o prazo final das inelegibilidades em razão da alteração da data do pleito para o mês de novembro, entende-se não haver campo para que tal providência se dê no âmbito desta Corte Superior”, diz o parecer.

O documento segue para análise do relator, ministro Edson Fachin. Posteriormente, será analisado pelo plenário da Corte Eleitoral.

Eis o novo calendário eleitoral de 2020:

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. Essa tal de LEI DA FICHA LIMPA É UMA FICÇÃO. Todos os corruptos e ladrões de dinheiro público vão poder participar livremente das eleições. Para tanto, bastam contratar um advogado "medalhão", do tipo que frequenta o STF de bermudas, e pronto! Estarão livres para serem eleitos e roubar à vontade!

  2. Será que estes caras de pau ainda tem coragem de concorrer as eleições
    O Brasil não precisa de reforços de ex-ladrões e ex-corruptos.
    FIQUEMOS DE OLHOS BEM ABERTOS

    1. Quem tem que resolver isso é o povo. É só não votar! Se depender da justiça, a coisa tá feia

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Saúde

“Não se trata de números”: Ministro da Saúde lamenta 100 mil mortes por Covid-19

Foto: reprodução

O ministro da Saúde interino, Eduardo Pazuello, emitiu nota na tarde deste sábado (8), em que lamenta as mortes provocadas pela Covid-19 no Brasil.

No dia em que o número de vítimas fatais chegou a 100 mil pessoas, Pazuello disse que “lamenta profundamente por cada vida perdida na pandemia”.

Segundo ele “não se trata de números, planilhas ou estatísticas, mas de vidas perdidas que afetam famílias, amigos e atingem o entorno do convívio social”.

Na nota, o ministro interino também afirma que “o Ministério da Saúde permanece trabalhando 24 horas por dia em parceria com estados e municípios para garantir que não faltem recursos, leitos, medicamentos e apoio às equipes de saúde”, garante.

Pazuello também orienta as pessoas para que, “a qualquer sinal ou sintoma da doença, procurem imediatamente a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua casa. A ida ao médico, o diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento, com a prescrição do medicamento mais adequado a cada caso, é o que pode sim fazer a diferença”, concluiu.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Interessante que agora é culpa de Bolsonaro ! E as quarentenas e isolamentos impostos por governadores e prefeitos não surtiram efeito ???

    1. Agora não, Chicó. SEMPRE foi! Aonde você esteve esse tempo todo? Estava com a cabeça enfiada na terra? Se liga, maluco. Larga a mão de ser babaca.

  2. Fato interessante Faça o bem, o que dizer de um presidente torneiro mecânico? Ou de uma presidente com doutorado (falso) e analfabeta? Num país onde todos podem ser tudo, até ministro do STF, sem nunca ter conseguido ser um reles juiz de primeira instância, seu argumento e cômico.

  3. Ignorância, mentira, cinismo, ódio, mais total falta de visão da maioria de um povo elegeram o genocida racista e homofóbico. Por que pensar que algo bom poderia sair desse ser? 100 mil mortos é o retrato do descaso desse desgoverno.

    1. GIBIRA ! Meu amigo você está gostando dessa terapia . Quantas vezes por dia ?

    2. PALMITO PODRE ! O botico é meu , não tenho que dar satisfação a ninguém ! Eu Gosssto ..,

    3. Eita Gibira ! Estais no OZÔNIO direto . Gostou né neném ??

  4. 100 mil ! Um dia dos pais de reflexão . O DOIDIN que nos governa vai levar essa marca Lara o resto da vida . GIBIRA , meu caro ! Quantas aplicações de OZÔNIO já fizeste ? Tá gostando né neném ??

    1. Eita que o palmito podre tá em Itajaí fazendo ozonioterapia , ai gosta

    2. E quanto os governos PeTralhas mataram por consequência das roubalheiras. Reflita. A hipocrisia sobra.

  5. O Ministro da Saúde não é da área médica é UM PARAQUEDISTA, só no Brasil acontece um absurdo destes

    1. O diretorzinho da OMS, aquele que quase todo dia está dando entrevista dizendo e desdizendo o devemos fazer é o que mesmo? Médico eu sei que ele não é! Toma a medicação quem quer, quem quiser que vá tomar tubaína e ozônio no rabo… Simples assim…

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Saúde

Coronavírus: Brasil ultrapassa os 100 mil óbitos e 3 milhões de infectados com o registro de 905 mortes e quase 50 mil casos nas últimas 24h

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O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (8):

– Registro de 905 óbitos nas últimas 24h, totalizando 100.477 mortes;

– Foram 49.970 novos casos de coronavírus registrados, no total 3.012.412 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 2.094.293, com o registro de mais 25.899 pacientes curados. Outros 817.642 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

  1. Politicagem em meio a uma pandemia dá nisso. EUA, Brasil, Reino Unido e Índia alinhado nos pensamentos e nos número de mortes e infectados. Parabéns aos envolvidos.
    Erguei as mãos e dá-lhe cloroquina.

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Judiciário

Defesa de Queiroz vai ao STJ para trocar relator do caso

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A defesa do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz protocolou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um pedido para que seja redistribuída a relatoria do processo em função da licença médica do atual relator, ministro Felix Fischer. O pedido, baseado nos artigos 21 e 72 do Regimento Interno do STJ e de “natureza urgente”, está desde quinta-feira, 5, no gabinete do ministro.

Fischer foi internado no último domingo (2) por complicações decorrentes de uma hérnia interna e recebeu alta na sexta-feira (7), mas ainda não retomou o trabalho.

Pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro que acompanham de perto o processo avaliam que a divulgação da existência de novos cheques de Queiroz e sua mulher, Marcia Aguiar, para a primeira-dama, Michele Bolsonaro, cria condições para que Fischer revogue a prisão domiciliar do casal e os envie para a cadeia nos próximos dias. O temor do Palácio é que, presos, Queiroz e Marcia façam delações que impliquem a família Bolsonaro.

Segundo o artigo 72 do Regimento Interno do STJ, “se o afastamento (do ministro) for por prazo entre quatro e trinta dias, os processos considerados de natureza urgente, consoante fundada alegação do interessado, serão redistribuídos aos demais integrantes da respectiva seção ou, se for o caso, da Corte Especial, com oportuna compensação”.

Pelos cálculos dos aliados de Bolsonaro, o processo seria redistribuído para o ministro Jorge Mussi. De acordo com estas fontes, o gabinete do ministro segurou propositalmente a petição que deveria ter sido enviada imediatamente à presidência do STJ para dar tempo de Fischer se recuperar a tempo de não perder a relatoria do processo. Na avaliação do Planalto, Fischer é um dos mais rigorosos ministros do STJ e a revogação da prisão domiciliar do casal é dada como certa.

Além do pedido de redistribuição da relatoria, a defesa de Queiroz protocolou também na quinta-feira outra petição de caráter urgente na qual pede a revogação da prisão domiciliar e libertação imediata do ex-assessor parlamentar e sua mulher.

Entre outros argumentos, os advogados alegam que Queiroz e Marcia já prestaram depoimentos ao Ministério Público e, com isso, não têm mais como atrapalhar as investigações sobre o esquema de “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual no Rio, senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

“Desde a concessão da medida liminar nos presentes autos, os pacientes se encontram em cumprimento da prisão domiciliar, com estrita observância de todas as medidas cautelares pessoais impostas e, nesse período, foram interrogados pelos eminentes promotores públicos na data de 15 de julho, coadjuvando sem empecilhos o trâmite regular do procedimento investigatório”, diz a petição.

A defesa alega também que as prisões de Queiroz e Márcia são ilegais. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro e sua mulher estão em prisão domiciliar graças a liminar do presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha. Em casa eles são proibidos de receber pessoas não autorizadas, não podem falar ao telefone nem acessar a internet e são monitorados via tornozeleiras eletrônicas.

O casal é acusado pelo MP de participar do esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio. Na sexta-feira a revista Crusoé revelou que, segundo quebra de sigilos, Queiroz e Marcia depositaram 27 cheques que somam R$ 89 mil (valores não corrigidos) em nome da primeira-dama entre janeiro de 2011 e dezembro de 2017.

Procurada, a defesa do casal disse que não pode se manifestar a respeito do processo em razão de o caso tramitar em segredo de Justiça.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. História da carochinha
    A oposição lança mão de uma istória com trocados de bombons para abafar casos de bilhões roubados na corrupção orquestrados pelo cachaça.

  2. Malandro é malandro e mané é mané! Pode crer que é! No fim vai dar tudo certo para os malandros….Os manés como nós ficamos vendo o jogo combinado. Seria muito bom se nós CONHECÊSSEMOS A VERDADE PARA A VERDADE NOS LIBERTAR DOS FALSOS MESSIAS…..

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Judiciário

Ministro Marco Aurélio, do STF, vai aguardar julgamento antes de decidir sobre acordo de Onyx com PGR

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), vai aguardar a conclusão de um julgamento antes de decidir sobre o acordo sigiloso firmado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. No acordo, Onyx confessa ter cometido o crime de caixa 2. Ele se comprometeu a pagar R$ 189,1 mil de multa para que a investigação seja encerrada.

Onyx admitiu ter recebido R$ 300 mil em doações não contabilizadas do grupo que controla a empresa JBS, sendo R$ 100 mil nas eleições de 2012 e R$ 200 mil em 2014. O caixa 2 foi revelado por delatores da empresa. Logo após a delação da JBS sair, em maio de 2017, Onyx admitiu ter recebido apenas um dos dois pagamentos, o de R$ 100 mil, e negou o outro.

Em fevereiro deste ano, Marco Aurélio (relator do caso) decidiu encaminhar a apuração de Onyx para a Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul, sob a alegação de que o caso não se enquadra no novo entendimento do Supremo sobre o alcance do foro privilegiado. As acusações contra Onyx dizem respeito ao período em que ele era deputado federal. O STF já decidiu que a prerrogativa só vale para os crimes cometidos no exercício do cargo e em função do mandato.

Depois da decisão de Marco Aurélio, o ministro da Cidadania entrou com um recurso, para que a apuração fosse mantida no Supremo. Esse recurso de Onyx está sob análise agora da Primeira Turma do STF no plenário virtual da Corte, uma ferramenta que permite que os magistrados analisem casos a distância, sem se reunirem presencialmente. A discussão deve ser encerrada no dia 17.

“Só poderei examinar o acordo após julgar o agravo (recurso), e fixar-se a competência em definitivo. Por ora, prevalece a minha decisão no sentido de que o Supremo não é competente para uma possível ação penal. Se não é competente para uma possível ação penal, evidentemente não nos cabe capitanear o inquérito”, disse Marco Aurélio à reportagem.

Cenários

Marco Aurélio explicou que, se o recurso de Onyx for negado, permanece a sua decisão de fevereiro, que determinou o envio do caso à Justiça Eleitoral gaúcha. No entanto, se o ministro da Cidadania conseguir manter o caso no STF, aí, sim, o acordo terá de ser analisado.

“Se provido o agravo (aceito o recurso), aí, paciência, no colegiado vence a maioria, terei de examinar o acordo e fatalmente será homologado, porque simplesmente o titular da ação penal (o Ministério Público) concluiu no sentido de não apresentar denúncia (contra Onyx)”, afirmou.
Até as 17h deste sábado, Marco Aurélio (relator) e Alexandre de Moraes já haviam votado contra o recurso de Onyx. Ainda faltam se manifestar Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

Se homologado, o acordo impedirá Onyx de ser punido e enquadrado na Lei da Ficha Limpa, a qual estaria sujeito caso a investigação resultasse em condenação.

É a primeira vez que a PGR assina um acordo desse tipo, introduzido na legislação brasileira após sanção do pacote anticrime, proposto pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro no ano passado.

O modelo aprovado pelo Congresso, porém, é baseado numa proposta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Pela lei, essa ferramenta jurídica é permitida quando a pena mínima é inferior a quatro anos, “desde que necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime”.

A reportagem procurou Onyx, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Corruptos ruins são os corruptos dos outros, minha gente!
    O Onyx é um santo! Ele pediu perdão a Deus e foi perdoado. É uma página que vira!
    Vamos meter o pau no PT!!

  2. É bom demais né? Ainda continuo acreditando mais na administração do cabaré da minha da minha terrinha, que nas instituições constituidas desse Brasilsão de meu Deus!

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