A organização não governamental Greenpeace produziu uma cartilha para rebater informações possivelmente falsas prestadas por Ricardo Salles no exercício do cargo. Batizada de “O Fakebook Ricardo Salles”, a cartilha tem 35 páginas.
“Nosso objetivo era criar um pequeno documento compacto, que mostrasse algumas das inconsistências de Ricardo Salles. Acabamos precisando de 35 páginas. Por favor, tenha paciência conosco”, começa o material em inglês, intitulado “O Fakebook Ricardo Salles”.
O documento foi feito pelo Greenpeace em parceria com o Observatório do Clima e o ClimaInfo.
“Ele [Salles] contou à mídia brasileira que tinha um mestrado da Universidade de Yale. É mentira. Ele não tem”, diz o texto, que segue:
“‘Que a expansão da produção não ocorreu como resultado do desmatamento’ é uma mentira evidente”.
Guilherme Amado/Época
Em entrevista à Época, a deputada Lídice da Mata, relatora da CPI das Fake News, voltou a dizer que Carlos Bolsonaro terá de depor na comissão.
“Vai ter que depor e dar esclarecimentos. Tanto ele quanto outros. Não quer dizer que só a campanha de um candidato possa ter criado fake news. Por enquanto a única pessoa convocada com ligação com a Presidência é Rebecca Félix, assessora do Planalto, que coordenou as mídias da campanha de Bolsonaro.”
Depois de sair da primeira reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, a relatora afirmou que percebe um esforço do clã Bolsonaro para que o tema não seja investigado e disse sentir-se pressionada pelo governo.
Ela disse que o colegiado vai apurar denúncias graves de que “o governo Bolsonaro é uma fábrica de fake news”.
"PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO!"
VC ESTÁ FALANDO DOS QUE GOLPEARAM DILMA,ROBERTO?
PORQUE SE VC APENAS TROCAR OS PERSONAGENS, VERÁ O QUE ACONTECEU NO GOLPE CONTRA DILMA.
ASSIM, É BOM APRENDER QUE: "QUEM COM FERRO FERE COM FERRO SERÁ FERIDO!"
Os derrotados nas eleições, mestres no submundo do terrorismo eleitoral, tentam se dar bem no tapetão.
Quem comanda os mavs do pt?
Duda Mendonça e o casal Santana confessaram que receberam dinheiro de origem ilícita para bancar as campanhas do pt.
Como funciona o submundo do marketing do pt nas campanhas presidenciais?
Em 2014, num vídeo, aparentemente os Correios de Minas foram usados…
A isto é divulgou matéria de como coronéis do Nordeste apoiaram o pt em 2018. Depois não se falou mais nada.
As denúncias eram verdadeiras ou não?
Quem não deve, nao teme!
Não era isso que dizem quando o acusado é um adversário?
Não temos bandido de estimação.
Quem deve tem que responder e pagar por isso se for culpado.
O carlucho nåo é culpado de nada, minha mãe já dizia…quem acha besta nåo compra cavalo. Os culpados são vcs que acreditaram e ainda acreditam na família Bolsonaro, na mamadeira de piroca, nas mensagens falsas de padre Marcelo etc. Agora querer culpar o moço?
Esse elemento representa o pensamento burro e limitante do governo Bozo e seus eleitores. " E o PT" e " o Luladrao" … Kkkkkkk vão se tratar seus doentes, essa loucura coletiva durou pouco… 2002 está aí, e vamos varrer esse povo do Brasil.
O delegado da Polícia Federal Hélio Khristian Cunha de Almeida, acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de obstruir as investigações sobre a morte de Marielle Franco, montou uma “central de mutretas” na própria superintendência da PF no Rio de Janeiro.
A afirmação consta no relatório final da corporação sobre o Caso Marielle, que indiciou o policial militar Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha, e a advogada Camila Nogueira sob acusação de que atrapalharam os rumos do inquérito sobre o atentado.
Entre as supostas mutretas organizadas por HK, como é conhecido o delegado, o documento cita que ele usou intermediários para tentar extorquir a quantia de R$ 300 mil do vereador Marcello Sicilliano (PHS-RJ). A suspeita foi revelada pelo UOL no dia 19 de maio.
Sicilliano e o miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, foram apontados como mandantes da morte de Marielle por Ferreirinha. HK foi o delegado federal, junto com outros dois colegas, que levou o PM a prestar o depoimento aos investigadores da DH da Capital (Delegacia de Homicídios do Rio, órgão da Polícia Civil). Posteriormente, Ferreirinha admitiu que prestou falso testemunho.
A defesa do delegado nega todas as acusações.
O delegado federal Leandro Almada, responsável pela investigação sobre a obstrução no Caso Marielle, afirma no relatório que os “atos de corrupção” cometidos por HK foram informados à Superintendência da PF no Rio para que “medidas cabíveis” fossem adotadas.
“Lamentavelmente, a autoridade policial que presidiu o IPL 477/18 [o inquérito da PF sobre o Caso Marielle], lotado no Estado do Amazonas, sem conhecer as mazelas do RJ, possa, açodadamente tecer comentários com carga de subjetivismo, sem qualquer prova ou fundamento. Certamente, tal ilação será objeto de demanda judicial em desfavor da União no momento oportuno”, afirmou, em nota, o advogado Leonardo Carvalho, defensor de HK.
Carvalho acrescenta que “desconhece qualquer tipo de acusação neste sentido e encontra-se à disposição para quaisquer esclarecimentos que os órgãos de persecução necessitem”.
UOL
Um carro capotou no final da manhã deste domingo (29) em plena Ponte Newton Navarro e deixou a pista parcialmente bloqueada.
Segundo relato do motorista aos policiais do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), ele vinha com o carro em baixa velocidade em direção à Redinha, mas terminou sendo atingido na traseira por um outro carro que descia em alta velocidade, o que fez com que ele perdesse o controle, se jogasse contra a mureta de proteção e capotasse o veículo.
Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Esse outro veículo envolvido no acidente teria se evadido do local.
Márcio Elias Rosa, o ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo que havia topado ser sócio de Rodrigo Janot num escritório de advocacia, aberto há quatro meses, decidiu manter a sociedade.
Elias Rosa, entretanto, foi pego de surpresa com o teor das declarações feitas por Janot. A alguns amigos, se disse traído.
Márcio Elias Rosa entrou em contato com a coluna para avisar que, “além da amizade”, mantém com Rodrigo Janot alguns trabalhos em regime de parceria. “Não somos propriamente sócios, faço parte de outra sociedade — Terra, Tavares, Ferrari e Elias Rosa, com sede no Rio e em em São Paulo, atuando na contencioso estratégico em diversas áreas do direito”.
Segundo Rosa, ele manterá com Janot, por exemplo, a parceria acerca dos danos à população de Nova Lima, distrito de Macacos, em Minas Gerais, vítimas do crime ambiental da Vale.
Guilherme Amado/Época
Não é apenas Rodrigo Janot, no mundo das togas e tribunais, que faz o desejo e o ódio servirem-se da lei para fazer o mal.
A Instituição que foi criada para atuar como fiscal e médico, tem atuado muitas vezes como parte interessada e monstro doentio partidário.
Em evento do PSDB no Rio, Gustavo Bebianno lamentou ter contribuído na campanha presidencial de Jair Bolsonaro.
Sem fazer referência direta a Bolsonaro, o ex-secretário-geral da Presidência da República condenou “os extremos”.
“O pêndulo estava todo à esquerda. Hoje, está na extremidade oposta, o que mantém o país igualmente preso e restrito a outra agenda ideológica. O pêndulo precisa estacionar no centro, para que tenhamos equilíbrio”
O Antagonista
Um carro explodiu na manhã deste domingo (29), em Caraúbas, interior potiguar, enquanto fazia o abastecimento de GNV em um posto de combustível do município.
Informações repassadas por populares dão conta que durante o abastecimento, a válvula do cilindro não resistiu a pressão e provocou a explosão. Apesar do susto e do prejuízo, ninguém ficou ferido.
A catarinense Weg e a gaúcha Fuel Tech estão formalizando parceria para converter motores a combustão em elétricos, de olho na tendência em carros menos poluentes movidos a baterias recarregáveis.
O empreendimento tem por objetivo a redução de danos ao meio ambiente, o que é louvável, mas o perigo paira exatamente na possível falta de critérios por parte dos órgãos de fiscalização. Mesmo oficinas de fundo de quintal se dirão habilitadas ao processo de conversão elétrica de motores, tornando muitos desses veículos em potenciais bombas deambulantes.
Pelo o visto o veículo não é novo e talvez não o dono não faz revisão periodicamente e sem fiscalização essas bombas ambulante fica rodando pondo em risco vidas humanas.
12 concursos abrem inscrições nesta segunda-feira (30) para preencher mais de 1,1 mil vagas. As oportunidades são para profissionais de todos os níveis de escolaridade, nos seguintes estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Tirando uma queixa corporativa ali ou acolá, os cargos mais disputados do funcionalismo são preenchidos por gente meio fula com o PT. Excetuando-se o ensino (só tem vermelho mesmo…. O filtro é grande).
Se os alienados bolsominio tivessem estudado ao invés de ficarem reproduzindo ódios em redes sociais, agora poderiam melhorar de vida de verdade. Dirão que é coisa de comunista…
Kkkkkkk, esses delírios são frutos do ócio? cleptomaníacos petralha.
De comunista pode até não ser. Só é de se lamentar que um país as pessoas só vejam como meio de vida o ingresso no serviço público. Tudo isso é muito ibérico. Invejo os países em que as pessoas querem empreender, ganhar milhões inovando, onde a inciativa privada sai na tapa atrás dos melhores cérebros (cursos de verdade, não esses de lacração), onde dá para se empreender sem um monte de burocrata criando regra, nem com "justiceiros sociais".
Nenhum Bolsominio tem capacidade de passar num concurso, por isso que querem vender tudo. Inveja é osso.
A maioria dos concursados que conheço são bolsomínions. Sobretudo na área médica, policial e judiciária. Vc vai ver concursado petista nessas profissões menos disputadas.
A seleção brasileira feminina de vôlei se despediu da Copa do Mundo na madrugada deste domingo (horário de Brasília), em Osaka, no Japão, com uma vitória por 3 sets a 1 sobre a Rússia – parciais de 28/26, 25/20, 21/25 e 25/19 – e encerrou a competição no quarto lugar.
O Brasil fechou sua participação no torneio com sete vitórias e quatro derrotas. A equipe treinada por José Roberto Guimarães terminou com 21 pontos, atrás da própria Rússia, que ficou com o bronze, os Estados Unidos, donos da prata, e a China, grande campeã.
A China realizou uma campanha perfeita e já havia assegurado o título no sábado, com antecedência. As chinesas venceram todos os seus 11 jogos, somaram 32 pontos e perderam apenas três sets em toda a competição. As norte-americanas somaram 28 pontos (10 vitórias e um revés) e as russas ficaram com 23, fruto de oito resultados positivos e três negativos.
No jogo deste domingo, a oposta se destacou mais uma vez e foi a maior pontuadora, com 21 acertos. A ponteira Amanda também contribuiu em alto níver, ao anotar 17 pontos. As centrais Fabiana e Mara marcaram 14 pontos cada e ponteira Gabi fez 11. Pelo lado da Rússia, a oposta Goncharova virou 21 bolas.
Gabi, um dos destaques brasileiros na Copa do Mundo, fez um balanço do desempenho da equipe na competição e no último jogo e projetou a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, para o qual a seleção feminina já está classificada.
“Foi um ano intenso e sabíamos que essa competição seria muito difícil. Foram 11 jogos em 15 dias e terminarmos a Copa do Mundo com vitória sobre a Rússia. Elas vêm jogando muito bem tanto que ficaram com medalha de bronze. Jogamos com atitude e encerramos a competição da melhor maneira possível”, analisou a ponteira.
“A competição serviu para mostrar o quanto precisamos evoluir para o ano que vem. Saímos com pontos positivos e negativos e agora é trabalhar ainda mais para os Jogos Olímpicos”, completou.
Estadão Conteúdo
Cães, gatos, peixes, passarinhos: gasto médio com pets no Brasil vai de R$ 17 a R$ 425 por mês, aponta estudo
Levantamento do Instituto Pet Brasil considera custos de alimentação, vacinas, vermifugações, consultas veterinárias, acessórios, entre outros. Zelador da Zona Leste de São Paulo conta que já gastou R$ 1 mil por mês com passarinhos.
Está pensando em adotar um bichinho? É melhor começar a se planejar. Levantamento do Instituto Pet Brasil mostra que os gastos médios mensais com os pets podem variar de R$ 17,38 a R$ 425,24 a depender do animal escolhido no Brasil.
O levantamento, obtido pelo G1, considera os gastos com alimentação básica (calorias diárias ingeridas com ração considerada “standard”, ou seja, com uma classificação mediana no mercado), vacinação, antipulgas, vermifugação, consultas periódicas no veterinário, banho, tosa e, em alguns casos, viveiros e aquários.
O gasto médio para cães é de R$ 342,20, mas esse valor pode subir para R$ 425,24 se o animal for de grande porte (ou seja, tiver mais de 26 kg) ou cair para R$ 274,37 se for de pequeno porte (até 10 kg). Já para os gatos o custo médio é de R$ 205,94.
Há ainda pets mais “econômicos”. O custo mensal de peixes fica em R$ 94,17, o que já inclui a compra de um aquário de 40 litros que comporta até 10 peixes pequenos. Os viveiros também estão incluídos nos gastos médios para roedores (R$ 108,25), aves (R$ 17,38) e répteis (R$ 20,50).
“O nosso grande objetivo em divulgar estes dados é estimular que quem queira ter um animal saiba o quanto isso vai impactar a sua rotina financeira. A pessoa que quer ter um pet tem que ter consciência que o animal de estimação traz responsabilidades e traz mudanças na rotina da família”, diz Martina Campos, diretora-executiva do Instituto Pet Brasil
Segundo Campos, é importante que a família consiga fazer um planejamento financeiro para que, a médio ou longo prazo, esses animais não fiquem em situação de vulnerabilidade e não sejam abandonados diante de qualquer oscilação do mercado ou crise financeira da família.
“Um cão ou um gato vive 12, 13 anos em média. Então esse custo tem que estar contemplado em mais de uma década dentro do orçamento familiar”, diz Campos
Segundo o instituto, 3,9 milhões, ou 5% da população total de pets do Brasil, se enquadram como animais em condição de vulnerabilidade, pois vivem sob a tutela de famílias classificadas abaixo da linha de pobreza. Há ainda mais de 170 mil bichinhos abandonados sob o cuidado de ONGs em todo o país.
Muros altos, cercas elétricas, câmeras de vigilância, identificação por biometria. Quem circula pelo bairro dos Ipês, zona norte de João Pessoa (PB), não imagina que por ali são outras as flores que levaram a cidade a assumir um protagonismo impensável no país.
Em um sobrado branco, 2.458 plantas de maconha crescem em estufas e depois suas flores se transformam em óleos, sprays e pomadas à base de dois tipos de canabinoides: o THC (tetrahidrocanabinol) e o CBD (Canabidiol).
O ambiente é controlado pela Abrace Esperança, a única associação de pacientes do país que tem autorização judicial para cultivo da maconha para fins medicinais. Os produtos são dispensados sob prescrição de 210 médicos no país.
Em dois anos e meio, a associação viu o número de pacientes passar de 155 para 2.500. Eles pagam anuidades de R$ 350 e valores que variam de R$ 150 a R$ 200 pelo óleo —10% do valor dos importados.
A produção é contínua, mas não dá mais conta da crescente demanda. Há ao menos mil pessoas na fila de espera.
Segundo Cassiano Teixeira, diretor e fundador da Abrace, a meta é fornecer produtos à base de Cannabis para 10 mil pacientes até 2022, quando uma segunda unidade da associação, em Campina Grande, estiver funcionando.
A história da Abrace começou em 2014, a partir de uma demanda pessoal de Teixeira. A mãe dele, dona Zezé, 83, tem bronquiectasia, doença pulmonar que causa falta de ar e acúmulo de secreção.
Após uma internação em que ela “saiu pior do que entrou”, segundo Teixeira, ele resolveu tentar um tratamento alternativo: óleo de Cannabis.
Teixeira começou a fabricar ilegalmente o produto na cozinha de casa, depois de ler sobre o assunto na internet. “Comprei a planta do tráfico e fiz o óleo. Uma hora depois de dar, minha mãe já estava melhor, voltou a ter vida.”
Pelas redes sociais, conheceu um grupo de mães de crianças com epilepsia que lutavam para a importação do óleo de Cannabis e soube que também poderia ajudar o irmão, Ascendino, 55, que sofre das mesmas crises.
O preço do produto importado, porém, era proibitivo, e ele seguiu no cultivo ilegal, fornecendo o óleo também para um grupo de pacientes.
Em 2017, já constituída juridicamente e com 155 pacientes, a Abrace obteve liminar da Justiça Federal na Paraíba para o cultivo.
O processo tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Pernambuco, após a Anvisa ter entrado com recurso contra a liminar.
Em paralelo à Abrace, outra associação de pacientes de Paraíba, a Liga Canábica, obteve também em 2014, por via judicial, outro feito inédito: o direito de importar coletivamente o óleo de Cannabis sem autorização da Anvisa. “Não tínhamos sequer receita ou médico disposto a prescrever”, lembra Sheila Geriz, uma das fundadoras da Liga e mãe de Pedro, 10.
O menino começou a usar o óleo aos quatro anos para reduzir as 40 crises epiléticas diárias que tinha apesar de usar 16 medicamentos por dia.
Hoje, usando apenas o óleo de Cannabis, as crises se resumem a três ou quatro por mês, afirma Sheila. Aos oito anos, ele começou a andar. “É uma criança que passou a ter condições de viver com mais plenitude a infância dele.”
A partir do caso do filho, Sheila e o ex-marido Júlio Américo, que preside a Liga, passaram a militar em favor da Cannabis medicinal. Orientam famílias e defendem o plantio doméstico.
“Tudo o que vem ocorrendo na Paraíba é por decisão liminar da Justiça Federal, não por política pública de quem deveria regular isso, que é a Anvisa. O protagonismo é de duas associações, a Abrace e a Liga Canábica”, diz o procurador da República Jose Godoy Bezerra de Souza, 42, responsável pela ação vitoriosa.
Para ele, o fato desse pioneirismo ter partido de grupos de pais e não dos laboratórios farmacêuticos parece ter paralisado os órgãos técnicos governamentais. “É como se eles não estivessem preparados para lidar com outra realidade que não seja a das grandes farmacêuticas.”
Hoje, a cultura da Cannabis medicinal parece incorporada à sociedade paraibana. A capital já é chamada de “Califórnia brasileira”, em alusão ao estado norte-americano vanguardista no tratamento dado à maconha, legalizada para fins medicinais desde 1996.
Em João Pessoa, juízes, procuradores, políticos, empresários e artistas locais apoiam a causa. Discute-se a possibilidade de um laboratório estadual fabricar o óleo no futuro.
A partir de 2020, a UFPB (Universidade Federal da Paraíba) terá uma disciplina sobre Cannabis medicinal na grade dos cursos de medicina, biomedicina e farmácia.
Cada vez mais médicos prescrevem o óleo, até para casos clínicos que extrapolam a recomendação do CFM (Conselho Federal de Medicina), restrita à epilepsia refratária.
A clínica-geral Roberta Barbosa, de João Pessoa, prescreve o óleo para pacientes com câncer e doenças neurodegenerativas, como esclerose lateral amiotrófica e esclerose múltipla. “Já vem gente do Brasil todo, a procura é crescente. Hoje temos mais segurança na prescrição. Cada paciente tem a indicação adequada para o seu quadro clínico.”
Não que tenha sido fácil essa trajetória. Os funcionários da Abrace relatam que no início sofreram desconfiança de parentes e amigos e até batida policial. “Uma namorada terminou comigo porque não aceitava que eu trabalhasse com maconha”, conta Luciano Lima, gerente da Abrace.
A química da associação, Jéssica Freitas, diz que enfrentava olhos desconfiados dos colegas da faculdade. “O cheiro [da maconha] ficava impregnado na roupa e ficavam comentando. Mas não tem como trabalhar aqui e não se apaixonar pelas histórias dos pacientes.”
São histórias como a da enfermeira Talita Fereira, 38, e a filha Maria Clara, 3, que tem uma doença rara do sistema nervoso central que provoca tetraplegia, convulsões e retardo do desenvolvimento.
“Ela convulsionava o tempo todo, 50, 60 crises por dia, mesmo tomando três anticonvulsivantes. Fui eu que questionei a neurologista sobre usar a Cannabis. A médica do SUS não aceitou, mas a da [clínica] particular foi mais aberta e disse que gente podia tentar.”
A médica indicou um produto importado, mas Talita não teve condições de comprar. “Ia custar R$ 1.200 por mês.” Com a Abrace, o tratamento mensal, com dois tipos de óleo, sai por R$ 450.
“Com dois meses de uso, as convulsões começaram a diminuir. Agora são no máximo umas três por dia. Ela ficou mais atenta, acompanha a gente com o olhar.”
Luciana Paulino, 38, também aponta melhora do quadro de demência da mãe, Terezinha, 72, após 60 dias de uso dos óleos. “Ela estava totalmente dependente, só comia comida batida, não tomava banho sozinha. Voltou a comer comida sólida, toma banho, tudo sem ajuda. Mudou drasticamente.”
Aqui em Natal, um grupo de médicos onde conheço à Dr. Edilza Pinheiro, quê é prima da minha esposa, paciente da Sindrome de Parkinson, já à 21 anos, em 2018 tentaram algo semelhante quê não progrediu devido à burocracia " federal" quê sempre cria obstáculos. Pobre RGN. Sempre atrás de tudo.
Aloprar, é trair a confiança depositada pelo povo e roubar verbas públicas, bloqueando o contribuinte a ter como contrapartida um serviço público de saude, segurança e educação digno.
Um mês de mobilização preventiva contra o suicídio. A campanha Setembro Amarelo foi criada para informar sobre depressão e outros transtornos mentais, uma vez que pensamentos que podem levar ao suicídio têm relação com diversos quadros clínicos. O esforço para combater essas doenças não está restrito ao Sistema Único de Saúde (SUS). A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) usou a data para incentivar planos de saúde a oferecerem programas preventivos. Atualmente, o cadastro da autarquia já totaliza 42 iniciativas, que abrangem várias áreas de atenção, incluindo a de saúde mental.
A Agência Brasil contatou duas operadoras de saúde, para conhecer seus respectivos programas. O Única Mente, da SulAmérica, e o Reinventar, da Caixa de Assistência à Saúde da Universidade/UFMG (Casu), que tratam especificamente de saúde mental.
O programa Reinventar foi lançado este ano e contou a adesão de cerca de 30 pessoas, demanda que, segundo a gerente de Promoção da Saúde da Casu, Janaína Baronto, superou as expectativas. Na avaliação da profissional, um foco maior na Atenção Primária tem impulsionado a expansão do que chama de “metodologia de autocuidado aplicado”.
Janaína afirma que essa tendência reforça a noção de que a saúde do indivíduo deve tratada como um todo. Alguém com diagnóstico de depressão grave, exemplifica ela, não pode ser instruído apenas sobre diabetes, mas também sobre a importância de se alimentar corretamente, porque, com tal estado mental, poderia até mesmo estar pulando refeições. “Se um [aspecto da saúde] não estiver bem, [o tratamento] não vai dar certo “, diz.
A coordenadora do setor de Práticas de Saúde Integradas da Casu, Larissa Garbocci, comenta que não é a primeira vez que o plano desenvolve um programa na área de saúde mental, tendo implantado outro há alguns anos. O projeto foi descontinuado por volta de 2011, devido a mudanças na diretoria da associação.
Foi por notar um aumento nos atendimentos de psiquiatria e psicologia que a Casu decidiu implantar novamente a ação. O balanço anual da ANS confirma a alta procura por profissionais de saúde mental. Tanto em 2017 quanto em 2018, a consulta com psicólogos foi o segundo procedimento ambulatorial mais frequente, perdendo apenas para as sessões com fisioterapeutas. Nessa lista, entram também consultas e sessões com fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e nutricionistas.
No segundo semestre de 2017, foram realizadas 8,2 milhões de consultas ou sessões com psicólogos. No mesmo período de 2018, o número de atendimentos superou os 9 milhões. As consultas psiquiátricas também apresentaram aumento. No segundo semestre de 2017 foram 2.312.341. No mesmo perído do ano seguinte foram 2.515.989 consultas ou sessões.
“O objetivo do programa é visar o autoconhecimento, a inteligência emocional, estando pautado na história de cada um, no reconhecimento de habilidades individuais. Não foca em associado que já esteja adoecido, porque, no trabalho em grupo, a gente tem que tomar cuidado com isso. Por isso, é pensado de uma forma mais preventiva, porque tem questões que a gente não consegue trabalhar em grupo”, esclarece Larissa.
Para a assistente social, trabalhar de forma coletiva faz com que os participantes do programa percebam seus problemas sob outro ângulo. “Às vezes, sozinho, ele acha que é uma coisa só dele”, diz.
Agência Brasil
Eis os números sorteados neste sábado (28) no concurso 2193 da Mega-Sena: 7, 8, 22, 27, 29 e 42. Uma aposta feita em Londrina, no Paraná, foi a ganhadora do prêmio de R$ R$ 5.698.505,42.
A Quina (5 números acertados) teve 55 apostas ganhadoras com R$ 31.103,09 para cada uma. Já a Quadra (4 números acertados) registrou 4664 apostas ganhadoras com R$ 523,97 cada uma.
As informações são do site da Caixa Econômica Federal.
O próximo sorteio está marcado para o dia 2 de outubro, quarta-feira. O prêmio estimado é de R$ 3 milhões.
Diante das decisões unanimes favoráveis a impunidade e a corrupção que o stf tem sentenciado, os ladrões de dinheiro estão fazendo a festa, uma forma viável pra lavar dinheiro, é comprar bilhetes premiados, como fizeram os petralhas da câmara. daqui pra frente vão aparecer vários esquerdalha ganhadores de mega sena. Vão dizer que são escolhidos pelo divino. Podem conferir.
Pela primeira vez no Rio Grande do Norte, o projeto tem o objetivo de garantir o cumprimento da lei com o auxílio de pessoas que estejam dispostas a colaborar afetivamente, financeiramente ou profissionalmente com esses jovens. O projeto consiste na atuação de voluntários no atendimento a essas crianças, arcando com custos, levando para atividades familiares e de lazer, ou até mesmo ensinando uma profissão. Inicialmente, Natal e Parnamirim receberão a iniciativa, que conta com a participação também do Projeto Acalanto, ONG que vai operacionalizar o contato de padrinhos e apadrinhados.
De acordo com o presidente da Acalanto, Pedro Bruno Fernandes, 116 pessoas já demonstraram interesse para se candidatar a padrinhos. A iniciativa tem como principal objetivo garantir os direitos dessas crianças que estão recolhidas em abrigos, principalmente as que não estão disponíveis para adoção ou que estão em idade ou condição que dificulta o surgimento de um candidato a levar a criança definitivamente para sua família. “A questão é quando elas (crianças e adolescentes) chegam a uma idade avançada, ou estão em grupo de irmãos ou com problema de saúde, diminuem as chances de inserimento em um ambiente familiar. Há algumas que já passaram por processo de adoção, mas foram devolvidas. A cada devolução, se dificulta uma nova adoção. Por mais bacanas que sejam os serviços de acolhimento, muitas vezes falta uma noção de como é uma família”, explicou.
Para essa contribuição e garantia dos direitos, o Ministério Público é parceiro na iniciativa. O órgão tem o dever de fiscalizar e combater situações em que os jovens são colocados em risco, seja por exploração, abusos familiares ou falta de capacidade dos pais em ter a guarda dessas crianças e adolescentes. É um trabalho constante, que vai desde a identificação do problema até a solução definitiva do caso – que nem sempre termina com o retorno dos jovens à família de origem.
Segundo a promotora da Infância e Juventude Mariana Rebello, mesmo após o acolhimento institucional de crianças e adolescentes, há o trabalho do Ministério Público no sentido de garantir que os jovens saiam de situações de risco, preferencialmente devolvendo-os às suas famílias. Para isso, é realizado um acompanhamento das condições de retorno ao convívio nesse grupo familiar.
“Há casos de jovens que já foram acolhidos mais de uma vez. Por exemplo, um que foi acolhido por estar sendo levado para pedir dinheiro em semáforos. Buscamos a mãe, orientamos, mostramos que ela se enquadraria em programas sociais, falamos sobre a lei e, 15 dias depois, após a criança voltar para a família, ela estava de volta no sinal. Precisou ser recolhida novamente. Ela não está disponível para adoção, mas precisa e tem direito ao convívio familiar, o apoio. Por isso que o apadrinhamento vai ser importante para esse jovem e para outros tantos que estão em situação semelhante”, explicou a promotora.
No entendimento do juiz da Infância e Juventude, José Dantas de Paiva, o projeto vai colaborar para o cumprimento da lei e também com o futuro desses jovens acolhidos. “Se a criança ou o adolescente fica na instituição depois de várias ações para que encontre uma nova família a lei prevê outras políticas, como o apadrinhamento, que vem suprir a ausência desses direitos fundamentais, para que eles não sejam esquecidos lá dentro, trazendo alento e visibilidade a quem está em situação de acolhimento”, explicou o juiz.
Tribuna do Norte
Esse projeto poderá não resolver esse problema, entretanto se você se engajar, com certeza, irá reduzir muito esse mal.
Não conheço nenhum este projeto a fundo, porém dar pra dar uma opinião, que o mesmo não é pioneiro, existe um projeto idêntico nas Aldeias Infantis SOS Brasil.
Em oito anos, a aplicação dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) cresceu 309% no Rio Grande do Norte. O valor saiu de R$ 737,5 milhões em 2010 para R$ 3,022 bilhões em 2018. Para o ano vindouro, conforme orçamento formatado pelo Banco do Nordeste, operacionalizador exclusivo do FNE nos nove Estados nordestinos além de territórios em Minas Gerais e Espírito Santo, serão destinados R$ 891 milhões para aplicação em setores diversos da economia.
No Rio Grande do Norte, conforme balanço do Banco do Norte enviado à TRIBUNA DO NORTE, setores como a Agricultura registraram avanço considerável no período em análise. Em 2010 foram 1.850 operação nesse segmento e, oito anos depois, 4.206. O valor contratado saltou de R$ 24,046 milhões para 69.275 milhões. No setor de Comércio e Serviços, as operações saltaram de 1.517 para 2.901 e o valor negociado de R$ 112,211 milhões para R$ 434,935.
Ano passado, o Banco do Nortes aplicou R$ 811 milhões do FNE no Rio Grande do Norte (exceto infraestrutura), 16,7% a mais em comparação ao contratado em 2017. De janeiro a julho deste ano, os contratos realizados no Estado com recursos do Fundo somaram quase R$ 470 milhões, aumento de 10%, em relação ao mesmo período de 2018. No ano, o maior destaque ficou com o segmento de Infraestrutura que somente em 20 operações foram firmados contratos no valor global de R$ 2,211 bilhões através de uma linha de financiamento exclusiva.
Apesar dos avanços, o presidente da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (Faern), José Vieira, destaca que é necessário desburocratizar o acesso aos recursos do FNE. “São (recursos) fundamentais para o desenvolvimento do semiárido potiguar. Mas há excesso de burocracia e falta de capilaridade do Banco do Nordeste no Estado. São dificuldades e exigências excessivas que inviabilizam o firmamento de mais contratos”, destaca. Para ele, caso seja necessário mudar leis para que o excesso de burocracia diminua, o governo federal deveria assumir e implementar tal mudança. “Nós temos que fazer que o Banco do Nordeste volte a ser o banco de fomento e desenvolvimento do semiárido”, ressalta José Vieira.
Tribuna do Norte
O baixista natalense Júnior Groovador, rei do rebolado e propagador do bordão “vamos vencer na vida”, roubou a cena no palco Mundo do Rock in Rio deste sábado (29) e provocou uma epidemia de empolgação e sorrisos na Cidade do Rock, onde tocou ao lado da banda Tenacious D o clássico do rock Smells Like Teen Spirit, do Nirvana.
Normalmente, 'monstros' são relatados com olhos verdes!!!