Comportamento

MUITO GRAVE: Lava Jato driblou lei para ter acesso a dados da Receita, mostram mensagens

Procuradores da Operação Lava Jato contornaram limites legais para obter informalmente dados sigilosos da Receita Federal em diferentes ocasiões nos últimos anos, segundo mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas pela Folha e pelo site.

Os diálogos indicam que integrantes da força-tarefa do caso em Curitiba buscaram informações da Receita sem requisição formal e sem que a Justiça tivesse autorizado a quebra do sigilo fiscal das pessoas que queriam investigar.

Para obter os dados, os procuradores contaram com a cooperação do auditor fiscal Roberto Leonel, que chefiou a área de inteligência da Receita em Curitiba até 2018 e assumiu a presidência
do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) no governo Jair Bolsonaro (PSL).

As mensagens examinadas pela Folha e pelo Intercept mostram que a força-tarefa estabeleceu com Leonel uma relação de trabalho tão próxima que recorreu a ele até para verificar hipóteses dos investigadores, sem que houvesse elementos objetivos para justificar o acesso a dados do Fisco.

No início de 2016, os procuradores usaram esse expediente com frequência durante as investigações sobre as reformas executadas por empreiteiras no sítio de Atibaia (SP) frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso que levou à sua segunda condenação na Justiça.

De janeiro a março desse ano, a força-tarefa pediu a Leonel que levantasse informações sobre uma nora de Lula, o caseiro do sítio, o patrimônio dos seus antigos donos e compras que a mulher do líder petista, Marisa Letícia Lula da Silva, teria feito nessa época.

Em 15 de fevereiro, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, sugeriu aos colegas num grupo de mensagens do Telegram que pesquisassem as declarações anuais de Imposto de Renda do caseiro Elcio Pereira Vieira, conhecido como Maradona.

“Vcs checaram o IR de Maradona? Não me surpreenderia se ele fosse funcionário fantasma de algum órgão público (comissionado)”, disse. “Pede pro Roberto Leonel dar uma olhada informal.”

O então juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato no Paraná, autorizou a quebra do sigilo fiscal do caseiro uma semana depois. No processo que trata do sítio, não há nenhuma informação do Fisco sobre ele nem sinal de que a hipótese de Deltan tenha sido checada.

As mensagens examinadas pela Folha e pelo Intercept não permitem saber se Leonel atendeu aos pedidos, mas sugerem que o auditor era o primeiro a ser consultado sempre que a força-tarefa recebia dicas ou não tinha informações suficientes para pedir a quebra de sigilo à Justiça.

Em agosto de 2015, quando surgiram notícias de que um sobrinho de Lula fizera negócios em Angola com ajuda da Odebrecht, a primeira ideia do procurador Roberson Pozzobon foi chamar Leonel. “Quero pedir via Leonel para não dar muito na cara, tipo pescador de pesque e pague rsrsrs”, disse numa mensagem a Deltan.

Em setembro de 2016, o procurador Athayde Ribeiro Costa informou aos colegas que pedira a Leonel para averiguar se os seguranças de Lula tinham adquirido uma geladeira e um fogão em 2014 para equipar o tríplex que a empreiteira OAS reformou para o líder petista em Guarujá (SP).

O procurador enviou ao auditor da Receita nomes de oito seguranças que trabalhavam para Lula e duas lojas. Não se sabe se a verificação foi feita, mas no processo que tratou do tríplex, que levou à primeira condenação de Lula, ficou provado que a OAS comprara os eletrodomésticos, não ele.

A legislação brasileira permite que o Ministério Público peça informações à Receita durante investigações, mas é necessário que seus requerimentos sejam formais e fundamentados, dizem advogados consultados pela Folha. Em casos de pedidos muito abrangentes, afirmam, é preciso obter autorização da Justiça.

Auditores da Receita têm o dever de comunicar indícios de crimes que encontrem ao fiscalizar contribuintes, mas existem limites para o compartilhamento dos dados, como dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicaram recentemente.

Em julho, o presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu investigações baseadas em informações do Coaf, incluindo a que tem como alvo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente. Para Toffoli, órgãos como o Coaf e a Receita só podem compartilhar sem aval da Justiça dados genéricos, sem detalhes sobre movimentações financeiras.

No início deste mês, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu investigações conduzidas pela Receita sobre 133 contribuintes, incluindo as mulheres dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Para Moraes, a Receita selecionou seus alvos sem ter motivo razoável para investigá-los.

Roberto Leonel criticou a decisão de Toffoli publicamente, o que levou Bolsonaro a determinar sua substituição no Coaf. O governo decidiu transferir o órgão para o Banco Central. Levado para Brasília pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, que conheceu como juiz, Leonel deverá sair após a mudança do Coaf para o ao BC.

REPASSE DE DADOS

As mensagens obtidas pelo Intercept mostram que, em pelo menos um caso, o auditor repassou à força-tarefa da Lava Jato informações sobre pessoas que nem sequer eram investigadas em Curitiba.

Em maio de 2017, Leonel informou a Deltan que fizera uma representação contra os pais do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) e preparava outra contra sua ex-mulher, que acabara de declarar uma conta na Suíça.

Aliado do então presidente Michel Temer (MDB), Loures fora afastado do exercício do mandato pelo Supremo poucos dias antes, após ser flagrado carregando uma mala de dinheiro recebida de um executivo da JBS, em ação policial executada após a delação dos donos da empresa.

Loures era investigado pela Procuradoria-Geral da República, num caso fora da alçada de Curitiba. Mesmo assim, Leonel procurou Deltan após ser questionado por seu superior, o chefe da Coordenadoria de Pesquisa e Investigação (Copei), Gerson Schaan, sobre a representação.

“Ele quis saber pq fiz etc e se tinha passado está inf a vcs”, disse Leonel, no dia 24 de maio. “Disse q NUNCA passei pois não tem origem ilícita suspeita !!! Por favor delete este assunto por enquanto”.

Deltan quis saber de Leonel por que a Receita suspeitava que ele poderia ter repassado à força-tarefa a informação sobre os pais de Loures. O auditor fiscal deixou a pergunta sem resposta, mas
contou que iria protocolar nova representação.

“Confidencial”, escreveu. “A ex cônjuge do dep fed Rodrigo entregou dirpf retificadora incluindo conta no banco pictet suica Não menciona na dirpf se fez ou não dercat. Mas aproveitou o embalo e inseriu saldo de 1 milhão em cc na suica aem lastro”.

As mensagens são reproduzidas com a grafia encontrada nos arquivos obtidos pelo Intercept, incluindo erros de português e abreviaturas.

Segundo Leonel, a ex-mulher de Loures retificara sua declaração anual de Imposto de Renda para informar uma conta na Suíça com saldo de US$ 1 milhão. Ela parecia ter aderido ao programa lançado no ano anterior para regularização de ativos mantidos no exterior, mas ele não tinha certeza.

O auditor perguntou a Deltan se tinha informações sobre o Pictet e quis saber onde as investigações sobre Loures seriam conduzidas. Deltan respondeu que o caso estava em Brasília e prometeu a Leonel o contato de uma colega.

Algumas semanas depois, o chefe da força-tarefa discutiu com o auditor a possibilidade de ter acesso amplo à lista de contribuintes que haviam aderido ao programa de regularização de ativos, que é mantida sob sigilo pela Receita Federal.

O Ministério Público e os auditores fiscais criticaram o programa publicamente na época porque temiam que corruptos e outros criminosos o usassem para legalizar dinheiro de origem ilícita sem que fossem descobertos.

O programa proibia que ativos de origem ilegal fossem regularizados, mas não exigia comprovação de origem lícita na adesão dos contribuintes. A lei permitia a repatriação dos recursos após sua declaração e o pagamento de impostos e multa.

Nada impede que a Receita analise esses dados e comunique indícios de crime, mas normas internas adotadas pela Receita restringiram o acesso às informações, para dar segurança aos contribuintes interessados no programa.

Deltan chegou a tratar do assunto em junho de 2017 com o então secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, e o chefe de Leonel, Gerson Schaan, numa reunião da qual participaram outros integrantes da força-tarefa, e que depois Deltan relatou ao auditor.

“Bati de frente com ele, inclusive dizendo na frente de todos que ele tinha que ser o primeiro a defender as mudanças do sistema para que deixe de ser um canal de lavagem”, disse o procurador, referindo-se a Schaan, que ocupa o cargo até hoje.

Deltan pediu à Receita o cruzamento dos dados dos contribuintes que aderiram ao programa com os de investigados pela Lava Jato, o compartilhamento das informações com o Coaf e a exigência de comprovação da origem dos recursos declarados.

O procurador disse que a Receita ficou de estudar os pedidos. Em sua resposta, Leonel mostrou-se decepcionado. “Acho q não vão fazer Ou se fizerem pouco abrirão ou pouco controlarão”, escreveu.

Um mês depois desse diálogo, os dois continuavam insatisfeitos com a falta de acesso às informações do programa, e Deltan consultou Leonel sobre a possibilidade de buscá-las nos computadores da Receita sem que a cúpula do órgão fosse alertada.

“Se eu pedir para consultar todos os nomes, Vc não tem como assegurar que o Paulo não vá ter acesso?”, escreveu Deltan. “Vc pode dizer que recebeu a demanda, e posso fazer expressamente, exigindo garantia de que não sairá do ESPEI. E negocia com o Paulo, não?”

Paulo é o chefe da Coordenadoria de Programas e Estudos (Copes) da área de fiscalização, Paulo Cirilo dos Santos Mendes, até hoje no cargo. Ele é um dos responsáveis pelo controle do acesso aos dados do programa de repatriação.

Leonel explicou a Deltan que tinha como saber a identidade dos contribuintes que haviam aderido ao programa, mas não os valores e outros detalhes, e disse que era impossível consultar as informações sem deixar rastros nos sistemas usados pelos auditores.

“Eh uma situação difícil q estou para te responder”, disse Leonel. “Não tenho como garantir q a copes não vá ter acesso.” O auditor sugeriu que uma opção seria obter uma lista completa fora dos sistemas, mas não via como conseguir algo assim: “Só por um milagre eles me passarao a listagem”.

Deltan decidiu então restringir seu pedido de acesso às informações da Receita. “Acho que o melhor é pedir a consulta excluindo os mais sensíveis mesmo”, escreveu. “Envie ofício com eventual exclusão dos mais sensíveis e ainda sob sigilo e dai veremos como proceder”, disse Leonel.

As mensagens examinadas pela Folha e pelo Intercept sugerem que a força-tarefa queria acesso amplo às informações do programa de repatriação, mas, ao mesmo tempo, pretendia evitar que a Receita Federal soubesse de todos os alvos da Lava Jato, e por isso optou pela consulta restrita.

O Fisco já identificou mais de duas centenas de contribuintes que podem ter aderido ao programa com o objetivo de legalizar recursos de origem criminosa. Segundo um relatório publicado pela Subsecretaria de Fiscalização da Receita, 50 foram selecionados para explicar a origem dos recursos neste ano.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Corruptos não podem combater corrupção. Em qualquer país com o mínimo de seriedade, o moro é o dalagnol estariam afastados. Cometem ilegalidades para perseguir e para proteger os seus. Quem apoia essa ilegalidade são os mesmos que gritaram serem milhões de cunhas e aecios. São contra a corrupção apenas de fachada.

  2. Se as pessoas começam a não ver a Constituição como nossa lei maior e portanto que as suas prerrogativas e garantias são para nossa proteção, para que então ter Constituição?
    É uma Ditadura, tão criticada por um lado e idolatrada por outro, nesse manicômio de pessoas que não param pra pensar, dizendo de manhã que sua bandeira não é Vermelha e de tarde adorando a bandeira VERMELHA DOS ESTADOS UNIDOS.
    De manhã criticam o nepotismo dizem que a mamata vão acabar,de tarde apoiam a nomeação de parentes para cargos comissionados importantes sem critérios e respeito às exigências da lei.
    De manhã dizem que não tem dinheiro pra Educação, Saúde e Segurança e de tarde é liberado bilhoes em emendas pra deputados votarem na reforma da previdência.
    Dizem que a reforma da Previdência é boa, mas retira dela todas as categorias que se julgam Acima da Lei.
    HIPICRISIA É O NOME DISSO!

  3. Esse Brasil véi não é pra principiantes não! Estão procurando filigranas pra soltar os maiores corruptos do mundo que roubaram bilhões e bilhões de nosso dinheiro, que comprometeu o bem estar das futuras gerações inclusive… Mas o mais importante mesmo não foi prender os ladrões e recuperar recursos públicos desviados: o mais importante são as conversas de procuradores empenhado sem cercar os bandidos… Pobre Brasil! Aqui só sofre o ladrãozinho de galinha !

  4. Uma quadrilha de bandidos comandada por Moro e Dalagnol, mudou o resultado eleitoral no Brasil e cometeu, em nome do combate a corrupção, muitos crimes. Eu imagino que para mentes limitadas como as dos eleitores do Bozo, isso é normal, pois os fins justificam os meios. Pobre gado…

  5. O OBJETIVO DA LAVA JATO SEMPRE FOI PEGAR LADRÕES. ESSA REPORTAGEM SÓ VEM NOS MOSTRAR QUE ELES NÃO MEDIRAM ESFORÇOS PARA LIVRAR O NOSSO PAÍS DOS CORRUPTOS. POR ISSO TODA ADMIRAÇÃO À EQUIPE DA LAVA JATO. TÃO DE PARABÉNS

  6. Não existe gravidade nisso.
    Era preciso, pra mander bandidos na cadeia.
    Só faz quem tem CORAGEM, feito esses PARANAENSES.
    Show!!!

  7. Trabalho de investigação perfeito contra bandidos, esse do MP. Se o cidadão é suspeito de cometer um crime contra o estado, nada mais natural do que fazer uma devassa na vida do indivíduo. Agora se estado é acobertador de bandido, aí não, tudo é difícil pra investigar qualquer suspeito. Desses dois, qual o estado defende o cidadão contribuinte dos ladrões? Lógico que o primeiro, logo é o que os EUA utilizam.

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Economia

Mudança do Coaf para Banco Central será assinada nos próximos dias

O presidente Jair Bolsonaro deve oficializar, nos próximos dias, a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central. O Estadão/Broadcast apurou, no entanto, que a medida provisória ainda está em análise no Palácio do Planalto e não há certeza de que será assinada na segunda-feira, 19. Outro ponto que será anunciado pelo governo é o nome do futuro chefe do órgão. Em Brasília, especula-se que o atual diretor de Supervisão do Coaf, Ricardo Liáo, poderá assumir a presidência do conselho no lugar de Roberto Leonel.

Na última sexta-feira, 16, Bolsonaro afirmou que a proposta poderia ser assinada quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, estivesse em Brasília. Naquele dia, Guedes cumpriu agenda no Rio de Janeiro. Na próxima segunda-feira, o ministro estará na capital federal e terá uma reunião com Bolsonaro às 14 horas.

Já a indicação de Liáo para o comando seria uma forma de garantir certa continuidade na administração do Coaf, que passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira. Isso porque ele já faz parte da estrutura do conselho, formada por cinco servidores. Além disso, Liáo é o único na cúpula atual do Coaf que é servidor de carreira do BC. Os outros quatro integrantes – incluindo o presidente Roberto Leonel – são da Receita Federal.

Oficialmente, a decisão de Bolsonaro de transferir o Coaf do Ministério da Economia para o Banco Central tem como objetivo reduzir a influência política no órgão, que é responsável pela identificação de ocorrências suspeitas e atividades ilícitas no sistema financeiro. A mudança, porém, surge na esteira de declarações do atual presidente, Roberto Leonel, que desagradaram o Planalto.

Em dezembro do ano passado, o Estado revelou que um relatório do Coaf apontava para uma movimentação financeira “atípica” do ex-assessor parlamentar do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Fabrício Queiroz. Segundo o relatório, Queiroz teria movimentado R$ 1,2 milhão em sua conta no período de um ano, entre janeiro de 2016 a 2017. Com base neste documento, o Ministério Público do Rio abriu investigação para apurar a suspeita de ocorrência de “rachadinha” – prática em que o servidor repassa parte ou a totalidade de seu salário ao político responsável por sua nomeação. Queiroz e Flávio negam qualquer irregularidade.

Em junho deste ano, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, atendeu a um pedido da defesa de Flávio e suspendeu todos os processos judiciais que tramitam no País em que houve compartilhamento de dados da Receita Federal, do Coaf e do BC com o Ministério Público sem prévia autorização judicial. A defesa de Flávio alegou que o Ministério Público do Rio utilizou o Coaf como “atalho” para realizar uma “devassa, de mais de uma década, nas movimentações bancárias e financeiras” do senador.

A decisão de Toffoli foi criticada por Leonel, que havia sido indicado para o Coaf pelo Ministro da Justiça, Sergio Moro. Segundo Leonel, o sistema de combate ao crime de lavagem de dinheiro no País ficaria comprometido. Após as declarações, o ministro Paulo Guedes passou a ser pressionado a demitir Leonel, já que o conselho faz parte da estrutura do ministério.

Na sexta-feira, Bolsonaro voltou a afirmar a jornalistas que o Coaf será transferido para o BC, para que servidores da autarquia ocupem os cargos do órgão. No dia 9, Bolsonaro afirmou que a intenção é tirar o Coaf do ?jogo político?. ?Pretendemos, estamos conversando, vincular o Coaf ao Banco Central. Tudo onde tem política, mesmo bem intencionado, sofre pressão?, disse o presidente no último dia 9.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Moro presidente, o coaf voltará pra o ministério da justiça, e os bandidos, finalmente, não irão roubar com a tranquilidade que tem com o coaf engessado de hoje.

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Diversos

Morre o procurador da AL Werner Hackradt

O procurador da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), Werner Ximenes Hackradt, morreu neste sábado (17), no apartamento em que vivia em Natal.

Pelo que o blog apurou, Werner, que tinha 59 anos, foi encontrado morto no apartamento com sinais de morte natural.

O local e horário do velório e sepultamento ainda não foram anunciados pela família.

Do blog, os sentimentos a todos os familiares em especial ao amigo Sávio Hackradt, irmão de Werner.

Opinião dos leitores

  1. Que Deus conforte o coração de toda a família. Um coração grande de espírito elevado que fará muita falta. Nossas orações para o irmão que se vai de maneira inesperada, nos deixando todos abalados.

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Polícia

Justiça decreta prisão preventiva de dois filhos de Flordelis

A juíza da 3ª Vara Criminal de Niterói (RJ), Nearis dos Santos Carvalho Arce, aceitou ontem (16) denúncia do Ministério Público contra dois filhos da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) pelo homicídio do marido dela, o pastor Anderson do Carmo de Souza, de 41 anos. A magistrada também decretou a prisão preventiva dos dois acusados: Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas Cezar dos Santos de Souza.

A denúncia foi oferecida ontem mesmo pelo Ministério Público Estadual (MPRJ), que pede a condenação dos dois por homicídio qualificado. Anderson foi assassinado na madrugada de 16 de junho, na residência do casal, em Niterói.

Segundo o MPRJ, Flávio efetuou os disparos que causaram a morte do padastro. Lucas, que é filho de Anderson, teria atuado como cúmplice do irmão por conhecer o plano do assassinato e por ajudá-lo a adquirir a arma usada no crime.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Já falam q o pastor estava comendo a filha da pastora. Se derem bobeira esses pastores fazem um tapa nas fiés.

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Política

‘Bolsonaro ainda não vestiu o terno de presidente’, diz senadora do MDB

“O Bolsonaro precisa vestir o terno de presidente da República, que ainda não vestiu, e parar de ficar instigando a violência”, disse ao Estado a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, no momento às voltas com a discussão da reforma da Previdência. “Sua bíblia, enquanto estiver presidente, tem que ser a Constituição“, afirmou, na tarde-noite calorenta do último dia 9, uma sexta, em seu apartamento de 360 metros quadrados, com salas espelhadas e quatro suítes, no centro de Campo Grande.

“Jamais imaginei que pudéssemos chegar onde chegamos”, disse a senadora, referindo-se ao presidente da República, que acusou de estar “à beira do limite civilizatório”, e de estar “abalando a base social do Brasil, que tem, no seu DNA, o perfil de uma sociedade pacífica e unitária”.

Indignou-a, particularmente, além da “truculência com o Congresso”, a defesa presidencial de um coronel torturador judicialmente condenado, o falecido Brilhante Ustra, recentemente promovido a “herói da pátria”. Lembrou-se, contou, da primeira celebração de Ustra, no voto de Bolsonaro pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, em abril de 2016. “Aquilo já me arrepiou, de tão absurdo”, disse. Ela também, como se sabe, foi uma defensora entusiasmada da cassação da petista pelo Senado. “Não me arrependi”, afirmou.

Acha absurdo, também, o presidente estar acenando com a indicação do filho Eduardo, deputado federal, para ser embaixador nos Estados Unidos – se tiver a aprovação do Senado. “É um risco total do presidente, porque ele sabe que o menino acabou de fazer 35 anos, não conhece o mundo, não conhece geopolítica como um embaixador de carreira, e será muito mais provocado durante a sabatina pela mais alta corte do Parlamento”, disse a senadora. Não quis dar palpite sobre o resultado da votação, mas lembrou duas evidências facilitadoras para o aval: a força do governo, “que pesa”, e o quórum por maioria simples. “Eu votarei contra”, declarou. “E estou convencendo mais senadores a fazer o mesmo.”

Quando não está no Senado ou no apartamento funcional, em Brasília, onde fica por três ou quatro dias da semana, a senadora Tebet está no apartamento do 18º andar, com uma bela vista para uma cidade de ainda poucos edifícios e horizonte largo. Mora com o marido – o deputado estadual Eduardo Rocha, também do MDB -, e as duas filhas. Maria Eduarda, 18, estuda Direito e toca de vez em quando o piano Fritz Dobbert da sala de estar. A senadora também aprendeu a tocar, faz muito tempo, mas esqueceu. “Só toco ‘o bife’”, explicou, referindo-se à música famosa pelo comercial do Danoninho, tocada com um dedo de cada mão. Não quis demonstrar. A outra filha, Maria Fernanda, 21, estuda Comunicação em São Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Sra Tamires a bvoquinha acabou, deixe de agredir as pessoas, o voto é livre, para a Sra democratico é votar em bandido, procure uma lavagem de pratos, vá trabalhar pare de agredir quem não pensa igual a vocês

  2. Ela quer dizer que Bolsonaro ainda não roubou nem leiloou cargas públicos. É isso que o MDB entende como vestir o terno de presidente!
    Fora isso o cara está revolucionando todo stablishment.
    Avante Capitão. Acabaram as boquinhas.

  3. tamires pelo que entendi 60 milhões são doentes pq votaram num presidente que é honesto e comecou a derrocar o que os que ficaram 16 anos no poder deixaram… por exemplo: 13 milhões de desempregados é nós somos loucos!
    !

  4. Bolsonaro é um doente mental, assim como boa parte dos que votaram nele! 3,2,1 pra aparecer um minion e a principal pergunta desses acéfalos: e o Lula? Kkkkkk vão se tratar seus analfas…

    1. TADINHA, ESSA COME MORTADELA ESTRAGADA, TU VOTOU NUM LADRÃO E QUER TER RAZÃO? VAI ARRUMAR UMA LAVAGEM DE ROUPA, ACÉFALA, TU É UMA PANGARÉ DO PT, MASSA DE MANOBRA. KKK

  5. Isso é conversa senhora!!
    Os educados da pátria educadora, a senhora viu de muito perto o que aconteceu.
    Portanto, é assim mesmo Ta, a boquinha acabou.
    PT e MDB tchau.
    Dois partidos IMUNDOS ou não??

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Educação

Contigenciamentos vão afetar aulas a partir de agosto, dizem universidades

O contingenciamento do orçamento da Educação deverá afetar pesquisas e ações de extensão em ao menos 21 universidades federais neste segundo semestre. Se não for revertido, as aulas poderão ser suspensas a partir de agosto em dez universidades (duas em agosto, seis em setembro e duas em outubro). Outras sete não apontaram data, mas afirmaram que a situação está indefinida.

Cinco universidades disseram que já tinham dívidas acumuladas ao fim de 2018 e nove preveem acumular dívidas até o fim de 2019, entre elas, a UFRJ, que já tinha R$ 283 milhões de saldo devedor em 2018 e deve terminar o ano com R$ 307 milhões no negativo.

O levantamento foi feito pelo G1, que entrou em contato com 68 instituições (incluindo campi avançados) e recebeu respostas de 37 delas (leia mais sobre a metodologia abaixo).

Sem recursos e enfrentando cortes na verba desde 2015, as instituições estão planejando neste segundo semestre restringir ainda mais suas ações, como o atendimento médico à comunidade em hospitais e clínicas de psicologia e nutrição, por exemplo, ou ainda suspender bolsas de extensão, cortar cursos voltados à comunidade, como os preparatórios para o vestibular e Enem, e até a capacitação de profissionais da educação básica, bandeira que está entre as prioridades do próprio MEC, de acordo com o documento Compromisso pela Educação Básica, lançado em julho.

G1

Opinião dos leitores

  1. Porque será que ninguém reclamou da tal governadora do RN? deixem de ser hipocritas, o que não faltam nas universidades é dinheiro público….

  2. Universidades sem aulas e militares sem comida. Milicianos protegidos, filhos endinheirados e o Queiroz demitindo delegado da Polícia Federal e da receita. Fuderam com o pais. Mitoooo!

  3. Eita! Estou imaginando como não vai ficar a UERN com o contingenciamento feito pelo governo do PT no nosso RN…

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Política

Rodrigo Maia sinaliza Rogério Marinho como articulador da reforma tributária

Observadores atentos acharam curioso ouvir o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, mencionar, em pleno palco de evento do Lide, nesta sexta (16), o nome de Rogério Marinho, secretário de Previdência, na coordenação do trabalho da reforma tributária.

A citação foi interpretada por alguns dos que estavam na plateia como um sinal da força de Marinho após o avanço da Previdência. Para outros, é só mais um traço da fragilidade do secretário Marcos Cintra na chefia da Receita.

Gabriel Kanner, do grupo Brasil 200, que prega a criação de imposto único em movimentação financeira semelhante à CPMF na reforma tributária, foi recebido na quarta no gabinete do relator da proposta da Câmara, Aguinaldo Ribeiro, que rejeita a ideia.

Fazendo as pazes Após o encontro, Kanner foi incluído na lista da comissão para dar parecer à proposta da Câmara, ao lado de nomes como o do economista Bernard Appy, a quem o Brasil 200 vinha criticando abertamente.

Painel/Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. É impressionante como esse povo do RN é burro e ignorante! Criticam e não elegem uma pessoa inteligente e capaz como Rogério Marinho, que está sendo elogiado no Brasil inteiro. Ao mesmo tempo, elegem e aprovam Fátima Bezerra! Pense num estado sem futuro!

    1. Melhor votar nos eleitos do que nesse senhor, só pensa em seu bolso cheio de dinheiro.

    2. Exatamente.
      Os eleitos pelo estado são o resumo intelectual de sua população.

  2. Eita agora o trabalhador vai tomar onde a galinha toma, esse doido tem ódio. Esse bicho bota azar até em jogo de castanha, ele passou no ABC e desde de então o alvinEgro nunca mais se levantou, tai com um pé na D.

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Política

Ex-braço direito de Bolsonaro, Bebianno diz que presidente tem que superar complexos do passado

O ex-ministro Gustavo Bebianno, que era um dos assessores mais próximos e conviveu intensamente com Bolsonaro na campanha eleitoral, credita o estilo “eu que mando” do presidente a “complexos que ele traz do passado”.​

“O presidente tem revelado extremo grau de insegurança. Essa coisa de querer mostrar, a ferro e fogo, todo o tempo, que é ele quem manda, sem escutar a ninguém e sem aceitar qualquer tipo de ponderação, é muito ruim para o nosso país. O presidente precisa superar os complexos que traz do passado e mostrar maior grandeza de espírito”, diz Bebianno.

Ele diz ainda que aprendeu com o mestre de jiu-jitsu Hélio Gracie que o campeão precisa nutrir a nobreza de espírito. “Hoje, o capitão é o vencedor. É hora de engrandecer a alma”.

Mônica Bérgamo

Opinião dos leitores

  1. Walsul 17/08/2019 às 21:32
    Universidades sem aulas e militares sem comida. Milicianos protegidos, filhos endinheirados e o Queiroz demitindo delegado da Polícia Federal e da receita. Fuderam com o pais. Mitoooo!

  2. Essa caricatura de gente chamada de Bolsonaro é o exemplo e a imagem de quem os colocou, lastimavelmente como presidente, tanto indiretamente, por meio de uma justiça prepotente, preconceituosa e dirigida, que tornou essa aberração possível, e, diretamente, por um eleitorado pouco evoluído, com valores e formações deploráveis, enquanto seres humanos.

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Polícia

Interferência de Bolsonaro pode desacreditar PF, diz líder de delegados

A indicação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de que poderia interferir na escolha do chefe da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro provocou críticas de que o precedente representaria uma ameaça de interferência externa no trabalho da polícia.

O presidente da ADPF (Associação Nacional de Delegados de Polícia Federal), Edvandir Felix de Paiva, afirma que a influência do presidente deve se limitar à escolha do diretor-geral da PF, cargo máximo da instituição, e cabe ao diretor-geral ter liberdade para compor sua equipe.

Segundo Paiva, esse é um pressuposto para que a PF mantenha a autonomia de seu trabalho e não esteja sob a suspeita de interferência política nas investigações.

“Nós entendemos que a Presidência da República é a autoridade máxima e é óbvio que ele tem um poder de comando muito grande, mas em relação a órgãos de Estado, há uma proteção que ele mesmo, como estadista, deve garantir, inclusive com o apoio da legislação, para que a Polícia Federal fique blindada de qualquer interferência externa”, diz o dirigente da ADPF.

“O presidente, no máximo, deve nomear o diretor-geral, mas não deve descer aos cargos internos da Polícia Federal, sob pena de colocar a Polícia Federal em descrédito”, afirma Paiva.

Na quinta-feira (15), Bolsonaro anunciou em uma entrevista que o comando da PF no Rio seria trocado. O presidente chegou a citar entre os motivos da substituição questões de “gestão e produtividade”, mas foi rebatido por nota oficial da PF, que negou problemas de desempenho da chefia.

Hoje o superintendente da PF no Rio é o delegado federal Ricardo Saadi.

O nome escolhido pelo diretor-geral da Policia Federal, Maurício Valeixo, para substituir Saadi no Rio é o do delegado Carlos Henrique Oliveira Sousa, atual superintendente Regional em Pernambuco.

A escolha de Valeixo para o cargo foi divulgada em nota oficial pela PF, depois de Bolsonaro comentar a troca na superintendência do Rio.

Após a PF indicar publicamente o escolhido para o posto, Bolsonaro afirmou em nova entrevista, na sexta-feira (16), que o indicado seria o atual superintendente da PF no estado do Amazonas, Alexandre Silva Saraiva, e emendou sua declaração afirmando “quem manda sou eu”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O líder do partido do suco de laranja manobra para livrar companheiro Feliciano envolvido com 100 números que acusações de crimes graves?
    Mas bandido bom não é bandido morto?
    Ou eu ouvi mal isso no período da campanha?

  2. se a dilmanta tivesse aparelhado com os amigos a PF…..lulinha tava solto. Aprenda ai petralhada como se faz.

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Educação

MEC usará IDH, nota de curso e área prioritária para conceder bolsas de pós

O governo federal vai mudar o critério de concessão de bolsas de mestrado e doutorado no País. O novo sistema de escolha levará em conta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios onde as faculdades estão localizadas, o teor das pesquisas e a nota obtida pelos cursos nos últimos anos. Terão prioridade aquelas que se encaixarem em áreas consideradas estratégicas pela gestão Jair Bolsonaro, como cursos de Saúde e Engenharias. Bolsas de doutorado terão preferência em relação às de mestrado.

A definição de quais faculdades receberão dinheiro para bolsas de pós caberá a um algoritmo. Cada um dos quatro quesitos terá um peso específico. Ministro da Educação, Abraham Weintraub afirmou que a distribuição de verba às universidades seguirá “critérios técnicos”.

“Quem faz trabalho sério receberá. Quem não faz e não prestar contas vai receber menos”, disse ao Estado.

O novo sistema de distribuição será anunciado oficialmente no próximo mês, mas as principais linhas foram antecipadas à reportagem pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Anderson Correia. Vinculada ao MEC, a Capes é a principal financiadora de pesquisas de pós do País.

Para Correia, a inclusão do IDH no cálculo é importante, já que a Capes tem função social, de desenvolvimento das regiões.

“Você não pode dar o mesmo tratamento a um curso em São Paulo e outro em Altamira, no Pará.” Um peso maior para unidades instaladas em regiões mais pobres seria um mecanismo de tentar reduzir as desigualdades, ponderou ele.

Nos outros três aspectos que vão compor o sistema, o foco é investir em quem pode trazer melhores resultados. A ideia é que cursos que receberam notas muito baixas por vários anos não voltem a ter bolsas – esses cursos foram os primeiros penalizados este ano, quando o MEC suspendeu bolsas para cortar gastos. Hoje, a Capes avalia os cursos em conceitos de 1 a 7. Programas com avaliação 1 e 2 têm autorizações de funcionamento canceladas.

A opção em concentrar esforços no doutorado, diz ele, mira maior impacto científico. “O mestrado dificilmente gera descoberta que chame a atenção internacional.”

As áreas estratégicas ainda estão sendo definidas, mas Correia sinalizou que cursos como Medicina, Odontologia, Engenharias e Computação devem estar no grupo considerado prioritário. Já as pesquisas do que ele classifica como de “humanas puras” serão menos beneficiadas. Nesse grupo, estão Filosofia e Ciências Sociais. “Priorizar uma área não é matar outra.”

A gestão Bolsonaro já havia dado sinais de que o investimento em Humanas deixaria de ser prioridade, o que desencadeou críticas da comunidade científica. Em abril, a Associação Brasileira de Antropologia, a Sociedade Brasileira de Sociologia, a Associação Brasileira de Ciência Política e a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, em comunicado conjunto, afirmaram que as declarações indicavam desconhecimento sobre a ciência.

Estadão Conteúdo

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Meio Ambiente

Bolsonaro diz que Brasil ganhará ‘guerra da informação’ da Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse neste sábado, 17, que o Brasil tem um compromisso “com esse rico e sagrado pedaço de terra” que é a Amazônia, criticou todos aqueles que, segundo ele, tentam tirar a soberania da região e falou que o País vencerá a “guerra da informação”.

Nos últimos dias, o mandatário recebeu críticas da comunidade internacional sobre sua política ambiental e sobre os dados sobre desmatamento, que culminaram com a demissão do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, e com a suspensão de repasses de recursos da Alemanha e da Noruega para o Fundo Amazônia.

“Nós temos um compromisso com esse pedaço de terra, mais rico e sagrado do mundo (Amazônia)”, disse o presidente em seu discurso durante solenidade na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende, no Rio de Janeiro, de entrega de espadins a 411 cadetes do 1º ano.

Segundo o presidente, alguns países – sem citar nominalmente a Alemanha e a Noruega – estão tentando ganhar a guerra da informação, a fim de que o Brasil perca a soberania sobre essa Amazônia.

“Mas vamos ganhar essa guerra da informação”, emendou Bolsonaro, destacando que não há honra, gratidão ou satisfação maior do satisfação maior do que “nossa missão cumprida”.

Antes de fazer a defesa da Amazônia em discurso na Aman, o presidente publicou neste sábado, em sua conta pessoal no Twitter, um vídeo com críticas feitas pelo falecido deputado federal Enéas Carneiro, sobre a atuação de outros países em relação à região.

Estadão Conteúdo

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Diversos

Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 24 milhões

O Concurso nº 2.180 da Mega-Sena sorteia hoje (17) prêmio principal estimado em R$ 24 milhões para quem acertar as seis dezenas. Os números serão sorteados às 20h.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país e também no Portal Loterias Online. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem ainda fazer suas apostas na Mega-Sena pelo computador pessoal, tablet ou smartphone.

O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50. Quanto mais números forem marcados, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.

A Mega-Sena paga prêmios aos acertadores de quatro, cinco ou seis números sorteados, dentre as 60 dezenas disponíveis no volante de apostas.

Jornal do Brasil

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Economia

Valor da prestação da casa própria pode cair até 35% com crédito corrigido pela inflação

O valor da prestação do financiamento da casa própria pela Caixa Econômica Federal pode cair até 35% com a nova modalidade de crédito imobiliário, corrigido pelo IPCA, índice oficial de inflação, a ser lançado na terça-feira da próxima semana. Segundo fontes do Palácio do Planalto, serão diferentes faixas de financiamento, que terão percentual de juros que irão variar de acordo com o valor do imóvel e o grau de relacionamento do cliente.

Se for correntista ou se receber salário na instituição, por exemplo, o custo será mais baixo. A taxa atual do financiamento habitacional na Caixa varia entre 8,75% e 9,75% (fora do programa Minha Casa Minha Vida). A meta da Caixa é atingir no primeiro momento 150 mil famílias.

Atualmente, os contratos imobiliários são corrigidos por uma taxa de juros, mais a Taxa Referencial (TR), que está zerada. O financiamento indexado à inflação é uma novidade no mercado brasileiro, foi aprovado nesta quarta-feira pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas divulgado apenas na noite da quinta-feira.

A principal novidade dessa decisão do CMN é que a Caixa e demais bancos poderão lançar a nova modalidade, com recursos da poupança – dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Quem tem recursos no FGTS também poderá usar o dinheiro para dar como entrada na compra de imóvel de até R$ 1,5 milhão.

Os detalhes dos novos contratos ainda estão sendo guardados para o lançamento formal na próxima semana. Segundo técnicos a par das discussões, não haverá um mecanismo para amortecer o risco da variação inflacionária. Mas para aumentar a garantia das operações, o prazo do financiamento – que pode chegar a 35 anos – será mais curto.

O comprometimento de renda, ou seja, o valor da prestação, que pode atingir 30% do salário hoje, também será menor. Com isso, a quota do financiamento, que varia entre 80% e 90% do valor do imóvel, deverá ser reduzida, o que vai exigir uma entrada maior do tomador.

Essas condições serão exigidas nos financiamentos que adotam a tabela Price, em que o valor da prestação começa mais baixo no início do contrato e vai subindo ao longo do tempo. No Sistema de Amortização Constante (SAC), em que ocorre o inverso, não haverá mudanças.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Sobre o fim da gratuidade das malas em vôos, disseram quê as passagens iriam baixar, e não foi isso quê ocorreu na prática.

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Diversos

Principais praias da Grande Natal estão próprias para banho

As principais praias de Natal e da região metropolitana estão próprias para banho neste fim de semana. É o que aponta o boletim de balneabilidade do Programa Azul, que monitora 33 locais, entre praias, balneários e lagoas na Grande Natal.

O relatório foi divulgado nesta sexta-feira (16) e vale até a próxima quinta-feira (22), quando uma nova análise será feita. O boletim da balneabilidade inclui praias de Natal, Extremoz, Parnamirim e Nísia Floresta.

A classificação para saber se a praia está apta para banho ou não leva em conta a quantidade de coliformes fecais encontrada nas águas. A análise é baseada em uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O boletim Programa Azul é feito em parceria pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern).

G1

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Cidades

Prefeitura de Parnamirim promove segunda edição do projeto Gerações

Informe publicitário – O projeto Gerações, fruto da integração de todas as secretarias municipais de Parnamirim, chegou neste sábado, 17, à segunda edição, levando serviços para a comunidade de Nova Esperança. As atividades foram concentradas na Escola Municipal Eulina Augusta e atraiu crianças, adultos e idosos.

“A integração poder público e comunidade é fundamental. Esse projeto tem justamente essa finalidade. Mostrar à população um pouco dos serviços que oferecemos. E, os moradores entenderam a nossa proposta por isso estão aqui”, disse o prefeito Rosano Taveira, que fez questão de visitar todas as salas com atendimento ao público.

A vice-prefeita e secretária de Assistência Social, Elienai Cartaxo, também esteve presente à ação deste sábado e falou: “Esse é um momento de compartilhamento. Mostramos aqui o que o município oferece em termos de serviço. E, as atividades em execução contam com a dedicação de servidores de todas as pastas: especialmente saúde, educação e assistência social”.

A primeira dama do município Alda Leda Taveira acompanha de perto o projeto GerAções e faz questão de conversar com os moradores. “Quero que eles saibam que a escola está aberta para eles, oferecendo uma mostra dos serviços que a Prefeitura dispõe. Aqui, informamos, orientamos e cuidamos”, disse.

Erica Maria dos Santos, mãe de três filhos, chegou cedo à Escola Eulina Augusta. “Vim atrás da segunda via do RG. Já consegui o encaminhamento e agora trouxe minhas crianças para se divertir no pula pula. É uma benção esse tipo de projeto”, disse.

Marli Conceição de Oliveira, do conjunto habitacional América 2, veio conhecer o projeto GerAções. “Cheguei e já fiquei aqui no espaço da beleza. Aproveitei para fazer limpeza de pele. Estou adorando esses serviços”, disse.

Rosângela Santos Silva, moradora de Nova Esperança, pegou o encaminhamento para fazer a carteira de trabalho do filho de 36 anos. “Esse tipo de ação nos ajuda muito porque muitas vezes não temos como nos locomover para ir em busca desses serviços. Aqui, já resolvemos tudo”, disse.

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Esporte

Band Natal transmite neste domingo (18) o duelo final da série D

Neste domingo (18), a partir das 16 horas, a BAND Natal irá transmitir ao vivo a partida entre Manaus e Brusque (SC), pelo final da série D do Campeonato Brasileiro, jogo que garante o título inédito para os clubes. A transmissão exclusiva do duelo será realizada a partir da Arena da Amazônia Vivaldo Lima, no bairro Flores, Zona Centro-Sul de Manaus. Os ingressos para a final histórica contra a equipe do Brusque estão esgotados.

Segundo o diretor geral da BAND Natal, Carlo Bastos, a transmissão inédita foi viabilizada graças a um acordo pontual com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “A Band esse ano voltou a investir pesado no esporte, com a série C, através de uma parceria com a DAZN. Agora a emissora marca esse gol de placa, com a final da série D”, comemora Bastos.

Com o placar do jogo de ida, uma vitória simples para ambos os lados fará um novo campeão nacional. Novo empate, por qualquer número de gols, leva a partida para os pênaltis.

*Fonte: Assessoria de Imprensa da Band Natal*

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