Polícia

[FOTO] Carro capota em grave acidente próximo ao Frasqueirão

Um grave acidente foi registrado na tarde de hoje na rotatória da Rota do Sol, nas proximidades do estádio Franqueirão. Um veículo terminou capotando.

Pelas primeiras informações repassadas ao blog, uma vítima ficou presa nas ferragens. Socorristas foram acionados, mas ainda não há detalhes do acidente.

Opinião dos leitores

  1. Segundo uma das vitimas que estava no carro que capotou,ela estava parando na rotatória,justamente porque a prioridade era do outro.Mas veio um onibus em alta velocidade com um animal ao volante e bateu violentamente no carro da vitima,fazendo-o capotar,imaginem só a violência.Pra mim isso é tentativa de assassinato.Só não aconteceu algo mais grave porque as vitimas

    estavam com o cinto de segurança.

  2. Segundo uma das vitimas que estava no carro que capotou,ela estava parando na rotatória,justamente porque a prioridade era do outro.Mas veio um onibus em alta velocidade com um animal ao volante e bateu violentamente no carro da vitima,fazendo-o capotar,imaginem só a violência.Pra mim isso é tentativa de assassinato.Só não aconteceu algo mais grave porque as vitimas

    estavam com o cinto de segurança.

  3. Não é novidade acidente nessa rotatória, toda semana tem. Infelizmente muitos condutores ainda não conhecen as regras das rotatórias. lombadas colocadas antes das rotatorias ajudaria a diminuir a velocidade de quem trafega na rota do sol. Algo simples que ajudaria a diminuir acidentes nessa rotatória

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Política

Renan Calheiros retira candidatura após início do processo de votação

O senador Renan Calheiros anunciou a desistência da candidatura à Presidência do Senado Federal após o início do processo eleitoral.

Como já foi iniciado o processo, oficialmente ele está candidato, mas já anunciou a desistência após severas críticas ao senador Davi Alcolumbre, que é considerado o principal adversário e que presidiu a sessão preparatória de ontem, que articulou a votação aberta.

Opinião dos leitores

  1. A choradeira dos repórteres e comentáristas da Globo News é vergonhoso, da hora que começou a sessão até o presente eles estão inconformados com o desfecho da eleição.
    Pense em torcida única pró Renan Calheiros.
    E os comentários é que qualquer um quer ganhar não vai ter pulso para gestar o senado.
    Tudo tem haver com o contra piso to ao governo de Bolsonaro.
    Mais uma derrota para a Globo

  2. O Brasil não aceita mais os Renans na política brasileira.
    Alguns políticos profissionais ainda não entenderam o momento.
    O senado não vale os quatro bilhões e quinhentos milhões que esta instituição custa aos cofres públicos.
    Ontem pela primeira vez a TV Senado transmitiu ao vivo um furto qualificado praticado por uma senadora.
    Hoje assistimos um estelionato em uma votação.

  3. Ele só renunciou à candidatura por que o funcionário que estava triturando os votos estava vendo e
    No mínimo avisou que ele estava perdendo por muito para não ficar mal para ele aí renuncio

    1. Será? O novo presidente do senado, Davi Alocombre têm várias acusações de corrupção e votou contra a cassação do Aécio Neves.

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Política

ESCULHAMBAÇÃO: Eleição para o Senado encontra 82 votos, porém são 81 senadores

Após a apuração, os senadores descobriram que há 82 votos dentro da urna, porém só existem 81 parlamentares compõem o Senado Federal.

Além disso, dois votos não estavam envelopados. As 82 cédulas de votação estavam assinadas pelo presidente da sessão preparatória.

Esperidião Amin pede a convocação imediata de um juiz de Direito. Os escrutinadores, que são representantes de todos os partidos para fiscalizar o pleito, decidiram por uma nova votação. Demais parlamentares sugeriram excluir os dois votos fora de envelope e ainda contabilizá-los para saber se eles interferem no resultado.

Há mais de 30 minutos descoberta a fraude na eleição, a esculhambação continua e não há uma definição do que vai acontecer.

Opinião dos leitores

  1. Esta ação foi de caso pensado com o intuito de melar a eleição, coisa de políticos brasileiros, aí tem uma mãozinha da turma do MDB.

  2. O culpado somos nós os eleitores que votamos nesse bando de parasitas. O senado Federal é como um circo. Só tem palhaço

  3. O nosso Capitão passou batido. Ele era um dos fiscais do escrutínio. Não conseguiu visualizar a famosa “brejeira”.

  4. Tudo isso só tem um nome, falta de compromisso com a Nação Brasileira, um senador se passar por um papel desse votando duas vezes, onde já se viu? Uma eleição de líder de classe é está mais moralizada do que esse senado.

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Política

Para assessores de Bolsonaro, Toffoli “interferiu indevidamente” no Senado

A decisão monocrática do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, de anular a decisão que aprovou uma votação aberta para a presidência da Casa, foi vista com preocupação por interlocutores do presidente Jair Bolsonaro. Para assessores, Toffoli interferiu indevidamente no Senado mesmo havendo entendimentos anteriores de que ingerências sobre assuntos internos de outro poder não poderiam ocorrer.

Em uma sessão tumultuada ontem, os senadores aprovaram, por 50 votos a 2, que a escolha do próximo presidente da Casa seria por voto aberto. Toffoli, porém, acatou pedido do MDB e do Solidariedade para anular esta decisão e manter a votação secreta, como prevê o Regimento Interno do Senado. Os senadores retomaram a sessão na manhã deste sábado para discutir se votam de forma aberta e secreta.

Seja qual for o resultado, a avaliação dos interlocutores de Bolsonaro é que a situação “fugiu do controle” e poderá trazer “sequelas” ao governo em votações importantes, como a reforma da Previdência.

A disputa no Senado se dá principalmente entre o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que já presidiu a Casa por quatro vezes, e Davi Alcolumbre (DEM-AP), que teve apoio velado do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Neste momento, a avaliação é de que, em qualquer cenário, o governo já saiu perdendo, com o desgaste sofrido, a despeito de Bolsonaro ter pedido neutralidade de sua equipe.

Ditadura do Judiciário

Assessores que trabalham no Palácio do Planalto também dizem temer o que chama de “ditadura do Judiciário” que, “alheio aos anseios da população”, “derrubou a decisão de 50 senadores eleitos pelo povo com uma canetada”, em uma “clara interferência indevida em outro poder”. Além de preocupações com a forma como “a democracia está sendo tratada”, na avaliação de um desses interlocutores, há um temor do que poderá acontecer na tramitação de propostas importantes para o Planalto no Congresso

Um dos assessores palacianos comentou que o STF, em vez de trazer segurança jurídica ao País, está provocando exatamente o contrário: “Está gerando insegurança jurídica com suas decisões baseadas em convicções ideológicas, políticas e partidárias”. Para este auxiliar, não é possível que os destinos do País fiquem sendo decididos “de mão em mão de ministros do STF, que tomam posições isoladas que afetam o futuro da Nação”.

Os auxiliares diretos do presidente não querem se posicionar oficialmente para “evitar tumultuar ainda mais o processo”. Com o presidente Jair Bolsonaro, “fora de combate”, se recuperando da cirurgia de retirada da bolsa de colostomia no hospital Albert Einsten, em São Paulo, há dúvidas sobre a autonomia de Onyx, escalado para ser o articulador político do Planalto. Esses auxiliares insistem que o governo não tomou partido nas votações e o que houve foi um apoio a Alcolumbre só por parte de Onyx, contrariando as orientações do presidente.

Uma das avaliações é de que, de qualquer forma, os movimentos de Onyx, apesar de o presidente Bolsonaro ter dito que era para seus auxiliares não se meterem nesse processo, já trouxeram perdas para o governo. “O governo perderá em qualquer resultado neste episódio”, observou um desses interlocutores que lembrou e reiterou que “o pior cenário para o Planalto é ter Renan Calheiros como seu inimigo”.

O governo já avaliava que enfrentaria dificuldades no Congresso. Mas o cenário, na avaliação desses interlocutores, parece ainda mais sombrio. Lembram que, em casos anteriores, decisões do STF foram desrespeitadas e nada aconteceu.

Outro fator levantado pelos auxiliares é a inexperiência política de alguns integrantes do partido do presidente, o PSL, e o fato de estarem divididos em muitos momentos, além de agirem isoladamente.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Polícia

Raquel Dodge cria força-tarefa para investigar rompimento de barragem

Foto: Rosinei Coutinho/STF

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, designou nove integrantes do Ministério Público Federal (MPF) para atuar em Brumadinho. O grupo formará uma força-tarefa para investigar as causas e responsabilidades do rompimento da Barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, da mineradora Vale, no município mineiro. O colapso ocorreu no dia 25 de janeiro. Até o momento, são 115 mortes confirmadas e 248 desaparecidos.

A força-tarefa atuará por seis meses e as investigações serão conduzidas tanto na esfera cível quanto na criminal.

Os membros designados são: Helder Magno da Silva, Edmundo Antônio Dias Netto Júnior, Flávia Cristina Tavares Torres, Leonardo Andrade Macedo, Paulo Henrique Camargos Trazzi, Malê de Aragão Frazão, Jorge Munhós de Souza e Edilson Vitorelli Diniz Lima. O coordenador do grupo será o procurador da República José Adércio Leite Sampaio, que já atua em uma força-tarefa que investiga o rompimento da barragem em Mariana, ocorrido em 2015. Além dele, cinco dos nove procuradores designados atuam nas investigações da tragédia em Mariana.

Raquel Dodge já havia designado peritos para acompanhar os desdobramentos dos fatos na região. O chefe da Assessoria Nacional de Perícia em Meio Ambiente do Ministério Público Federal (MPF), Murilo Lustosa, foi o nome indicado pela procuradora-geral da República.

Deputados também investigam
A Câmara dos Deputados criou uma comissão externa de parlamentares, em janeiro, para acompanhar as investigações e os desdobramentos do rompimento da barragem. O grupo composto por 15 integrantes será coordenado pelo deputado Zé Silva (SD-MG).

A criação do grupo foi publicada esta semana no Diário da Câmara. As atividades não terão ônus para a Casa. Existe ainda a possibilidade da criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), formada tanto por deputados quanto por senadores, para apurar as responsabilidades sobre o rompimento da barragem.

Agência Brasil

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Política

[FOTO] Deputada Carla Zambelli leva ‘pixuleco’ de Renan para o Congresso

A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) trouxe um “pixuleco” de Renan Calheiros (MDB-AL) para o Congresso neste sábado e vai tentar inflar o boneco em frente à Casa neste início de tarde.

Ela ficou conhecida durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff por justamente sempre erguer um boneco inflável do ex-presidente Lula, vestido de presidiário, durante as manifestações.

Zambelli faz oposição à candidatura de Renan para a Presidência do Senado. Mais cedo, a deputada aproveitou uma entrevista que o senador concedia a jornalistas para questioná-lo sobre outros momentos em que ele não aceitou decisões judiciais.

“Renan tem dois pesos e duas medidas. Ele não está interessado no bem do Brasil”, afirmou a parlamentar. A deputada ia tentar inflar o boneco ainda no início da sessão, em frente ao Congresso, na presença de manifestantes.

Ela disse que apoia a candidatura de Davi Alcolumbre (MDB-AP) e disse que seu correligionário Major Olímpio (PSL-SP) pode abrir mão de sua candidatura para reforçar o bloco anti-Renan.

Opinião dos leitores

  1. Fez bem, quero ver ela levar também o "pixuleco" do Fabrício Queiroz e do Flávio Bolsonaro… Hehehe

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Política

SENADO: Álvaro Dias retira candidatura a presidência e engrossa o caldo ‘anti-Renan’

O senador Álvaro Dias (Podemos-PR) retirou a sua candidatura à Presidência do Senado ao discursar no plenário da Casa. Ele também defendeu a chamada nova política.

“Estou renunciando agora para atender a uma aspiração nacional. A renúncia não é fácil. É um ato de covardia, mas neste momento, é um ato de desprendimento”, anunciou o senador. Ele explicou que a decisão foi tomada para que a pulverização de candidaturas não acabasse beneficiando a eleição de Renan Calheiros (MDB-AL) para o comando do Senado.

“A população brasileira, Renan, não quer a sua Presidência no Senado”, afirmou.

Álvaro Dias disse ainda que a população brasileira mostrou nas urnas que quer renovação na política. “Aqueles que pensam que a velha política foi varrida pelas urnas, se equivocam. A luta continua”, disse.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. O legislativo, executivo e judiciário querem manter o mesmo sistema: podre, bruto , arcaico, submisso e comprometido com o mais forte… Não adianta boas ideias, pensamentos de mudanças e boa vontade, o PIOR DO BRASIL,É O BRASILEIRO!

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Política

Major Olímpio retira candidatura à presidência do Senado

O senador Major Olímpio (PSL-SP) retirou há pouco a candidatura para a presidência da Casa.

“Cumprida a minha missão e para não ser o PSL tido como o partido instransigente, retiro minha candidatura e passo exatamente a me alinhar a todos aqueles que querem as mudanças que nosso país precisa”, disse na tribuna.

Durante o discurso, ele criticou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que anulou a decisão dos parlamentares sobre votação aberta e determinou o voto secreto.

“Confesso meu sentimento e manifesto aos colegas a minha contrariedade. Na madrugada, contrariando a livre manifestação de voto de 50 senadores, a decisão monocrática do presidente do Supremo Tribunal Federal determina que tudo o que aconteceu ontem, menos a vergonha de espetáculos circenses aqui passados, sejam nulos”, afirmou o parlamentar.

Para ele, a dignidade do Senado está sendo violada. “Nós votamos. Cinquenta senadores. Péssimo exemplo para a sociedade não irmos ao pleno no Supremo”, defendeu.

Agência Brasil

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Polícia

Segurança é reforçada em municípios com eleições suplementares

A Secretaria do Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), por meio das polícias Militar e Civil, está reforçando a segurança nos municípios de Santa Cruz e Passa e Fica, onde acorrerão eleições suplementares neste domingo (3).

Nas duas cidades, a Polícia Militar está realizando ações de policiamento ostensivo e fiscalização quanto a possíveis violações as normas eleitorais. A Polícia Civil organizou uma estrutura com delegacia móvel e reforço nos plantões.

Em Santa Cruz, o Tenente Coronel Fagundes comandará o efetivo da PM e o delegado Jaime Gorff estará na delegacia de plantão. Já no município de Passa e Fica, o comando dos policiais militares é do Tenente Coronel Ferreira e a delegada Maria do Carmo, que atuará na supervisão da Polícia Civil.

“Essas ações integradas têm por finalidade garantir a ordem pública e proporcionar ao cidadão o exercício democrático do sufrágio universal nas eleições suplementares dos dois municípios”, ressaltou o secretário, coronel Francisco Araújo.

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Gastronomia

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas do peixe a dôre com ensopado de caranguejo e arroz de coco queimado e da salada de macarrão com atum; assista o programa na íntegra

Peixe a dorê com ensopado de carangueijo e arroz de coco queimado

Porção para 2 pessoas
Ingredientes:
Ensopado de caranguejo
1 tomate picado
1/2 cebola picada
¼ de pimentão verde, vermelho e amarelo picados
100ml de leite de coco
300g carne de caranguejo
Sal e pimenta do reino a gosto
30ml de azeite de dendê

Modo de preparo
Em uma panela com azeite refogue a cebola, os pimentões e o tomate.
Acrescente o caranguejo, tempere com sal e pimenta do reino e deixe refogar um pouco mais.
Acrescente o leite de coco misture e deixe refogar por um minuto.
Apenas quando estiver pronto coloque o azeite de dendê.
Misture e sirva em seguida.

Peixe
400g file de peixe branco (sirigado)
Sal e pimenta do reino
1 limão
Azeite a gosto
100g Farinha de trigo
3 ovos

Modo de preparo
Tempere o peixe com sal, pimenta do reino, limão e azeite a gosto.
Passe na farinha de trigo e em seguida no ovo batido.
Frite em óleo até dourar dos dois lados.

Arroz de coco
200g arroz cozido
50g coco ralado
Azeite

Modo de preparo
Refogue o coco ralado, em azeite, até ficar bem dourado.
Em seguida acrescente o arroz cozido.
Misture bem e sirva em seguida.

Dica Rápida – Salada de Macarrão com atum

Ingredientes:
250 g de macarrão pene integral
1/2 cebola bem picadinha
100g de tomates cereja
1 lata de milho verde
2 latas de atum ralado sem o óleo da conserva
2 colheres (sopa) de mostarda
200ml de creme de leite
1 pote de iogurte natural
sal, pimenta-do-reino, cebolinha. salsinha e manjericão a gosto

Modo de preparo:
Em uma panela ferva a água para cozinhar o macarrão.
Cozinhe da forma tradicional deixando o macarrão al dente. Passe na água fria, escorra e deixe esfriar.
Coloque o macarrão em uma vasilha grande e acrescente as 2 latas de atum, a cebola, os tomates, o milho, a maionese, a mostarda, sal, pimenta do reino, a cebolinha, a salsinha e o manjericão.
Cuidadosamente misture bem.
 Quando a mistura estiver bem incorporada ao macarrão leve para a geladeira por no mínimo 1 hora.
Sirva como entrada ou como salada na refeição.

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Diversos

RN tem 170 barragens ‘sem dono’, segundo relatório; 9 delas têm alto potencial de dano e risco

O Rio Grande do Norte tem 170 barragens sem donos identificados, segundo o relatório da Agência Nacional de Águas (ANA), divulgado no ano passado. Entre elas, existem pelo menos nove estruturas com alto potencial de dano e alto risco. O órgão afirma que no caso de rompimento dessas barragens sem dono, a responsabilidade é do fiscalizador estadual, o Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn).

As nove barragens estão distribuídas em vários municípios do estado. Segundo o Igarn, as barragens não estão exatamente sem dono, mas na verdade não foi possível identificar o dono durante as inspeções dos técnicos.

Ainda de acordo com o Igarn, todas as estruturas possuem altura menor que 15 metros e capacidade inferior a 3 milhões de metros cúbicos. Por isso, elas não estariam inseridas na Lei de Segurança de Barragens (Lei 1233/10). Apesar disso, um cadastro está sendo realizado.

“O Igarn está realizando o cadastro das barragens do Estado e algumas ainda estão identificadas apenas pelas coordenadas geográficas, através de geoprocessamento. As atividades de cadastramento continuam e na sequência serão realizadas as visitas presenciais, quando serão identificados os proprietários”, informou o instituto, em nota.

O órgão ainda confirmou que, pela lei, tem o dever de fiscalizar os usuários de água e, constatada a infração, determinar as alterações que, caso não sejam cumpridas, deverão ser executadas pelo instituto.

As 9 listadas abaixo têm risco e potencial de dano altos:

Angicos II / Paraú
Tipo: Dessedentação animal
Capacidade: 413.000 m³

Barragem Baixio II / Jurucutu
Tipo: Dessedentação animal
Capacidade: 1.374.000 m³

Barragem Gavião / Lajes
Tipo: abastecimento de água
Capacidade: 300.000 m³

Barragem Walter Magno / Serrinha dos Pintos
Tipo: Dessedentação animal
Capacidade: 382.000 m³

Barra do Tapuia, em Sítio Novo
Tipo: Dessedentação animal
Capacidade: 2.116.000 m³

Barragem dos Tanques, em Campo Grande
Tipo: Dessedentação animal
Capacidade: 476.000 m³

Barragem do Escondido, em Patu
Tipo: Abastecimento de água
Capacidade: 119.000m³

Barragem Ferreira de Baixo, em Jardim de Piranhas
Tipo: dessedentação animal
Capacidade: 983.000 m³

Barragem Francisco Cardoso, em Currais Novos
Tipo: Irrigação​
Capacidade: 1.618.000 m³

G1

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Meio Ambiente

Depois de Mariana, licenciamento ambiental em Minas ficou mais flexível

Após o desastre na barragem de Mariana que deixou 19 mortos em 2015, o governo de Minas flexibilizou regras de licenciamento ambiental. Entre as mudanças, estão a possibilidade de reduzir de três fases para até uma o trâmite de concessão da licença para parte dos empreendimentos e reduzir a competência do Conselho de Política Ambiental (Copam) – que tem participação da sociedade e do setor produtivo – na análise dos processos. O licenciamento acelerado, por exemplo, foi usado pela Vale para aprovar o aumento de produção no complexo de minas de Brumadinho onde ruiu a barragem.

O governo Fernando Pimentel (PT) enviou o projeto que reforma a lei em outubro de 2015, com pedido de urgência. Em 25 de novembro, 20 dias após Mariana, a Assembleia aprovou o texto, sob críticas de ambientalistas. Pimentel sancionou a lei em 2016 e, nos anos seguintes, regulamentou o modelo. Último titular da pasta de Ambiente (Semad) da gestão passada, Germano Vieira foi o único secretário mantido pelo novo governador, Romeu Zema (Novo). Servidor de carreira, Vieira é considerado de bom trânsito no setor produtivo.

Pimentel disse à época que o objetivo da reformulação era reduzir a burocracia. Nos oito primeiros meses de 2018, foram concluídos 3.676 processos de licenciamento no Estado. Nos dois anos anteriores, 2.915 análises foram concluídas. Por outro lado, especialistas e ambientalistas dizem que é possível reduzir etapas só para aprovar projetos mais simples, mas o risco da licença acelerada é não haver tempo e debate suficientes para avaliar os impactos de atividades com potencial significativo de danos, como a mineração.

Em geral, a licença ambiental tem três etapas – a prévia, em que se analisa a viabilidade do projeto; a de instalação, em que se autoriza a construção; e a de operação, que permite a atividade do empreendimento. A lei de 2016 abriu a possibilidade de duas ou até três fases de uma vez só. Norma assinada por Vieira, em dezembro de 2017, prevê classificar os projetos em escala de 1 a 6, segundo o tamanho, o potencial poluidor e localização.

No caso do pedido aprovado em dezembro de 2018 pelo Copam, por exemplo, a Vale usou o rito abreviado para ter aval de aumento de 70% na exploração do minério de ferro no complexo Jangada/Feijão, em Brumadinho. Isso foi possível porque o pedido se enquadrou na classe 4, pois envolvia reaproveitamento dos rejeitos de barragens – diferente da própria barragem, que tem classificação 6.

Segundo o professor de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Bruno Milanez, antes já havia licenciamentos que juntam fases, mas eram mais caso a caso. “Corre-se o risco de não haver tempo hábil de avaliar profundamente os reais impactos.” Na análise de cada etapa, diz ele, era comum a necessidade de adaptações. “Pode-se descobrir que o solo não é bom, que há nascente ali.”

Outra crítica foi sobre reduzir a participação do Copam na análise de empreendimentos. A decisão sobre liberar os projetos de classes 3 e 4 passou a ficar a cargo de técnicos do governo. “A sociedade e os conselheiros têm menos informações qualificadas e menos chance de contribuir”, afirma Klemens Laschefski, professor de Geologia da Universidade Federal de Minas(UFMG). Para Maria Dalce Ricas, da Associação Mineira de Defesa do Ambiente, a mudança foi um “retrocesso”.

Governo

Em nota, a Semad destacou que a lei de 2016 teve aval do Legislativo e garante participação social. Sobre a licença concomitante, disse que não há prejuízo de análise nos processos, que são para casos específicos. Segundo a pasta, as ações de controle para cada fase do licenciamento são iguais às do processo de três etapas e não há redução de exigências. Conforme a Semad, a construção da norma de 2017 envolveu técnicos da pasta, setor produtivo, Ministério Público e ONGs.

Pimentel disse que não conseguiria responder até a noite desta sexta-feira, 1, e a reportagem não localizou o ex-titular de Ambiente Jairo Isaac (de maio de 2016 a novembro de 2017). O secretário anterior na gestão Pimentel, Sávio Souza Cruz, não respondeu até as 22 horas desta sexta.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. BG aqui em Natal saíram duas leis agora em Janeiro para "desburocratizar " o licenciamento ambiental… os "empresários " assim como os donos da Vale falam que é burocracia e minimizam o licenciamento ambiental… nós já temos uma Brumadinho em Natal, o nitrato na água que o diga….

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Economia

Maia afirma que debate sobre Previdência na Câmara levará, ‘no mínimo’, dois meses

Reeleito presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou nesta sexta-feira (1º) que o debate sobre a reforma da Previdência —principal bandeira da equipe econômica de Jair Bolsonaro —deve durar, no mínimo, dois meses na Casa. Segundo o deputado, ainda é preciso saber os detalhes e a data do texto que o governo enviará ao Congresso.

“Dependo de saber qual é o projeto que vem, quando vem, se vem, e aí tem toda uma tramitação regimental que eu não posso passar por cima”, afirmou Maia.

“Se vem, vai passar pela CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], comissão especial… isso leva, pelo menos, se for tudo bem, dois meses de debate, no mínimo”, completou.

Nesta sexta, o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), que havia dito que o texto estava pronto e só precisava do aval de Bolsonaro, afirmou também que não poderia garantir o envio do projeto ao Congresso já em fevereiro, como era a previsão inicial da equipe de Paulo Guedes (Economia).

Maia não foi assertivo quanto a datas, mas afirmou que a proposta de mudanças na aposentadoria deve ser construída de forma “coletiva”, com a participação de governadores e prefeitos que podem ajudar no convencimento dos parlamentares. A reforma da Previdência é considerada uma pauta impopular e o Legislativo resiste há anos em avançar com o tema.

O deputado, no entanto, disse estar otimista quanto à aprovação da reforma, ancorado na ideia de que foi reeleito presidente da Câmara para provar “que é possível construir a maioria”.

“Disputei essa eleição com garantia do diálogo, então vou ter que garantir o debate com os partidos de oposição também”, afirmou.

Maia disse ainda que o sistema de capitalização, defendido por Guedes, deve ser aprovado mais facilmente. “A capitalização é para os novos e, para os novos é mais fácil aprovar qualquer texto. O problema é o estoque”.

Por fim, o presidente da Câmara disse não ser favorável à tese do governo de apensar uma nova PEC (Proposta de Emenda Constitucional) à proposta que já tramita na Casa para acelerar sua tramitação. Para ele, se houver um texto novo, ele precisará percorrer todas as fases dentro da Câmara antes de ir ao Senado e ser sancionada pela presidente da República.

Folhapress

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Polícia

PF interroga engenheiros presos para confirmar documentos da Vale

POR MÔNICA BÉRGAMO

Delegados da Polícia Federal responsáveis pelo inquérito sobre o rompimento da barragem de Brumadinho interrogaram na quinta (31) e na sexta (1º) os funcionários da Vale e da Tüv Süd Brasil que estão presos desde a terça (29). Eles também estão falando com funcionários que sobreviveram à tragédia.

Com o depoimento dos engenheiros, eles esperam conseguir dados para tentar confirmar a veracidade das informações prestadas nos documentos apresentados pela Vale para conseguir as licenças de operação na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho.

A PF também tenta identificar se existia algum tipo de atividade perto da barragem que poderia comprometer a sua estrutura.

Folha de S.Paulo

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Trânsito

[FOTOS] Carros colidem e partem poste ao meio na BR-101

Dois carros colidiram e terminaram praticamente derrubando um poste na BR-101, na altura da Árvore de Mirasssol. Ainda não há detalhes de como aconteceu o acidente.

O trânsito no local está lento, duas viaturas dos bombeiros foram acionadas para socorrer as vítimas e a pista se encontra parcialmente interditada.

Com o impacto, o poste ficou partido ao meio e está sendo sustentado pela fiação. Alguns moradores da região relatam falta de energia.

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Judiciário

Presidente do STF propõe ‘grande pacto’ por reformas

Na abertura do ano Judiciário de 2019, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, propôs um “novo grande pacto” entre os Poderes para debater as reformas tributária e da Previdência e providenciar “uma repactuação federativa, evitando que Estados e municípios cheguem a um quadro insustentável de inadimplência”.

Para Toffoli, esses devem ser objetivos comuns entre Judiciário, do Executivo e do Legislativo, bem como “avanços normativos” para melhorar a segurança pública e fortalecer o combate à corrupção, ao crime organizado e à “epidemia” de violência e homicídios no país.

Ele observou, no entanto, que o Judiciário cumpre um papel de promover a harmonia entre os poderes, “sem predomínio ou interferência nas competências constitucionais de cada um”.

“A sujeição incondicional dos juízes à Constituição e às leis legitimam o poder Judiciário a ocupar posição estratégica de moderador dos conflitos entre pessoas, poderes e entes da Federação. Não há lugar para ideologias, paixões ou vontades. O juiz é vinculado à Constituição – trata-se de um sacerdócio que impõe sacrifícios e muitas responsabilidades, além de celeridade e prudência”, afirmou.

Citando o jurista Rui Barbosa, Toffoli lembrou que “afrontar o Judiciário é atacar a própria democracia, incentivar a conflitualidade social e aniquilar a segurança jurídica”. Também mencionou o ex-presidente José Sarney, atribuindo a ele a frase de que “as Cortes Supremas, nas democracias modernas, ocupam um lugar de poder estabilizador”.

O presidente do Supremo reconheceu que o STF ganhou os holofotes nos últimos anos, quando “passou a exercer um papel intenso na vida social, econômica e política brasileira”, mas frisou que a Corte “não pode ser instância recursiva do debate político”.

Ele destacou que a tragédia de Brumadinho (MG), onde uma barragem da Vale se rompeu na última sexta-feira, é um exemplo de que “é preciso mais agilidade nas ações administrativas, políticas e jurisdicionais” em relação a grandes tragédias. “A população espera rigor das autoridades competentes na apuração das responsabilidades, para que se realize efetiva Justiça.”

Valor

Opinião dos leitores

  1. Quando esse poder ridiculo, vai parar de se meter naquilo que nao le compete? Esquece que há um comsndante no poder excutivo, que é o responsável pelas diretrizes que o Pais precisa? São ridiculos esses caras.

  2. Ai para ajudar na demolição da reforma ele ajuda a Eleger Renan Calheiros obrigando o voto secreto na eleição do senado. muito bom !! parabéns para ele!!

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