Polícia

Operação da PF apura crime contra o Sistema Financeiro Nacional em Natal

A Polícia Federal deflagrou hoje, 28/03, em Natal, a Operação Bis destinada a combater ação criminosa contra o Sistema Financeiro Nacional. Cerca de 20 policiais federais estão cumprindo 3 mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal.

A investigação apura a atuação irregular de empresa de factoring que, ao invés de realizar atividade de fomento mercantil, promove a captação de recursos de terceiros e concede empréstimos, atividade típica de instituição financeira e, sem autorização do Banco Central do Brasil (art. 16, c/c, art. 1º, da lei 7.492/86).

As diligências realizadas na presente data têm como finalidade reunir provas dos crimes sob apuração.

Os empresários suspeitos já haviam sido investigados em 2011 e, embora processados e condenados pela Justiça Federal, prosseguem com a atuação criminosa, vindo daí o nome que originou esta operação.

Não haverá entrevista coletiva.

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Finanças

RN já perdeu R$ 32 milhões com renúncia de ICMS em favor de empresas aéreas

O secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, disse nesta quarta-feira, 27, que o RN deixou de arrecadar R$ 32 milhões desde 2015 com a redução de 17% para 12% a alíquota sobre o querosene de aviação.

Desde então, nem o número de voos para o destino aumentou, como o valor das passagens aéreas cresceu muito em relação ao que se paga nas demais capitais do Nordeste – inclusive, João Pessoa, a 190 quilômetros de distância de Natal.

“É preciso contextualizar, foi um benefício concedido no auge da corrida pelo hub da Latam, que acabou não saindo para nenhum estado”, ironizou o titular da SET durante a audiência pública convocada pelo deputado Hermano Morais justamente para apurar as razões dessa discrepância.

Na presença de representantes do governo estadual, prefeitura, trade turístico, Ministério Público, políticos e até de um conselheiro do Cade – Conselho de Defesa Econômica, com sede em Brasília – as conclusões foram de que é preciso acabar com a “inexplicável transferência de renda para as companhias aéreas”.

Segundo o coordenador da Câmara de Turismo da Federação do Comércio, George Costa, autor dessa definição, a hotelaria e os demais serviços que atuam na cadeia do turismo potiguar estão baixando seus preços para que as companhias aéreas continuem lucrando.

“Trata-se de uma situação que conhecemos há muitos anos em relação a outros destinos maiores, como Recife e Fortaleza, mas que teve a lógica quebrada na medida em que João Pessoa – um destino menor e com muitos menos voos diários – passou também a ter tarifas inferiores às praticadas aqui”, afirmou.

Segundo ele, a situação atingiu uma dimensão tamanha que a Fecomércio vai inaugurar em breve um painel quinzenal de acompanhamento das tarifas aéreas locais em relação a outras capitais que guardem similaridade com Natal, como Maceió e João Pessoa.

Ao apresentar um levantamento sobre essa relação de preços, apurada entre 22 a 31 deste mês, a equipe da Fecomércio flagrou um voo saindo para o mesmo destino, custando R$ 1.141,00 de Natal e R$ 321,00 de Recife. “No mesmo dia e na mesma hora”, afirmou George Costa.

No mesmo levantamento, o levantamento apontou que Natal praticou tarifas mais altas em média 67% em relação a Recife; 140% em relação a Fortaleza e 56% em relação a João Pessoa tendo como destinos Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

O superintendente da Inframérica, empresa que administra o aeroporto de São do Amarante, Ibernon Martins Gomes, acrescentou uma outra informação que inflamou o debate: a taxa de embarque aqui é de R$ 22,21 ao passo que no aeroporto de João Pessoa custa R$ 25,89.

Um momento mais descontraído foi quando o secretário de Turismo de Natal, Fernando Fernandes, justificou a ausência do prefeito Álvaro Dias, que estava em Brasília: “Ele não conseguiu um de volta”.

MARCELO HOLANDA / AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. Ei pessoal, vou para Europa em maio, a partir de Fortaleza. Sabe por quê? saindo por lá a passagem custa 1,5 mil, saindo daqui, 2,7 mil. Em 2017 fui também, saindo de Recife. O aeroporto lixo de SGA é um lixo, longe, caminho infestado de bandidos, deserto, com lojas falindo e fechando, taxistas implorando por uma corrida, fazendo preço mais barato que o Uber. Dá pena, ver como o povo foi enganado, pois temos um aeroporto maravilhoso em parnamirim. Quando amigos meus vinham a Natal, fazia questão de recepcioná-los, para mostrar a entrada da minha cidade, considerada a mais linda do Brasil. Hoje quando chegam, falo p pegar um Uber e ter cuidado com a bandidagem no caminho. Uma lástima.

  2. "Desde então, nem o número de voos para o destino aumentou, como o valor das passagens aéreas cresceu muito em relação ao que se paga nas demais capitais do Nordeste – inclusive, João Pessoa, a 190 quilômetros de distância de Natal."

    RN, Estado de tolos. Aeroporto bem distante, subsídios que não serviram de nada, é trechos caríssimos.

  3. Como não custa nada perguntar, por que se divulga tanta notícia positiva acerca da operação do "aeroporto de Natal", quando na realidade grassa a insatisfação por quase todos os setores da atividade turística?

  4. Isso é uma grande sacanagem das Cias aéreas. Por outro lado classe política desse estado, nunca fez NADA.

  5. Entra governo e sai governo e esses secretários só fazem é passear na EUROPA com o dinheiro público dizendo que irão trazer turistas ?????o único turista que eu vejo ;SÃO ELES PASSEANDO EM PARIS, vergonha , querem aprender como se vende um estado para turismo???? PERGUNTE A PROFISSIONAIS DE GRAMADO

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Jornalismo

Mourão defende revisão histórica do início da ditadura militar e Bolsonaro admitiu que houve “probleminhas” no regime

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defendeu nesta quarta-feira, 27, uma revisão histórica do golpe militar de 1964. Ao comentar as “comemorações” do próximo dia 31 de março, quando o início da ditadura militar completa 55 anos, Mourão afirmou que a data representa um “fato histórico” e, portanto, é preciso “mostrar o que aconteceu”. Ele considera que no futuro a data será vista como o “ápice das intervenções militares“.

“Cada um tem sua ótica sobre isso aí, eu vejo que precisamos que atores e historiadores isentos analisem, esta é a minha visão. Olho muito assim e acho que no futuro vai ser visto que 31 de março foi o ápice das intervenções militares durante a história da República”, disse o vice.

Por sua vez, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta que não houve ditadura militar no Brasilmas admitiu que houve “probleminhas” no regime que iniciou em 1964 e foi até 1985.

Assim como no texto da ordem do dia que será lido nos quartéis no próximo domingo, Mourão destacou que o início da ditadura ocorreu no “contexto da guerra fria” para justificar excessos. O documento é assinado pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e os comandantes das Forças Armadas. Também afirmou que o texto da ordem do dia é “conciliador”, embora o documento não faça qualquer autocrítica.

“Guerra tem excessos e estas coisas são sabidas. Acho que o que vai ser feito em termos de ordem do dia vai ser algo muito conciliador colocando que as Forças Armadas combateram o nazifascismo, combateram o comunismo e isto é passado e faz parte da história”, justificou Mourão.

Como revelou o EstadoBolsonaro estimulou comemorações nos quartéis no dia 31 de março. Agora, a orientação tem sido questionada na Justiça. Sobre o assunto, Mourão questionou: “vivemos um estado democrático de direito? Não faz parte cada um defender aquilo que é justo?”. “Então, tudo bem, usem os instrumentos legais”, continuou.

Questionado se acha justo vítimas da ditadura entrarem na Justiça contra as comemorações, falou que considera “normal” usar os instrumentos legais. Indagado sobre o fato de eventualmente a comemoração agredir de alguma forma familiares de vítimas da ditadura, declarou que “houve vítimas de ambos os lados”. E que a lembrança da data nos quartéis sempre foi feita e “não tem nada demais nisso aí”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Negar a Ditadura no Brasil é como negar o Holocausto. Nenhum pai, mãe ou filho que perdeu um membro de sua família ficaria mais aliviado com o argumento de que uma tragédia foi maior que a outra: todos os mortos foram únicos, como única foi a dor de cada pai, mãe ou filho que viveram tais tragédias. Então, sugiro ao presidente do Brasil que não queira tampar o sol com a pe neira: os órfãos do Holocausto não escolheram pais judeus, assim como os órfãos dos mortos pelo regime militar de 1964 não pediram aos seus pais para morrerem por seus ideais. Eu não votei em Bolsonaro, mas respeito o presidente eleito e torço pra que ele acerte, porque o contrário seria atirar no próprio pé. E também acho que a maioria dos seus eleitores votaram nele com a esperança de que ele lance os fundamentos para se construir um novo Brasil, e não apenas ficar desenterrando defuntos buscando reescrever a história. O povo brasileiro já elegeu um caçador de marajás, deu no que deu. Elegemos o homem mais honesto do mundo, deu no que deu. Estou torcendo para que esse presidente nos forneça o mínimo de condições para que a história não se repita como farsa, e o povo brasileiro tenha que amargar mais um período de trevas no mandato de Bolsonaro.

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Política

Joice Hasselmann diz que tuíte com crítica a Kim Kataguiri e ao PPS foi feito por assessora

A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP)
A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) – Pedro Ladeira/Folhapress

 

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo no Congresso, explicou a parlamentares que mensagens postadas em seu perfil oficial no Twitter, com críticas ao PPS e ao deputado Kim Kataguiri, foram escritas por sua assessoria —e não por ela.

ASSINATURA 2

Joice comunicou aos colegas que fez mudanças em sua equipe. E que, a partir de agora, apenas ela administrará diretamente as redes sociais.

HORA ERRADA

As postagens resultaram numa crise, já que a legenda e Kataguiri apoiam a reforma da Previdência —e o governo precisa desesperadamente de votos.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Até a estabanada da Joice age com mais eficiência, rapidez e objetividade do que o decantado "Mito".

  2. Quer dizer q seus assessores podiam escrever o que queriam com sua anuência? Quis fazer uma limonada e milagrosamente fez uma laranjada. É a nova política com práticas escancarada da velha? Olha que já foi jornalista da veja!

    1. Me custa acreditar q essa desvairada, sem educação, sem classe é do sul do país e com formação em jornalismo!! Parece ser do alto sertão nordestino, sem noção de civilização. Não estou falando na simplicidade do homem do sertão.Eita q o país e seu POVO estão ferrados, quem manda ñ saber VOTAR!!

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Política

Falta de articulação expõe governo no Congresso, gera desgaste e impõe derrotas

As dificuldades do governo para articular uma base aliada no Congresso permitiram na quarta-feira mais um dia de más notícias para o Palácio do Planalto na Câmara e no Senado. Chamados a falar em comissões, seis ministros foram expostos a críticas de líderes partidários. Deputados da oposição aproveitaram a vulnerabilidade da base para aprovar, por 10 votos a 0, a convocação do ministro da Justiça, Sergio Moro , a comparecer à Comissão de Participação Legislativa para falar sobre o projeto anticrime e o decreto de posse de armas. Por ter sido uma convocação, Moro, que ontem esteve no Senado, é obrigado a comparecer à comissão da Câmara.

Um possibilidade de evitar um desgaste com a convocação de Moro veio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que trocou ataques com o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira. Ele avisou que há chance de a medida ser revista, uma vez que o colegiado que aprovou o chamado não seria o mais adequado para cobrar explicações do chefe da Justiça.

Mas há sinais de novos problemas para o governo nas próximas semanas. Parlamentares revelaram ao GLOBO a existência de articulações na Câmara para a aprovação de uma série de mudanças no texto da Medida Provisória (MP) 870, que definiu a estrutura administrativa do governo. Se o plano for levado adiante, a formatação do governo pode ser redesenhada pelos congressistas, com o corte de ministérios e até o remanejamento de repartições entre pastas na estrutura do Executivo. Em uma frase ilustrativa da dificuldade de organização da base aliada, o líder do partido de Bolsonaro no Senado criticou ontem a fragilidade do governo no Congresso.

— Estamos juntos na guerra, mas sem logística, sem munição — disse Major Olímpio (PSL-SP).

Responsável pela articulação política, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, esteve nesta quarta com senadores de seis partidos para mostrar que a crise está sendo contornada.

541 emendas

A MP 870 recebeu no total 541 emendas de parlamentares. Muitas defendem reduzir ainda mais o número de ministérios e mudar a atribuição de vários integrantes do primeiro escalão, em especial do ministro da Justiça Sergio Moro. Primeira medida de Bolsonaro na Presidência, a MP estabeleceu o novo formato do governo, com 22 ministérios. Na próxima semana, uma comissão para analisar o texto da matéria deve ser instalada.

Há parlamentares que pregam o fim das pastas do Turismo e dos Direitos Humanos. Também começam a analisar a possível transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da Justiça para a Economia e a recriação do Ministério de Segurança Pública. A Funai também poderia retornar ao ministério de Moro.

— Em meio à crescente onda de violência que assombra o país, não vejo motivos para extinguir o Ministério da Segurança Pública como fez o governo. Vou defender, ao longo da tramitação da MP 870, que este organograma administrativo seja restabelecido — diz o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA).

Indicado pelo MDB para a comissão, o deputado Hildo Rocha (MA) é um dos autores de emendas para que a estrutura da Funai volte à pasta da Justiça.

— Não tem cabimento a Funai ficar na pasta de Direitos Humanos. Pelas conversas que tive, acho que será aprovada a emenda — disse o parlamentar.

O emedebista destaca que a bancada da bala já se manifestou a favor da recriação da pasta da Segurança.

— Era um ministério que vinha dando certo, tendo resultados positivos.

Na comissão, dos 25 integrantes titulares, só há dois parlamentares do PSL, a deputada Bia Kicis (DF) e senadora Selma Arruda (MT).

Além de Sergio Moro, que falou do pacote anticrime no Senado, e de Guedes, que tratou de reforma da Previdência ao comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos da Casa durante toda a tarde, o ministro da Educação, Ricardo Vélez, foi bastante questionado na Câmara sobre uma série de polêmicas e exonerações que marcam sua gestão na pasta.

Outro auxiliar do primeiro escalão de Bolsonaro fustigado na Câmara foi o chanceler Ernesto Araújo. Em uma sessão que durou cerca de sete horas, os opositores chamaram de subserviente e humilhante a relação do Brasil com os Estados Unidos. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi cobrado no Senado sobre a situação dos cubanos que ficaram no país, após o fim do contrato do governo com Cuba no programa Mais Médicos. O titular do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defendeu pautas controversas como a flexibilização dos agrotóxicos.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Não querer dar cargos, dinheiro e benefícios (como fizeram todos os outros presidentes) agora é sinônimo de falta de articulação….Maia quer ganhar no grito. Não vai dar!

    1. O choro é livre…Bozomijo é um desorientado, está cavando sua cova.

  2. Historicamente vemos que ARTICULAÇÃO = COMPRA DE APOIO, hoje isso está bem claro.
    Não tem mais como negar ARTICULAÇÃO = LIBERAÇÃO VERBA, ficou provado diante das imposições de Rodrigo Maia e demais deputados.
    Vícios imorais mantidos ao longo de nossa redemocratização e que agora estamos tendo a certeza do quanto o toma lá dá cá manda em nossa política. LAMENTÁVEL!!

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Política

Bate-boca de Bolsonaro e Maia levará Planalto a reiniciar ação contra crise

Em um novo capítulo da crise política, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), protagonizaram nesta quarta (27) um novo embate público, agravando o mal-estar entre o Executivo e o Legislativo.

A crise entre os dois Poderes levará o Planalto agora a ter que reiniciar uma operação contra a crise política, com mais interlocutores e congressistas, na tentativa de viabilizar projetos estratégicos ao governo, como a reforma da Previdência.

Num contraponto à equipe ministerial e às lideranças do governo, que vinham tentando arrefecer o clima de incômodo e restaurar os canais de diálogo, Bolsonaro voltou a fazer uma provocação a Maia nesta quarta, o que irritou novamente o deputado federal.

Em entrevista à TV Bandeirantes, o presidente disse que o deputado federal foi “infeliz” ao ter atacado o ministro da Justiça, Sergio Moro, e afirmou que Maia está “um pouco abalado com questões pessoais que vêm acontecendo” em sua vida.

O presidente fazia referência ao incômodo de Maia com os pedidos de Moro para pautar o pacote anticrime e à prisão na semana passada do ex-ministro da Secretaria-Geral Moreira Franco, sogro do deputado.

“Não tenho problema algum com o Rodrigo Maia. Nada, zero problema com ele. Ele está um pouco abalado por questões pessoais que vêm acontecendo na vida dele”, disse. “Ele foi infeliz. Pelo que vi, já se acertou, quando fez uma crítica a Sergio Moro, dizendo que é meu funcionário. Aquilo ele levou pancada da mídia”, acrescentou.

Os comentários de Bolsonaro tiveram reação imediata de Maia, que, durante a manhã, havia tentado colocar panos quentes na relação com o Palácio do Planalto após a aprovação de emenda constitucional que diminui o poder do Executivo sobre as emendas de bancada.

Maia disse que Bolsonaro está “brincando de presidir o país” e que está na hora dele “parar de brincadeira”. Segundo ele, “abalados” estão os brasileiros que aguardam que o governo federal “comece a funcionar”.

“São 12 milhões de desempregados, 15 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza e o presidente brincando de presidir o Brasil”, afirmou. “Agora, está na hora de a gente parar de brincadeira e está na hora de ele sentar na cadeira dele, de o Parlamento sentar aqui e a gente resolver em conjunto os problemas do Brasil”, disse.

No final da tarde, em encontro com empresários em São Paulo, Bolsonaro rebateu Maia em entrevista a redes autorizadas a participar do evento —Bandeirantes, SBT, NBR, Record, Rede TV e TV Cultura; aFolha não foi incluída.

“Se foi isso mesmo [que Maia falou] eu lamento, porque não é uma palavra de alguém que conduz uma Casa. É uma irresponsabilidade. A nossa forma de governar é respeitando todo mundo e o povo brasileiro. Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Até quero acreditar que ele não tenha falado isso”, disse o presidente.

Ele disse ainda que há uma “tentativa de envenenar” sua relação com o Congresso.

O governador de São Paulo, João Doria, também participou do encontro e tentou apaziguar o conflito. “Esse é um momento de paz, de tolerância, não é um momento de beligerância. Não é o momento de estabelecermos cisões entre o Legislativo, o Executivo e nem o Judiciário.”

O presidente e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foram recebidos na casa do empresário Elie Horn, fundador do grupo imobiliário Cyrela.

A troca de farpas desanimou integrantes da equipe do presidente. Segundo eles, Bolsonaro havia sido recomendado na terça-feira (26) que não fizesse mais provocações a Maia e que tentasse diminuir os ânimos para viabilizar um encontro entre ambos no início de abril.

Nas palavras de um auxiliar palaciano, agora, a operação para arrefecer a crise política “terá de ser reiniciada” e exigirá uma participação maior de interlocutores do Palácio do Planalto e de senadores aliados, que foram escalados no início desta semana para abrir um canal de diálogo com Maia.

A avaliação foi de que as declarações acabaram ofuscando o discurso pacificador adotado nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), e anularam os acenos políticos feitos por Bolsonaro a Maia.

Na mesma entrevista à TV Bandeirantes, o presidente disse que, na volta de viagem a Israel, programada para a próxima quinta-feira (4), ele encontraria Maia e acrescentou que está com a mão “sempre estendida a ele” ao deputado federal.

“O que eu tenho feito de errado? Onde tem um ataque meu ao Congresso Nacional e ao Rodrigo Maia? Não tem um ataque”, afirmou. “Eu apelo aos parlamentares de todo o país que temos de aprovar a reforma, senão o país quebra. Não estamos aprovando a reforma do presidente ou do meu governo, mas a do Brasil”, acrescentou.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Ele não vai dialogar porque ele só sabe twittar , Veja a sua trajetória política 2 projetos é de chorar. Quem está acostumado a monólogo não sabe conversar. As viúvas do mito ficam esbravejando pra vidraça não quebrar, mas lamento dizer trincada já está. BG continue seu trabalho e não pare de compartilhar, a cada dia que passa milhões de acesso irão chegar.

  2. A turma da corrupção está sentindo falta de Sarney, FHC, Lula e Dilma que sabiam "articular" pagando a moeda que a classe política entende como "poder articulador".
    Os movimentos liderados pelo revoltado Rodrigo Maia com apoio da globo e todo seu corpo funcional tem travado uma desnecessária guerra política, mas eles tem as razões que ninguém mais duvida quais são, está faltando R$R$R$R$R$ (articulação política).
    Lembrando que Rodrigo Maia INVIABILIZOU as 10 medidas contra a corrupção;
    Lembrando que Rodrigo Maia é filho de da velha política, criado com muita articulação R$R$R$R$ política.
    Lembrando que o mesmo Rodrigo Maia desde o primeiro dia é CONTRA O PROJETO PROPOSTO por SÉRGIO MORO que COMBATE A CORRUPÇÃO E DIMINUI A IMPUNIDADE.

  3. Até acredito que Bolsonaro seja uma pessoa bem intencionada. mas os fatos estão provando que quem governa de fato o País é Paulo Guedes, Lorenzoni e Rodrigo Maia.
    E os fatos mostram também, que esses 03 senhores estão trabalhando para os tubarões do mercado financeiro, sob uma cortina de fumaça falsa de que se preocupam com o Brasil. No final das contas, quem vai se queimar será o Presidente, e logicamente, o sofrido povo brasileiro.

  4. como o povo brasileiro elege um cidadão desse para governar o nosso brasil,ele estar brincando com o nosso povo,que deus tenha misericórdia da gente.

  5. O presidente não entende nada de economia, nada de educação, nada de segurança, nada de dialogar. Ele está acostumado é com bate-boca, intriga, briga e disse-me-disse. Ele construiu a sua carreira com essas bases. Pode reparar desde que entrou só faz isso. Não tem um projeto para o Nordeste, um só, nada.

    1. Já o ladrao condenado Lula tinha projetos !!!! ROUBAR ROUBAR E ROUBAR ,

    2. Acorde meu amigo, vc está vivendo na Lua !!!! Não se trata de entender ou não de economia, trata-se de uma máfia chamada Congresso, que quer que Bolsonaro faça a moeda de troca como de costume, essa máfia não quer aprovar o pacote da segurança, o que Bolsonaro tem de fazer? O que Bolsonaro está fazendo para impedir a votação???? Nada!!!! É aprovar e pronto, mas não, eles ficam chantageando, querendo propina como os outros faziam e Bolsonaro não dá.

    3. Não existe oficial das Forças Armadas despreparado. As academias militares são exemplos de excelência como, aliás, o ensino militar em geral (vide os resultados obtidos pelos alunos dos colégios militares em todos os eventos de que participam). Creio que vc deve ter saudades do tempo em que o nosso país era governado por um analfabeto cachaceiro e por uma louca armazenadora de vento. Deixe de falar besteira, "cumpanhero".

    4. Projeto para o Nordeste? Um só?
      Mas que nada, ouça o Belchior:
      – Nordeste é uma ficção! Nordeste nunca houve!
      Não esqueça que nas últimas eleições o Brasil foi dividido e o Nordeste ficou independente.

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Política

Rodrigo Maia faz apelo após novo confronto com Bolsonaro: ‘Pare, chega’

Os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), voltaram a trocar insultos nesta quarta-feira, 27, ampliando a escalada de atritos iniciada na semana passada. Após afirmar que Bolsonaro está “brincando de presidir o Brasil”, Maia pediu um basta na troca de provocações. Pouco antes, o presidente afirmou que Maia desferira ataques ao governo por estar “abalado” por questões pessoais – em referência à prisão do ex-ministro Moreira Franco, que é padrasto da mulher do deputado.

“Faço um apelo ao presidente para que pare, chega. Peça ao entorno para parar de criticar, pare de criticar. Vamos governar: eu, a Câmara e ele, o País. Chega”, disse na noite desta quarta-feira, 27. Tentando pôr fim à discussão, Maia afirmou que só falará com jornalistas a partir de agora sobre a reforma da Previdência. “É natural que quando se faz uma crítica tenha uma reação, mas vamos parar”, disse.

O atrito entre os dois, que se arrasta há dias, teve novo lance ontem após Bolsonaro conceder entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes. Nela, o presidente voltou a insinuar que Maia só desferira ataques ao governo por estar “abalado” por questões pessoais, em referência à prisão do ex-ministro Moreira Franco, que é padrasto da mulher do deputado.

No Congresso, ao saber da declaração de Bolsonaro, Maia reagiu, disse que o País precisa de “um presidente funcionando” e pediu o fim da “brincadeira”. “Abalado estão os brasileiros que esperam desde janeiro que o Brasil comece a funcionar. São 12 milhões de desempregados, capacidade de investimento diminuindo”, afirmou. “Está na hora de pararmos com esse tipo de brincadeira. Está na hora dele (Bolsonaro) sentar na cadeira e, em conjunto, resolvermos os problemas do Brasil”, declarou o deputado.

Maia então ressaltou, como tem feito nos últimos dias, que defende como prioridade a reforma da Previdência para a recuperação da economia brasileira. “Vamos parar de brincadeira e vamos tratar de forma séria, o Brasil precisa de um presidente funcionando. Precisamos que o governo do Bolsonaro dê certo, gere empregos”, disse.

Avisado sobre a resposta dada por Maia, Bolsonaro retrucou. De São Paulo, classificou como irresponsável a declaração do presidente da Câmara. “Se foi isso mesmo que ele falou, lamento. Não é uma palavra de uma pessoa que conduz uma Casa. Muita irresponsabilidade”, afirmou após participar de encontro com empresários e artistas na casa do fundador da Cyrela, Elie Horn. “Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Lamento palavras nesse sentido. Até quero não acreditar que ele tenha falado isso”, declarou.

Pressionado pelo Congresso a mudar a articulação na reforma da Previdência, o presidente insistiu que sua maneira de governar é respeitando “acima dos colegas políticos, o povo brasileiro que me botou lá”.

O presidente declarou que a reforma da Previdência não é um projeto seu, mas do País pela necessidade fiscal. “A responsabilidade é de todos. Não é minha apenas do presidente da Câmara. É de todos nós aprovar essa e outra reforma que temos de fazer na questão tributária”. Anteriormente, Bolsonaro havia falado que a “bola” da aprovação estava com o Congresso.

Ataque a ministros foi ‘desnecessário’, diz Bolsonaro

Em encontro com empresários na terça-feira, em Brasília, Bolsonaro havia afirmado que só entrara em confronto com Maia porque precisou reagir a ataque “desnecessário” feito a um de seus ministros. O presidente referia-se às críticas feitas pelo deputado ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, que cobrou celeridade na aprovação do projeto anticrime.

Segundo relato de um dos presentes, Bolsonaro voltou a dizer que não entende a postura de Maia e reiterou que não cederá ao Congresso na negociação de cargos. Os empresários, que representam o movimento Brasil 200 e estiveram em Brasília para entregar manifesto a favor da reforma da Previdência, pediram a Bolsonaro que intensifique o diálogo com o Parlamento para que a proposta de mudança nas aposentadorias possa ser aprovada.

O presidente disse que está disposto a conversar, mas reafirmou que a articulação política não envolverá aceitar indicações políticas para vagas no governo. Segundo ele, a postura será mantida, pois não quer ir “jogar dominó” com os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer na cadeia.

Bolsonaro pediu que os empresários ajudem no convencimento dos parlamentares sobre a reforma da Previdência e incentivou o grupo a procurar diretamente deputados.

O encontro, no qual estavam presentes nomes como Flávio Rocha, da Riachuelo, e Luciano Hang, da Havan, foi acompanhado pela deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo no Congresso e sucedeu almoço com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Onyx decidiu abrir o diálogo com os presidentes dos partidos. Ele ligou nesta quarta-feira para Ciro Nogueira (PP), ACM Neto (DEM), Marcos Pereira (PRB) e o dono do PR, Valdemar Costa Neto. As conversas terão início a partir da semana que vem, quando Bolsonaro retornará da viagem a Israel.

“Acho que houve algum ruído na comunicação entre os dois”, afirma Mourão

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, classificou como “ruído” as recentes divergências entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. “Ruídos ocorrem. Estamos em um mundo onde a comunicação se faz de forma instantânea e a transparência é muito maior que em outros períodos”, avaliou Mourão. “Acho que houve algum ruído na comunicação entre os dois”, reforçou Mourão. Ele falou pelo menos mais duas vezes que houve “ruído”, e ponderou que as coisas serão “acertadas”

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Judiciário

‘Foi um escracho, para humilhar’, diz advogado sobre a prisão de Temer

“O que foi feito foi um escracho, foi para humilhar”. Quem afirma é o advogado Eduardo Carnelós, que defende Michel Temer. Na primeira entrevista após a prisão do emedebista, ele critica a Lava Jato e diz que investigadores ofenderam a aritmética ao acusar o ex-presidente de 40 anos de prática de corrupção.

Sobre o juiz Marcelo Bretas, provoca: “Não precisei ler mais do que a sentença para saber que o que foi feito não tinha fundamento”.

Como o ex-presidente reagiu à prisão? Ele tinha acabado de sair de casa, estava a caminho do escritório, é a rotina dele. Sei que me ligou dizendo que havia sido abordado na rua. “Uns rapazes da Polícia Federal avisaram que estão me levando preso”, ele disse. Custei a crer.

Aliados reclamaram da abordagem. Ele falou algo? Do ponto de vista do tratamento, não houve nada de violência. Agora, não entendo por que foi feito daquele jeito, na rua.

Havia dúvidas de que ele estava em casa… Não foi isso o que eu ouvi do delegado da PF no aeroporto de Guarulhos. Ele disse que houve atraso de uma das equipes. Já havia jornalistas na frente da casa dele… Isso foge da normalidade. Ele tem residência conhecida, endereço comercial, 78 anos… Veja, sou a favor de liberdade de imprensa, mas ninguém precisa escrachar.

Ele foi escrachado, é isso? A forma como ele foi exposto é uma forma de escrachar, sim. Por que não cumprir o mandado em silêncio? É para isso, é para escrachar. O que se fez foi escrachar, humilhar, enxovalhar a honra das pessoas.

O ex-presidente é acusado de chefiar uma organização criminosa, de praticar corrupção há 40 anos. Além de agredirem o direito, com essa afirmação atacaram impiedosamente a aritmética. Temer exerceu cargos públicos em SP na década de 1980, sem qualquer influência na esfera federal. Em 1987 foi constituinte. […] Em 1995 assume como líder da bancada do PMDB.

O presidente FHC disse que o partido havia sugerido um nome para o Porto de Santos. Ele consulta a bancada, confirma e indica. Nasce a lenda “Temer manda no porto”.

Contratos que ainda estão em vigência fazem parte da peça que levou à prisão dele. Para começar, este assunto não é da competência da 7ª Vara do Rio [do juiz Marcelo Bretas], e isso não sou eu quem diz, mas a própria procuradora-geral ao oferecer denúncia no caso do decreto dos portos.

Cópia do processo vai para o Rio por uma delação da Engevix sobre a Eletronuclear. Daí, inclusive, se chega à soma de R$ 1,8 bilhão em propina… Fico impressionado que gente investida de autoridade saia a dizer tanta aleivosia. De onde sai esse número? Não sabem nem fazer a conta de há quanto tempo existe a tal quadrilha…

Para continuar lendo a entrevista só clicar aqui: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/03/foi-um-escracho-para-humilhar-diz-advogado-sobre-a-prisao-de-temer.shtml

Opinião dos leitores

  1. Humilhação é o povo nas portas dos hospitais, nas delegacias fazendo Boletim de ocorrencia por não ter sergurança , e a falta de educação, ele assim como outros lideres foram coniventes com tudo que foi de desgraça do Brasil estamos parados no tempo por muitos anos devido a estes partidos e criminossos que ainda vejo muita gente defendendo.

  2. Escracho, humilhação é ao povo brasileiro, 40 anos ou mais sendo dilapidado por este Sr. e seus cúmplices!

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Política

Mourão vê ‘ruído na comunicação’ e diz que Maia é ‘imprescindível’

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta quarta-feira (27) que há “ruído na comunicação” entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Acrescentou, ainda, que Maia é “imprescindível”.

Mais cedo, nesta quarta, o presidente da Câmara afirmou que, enquanto o país tem milhões de desempregados e registra milhares de assassinatos todos os anos, Bolsonaro “brinca de presidir” o país.

Em resposta, Bolsonaro afirmou em São Paulo que “não existe brincadeira, muito pelo contrário”.

“Acho que houve algum ruído na comunicação entre os dois. Julgo que o deputado Rodrigo Maia é imprescindível no processo que estamos vivendo no Brasil pelo papel que ele tem dentro da Câmara dos Deputados, e pela importância desse papel dele. Ruídos ocorrem”, afirmou Mourão.

Nos últimos dias, a relação de Rodrigo Maia e Bolsonaro se deteriorou porque os dois passaram a divergir publicamente sobre a quem cabe a articulação para aprovação da reforma.

Enquanto Bolsonaro tem dito que a responsabilidade é do Congresso, Maia afirma que o governo não pode “terceirizar” a articulação política.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), já disse que a reforma da Previdência só terá celeridade, como quer Bolsonaro, se a base aliada do governo estiver “organizada e coesa”.

A CCJ é a primeira etapa da tramitação da reforma, e a votação está marcada para o próximo dia 17 de abril. Depois, se aprovada, a proposta seguirá para uma comissão especial e, por fim, para o plenário da Câmara.

Para garantir a aprovação, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou o governo precisa melhorar a relação com o Congresso. O ministro da Economia, Paulo Guedes, porém, avalia que o problema é de comunicação.

G1

Opinião dos leitores

  1. É difícil administrar um país quando seus políticos vêm sendo tratados de forma errada há muito tempo, acostumados a negociatas e tratativas não republicanas. A prova disso é a enorme quantidade de envolvidos com corrupção, como vem sendo descoberto por nossas instituições. E a safadeza está praticamente em todas os partidos, embora seja quase unânime no PT e em seus grandes aliados políticos, que usaram a máquina pública como instrumento de poder. A imprensa também foi seviciada por recursos públicos, que foram cortados pelo novo governo (daí a enorme raiva da grande mídia). E tem o aparelhamento do Estado, visto que a esquerda abarrotou as nossas instituições com pessoas que defendem suas ideias. Mas, vamos em frente. O Brasil está no caminho certo, melhorando apesar das enormes dificuldades.

  2. PRIVATIZE O BRASIL, VENDA TUDO, PRIVATIZE PLANO DE PRIVATIZAÇÃO, PRA ESSA PRAGA DE GAFANHOTOS CHAMADA ESQUERDAS, COMUNISTAS, PT, LULA, DILMA, NÃO POSSAM ROUBAR O DINHEIRO PÚBLICO.

  3. O BRASIL NÃO TEM JEITO. OS PODERES SÃO MALÉFICOS, EXISTE UMA FORÇA DO MAL EM CONLUIO ESQUERDA, PT, COMUNISTAS, EIXO DO MAL SE UNIRAM PRA DESTRUIR O BRASIL.

    1. Calma cara, deixa eu te contar uma novidade: O assalto a máquina pública, tal qual um motoqueiro costurando, anda tanto pela esquerda, centro e direita.

  4. A MÍDIA PODRE, IMPRENSA PODRE. CORTE A VERBA PUBLICITÁRIA. CONLUIO VELHA POLÍTICA, PT, ESQUERDA, BARÕES DO BRASIL.

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Política

Congresso instala comissões para analisar cinco medidas provisórias

O Congresso Nacional instalou hoje (27) cinco comissões mistas para análise conjunta de deputados e senadores de medidas provisórias. Todos os colegiados indicaram, por meio de acordo de líderes partidários, os presidentes das comissões e os relatores. No entanto, ainda não há definição para os cargos de vice-presidente, relator e relator-revisor.

Entre as propostas está a MP 859/18, que permite a aplicação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito destinadas às entidades hospitalares filantrópicas e sem fins lucrativos que participem de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). Por acordo de lideranças, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) foi eleito presidente.

Outra comissão também vai analisar a MP que estende até 31 de dezembro de 2019 o prazo para adesão ao Programa de Regularização Ambiental (MP 867/18). Com isso, o proprietário ou posseiro rural inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) ganhou mais um ano de prazo. Por acordo, foi eleita presidente do colegiado a senadora Selma Arruda (PSL-MT). O deputado Sergio Souza (MDB-PR) foi escolhido relator. Os cargos de vice-presidente e de relator-revisor ainda não foram preenchidos.

Também foi instalada a comissão da MP que trata da proteção de dados pessoais e cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (MP 869/18). O texto cria, como órgão da administração pública federal, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), estabelece sua composição e suas competências, garante sua autonomia técnica e a inclui na estrutura da Presidência da República. O senador Eduardo Gomes (MDB-TO) foi eleito presidente do colegiado e a relatoria ficou com o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

Deputados e senadores também vão analisar a MP 868/18 que muda o marco legal do saneamento básico. O texto atribui à Agência Nacional de Águas (ANA) competência para editar normas de referência nacionais sobre o serviço de saneamento. A medida autoriza a União a participar de fundo com a finalidade exclusiva de financiar serviços técnicos especializados. Por acordo, o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) foi eleito presidente da comissão, enquanto o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) foi escolhido vice-presidente.

Outra comissão instalada foi a que analisará a medida provisória que cria a Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A. (NAV Brasil). A MP 866/18 autoriza o Executivo a implementar a NAV Brasil, em decorrência da cisão parcial da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A NAV Brasil será criada sob a forma de sociedade anônima, com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio. O objetivo da empresa é implementar, administrar, operar e explorar industrial e comercialmente a infraestrutura aeronáutica destinada à prestação de serviços de navegação aérea. Como presidente, foi eleito o deputado Mauro Lopes (MDB-MG). A relatoria vai ficar a cargo do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Os cargos de vice-presidente e relator-revisor ainda dependem de acordo entre as lideranças.

Agência Senado

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Economia

Governo estuda tributar dividendos e reduzir impostos de empresas

A equipe econômica estuda a redução de tributos sobre empresas, em troca da cobrança de Imposto de Renda sobre dividendos, disse hoje (27) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o ministro declarou que a medida aumentaria a competitividade do Brasil no exterior sem piorar a distribuição de renda.

“Se o mundo todo começa a reduzir impostos sobre empresas, como você consegue reduzir sem piorar a distribuição de renda? Se pode abrir uma empresa a 20% de imposto lá, e aqui a 34%, quem sabe podemos reduzir a 20% aqui, mas pega imposto sobre dividendo e sobe? Tem que fazer uma compensação. Estamos dizendo o seguinte: vamos baixar de empresas, mas aumentar em dividendo. Isso que está sendo estudado”, declarou o ministro.

Atualmente, as empresas brasileiras que lucram mais de R$ 20 mil por mês pagam 25% de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e 9% Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), totalizando 34%. Em compensação, desde 1995, o Brasil não cobra Imposto de Renda sobre dividendos (parcela do lucro distribuída aos acionistas de uma empresa), na contramão da prática internacional.

Segundo o ministro da Economia, a carga tributária do Brasil é alta. De acordo com Guedes, se os tributos fossem mais baixos para toda a sociedade, o governo não precisaria ter concedido subsídios e desonerações a setores específicos da economia nos últimos anos. Para ele, tais políticas beneficiam apenas setores com capacidade de pressão, enquanto empresas sem conexões políticas quebram por não conseguirem articular-se.

Seguro rural

Sobre a intenção de o governo reduzir os subsídios à agropecuária e aumentar as operações de seguro rural, Guedes respondeu que nunca defendeu o fim de subsídios a um segmento específico da economia, mas a redução generalizada para todos os setores. “Fui eu mesmo que determinei uma compensação ao setor agrícola depois que retiramos a tarifa antidumping do leite em pó importado, depois que os produtores brasileiros reclamaram”, rebateu.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nosso país precisa urgentemente de um choque de liberalismo econômico. Só assim poderemos voltar a crescer e, a partir dai, promover o desenvolvimento social. A prova disso pode ser vista mundo afora: quais são os países desenvolvidos, cuja população atingiram alto padrão de vida, e como chegaram a essa situação? Outra coisa, alguém conhece algum país que tenha se desenvolvido através do socialista/comunismo? O velho e bom capitalismo pode não ser perfeito mas ainda é o melhor caminho. Disparadamente.

  2. O BRASIL JÁ É UMA VENEZUELA DE FATO E DE DIREITO. O BRASIL É UMA VENEZUELA MAIOR, AMPLIADA. A POLÍTICA DO BRASIL É IGUAL A VENEZUELA, TUDO DO BRASIL É IGUAL A VENEZUELA. O BRASIL PASSOU A SER UMA VENEZUELA.

  3. A VENEZUELA É AQUI. EU TENHO CERTEZA QUE A VENEZUELA É AQUI. O BRASIL JÁ É UMA VENEZUELA. SÓ NÃO VER QUEM NÃO QUER VER QUE O BRASIL É UMA VENEZUELA.

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Polícia

Receita apreende 10 toneladas de produtos importados irregularmente

Agentes da Delegacia Especial de Fiscalização de Comércio Exterior (Decex) da Receita Federal apreenderam 10 toneladas de produtos importados por meio de esquemas irregulares e fraudulentos, avaliados em mais de R$ 1 milhão. A Operação Cross apreendeu em torno de 100 equipamentos de ginástica, como bicicletas e remos ergométricos, e cerca de 150 produtos de lazer náutico, entre os quais kitesurfs.
O titular da Decex, auditor fiscal Paulo Ximenes, informou hoje (27) que a operação resultou de seis meses de investigações e envolveu empresas que atuam no comércio exterior de modo fraudulento, com documentos falsos, subfaturamento e ocultação dos verdadeiros donos das mercadorias.

Ao explicar como funcionava o esquema, Ximenes disse que, ao fazer uma importação, as empresas têm que pagar tributos que incidem em uma operação normal de comércio exterior e que, ao revender a mercadoria no mercado interno, pagam tributo sobre a diferença entre o valor do equipamento e o preço colocado para auferir lucro.

“Por exemplo, se uma mercadoria entra [no país] por R$ 10, o importador paga o imposto do comércio exterior em cima de R$ 10. Mas, se ele vende por R$ 20, paga um complemento desse imposto em cima da diferença colocada para vender no mercado interno, para equilibrar com o ambiente concorrencial no Brasil, porque as empresas brasileiras pagam esse tipo de tributação”. As empresas investigadas, entretanto, “atravessavam essa operação, para que os verdadeiros donos que revendiam o material no Brasil não pagassem essa diferença tributária depois, disse o auditor fiscal.

Intercâmbio com EUA
A Decex trocou informações com órgãos dos Estados Unidos (EUA) e obteve os verdadeiros documentos emitidos pelos exportadores americanos e enviados aos reais adquirentes no Brasil. Esses documentos, porém, foram falsificados para que as empresas fraudadoras os apresentassem à Receita Federal, quando entraram em território nacional. A equipe da Receita constatou, então, que os valores apresentados estavam cinco vezes subfaturados. “Os valores declarados à Receita Federal na entrada das mercadorias eram cinco vezes menores do que os reais”, disse Ximenes..

Do grupo de dez empresas monitoradas pela Decex, Ximenes informou que três são principais e responsáveis pelas operações fraudulentas. Elas recebiam as mercadorias, que eram vendidas sem a emissão da respectiva nota fiscal eletrônica.

Além dessas companhias, a Operação Cross apreendeu produtos em lojas do Iate Clube do Rio de Janeiro, localizadas no bairro da Urca, zona sul da cidade.

Segunda etapa

Paulo Ximenes estimou que a primeira parte da operação deve ser concluída até o fim de abril. Segundo o auditor fiscal, a segunda etapa, que será iniciada agora, abrange o levantamento de cinco operações anteriores para identificar onde estão os produtos importados de forma irregular. “Vamos tentar apreendê-los também”. A expectativa é que a operação completa se encerre dentro de mais quatro ou cinco meses.

O titular da Decex disse que, se não for possível rastrear a ponto de encontrar as mercadorias, a Receita vai aplicar multa equivalente a 100% do valor dos produtos destinados ao consumo nos últimos cinco anos.

“As empresas têm que pagar o valor cheio, 100% do valor da mercadoria, como se fosse uma multa aduaneira”. Tomando por base que as operações anteriores envolveram valores estimados em mais de R$ 20 milhões, este poderá ser o valor da multa que as empresas fraudadoras terão que pagar.

Processos penais

Haverá ainda representações fiscais para fins de processo penal, lembrou o delegado da Receita. As conclusões serão encaminhadas ao Ministério Público, que vai decidir se entra com ação penal contra os envolvidos.

Ximenes destacou que essas empresas podem estar funcionando em todo o Brasil e que, recentemente, constatou-se que há muitas operando no Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro – mais de 4 mil itens de informática importados por uma das empresas forame apreendidos no Porto de Itaguaí,com valor estimado em mais de R$ 1,2 milhão.

Além dos tributos que serão cobrados dos acusados pelo valor subfaturado, com base no valor verdadeiro, eles terão que pagar pela diferença cobrada para fins de lucro. “Vamos recalcular toda a tributação deles na entrada e cobrar também a diferença. Serão duas autuações tributárias”, explicou o delegado da Receita.

O auto de perdimento e apreensão das mercadorias será julgado internamente na Receita Federal, com trâmite de defesa aos acusados.

Agência Brasil

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Judiciário

OAB pede ao Supremo que suspenda obrigação de prestar contas ao TCU

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil impetrou Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal para questionar acórdão no qual o Tribunal de Contas da União entendeu que a entidade está sob sua jurisdição e deve, portanto, prestar contas para controle e fiscalização. A Ordem pede liminar para suspender a decisão do TCU e, no mérito, pede que o STF torne o entendimento sem efeito, preservando sua independência e sua autonomia.

A decisão do TCU foi proferida em processo administrativo, com acórdão publicado em novembro do ano passado. Na ocasião, o tribunal de contas considerou que a OAB é uma autarquia e que a contribuição cobrada dos advogados tem natureza de tributo.

Para o TCU, a Ordem não se distingue dos demais conselhos profissionais e deve se sujeitar aos controles públicos. O controle externo que exerce, segundo a corte de contas, não compromete a autonomia ou independência funcional das unidades prestadoras.

No mandado de segurança, a OAB afirma que o ato representa “flagrante ilegalidade, abuso de poder e ofensa à Constituição Federal”, uma vez que estende a jurisdição do TCU à fiscalização das contas de entidade que não integra a administração pública e não gere recursos públicos, o que necessariamente afasta sua submissão aos controles públicos.

A OAB também afirma que a ilegalidade do ato decorre do desrespeito à decisão do STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade 3.026, julgada em 2006. Na ocasião, a corte atribuiu à OAB natureza jurídica diferenciada em razão do reconhecimento de sua autonomia e sua finalidade institucional.

A OAB argumenta que o ato do TCU atenta contra seu direito líquido e certo de não submeter suas contas ao controle e à fiscalização de órgãos públicos, notadamente porque não integra a administração pública e em razão da função institucional que exerce e das garantias constitucionais de autonomia e independência que ostenta.

A controvérsia já foi trazida ao Supremo por meio da Reclamação 32.924, na qual a ministra Rosa Weber já pediu informações ao TCU. Por este motivo, o mandado de segurança também foi distribuído à ministra, por prevenção.

Opinião dos leitores

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Política

Bolsonaro culpa saúde por falhas na articulação e avisa que não tem como atender todos os parlamentares

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que não tem condições de atender todos os parlamentares. Em entrevista à TV Band, ele atribui os problemas na articulação política do governo federal a seu estado de saúde, que o impede de despachar até tarde, e à falta de indicações dos partidos políticos em seu ministério.

— Quando você olha para o Parlamento, você não vê apenas o presidente da Câmara ou o do Senado, você vê 594 congressistas. E grande parte deles quer falar comigo. Para conversar os mais variados assuntos. Eu não tenho como atender a todo mundo — afirmou Bolsonaro.

Ao longo da entrevista, o presidente repetiu mais duas vezes que não tem como “atender a todo mundo”.

Mais cedo, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, responsável pela articulação política, havia afirmado que Bolsonaro passaria a receber presidentes de partidos e líderes das bancadas a partir da próxima semana , quando voltará de viagem a Israel. Onyx disse que o governo tem “humildade” para reconhecer que houve erro na relação com o Congresso.

Nos últimos dias, o embate entre a Presidência e a Câmara dos Deputados se acentuou e ampliou a crise que envolve a dificuldade de articulação do Planalto em favor da reforma da Previdência.

A entrevista de Bolsonaro ao programa “Brasil Urgente”, da Band foi gravada por volta das 14h em São Paulo. O presidente iria visitar, na capital paulista, um laboratório de grafeno na Universidade Presbiteriana Mackenzie, mas optou por conhecer o projeto em outro lugar, o Comando Militar do Sudeste depois que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) identificou a ocorrência de protestos em frente à universidade .

À TV, Bolsonaro disse que está fazendo o melhor que pode na articulação política, embora tenha ficado “20 e poucos dias fora de combate”, enquanto se recuperava da cirurgia para reconstrução do aparelho digestivo após o atentado a faca que sofreu em setembro do ano passado.

— É lógico que (a recuperação) atrapalha. Além de não poder ir mais tarde no expediente e tenho que encerrar 18, 19 horas. Então isso atrapalha um pouco — completou.

Ele criticou, ainda, que alguns deputados querem encontrá-lo para pedir indicações de cargos:

— Mas não me venham pedir (indicação na) Cegesp (central de distribuição de alimentos em São Paulo), como alguns pouquíssimos pedem. Daí não dá certo.

Bolsonaro também disse que sua distribuição de ministérios “sem indicação de partidos políticos” dificulta o relacionamento com o Congresso.

— Isso agrava num primeiro momento o contato.

As rusgas com o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) foram lembradas durante a entrevista. Depois de dizer que o deputado está com “problemas pessoais” — Bolsonaro negou que estava se referindo à prisão do ex-ministro Moreira Franco, casado com a sogra de Maia —, o presidente afirmou que “a mão está estendida” para o parlamentar.

Ele negou que a aprovação PEC do Orçamento pela Câmara, nesta terça-feira, tenha sido uma derrota do Executivo, argumentando que os estados são melhores para distribuírem orçamentos do que a União.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Norte/Nordeste há decadas são referencias economicas para o Brasil ne seus esquerdistas fantasiosos???? Prefiro o tal "cara é fraco" como citou Sandro do que esses bandidos Ptistas que so fode com essas duas regiões todo ano. RN com fátima só afunda e vcs clamando pelo PT mais e mais…. #sociedadehipocrita

  2. Não consegue dialogar com 500 pessoas, imagine com os milhões de brasileiros. Até sua base e os militares tão com vergonha desse desgoverno. Tem que comecar a respeitar o cargo que ocupa. E pior que cai na dele. Sem opção, fazer o quê?

    1. brasil desgovernado era quando tinhas só crápulas do PT no governo anterior que passou 12 anos e fez o que de impactante a nação???? Infelizmente, o brasileiro não ler e estuda política e acha que está por dentro de tudo no atual governo. Vergonha nacional!

  3. Apresente pelo menos 3 projetos para o norte-nordeste. Não tem. É um vazio de idéias. Os que tem não são dele, São do Guedes e Moro. Que safra de políticos limitados e dissimulados. O cara é fraco, muito fraco.

    1. Será que ele sabe onde fica o nordeste? Ou chama tudo de norte?
      Nordestinos felizes e sorridentes, gravando dancinha e fazendo arminha, onde estão nesse momento?
      Acredito eu que devem está lendo as informações valiosas que são postadas Pelo Sr. Bolsonaro no seu Twiter.
      E projeto….aaaaa projeto …chama o Guedes….e aproveita chama até a Damares!

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Economia

Guedes: se economizar R$ 800 bi, é reforma; se for R$ 1 tri, é novo regime

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou nesta quarta-feira, 27, que uma economia de R$ 600 bilhões ou R$ 800 na Previdência é uma reforma, mas um projeto aprovado com potência fiscal de R$ 1 trilhão seria a criação de um novo regime. “Não temos muito tempo para salvar isso que está aí, já está capotando”, afirmou.

Ele adotou um tom conciliador para defender a aprovação da reforma. “As pessoas de diversos partidos estão juntas, não somos inimigos. Estamos construindo um País melhor. Vocês estão vendo o que é ter um partido só, olhem a Venezuela”, completou.

Guedes ainda avaliou que a última crise econômica decorreu da “generosidade excessiva” do governo Dilma Rousseff. “O penúltimo governo tinha um coração grande e quebrou tudo de tão generoso. Quebrou a Petrobras, quebrou a Caixa. Para ter o coração grande tem que ser eficiente”, afirmou, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Eu não consigo entender porque tanta gente ainda teima em não reconhecer o óbvio. O Brasil está repleto de problemas de toda ordem. Educação e saúde públicas de péssima qualidade, insegurança generalizada, milhões de desempregados, crescimento econômico pífio, estados e municípios quebrados (sem dinheiro até mesmo para pagar o salário de seus servidores), deficit previdenciário (o do RN é superior a 100 milhões mensais)… E todas essas mazelas após anos e anos de governos de esquerda, tendo a situação se agravado após os 14 anos de PT. Será que não dá prá entender que precisamos enveredar por caminhos diferentes dos que trilhamos até aqui? Por que a teimosia?

  2. O trabalhador nunca quebrou nação nenhuma, não vai ser o Brasil que será. O que quebra o Brasil, é a corrupção, um bando de políticos cheios de benecesses em detrimento de direitos do trabalhador. Este Ministro paulo Guedes, está aí para trabalhar em favor de banqueiros e grandes grupos de previdências privadas, ele já deu o recado, não está em prol da recuperação brasileira, está a serviço da classe dominante do capital. Na hora que ele conseguir aprovar essa maldade contra o trabalhador brasileiro, ele já disse, volta para onde ele estava, ou seja, junto aos grupos dos banqueiros.
    A reforma pode ser até necessária, mas, não da forma como está sendo colocada, fazendo pressão em cima dos pucos direitos da classe trabalhadora e beneficiando a classe de militares que é representada no executivo pelo incompetente do Bolsonaro, além do protecionismo da classe política, onde é que se ver justiça nesta dita reforma, pelo contrário, ela é coberta de injustiça em cima dos já sofrido e injustiçado trabalhador.

    1. Recentemente, assistimos à derrocada da Grécia. Para conseguir superar a enorme crise financeira, tiveram que se submeter a medidas duríssimas. Para evitar a demissão em massa de servidores públicos, tiveram de CORTAR, DIMINUIR seus salários. Não bastou apenas uma reforma do sistema previdenciário. Portanto, é melhor vcs tomarem juízo e aceitarem o óbvio: nada nem ninguém consegue subsistir gastando mais do que tem. Mais cedo ou mais tarde "a conta chega". E quanto mais demorar a agir, mais duras precisarão ser as medidas saneadoras. Fica a dica. Vc não precisa acreditar no que eu postei. Procura na internet e confere.

    2. O trabalhador isso… o trabalhador aquilo… Porém, se dermos uma olhadela no calendário civil brasileiro, ainda que sem maior interesse, veremos o quanto este é crivado de dias "santos", feriados e pontos facultativos. Uma demonstração explícita e inequívoca de quanto o brasileiro é chegado ao trabalho produtivo.

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Política

Rogério Marinho diz que governo não vai tomar a iniciativa de alterar PEC da reforma da Previdência

O secretário-especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta quarta-feira (17) que o governo não vai tomar a iniciativa de alterar o texto da proposta de reforma previdenciária encaminhada em fevereiro ao Congresso Nacional. Ex-deputado, Marinho disse que eventuais mudanças na proposta governista têm que ser feitas pelos próprios parlamentares.

Na terça-feira (26), líderes de 13 partidos se manifestaram contra as mudanças propostas pelo governo Jair Bolsonaro nas regras de pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) – concedido a idosos de baixa renda –, e da aposentadoria rural.

Os 13 partidos são: PSDB, DEM, PP, PR, PRB, PSD, PTB, SD, MDB, Podemos, Cidadania, PROS e Patriota. Juntas, essas bancadas somam 291 dos 513 deputados.

“Não vamos retirar nenhum ponto. Quem tem de retirar ponto, acrescer ponto, modificar ponto é o parlamento. É quem tem essa prerrogativa”, declarou Marinho a jornalistas após participar de audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Segundo o secretário, a missão do governo é de continuar defendendo a reforma previdenciária elaborada pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Sabemos que, na hora em que um número grande de partidos se posiciona contra esse ou aquele item, essa posição regimentalmente vai ser estabelecida por ocasião da apresentação das emendas e votação, no âmbito da comissão especial”, enfatizou.

Ainda de acordo com Rogério Marinho, o governo vai fazer a defesa da proposta encaminhada ao parlamento. “Vai mostrar o porque cada um desses pontos, dentro do processo natural de discussão. E ver o que vai acontecer no final. Vamos conversar. O dialogo é a essência do processo democrático.”

Embora o secretário de Previdência esteja repetindo que o governo pretende defender o texto original da PEC enviado ao Congresso, o próprio presidente Jair Bolsonaro admitiu em fevereiro, durante um café da manhã com jornalistas, rever, entre outros pontos da reforma, a parte que altera o pagamento do BPC e a idade mínima da aposentadoria rural.

BPC e aposentadoria rural

Pela proposta enviada pelo governo, idosos sem meios de se sustentar terão de aguardar até os 70 anos para receber integralmente o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Atualmente, o benefício, no valor de um salário mínimo, é pago mensalmente à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprove não possuir meios de se sustentar, e nem de ter auxílio da família.

O governo propõe o pagamento de um valor menor, de R$ 400, a partir dos 60 anos de idade.

Se o idoso não tiver o tempo mínimo de contribuição para se aposentar pelo regime geral ao atingir 65 anos, ele continuará recebendo R$ 400 até completar 70 anos. A partir dos 70 anos passaria a receber um salário mínimo.

Ainda pelas regras apresentadas pelo governo, trabalhadores rurais, mulheres e homens, passam a ter a mesma idade para aposentadoria: 60 anos. Hoje, as mulheres no campo podem pedir aos 55 e homens, aos 60. O tempo de contribuição mínima passa de 15 para 20 anos.

G1

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