Meio Ambiente

Governo Federal recomenda fiscalização imediada em barragens

O governo federal vai recomendar que os órgãos reguladores do setor de mineração fiscalizem todas as barragens que apresentem risco potencial à vida humana. A recomendação do governo será para que as fiscalizações ocorram imediatamente. A resolução do gabinete de crise será publicada amanhã (29) no Diário Oficial da União.

“O Conselho Ministerial de Supervisão de Respostas a Desastres resolve [recomendar que] realizem imediatamente fiscalização nas barragens sob sua jurisdição, de modo a priorizar aquelas classificadas como possuidoras de ‘dano potencial associado alto’ ou com ‘risco alto'”, diz um trecho do documento.

A resolução foi resultado da reunião ocorrida na tarde de hoje (28) para discutir o desastre ocorrido após o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).

Participaram da reunião os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral), Santos Cruz (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Bento Costa Lima (Minas e Energia) e Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional).

O governo também recomenda a auditoria e revisão nos procedimentos de fiscalização e que os órgãos fiscalizadores avaliem a necessidade de remover instalações de empresas e, consequentemente, seus funcionários, localizados próximo às barragens. Vários funcionários da Vale, empresa responsável pela Mina Córrego do Feijão, trabalhavam em locais próximos a barragem que rompeu, e estão desaparecidos.

O Conselho Ministerial que se reuniu hoje também criou um subcomitê responsável por propor uma revisão e uma atualização da Política Nacional de Segurança de Barragens. A política de segurança também será alvo de discussão na reunião do Conselho de Governo, a ser presidida por Hamilton Mourão, presidente da República em exercício.

Agência Brasil

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Economia

Vale tem que ser preservada, diz diretor da companhia

O diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, defendeu nesta segunda (28) que qualquer solução para os estragos causados pelo rompimento da barragem de Brumadinho (MG) passe pela preservação da companhia.

Ele alegou que cerca de 500 mil famílias, entre trabalhadores e acionistas dependem da empresa.

“Evidentemente, a solução ideal deveria passar pela preservação da saúde financeira da companhia”, afirmou, em entrevista para anunciar medidas de apoio a vítimas do desastre.

Ações judiciais já bloquearam R$ 11,8 bilhões da mineradora, que perdeu R$ 71 bilhões em valor de mercado e teve sua classificação de risco rebaixada pela Fitch após o desastre.

Siani não quis comentar a queda do valor das ações nem a possibilidade de intervenção do governo no comando da empresa, dizendo que a prioridade no momento é o resgate de vítimas e a remediação dos danos ambientais.

“O fato de ações caírem ou subirem é completamente secundário neste momento”, comentou. “O espírito da companhia é que todos os outros assuntos são de menor importância.”

Ele evitou também falar sobre as causas do acidente, que ocorreu pouco mais de três anos após o rompimento de outra barragem em Mariana (MG), que deixou 19 mortos e um rastro de lama que chegou ao Oceano Atlântico.

Em nenhum dos casos, o sistema de monitoramento preventivo da companhia detectou risco de colapso das barragens. “Temos que contratar especialistas para entender por que o monitoramento não funcionou”, disse o diretor da mineradora.

Nesta segunda, a Vale anunciou a suspensão de pagamento de dividendos para acionistas e de bônus para executivos, além da criação de dois comitês independentes para investigar o acidente e a segurança das barragens.

Siani disse que a decisão sobre os dividendos era “óbvia” e que a criação dos comitês tem o objetivo de dar maior independência ao grupo que vai apurar os fatos.

Segundo ele, em comum nos dois casos está o fato de serem barragens com altamente a montante, tecnologia que não é mais usada pela empresa. Siani disse que a Vale planeja um “plano robusto” de investimentos para melhorar a segurança das barragens.

“Mesmo essas barragens antigas e desativadas, como foi o caso dessa, vão passar por investimentos significativos para zerar o risco”, afirmou.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. A vida! Qual a importância? Este diretor tem que ser o primeiro a ser preso. Falar que temos que contratar empresas que realmente avisem do perigo, é assinar sua sentença. Que absurdo!

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Política

Maia fecha acordo com PP, MDB e PTB e praticamente garante reeleição na Câmara

Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), conseguiu desfazer o único bloco que ameaçava sua reeleição no comando da Casa. Ele fechou, nesta segunda (28), um acordo com dirigentes do PP e do MDB.

Com isso, o democrata liquida as chances de essas três siglas fecharem uma aliança com a esquerda na tentativa de, ao menos, jogar a disputa para o segundo turno.

Folhapress

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Polícia

Pai é detido por levar bebê para motel junto com outro homem

O pai de um bebê de 11 meses foi detido no domingo (27) por levar o filho para um motel em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, acompanhado de outro homem. Segundo a Polícia Civil, uma equipe do Conselho Tutelar foi acionada e ficou responsável pela criança.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande.

A criança foi localizada após a denúncia de uma das funcionárias do estabelecimento. À polícia, ela disse que ouviu o choro do bebê em um dos quartos. Após chegarem no local, os policiais encontraram o bebê que estava com dois homens, de 32 e 24 anos.

O mais velho alegou aos policiais que seria o pai da criança.

Na delegacia, ele disse que a mãe do bebê estaria em uma viagem a Nobres, a 151 km de Cuiabá, e que foi ao motel para ter relação sexual com o outro homem.

De acordo com a Polícia Civil, o pai do bebê pode responder, ao final da investigação, aos crimes previsto no artigo 218 e 217-A, respectivamente, de ter ato libidinoso na presença de criança ou adolescente ou estupro de vulnerável, caso se comprove que a criança foi tocada.

Testemunhas devem ser intimadas para depôr sobre a ocorrência. As datas dos depoimentos e quem deve ser ouvido, entretanto, não foram divulgados.

Ainda segundo a polícia, a eventual situação de risco e exposição da criança devem ser apuradas pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público.

G1

Opinião dos leitores

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Economia

Vale perde R$ 71 bilhões em valor de mercado após rompimento de barragem

A Bolsa de São Paulo chegou a perder quase 3 mil pontos nesta segunda-feira, 28, e bateu no nível dos 94 mil pontos com a forte queda nas ações da Vale e da Bradespar, empresa do Bradesco que tem como maior participação papéis da mineradora. As ações ordinárias das duas companhias perdiam mais de 20% logo no início de pregão, repercutindo a tragédia em Brumadinho (MG), no primeiro dia de sessão após o ocorrido. Ao fim dos negócios, a Vale perdeu R$ 71 bilhões em valor de mercado. Na quinta-feira, 24, a companhia valia R$ 289,767 bilhões na Bolsa. Nesta segunda, acabou o pregão valendo R$ 218,706 bilhões.

As ações ordinárias da Vale terminaram o dia em baixa de 24,52%, a R$ 42,38, enquanto as preferenciais da Bradespar caíram 24,49%, a R$ 26,43. O Ibovespa encerrou em queda de 2,29%, aos 95.443,88 pontos.

A Vale ON – que responde por 10,9% da carteira do Ibovespa – é de longe a mais negociada entre as ações do índice. A segunda ação mais negociada é a ON da Bradespar, empresa do Bradesco que tem como maior participação a Vale.

O rompimento da barragem eleva a percepção de risco em torno da mineradora e deve continuar pressionando as ações da companhia por um tempo, ainda que do ponto de vista econômico o impacto das operações locais seja de menos de 2% da produção total da Vale. Segundo os analistas dos bancos Bradesco BBI e BTG Pactual, a crise criada pode trazer restrições mais severas às operações de outras minas, elevando os custos do setor e comprometendo potencialmente a produção de minério.

Os dois bancos destacaram que o impacto ambiental do rompimento da barragem parece menor do que o caso da Samarco, o que poderia se converter em menores multas. Entretanto, o aspecto humano tem pesado nas projeções, uma vez que o número de mortos até agora já superou em muito o caso de 2015, sem contar as centenas de pessoas ainda desaparecidas.

Segundo os analistas Leonardo Correa e Gerard Roure, do BTG, o segundo rompimento de barragens ligado à empresa em poucos anos coloca pressão adicional por parte da sociedade sobre a Vale. “A questão agora parece ser: podemos utilizar as barragens de rejeito com segurança, especialmente as próximas das comunidades?”, escreveram. Diante do cenário, a regulamentação tende a ser muito severa no País, potencialmente tendo efeito sobre projetos e operações já existentes.

O banco ainda colocou em xeque a própria retomada das operações da Samarco depois deste rompimento. “Essa tragédia vai claramente elevar o escrutínio regulatório no País, o que pode ter implicações futuras na retomada das operações da Samarco”. A estimativa era de que as operações da empresa pudessem ser retomadas em meados de 2020.

Na mesma direção, o Bradesco BBI ponderou as dificuldades de se calcular o impacto. “Embora não acreditemos que o impacto final do acidente vá superar o caso da Samarco (US$ 10 bilhões, ou US$ 0,50 por ação), nós achamos que o desempenho das ações podem ser prejudicados no curto prazo, à medida que o fluxo de notícias sobre possíveis multas e custos se intensificam”, escreveram os analistas Thiago Lofiego, Arthur Suelotto e Isabella Vasconcelos Eles salientaram a sólida posição de alavancagem da empresa, o que implicaria pouco dano do ponto de vista do balanço patrimonial.

Segundo o Bradesco, os impactos sobre o mercado de minério ainda vão depender de outras minas do Sul e do sistema do Sudoeste serem parados para inspeções. “Se o impacto da produção for limitado apenas à mina de Feijão, o acidente representaria apenas 0,6% do mercado transoceânico”, destacaram.

O impacto sobre o valor de mercado da mineradora divide analistas. Há quem entenda que o efeito no negócio da Vale será limitado. Os profissionais destacam que a produção local corresponde a menos de 2% da produção total da Vale, portanto, do ponto de vista estritamente operacional, o impacto do rompimento seria pequeno. “A capacidade ociosa em outras minas permite o remanejamento da operação”, comentaram os analistas da Coinvalores, em relatório assinado por Sandra Peres, Felipe Martins Silveira e Sabrina Cassiano.

Eles salientam, porém, que “além de novos impactos financeiros potenciais, mudanças regulatórias também ficam no radar, com a possibilidade de exigências mais rígidas quanto à licença para novas barragens e minas”. Eles sugerem que as ações da Vale devem ficar pressionadas até que todos os potenciais impactos possam ser mensurados de forma mais clara.

“No curto prazo, os papéis da mineradora deverão continuar pressionados, reflexo dos danos de imagem à companhia e provisões para pagamento de multas e indenizações”, disseram os profissionais da Guide, que também sugerem que o rompimento da barragem poderá atrasar as concessões e licenças ambientais nas operações Brasil. “Há também o risco de novos processos de investidores nos EUA e rebaixamento de agências de risco”, acrescentaram. A casa lembra que, apesar de decisões judiciais que levaram ao bloqueio de R$ 11 bilhões, a Vale possui fôlego financeiro, já que contava com um caixa próximo de cerca de R$ 23 bilhões ao fim do terceiro trimestre.

Paciência

Para a gestora Alaska, se os preços continuarem despencando e nenhuma maior surpresa negativa surgir, a estratégia é comprar mais e aumentar a exposição aos papéis da mineradora, segundo Henrique Bredda, gestor da Alaska, que tem entre 7% e 8% de exposição à mineradora.

“Acreditamos que o mercado vai continuar nervoso por mais algum tempo. No momento, não vamos fazer nada. Vamos manter nossa posição e avaliar. Queremos entender o impacto do rompimento”, afirmou Bredda. “Se o papel continuar nesse nível de preço ou cair mais e se não surgir nenhuma informação adicional, uma megamulta, novo bloqueio, poderemos aumentar a posição para algo entre 10% e 11% do fundo Black”, disse o gestor.

O analista-chefe da Necton, Glauco Legat, disse que não recomendaria a venda das ações da companhia tendo em vista o baixo impacto do rompimento na produção de minério de ferro da companhia, e o fato de que há capacidade ociosa. Além disso, aponta que o sistema logístico, que interliga a Ferrovia Espírito Santo – Minas Gerais, aparentemente não foi interrompido e o escoamento da produção segue intacto.

Adicionalmente, Legat citou que a Samarco levou a Vale a provisionar US$ 2,7 bilhões de potenciais ressarcimentos, pagamento que se dará no prazo de 12 anos (até 2028), e que o minério de ferro futuro subiu hoje 2,77%.

Mercado externo

As ADRs (American Depositary Receipt) – recibos de ações através dos quais empresas não sediadas nos Estados Unidos podem negociar seus papéis no mercado norte americano – abriram em forte queda em Nova York, depois de ter recuo expressivo também durante os negócios do pré-mercado. Após cair 8% na sexta, elas recuaram mais 17% nesta segunda-feira.

Renda fixa

Os bônus dos títulos de renda fixa da Vale operam em forte queda nesta segunda-feira no mercado secundário. O bônus com vencimento em 2026 recuava 6,4% e era negociado a 102% do valor de face, ante 109,8% do encerramento da sexta-feira. O bônus para 2042 tinha queda ainda maior, de 7,2%, e operava em 95% do valor de face. Na sexta, dia do acidente, o título encerrou o dia em 102,5% do valor de face.

Ainda entre os títulos de renda fixa da Vale, o eurobond para 2023 era negociado a 107,8% do valor de face, ante 109,6% da sexta-feira, uma queda recorde para o papel, segundo um gestor.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. teria saído mais barato fazer a barragem do jeito certo, mas brasileiro é burro, só quer ser ESPERTO

    1. Falou tudo amigo!!! Brasileiro sempre acha que usando da esperteza tá ganhando, onde na verdade tá perdendo e, muitas vezes, fazendo os outros perderem também, sem culpa nenhuma, como nesse caso da Brumadinho!

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Diversos

Autoridades confirmam 65 mortos em desastre em Brumadinho

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais atualizou para 65 o número de mortos confirmados no rompimento da barragem de Brumadinho (MG). São 279 desaparecidos, ainda segundo a corporação. Entre os mortos, são 31 vítimas identificadas.

Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, da Defesa Civil, 386 pessoas foram localizadas pelas equipes de resgate na região de Brumadinho (MG).

Os dados são da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil.

Segundo o tenente Pedro Aihara, do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, o número de mortos confirmados provavelmente deve aumentar na terça-feira, 29. De acordo com o tenente, há locais em que o trabalho de recuperação de corpos já iniciou e deve ser concluído na terça.

Estadão Conteúdo

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Economia

Dívida bruta deverá encerrar o ano em 78,2% do PIB, estima Tesouro

Depois de estourar a projeção para o ano passado, a dívida bruta do governo geral, indicador que inclui tanto a dívida federal, a dos estados e as operações compromissadas, deverá encerrar 2019 em 78,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). A estimativa consta do Plano Anual de Financiamento (PAF) para a dívida pública em 2019, apresentado hoje (28) pelo Tesouro Nacional.

Elaborada pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, a projeção leva em conta crescimento de 2,5% do PIB, inflação oficial de 3,9% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e taxa Selic – juros básicos da economia – de 7% ao ano no fim de 2019. O cenário também leva em consideração a aprovação do texto atual da reforma da Previdência que tramita no Congresso e a manutenção do cronograma de privatizações e concessões divulgado no fim do ano passado.

Por esse cenário base, a dívida bruta continuaria a crescer até 2022, quanto atingiria 80,6% do PIB e começaria a cair lentamente no ano seguinte até fechar 2027 em 74,3% do PIB. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, no entanto, disse que as estimativas podem ser melhores ou piores, dependendo da capacidade do governo de cumprir com o ajuste fiscal.

“Esse cenário [da SPE] está em linha com as previsões do mercado divulgadas no boletim Focus do Banco Central [pesquisa semanal com instituições financeiras]. Hoje, o mercado faz a conta da emenda aglutinativa da reforma da Previdência que está no Congresso, mas, caso ela seja aprovada mais rápido que o previsto, e a gente tenha um cenário mais rápido de privatização e de concessões, com outras reformas estruturais que aumentem o crescimento potencial da economia, a dívida bruta poderá crescer menos”, afirmou Almeida.

O PAF de 2018 originalmente projetava que a dívida bruta encerraria o ano passado em 74,8% do PIB. Com base nos dados registrados até novembro, a SPE agora estima que o indicador tenha fechado 2018 em 77,3% do PIB.

Mesmo com um eventual sucesso da agenda de reformas do atual governo, o secretário do Tesouro disse que o Brasil enfrenta um desafio imenso para reequilibrar as contas públicas, com um nível de endividamento ainda considerado alto em relação a economias semelhantes. “Se olharmos para outros países emergentes, uma dívida bruta próxima de 80% do PIB é muito alta. No Brasil, o serviço da dívida [juros e encargos] é muito mais alto que o de economias avançadas, então, esse “endividamento precisa ser contido”, declarou.

Agência Brasil

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Educação

Sisu tem 1,8 milhão de estudantes inscritos

Cerca da metade dos estudantes que poderiam participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) não se inscreveu no programa, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Ao todo, o Sisu registrou 1.823.871 inscritos, o que representa 51% dos cerca de 3,5 milhões de candidatos que preenchiam os critérios para concorrer às vagas em instituições públicas do ensino superior. Para participar do Sisu, era preciso ter feito o Enem 2018 e ter obtido nota acima de 0 na prova de redação.

O número de inscritos deste ano é também o menor desde 2012, quando 1.757.399 candidatos se inscreveram no programa. No ano passado, na primeira edição do ano, o total ficou em 2.117.908. Nos últimos anos, o número de participantes do Enem também apresentou queda. Em 2018, foram 4,1 milhões contra 4,7 milhões em 2017.

Os resultados do Sisu foram divulgados hoje (28) e estão disponíveis na página do programa na internet e pelo aplicativo.

Segundo o MEC, o percentual de participantes dentre os que estavam aptos a se inscrever no programa é “compatível com a média das edições anteriores”. A pasta diz ainda que as dificuldades de acesso ao sistema, sobretudo nos primeiros dias de inscrição, não impediram a participação dos estudantes. “A decisão do MEC em prorrogar as inscrições trouxe tranquilidade ao processo, garantindo que todos os candidatos tivessem a oportunidade de fazer a seleção, não havendo prejuízo a nenhum estudante”, diz o ministério em nota.

Matrículas

Aqueles que foram selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino, no período de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Os estudantes devem ficar atentos aos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.

Quem não foi selecionado pode ainda participar da lista de espera. A adesão pode ser feita na página do Sisu, a partir desta terça-feira (29), até o dia 5 de fevereiro. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país.

Agência Brasil

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Política

Maduro ‘já está derrotado’, diz Guaidó em entrevista a TV

Em entrevista à emissora espanhola TVE, Juan Guaidó afirmou que Nicolás Maduro e seus aliados “já estão derrotados”, informa a agência de notícias Efe.

O presidente da Assembleia Nacional disse ainda que hoje Maduro é “sustentado somente pelas armas, como em qualquer sequestro de banco”, e pediu uma manifestação mais clara da União Europeia contra o ditador.

O Antagonista

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Diversos

Crea-RN instala comissão para visitar barragens

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) vai criar uma comissão multidisciplinar para visitar as barragens e elaborar um relatório sobre a situação atual dos reservatórios. A comissão será formada por conselheiros e será criada, nesta segunda-feira (28), durante a Plenária nº 678, primeira do ano.

Desde o início de 2018 o Crea-RN encaminhou ofício a todos os órgãos de infraestrutura solicitando o Plano de Manutenção de Obras, não apenas de barragens, mas de equipamentos de engenharia que exigem atenção permanente como é o caso de pontes, viadutos, passarelas e rodovias construídas no RN. As solicitações foram enviadas ao DER, DNIT, SEMARH, SEMOV, SEMSUR e SEMURB.

Em relação às barragens, o Crea-RN não recebeu resposta acerca da existência do referido Plano de Manutenção. “A engenharia projeta estruturas para durar longos períodos, desde que haja conservação adequada. É preciso que o poder público dê prioridade a esse assunto”, alerta a presidente do Crea-RN, Ana Adalgisa Dias Paulino.

Opinião dos leitores

  1. As principais barragens do Estado foram construídas pelo DNOCS, a começar pela Armando Gonçalves em Assu. A manutenção desses equipamentos não existe. A sorte, ou azar é que elas estão quase sempre bem abaixo de um volume razoável.

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Diversos

Mineração representa 60% da arrecadação de Brumadinho

Foto: Presidência da República/Divulgação

A cidade de Brumadinho (MG), atingida na sexta-feira (25) pela tragédia do rompimento da Barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, da mineradora Vale, que deixou pelo menos 60 mortos, tem sua economia dependente dos royalties da mineração, chamado de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem).

A arrecadação está prevista na Constituição Federal e é fiscalizada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O município de onde são extraídas as riquezas minerais faz juz a 65% do valor arrecadado com o Cfem, de acordo com a Lei nº 8.001, de 13 de março de 1990, alterada pela Lei nº 13.661, de 2018.

Em entrevista coletiva dada ontem (27), o prefeito de Brumadinho, Avimar de Melo Barcelos, disse que a cidade “vive do minério”, sendo a Vale responsável por 65% do Cfem do município, de um total aproximado de R$ 5 milhões por mês. “Cerca de 60% ou mais um pouquinho da arrecadação nossa advém do Cfem do minério. E o Cfem a maior parte é da Vale”. Segundo ele, se o pagamento da compensação for interrompida por causa da tragédia, a cidade “vai parar”.

“Vai parar o comércio, vai parar quase tudo na cidade. Nós temos hoje 26 PSF [Posto de Saúde da Família], temos hospital, UPA [Unidade de Pronto-Atendimento], temos as escolas, que nós dar o material escolar tudo de primeria qualidade, nós não vamos ter como atender isso mais. Infelizmente essa é a realidade e a gente vai cobrar da Vale”, disse.

Barcelos disse que vai cobrar da Vale as responsabilidades pela tragédia e que a empresa não interrompa o pagamento do Cfem, apesar das atividades de mineração da empresa na cidade estarem suspensas.

“Nós vamos inclusive exigir da Vale que ela pague todos os funcionários, porque lá tem três turnos e só estava trabalhando um. Mesmo os funcionarios trabalhando ou não ela vai ter que pagar a todos. Vai ter que dar um jeito de pagar o nosso Cfem, mesmo não operando, porque foi tudo erro dela que a mineração estourou, não foi erro nosso. A cidade não pode parar, a Vale vai ter que bancar isso daí tudo”, disse.

Segundo Barcelos, a Vale opera na cidade há 30 anos e tem quase mil funcionários em Brumadinho. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população da cidade é de 39.520 pessoas, sendo 8.783 delas ocupadas. Ou seja, a Vale é responsável por cerca de 11% dos empregos de Brumadinho.

Na economia, o IBGE aponta que em 2017 as receitas realizadas do município chegaram a R$ 175 milhões, uma média de R$ 14,5 milhões por mês. A prefeitura multou a Vale em R$ 100 milhões.

Em função da tragédia, a prefeitura decretou luto oficial, não havendo expediente no dia de hoje (28), além de cancelar um evento que faria esta semana sobre regularização fundiária e suspender o processo seletivo que estava em andamento para a educação municipal.

Agência Brasil

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Jornalismo

Jornalista brasileiro foi retido e interrogado em quartel na Venezuela por duas horas, e liberado sob ameaças

Rodrigo Lopes, do jornal gaúcho Zero Hora, ficou retido em uma unidade militar na Venezuela por duas horas na última sexta-feira (25), registra a Folha.

Ele estava cobrindo um ato de apoiadores do ditador Nicolás Maduro quando foi abordado por um homem não identificado. Levado à unidade militar, teve o passaporte e o celular apreendidos, foi interrogado e impedido de ligar para a embaixada.

Ao ser liberado, Lopes recebeu de volta o celular e o passaporte, mas foi ameaçado pelo homem em trajes civis que o escoltava, que tirou fotos de seu rosto.

“Agora, o senhor está fichado conosco, conhecemos tua cara e sabemos onde escreves. Se te pegarmos novamente, tu vais ser preso e responderá processo segundo as leis venezuelanas”, disse o homem.

Lopes já voltou ao Brasil. O Grupo RBS, que edita a Zero Hora, decidiu retirá-lo da Venezuela, “uma vez que não havia mais condições mínimas de segurança”.

Com informações de O Antagonista e Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. Essa é a democracia elogiada pelo PT.
    Só lembrar, a Gleisi presidente do partido prestigiou a última posse do Podre. E crítico o Bolsonaro por ter desconvidado o ditador pra posse no Brasil.
    Só pra ficar claro quem defende ditadura e quem ameaça a democracia.

  2. Foi mesmo? Jornalista foi pra lá fazer cobertura dos apoiadores de Maduro e ainda levou essa.? Acho pouco. Jornalista de esquerda tem que provar do próprio veneno.

    1. Há uma diferença entre cobrir um evento e apoiar esse evento. Se o Filipe Moura Brasil ou o Rodrigo Constantino cobrirem um evento do PT significa que apatias o partido?

  3. Ainda tem IMBECIL que defende essa ditadura …os PTralhas deveriam se mudar para a miserável Venezuela…há mas antes leve uma pá para revirar o lixo para ter oque comer

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Política

FOTO: TRE-RN diploma Sandro Pimentel

Foto: Divulgação

O candidato eleito ao cargo de Deputado Estadual, Sandro Pimentel (PSOL), foi diplomado hoje à tarde pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte. O diploma foi entregue pelo desembargador Glauber Rêgo, presidente do TRE e pelo juiz Gustavo Smith, membro da Corte Eleitoral. “Com a diplomação do deputado Sandro a Justiça Eleitoral encerra o processo da eleição 2018. Agora o TRE-RN se dedica a análise de Ações de Investigação Judicial Eleitoral e de outras Representações referentes às últimas eleições ”, disse o presidente.

Com a diplomação, Sandro Pimentel poderá tomar posse no dia 01 de fevereiro de 2019 como deputado estadual, mas o processo segue para análise do mérito e posterior julgamento das irregularidades identificadas.

Histórico

Na semana passada o TRE-RN não referendou a liminar proferida pela juíza auxiliar, Adriana Magalhães, que impedia o candidato de ser diplomado e, consequentemente, empossado. O voto do relator, juiz Federal Francisco Glauber, manteve a decisão. A decisão liminar tomada em 18 de dezembro de 2018 se deu em virtude de irregularidades encontradas nas prestações de contas referentes à última eleição geral. Apesar das questões processuais discutidas, as quais levaram ao não conhecimento do agravo regimental, os membros da Corte concluíram que, nesse caso, a medida liminar não é capaz de sobressair ao voto popular.

Opinião dos leitores

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Clima

Emparn registrou mais um fim de semana de boas chuvas no interior; veja boletim pluviométrico em municípios

Reprodução: Emparn

Emparn registrou mais um fim de semana de boas chuvas no interior do RN. No balanço do fim de semana, Jucurutu mais uma vez registrou um bom volume, 98 milímetros, somando o que choveu durante o mês de janeiro o volume é de 331mm, em 2018 o volume de chuva em Jucurutu durante todo o mês janeiro foi de 27,7mm.

O boletim completo está disponível no site da Emparn você pode conferir abaixo:

Período das 7:00hs de 25/01/2019 às 7:00hs de 28/01/2019

MESORREGIÃO OESTE POTIGUAR

Jucurutu(Emater) 98,0
Umarizal(Fazenda Camponesa(partic)) 55,2
Severiano Melo(Prefeitura) 45,0
Pau Dos Ferros(Particular) 40,0
Olho D’agua Dos Borges(Particular) 33,5
Patu(Particular) 28,0
Parau(Prefeitura) 27,0
Janduis(Emater) 22,0
Rafael Godeiro(Emater) 20,6
Dr. Severiano(Emater) 17,5
Rodolfo Fernandes(Prefeitura) 16,0
Caraubas(Particular) 10,7
Encanto(Prefeitura) 10,0
Itaja(Emater) 10,0
Campo Grande(Particular 2) 9,5
Sao Rafael(Emater) 8,9
Lucrecia(Emater) 8,6
Upanema(Prefeitura) 7,5
Apodi(Prefeitura) 7,0
Sao Rafael(Particular Ii) 5,9
Martins(Particular) 5,0
Sao Francisco Do Oeste(Prefeitura) 5,0
Campo Grande(Particular) 3,5
Francisco Dantas(Emater) 3,0
Agua Nova(Prefeitura) 2,5

CENTRAL POTIGUAR

Sao Vicente(Emater(ex-particular)) 61,0
Sao Jose Do Serido(Associacao Usuarios Agua) 33,0
Cerro Cora(Emater) 28,8
Florania(Sitio Jucuri) 25,6
Fernando Pedroza(Emater) 23,0
Jardim Do Serido(Emater/passagem) 14,3
Angicos(Prefeitura) 12,3
Timbauba Dos Batistas(Prefeitura-fz. Timbauba) 10,0
Santana Do Serido(Emater) 9,5
Sao Joao Do Sabugi(Emater) 4,5
Cruzeta(Base Fisica Da Emparn) 3,6
Caico(Acude Itans) 2,4
Santana Do Matos(Emater) 2,0
Sao Fernando(Emater) 1,9

AGRESTE POTIGUAR

Boa Saude(Emater) 33,0
Jacana(Emater) 24,4
Coronel Ezequiel(Particular) 17,5
Rui Barbosa(Emater) 11,6
Barcelona(Particular) 8,2
Nova Cruz(Emater) 7,0
Monte Das Gameleiras(Emater) 6,0
Monte Alegre(Emater) 3,0
Parazinho(Emater – Ex-particular) 1,5
Japi(Particular) 1,0

LESTE POTIGUAR

Baia Formosa(Destilaria Vale Verde) 28,6
Montanhas(Prefeitura) 20,3
Goianinha(Emater) 14,8
Natal 10,1
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 2,9
Espirito Santo(Prefeitura) 2,9

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Judiciário

Beach Park é condenado por funcionário que cometia assédio sexual

A 2ª turma do TRT da 7ª região manteve sentença que condenou o Beach Park ao pagamento de R$ 30 mil, por danos morais, a uma ex-funcionária que foi vítima de assédio sexual. Para o colegiado, a empresa foi indiferente frente à vivenciada pela trabalhadora.

A mulher ajuizou ação contra o Beach Park após sucessivas tentativas extrajudiciais de solucionar o problema de assédio sexual que vinha sofrendo de seu supervisor. A trabalhadora procurou assistente social do parque, o sindicato da categoria e a gerência de Recursos Humanos da empresa. Disse que foi informada pela gerência que nada poderia ser feito para ajudá-la, pois o acusado era muito antigo na empresa. Quatro meses depois, a trabalhadora foi dispensada sem justa causa.

Em 1º grau, a empresa foi condenada ao pagamento de danos morais em R$ 30 mil. O juízo singular considerou o depoimento das testemunhas e verificou que uma delas também relatava ter sido vítima de assédio sexual por parte do mesmo funcionário. Diante da decisão, a empresa recorreu alegando que não houve conduta ilícita de seu representante.

Ao analisar o caso, o desembargador Francisco José Gomes da Silva entendeu que, diante do conjunto probatório e levando em conta os depoimentos testemunhais, existem elementos suficientes a caracterizar a violência moral sofrida pela trabalhadora em seu ambiente de trabalho.

O relator reconheceu que a empresa se omitiu ao não punir seu funcionário e foi indiferente à situação vivenciada pela trabalhadora. “Conforme se pode depreender, sobressai indubitável a insensibilidade e indiferença por parte da empresa demandada diante da situação vivenciada pela obreira demandante”.

Assim, a 2ª turma manteve a sentença e negou provimento ao recurso.

Processo: 0000386-78.2018.5.7.0034
Migalhas

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Política

Bolsonaro está consciente e sem dor após cirurgia, diz boletim médico; leia íntegra do comunicado do Hospital Albert Einstein

Reprodução: TV Globo/Redes sociais

O presidente Jair Bolsonaro encontra-se internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Israelita Albert Einstein após passar por uma cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia. O procedimento teve duração de sete horas.

De acordo com o boletim médico divulgado no final da tarde desta segunda-feira (28), Bolsonaro está clinicamente estável, consciente e sem dor.

A equipe que acompanha o presidente realiza apenas medidas de suporte clínico para prevenir infecções e trombose venosa profunda.

O vice-presidente Hamilton Mourão assume o exercício da Presidência por 48 horas enquanto Bolsonaro se recupera da cirurgia. A expectativa é que, depois deste prazo, Bolsonaro deve reassumir as funções do cargo e despachar do hospital.

Confira a íntegra o comunicado do Hospital Albert Einstein:

“O excelentíssimo Presidente da República, Jair Bolsonaro, foi submetido, nesta manhã, à cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal e extensa lise de aderências decorrentes das duas cirurgias anteriores. Foi realizada anastomose do íleo com o cólon transverso, que é a união do intestino delgado com o intestino grosso. O procedimento teve duração de 7 horas, ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue. No momento, o paciente encontra-se, na Unidade de Terapia Intensiva, clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda.

Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião
Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista
Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein”

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Não gosto dele, mas graças a Deus que correu tudo bem. Espero que a recuperação seja excelente! Deus abençoe esse cabeção.

    1. Entendi…prefere um ladrao condenado Lula ?

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