Economia

TRF-1 avalia ação em que Ministério Público cobra impostos da Igreja Universal

O TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) coloca em pauta, nesta segunda-feira (28), o julgamento da competência do Ministério Público Federal (MPF) de propor uma ação civil pública contra a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd).

CORPO…

Na ação, aberta em 2006, o MPF questiona a “imunidade tributária” alegada pela igreja para o não pagamento de impostos referentes aos períodos-base de 1991 a 1994, cujo total calculado pela procuradoria chega a R$ 98,3 milhões.

… FECHADO

O Ministério Público aponta que, na época, auditores fiscais da Receita Federal em SP “desconsideraram a imunidade tributária da entidade” para cobrar tributos como PIS e Imposto de Renda.

PASSADO

“Inconformada com a decisão” a Iurd interpôs recurso, diz o texto. Após avaliação do então Conselho de Contribuintes, hoje o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (​Carf), a dívida da entidade foi reduzida em quase R$ 92 milhões —valor cobrado pelo MPF, que alega “defesa do patrimônio público lesado”.

NÃO PODE

A Iurd diz que “o pedido do MPF contraria julgamentos do Superior Tribunal de Justiça”. “O MPF não pode cobrar na Justiça impostos, pois existe um órgão público com esta função, a Receita Federal”, afirma a instituição.

MÔNICA BERGAMO / FOLHA

Opinião dos leitores

  1. Não mais que justo…tem que cobrar mesmo impostos das igrejas, pois religião ta se tornando comercio.

  2. Tem que botar quente, é notório o uso da igreja para lavar dinheiro, vide os preços pagos pela igreja para usar a grade a record, que é da própria igreja…

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Política

Queiroz indicou sete funcionários para o Gabinete de Flávio Bolsonaro

Pivô da crise que atingiu o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz foi o responsável pela nomeação de pelo menos sete funcionários do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio.

A influência de Queiroz beneficiou a própria família e ajudou a estabelecer ligações com o entorno do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega — seu amigo dos tempos de 18º BPM, conforme admitiu nesta semana.

Adriano é apontado pelo MP como líder do grupo paramilitar que controla a comunidade de Rio das Pedras e principal articulador do Escritório do Crime, que reúne matadores de aluguel. Ele foi um dos alvos da Operação Os Intocáveis, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e pela Polícia Civil, e encontra-se foragido.

A primeira nomeação na conta do ex-assessor, que atuava como motorista e segurança de Flávio Bolsonaro, foi a de Márcio da Silva Gerbatim, em maio de 2007 — menos de dois meses depois da chegada de Queiroz à equipe de Flávio. Márcio é ex-marido da atual mulher de Queiroz, Marcia Aguiar, também indicada por ele para o gabinete.

Apadrinhados

Em setembro de 2007, Queiroz emplacou mais dois nomes na Alerj. No dia 6, Danielle Mendonça da Costa Nóbrega, mulher de Adriano, passou a trabalhar no gabinete de Flávio. Raimunda Veras Magalhães, mãe de Adriano, também ocupou cargos ligados a Flávio entre março de 2015 e novembro do ano passado. Antes de ir para o gabinete do senador eleito, Raimunda esteve lotada na liderança do PP — partido do senador eleito naquele momento.

Em 20 de setembro de 2007, foi a vez de Nathália Melo de Queiroz, filha do ex-assessor, que ocupou inicialmente um posto na liderança do PP.

Nathália passou por vários cargos até deixar a Alerj em dezembro de 2016 — abandonando uma função no gabinete de Flávio para assumir um lugar na equipe de Jair Bolsonaro, na Câmara dos Deputados. Em seu lugar, Queiroz indicou sua outra filha, Evelyn Melo de Queiroz, para o mesmo cargo.

Na retaguarda

O ex-assessor ainda conseguiu espaço para a enteada, Evelyn Mayara de Aguiar Gerbatim, nomeada em agosto de 2017. Ela permanece no cargo até hoje.

Se demonstrava poder na montagem do gabinete, Queiroz era discreto da porta para fora. No dia a dia da Alerj, não costumava acompanhar Flávio em reuniões e não frequentava o plenário — onde ocorrem as votações da Casa.

Sua presença, porém, era notada fora da Alerj, onde sempre estava perto de Flávio. O ex-assessor chegou a impedir um assalto na porta da Assembleia.

— Há cerca de um ano, o Flávio estava chegando à Alerj e um sujeito assaltou uma mulher na Rua da Assembleia. O Queiroz saltou do carro e correu atrás do assaltante. Tiros foram disparados, e o cara foi detido. Não sei se foi o Queiroz que atirou — lembra um deputado.

Queiroz era presença constante entre a sede da Alerj e o prédio anexo, nos fundos, onde ficam os gabinetes dos parlamentares. Segundo uma funcionária da casa, ele costumava aguardar a saída do chefe.

— Estava sempre ali por baixo. Ficava perto do Flávio quando ele entrava ou saía da Assembleia —afirma uma funcionária da Alerj.

Um assessor parlamentar lembra de ver Queiroz na agência do banco Itaú na Alerj — onde parte significativa de sua movimentação flagrada pelo Coaf foi feita. No mesmo local foram feitos os 48 depósitos de R$ 2 mil na conta de Flávio Bolsonaro.

— Fiquei na fila do caixa e ele estava do lado conversando com os seguranças, demonstrando intimidade —conta o funcionário.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. E apois… Um menino tão bonzinho. Como é que pode. Falar de um santo desse que não precisa nem de asas pra voar. Que injustiça…

  2. Que pena que para atacar bozonaro Atacam um garoto. Palavras do presidente. Kkkkkkkkkkkkkkk
    Quando era o filho do outro o que tem nove dedos barbudo, o mundo parecia que ia se acabar.
    Onde estão os revoltosos patrióticos batedores de panelas e ocupadores das avenidas?

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Política

Governadores eleitos com discurso de renovação começam a aderir a práticas que lembram o passado

Impulsionados pela onda de renovação que marcou as eleições de 2018, sete dos 27 governadores chegaram ao poder sem nenhuma experiência prévia na política. Sob a promessa de representar “o novo”, derrotaram sobrenomes de peso e surpreenderam institutos de pesquisa. Todos, com exceção de Ibaneis Rocha (MDB-DF), tiveram em comum o apoio ao presidente Jair Bolsonaro no primeiro turno. A exemplo da administração federal, o primeiro mês desses governos foi marcado por recuos e falta de intimidade com a máquina pública. E alguns deles se aproximaram do que chamam de velha política.

Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), despontou na eleição depois de manifestar apoio a Bolsonaro no debate da TV Globo, às vésperas do primeiro turno. Com uma agenda de choque de gestão, defendida durante a campanha, Zema inaugurou seu mandato com 6 mil demissões que causaram entraves à máquina, levando-o a readmitir temporariamente pelo menos 800 pessoas. Em outro momento controverso, foi criticado por ter usado um avião do governo para visitar Bolsonaro em Brasília, descumprindo uma promessa.

Sem experiência política prévia e herdeiro de uma rede de lojas mineiras, Zema, diante do desafio de gerir um dos maiores estados do país, convocou o ex-prefeito de Juiz de Fora Custódio de Mattos (PSDB) para a Secretaria de Governo. Ele foi secretário de Desenvolvimento Social do tucano Aécio Neves entre 2007 e 2008. Outro quadro aproveitado de gestões anteriores, embora técnico, foi Germano Vieira. Secretário de Meio Ambiente de Fernando Pimentel (PT), foi mantido no cargo por Zema.

O ex-juiz na prática

No Rio, Wilson Witzel (PSC) defendeu a gestão eficiente do estado e chegou a prometer reduzir o número de secretarias de 18 para 11 ou, no máximo, 13, mas aumentou para 20.

A crítica enfática à corrupção sistêmica nos últimos governos levou o ex-juiz federal a reforçar as promessas de combate à corrupção e à chamada velha política no segundo turno. Eleito, iniciou a transição escolhendo o coordenador da campanha do ex-governador Anthony Garotinho para chefiar seu gabinete.

Em outro movimento surpreendente, distribuiu secretarias para quadros conhecidos da política fluminense. A nomeação de Felipe Bornier (Pros), filho do ex-prefeito de Nova Iguaçu Nelson Bornier, para a Secretaria de Esportes provocou reclamações entre eleitores de Witzel nas redes sociais. Nelson Bornier mantinha ligações com o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-governador Sérgio Cabral, ambos presos. . A indicação de Pedro Fernandes, filho da vereadora Rosa Fernandes (MDB), para a pasta de Educação também foi recebida com críticas nos perfis do governador. O ex-juiz acolheu ainda Eduardo Lopes, suplente do prefeito Marcelo Crivella (PRB) no Senado Federal, que não conseguiu se reeleger.

No Distrito Federal, a nova política prometida pelo governador também parece ter ficado no campo das promessas. Advogado, Ibaneis Rocha bancou boa parte dos gastos de sua campanha, defendeu uma nova forma de governar e passou incólume pela impopularidade do correligionário Michel

Temer. Mas a composição do secretariado lembra práticas fisiológicas. A indicação de Sarney Filho (PV), ex-ministro de Temer, para a secretaria de Meio Ambiente coincidiu com a derrota do senador, filho do ex-presidente José Sarney e com domicílio eleitoral no Maranhão, na tentativa de reeleger-se.

Outro integrante da Esplanada de Temer ganhou espaço no Palácio do Buriti: o ex-ministro de Direitos Humanos Gustavo Rocha assumiu a secretaria de Justiça. Cargos também foram reservados para pessoas ligadas aos ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda.

Em Rondônia, o governador Marcos Rocha, do PSL de Jair Bolsonaro, nomeou a esposa, Luana, como secretária de Assistência e Desenvolvimento Social do estado. Posteriormente, indicou a ex-mulher, Irani Santos, para a direção de uma policlínica estadual. De todos os governadores neófitos, Rocha é o que mais acumula experiência: apesar de ser coronel da Polícia Militar, foi secretário de Educação de Porto Velho na gestão de Mauro Nazif (PSB) e ocupou a mesma pasta na administração do governador Confúcio Moura (MDB).

Tudo também ficou em família para o governador de Rondônia, Antonio Denarium (PSL). Ele nomeou duas cunhadas para as secretarias da Educação e do Trabalho. Durante os 21 dias em que atuou como interventor federal no estado, sua esposa atuou como secretária do Trabalho. Após a posse oficial de Denarium como governador, ela deu lugar a uma de suas irmãs, que já despachava como subsecretária.

Em Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL) exonerou 59 funcionários das chamadas Agências de Desenvolvimento Regional, mas fez 28 novas contratações dois dias depois. Ele também apresentou dois vetos polêmicos a projetos do Legislativo: se disse contra a adoção do nome social para pessoas transexuais no funcionalismo público e a divulgação obrigatória de sua agenda oficial. A Secretaria da Casa Civil ficou a cargo de Douglas Borba, do Partido Progressista (PP), uma das legendas mais implicadas na Lava-Jato. No Amazonas, Wilson Lima (PSC) nomeou – e depois voltou atrás – uma delegada presa por associação com o tráfico de drogas. Ela é acusada pela oposição de recolher dinheiro de criminosos para a campanha do governador.

O GLOBO

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Jornalismo

Sobe para 58 o número de mortos em Brumadinho. 305 pessoas estão desaparecidas

A Defesa Civil de Minas Gerais informou, na noite deste domingo, que o número de mortos no desastre de Brumadinho subiu para 58. De acordo com o tenente coronel Flávio Godinho, 305 pessoas ainda estão desaparecidas. Este número cresceu porque novas famílias fizeram cadastros em busca de seus parentes. Ainda de acordo com ele, 192 resgates foram realizado até o momento. Só neste domingo foram encontrados 21 corpos.

Porta-voz do Corpo de Bombeiros, o tenente Pedro Aihara afirma que um ônibus foi encontrado. Não há informações, entretanto, de quantas pessoas estavam dentro do coletivo. Os bombeiros estão trabalhando para conseguir estabelecer um canal de acesso ao ônibus para retirar os corpos. Não há vítimas vivas.

— Não existe risco de um novo rompimento. Boa parte da água da que estava na barragem já foi bombeada. O que resta são 140 mil metros cúbuicos de água. O monitoramento está sendo feito e o grau de segurança hoje é maior — afirmou Aihara, durante coletiva.

De acordo com ele, são 14 pontos prioritários de buscas. Um deles é um refeitório, onde a lama atingiu 15 metros. Perto dali, há uma residência com três vítimas sem vida.  Os trabalhos de resgate prosseguem mesmo durante à noite.

Toda a área de risco foi isolada para que os resgates sejam feitos com mais segurança. Aihara reforçou, ainda, que não é preciso de ajuda de voluntários, já que trata-se de um local de risco. O tenente disse que a corporação está monitorando as condições climáticas, e que não há possibilidade de materiais radioativos. A lama já foi enviada para análise de toxicidade.

O GLOBO

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Economia

Bloqueios de R$ 11 bilhões contra Vale representam metade do caixa da empresa

Os próximos pregões da Bolsa devem ser turbulentos para a Vale, que já viu seus papéis no exterior derreterem na sexta-feira, após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG). Como a Bolsa brasileira não operou no último dia 25, as ações da empresa só começarão a refletir o impacto do desastre nesta segunda-feira, 28.

Na última sexta-feira, os ADRs (como são chamados os recibos de papéis de ações) da Vale negociados em Nova York fecharam em queda de mais de 8%. A expectativa dos analistas é de que as ações da empresa negociadas na Bolsa brasileira tenham um desempenho parecido nesta segunda, ou pior.

“A queda lá fora foi grande, mas ainda não se tinha a dimensão da tragédia. O mercado deve punir a Vale”, diz Fabio Silveira, da Macrosector. O economista-chefe da Eleven Financial Research, Adeodato Netto considera que os efeitos para a companhia são negativos de curto prazo, mas menos relevantes no longo prazo.”

Após o rompimento, no entanto, a agência de classificação de risco S&P anunciou que poderá rebaixar a nota da Vale. Segundo a S&P, o fato de uma tragédia semelhante ter acontecido há tão pouco tempo potencializa os riscos. A nota da Vale, que é BBB- em escala global, entrou em observação.

Além do reflexo do desastre nas ações, também pesam os pedidos de bloqueio de recursos da empresa para garantir auxílio às vítimas. Somados, os pedidos na Justiça chegam a R$ 11 bilhões. A Vale encerrou o terceiro trimestre do ano passado com cerca de US$ 6,1 bilhões em caixa, lembra Glauco Legat, da consultoria Necton. Os recursos de R$ 11 bilhões representariam 48% do caixa.

“A empresa pode arcar com o valor, mas não deixa de ser uma soma elevada. O mais provável é que a Vale tente substituir esse congelamento por outro tipo de garantia, como fianças bancárias”, avalia Legat.

Os analistas ponderam que a Vale está em situação melhor do que na época de Mariana. “Ela reduziu sua dívida. O bloqueio é ruim, mas não compromete o curso da empresa”, diz Adeodato Netto, da Eleven Financial Research.

Já Silveira, da Macrosector, considera que os investidores devem pressionar para que haja uma mudança na direção da empresa. “Não duvido que o mercado peça a cabeça do presidente, Fabio Schvartsman.”

A agência de classificação de risco S&P anunciou que poderá rebaixar a nota da Vale. O fato de uma tragédia semelhante ter acontecido há tão pouco tempo potencializa os riscos. A nota, que é BBB- entrou em observação.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. A Vale hoje é empresa privada.
    Foi estatizada sob alegação de que iria prestar um melhor serviço, iria se fortalecer, gerar mais empregos, etc.
    Fico pensando se ela continuasse sendo estatal, a culpa desses desastres em Mariana e Brumadinho seria imposta porque empresa estatal não presta!
    Vamos privatizar!

    1. Jorge, você fala de algo que desconhece TOTALMENTE. A Vale foi vendida (quase dada pelo valor que realmente valeria) pelo então socialista Fernando Henrique Cardoso, onde a Companhia Nacional Siderúrgica fez parte do consórcio comprador, atuando como maior acionista. Sem falar de fundos de pensão estatais que possuem ações também da Vale. Resumo da "ópera": por mais que parte dela tenha sido vendida, o Estado ainda comanda a Vale, inclusive, com forte interferência política na indicação dos seus diretores. Não é a toa de depois do desastre de Mariana, a senhora Dilma Rousseff, por meio de decreto, definiu esse tipo de acidente (criminoso) como desastre natural. Se informe melhor antes de tecer certos comentários.

  2. Empresa irresponsável com o meio ambiente e ser humano tem que fechar as portas. Impensável, uma empresa que explora o sub-solo, deixar o rejeitos pesados em constante riscos pra o meio ambiente, cidades e pessoas, só o instinto exploratório. Mesmo genuinamente brasileira, tem mais é que ser investigada em todos seus projetos, e diagnósticar o tamanho dos danos provocados por eles, ao mesmo tempo, cobrar as
    recuperações e indenizações ao meio ambiente desses empreendimentos, já que a exemplo dos desastre de Mariana e o atual, é a prática utilizada pela empresa.

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Jornalismo

‘Nos guiamos pelo cheiro dos corpos’, relata brigadista em Brumadinho

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Limite da equipe é de seis metros lama adentro Foto: André Borges/Estadão

 

A busca é feita pelo cheiro, pelo olhar atento que percorre a superfície da lama fétida, em busca de algum sinal de corpo humano, ou do que restou dele. Os brigadistas apontam para algo no meio do barro. Acompanho de longe, ao lado da casa que foi engolida pelo rejeito. Dali, não consigo ver nada além de entulho. “É um corpo. Vamos até lá”, diz um deles.

Na equipe, são 11 brigadistas em operação. Dois deles entram no mato e voltam carregados de galhos para lançar sobre o barro mole. Vão fazendo uma ponte improvisada até chegar ao que parece ser parte de alguém. Um brigadista se volta para mim. Penso que serei expulso. A área foi isolada e não há mais ninguém ali. Ele pede ajuda. “Ei, você, me dá essa madeira aí no canto, rápido”, diz ele, apontando um pedaço da porta que restou de um guarda-roupas. Entrego a madeira. Eles lançam sobre o barro.

Caminhar na lama ainda é impossível. Dois dias depois da enxurrada de rejeito da Valevarrer o Córrego do Feijão e estraçalhar tudo o que encontrou pela frente, o barro ainda segue mole. Um passo em falso e você afunda até as canelas, sem conseguir sair. Para a equipe de brigadistas que trabalha nas margens do desastre, nesta região de Brumadinhoconhecida conhecida como “Berço Alberto Flores”, o limite do salvamento são cinco, seis metros lama adentro. “Qualquer coisa para além disso, é risco de não conseguir voltar”, me diz um deles. “Procuramos sobreviventes, sempre. Mas aqui, a verdade é que estamos nos guiando pelo cheiro dos corpos ou pelo o que conseguimos ver.”

Andando sobre as madeiras, eles chegam ao que seria um corpo humano. É. Com luvas, um deles se abaixa e passa a recolher órgão de alguém. Vísceras, estômago, fígado. Roupa. Em fila indiana, passam de mão em mão o que encontraram pela frente, até depositar as partes sobre uma manta metálica no chão.

Rapidamente recolhem o material e somem pela mata. O deslocamento de vítimas que têm sido encontradas próximas de estradas é feito por meio de ambulâncias. Em áreas mais remotas, o trabalho é apoiado pelo helicópteros, que não param de cruzar o céu.

Olho para o horizonte do mar de lama que se abriu na mata. Ao longe, nos cantos da vegetação, é possível ver mais mantas metálicas espalhadas, aguardando para serem recolhidas.

“É melhor você ir agora”, me diz um dos brigadistas. “Essa região ainda não está segura e foi isolada, o solo ainda está muito movediço.”

Me despeço e saio pela mata. Toda a região foi cercada pela polícia e os acessos pelas estradas estão proibidos. Meu acesso à equipe de brigadeiros se deu casualmente, quando decidi entrar por uma estrada de terras que seguia até o curso do Rio Paraopeba, outra vítima fatal da catástrofe. Sítios e chácaras que não foram inundados estão vazios, com as portas trancadas. A polícia ronda a região, por causa de saques que ocorreram em algumas áreas.

Uma dessas casas é a chácara “Recanto Feliz”, número 126, bem na beira da estrada que foi interditada pelo mar de rejeitos de minério de ferro. Sobraram sinais da felicidade por ali. Brinquedos de crianças largados no sofá. Na pia, louça suja de um almoço feito dois dias atrás. Na varanda, uma casinha de madeira para as crianças com vista para o que era o córrego. Não há mais vista. Nem crianças.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

“Guru” de Bolsonaro detona Mourão e Heleno

Olavo de Carvalho acusou o general Augusto Heleno e o general Hamilton Mourão de usarem Jair Bolsonaro como “boi de piranha” no trato com a imprensa:

“Você não tem vergonha, Heleno? Mourão, você não tem vergonha de ir puxar o saco desse Jean Wyllys? (…)

O que o governo constituído fez até agora contra seus inimigos? Nada, nada, nada! Porque está cercado de generais que lhe dizem para não fazer nada. Está cercado de generais que, quando são entrevistados por repórteres, se sentem maravilhados, como um garotinho de escola que foi posto no show. Essa é a cara do general Heleno e essa é a cara do general Mourão quando aparecem na televisão.

Militar, quando está diante de repórteres ou de figuras do show business, se mija nas calças, de temor reverencial e de prazer.”

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

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Política

Cirurgia de Bolsonaro está confirmada para esta segunda-feira

Reprodução: Jair Bolsonaro/Twitter

Foram normais os resultados da avaliação clínica pré-operatória, exames laboratoriais e de imagem feitos pelo presidente Jair Bolsonaro na tarde de hoje (27), segundo boletim médico divulgado há pouco pelo Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde deu entrada na manhã deste domingo e passará por cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal.

A cirurgia está confirmada para a manhã desta segunda-feira (28). No procedimento, ocorrerá a retirada da bolsa de colostomia, que o presidente passou a usar desde setembro do ano passado após ter sofrido uma facada.

O general Otávio Santana do Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República, informou que o presidente Jair Bolsonaro está “muito animado” com os resultados dos exames pré-operatórios. A declaração foi dada em entrevista coletiva no hospital,

“Amanhã com toda certeza o êxito da cirurgia fará com que ele possa desencadear suas atividades de presidente da República da melhor forma possível”, disse o general. No período de 48 horas depois da cirurgia, o vice-presidente Hamilton Mourão assumirá interinamente a presidência.

Passado esses dois primeiros dias, Bolsonaro voltará ao trabalho ainda no hospital. “Ao lado do quarto onde o presidente estará a realizar sua recuperação, existe um dispositivo montado pelo gabinete de Segurança Institucional com todo o equipamento, com toda possibilidade técnica que permita que ao presidente daqui orientar seus ministros e seus órgãos e até mesmo mediante autorização dos médicos receber para despacho os ministros que venham de Brasília”, explicou Barros.

Bolsonaro foi esfaqueado em um ato de campanha, em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro. A facada atingiu o intestino e o então candidato foi submetido a duas cirurgias, uma na Santa Casa de Juiz de Fora e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A bolsa de colostomia utilizada por ele por cerca de quatro meses funciona como um intestino externo e possibilita a recuperação do intestino grosso e delgado.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Isso ta igual ao mequinha quando perde, ai se fala no novo estadio e talz. Basta haver bobeira nesse governo, se noticia a cirurgia e talz. Desvio de foco. E o zero um como fica moro?

    1. Tonto, essa cirurgia está marcada desde o ano passado pra essa data, como será tratado é que é a incógnita.

    1. A sua dilmanta, cronologicamente, só apareceu in loco no desastre de Mariana, como se fosse depois de amanhã, 7 dias depois. Bolsonaro, quase que no dia do desastre já foi lá, radiografar o desastre, provocado cem por cento pelo desmando petralha, inclusive já tomou todas as providências que poderia tomar, isso que é resposta de estado.

    2. Marcada a cirurgia a muito tempo, além de que ele e presidente da república e não bombeiro

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Economia

Bloqueios em conta da Vale já chegam a R$ 11 bilhões

A Justiça de Minas Gerais determinou o bloqueio de mais R$ 5 bilhões da Vale para garantir auxílio às vítimas do desastre de Brumadinho (MG). O pedido foi feito pelo Ministério Público estadual.

Esse é o terceiro pedido de bloqueio de valores das contas da empresa. No sábado (26), o MP solicitou outros R$ 5 bilhões para reparação de danos ambientais. Um pouco mais cedo no mesmo dia, a Advocacia-Geral de Minas Gerais entrou com pedido de R$ 1 bilhão para prestar socorro às vítimas. Isso faz com que a Vale tenha, agora, R$ 11 bilhões bloqueados.

O rompimento da estrutura da barragem 1 atingiu na última sexta (25) a cidade de Brumadinho (MG), liberando 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos no rio Paraopeba, que passa pela região. O desastre deixou ao menos 37 mortos e 287 desaparecidos.

As buscas, que haviam sido suspensas depois que a empresa emitiu uma alerta, às 5h30 deste domingo (27), de que outra barragem estava na iminência de se romper, foram retomadas na parte da tarde quando o risco diminuiu.

Os moradores, evacuados pelos bombeiros e pela Defesa Civil, foram autorizados a voltar para suas casas.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Política

Renan Calheiros defende urgência no afastamento da Diretoria da Vale

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), um dos possíveis candidatos à presidência do Senado, afirmou pelo Twitter que a diretoria da Vale deve ser afastada e uma nova diretoria interventora deve ser nomeada.

“Não podemos prejulgar. Mas é urgente, em respeito às vítimas de Brumadinho, o afastamento cautelar da diretoria da Vale, assim como a nomeação de diretoria interventora, para impedir a destruição de provas e apurar com isenção os fatos”, escreveu ele em sua rede social.

Ao todo, a Justiça já decretou bloqueios de R$ 11 bilhões de bens da mineradora para compensar os estragos.

O presidente da empresa, Fabio Schvartsman, afirmou na sexta-feira, por meio de vídeo publicado nas redes sociais que a Vale inteira vai fazer o que for possível para ajudar as pessoas atingidas.

“Não tenho palavras para descrever o meu sofrimento, minha enorme tristeza, meu desapontamento com o que acaba de acontecer É algo além, acima de qualquer coisa que eu pudesse imaginar. Quero dizer da minha solidariedade, que a Vale inteira vai fazer o que for possível para ajudar as pessoas atingidas. É algo que me dói a alma. Tudo o que eu não queria na minha vida é que algo do gênero acontecesse”, afirmou o executivo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Com certeza recebeu doações de campanha da vale, assim nunca cobrou normatizar o armazenamento de rejeitos pesados dos minerais explorado pela empresa

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Meio Ambiente

Barragem está controlada e não há risco de rompimento, garante ministro

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Após quase quatro horas reunido com técnicos e diretores da Agencia Nacional de Águas (ANA), o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, Disse que já está controlado o nível da barragem 6 que levou autoridades a evacuar localidades próximas depois do rompimento da barragem 1 em Brumadinho. Segundo Canuto foi instalada uma segunda bomba que reforçou o escoamento da água.

“Não houve risco de rompimento mas o aumento de nível da barragem. A situação já está controlada”, garantiu.

Segundo ele, a situação era prevista, mas ocorreu em velocidade maior do esperado depois do comprometimento do dreno da barragem 6. “Como foi comprometido e choveu houve aumento do nível de água. Vamos recuperar o dreno para barragem 6 volte a trabalhar como esperado para que uma chuva e aumento do volume”, disse.

Canuto afirmou que a situação de forma geral está sendo monitorada e afirmou que o alerta não teve relação com alguma evidência de rompimento. “A sirene foi acionada como preocupação”, afirmou.

A reunião – marcada para discutir tanto qualidade da água do Rio Paraopeba quanto previsões para o avanço dos rejeitos, estabilidade da Barragem VI e relatório de Segurança de Barragens 2017 – ainda continua ao longo deste domingo. Não há previsão para um novo comunicado.

A tragédia na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG), deixou pelo menos 37 mortos. Quase 200 pessoas foram resgataras desde o acidente na tarde da última sexta-feira.
Hoje o risco de novo rompimento na região levou a Defesa Civil a evacuar quatro localidades (Parque da Cachoeira, mais próxima à barragem B6; Pires; Centro de Brumadinho; Bairro Novo Progresso), com o deslocamento de 24 mil pessoas, até o momento.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Ministro falando merda é o que não falta nesse governo. Parece até que a petralhada está fazendo escola.
    A propósito, um dos efeitos imediatos da catástrofe de Brumadinho foi exatamente desmentir Bolsonaro, que dias antes afirmara, em Davos, ser o Brasil "o país que mais cuida do meio ambiente no mundo".

  2. Vale do Rio Doce vendida na Década de 90 no Governo de FHC a Preço de Banana… quem comprou foi o Maior Nárcotraficante do Mundo JORGE SOROS (informações da Revista EIR) apoiador da Campanha eleitoral do TRUMP. (Um dos maiores apoiadores)

  3. Esqueçam o PT. O presidente é Bolsonaro. Vocês e o presidente amam o PT e nós amamos vocês…kkkkkkkk

  4. Acabou a mamata!
    Vagabundo é quem recebe sem trabalhar?
    Como os funcionários de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do RJ?
    Ou como a vendedora de Açaí que era lotada no gabinete do presidente Bolsonaro?
    E o Queiroz, amigo íntimo dos chefes da milícia de Rio das Pedras, é o que hein?

    1. Acho que se botarmos na balança esses aí e do outro lado os amiguinhos de luladrão/dilmanta como Dirceu, ranan, Palocci, Vacari, Odebrecht, OAS, vovó Mafalda, Genoino… Ômi, tú acha que vai pender pra que lado? Kkkkkkkkkkkkk,

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Diversos

Vale divulga nova lista com nome de 287 desaparecidos; veja nomes

A mineradora Vale divulgou na tarde de hoje (27) uma nova lista com os nomes de 287 funcionários desaparecidos. Na última lista, divulgada na tarde de ontem (26), havia 252 nomes.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, até o momento foram registradas 37 mortes e resgatados 192 sobreviventes. Segundo a Polícia Civil, 16 dos 37 mortos já foram identificados. Oito corpos já foram entregues aos familiares.

Segundo a Vale, essas são as pessoas com quem a empresa não conseguiu travar contato desde o acidente ocorrido na última sexta-feira (25), alguns nomes parecem estar repetidos.

Confira a lista

Adail Dos Santos Junior
Adair Custodio Rodrigues
Ademario Bispo
Adilson Saturnino De Souza
Adnilson Da Silva Do Nascimento
Adriano Aguiar Lamounier
Adriano Caldeira Do Amaral
Adriano Goncalves Dos Anjos
Adriano Junio Braga
Alaercio Lucio Ferreira
Alano Reis Teixeira
Alex Mario Moraes Bispo
Alex Rafael Piedade
Alexis Adriano Da Silva
Alexis Cesar Jesus Costa
Alisson Martins De Souza
Aloisio Carlos Mendes
Amanda De Araujo Silva
Amarina De Liordes Ferreira
Amauri Geraldo Da Cruz
Anailde Souza Pereira
Anderson Luiz Da Silva
Andre Luiz Almeida Santos
Andrea Ferreira Lima
Angélica Aparecida Ávila
Angelita Cristiane Freitas De Assis
Angelo Gabriel Da Silva Lemos
Anizio Coelho Dos Santos
Antônio Ribas
Armando Rage Grossi
Aroldo Ferreira De Oliveira
Bruna Lelis De Campos
Bruno Eduardo Gomes
Bruno Rocha Rodrigues
Camila Aparecida Da Fornseca Silva
Camila Aparecida De Oliveira
Camila Santos De Faria
Camilo De Lelis Do Amaral
Carla Borges Pereira
Carlos Alberto De Faria
Carlos Augusto Dos Santos Pereira
Carlos Eduardo De Farias
Carlos Eduardo De Souza
Carlos Eduardo Farias
Carlos Henrique De Faria
Carlos Roberto Da Silva
Carlos Roberto Da Silveira
Carlos Roberto Pereira
Cassia Regina Santos Souza
Cassio Cruz Silva Pereira
Cesar Augusto
Claudio Jose Dias Rezende
Claudio Leandro Rodrigues Martins
Claudio Marcio Dos Santos
Claudio Pereira Silva
Cleidson Aparecido Moreira
Cleiton Luiz Moreira Silva
Cleuzane Mascarenhas
Cristiane Antunes Campos
Cristiano Braz Dias
Cristiano Jorge Dias
Cristiano Serafim Ferreira
Cristiano Vinicius Oliveira De Almeida
Cristina De Paula Da Cruz Araújo
Daiana Caroline Silva Santos
Daniel Francisco Orlando
Daniel Guimaraes Almeida Abdalla
Daniel Muniz Veloso
David Marlon Gomes Santana
Davyson Christian Neves
Denilson Rodrigues
Dennis Augusto Da Silva
Diego Antonio De Oliveira
Diomar Custódio Da Silva
Dione Moreira De Souza
Dirceu Dias Barbosa
Djener Paulo Las Casas Melo
Duane Moreira De Souza
Edeni Do Nascimento
Edgar Carvalho Santos
Edimar Da Conceicao De Melo Sales
Edionio Jose Dos Reis
Edirley Antonio Campos
Ednilson Dos Santos Cruz
Edson Rodrigues Dos Santos
Edymayra Samara Rodrigues Coelho
Egilson Pereira De Almeida
Eliane De Oliveira Melo
Eliane Nunes
Eliandro Batista De Passos
Elis Moreira
Elis Morina
Eliveltom Mendes Santos
Elizabeth De Oliveira Espindola
Elizeu Caranjo De Freitas
Emael Gomes De Rezende
Emerson Jose Da Silva Augusto
Eridio Dias
Eudes Jose De Souza Cardoso
Eva Maria De Matos
Evandro Luiz Dos Santos
Evenir Nascimento
Everton Guilherme Ferreira Gomes
Everton Lopes Ferreira
Fabricio Lucio Faria
Fauller Douglas Da Silva Miranda
Felipe Jose De Oliveira
Fernanda Batista Do Nascimento
Fernanda Cristhiane Da Silva
Flaviano Fialho
Francis Eric Soares Silva
Francis Marques Da Silva
Genesio Veiga
George Conceicao De Oliveira
Geraldo De Medeiro Filho
Gilmar Jose Da Silva
Gilmar José Da Silva
Giovani Paulo Da Costa
Gisele Moreira Da Cunha
Gislene Conceicao Amaral
Glayson Leandro Da Silva
Gustavo Andrie Xavier
Gustavo Junior Souza
Heitor Prates
Helbert Vilhena Santos
Herminio Ribeiro Lima Filho
Hernane Junior Morais Elias
Hugo Maxs Barbosa
Iara Pereira Dos Santos
Icaro Douglas Alves
Izabela Barroso Câmara Pinto
Janice Helena Do Nascimento
Jhobert Donadonne Goncalves Mendes
João Marcos Ferreira Da Silva
João Marques Pereira Da Silva
Joao Paulo Autino
Joao Paulo De Almeida Borges
João Paulo Ferreira De Amorim Valadão
Joao Paulo Matar
Joao Paulo Pizzani Valadares Mattar
João Tomás De Oliveira
Joiciane De Fatima Dos Santos
Jonis Andre Nunes
Jorge Luiz Ferreira
Jose Carlos Domeneguete
José Dos Santos
Jose Eduardo Soares
Josiane De Souza Santos
Josilene Santos
Josue Oliveira Da Silva
Juliana Creizimar De Resende Silva
Juliana Esteves Da Cruz Aguiar
Juliana Parreiras Lopes
Julio Cesar Teixeira Santiago
Juraci Santos Padilha Souza
Jussara Ferreira Dos Passos
Katia Aparecida Da Silva
Katia Gisele Mendes
Laercio Leonardo Moraes
Lays Gabriela Souza Soares
Leandro Antonio Silva
Leandro Rodrigues Da Conceiçao
Lecilda De Oliveira
Lenilda Cavalcante Andrade
Lenilda Martins Cardoso Diniz
Leonardo Da Silva Godoy
Leonardo Pires De Souza
Leticia Mara Anizio De Almeida
Leticia Rosa Ferreira Arrudas
Levi Gonçalves Da Silva
Liz Mirna
Lourival Dias De Rocha
Luciana Aparecida Alves
Luciano De Almeida Rocha
Luciano Las Casas Goncalves
Lucio Rodrigues Mendanha
Luis Felipe Alves
Luiz Carlos Silva Reis
Luiz Cordeiro Pereira
Luiz De Oliveira Silva
Luiz Paulo Caetano
Manoel Wilton Alves De Souza
Marceleia Da Silva Prado
Marcelo Alves De Oliveira
Marciano Araujo Severino
Marcio De Freitas Grilo
Marcio Flavio Da Silva
Márcio Flávio Da Silveira Filho
Márcio Mascarenhas Filho
Marcio Paulo Mascarenhas
Marco Aurelio Santos Barcelos
Marcus Tadeu Ventura Do Carmo
Maria Bela Cardoso Alcantra
Marina De Lourdes
Marlon Rodrigues Goncalves
Martinho Ribas
Martinho Vidas
Mauricio Lauro De Lemos
Max Elias De Medeiros
Milton Xisto De Jesus
Miraceibel Rosa
Miraele Bil Rosa
Miramar Antonio Sobrinho
Mirdei Bil Rosa
Moel Borges
Moises Moreira De Sales
Natalia Fernanda Da Silva Andrade
Nathalia De Oliveira Porto Araujo
Nilson Dilermando Pinto
Ninrode De Brito Nascimento
Noe Sancao Rodrigues
Noel Borges
Olavo Henrique Coelho
Olimpo Gomes Pinto
Paulo Giovani Dos Santos
Paulo Natanael De Oliveira
Pedro Bernardino De Sena
Peterson Firmino Nunes Ribeiro
Priscila Elen Silva
Rafael Mateus De Oliveira
Ramon Junior Pinto
Rangel Do Carmo Januario
Reginaldo Garcia
Reinaldo Fernandes Guimarães
Reinaldo Goncalves
Reinaldo Simão De Oliveira
Renato Eustaquio De Sousa
Renato Rodrigues Da Silva
Renato Rodrigues Maia
Renato Vieira Caldeira
Renildo Aparecido Do Nascimento
Ricardo Eduardo Da Silva
Ricardo Henrique Veppo Lara
Robert Ruan
Roberto Ruan Oliveira Teodoro
Robson Mário
Rodney Sander Paulino Oliveira
Rodrigo Henrique De Oliveira
Rodrigo Miranda Dos Santos
Rodrigo Monteiro Costa
Rogerio Antonio Dos Santos
Roliston Teds Pereira
Ronnie Von Olair Da Costa
Rosaria Dias Da Cunha
Roselia Alves Rodrigues Silva
Rosiane Sales Souza Ferreira
Rosilene Ozorio Pizzani Mattar
Ruberlan Antonio Sobrinho
Samara Cristina Dos Santos Souza
Samuel Da Silva Barbosa
Sandro Andrade Goncalves
Sebastião Divino Santana
Sergio Carlos Rodrigues
Sirlei De Brito Ribeiro
Sueli De Fatima Marcos
Thiago Leandro Valentim
Thiago Mateus Costa
Tiago Augusto Favarini
Tiago Barbosa Da Silva
Tiago Coutinho Carmo
Tiago Tadeu Mendes Da Silva
Uberlandio Antonio Da Silva
Vagner Nascimento Da Silva
Valdeci De Souza Medeiros
Vanderlucio Dos Santos
Vania Maria De Carvalho Brito
Vinicius Henrique Leite Ferreira
Wagner Valmir Miranda
Walaci Junhior Candido Da Silva
Walisson Eduardo Paixao
Wallisson Pessoa Damasceno
Wanderson Carlos Pereira
Wanderson De Oliveira Valeriano
Wanderson Paulo Da Silva
Wanderson Soares Mota
Warley Gomes Marques
Warley Lopes Moreira
Weberth Ferreira Sabino
Wellington Alvarenga Benigno
Wellington Campos Rodrigues
Wenderson Ferreira Passos
Weslei Antonio Belo
Wesley Antonio Das Chagas
Wesley Assis (Zinho)
Wilson Jose Da Silva
Wiryslan Vinicius Andrade De Jesus
Zilber Lage De Oliveira

Opinião dos leitores

  1. E o presidente se calou, ficou mudinho o homi. Também, defendendo mineração em terras indígenas e na floresta amazônica, bem como se insurgindo contra multas aplicadas por órgãos de fiscalização. Melhor mesmo é sumir!

  2. Licenças ambientais compradas do Governador Petista, fiscalizações inexistentes. Propina, muita propina. Não se enganem, ainda é a herança maldita petista vindo nos assombrar.

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Meio Ambiente

Presidente da Vale fala em aumentar normas de segurança para Minas

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou que é preciso “ir além e acima” na implementação de ações de segurança para a operação de barragens de minas. “Vamos criar um colchão de segurança bastante superior ao que a gente tem hoje para garantir que nunca mais aconteça um negócio desse”, afirmou o executivo, em entrevista à Globonews, ao comentar as ações que a Vale estava adotando após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais.

“Não sei se é do conhecimento de vocês, mas eu me juntei à Vale um ano e meio atrás. Ou seja, um ano e meio depois do acidente da Samarco (empresa de propriedade da Vale responsável pela tragédia de Mariana, que matou 19 pessoas e contaminou o Rio Doce em 2015)”, disse Schvartsman, que seguiu: “Existia uma série de ações (de segurança) em andamento, que foram não de invenção da Vale, foram feitas por especialistas internacionais de renome, e nós seguimos à risca tudo, porque essa foi a orientação dos técnicos e eu não sou técnico de mineração”, afirmou.

“Então, segui a orientação dos técnicos e esse negócio deu no que deu. Quer dizer, não funcionou. 100% dentro de todas as normas e não houve solução. Qual é a solução então? Me parece que só tem uma. Nós temos de ir além de toda e qualquer norma internacional. Além e acima. Vamos criar um colchão de segurança bastante superior ao que a gente tem hoje para garantir que nunca mais aconteça um negócio desse.”

Schvartsman já havia declarado que o acidente em Brumadinho seria maior do que o de Mariana em número de mortos, mas menor no quesito de danos ao meio ambiente. Até as 18h15 deste domingo, 27, mais de 280 pessoas continuavam desaparecidas — 37 mortes estavam confirmadas. “A Vale está colocando tudo o que ela tem à disposição, recursos materiais sem limite. Nós temos 40 psicólogos, 60 assistentes sociais atendendo todas as famílias”, declarou.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Agora, depois da desgraça anunciada. Tem é que ser preso imediatamente. Ontem ele comparou a situação semelhante a queda de um avião, falando com a maior frieza, esqueceu só de dizer que é negligência pura essa tragédia, e que eles utilizam os métodos mais arcaicos e baratos, consequentemente mais perigosos, para com o tratamento dos rejeitos.

  2. Raposa construindo galinheiro. Como pode a total ausência de governo pra normatizar essas verdadeiras bombas relógios, passou governo de direita, de esquerda, ninguém foi capaz de dar segurança às pessoas que vivem no entorno dessas barragens. Aí está o retrato desses que se dizem, homens públicos, defensores das causas populares. Não passam de crápulas, com certeza, essas empresas criminosas dão generosas contribuições financeiras para suas reeleições. respeito às vidas humanas e meio ambiente, zero. Vergonha.

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Política

Servidores articulam no Congresso lobby contra reforma da Previdência

Servidores públicos retomaram as articulações para defender interesses próprios nas negociações da reforma da Previdência. Mesmo sem o governo ter apresentado a proposta, entidades do setor querem procurar o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), deputado de primeiro mandato e consultor legislativo concursado.

O lobby do funcionalismo é um dos mais atuantes no Congresso. “É o mais poderoso, 90% dos pedidos de audiência que recebi eram de servidores: Judiciário, Executivo, delegados, Receita Federal”, diz o relator da proposta de reforma da Previdência do governo Temer, deputado Arthur Maia (DEM-BA).

​Desde a semana passada, diversas associações e sindicatos têm se reunido e discutido a estratégia para o debate. Apesar de tentarem um canal de comunicação com a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro, as raras conversas se concentraram durante a transição, no fim do ano passado.

O time do ministro da Economia, Paulo Guedes, estuda uma proposta de reforma para elevar gradualmente a idade mínima para que servidores se aposentem, com um período de transição, equiparar as regras entre os setores público e privado e restringir o acúmulo de aposentadoria e pensão para quem ainda vai pedir os benefícios.

Esses pontos, que já estavam previstos no desenho de Temer, ainda estão sendo fechados pelo ministro com o presidente, mas já despertam preocupação das entidades que representam o funcionalismo.

Atualmente, existe uma idade mínima para que servidores se aposentem: 60 anos (homens) e 55 anos (mulheres).Uma das ideias em análise pela atual equipe econômica estabeleceria, pelo menos, 65 anos, para homens, e 62 anos (mulheres), seguindo a proposta de Temer após discussões no Congresso.

Lideranças dos funcionários públicos reconhecem a necessidade de mudanças nas regras da Previdência Social, mas defendem uma idade mínima mais baixa e um período de transição mais suave para evitar prejuízos a quem está para se aposentar.“Queremos apresentar as ideias que temos para o Brasil.

Tentaremos também o governo, a Casa Civil, não há dúvida. Mas, desde logo, vamos buscar a liderança do governo na Câmara, o que não deixa de ser um contato com o governo”, disse o presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), Guilherme Feliciano.

Ele também é coordenador da Frentas (Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público), que reúne ainda representantes de servidores do Ministério Público, Procuradores e Juízes.

Nos últimos dias, as conversas entre entidades de funcionários do Judiciário, do Executivo e do Legislativo se intensificaram. O objetivo é traçar uma estratégia conjunta para acompanhar a reforma.

“É necessário ajuste no sistema como um todo. Estamos, em certa medida, dispostos a dar nossa cota de sacrifício para a reforma, mas queremos uma transição razoável, que não olhe só o lado das despesas, mas que busque incrementar o sistema com receitas”, afirmou o presidente do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), Rudinei Marques.

O fórum reúne 31 sindicatos e associações, de auditores fiscais a delegados da Polícia Federal, e representa cerca de 200 mil funcionários públicos.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Podem rasgar os compêndios de direito economia e direito previdenciário, o Medeiros diagnosticou o problema de forma brilhante. Que mente fantástica! É inacreditável que não tenham raciocinado assim antes…

    1. O déficit é dos militares, judiciário e funcionários públicos. Simples assim

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Política

Diminui risco de novo rompimento de barragem em Brumadinho

As buscas por desaparecidos e vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG), na sexta-feira, 25, retomaram um pouco depois das 15h deste domingo depois que diminuiu o risco de que uma nova barragem também rompesse. Ainda há 287 pessoas desaparecidas.

O perigo, que vinha sendo aventado desde sábado, promoveu logo cedo a evacuação de moradores de suas casas. Às 5h30 soou uma sirene na cidade, informando que havia risco de rompimento de uma segunda estrutura, a barragem 6, que contém água. Segundo o Corpo de Bombeiros, um novo rompimento poderia afetar até 24 mil pessoas que vivem na região, comprometendo fornecimento de água e energia.

A corporação informou que havia de 3 milhões de m³ a 4 milhões de m³ de água no local, mas após procedimento de drenagem realizado desde sábado, o volume já havia caído para 840 mil m³, mas ainda havia o risco. Um pouco antes de 14h, os bombeiros disseram que cerca de 3 mil pessoas estavam sendo retiradas de suas casas, mas menos de uma hora depois informaram que o risco de rompimento havia diminuído e os moradores podiam voltar. Em nota, a Vale confirmou que a Defesa Civil baixou o nível de criticidade da barragem 6 de 2 para 1.

O Corpo de Bombeiros declarou que ainda trabalha com a possibilidade de encontrar sobreviventes. Há uma forte preocupação com a segurança e entrada de pessoas no perímetro da mina. As polícias Militar e Civil estão mobilizadas para impedir que pessoas entrem na área e prejudiquem o trabalho de busca de vítimas. As estradas foram bloqueadas e há policiais espalhados pela cidade para impedir a passagem.

A polícia também detectou tentativas criminosas de pessoas pedindo doações em dinheiro para ajudar famílias, em mensagens e contas espalhadas pela internet. As doações de mantimentos que a prefeitura de Brumadinho já recebeu até o momento, segundo a Polícia Militar, também são suficientes até o momento e, apenas em novos casos de necessidade, serão oficialmente comunicadas.

Estadão Conteúdo

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Cidades

Drenagem e urbanização do centro de captação de águas pluviais de Barra do Rio é entregue

“Uma tarde inesquecível para todos nós” disse emocionada Rosinete da Silva, moradora da Rua do Alto, na Praia de Barra do Rio ao participar na tarde desta quinta-feira, 24, a inauguração da drenagem e urbanização do centro de captação de águas pluviais na comunidade.

A solenidade aconteceu sob elogios dos moradores que não se cansavam de parabenizar o Prefeito Joaz Oliveira pela inauguração da obra aguardada há mais de 26 anos.

Para abrilhantar o momento histórico, a Banda de Música da Prefeitura de Extremoz encantou o público tocando grandes clássicos da Música como “Amigo” de Roberto Carlos e “My Way” de Frank Sinatra entre outros belíssimos sucessos.

Em seu discurso, o Prefeito Joaz Oliveira relembrou duas promessas que fez a comunidade de Barra do Rio já eleito. A primeira era melhorar a qualidade da água da praia com a perfuração de um novo poço e a segunda, a drenagem da Praia. Segundo o Prefeito Joaz Oliveira, orientado para não falar sobre o assunto da drenagem, pois o povo não acreditava mais em ninguém, ouviu as reivindicações dos moradores e empenhou sua palavra que realizaria a tão sonhada obra de drenagem e a perfuração de um novo poço.

“Hoje, nesta tarde vivemos um momento histórico para Barra do Rio ao entregar a esta comunidade, a drenagem e urbanização do centro de captação de águas pluviais e de termos perfurado um novo poço nesta praia em 2018. Agradeço a Deus por estar dividindo com todos vocês a alegria de um sonho realizado e agradeço a cada morador pela confiança”, disse o Prefeito Joaz Oliveira.

Para o aposentado João da Silva (Joca Bigodinho) que reside na Rua Principal, a drenagem de Barra do Rio é motivo de felicidade para todos os moradores, pois ele mesmo já teve a casa invadida várias vezes pelas águas nos períodos de chuvas e confessa com emoção da sua satisfação em testemunhar a inauguração de uma obra que ele mesmo não acreditava mais que ia ser realizada.

Já Seu Sebastião (Seu Babau), que mora em frente ao centro de captação de águas pluviais, a obra beneficia todos os moradores da praia e veranistas que sofriam muito em épocas de chuvas com as ruas alagadas e agora vai poder dormir tranquilo nos dias chuvosos sem a preocupação de acordar com água pelo joelho.

O centro de captação de águas pluviais é obra realizada SAAE e tem uma área verde, uma praça, parque infantil, iluminação de led, uma fonte luminosa e um quiosque.

O evento contou com a participação do Prefeito Joaz Oliveira, do Diretor Presidente do SAAE, Jailton Tinôco, de vereadores e secretários e da população da comunidade.

Opinião dos leitores

  1. My Way (Claude François/Jacques Revaux/Paul Anka) é o título em inglês da canção francesa Comme d'habitude, que foi lançada pela primeira vez pelo autor, Claude François[1], em 1967, na França. Em 1968, Frank Sinatra[2] lançou sua versão em língua inglesa, adaptada por Paul Anka e que virou um de seus maiores clássicos. É uma das músicas populares mais gravadas da história

    1. Verdade!
      Não se pode esquecer que o raio de rolagem negativa – design estrutural da suspensão dos automóveis desde 1974 – evita que o estourou de um pneu dianteiro provoque a perda de estabilidade e eventual capotagem do veículo, mesmo em alta velocidade..

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