Diversos

Cerca de 24 mil pessoas estão sendo evacuadas em Brumadinho

Foto: Washington Alves/Reuters

Cerca de 24 mil pessoas estão sendo evacuadas pelos bombeiros das áreas sob risco em Brumadinho (MG). A informação foi divulgada pelo porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, tenente Pedro Aihara. Às 5h30, uma sirene alertou para o risco de rompimento de uma nova barragem da Mina Córrego do Feijão, a Barragem VI.

Entre as áreas sob risco estão Parque da Cachoeira, Pires e Bairro Novo Progresso. “As áreas para onde as comunidades estão sendo levadas são as áreas previstas no plano de ação de emergência da barragem. O Corpo de Bombeiros permanece com todas as aeronaves de prontidão, para se for necessário deslocar equipes ou mesmo realizar ações de resgate e salvamento”, disse o tenente.

Segundo o porta-voz, por enquanto, os bombeiros estão focando seus esforços na evacuação e, por isso, os trabalhos de busca e salvamento de vítimas da Barragem 1, que rompeu na última sexta-feira (25).

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

MEC divulga amanhã os resultados do Sisu

O Ministério da Educação (MEC) divulga amanhã (28) o resultado Sistema de Seleção Unificada (Sisu), pela internet e pelo aplicativo do Sisu. Os estudantes que não foram selecionados podem participar da lista de espera a partir de terça-feira (29).

Aqueles que foram selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino no período de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Os estudantes devem ficar atentos aos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio.

Quem não foi selecionado pode ainda participar da lista de espera. A adesão pode ser feita na página do Sisu a partir desta quarta-feira até o dia 5 de fevereiro. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções feitas na hora da inscrição não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.

Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Puderam se inscrever no programa os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preencheram os requisitos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Suspeitas de assalto, adolescente de 15 anos morre e mulher fica ferida após confronto com a PM em Mossoró

Uma adolescente de 15 anos morreu após um confronto com policiais militares na noite deste sábado (26) em Mossoró, na região Oeste potiguar. De acordo com a polícia, o caso aconteceu às margens da BR-304, na saída de Mossoró para Natal, logo depois que criminosos assaltaram pessoas na região. Outra mulher, de 19 anos, também ficou ferida no tiroteio, mas sobreviveu.

Conforme a polícia, as duas e outros suspeitos teriam abordado um grupo de religiosos espíritas e roubado vários objetos. A equipe do 12º Batalhão da PM foi acionada e, ao encontrar os suspeitos, foi recebida a bala. Os policiais reagiram e atingiram as duas mulheres. Outros três suspeitos, homens, conseguiram fugir por um matagal.

As duas baleadas foram socorridas ao Hospital Regional Tarcísio Maia, porém Vitoria Thainá de Castro Silva, de 15 anos de idade, não resistiu e morreu. A outra mulher, uma jovem de 19 anos, foi atingida no braço e não corre risco de morte.

Na ação, os policiais recuperaram celular, relógio e um par de anéis que tinham sido tomados das vítimas. Também foram apreendidos um revólver calibre 22 e cartuchos de escopeta.

G1

Opinião dos leitores

  1. Brejeiro. É prática comum a policia abordar muitas vezes as pessoas de bem e de maneira agressiva, desrespeitosa e com muitos palavrões. É como se todos focem bandidos, não são treinados para terem um pouco de bom senso, e se você tentar ao menos um pequeno diálogo com os policiais pode levar um tapa na cara. Pois sabem que jamais serão punidos por agressões as pessoas.

  2. O secretário de segurança do RN disse que falta 6.000 PMs
    O que a governadora vai fazer
    Vai dizer que é “GOPI” do BOLSONARO

  3. Que polícia despreparada…até um cadeirante consegue fugir da polícia ,não existe cerco policial ..helicóptero , inteligência policial

    1. Esse vive no mundo da lua, helicóptero vc tá comendo merda, ele está na operação verão, acorda anos e anos sem investimento a policia tá pedindo esmola, 4 anos sem paga fardamento, acorda.

    2. A daqui somente aborda pessoa do bem, com agressividade e com palavras de baixo nivel. Fui vítima! Entrego a Deus!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Corpo de Bombeiros diz que número oficial de mortos em Brumadinho subiu para 37

O tenente-coronel Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, informou hoje, 27, há pouco, que o número oficial de mortos com o rompimento da barragem em Brumadinho (MG) subiu de 34 para 37 e que 192 pessoas foram resgatadas. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 24 mil pessoas foram afetadas de algum modo pelo rompimento da barragem

Em entrevista ao canal de TV GloboNews, Aihara reforçou o pedido para a evacuação da população da região de Brumadinho com urgência devido ao risco de rompimento da barragem número seis. “O risco iminente de rompimento realmente existe”, disse Aihara.

“As pessoas devem abandonar as suas casas e devem se dirigir aos pontos de encontro”, acrescentou. Os pontos de encontro para quem deve abandonar suas casas em Brumadinho são: Igreja Matriz, Morro do Querosene e a delegacia de polícia. Segundo ele, os trabalhos de busca foram interrompidos devido ao risco de rompimento da barragem número seis.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. E o presidente querendo aliviar as multas aplicadas pelos órgãos de proteção ao meio ambiente. O ministro ontem desmentiu o q tinha dito, mentindo dizendo q não disse. Governo fracassado esse!

  2. E o presidente contrário a proteção do meio ambiente. Querendo mineradoras em terras indígenas e na Amazônia. Uma vergonha!

  3. BG,
    Isso foi um Crime premeditado da Vale em conjunto com governos e órgão ambientais. Número da tragédia passa dos 440 desaparecidos e mais de quarenta mortos já identificados. O método utilizado na Construçao da barragem é o mais tradicional, mais PERIGOSO E O MAIS BARATO, mas como quem vai sofrer as consequências são apenas trabalhadores rurais e mineradores então isso não é problema, segundo os empresários e governos. O que me deixa triste pelas familias e revoltado com esses governos e empresários que fazem um pacto de silêncio nessas tragédias, é que saber que tudo isso poderia ser evitado. A diferença entre uma queda de avião e um estouro de uma barragem, como comparou o presidente da Vale, que disse que era tudo igual, é que no avião se utiliza da mais alta tecnologia para se evitar a queda, já na barragem foi utilizando o metodo maia econômico, mais arcaico e consequentemente de menor tecnologia para se obter o MAXIMO DE LUCRO POSSIVEL, independente das consequências. A ( in)justiça por outro lado sempre fazendo vistas grossas com os grandes empresários, até agora não colocou um sequer na cadeia, mesmo de pois de Mariana, nem tirou um centavo desses grandes conglomerados. Se continuar desse jeito, Aguademos mais tragédias…..

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

“Formação de novos PMs depende de aval da área econômica”, diz Coronel Alarico sobre déficit de seis mil policiais

O déficit de 6 mil homens e mulheres, em média, na Polícia Militar, é um dos gargalos que o comandante geral da PM, coronel Alarico Azevedo, enfrenta no mais alto posto da corporação. Paralelo a isso, o tráfico de drogas se apresenta como um “perigoso inimigo”, que atinge desde a periferias até bairros nobres do estado. O incremento do efetivo tem sido feito com o pagamento de diárias operacionais e o pedido de devolução de policiais cedidos a outros órgãos. O número de cedidos chega a 1.100, de acordo com o comandante. Respeitar a credibilidade da polícia junto à sociedade, bem como levar sensação de segurança para a população, são pontos que estão “no topo da lista”, para o comandante da PM. O concurso da PM, realizado em 2018, só deve policiais militares no próximo ano. Isso depende do orçamento e aprovação do governo. “As fases de dependem da polícia militar serão executadas de acordo com o cronograma já existente”, explicou coronel Alarico Azevedo.

O efetivo da PM, há alguns anos, está defasado. Como está o quadro atual?
O efetivo previsto, atualmente, da Polícia Militar, é de 13.466 policiais, isso devido a uma lei que foi aprovada em 2009. Hoje, nós temos em torno de 8 mil policiais, contando com os que estão na junta médica, e os policiais à disposição de outros órgãos. Quando eu falo no déficit dos 10 mil policiais, é com base em um estudo feito recentemente, levando em conta o aumento populacional e a grande quantidade de turistas que recebemos em nosso Estado. Não está em lei, mas se fossemos apresentar um projeto para o aumento de efetivo, seria para mais ou menos 18 mil policiais.

A governadora Fátima publicou um decreto pedindo a devolução de policiais cedidos. Quantos hoje estão cedidos, essa devolução está ocorrendo?
São aproximadamente 1.100 policiais. O decreto fala que os órgãos apresentem as necessidades e que os que permaneçam tenham os salários custeados pelos órgãos. Um contato antecipado da governadora com os presidentes dos outros órgãos foi feito e quando ela assumiu, um dos primeiros decretos foi esse de retorno dos policiais militares para o local de origem. Alguns estão se apresentando, nós estamos realizando um curso de nivelamento e conhecimento. Os policiais que estavam em outros órgãos estão sendo qualificados para que tenham condições de retornar à rua. No Batalhão de Polícia de Choque, eles fazem uma semana de aula e outra nas ruas.

Como o senhor vê esse déficit, na prática? De que forma isso está dificultando o trabalho da polícia militar?
Nossa missão é o policiamento ostensivo. Eu deveria ter mais policiais nas ruas. Nós temos a diária operacional, com a autorização da governadora. Todos os anos utilizamos a diária para suplementar o policiamento.

A segurança nos parece mais vulnerável em cidades do interior do Rio Grande do Norte. Como fazer para melhorar esse policiamento no interior para evitar questões como, as explosões a banco e estouro de carro forte?
Nós atuamos de forma integrada com as polícias civil, rodoviária federal e forças armadas, no que toca a inteligência policial. Temos uma rede muito grande de colaboradores, onde eles nos auxiliam. 42% da população está concentrada na capital e região metropolitana, por isso, que o efetivo é maior, não desmerecendo as cidades do interior. Temos que ocupar os 167 municípios e, hoje, ocupamos. De uma forma, na sua maioria, precária, mas temos pelo menos um representante da PM em cada cidade. O que precisamos é realmente recompor esse policiamento, com homens e mulheres. Enquanto isso, fazemos operações no interior para a suplementação do policiamento com a diária operacional. É uma ferramenta muito importante para a Polícia Militar, como também os demais agentes de segurança. Quando se vê um aumento de efetivo, os chefes da segurança foram autorizados a usar a diária operacional. Quando assumimos o comando, levamos um policiamento que se iniciou com a Operação Verão, mas também levamos o planejamento de operações e a necessidade que teríamos para aumentar a sensação de segurança e o atendimento das ocorrências através do efetivo.

Já há uma previsão de quando as pessoas que passaram no concurso da PM serão chamados e, de fato, irão para a rua fazer segurança?
Estamos na segunda fase do concurso. Tivemos a parte escrita, que a empresa contratada pelo governo apresentou as pessoas habilitadas à segunda fase, que é realizada pela PM através da junta médica. Todos os candidatos masculinos e femininos estão passando por essa fase, que se iniciou no dia 21. Após a junta médica apresentar a relação dos aptos, teremos a fase do exame físico, que também é realizado pela PM. Temos oficiais e praças com cursos na universidade e nas academias militares, que vão fazer a avaliação dos candidatos. Após essa terceira fase, vem a investigação social e aguardar liberação da área econômica. Serão mil candidatos a mais na folha de pagamento.

Mas quando eles irão de fato para a rua?
Existe uma lei de ingresso, que fala sobre a carga horária e tempo que aluno tem que passar. A previsão é de 10 meses de curso. Então, quando eles forem matriculados, terão esse tempo de formação. Em um determinado momento eles passam por um estágio supervisionado. Essas fases têm um período programado, não posso dizer que estará liberado em um mês, e não ser.

Em relação a morte de policiais militares, principalmente nos últimos três anos, fora das atividades da corporação. Isso ocorre por causa dos ‘bicos’ que fazem para complementar a renda e porque reagem?
Diferente do civil, o policial militar está 24 horas de serviço. Independente se esteja prestando uma assessoria a uma pessoa ou empresa, ao se deparar com uma ocorrência, pela formação que tem de servir e proteger a sociedade, há o ímpeto de proteger. Muitas vezes o policial, mesmo com toda formação que tem, pode estar em desvantagem. O cidadão infrator não tem o que perder, e o policial vai na intenção do bem. Com a diária operacional, o policial tendo esse ‘plus’, se apresenta na corporação, entra em uma escala de serviço, e está juridicamente amparado com a atividade de polícia. Alguns policiais, para complementar sua renda, são convidados a fazer a assessoria, que é particular de cada um, e independente de onde esteja, sua formação faz com que ele aja em prol da vida.

Com a flexibilização da posse de arma, um dos quesitos que vem à tona é a segurança. Na sua avaliação, o que essa posse trará em benefício da segurança?
É muito relativo e vai do que cada um sente e deseja. Se a pessoa se sente mais segura querendo ter a posse de uma arma, isso cabe a cada um. A minha missão é transmitir uma sensação de segurança através da Polícia Militar.

Qual a sua avaliação desses primeiros vinte dias à frente do comando da PM?
Primeiro quero agradecer a todos que fazem a PM, desde o soldado até o coronel mais antigo da corporação, que estão irmanados objetivando transmitir uma sensação de segurança à população. Como profissional, comandante dessa instituição e cidadão, sentimos que a Polícia Militar está querendo resgatar a dignidade da população. Fazendo um trabalho com a população do bairro, com os centros comunitários, os comandantes das unidades estão orientados a ter esse contato com os líderes comunitários, que são a voz do bairro. Estou vendo as viaturas parando, conversando com a população. Para mim isso é uma grande satisfação, como para todos os integrantes da PM. Estamos acreditando que podemos contribuir para melhorar e minimizar a situação de insegurança no RN. Estamos juntos, e dessa forma, somos mais fortes.

Para esse ano que está começando, qual o seu planejamento?
Primeiro resgatar a credibilidade, elevar a autoestima do policial, trabalhar em conjunto com a comunidade, convocando a imprensa e qualquer órgão que possa contribuir. A população pode nos auxiliar com informações, trazer ideias críticas, porque não vivemos só de elogios. A nossa instituição tem falhas que devem ser corrigidas. É um ano difícil, como a governadora falou, de enxugar a máquina, mas estamos realizando projetos de capacitação, novos concursos para ingresso de soldados, oficiais e o quadro de saúde.

Na sua avaliação, qual o principal problema que a segurança do RN enfrenta? É o tráfico de drogas que desencadeia outra série de crimes?
Quando a gente consegue trazer a criança para a sala de aula, inibe a ação dos traficantes. Isso não é só no RN. A droga é um dos principais fatores de aumento da criminalidade, quer seja por uso e consumo, dependendo da quantidade as pessoas se transformam e fazem coisas que não fariam. Também quando o traficante alicia o jovem que está vulnerável, que acaba pagando com a morte. Também a disputa pelo ponto de droga. A droga é um dos principais fatores para o aumento da criminalidade.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Votei em Fátima porque ela disse que iria fazer a contratação imediata desses polícias, mas pelo jeito, além de mentirosa essa proposta, ela não vai exigir a devolução dos policiais que perambulam nos poderes, para nós guarnecer nas ruas. Se arrependimento matasse, eu já tava morto. Vergonha alheia da nossa cumpanhêrada.

  2. Em vez da governadora elevar de 12 para 16 secretarias não pegoubesse dinheiro e contrato os PMs
    Há mais aí varios petistas iriam ficar sem sem emprego (quer dizer mamata)
    Um e o Fernando Mineiro

  3. A coisa está difícil. Tem duas polícias na reserva, muitos com 49/50 anos. Do jeito que vai em alguns anos o dinheiro do estado só será suficiente para pagar a polícia e seus aposentados. Alguém tem que resolver isso urgentemente.

  4. Esses órgãos com polícias cedidos nao é pra ter, tem que decretar o retorno ao orgao de origem, esses órgãos tem que contratar segurancas terceirizados, policiais é pra fazer segurança do cidadãos e nao de instituições?

  5. palhaçada, com a governadora GOPI a gente não vai ter segurança nunca neste estado maldito. Tenho certeza que dinheiro pro pão e circo não vai faltar

  6. Embora seja necessário a contratação de polícias, o gorverno irar comiter essa ilegalidade de acordo com a lei de responsabilidade fiscal?

    1. Lei de responsabilidade fiscal permite a contratacao nas areas de segurança, saude e educacao, para ir substituindo quem vai para aposentadoria e reserva.

  7. E o corpo de bombeiros agonizando com um efetivo muito abaixo do que a população precisa , basta andar no nosso litoral, e fica evidente a falta de bombeiros, imagine em outros setores q não fica aos nossos olhos, como estao

  8. A quantidade de cessões é vergonhosa. Só o TJ, MP e Assembleia juntos já causam um grande impacto e não deveriam, pous tem orçamento próprio suficiente pra contratar segurança privada.
    As outras cessões para Prefeituras e outros órgãos chegam a ser acintosas. E na hora h, todo mundo acusa todo mundo mas ninguém quer largar o osso e devolver os militares cedidos e bem os militares tão patriotas também não pedem pra voltar e servir o estado no que o estado precisa mais deles.
    A hipocrisia é grande e a politicagem impede e trava tudo que poderia melhorar na gestão pública, por interesses meramente individuais e privados.
    Se o governador enfrentar, poderá ser vítima de como nos e golpes dados por Santos do nosso legislativo, apoiados pós vê-los prefeitos e vereadores que temos pelo Brasil afora.
    Quando vamos acordar e perceber que precisamos eleger não só o pider executivo bom, mas uma boa base de apoio que seja ética.

  9. Coronel Alarico, parabéns pelo trabalho, policiamento nas ruas, e nas praias do norte ao sul. Competência profissional e um swr humano incrivel

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Rodada dupla movimenta Arena das Dunas no domingo; ingressos estão à venda

A Arena das Dunas recebe neste domingo dois jogos pela quinta rodada do Campeonato Potiguar. Santa Cruz de Natal x Assu, às 15h, e América-RN x Globo FC, às 17h20, são os confrontos e o torcedor terá acesso com um único ingresso. Os ingressos de arquibancada estão à venda a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia/convênios) até sábado. No dia do jogo, os valores passam para R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia/convênios). As cadeiras premium custam R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia) de forma antecipada, e depois aumentam para R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).
Além do site da Arena das Dunas, os bilhetes podem ser adquiridos na Sport Master (Midway Mall, Cidade Jardim e Zona Norte), Gol Store Mania (Avenida Prudente de Moraes), ERK (Tirol) e sede do América (Tirol). No dia do jogo, a bilheteria 1 do portão T estará aberta, a partir das 10h, para a venda de ingressos da torcida do Santa Cruz, Assu e Globo FC; e a bilheteria 2 do portão L para o América.
Os portões da Arena serão abertos às 14h para o torcedor. As torcidas de Santa Cruz, Assu e Globo FC entram pelo Portão A, enquanto a torcida do América tem a opção dos portões M, N e Q. O portão D será reservado para a torcida mista e cadeiras premium.
Arbitragem
A Federação Norte-rio-grandense de Futebol confirmou a arbitragem para a rodada dupla deste domingo. Zandick Gondim Alves Junior apita jogo Santa Cruz x Assu, e Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro dirige América-RN x Globo FC.

Globoesporte.com

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

“Flexibilizar não é afrouxar”, diz ministro sobre licenciamentos

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, afirmou que a intenção de flexibilizar as concessões de licenciamentos ambientais, medida defendida pelo presidente Jair Bolsonaro para acelerar projetos no Brasil, “não significa afrouxar” os procedimentos.

“São duas coisas completamente diferentes. Flexibilizar o licenciamento ambiental significa ter regras bastante rígidas, mas que permitam que algumas obras que dependam desse licenciamento ambiental saiam do papel e aconteçam”, declarou.

“Não significa afrouxar o licenciamento”, disse o ministro. Para Augusto Heleno, os licenciamentos “têm que ser muito bem feitos, mas não podem ser retardados sem motivo justo, impedindo o desenvolvimento de determinadas áreas”.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Empresa desiste de explorar campos de petróleo no RN

A exploração de 34 campos maduros de produção terrestre de petróleo deverão ser feitas por uma nova empresa. A TRIBUNA DO NORTE teve acesso a informações, obtidas através de diferentes fontes, que a empresa 3R Petroleum, vencedora do processo seletivo para cessão dos poços efetivada pela Petrobras ao longo de 2018, desistiu da operação por insuficiência financeira. A empresa teria que arcar com investimentos de US$ 453,1 milhões. A primeira parte deles, correspondente a 7% do valor global do contrato, US$ 34 milhões, deveria ter sido depositada na conta da Petrobras em 7 de dezembro passado, o que não ocorreu. A PetroRecôncavo e Geopark, empresas que ocupam o segundo e o terceiro lugares na concorrência, deverão ser convocadas em breve pela estatal.

“Aconteceu o que todos nós sabíamos. Era impossível essa empresa pagar o preço do contrato firmado em mais de R$ 1,5 bilhão”, disse o secretário-executivo da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo (Abpip), Anabal Santos Júnior. Insistentemente procurada para se posicionar sobre o assunto, a Petrobras não respondeu ao e-mail nem às últimas ligações efetivadas pela reportagem na noite desta sexta-feira, 25. Por questões de confidencialidade impostas no certame que resultou na escolha da 3R Petroleum, os representantes da PetroRecôncavo, Marcelo Campos Magalhães (presidente) e da Geopark, Lívia Valverde (country manager Brazil) não comentaram o caso.

Campos maduros
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, no dia 27 de novembro de 2018, a cessão de sua participação total em 34 campos de produção terrestres, localizados na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, para a empresa 3R Petroleum. O valor da transação é de US$ 453,1 milhões, sendo 7,5% desse valor (US$ 34 milhões) deveria ter sido pago na assinatura do contrato, prevista para o dia 7 de dezembro do mesmo ano, e o restante no fechamento da transação, considerando os ajustes devidos. Em um ano, a exploração dos campos em referência poderá movimentar US$ 151,2 milhões no Estado.

No dia da assinatura do contrato, porém, a Justiça do Trabalho no Rio Grande do Norte suspendeu a venda dos 34 campos de exploração de petró- leo no Estado. A decisão foi motivada após ação do sindicato que representa os trabalhadores que atuam no setor. A multa em caso de descumprimento foi estipulada em R$ 100 milhões.

A empresa 3R Petroleum e Participações Ltda., então selecionada pela Petrobras para operacionalizar 34 campos maduros de produção de petróleo no Riacho da Forquilha, no Oeste potiguar, tem capital social 303,24 vezes menor que o valor da transação que envolve a cessão dos campos. Conforme dados extraídos da Receita Federal, a 3R Petroleum é enquadrada no porte de ME (microempresa), formada por dois sócios (Ricardo Rodrigues Savini, sócio-administrador; e Daniel Annucaro Lassance Soares, sócio). O capital social informado é de R$ 5.935.838,00.

Desinvestimento
As 34 concessões são campos maduros em produção há mais de 40 anos, com ampla dispersão geográfica, localizados a cerca de 40 quilômetros ao sul da cidade de Mossoró. Os campos foram reunidos em um único pacote denominado Polo Riacho da Forquilha, cuja produção atual é de cerca de 6 mil barris de petróleo por dia.

Todas as concessões são 100% Petrobras à exceção dos campos de Cardeal e Colibri onde a Petrobras detém 50% de participação tendo a Partex como operadora com 50% de participação, e os campos de Sabiá da Mata e Sabiá Bico-de-Osso onde a Petrobras tem 70% de participação tendo a Sonangol como parceira e operadora com 30% de participação.

O projeto foi fruto de processo competitivo e faz parte do Programa de Parcerias e Desinvestimentos da Petrobras, estando alinhada ao Plano de Negócios e Gestão 2018-2022, que prevê a contínua gestão de portfólio, com foco em investimentos em águas profundas no Brasil.

Número

453,1 milhões de dólares seria o valor do contrato entre a Petrobras e a 3R Petroleum

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Prévia investir a bagatelaUS$ 453,1 milhões? Isso não é empecilho. Entreguem os campos de Riacho da Forquilha ao senador-tampão do PT e pronto, tudo fluirá às mil maravilhas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Bombeiros resgatam três pessoas com vida dentro de caminhonete em MG

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que conseguiu resgatar três pessoas com vida durante o dia neste sábado (26). Eles estavam dentro de uma caminhonete, cercados da lama de rejeitos da barragem da Mina do Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG).

Os resgatados foram encaminhados para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. A princípio, segundo o Corpo de Bombeiros, a caminhonete foi vista por helicópteros, e bombeiros se deslocaram para o local por terra para fazer o resgate.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Sirene de evacuação toca em Brumadinho por ‘risco iminente’ de novo rompimento

Por volta da 5h30 deste domingo, 27, a população da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foi acordada pelo barulho de uma sirene de evacuação.

Devido ao risco de rompimento de uma nova barragem, as autoridades deram início ao processo de retirada das pessoas da região, alertando-as para que se deslocassem para áreas mais altas.

As retiradas também estão sendo feitas na comunidade do Tejuco. A região continua a ser monitorada por técnicos da Vale e pela Defesa Civil.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Comércio varejista do RN se recupera e cresce 7,5%

Após anos amargando quedas que se aproximaram dos 10%, o comércio varejista no Rio Grande do Norte encerrou o ano de 2018 com o maior crescimento no índice de volume de vendas desde 2013. No acumulado de janeiro a novembro do ano passado, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a variação foi registrada em +7,5%. Isso coloca o Estado na primeira posição entre os Estados nordestinos no período. O percentual é, ainda, superior ao acumulado pelo Brasil no mesmo período: +2,5%. Tais índices deverão sofrer alterações leves quando da inclusão dos dados vendas de dezembro, segundo o IBGE.

“A gente vem de uma base ruim, de 2015 a 2017, com resultados negativos e pouco significativos. O ano de 2016 foi muito difícil. Em 2017, ficou mais simples crescer e o crescimento foi de 1,1%. Em 2018, a recuperação é mais robusta”, analisa o supervisor de Disseminação de Informações do IBGE no RN, Flávio Queiroz. Conforme dados do Instituto, até 2017, o último ano com crescimento positivo no índice de volume de vendas do comércio potiguar foi em 2017, com superávit de +3,3%. Tal percentual, porém, já não foi tão robusto quanto o registrado no ano anterior, +9,7%.
Nos anos após a realização da Copa do Mundo no Brasil, início da mais severa recessão na economia nacional na história moderna do país, entre 2015 e 2016, a atividade do comércio varejista no Rio Grande do Norte apresentou quedas significativas: -3,2% em 2015 e -9,4% no ano seguinte. Os dados são referentes ao acumulado entre os meses de janeiro e novembro de cada ano citado. No Brasil, o comércio recuou -4% em 2015 e -6,4% em 2016. Em 2017, cresceu +1,9% e, no ano passado, nos 11 meses em referência, avançou 2,5%.

Nesses anos, o número de desempregados foi recorde no Estado e um dos mais altos do país. O ano de 2016 foi encerrado com 225 mil pessoas fora do mercado de trabalho. O número subiu para 250 no primeiro trimestre de 2017 e só começou a recuar, de forma vagarosa e oscilatória, no final do ano. Em 2018, voltou a subir para 227 mil desempregados no fim do primeiro trimestre e encerrou o terceiro com 202 mil cidadãos sem ocupação formal.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), Augusto Vaz, avalia que os números locais estão relacionados à dinâmica da macroeconomia nacional. “Um ponto que é necessário relevar, é que o Rio Grande do Norte apresentou resultados razoavelmente complicados especialmente no início de 2017. Quando a gente fala que houve um crescimento um pouco acima da média nacional a gente sempre compara com o ano anterior. Então, talvez o Brasil não tenha sofrido tanto quanto o Rio Grande do Norte em 2017 e aí o Rio Grande do Norte, em 2018, consegue recuperar o que perdeu no ano anterior”, destaca.

Questionado se era o percentual aguardado pelos empresários, Augusto Vaz destaca que o ano surpreendeu no sentido das vendas terem crescido mesmo diante de adversidades como o não pagamento em dia do funcionalismo público, cuja massa de rendimento é uma das mais importantes molas propulsoras da economia local. “Na realidade, é um percentual acima do que a gente esperava. A gente esperava crescimento ao redor de 5% a 6%. Mas lembrando desse contexto que a gente teve um ano de 2017 muito ruim, então esse resultado é sim importante, positivo. Mas, é sempre em relação ao ano anterior, e ele acaba refletindo uma recuperação da economia e não um super resultado”.

Flávio Queiroz, do IBGE, destaca que o resultado poderia ser ainda melhor caso o Governo do Estado não tivesse atrasado o pagamento dos servidores. “O crescimento poderia ter sido maior se o pagamento dos servidores tivesse ocorrido em dia. A expectativa de consumo foi afetada no Estado por causa da possibilidade de não pagamento em dia dos salários”, declara.

Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

João Maia: Se operação da Petrobras for privatizada no RN, Estado não terá crise

O economista João Maia volta a exercer um mandato na Câmara dos Deputados a partir de primeiro de fevereiro, quando toma posse com os demais parlamentares eleitos e reeleitos. Ele vai exercer o terceiro mandato de deputado federal – os dois primeiros foram entre 2007 e 2015 — e retorna ao Congresso Nacional determinado a defender uma reestruturação do Estado brasileiro. “As estruturas estatais ficaram tão grandes, burocráticas e ineficientes que é como se a população vivesse para servir ao Estado e não o Estado, à população”, afirma.

Ele também alerta que os políticos do Rio Grande do Norte precisam mudar a estratégia na busca de uma retomada dos investimentos da Petrobras no território potiguar. Para ele, no lugar de pedir à estatal que recupere o ritmo que já teve no Estado, o caminho é convencer de que o melhor é passar a operação para a iniciativa privada.
“A privatização da operação da Petrobras no Estado pode gerar uma onda de investimento tão forte que resolveria a questão da geração de emprego, de renda e ainda o problema das finanças do Estado”, afirma João Maia.

Como está vendo os rumos que a equipe econômica tenta dar ao país neste primeiro mês de governo Jair Bolsonaro?
No Brasil, há um problema principal e outros que, em parte, têm autonomia e, em parte, são derivados desse. Desde 2013, temos recessão ou depressão econômica. Entre 2014 e 2016, o PIB brasileiro caiu quase 8%. Isso, em tempos de paz, é inédito. Como a população cresce quase 0,5% ao ano, significa que o mercado brasileiro ficou 10% mais pobre. Então, é preciso que o país retome o caminho do crescimento econômico. Sem crescimento, a discussão da redistribuição fica vazia. Não estou dizendo que é preciso crescer para distribuir renda. Estou dizendo que não se distribui sem crescimento. Quais as dificuldades que temos hoje? O Estado brasileiro, ao longo do tempo, passou por uma inversão. É como se o povo brasileiro e, claro, o do Rio Grande do Norte, trabalhasse para servir ao Estado. As estruturas estatais ficaram tão grandes, burocráticas e ineficientes que é como se a população vivesse para servir ao Estado e não o Estado, à população. Isso tem uma esperteza, porque as elites — sejam empresariais ou dos servidores públicos de todos os poderes — defendem os próprios interesses, como se fossem da população. “Nem um direito a menos”, afirmam. Mas é como se a população pudesse não ter direito à educação de qualidade, à saúde adequada, à segurança pública eficiente. Então, existe uma organização do Estado que gasta recursos públicos e gera incerteza. A União ainda se financia colocando título da dívida pública no mercado, mas estados e municípios comprometem pagamentos de fornecedores, funcionários e os serviços básicos à população. O país, portanto, tem esse problema maior: um Estado que vive em função dele mesmo, como se fosse uma família imperial.

Como essa situação poderia ser enfrentada?
Nós precisamos equilibrar e racionalizar os gastos do Estado. Isso é precondição para retomar o caminho do crescimento. Então, sem reforma da Previdência, desburocratização, redução da estrutura estatal, que só falta regular a cor da calça e da camisa… Para que as forças vivas do Brasil, os pequenos, médios e grandes empreendedores façam o país andar e gerar emprego, renda e imposto, é preciso mudar essa situação. Se um “marciano” chegasse ao Brasil e conhecesse o Código de Defesa do Consumidor, os estatutos da Criança e do Adolescente e do Idoso, e tantas estruturas estatais que existem para fiscalizar a aplicação destas normas, acharia que estamos no país mais desenvolvido do mundo, porque essas leis são de uma sofisticação… Mas isso não tem relação com a vida real. A equipe econômica do governo tem consciência de que precisa simplificar, reorganizar as despesas do Estado e passar credibilidade para que os investidores internacionais e nacionais exerçam a vocação ao crescimento econômico acelerado. E, dentro deste processo, corrigir as desigualdades sociais e na distribuição de renda. Digo que é fácil e agradável distribuir ovos. Mas o Brasil está precisando de incentivo para que se crie galinha e tenha, com isso, mais e mais ovos para distribuir. Chegamos a uma situação na qual esta política de engessar o investimento produtivo, em nome de uma política distributiva, até bem intencionada, colapsou. Há governos, como sabemos, sem condições de pagar o servidor, imagine cuidar de educação, da saúde e da segurança.

Pelos primeiros movimentos do governo Bolsonaro, ele demonstra ter condições de fazer essas mudanças?
A intenção é essa… A equipe econômica tem muita autonomia e bons quadros. Fez o diagnóstico de que não temos outro caminho que não seja retomar o crescimento e, para isso, é preciso passar segurança jurídica ao investidor. A insegurança jurídica faz com que o investidor tenha medo de caminhar, porque não sabe o que vai encontrar e qual instância vai impedir o processo de instalação ou ampliação de uma nova empresa. É necessário reduzir essa insegurança e o Estado passar a ser um facilitador do empreendedorismo. Isso não é tirar direito. Não podemos é ter um empreendedor com medo de investir. O Estado precisa ser parceiro de quem gera emprego, renda, paga imposto. No Rio Grande do Norte, para gerar novos empregos dependemos da iniciativa privada. Ou o Poder Público se mostra parceiro ou não haverá emprego, renda e impostos. O Estado precisa cumprir suas atribuições, entre as quais garantir a oferta de uma educação que assegure condições para as pessoas possam competir em igualdade de condição. A equipe econômica percebeu que é preciso deixar o Estado no essencial. O Banco do Brasil é essencial? Sim, afinal se trata de um grande financiador do agronegócio, tem capilaridade, está em muitas cidades do interior. Mas precisa ter uma agência de turismo como a BBTur, e uma corretora de valores? Isso é estratégico para o país? A Petrobras é outro exemplo. Trata-se de uma empresa estratégica, claro. Mas se meteu em tudo o que foi aventura. Então, a nova equipe econômica tem a percepção da necessidade de reduzir o Estado ao que é estratégico.

O senhor acha que esse caso Fabrício Queiroz pode provocar instabilidade política?
Afirmar que não é relevante… Como disse o general Mourão, ele tem sobrenome e isso significa implicações. É preciso ver os desdobramentos, mas sei que existe um sentimento nacional de que está na hora do Brasil andar, dar certo. Mas digo que é desconfortável, desgastante [o caso Fabrício Queiroz para o governo]. Não sei mensurar se isso afeta algum ponto da agenda econômica. Eu me interesso por três pontos: A econômica, para destravar o país; a segurança pública, porque não é possível a gente viver em um país onde praticamente grande parte dos estados é controlada pelo crime organizado; e pela reorganização estatal para acabar com a “judicialização da política e também com a politização do Judiciário”.

Até onde devem ir as privatizações?
A Petrobras não deve ser privatizada. Os acessórios da Petrobras, sim. A Petrobras foi uma grande aliada do desenvolvimento do Rio Grande do Norte, hoje é um entrave. Por quê? Terceiriza quase toda sua atividade aqui e não é o desenvolvimento e a produção no Rio Grande do Norte que está no foco. Se passa para uma empresa que tenha o Estado como foco, vamos gerar milhares de empregos, royalties e impostos para que o RN se mova. Sempre que as pessoas afirmam que é preciso ir à Petrobras, digo: “Você não entendeu”. A Petrobras fez dezenas de acordos nos Estados Unidos. E olhe para nós, aqui. Faz um acordo para pagar bilhões lá e a ação sobe no outro dia, porque assumiu um compromisso de governança segundo o qual não pode fazer investimento com taxa de retorno abaixo de determinado patamar. Está assinado, acordado. Então, o Rio Grande do Norte deixa de ser prioridade. Se pega uma empresa chinesa, alemã, francesa ou brasileira, que transforme o Estado no foco, podemos ter aqui 8 a 10 bilhões de dólares em investimentos em 4 ou 5 anos, o que tiraria o Rio Grande do Norte de qualquer crise. A Petrobras é essencial. Mas precisa ser dona do gasoduto e de refinarias? Está hoje concentrada no pré-sal e isso é importante, estratégico.

Então quando a classe política e lideranças empresariais do Rio Grande do Norte vão à Petrobras e pedem investimentos direto estão com uma estratégica equivocada?
Eu tenho convicção do que estou falando. Se a classe política arejar a cabeça… Às vezes é difícil mudar uma mentalidade. Eu já foi nestas reuniões para defender a retomada dos investimentos da Petrobras. Mas se a classe política tiver clareza do que é a Petrobras hoje, vai dizer: “Por favor, passe para mãos competentes a operação no Rio Grande do Norte e Ceará, porque temos petróleo que pode gerar uma grande atividade econômica”. Os poços em terra no Estado, onde a Petrobras não investe mais, não é o foco dela. Eu até diria que a economia do Rio Grande do Norte não caiu totalmente, porque tem a energia eólica, que não compensa totalmente, mas tem alguma atividade. O Rio Grande do Norte é muito privilegiado em termos de potencial para crescimento.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Aqui tá dizendo que o João Maia vai para o terceiro mandato de Deputado Federal pelo o RN, mas praticamente pouca gente conhece esse politico aqui no Estado do RN. Creio que o mesmo só aparece mais por aqui em época de eleições, porque não vejo e nunca ouvi dizer que tenha feito nada pelo o Estado. … quero eu estar enganado !!!

  2. Kkkķkk. Esse é um Pelé, se ele for atuar no governo, como atuou nos últimos mandatos, estaremos lascados. Já esqueceram o que ele fez no DNIT? Pergunta a justiça e ao sobrinho dele.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Número de mortos em Brumadinho sobe para 40

Subiu para 40 o número de mortos por causa do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, segundo o Governo de Minas Gerais. Oito deles já foram identificados.

Até o momento, 366 pessoas foram resgatadas, sendo 221 funcionários da Vale e 145 terceirizados. Há 23 pessoas hospitalizadas.

O trabalho de monitoramento da barragem 6 continua. As atividades de resgate foram suspensas às 20h e serão retomadas às 4h deste domingo (27).

Segundo informações do governo mineiro, o Corpo de Bombeiros mantém 205 homens no local, sendo que 175 são especializados no trabalho de resgate de vítimas de soterramento.

A Vale será multada em R$ 99 milhões por responsabilidade nos danos causados pelo rompimento da barragem, informa também o governo do estado.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Germano Vieira, a empresa deverá ser notificada até segunda-feira (28) e, a partir de então, terá 20 dias para recorrer.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

AGU entra com medida para obter nomes de pessoas que estavam na área do desastre

A Advocacia-Geral da União anunciou, neste sábado, 26, que está ajuizando medida cautelar de urgência para que as empresas de telefonia forneçam a relação de assinantes dos celulares que estavam conectados às Estações de Radiobase (ERBs) que atendem às imediações da Mina de Córrego de Feijão, uma das mais atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG)

Na medida cautelar, a AGU pedirá informações dos assinantes que estavam conectados à região entre 24 horas de quinta-feira (24) e 24 horas de sexta-feira (25), considerando, para tanto, um raio de 20 km do local. O pedido visa a facilitar a identificação de pessoas que possam estar desaparecidas no local As informações serão enviadas imediatamente para os órgãos envolvidos nas operações de socorro e resgate.

“Consta do pedido de liminar que os dados fornecidos sejam enviados, pelas próprias requeridas e com a urgência que o caso requer, para os órgãos que estejam envolvidos nas operações de socorro e resgate, em especial para as Forças Armadas, para a Defesa Civil de Minas Gerais, para a Vale do Rio Doce S.A., para o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, para a Polícia Militar de Minas Gerais e para a Prefeitura Municipal de Brumadinho”, diz o órgão.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Ambiente

MG tem mais de 300 locais de contenção de rejeitos inseguros, diz superintendente do Ibama

Foto: Isac Nóbrega/PR

Há um ano no comando do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Minas Gerais, Julio Cesar Dutra Grillo lamenta em entrevista à BBC News Brasil ser sempre voto vencido na luta para não mais autorizar a expansão ou construção de novas barragens de rejeitos no Estado.

O superintendente do Ibama em Minas diz que já havia alertado, em dezembro do ano passado, que barragens de rejeitos em Brumadinho, entre elas a da Vale que se rompeu na sexta-feira, “não ofereciam risco zero”.

O aviso de Grillo foi feito durante reunião extraordinária da Câmara de Atividades Minerárias. A discussão acabou com a aprovação, de forma acelerada, da licença para a continuidade das Operações da Mina da Jangada e das operações da Mina de Córrego do Feijão, cujo rompimento matou pelo menos nove pessoas e mobilizou uma multidão em busca de pessoas desaparecidas em meio a um mar de lama.

Na reunião que aconteceu em 11 de dezembro de 2018 na sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, houve uma acalorada discussão com a participação de dezenas de moradores que se manifestaram contra as licenças por causa de possíveis abalos hídricos na região.

Mas o resultado foi pela aprovação, com folga, das licenças: 8 votos contra 1, com 1 abstenção. Grillo se absteve.

Ele explica que era favorável ao descomissionamento [eliminação] de uma barragem da região. Mas que esse descomissionamento estava atrelado à continuidade de produção de outras minas, e era justamente isso que colocava em risco a região.

“Optei pela abstenção, mas fiz questão de registrar os dois lados”, explica Grillo. Ele afirma que, na ocasião, ressaltou que projeto trazia algumas novidades positivas como a eliminação da barragem, mas que a região de Casa Branca tem algumas barragens sem risco zero e que os moradores tinham razão em se preocupar.

“Em uma negligência qualquer de quem está à frente de um sistema de gestão de risco, aquilo rompe. Se essa barragem ficar abandonada alguns anos, não for descomissionada, ela rompe, e isso são 10 milhões m³, é um quarto do que saiu de Fundão (em Mariana, que rompeu há três anos), inviabiliza Casa Branca e inviabiliza ao menos uma das captações do Paraopeba”, afirmou Grillo na região, conforme o registro da ata da reunião extraordinária.

Mais de 300 barragens em risco

Grillo é categórico em dizer que há mais de 300 barragens de rejeitos em Minas Gerais que não seguras.

“Ou param de usar essa técnica ou há o risco de cair na cabeça das pessoas. Mesmo as que não estão mais recebendo rejeitos não são seguras e, ao longo do tempo, podem despencar na cabeça das pessoas”, diz, emendando que há outras técnicas mais eficientes e que, inclusive, já estão sendo testadas pela própria Vale.

Segundo Grillo, contudo, as técnicas alternativas são mais caras, e os órgãos de licenciamento têm autorizado projetos e novas intervenções “do jeito que as mineradoras querem”. “Essas votações têm sido atropeladas”, afirma Grillo.

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), o Estado tem 688 barragens, das quais 677 têm estabilidade garantida por auditorias. Em 4, o auditor não apresentou uma conclusão, e 7 tem estabilidade não garantida pelo auditor. “A quantidade de barragens com estabilidade garantida aumentou de 96,7% em 2017 para 98,4% em 2018”, afirmo a Semad.

Para o superintendente do Ibama em Minas, contudo, a melhor forma de evitar tragédias como a de Brumadinho é uma nova legislação. “Infelizmente, está parado na Assembleia de Minas onde prevalece os interesses das mineradoras. É muito melhor reduzir o lucro em alguns poucos porcentos e evitar tragédias se repitam”, afirma.

Questionado se a barragem em Brumadinho se rompeu porque, mesmo sem estar recebendo rejeitos, pode ter havido alguma intervenção no local depois do licenciamento, Grillo diz ainda não ser possível saber a causa.

Mas afirma que, “independente de qualquer ação no local, barragens como a que se rompeu não são estáveis”. “Ao longo do tempo, elas podem se romper. Só não acontece toda hora porque tem gente vigiando, e a Vale costuma ter atenção. Mas o risco não é zero”, diz Grillo.

BBC Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Jair Bolsonaro aceita ajuda de Israel para busca de desaparecidos

O presidente Jair Bolsonaro conversou com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sobre ajuda na busca de pessoas desaparecidas após o rompimento de uma barragem de contenção rejeitos da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).

“Por telefone, o primeiro-ministro de Israel nos ofereceu ajuda para a busca de desaparecidos no desastre de Brumadinho/MG. Aceitamos e agradecemos mais essa tecnologia israelense a serviço da humanidade”, informou via Twitter .

Antes da postagem pela rede social, o presidente sobrevoou a área atingida e, ao retornar a Brasília, Bolsonaro disse aos jornalistas que “o governo federal [junto] com o governo estadual tomaram todas as providências de imediato para ajudar a minimizar a dor dos familiares”.

Segundo o presidente, “daqui para frente o trabalho é basicamente de busca de desaparecidos. Infelizmente, pode aumentar muito o número de mortes”, lamentou

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *