Política

‘Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha’, diz Flávio Bolsonaro

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em entrevista exibida nesta sexta-feira pela “Record”, que é contra o foro privilegiado, mas disse que não tinha alternativa se não pedir para o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar em qual instância deve tramitr a investigação sobre seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

— Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha. O foro é por prerrogativa de função. Então, querendo ou não querendo, eu tenho que entrar com o remédio legal no órgão competente. O STF é o único órgão que pode falar qual é o foro.

Flávio disse que não se “escondendo”, e afirmou que irá respeitar a decisão do STF sobre qual instância o caso deve tramitar:

— Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Não me preocupo com a investigação de quem quer que seja. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir para prestar os devidos esclarecimentos, eu vou fazer. Se for no Rio, vai ser no Rio. Se for na Procuradoria-Geral da República, sem problema nenhum.

O parlamentar se diz perseguido por ser filho do presidente da República:

— Eu exijo, como qualquer cidadão desse país, que a lei valha para mim também, que a Constituição seja respeitada para mim também. Não é porque eu sou filho do presidente que eu tenho que ser alvo de um procedimento que não está respeitando a legalidade.

Flávio afirmou que teve seu sigilo bancário quebrado de forma ilegal. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou, em um período de um mês, depósitos em dinheiro que somam cerca de R$ 96 mil na conta do senador eleito. Entretanto, o Coaf tem autorização para enviar dados ao MP sem passar por juiz.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Na minha opinião se o Brasil quisesse mudança de verdade tinha colocado sangue Novo e não sangue Velho que já está mamando nas tetas do governo a anos e o estado que ele representa segue do jeito que está imagine o pais ?? E agora a sujeira começando a aparecer e agora vao começar a dizer que é perseguição !! Não passam de mais uns mamadores e discípulos do PT com sigla diferente, mais um Lula no poder que recebe dinheiro mais nao sabem de nada e não viram nada acho que nem gastaram o dinheiro deve ser meu !!
    Ta ficando feio !! Eu não defenderia nem um nem outro eu lutaria pela limpeza do país e troca de todos !!

  2. Só perguntando quando o COAF vai identificar as milionarias mavimentaçoês financeiras dos filhos de Lula? quando a Globo pedir?

  3. Ceará Mundão vc está enganado, os outros deputados estão presos, pelo contrário, só o Flávio não foi investigado.

  4. BANDIDO…..ESTA USANDO A PRERROGATIVA …QUEM.NAO DEVE COLOCA A CARA A TAPAS…VAI BANDIDO..DEIXA A VIDRAÇA QUEBRAR…ESSA FACETA ESTA PARA TODO LADRAO…FORO PRIVILEGIADO…

  5. Engraçado, ou até mesmo Ilário. Você é contra o foro privilegiado, conforme suas palavras, porém pediu ao STF um foro preventivo antecipado. É lamentável a sua lambança, o governo Bolsonaro não merecia nem precisava de fogo amigo. Querendo ou não, esse possível laranjal acaba desgastando e afetando o governo federal. Você está se escondendo, sim! Pior ainda, usando um foro preventivo junto ao STF. Seja homem! Esclareça os fatos! Tenha respeito pelos seus eleitores! Caso contrário, você não passa de muleque mimado que acha que tudo pode.

  6. Olhando bem direitinho, esse rapaz é filho do Lula , é o que deseja o eleitor do Bolsonaro já morrendo de vergonha. .kkkkkkkkkkkkkkll

  7. O povo brasileiro demonstrou querer um Brasil diferente e melhor e, para isso, elegeu Bolsonaro. Esses brasileiros não possuem bandidos prediletos, ao contrário dos esquerdopatas, que não aceitam sequer decisões judiciais que atingem seus ídolos criminosos. Queremos sempre que tudo seja investigado e que aqueles que agiram errado paguem por seus erros conforme a lei. Mas é inegável a perseguição implacável e desproporcional movida por aqueles que perderam suas "boquinhas" contra tudo que possa ter alguma relação com o novo governo. Vejam que tivemos ontem mesmo a revelação de detalhes grotescos da delação do Palocci, sobre a gigantesca máquina de corrupção que funcionou nos governos do PT. Mas a imprensa esquerdista, que odeia Bolsonaro, só fala desse caso ridículo e insignificante, que nem sequer tem a ver com o Presidente. Mesmo contra seu filho, não há nada concreto contra sua idoneidade. E nessa mesma ALERJ foram identificadas movimentações muito mais estranhas, como a do gabinete do deputado petista, pelo qual circularam 49,3 milhões. Mas os esquerdopatas só querem saber do caso do Queiroz. É incrível.

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Diversos

Morre Marcelo Yuka, um dos fundadores d’O Rappa

Foto: G1

O compositor, baterista e ativista carioca Marcelo Yuka, fundador do Rappa, morreu, às 23h40 desta sexta-feira, aos 53 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Ele estava internado no hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, e na madrugada do dia 4 de janeiro entrou em coma induzido.

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, teve uma trajetória baseada em lutas.

Luta pela vida, após ser baleado nove vezes na rua José Higino, na Tijuca (quando saiu de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada), e ficar paraplégico, em novembro de 2000. Teve diversos problemas de saúde desde então — seu último disco, “Canções para depois do ódio”, foi lançado em janeiro de 2017, quando o músico estava num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano anterior.

Lutas, outras, escancaradas também nas letras que escreveu para a banda carioca de reggae-rock O Rappa, em que tratava das questões brasileiras como desigualdade social e racismo em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990. Conseguiu, junto com os seus companheiros de banda, fazer o ativismo chegar ao rádio, à TV e às grandes plateias — enfim, ao mainstream.

O Globo

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Economia

Previdência: reforma chega ao Congresso em meados de fevereiro

A proposta de reforma da Previdência será encaminhada ao Congresso Nacional na segunda semana de fevereiro, informou hoje (18) o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Segundo o secretário, o governo bateu o martelo sobre a estratégia para apresentar o texto.

O Palácio do Planalto pretende aproveitar o texto apresentado pelo governo do ex-presidente Michel Temer e apensar a proposta que será encaminhada ao Congresso Nacional. Com isso, o texto poderia ir diretamente à apreciação do plenário da Câmara dos Deputados, aproveitando que o projeto encaminhado por Temer já passou pela etapa das comissões.

“Já foi decidido que vamos utilizar o arcabouço da 287 [Proposta de Emenda Constitucional – PEC 207/16], e a ideia é apresentarmos o projeto no plenário da Câmara a partir da segunda semana depois da votação da mesa diretora”, disse Marinho, em entrevista coletiva na qual apresentou o texto da chamada Medida Provisória contra Fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com o secretário, a estratégia será refinada com a participação do presidente Jair Bolsonaro, dos ministros Paulo Guedes, da Economia, e Onyx Lorenzoni, da Casa Civil. A diferença é que o texto de Temer não prevê a criação de um regime previdenciário em que cada trabalhador faça a própria poupança (capitalização), como o governo deverá apresentar em fevereiro, o que pode gerar questionamentos por parte da oposição.

“A nossa perspectiva foi traçada e, nesse momento, o grupo está trabalhando com cenários, fazendo cálculos atuariais, consultando outras pessoas e, ao mesmo tempo, levando para o presidente Bolsonaro para que ele avalie para onde a gente vai”, afirmou. “Bolsonaro está recebendo as linhas gerais, ele está dando as linhas gerais do projeto, que está sendo submetido a ele”, acrescentou.

A reforma da Previdência deverá ser um dos temas que Bolsonaro abordará no Fórum Econômico Mundial, que ocorrerá em Davos, Suíça, entre os dias 22 e 25 deste mês. Marinho não deu detalhes sobre o texto que será apresentado, mas disse que o governo trabalha para que seja uma “reforma justa”.

A expectativa é que Bolsonaro assista a uma apresentação sobre o material da reforma no fim desta semana. Marinho disse que Bolsonaro só bateria o martelo quando voltasse da Suíça. Questões como idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres e período de transição, além da situação dos militares ainda estão em fase de estudo e não foram divulgadas à imprensa.

“[O texto] está tomando forma, estamos bem adiantados, o presidente tem se reunido com a equipe e tem traçado os rumos que ele acha possíveis para que consiga ser aprovada no Congresso e, ao mesmo tempo, que deem uma segurança fiscal para o governo e que seja uma reforma justa, uma reforma solidária, que trate os desiguais de maneira desigual”, disse Marinho.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Polícia

Motoristas de Palocci confirmam ‘valores’ e ‘caixas de whisky’ a Lula ‘barba’

Carlos Alberto Pocento e Claudio de Souza Gouveia, ex-motoristas do ex-ministro Antonio Palocci, corroboraram, em depoimento, com as declarações do delator sobre supostas entregas de dinheiro ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles narraram à Polícia Federal ‘entregas de valores’ e de caixas de whisky ao petista, era chamado por Palocci de ‘barba’, no aeroporto de Brasília e na sede do Instituto Lula.

Eles falaram à Polícia Federal do Paraná no dia 30 de agosto de 2018, para prestar esclarecimentos sobre fatos investigados na Operação Lava Jato. O depoimento se deu um mês depois de o relator no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, João Pedro Gebran Neto, homologar a colaboração premiada do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos petistas.

Em depoimento prestado ano passado, Palocci afirmou ter repassado ’em oportunidades diversas’ cerca de R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 50 mil e R$ 80 mil em espécie para o próprio Lula’. Palocci detalhou duas entregas de dinheiro a Lula, uma no Terminal da Aeronáutica, em Brasília, no valor de R$ 50 mil ‘escondidos dentro de uma caixa de celular’. A outra entrega teria ocorrido em Congonhas. Ele contou que recorda-se que a caminho do aeroporto ‘recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega’.

Segundo Palocci, os repasses a Lula teriam ocorrido em 2010. O ex-ministro relatou uma conversa que teria tido com Marcelo Odebrecht na qual o empresário acertou o repasse de R$ 15 milhões para o ex-presidente depois que a empreiteira entrou no negócio de Belo Monte.

Um dos motoristas de Palocci, Claudio de Souza Gouveia, que trabalhou para o ex-ministro desde 2002, ‘na época de transição do governo Fernando Henrique Cardoso’, respondeu à PF ‘que foram muitos os episódios em que o depoente conduziu Antonio Palocci Filho até a base aérea de Brasília/DF para levar objetos, presentes, mimos a Lula’;

Ele afirma que ‘havia pressa nos deslocamentos’ e disse se ‘recordar de caixas de Whisky, de celulares, de canetas, por exemplo’, mas que, ‘no entanto, nunca soube se as caixas continham efetivamente celulares e garrafas de Whisky ou outros conteúdos’;

Segundo Gouveia, ‘muitos desses episódios, Palocci deixava apenas os objetos com Lula no terminal ou no avião e, após alguns minutos, voltava ao carro’.

O motorista ainda detalha que Palocci carregava dinheiro em seu veículo e que ‘recebia, quando necessário, recursos para combustível, por exemplo’

Gouvei relata ‘que Palocci também carregava recursos para gastos com comitê da campanha, por exemplo e que em algumas poucas oportunidades também constatou Palocci carregando quantidades elevadas de recursos’

Segundo o motorista, ’em algumas oportunidades, Palocci informava que estava carregando documentos, ao mesmo tempo que sinalizava, quando pronunciava a palavra “documentos”, gesto que sinalizava dinheiro, feito com o dedão e o indicador da mesma mão’.

Já Carlos Alberto Pocente diz que ’em oportunidades diferentes em que o depoente levou Antonio Palocci Filho e Branislav Kontic à sede do Instituto Lula, ouviu afirmações proferidas por Palocci para Branislav relacionadas a valores para o “barba”‘

Indagado pelos investigadores sobre quem seria o personagem identificado por “barba”, ele ‘respondeu que, pelo contexto em que os assuntos eram tratados, referia-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva’.

Lula tem negado as acusações de Palocci e afirma que o ex-ministro mente em delação premiada.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Interessante, confessaram quem deu(empresários) quem negociou (Palocci) quem foi entregar com datas trajetória (motorista). Em caixas , tudo encaixado, só luladrão negando e esses idiotas caindo na conversa furada de inocência. Ômi vai ser tonto na casa de chapéu.

  1. A BARGANHA CRIADA POR MORO COMECOU….PARA SE LIVRAR DIZ O QUE QUISER…QUE EU TE TIRO DE LA…AGORA CONTE UMA HISTORIA BONITA…ESSE CONTO DE FADAS ESTA ESTAMPADO QUE UMA CRIACAO MOROU???? DEUS NAO DA CHICOTE EM NINGUEM…..E A MENTIRA TEM.PERNAS CURTAS NA OBEDIENCIA DO GRANDE MESTRE…..EQUANDO A CASA CAIR …SERA PARA TODO O MAL….LULA VAI SAIR DESSA…PORQUE QUEM FEZ O BEM A NACAO RESPLANDECERA….

  2. Corrupção "de verdade", fatos que demonstraram a existência de um colossal esquema criminoso nos governos do PT, envolvendo todo o alto escalão dessa ORCRIM. Ações que efetivamente prejudicaram o destino do Brasil e do nosso povo. Mas os esquerdopatas, incluindo a grande mídia que está vendo o fim de seus eternos privilégios (é divertido ver o amor que rola entre a Globo e os petistas), só tem olhos para o "caso do Queiroz", algo insignificante, que nem sequer envolve o Presidente Bolsonaro e que não trás prova de crime algum. Investigue-se tudo mas não esqueçam nem neguem a corrupção já provada nem as inúmeras condenações já ocorridas de seus bandidos prediletos. Tenham um mínimo de coerência.

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Política

Investigação sobre Queiroz apura lavagem de dinheiro

A investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), foi iniciada há seis meses e tem como foco de apuração a suspeita de prática de lavagem de dinheiro ou “ocultação de bens, direitos e valores” no gabinete do deputado estadual – atualmente senador eleito – na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O Estado teve acesso aos autos do procedimento de investigação criminal, que está sob sigilo.

A base deste e de outros 21 procedimentos criminais abertos no Legislativo fluminense é um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentação atípica de funcionários e ex-funcionários da Alerj.

O documento foi produzido por técnicos do Coaf há um ano, em janeiro de 2018, e anexado aos autos da Operação Furna da Onça – que em novembro do ano passado prendeu dez deputados estaduais do Rio suspeitos de receberem propina. O relatório mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, como revelou o Estado.

Nesta sexta-feira, 18, o Jornal Nacional, da TV Globo, teve acesso a outro relatório do Coaf, que mostra movimentações bancárias suspeitas do próprio Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o documento, entre junho e julho de 2017, Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos em espécie em sua conta, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj, e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. No total, foram R$ 96 mil, depositados em cinco dias.

Nesta quinta-feira, 17, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido de Flávio Bolsonaro e determinou a suspensão da investigação. O relator do caso, Marco Aurélio Mello, vai analisar a reclamação de Flávio Bolsonaro. Nesta sexta-feira, o ministro indicou que vai negar o pedido após o fim do recesso do Judiciário.

Os autos do procedimento para investigar as movimentações suspeitas de Queiroz e outros assessores do gabinete são assinados pelo promotor que cuida do caso, Bruno Gaspar, do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça. Queiroz recebeu depósitos de outros servidores do parlamentar, sempre próximos às datas de pagamentos na Alerj. No início do documento, o MP anexou páginas com textos sobre a trajetória política.

No dia 14 de dezembro o promotor do caso pediu que fossem requisitadas informações do Coaf sobre movimentações financeiras de Flávio de 2007 até os dias atuais. O pedido abrange movimentações de Queiroz e de mais sete funcionários e ex-funcionários do gabinete no mesmo período. A iniciativa serviu para que a defesa de Flávio pedisse ao Supremo a ilegalidade do processo. O argumento foi de que Flávio tem foro privilegiado, já que ele havia sido eleito senador pelo Rio na época.

Os arquivos do MP também comprovam que a investigação sobre o relatório do Coaf começaram antes da exoneração da filha de Queiroz, Nathalia, citada no documento, do gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, em 15 de outubro. No mesmo dia, o seu pai também foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro, na Alerj.

A família de Queiroz faltou a todos depoimentos no MP para esclarecer as questões apontadas pelo Coaf. Eles alegaram que o ex-assessor passa por um tratamento contra um câncer. Os assessores de Flávio citados no relatório também foram convidados a depor no órgão.

Investigado. Nesta sexta-feira, o MP afirmou que Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento de apuração criminal. No entanto, disse que isso não impede que o senador eleito ainda possa se tornar alvo da investigação. Até esta segunda-feira, 14, ele sustentava que não era investigado, argumento também usado por ele para faltar ao depoimento marcado no MP para o último dia 10.

Porém, sua defesa posteriormente passou a tratá-lo como investigado, inclusive no pedido ao Supremo. Com esse argumento, a reclamação afirma que o MP fez movimentações que deveriam ter passado pela Corte, por envolver um senador eleito. “Até o dia 7 de janeiro, não sabia que estava sendo investigado. Descobri que o MP estava me investigando ocultamente desde meados do ano passado e que meu sigilo foi quebrado de forma ilegal, sem a devida autorização judicial”, disse Flávio Bolsonaro em entrevista ao Jornal da Record veiculada nesta sexta-feira, 18.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

    1. Kkkkk caso gigantesco e a delação de Palocci e a Globo não dá nem importância kkkk fora esquerda
      O Lula tá preso babaca

    2. Jaja vai ser o Bolsonaro e sua família, babaca. #naotenholadraodeestimacao

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Política

COAF: Foram 48 depósitos em dinheiro na conta de Flávio Bolsonaro totalizando R$ 96 mil

O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a um trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do senador eleito pelo Rio de Janeiro, no total de R$ 96 mil.

O documento traz informações sobre movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro entre junho e julho de 2017. São 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legistativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil.

Os depósitos foram feitos em cinco dias:

9 de junho de 2017: 10 depósitos no intervalo de 5 minutos, entre 11h02 e 11h07;
15 de junho de 2017: mais 5 depósitos, feitos em 2 minutos, das 16h58 às 17h;
27 de junho de 2017: outros 10 depósitos, em 3 minutos, das 12h21 às 12h24;
28 de junho de 2017: mais 8 depósitos, em 4 minutos, entre 10h52 e 10h56;
13 de julho de 2017: 15 depósitos, em 6 minutos.

O Coaf diz que não foi possível identificar quem fez os depósitos. O relatório afirma que o fato de terem sido feitos de forma fracionada desperta suspeita de ocultação da origem do dinheiro.

O Coaf classifica que tipo de ocorrência pode ter havido com base numa circular do Banco Central que trata da lavagem de dinheiro.

A realização de operações que por sua habitualidade, valor e forma configuram artifício para burla da identificação dos responsáveis ou dos beneficiários finais.

O documento, obtido com fontes da equipe de reportagem do JN, está identificado como “item 4” e faz parte de um relatório de inteligência financeira (RIF).

G1

Opinião dos leitores

  1. Painho deve explicações, não acham?
    Ou vocês acham que Sergio Moro tem convicção que Queiroz e Flávio Bolsonaro podem serem filhos de Lula?

  2. É preciso aprofundar e ampliar as investigações. Era uma empresa/quadrilha familiar. Incrível como todos faziam parte do esquema.

  3. Imagino que seja aqueles depósitos em envelopes de caixa eletrônico que tem um limites de cédulas para deposito, por isso os depósitos.

  4. Esse caso reverbera no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro. Se não renunciar vai ser por meio do impeachment.

    1. Pensando melhor ainda, e nas contas de 99% de todos os políticos.

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E ai, bora correr?

Alongamento antes de correr: benefício ou um risco?

POR BRENO PERRUCI (@eaiboracorrer)

O tema é controverso entre os treinadores, mas de antemão já posso adiantar. Se você faz alongamentos logo antes de correr, as chances de estar dando um tiro no pé são de 9 entre 10.

Desde quando éramos bem pequenos nas aulas de educação física na escola, ouvimos que alongar, evitava lesões. Esse pensamento ganhou força nos anos 60 e 70 com o Dr. Kenneth Cooper, um dos principais incentivadores da atividade física, tanto que ficou famoso ao criar o tal do “fazer cooper”. Sem muito embasamento teórico, ele orientava atletas a sempre alongarem antes dos exercícios e a ideia ganhou uma popularidade que perdura até hoje.

Maaaass, por volta dos anos 2000 surgiram os primeiros estudos científicos sobre a eficácia dos alongamentos e esse mito começou a ruir. Além de não prevenir lesões, se descobriu que alongar imediatamente antes de correr pode fazer exatamente o contrário, favorecer problemas musculares.

Quando pergunto aos meus professores a resposta é sempre a mesma. O alongamento é essencial, fundamental e indispensável para o corredor. Ele traz um aumento na flexibilidade, o que faz uma diferença de forma positiva em treinos intensos. Só não devem ser feitos logo antes dos treinos. E a explicação é simples. Quando se estica um músculo ao limite, se provoca ruptura nas fibras. Estender essas pequenas lesões por um período de tempo longo pode ser prejudicial e especialmente perigoso quando fazemos antes da corrida, situação em que os músculos são muito forçados à exaustão.

Então o certo é que você converse com seu técnico para estabelecer uma melhor estratégia. Mas a orientação geral é alternar os dias de corrida com os de alongamento. Antes de começar a correr, o ideal é fazer um aquecimento leve e dinâmico. Na pior das hipóteses, se não puder alternar, dê a maior distância possível entre as atividades. Se vai correr à noite, alonga cedinho. Se vai correr cedinho, alonga na noite anterior e por aí vai.

Por fim, vale lembrar que cada organismo tem seu funcionamento próprio e claro que para alguns pode ser justamente o inverso. Óbvio que esses casos serão exceções.

Opinião dos leitores

  1. Gostei das informações, mais depois que comecei a fazer breves e curtos alongamentos e depois um aquecimentos, obtive uma melhora em todos os aspectos durante e depois das atividades físicas, e como foi relatado, esses efeitos ao contrário variam de pessoa pra pessoa , mais foi uma matéria interessante

  2. Falou muito mas no final deu uma escapada. Como regra geral é válido, mas depende do objetivo do treino. Generalizar é complicado.

  3. Muito bom o artigo sobre alongamento antes da corrida. Vó seguir a orientação na próxima corrida .

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Política

Rogério Marinho diz que não pode garantir inclusão de militares na reforma

O Secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou em entrevista nesta sexta-feira (18) que não pode afirmar se os militares serão incluídos na proposta de reforma da Previdência que o governo de Jair Bolsonaro vai apresentar ao Congresso.

“Se eles vão entrar ou não, não posso garantir”, disse, ao ser questionado pela Folha.

Marinho evitou dar detalhes do que pode ser alterado no sistema de aposentadoria dos militares.

“A proposta como ela virá, só se saberá quando ela for apresentada em fevereiro. Claro que militares têm sua especificidade, têm sua carreira própria e não têm [sistema] como os civis. Isso precisa ser respeitado”, disse.

Capitão reformado do Exército, Bolsonaro enfrenta dificuldades entre os militares para inclui-los no projeto de reforma da Previdência que será encaminhado ao Congresso em fevereiro.

A mudança nas regras de aposentadoria é considerada crucial para que o governo coloque em dias as contas públicas. A reforma é vista como a primeira medida sobre o tema em meio à expectativa de déficit fiscal de R$ 139 bilhões para 2019.

Marinho e o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm se reunido com o presidente Jair Bolsonaro para apresentar pontos da proposta de reforma da Previdência em formulação pela equipe econômica.

Alguns encontros não constam na agenda dos integrantes do governo e do presidente. Na manhã desta quinta (18), eles se encontraram com Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

“[A reforma] está tomando forma, estamos bem adiantados, o presidente tem se reunido com a equipe e traçado os rumos que ele acha possíveis de serem traçados dentro do Congresso para que seja uma reforma justa, que trate os desiguais de forma desigual. Não dá para tratar os desiguais de forma igual”, disse Marinho, mas sem detalhar as opiniões de Bolsonaro sobre a proposta.

Segundo o secretário, o governo está convicto de que a reforma a ser apresentada será aprovada no parlamento.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Mais um grande nome do governo Bolsonaro. O Brasil começou a mudar. O choro dos petralhas ainda vai crescer muito. E as "boquinhas" federais acabaram. Procurem Fatão.

  2. O maior déficit é deles, se aposentam cedo, não contribuem após aposentados e ainda pagam uma mixaria pra q as filhas solteiras tenham direito a pensão vitalícia… Eu sou servidor e não recebo adicional noturno, horas extras, tenho dedicação exclusiva e tudo o mais q os militares dizem não receber/poder fazer. E nem por isso tenho essa mamata de aposentadoria.

  3. Está correto, quem deve pagar a conta é apenas o trabalhador, é claro. Os demais privilegiados não podem ser atingidos. Esse desgoverno vai ser reamente a SALVAÇÃO. salvação dos privilégios. Parabéns a toda equipe. "ironia"

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Política

Michelle diz que não pediu autorização a Bolsonaro para discurso

Na entrevista que deu ao “Domingo Espetacular”, que irá ao ar neste fim de semana, Michelle Bolsonaro afirma que manteve em segredo até do marido o discurso que faria na cerimônia de posse.

Jair Bolsonaro, segundo a primeira-dama, soube da iniciativa pouco antes do evento. “Eu não pedi, eu comuniquei”, disse Michelle sobre seu discurso em libras.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O Presidente não tem moral nem pra isso?
    É filho falando por ele, é esposa falando por ele., é vice falando por ele.
    É um molenga mesmo.

    1. No Brasil, só a família de Bolsonaro não pode receber dinheiro, principalmente se for depositado por amigo. Aí é movimentação suspeita.

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Tecnologia

Alfabetização digital é antídoto contra ódio, diz socióloga

O antídoto contra o discurso de ódio é a alfabetização digital. Isso é o que sugere Esther Solano Gallego, socióloga, professora da Unifesp e organizadora do livro “O Ódio Como Política – A Reinvenção das Direitas no Brasil” (ed. Boitempo), lançado ainda na esteira das eleições brasileiras de 2018. Para Solano, a reprodução de falas discriminatórias está ligada à educação excessivamente instrumentalizada praticada no país.

“É uma educação muito focada na ideia de formar trabalhadores, que é técnica e esquece a política. Vemos pessoas com ensino superior completo que dizem barbaridades e podem ser muito intolerantes. Essa incapacidade de convívio existe porque muitos brasileiros não foram ensinados a lidar com o diferente. Nem todo mundo está preparado afetivamente e intelectualmente para isso”, afirma a doutora em ciências sociais pela Universidad Complutense de Madri.

Segundo a pesquisadora, “é importante ter uma educação política e crítica, que possa de fato formar cidadãos aptos para conviver com as diferenças e respeitá-las.”

A ruptura entre familiares, casais e amigos ocasionada pelo processo eleitoral do ano passado teve saldo negativo para todo o país, segundo ela. “Não se tratou apenas de ruptura institucional e política, mas de ruptura social. Era enxergar no outro um inimigo continuamente. E o outro podia ser meu filho homossexual, ou podia ser meu namorado petista. É uma ideia profundamente antidemocrática, de não tolerar o convívio com o outro.”

A saída, segundo a socióloga, é a alfabetização digital: educar o brasileiro para que ele saiba encontrar formas responsáveis de se informar por meio das redes sociais e também de se comportar dentro delas.

“No fundo, a gente volta à mesma ideia de um conhecimento politizado e crítico, mas ligado à utilização das redes sociais. O aluno precisa ser ensinado a se posicionar, a agir e reagir. É essencial um ensino que seja voltado também para essa mostra online, para a sociabilidade na internet. A pessoa precisa ter alfabetização digital para saber se a informação que está lendo é verídica, para ter um comportamento minimamente responsável. É importante levar esse tipo de conhecimento para a sala de aula.”

A ideia é que o discernimento individual possa regular o conteúdo a que cada um está exposto, sem interferências drásticas nem controle excessivo do Estado.

“Há, de fato, páginas que muito ostensivamente propagam fake news e aí, claro, elas devem ser retiradas do ar. Mas existe um limite tênue entre o que seria a fiscalização do conteúdo de ódio e de fake news e a censura. É delicado isso. E é um grande medo dos grupos progressistas, que lutaram pelo marco e pela liberdade da internet, que em nome de criar uma nova legislação muito dura contra esse tipo de informação falsa seja provocada uma censura na internet”, afirma ela, que também é a favor de responsabilizar grandes corporações, como Google e Facebook.

As redes sociais funcionam com algoritmos que selecionam o que cada um vai acessar, normalmente de acordo com o que o usuário mais vê, comenta e compartilha.

Assim, criam-se as bolhas, que favorecem o encontro de conceitos semelhantes —e os impulsionam. “Por isso o discurso de ódio encontra um campo bastante fértil nas redes sociais, além do fato de que as pessoas se sentem mais protegidas pela falta de fiscalização e pelo anonimato. Isso desenvolve uma polarização muito clara e uma lógica bélica, cria um muro virtual entre pensamentos distintos.”

A mesma agressividade vem se estabelecendo no Brasil em relação à imprensa. Donald Trump, nos EUA, estabeleceu uma cruzada contra a mídia, destratando jornalistas e desmentindo reportagens na internet.
Estratégia semelhante foi adotada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), que passou a desqualificar o trabalho de jornais, a selecionar quem poderia participar de suas coletivas de imprensa e a usar intensamente as redes sociais para suas colocações.

“Quando a imprensa é atacada, a democracia também é atingida, porque não existe democracia sem acesso à informação. Ter uma imprensa realmente qualificada, que forneça informação de alto nível, significa que os cidadãos vão ter também uma formação política qualificada e de alto nível. Obviamente, um governo demagógico e populista não quer um cidadão que consiga criticar e questionar. Quer um cidadão infantilizado. E, portanto, é um governo que vai favorecer as fake news em detrimento da qualidade de imprensa.”

Segundo Gallego, a polarização vem sendo usada como estratégia política no mundo todo. “Se você vir detalhadamente os movimentos de extrema direita nos Estados Unidos e em países da Europa como Itália, Hungria e França, a retórica é sempre a mesma. Como esses grupos não têm normalmente propostas pragmáticas e são muito violentos no discurso, com frequência apostam nesse jogo de colocar o outro polo como inimigo, forçam o ódio político.”

O que chama a atenção é que muitos eleitores que apoiam esses discursos bélicos assumem uma postura defensiva ao dizer que não os compartilham, segundo a socióloga.

Aqueles que apoiam candidatos com falas machistas, racistas ou homofóbicas não se veem nesse papel. “É um discurso típico dessas figuras contemporâneas da extrema direita. São políticos que se mostram como falastrões, de forma meio folclórica, um pouco ridícula e até tosca. Aí as pessoas dizem ‘ele fala um pouco demais, exagera’ e acabam desculpando isso. Mas quando você desculpa um comentário desses, significa que você está sendo conivente com ele. Porque uma piada machista é isso: machista!”

A crise econômica é outro fator que impulsiona o discurso de ódio. No livro organizado por Gallego, o escritor e militante Ferréz discute a propagação de falas discriminatórias nas periferias. “A crise pegou todos, mas aqui é onde tem seu retrato mais cru. E por que não deixar sair esse ódio?, mas da forma de comprar um argumento também de ódio, de separatismo, de preconceito, de sexismo. Tudo isso se compra quando o viver com dignidade se vai”, afirma o texto.

De acordo com a socióloga, a perda do poder aquisitivo e do emprego e a consequente precarização naturalmente causam desespero e frustração. “No final, a pessoa se sente impelida a adotar esse tipo de fala. Os líderes da extrema direita têm discursos duros e se apresentam como os heróis que vão salvar o país. Então, alguém numa situação de desespero acredita no que é possível acreditar. É justamente nos momentos de crise política e econômica que o discurso de ódio ganha sua principal força, nos momentos de vulnerabilidade psicológica e social.”

A frustração com a política tradicional é mundial —em muitos países, especialmente voltada à esquerda— e abriu espaço para que líderes da direita conquistassem o eleitorado. No Brasil, isso ficou ainda mais explícito desde as manifestações de junho de 2013.

“Há um desgaste dos partidos tradicionais e, consequentemente, o fortalecimento de uma lógica antissistema muito forte. Em 2013, houve uma catarse coletiva. E, como o PT, que é um partido de esquerda, mas naquele momento também era o partido do sistema, não conseguiu dar nenhuma resposta à insatisfação popular, fortaleceu-se a direita —desde movimentos como MBL e Vem pra Rua até grupos mais clássicos, que conseguiram canalizar esse descontentamento. O problema é que há uma erosão no sistema como um todo e a percepção de que ele é fisiológico, de que atende apenas a seus próprios privilégios. Assim surgiram os ‘outsiders’ da política.”

Na mesma medida se fortaleceram os movimentos sociais brasileiros —ainda bastante desconectados da estrutura política formal. O #EleNão reuniu mulheres feministas contra a candidatura de Bolsonaro em manifestações por todo o país e em iniciativas que viralizaram na internet.

“É bem importante destacar que o discurso feminista no Brasil e na América Latina é fundamental, porque são países que estão entre os que mais matam mulheres no mundo. É um movimento de luta pela vida, literalmente. Mas há uma reação muito grande da direita com relação às pautas identitárias, que estão cada vez mais presentes na sociedade. Então, virou bacana falar que é racista, que é machista, sob o argumento de que não quer se submeter a essa ditadura do politicamente correto.”

A socióloga destaca também que, quando um líder político assume um discurso discriminatório, a situação se agrava. “As pessoas que já praticam esse tipo de violência cotidiana se sentem legitimadas. É um exemplo bastante negativo e de proliferação do ódio.”

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Vai dizer isso pra um fanático do PT ou do PSL… vai levar e um cassete!!! Kkk o fanatismo deixa as pessoas cegas

  2. Está comprovado que no Brasil as verbas públicas pra imprensa não interfere na tendência das notícias divulgadas, inclusive com declarações de quem participava dos núcleos de decisões de varios órgãos de imprensa nacionais de grande porte, inclusive, se pegarmos uma amostragem aqui no estado do RN não conseguiremos identificar isso. Rsrsrs

  3. Esquerdista defasada! A preocupação desses professores e servidores das universidades públicas era e continua a ser, com a vitória de Bolsonaro, o teto de gastos, pois referido teto impõe limites aos planos de cargos e salários e outras implementações financeiras de natureza salarial, a saber, poste Andrade prometera aos seus eleitores que acabaria com o mencionado teto. Ou seja, estão muito mais preocupados com o próprio bolso do que com a "devassidão conservadora" da direita. Os que conheço, não dão um pão para um doido, notadamente os petistas mais aguerridos.

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Economia

PENTE-FINO: Governo quer zerar em 2 anos estoque de 5,5 milhões de benefícios a auditar

O governo espera zerar nos próximos dois anos um estoque de 5,5 milhões de benefícios que ainda precisam ser auditados, ou porque têm indícios de irregularidade, ou porque não passaram por revisão recente, disse nesta sexta-feira, 18, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério de Economia, Rogério Marinho. Para isso, a equipe econômica propõe na Medida Provisória assinada nesta sexta pelo presidente Jair Bolsonaro a criação de dois tipos de bônus e a ampliação do escopo dos trabalhos dos peritos do INSS.

“A ideia de ampliar escopo do trabalho de peritos é entrar em terrenos incólumes e intactos”, disse Marinho. “Tudo está sendo pensado com senso de justiça. Quem tem direito receberá”, afirmou o secretário em entrevista coletiva após a assinatura da MP. A meta do governo é reverter 16% desse universo de benefícios, número traçado com base em experiências passadas de revisões.

A ampliação do alcance do trabalho dos médicos-peritos do INSS foi antecipada pelo >Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Segundo o presidente do INSS, Renato Vieira, eles serão transformados em peritos médicos federais. Não haverá a incorporação de outras carreiras de peritos do serviço público federal para compor essa nova categoria.

De acordo com a MP, haverá um bônus de R$ 61,72 para peritos avaliarem benefício por incapacidade que estão há mais de seis meses sem realização de perícia. Também serão alvo os mais de 2,5 milhões de Benefícios de Prestação Continuada (BPCs) sem avaliação há mais de dois anos. Benefícios serão outro alvo desse programa. Segundo Marinho, isenções de Imposto de Renda (IR) para doentes graves chegam a R$ 40 bilhões, enquanto a isenção de IPI para aquisição de veículos por pessoas com deficiência soma R$ 6 bilhões. “Nem tudo é fraude”, ponderou o secretário.

“A pessoa teve um câncer de mama, tem isenção de IR, mas tem pessoas que estão recebendo isso há 10, 15 anos. Provavelmente ela está viva e está curada desse câncer há bastante tempo. Temos ainda informações de que tem aumentado muito isenção de IPI para pessoas com deficiência, mas não tem verificação para saber se ela tem direito”, explicou o secretário de Previdência, Leonardo Rolim.

Outro bônus, de R$ 57,50, será concedido a técnicos e analistas do INSS para cada processo de avaliação focado em benefícios com indício de irregularidade. O presidente do órgão vai estabelecer os parâmetros de atuação e as metas de processos que terão de ser concluídos periodicamente. O pagamento do bônus valerá apenas para as análises que forem feitas acima desse número, explicou Vieira.

Os peritos ainda poderão atuar na reavaliação de afastamentos e aposentadorias por invalidez concedidas a servidores públicos. As aposentadorias deveriam ser revisadas de dois em dois anos, mas na prática isso não ocorre. Com a delegação da tarefa aos peritos do INSS, a expectativa é ganhar agilidade e eficácia.

O assessor especial da Presidência Arthur Weintraub, que tem atuado nas discussões do grupo técnico sobre Previdência desde a transição de governo, explicou que a economia estimada com as medidas antifraude pode ficar maior com o tempo. Inicialmente, a avaliação para este ano é de que as iniciativas podem poupar R$ 9,8 bilhões – já descontados os custos de R$ 223 milhões em 2019 com o pagamento do bônus.

“Existe uma curva de aprendizado, a economia vai aumentando”, disse Weintraub. O secretário especial de Previdência informou que, a depender da experiência a ser obtida nos próximos seis meses, a economia a ser obtida de fato pode crescer.

Para o pagamento dos bônus aos peritos e funcionários do INSS, será preciso fazer ajustes na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 e também no Orçamento. Projetos serão encaminhados nesse sentido para apreciação do Congresso Nacional.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Economia

Bolsa fecha semana em alta e índice de desempenho bate recorde

O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou a semana com novo recorde nominal, alcançando 96.096 pontos, o que representa alta de 0,78% em relação ao pregão anterior. Ontem (17), o índice chegou a 95.351 – maior pontuação registrada até então.

O Ibovespa acumula alta de 5,58%, considerando o fechamento do índice entre 2 de janeiro, primeiro dia de funcionamento da B3 em 2019, e esta sexta-feira (18).

As ações com melhor desempenho foram: Natura, Eletrobras, Marfrig e Fleury. As maiores baixas foram registradas nos papéis da Embraer, Kroton, Smiles, Braskem e B2W Digital.

O dólar comercial fechou a semana também em alta, com variação positiva de 0,23%. A moeda norte-americana foi negociada a R$ 3,75.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O que adianta a bolsa subir se não tem emprego, o povo está nas ruas vendedo picolé água e pipoca nas paradas dos ônibus.

    1. Ô desinformado, altas na bolsa implica que a indústria e os serviços irão aumentar, implícito a isso estão os empregos, portanto sinaliza que virão bons empregos caso mantenha esse ritmo.

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Política

Câmara de Natal convoca Sessão Extraordinária para o dia 23

Foto: Elpídio Júnior

A Câmara Municipal de Natal convocou uma sessão extraordinária para a próxima quarta-feira (23) para discutir dois projetos de Lei Complementar encaminhados pelo Executivo Municipal e dois projeto da Mesa Diretora da Casa.

A convocação foi publicada no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (18). A sessão começa às 11h e segue até o encerramento dos trabalhos, para apreciação e votação das matérias. “A Câmara Municipal está sempre pronta para atender sua principal prerrogativa, que é servir à população. Então, essa convocação extraordinária será mais uma oportunidade de nos reunirmos para analisarmos as pautas de interesse do povo natalense”, explica a presidente interina da Câmara, vereadora Nina Souza (PDT).

Na pauta está o Projeto de Lei Complementar nº 001/18, oriundo do Chefe do Executivo, que “Institui no Município do Natal o tratamento diferenciado e favorecido às Microempresas e Empresas de Pequeno porte, aos Microempreendedores Individuais e empreendimentos econômico solidários, revogando a Lei Municipal nº 6.025/2009 e alterando a Lei Complementar nº 055/2004 (Código de Obras), bem como a Lei nº 4.885/1997 (que trata do Relatório de Impacto sobre o Tráfego Urbano – RITUR)”.

Também de autoria do Executivo será votada alteração à Lei Complementar nº 157/2016, que trata da estruturação da Carreira Médica do Município e regulamentação das gratificações específicas da categoria.

Da Mesa Diretora serão apreciados o Projeto de Decreto Legislativo nº 001/19, para alterar o valor a ser usado com incentivo cultural da Lei Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura, tendo como referência a previsão orçamentária da receita proveniente do ISS e IPTU, regulamentando assim o Parágrafo 4º do Artigo 2º, da Lei nº 4.838/1997, alterada pela Lei nº 5.323/2001. O outro Projeto de Resolução da pauta é o de nº 001/19 que altera o Regimento Interno da Câmara Municipal do Natal, reorganizando a estrutura de suas Comissões Permanentes.

Opinião dos leitores

  1. Esses são os "REPRESENTANTES " do povo. Vão juntar um dinheirinho para gastar no carnaval.

    SÓ TEM SABIDO, LADRÃO, e o povo ainda acredita nessa CORJA.

  2. BG gostaria de saber quanto vai custar essa convocação extraordinária da câmara municipal de Natal e porque essas matérias não pode esperar para ser apreciada até a volta dos trabalhos no começo de fevereiro para nós contribuintes é um desperdício de dinheiro e uma tremenda tapa na nossa cara, isso é uma vergonha, senhora presidente ainda da tempo para a senhora rever essa convocação absurda! Pense nisso.

    1. Só para esclarecer… a tempos não se paga mais os anigos jetons para as convocações extraordinárias. Zero custo aos cofres municipais!

    2. Aí você quer saber demais, se nem bg tocou no assunto, é porque não tem a menor importância. Ou não?

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Televisão

Papo de Fogão deste sábado (19) recebe a jornalista Janaina Mulatinho do Rituais da Boa Mesa

O Papo de Fogão continua com sua programação de verão e neste sábado receberá a jornalista Janaína Amaral, que tem o instagram Rituais da Boa Mesa, de dicas e tendências de gastronomia e vai preparar uma moqueca baiana muito saborosa.

E na Dica Rápida, Fernando Amaral trará um torresmo feito com a pele de peixe, muito rápido de fazer e gostoso.

Serviço

O programa Papo de Fogão vai ao ar neste sábado (19), às 9h, na TV Ponta Negra.

Opinião dos leitores

  1. Receita fácil de fazer e deliciosa. Assistam e me contem. Sigam meu Instagram @rituaisdaboamesa .

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Judiciário

STF acerta contrato de R$ 2,8 milhões para compra de 14 veículos blindados

O Supremo Tribunal Federal (STF) acertou um contrato de aproximadamente R$ 2,8 milhões para a compra de 14 novos veículos blindados que serão utilizados pelos 11 ministros do tribunal. A previsão é a de que os novos carros sejam entregues dentro de três meses.

Os veículos são modelo Ford Fusion SEL, que terão custo unitário aos cofres públicos de R$ 137.853,93, totalizando R$ 1.929 955,02 com a aquisição apenas dos novos carros. Já a blindagem de cada um deles sairá por R$ 61.859,97, resultando em um gasto de R$ 866.039,58.

O valor final do contrato, de R$ 2.795.994,60, ficou abaixo do teto de R$ 3,206 milhões previsto inicialmente no edital de licitação. A compra dos veículos blindados foi antecipada pelo Estadão/Broadcast em novembro.

“Os carros vão atender perfeitamente os requisitos solicitados em edital pelo tribunal. São veículos modernos, de última geração, blindados, que vão garantir a segurança dos ministros. O melhor outdoor que podemos ter hoje é saber que temos um produto no Supremo, transportando autoridades”, disse o diretor da Pottencial Soluções Governamentais, Humberto Miana.

Vencedora da licitação no STF, a Pottencial já forneceu veículos para a Marinha, a Presidência da República e o Tribunal de Justiça do Amapá, de acordo com Miana.

Ameaças

Ao longo do ano passado, foram registradas ameaças a ministros do Supremo. Em abril, o Supremo ampliou de cinco para sete o efetivo à disposição no Paraná para a segurança do ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin, após o magistrado relatar ameaças a familiares.

Em outubro, a ministra da Corte e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, também foi alvo de ameaças, que motivaram a abertura de investigação. Rosa chegou a andar escoltada por agentes durante as eleições.

Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo em maio do ano passado, aponta que 6 em cada mil magistrados estão sob ameaça no Brasil.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. BG
    Enquanto isso acontece os hospitais não tem nem, esparadrapo, algodão, maca,etc para os pacientes, isto é um acinte a população esse esbanjamento da mais alta corte d País.

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Jornalismo

Casos de agressão a jornalistas aumentaram 36% no ano passado

Os casos de agressão a jornalistas aumentaram 36,36% em 2018, na comparação com o ano anterior. No ano passado, houve 135 ocorrências de violência que atingiram 227 profissionais, incluindo um assassinato. Em 2017, foram 99 registros. Os dados fazem parte do relatório divulgado hoje (18) pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), no Rio.

De acordo com a Fenaj, a diferença entre o número de vítimas e de ocorrências explica-se pelo fato de mais de um profissional ter sido atingido na mesma ocasião. “A violência contra profissionais de imprensa é um fator extremamente grave e muitíssimo preocupante. O crescimento em 2018 em relação a 2017 é um sinal de alerta”, afirmou a presidente da Fenaj, Maria José Braga.Segundo a Fenaj, as agressões físicas foram a forma de violência mais comum e aumentaram 13,79% no período. O relatório aponta 33 casos, que vitimaram 58 profissionais, contra 29 registros em 2017.

Com 105 vítimas, o sexo masculino foi o mais atingido (46,26%). Entre as jornalistas, houve 60 vítimas (26,43%). Os casos não identificados, quando a violência é generalizada e atinge vários profissionais e de ambos os sexos, foram 62 (27,31%).

De acordo com a Fenaj, um fato chamou a atenção: o grande crescimento no número de casos de agressões verbais, ameaças, intimidações e impedimentos ao exercício profissional. Na comparação com o ano anterior, o aumento de agressões verbais e os impedimentos ao exercício profissional mais que dobraram. Foram registradas 27 ocorrências de agressões verbais, 28 de ameaças eintimidações e 19 de impedimentos ao exercício profissional. Já em 2017, eram, respectivamente, 13, 15 e 8 casos.

Disputa eleitoral e greve

A entidade destacou ainda a influência da greve do setor de transporte, quando dezenas de profissionais foram agredidos verbal e/ou fisicamente e impedidos de realizar seu trabalho, durante a cobertura da paralisação.

Pelos dados dos sindicatos que serviram de base para o relatório, 23 ocorrências foram registradas em diversos estados. Além disso, ocorreram três atentados, 10 casos de censura, 10 ocorrências de cerceamento à liberdade de imprensa por meio de ações judiciais, uma prisão e três casos de violência contra a organização sindical dos jornalistas.

Para a Fenaj, o aumento significativo é resultado, principalmente, do ano eleitoral. Do total, 27 casos de violência foram relacionados diretamente às eleições e, 16, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Agressores

O documento da Fenaj indica que os eleitores e manifestantes foram os principais agressores a jornalistas no ano passado. Eles praticaram 30 casos de violência contra jornalistas, o que significa 22,22% do total.

“Causou muito espanto [o fato de] que o maior agressor dos jornalistas brasileiros foi o cidadão e a cidadã comuns, ou seja, manifestantes, eleitores, trabalhadores, caminhoneiros, que nas diversas situações passaram a agredir o profissional jornalista como forma de questionar d seu trabalho”, observou Maria José.

Os policiais militares ou guardas, que costumavam ficar no topo da lista de agressores nos últimos anos, desta vez ficaram em terceiro lugar e empataram com os empresários, inclusive os da comunicação, com 13 agressões (9,63% do total) em cada uma dessas categorias.

A presidente da Fenaj destacou ainda os ataques virtuais. Segundo Maria José, as redes sociais viraram o território do indivíduo agressivo. “Do mesmo jeito que é possível fazer um debate público interessante, é possível também ser um espaço da disseminação do ódio e do ataque puro e simples acreditando-se em um presumível anonimato, que não existe. Para nós, da Federação dos Jornalistas, o ataque virtual é igualmente sério, precisa ser identificado e punido na medida da agressão.”

Agência Brasil

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