Elias Fernandes escapa da degola e se mantém no DNOCS

Crédito: João Gilberto

Mesmo com a descoberta de superfaturamento de quase R$ 24 milhões em obras de irrigação no Ceará, o potiguar Elias Fernandes, apadrinhado do deputado federal Henrique Eduardo Alves, foi mantido como diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).

Com Elias Fernandes no comando, sobrou para o diretor administrativo Albert Brasil Gradvohl, que é indicação do PMDB cearense para a direção do órgão. Gradvohl teve a exoneração publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (23). Em seu lugar, assume Victor de Souza Leão, que trabalha na Controladoria Geral da União (CGU).

O caso começou quando a CGU fez uma auditoria em algumas das obras do DNOCS e questionou o sobrepreço de R$ 5,9 milhões na compra de tubos de ferro para o projeto de irrigação em Tabuleiro de Russas, no Ceará. Sem saber responder, o Ministério da Integração montou um grupo de trabalho para investigar e encontrou cifras de superfaturamento bem superiores a que a Controladoria havia descoberto.

Desde então, Elias Fernandes vinha sambando no cargo. O PMDB do Ceará ainda não se conformou com a exoneração e já avisou que vai procurar a ministra Adeli Salvatti (Relações Institucionais) e o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) para discutir o caso.

 

Homem é preso por dizer que é ateu no Facebook

Muitas pessoas não entendem o que é um país laico, como o Brasil. Aqui reina a diversidade e, pelo menos em tese, o respeito ao próximo sempre.

Já na Indonésia, uma simples declaração religiosa dada através do perfil no Facebook levou o funcionário público, Alexander An, de 30 anos, pra cadeia.

An declarou no Facebook ser ateu e disse que “Deus não existe”. Por causa disso, ele foi detido pelo crime de blasfêmia. Achou pouco? O homem pode ser condenado a até cinco anos de prisão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. karina disse:

    Acredito que isso não dará em nada porque vivemos em um país em que possamos expressar nossa opinião religiosa.

  2. Eduardo disse:

    Embora acredite em DEUS, é inadimissivel que uma pessoa seja presa simplesmente por expressar sua opinião.

Operação Impacto: Detalhes e resumo da sentença

Quatro anos depois da deflagração da Operação Impacto, que investigou a associação entre vereadores, assessores e empresários para influenciar a votação de emendas ao Plano Diretor de Natal, o juiz Raimundo Carlyle de Oliveira Costa, da 4ª. Vara Criminal de Natal concluiu e divulgou, no final da manhã, a sentença de condenação dos envolvidos. Vários dos vereadores investigados não conseguiram renovar seus respectivos mandatos eletivos em 2008.

Os vereadores que ainda estão no exercício da vida pública e ocupam cadeiras na Câmara Municipal de Natal foram condenados à perda do mandato eletivo. Foram condenados o agora ex-vereador Emilson Medeiros, o vereador Dickson Nasser, ex-presidente da Câmara Municipal, apontados pelo Ministério Público como principais articuladores e mentores do conluio montado com o objetivo de derrubar vetos do então prefeito Carlos Eduardo Alves a emendas aprovadas na revisão do Plano Diretor.

De acordo com a sentença, que acatou parcialmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público, os vereadores, sob a liderança de Emilson e Dickson, se juntaram para receber 30 mil reais, cada um, para votar de acordo com os interesses de empresários do setor imobiliário de Natal, tendo à frente o empresário Ricardo Abreu.

O ex-vereador Sid Fonseca, à época suplente de vereador e o vereador Edivan Martins, atual presidente da Câmara Municipal, foram absolvidos pelo juiz Raimundo Carlyle.

Por corrupção passiva, o ex-vereador Emilson Medeiros e o vereador Dickson Nasser foram condenados à pena de 7 anos e 9 meses e 10 dias de reclusão e ao pagamento de 150 salários mínimos.

Por corrupção passiva, os ex-vereadores Geraldo Neto, Renato Dantas, Edson Siqueira, Aluísio Machado, Salatiel de Souza e Carlos e os vereadores Adenúbio Melo, Júlio Protásio e Aquino Neto foram condenados a 6 anos e oito meses de reclusão e ao pagamento de multa no valor correspondente a 150 salários mínimos.

Também por corrupção passiva, o vereador Adão Eridan foi condenado a 5 anos de reclusão e ao pagamento de multa no valor correspondente a 150 salários mínimos.

Klaus Charlie Nogueira, Francisco de Assis Jorge de Sousa e Hermes Soares Fonseca, que assessoravam, à época da Operação Impacto, respectivamente, Emilson Medeiros, Geraldo Neto e Dickson Nasser, foram condenados à pena de 6 anos de reclusão.

O juiz Raimundo Carlyle decretou a perda, em favor da União, da quantias apreendidas em poder de Geraldo Neto (R$ 77,312,00), Emilson Medeiros (R$ 12.400,00) e Edson Siqueira (R$ 6.119,00), totalizando R$ 95.831,00.

Foram condenados à perda de cargo público, função pública ou mandato eletivo os vereadores Dickson Nasser, Adão Eridan, Adenúbio Melo, Aquino Neto e Júlio Protásio. Também foram condenados os ex-vereadores Emilson Medeiros, Geraldo Neto, Renato Dantas, Aluísio Machado, Carlos Santos, Edson Siqueira e Salatiel de Souza.

 

 


 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CidaDancomum disse:

    Parabéns, pessoal de RN! O Brasil tá precisando dessa limpeza!

Conheça os detalhes da sentença, na íntegra, da Operação Impacto

O Tribunal de Justiça do RN publicou hoje (23) a sentença da Operação Impacto, condenando 16 pessoas, entre elas 12 vereadores, à prisão, perda de direitos políticos ou cargo público, pagamento de multa e devolução de dinheiro ao erário pelo recebimento de vantagens e/ou propina durante a votação do Plano Diretor de Natal, em 2007.

Leia a sentença na íntegra

Operação Impacto : Condenados vão pagar multa por danos à Administração Pública

Em sentença proferida hoje, O Ministério Público requereu a perda em favor do Estado, do dinheiro apreendido em poder dos réus Geraldo Neto (R$.77.312,00), Emilson Medeiros (R$.12.400,00) e Edson Siqueira (R$.6.119,00), depositado judicialmente (fls. 17, 18 e 19 – vol. 11), como valores auferidos pelos agentes com a prática de fatos criminosos, totalizando R$.95.831,00.

Esse montante  já está retido com a Justiça.

Dos réus Geraldo Neto (R$.77.312,00), Emilson Medeiros (R$.12.400,00) e Edson Siqueira (R$.6.119,00), depositado judicialmente (fls. 17, 18 e 19 – vol. 11), como valores auferidos pelos agentes com a prática de fatos criminosos, totalizando R$.95.831,00.

“Sendo efeito da condenação a perda em favor da União do produto do crime ou de qualquer bem ou valor que constitua proveito auferido pelo agente com a prática do fato criminoso, decreto a referida perda, apreendida nos autos, conforme dispõe o artigo 91, inciso II, alínea “b”, do Código Penal”.

Além disso, o magistrado entendeu ser necessária a fixação de indenização, em virtude dos danos à Administração Pública, aferidos como a descrença do povo eleitor em seus representantes municipais e, no próprio sistema democrático, no caso representado pelo funcionamento do legislativo municipal, “não pode ser eficazmente mensurável em quantia financeira, porém deve ser fixado um mínimo que seja à título de indenização”, disse ele.

O montante deverá ser revertido ao Fundo Único do Meio Ambiente do Município de Natal, criado pela Lei nº 4.100, de 19.6.1992, regulamentado pelo Decreto nº 7.560, de 11.1.2005.

Com informações do TJRN

Operação Impacto: Conheça detalhes das condenações dos vereadores

EMILSON MEDEIROS e DICKSON NASSER

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo os condenados prosseguido na empreitada, e não se conduzindo de forma diversa;

motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida, através da venda de voto parlamentar com a prática de ato de ofício, mediante paga, contrariando seu dever funcional;

conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

 pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

circunstâncias legais: reconhecida a agravante legal prevista no artigo 62 do CP, agravo a pena em 1/6 (um sexto); não há registro de atenuantes;

causas de aumento e de diminuição da pena: foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal, devendo ser acrescida à pena 1/3 (um terço); não existe registro de causas de diminuição de pena;

penas definitivas: torno definitiva a pena de 7 (sete) anos, 9 (nove) meses e 10 (dez) dias de reclusão para cada um dos condenados;

 regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal; f) fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa para cada um dos condenados e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo os condenados, reconhecidamente, homens de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

GERALDO NETO, RENATO DANTAS, ADENÚBIO MELO, SARGENTO SIQUEIRA, ALUISIO MACHADO, JÚLIO PROTÁSIO, AQUINO NETO, SALATIEL DE SOUZA E CARLOS SANTOS

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo os condenados prosseguido na empreitada, e não se conduzindo de forma diversa;

 motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida, através da venda de voto parlamentar com a prática de ato de ofício, mediante paga, contrariando seu dever funcional;

 conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

 pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

 circunstâncias legais: não há registro de agravantes ou atenuantes;

causas de aumento e de diminuição da pena: foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal, devendo ser acrescida à pena 1/3 (um terço); não existe registro de causas de diminuição de pena;

 penas definitivas: torno definitiva a pena de 6 (seis) anos e 8 (oito) meses de reclusão para cada um dos condenados;

 regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal;

 fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa para cada um dos condenados e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo os condenados, reconhecidamente, homens de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

D) ADÃO ERIDAN DE ANDRADE (artigo 317, caput, do CP)

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo o condenado prosseguido na empreitada de auferir vantagem ilícita ainda que fora da função, e não se conduzindo de forma diversa;

 motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida;

conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

 circunstâncias legais: não há registro de agravantes ou atenuantes;

 causas de aumento e de diminuição da pena: não foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal; não existe registro de causas de diminuição de pena;

 penas definitivas: torno definitiva a pena de 5 (cinco) anos de reclusão; e) regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal;

 fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo o condenado, reconhecidamente, um homem de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

Operação Impacto: Justiça absolve Edivan Martins e Sid Fonseca. Outras 16 pessoas são condenadas

Em decisão publicada nesta segunda-feira(23), o juiz Raimundo Carlyle, absolveu o presidente da Câmara de Natal Edivan Martins e o então vereador Sid Fonseca.

Segundo o magistrado, os acusados não deixaram de fazer, nem retardaram ato de ofício, nem o infringiram dever funcional, não cometendo a forma mais grave da corrupção passiva, prevista no § 1º do artigo 317 do Código Penal, in verbis:

Carlyle também inocentou os acusados Ricardo Cabral Abreu, José Pereira Cabral Fagundes, João Francisco Garcia Hernandes  e Joseilton Fonseca da Silva, do crime de lavagem de dinheiro. Abreu foi condenado por corrupção ativa.

Dos vereadores na época, todos foram condenados por corrupção passiva, tendo, segundo a Justiça, recebido dinheiro para derrubar os vetos do então prefeito Carlos Eduardo sobre o Plano Diretor de Natal, em 2008.

São eles Emilson Medeiros, Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas, Adenúbio Melo, Sargento Siqueira, Aluisio Machado, Júlio Protásio, Aquino Neto, Salatiel Souza, Carlos Santos, Adão Eridan, além dos servidores Klaus Charlie Nogueira Serafim de Melo, Francisco de Assis Jorge Sousa e Hermes Soares Fonseca.

Operação Impacto. Além da prisão, Justiça determina perda de mandatos dos vereadores

Em sentença publicada na manhã desta segunda-feira (23), a Justiça do RN, pelo magistrado,Raimundo Carlyle, condenou a perda do mandato ou cargo público os então vereadores  Emilson Medeiros, Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas, Adão Eridan, Adenúbio Melo, Aluisio Machado, Carlos Santos, Júlio Protásio, Aquino Neto, Sgt. Siqueira, Salatiel de Souza, envolvidos na Operação Impacto que  investigou o recebimento de propina durante o processo de votação do vetos novo Plano de Natal, em 2008.

Dos condenados, apenas Dickson Nasser,Adão Eridan, Adenúbio Melo,  Júlio Protásio e Aquino Neto continuam na CMN.

A sentença incluí ainda a reclusão, em regime semi-aberto, por períodos que variam de cinco anos a sete anos e nove meses.

Chuva danifica teto do Mercado Publico de Caicó

As chuvas que caíram em Caicó no último fim de semana causaram um grande estrago no teto de alguns stands do mercado público do município.

A cobertura não foi resistiu ao grande volume d’agua, causando prejuízos para vários comerciantes do Shopping popular.

O novo Mercado Público de Caicó tem menos de um ano de inauguração, e levou cerca de 3(três) anos para ser reformado.

Fonte e fotos: Transito no Seridó – Niltinho Ferreira

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AOREKS. disse:

    que vergonha.

Polícia intercepta pacote com nove celulares no CDP de Macaíba

Os agentes penitenciários do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Macaíba apreenderam, na madrugada deste domingo (22), por volta de 1h30,  um pacote com nove aparelhos celulares escondidos em uma cela do CDP.

Segundo informações do coordenador de Administração Penitenciária, coronel Severino Reis, uma pessoa identificada como Sérgio Franklin Fernandes Pinto, jogou, pela rua, o pacote.

Imediatamente a guarda da CDP desencadeou uma ação e interceptou o pacote e prenderam o suspeito.

A pessoa que arremessou os celulares para dentro do presidio atende pelo nome  Sérgio Franklin, foi preso em uma moto vermelha próximo ao local. Ele foi imediatamente conduzido para a 1ª Delegacia de Plantão, no bairro de Candelária, e autuado

Com informações do DN Online

Veja resultados e classificação geral do Campeonato Estadual depois de rodada do último domingo

Campeonato Potiguar 2012

 RESULTADOS DA TERCEIRA RODADA DO 1º TURNO,

Alecrim 1 x 6 ABC

América 0 x 1 Baraúnas

Potiguar 1 x 2 Assu

Caicó 1 x 3 Alecrim

Santa Cruz 2 x 0 Corintians

 

CLASSIFICAÇÃO 

1º América    = 6

2º Santa Cruz  = 6

3º Assu  =  6

4º  ABC   = 5

5º Corintians  = 4

6º Baraúnas  = 4

7º Potiguar   = 3

8º Alecrim   = 3

9º Palmeira   = 3

10º Caicó  = 3

Justiça mantém afastamento de prefeito município do RN suspeito de corrupção e formação de quadrilha

O prefeito de um município do RN (especula-se que seja de Vila Flor), investigado por formação de quadrilha, corrupção, uso irregular do dinheiro público entre outros crimes, continua afastado do cargo.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, negou pedido de suspensão de liminar que determinou o afastamento do gestor.

Para garantia da ordem pública, o prefeito chegou a ter a prisão preventiva decretada, mas a ordem acabou sendo convertida em medida cautelar alternativa de afastamento da função pública, com vencimentos.

Ele também ficou proibido de frequentar a prefeitura e a câmara municipal. Isso porque ele é acusado de pagar vantagens indevidas a vereadores em troca de apoio do Poder Legislativo.

No pedido de suspensão de liminar impetrado no STJ, a defesa do prefeito sustentou a tese de que ainda não existe sequer processo judicial.

O ministro Ari Pargendler ressaltou que o afastamento do agente político foi deferido no âmbito de medida cautelar em processo de investigação criminal e que já foi oferecida denúncia contra o prefeito.

“Uma decisão que, nesse nível, afasta do cargo um agente político está presumidamente afinada com a ordem pública”, afirmou o presidente do STJ. “Se ela está sujeita à reforma, só por meio de recurso esse resultado poderá ser alcançado.”

Com informações do MPRN

Ex-Prefeito de São Gonçalo têm direitos políticos suspensos por crime falsidade ideológica

A Juíza da Comarca de São Gonçalo do Amarante, Denise Léa Sacramento Aquino, declarou culpado o Ex-Prefeito do Município Jarbas Cavalcanti, pelo crime de falsidade ideológica.

Segundo o MP, Jarbas exonerou uma servidora, com grau de parentesco próximo, que, na verdade, não se afastou do exercício de suas funções e continuou recebendo pelo trabalho.

Notificado a prestar esclarecimentos acerca do assunto, o então Prefeito afirmou que depois da exoneração a servidora havia sido novamente nomeada para o cargo pois, segundo ele, as decisões sobre nepotismo não se aplicavam aos Poderes Executivo e Legislativo.

Conforme a denúncia, a Portaria da nova nomeação da servidora não foi apresentada pela defesa do acusado e seus contra-cheques não revelaram qualquer desconto relativo ao intervalo entre a exoneração e a suposta nova nomeação.

O Ministéro Público juntou ainda à denúncia, o testemunho da servidora no qual afirma não ter se afastado do exercício de suas funções.

Pelo Crime, o Ex-Prefeito de São Gonçalo foi condenado a prestação de serviços à comunidade e multa de além da suspensão de seus direitos políticos.

Com informações do MPRN

Prejuízo com o naufrágio do Costa Concordia vai chegar aos U$$ 800 milhões

Istoé Dinheiro

Visto do alto, como na foto de satélite que estampa a página ao lado, é possível ter a real dimensão do transatlântico Costa Concórdia, um gigante de 114,5 mil toneladas e 295 metros de comprimento capaz de deixar pequena a ilha de Giglio, na região da Toscana, na Itália. Foi às margens desse paraíso que uma manobra desastrosa do comandante Francesco Schettino levou a embarcação a se chocar com uma rocha e naufragar, na noite da sexta-feira 13, com 4,2 mil pessoas a bordo. Até o fechamento desta edição, as consequências da barbeiragem de Schettino, que covardemente abandonou o navio, eram 12 mortes e mais de 20 passageiros desaparecidos.

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Tragédia na costa: imagem de satélite da embarcação que naufragou na ilha de Giglio, na Toscana.
O lado humano dessa tragédia é irrecuperável. As consequências empresariais, embora possam ser sanadas, têm proporções desastrosas à Costa Cruzeiros, dona do navio. A companhia é uma das maiores operadoras de cruzeiros do mundo, com faturamento de € 2,9 bilhões e uma frota de 14 navios. Desde 1997, ela faz parte do grupo americano Carnival Corporation, com receita de US$ 15,8 bilhões e ações negociadas nas bolsas de valores de Nova York e Londres. Na segunda-feira 16, primeiro dia útil após o acidente, a empresa começou a sentir os efeitos colaterais da tragédia. As ações do grupo fecharam em queda de 16%, causando uma perda de US$ 1,5 bilhão em seu valor de mercado.
Na véspera do acidente, ela valia US$ 20,4 bilhões. Além disso, a Carnival informou em nota que seu lucro anual deverá cair US$ 95 milhões com o Costa Concórdia fora de operação. “A empresa terá que arcar com outros custos, que até o momento não temos como prever”, afirmou Micky Arison, CEO do conglomerado. As perdas não devem parar por aí. O analista de seguros do banco Numis Securities, de Londres, Nick Johnson, estimou que a tragédia pode causar um prejuízo superior a US$ 800 milhões às seguradoras e à própria Costa. O valor considera o reparo do navio, as operações de resgate e o pagamento de indenizações às vítimas.
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O fujão: o comandante Francesco Schettino foi considerado responsável pelo
desastre e um dos primeiros a abandonar o navio.
Não é a primeira vez que a Carnival se envolve em tragédias. Em 2010, o Costa Europa bateu no cais do balneário egípcio de Sharm el-Sheik, no Mar Vermelho. Na ocasião três pes-soas morreram, entre elas o brasileiro Reginaldo de Moura. “Recebemos uma quantia injusta”, disse à DINHEIRO Reinaldo de Moura, irmão mais velho da vítima. Mais que danos financeiros, o acidente também terá impacto na imagem da empresa. “Esse é o maior problema, porque se trata de uma perda em longo prazo”, diz Eduardo Tomiya, diretor da consultoria BrandAnalytics. Procurada por DINHEIRO, a filial local da Costa Cruzeiros não quis se manifestar.
No Brasil, o naufrágio chegou como uma marola.  De acordo com Edmar Bull, vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem, 95% dos pacotes de cruzeiros para a temporada já estão vendidos. “As pessoas ficam um pouco amedrontadas, mas não o suficiente para desistir da viagem”, afirma. O Brasil é um dos mercados mais promissores nesse setor. Nos últimos anos, o número de passageiros subiu 470%. Saltou de 139 mil, em 2005, para 792 mil em 2011. A Costa Cruzeiros tem forte presença por aqui. Das 17 embarcações que participam da temporada 2011/2012, nove pertencem à companhia. Foi no Costa Concórdia, aliás, que o cantor Roberto Carlos realizou o cruzeiro Emoções em Alto-Mar.
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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Genivaldo Sazanni disse:

    Comandar um navio é uma responsabilidade muito grande para ser confiada a uma única pessoa, nesse caso, o comandante, Francesco Schettino.

PP discute contrato do Ministério das Cidades antes de licitação

Integrantes da cúpula do PP negociaram com uma empresa de informática sua participação num projeto milionário do Ministério das Cidades antes que fosse aberta licitação pública para sua contratação, informa reportagem de Leandro Colon, publicada na Folha desta segunda-feira.

O assunto foi tratado em reuniões no apartamento do deputado João Pizzolatti (SC), ex-líder do PP na Câmara e aliado do ministro Mário Negromonte, único representante do partido no primeiro escalão do governo.

O próprio ministro participou de um dos encontros, que permitiram que a empresa, a Poliedro Informática, se aproximasse da equipe de Negromonte e discutisse o assunto com o governo antes de outros interessados. Após os encontros, o dono da Poliedro e um lobista foram recebidos no ministério por dois homens de confiança de Negromonte em 9 de agosto.

A pasta quer contratar uma empresa para gerenciar suas redes de computadores e monitorar obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O valor do contrato é estimado em R$ 12 milhões, mas pode alcançar R$ 60 milhões.

OUTRO LADO

Negromonte admite ter encontrado o dono da Poliedro pelo menos uma vez no apartamento de Pizzolatti, mas nega ter discutido com ele detalhes do projeto.

Pizzolatti, por sua vez, disse não se lembrar de suas conversas com Luiz Carlos Garcia, dono da Poliedro.

Brasileiro vira ‘sacoleiro global’

Está no Blog de Josias de Souza

Em campanha, Barack Obama mandou desburocratizar a concessão de vistos a turistas brasileiros. A crise e os números ajudam a entender o gesto. O Ministério do Turismo prevê: 4 milhões de brasileiros devem viajar ao exterior nos próximos seis meses.

Tomado pelos hábitos, o turista brasileiro revela-se um insensato com cartão de crédito. No estrangeiro, acomoda as compras acima de qualquer outro objetivo.

Em 2011, a brasileirada torrou no exterior US$ 22 bilhões –33% a mais do que gastara em 2010. Só os chineses (US$ 55 bilhões, aumento de 38%) superaram os patrícios, autoconvertidos em sacoleiros globais.