Mais de 20% dos americanos preferem internet do que um ano de sexo

É isso mesmo que você leu. Segundo um estudo divulgado na última segunda-feira pelo Boston Consulting Group, se o ~mundo maravilhoso da internet~ fosse um país, ele seria – daqui a quatro anos – a 5ª maior economia do mundo, responsável por um PIB (Produto Interno Bruto) de 4,2 trilhões de dólares.

De acordo com a pesquisa, os únicos países reais que continuariam à frente da Republica da Internet seriam os Estados Unidos, a China, o Japão e a Índia. Outra comparação para deixar tudo ainda mais claro: o Brasil – que vive um momento de expansão ‘nunca visto na história desse país’ – já festejou ao ser apontado recentemente, pelo jornal britânico Guardian, como a sexta maior economia do mundo.

E olha que essa não foi a única descoberta interessante do estudo. Segundo o Boston Consulting Group, o número de usuários da web deve chegar a 3 bilhões de pessoas em 2016 –em 2010, o número estimado era de 1,9 bilhão.

Se isso se concretizar, fico até ansioso para ver a importância que a internet deve alcançar lá. É que na mesma pesquisa, os americanos foram instigados a respondem do que abririam mão para poder navegar a internet: mais de dois terços disseram que abandonariam o café, mas – pasmem – 21% dos americanos abririam mão de sexo por um ano para continuar online.

Fonte: Super

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Danilo lima disse:

    Eu também prefiro a internet!

MP entra com ação contra a Prefeitura por irregularidades na administração nos conselhos tutelares

O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude da Comarca de Natal, Marcus Aurélio de Freitas Barros, ajuizou Ação Civil Pública com pedido de tutela antecipada contra os quatro conselhos tutelares das regiões administrativas norte, sul, leste e oeste da cidade e contra o Município de Natal, responsável pelo suporte administrativo e financeiro às entidades, tendo em vista a observância de irregularidades relativas ao funcionamento dos Conselhos em horários ordinários e especialmente em finais de semana, feriados e épocas festivas, períodos com maior incidência de violação dos direitos de crianças e adolescentes.

As irregularidades foram constatadas em vários inquéritos civis instaurados para fiscalizar as condições de funcionamento dos conselhos tutelares. São diversas determinações legais que não estão sendo cumpridas, dentre elas: o devido funcionamento das 8h (oito horas) às 18h (dezoito horas),nos dias úteis, finais de semana e feriados do ano de 2012; o cumprimento de carga horária de 8 horas diárias e, no mínimo, 40 horas semanais de labor dos conselheiros tutelares; e respectiva fiscalização pela administração municipal.

A investigação revelou ainda a ausência de plantões presenciais em finais de semana e feriados, com a publicação prévia das escalas e elaboração de relatório que possibilite o acesso às informações do plantão, além de regulamentação acerca de saídas dos conselheiros tutelares das sedes, como também do controle de ausências e faltas dos conselheiros tutelares pela administração municipal.

O Promotor de Justiça Marcus Aurélio de Freitas Barros, com o objetivo de sanar as mencionadas irregularidades, recomendou aos Conselheiros Tutelares, em obediência às prescrições do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei Municipal nº 5.759/06, determinações que visavam o fim das irregularidades anteriormente constatadas, dentre elas: carga horária de 08 horas diárias e 40 semanais, escala de plantão, a devida publicação e elaboração de relatório, livro de diligências externas e o controle de ausências e faltas dos Conselheiros.

Tendo em vista o não cumprimento pelos Conselheiros às determinações da Recomendação do Ministério Público, a Promotoria de Justiça oficiou a Secretaria de Gabinete da Prefeita (SEGAP), órgão ao qual os conselheiros Tutelares são vinculados administrativamente, e questionou acerca da existência de regulamentação de plantões,  além de requisitar informações sobre como era realizada a fiscalização das entidades tutelares. A SEGAP respondeu negativamente à requisição do Ministério Público, informando que aquela Secretaria era responsável apenas por receber mensalmente a frequência dos Conselheiros Tutelares.

Diante das negativas dos Conselhos Tutelares, como do próprio Município, a Promotoria da Infância ajuizou Ação Civil Pública com antecipação de tutela, requerendo ao juiz que os coordenadores dos Conselhos Tutelares, sejam obrigados a reunir o colegiado tutelar e definir escalas de plantão de finais de semana e feriados para o ano de 2012; que o Município de Natal/RN fique responsável, pela fiscalização do cumprimento das escalas de plantão pelos conselheiros tutelares de Natal; que os plantões de fins de semana sejam presenciais com no mínimo um conselheiro tutelar por região administrativa, pelo menos das 8h às 12h e das 14h às 18h; dentre outras determinações que vão assegurar o total e bom funcionamento dos Conselhos Tutelares de Natal.

 

Confira aqui a ACP.

Sejuc pode ser desmembrada em duas secretarias

A Sejuc pode ser dividida em duas secretárias. Essa vai ser a proposta que o Procurador Geral do Estado Miguel Josino vai apresentar a governadora Rosalba Ciarline na próxima semana.

O desmembramento ocorreria da seguinte maneira: Um órgão cuidaria apenas do sistema prisional e o outro das Centrais do Cidadão e as outras responsabilidades legais da Sejuc.

A mudança é inspirada no modelo paulista, que vem dando resultados, e foi estudada pelo procurador do RN durante sua visita essa semana ao estado governado por Geraldo  Alckmin (PSDB).

[CRISE NA SEJUC] Governo do RN peder R$ 56 milhões em convênios por falta de projetos

O RN perdeu R$ 56 milhões em convênios com o Governo Federal para construção de novas vagas no sistema prisional por falta de projetos.

Um dos convênios, no valor de R$ 47 milhões foi assinado no Governo passado, e apesar de não ter sido executado, foi prorrogado até o final do ano passado, quando venceu por falta de projetos.

Outro, no valor de R$ 9 milhões, para construção de um presídio em Macau, foi licitado no final de 2010, mas não teve a ordem de serviço expedida no prazo e por isso venceu.

Comentário do blog: Quem vê de longe pensa que o estado vive em uma situação extremante confortável quando o assunto são vagas no sistema prisional, quando a realidade é calamitosa e dá conta de celas abarrotadas, presos em condições desumanas e fugas recorrentes.

Prefeitura de Alto do Rodrigues gasta mais de R$ 600 mil com trio elétrico e decoração

A Prefeitura de Alto do Rodrigues destinou mais de R$ 600 mil para o serviço de decoração de ruas e a contratação de um trio elétrico. Na edição do Diário Oficial de hoje foi publicado o contrato do Executivo com a empresa J.C. da Penha Fonseca – ME que receberá R$ 146.997, pelo serviço de “ decoração das vias públicas para as festividades da Emancipação Política e Alto Folia”.

Além disso, outros 468.000 foram gastos com a locaçaõ de trio elétrico para os dois eventos. o trio elétrico foi locado a empresa Magalhães e Rego Produções e Eventos de Shows Ltda.

Em março, este blog já havia publicado que a prefeitura de Alto do Rodrigues iria gastar R$ 350 mil reais com buffet. A despesa foi publicada no diário oficial no dia 03 de março.

Veja o post

Com informações do Panorama Político 

[CRISE NA SEJUC] Presos processam RN por falta de pagamento

A Lei é clara. Preso que trabalha durante o período de detenção tem direito a remuneração.

Só que desde sempre, o Governo do RN nunca pagou os “detentos/trabalhadores”.

Tanto que três presos de Mossoró resolveram colocar o Estado na Justiça.

A ação está correndo e deve ser vencida pelos hóspedes do sistema prisionais.

Inclusive, segundo informações apuradas pelo blog, os secretários da Sejuc forma citados na ação.

Como diz o Matuto, ” DR, e uma completa falta de absurdo!!!”

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manuelsabino disse:

    Trabalho escravo???

  2. Epaminondas disse:

    Bruno,esse realmente é  o país do absurdo, como se não bastasse o auxilio-detenção é superior ao ao salário minimo de um trabalhador que ganha sua vida honestamente.

    • Marcus Vinicius disse:

      O "Auxílio-Detenção" a que o Epaminondas (sic!) se refere não tem nada a ver com o da notícia. O da notícia do Blog do BG é fruto da idéia de que se o detento trabalha, tem direito a um salário, ou seria caracterizado enriquecimento ilícito, seja por parte do Estado ou por parte da empresa que toma o serviço do detento.

      Já o "Auxílio-Detenção" é uma espécie de benefício, pago pela Previdência Social, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE aos detentos que, antes da prisão, trabalhavam com carteira assinada. Como todos os benefícios (seguro-desemprego, etc), o valor não chega a 900,00. Mas quem ganhava salário-mínimo, continua recebendo o mínimo. Outra regra é que é entregue diretamente à família, é único (não é por filho, como gostam de propagar por aí) e a família não pode ser beneficiária de outros programas sociais, como o Bolsa-Família. Essas regras são bem claras e não são nada novas (se não me engano são da década de 80) e podem ser acessadas por qualquer um no site da Previdência. http://www.previdencia.gov.br

[CRISE NA SEJUC] Estagiários estão sem receber desde dezembro. Não há prazo para regularização

A cada dia surge mais um capítulo na novela da Secretaria Estadual de Justiça do RN (SEJUC).

Em menos de seis meses já passaram por lá, dois diretores de Alcaçuz, dois coordenadores de sistema prisional e dois secretários.

O último, Fábio Hollanda, ficou no órgão menos de dois meses e saiu de lá reclamando da falta de estrutura e da centralização das decisões. Nem os salários referentes ao tempo que esteve a frente da pasta ele recebeu.

Hoje, o blog recebeu um email denunciando que a coisa é “tão braba” que até os estagiários estão sem pagamento desde dezembro do ano passado. O problema seria uma pendência no Cauc.

A informação foi confirmada pela secretaria. Segundo a Sejuc houve um problema nos contratos e por isso o dinheiro não foi depositado nas contas dos estagiários. Os salários de março também não serão repassados e não há previsão para regularização da situação.

[FOTO] Trecho do calçadão da Av. Roberto Freire, em frente ao Praia Shopping, está destruído. Vários pontos estão deteriorados

Foto:@FernandoVillar_

Vários pontos do calçadão de Ponta Negra estão destruídos.

A deterioração afeta tanto o trecho da orla, quanto o da Av. Engenheiro Roberto Freire como esse da foto acima localizado em frente ao Praia Shopping, uma via de grande circulação de pessoas.

No dia 05 de março, a prefeitura de Natal anunciou obras de recuperação do calçadão, mas o trabalho foi interrompido no último dia 07 e não tem previsão para conclusão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arilson disse:

    Não sei de quem foi a idéia de colocar essas pedras numa calçada de pedrestes, além de falta de durabilidade, é péssimo caminhar sobre esse tipo de calçamento, de

  2. Roberta cavalcanti disse:

    É impressionante.. estive em Savador, João pessoa e Recife… as orlas são impecáveis… conservação, iluminação, até ciclovias tem, exceto de SSA.

    Aqui em Natal é uma vergonha!

  3. Pedrovantuir disse:

    É SÓ OLHAR PRA VER DE QUEM É A CULPA….

Adolescente de 14 anos é executado no Passo da Pátria. Polícia investiga ligações com o tráfico

Três tiros disparados de pistola calibre 380 executaram o adolescente Romário Soares Cruz da Silva [Romarinho do Alto da Colina], 14 anos, por volta das 23h30,  no cruzamento da travessa São Francisco com a São Afonso, no Passo da Pátria, zona Leste de Natal.

De acordo com o delegado Pedro Paulo Falcão, da 3ª Equipe de Plantão da Zona Sul, a execução pode ter sido motivada por tráfico de drogas. “O Romarinho era usuário de drogas e o crime pode ter tido essa motivação”.

O menor morava com o pai na praia da Redinha, zona Norte, mas estava fora de casa há alguns meses.

Informações colhida pela polícia aponta que o Romário estaria residindo na casa de Paula Cristiane Rufino, 31 anos, no Passo da Pátria, com quem mantinha um relacionamento. Cristiane, que também é usuária de drogas e já tem passagem na polícia por excesso de bebida alcoólica, confirma o envolvimento, mas nega que estivessem morando juntos.

No local impera a ‘lei do silêncio’. O crime será investigado pela 1ª Delegacia de Policia, Centro.

Fonte: Tribuna do  Norte

MP investiga possíveis irregularidades na polícia civil do RN

O Ministério Público vai investigar possíveis irregularidades no exercício das atividades de escrivão e agente da Polícia Civil.

O inquérito vai abordar a atuação de pessoas que não fazem parte do quadro funcional, mas trabalham como policiais civis, popularmente conhecidos como “araques de polícia” ou “calças-pretas”.

O delegado-geral, Fábio Rogério, será oficiado para que informe ao MP sobre a existência dessas pessoas nas unidades da Polícia Civil em todo o Estado do Rio Grande do Norte, que realizem o trabalho nos últimos cinco anos.

De acordo com o promotor de Justiça Wendell Beetoven Ribeiro Agra, autor da ação, as investigações vão apurar a atuação de funcionários particulares ou de outros órgãos da administração pública que atuem na Polícia Civil de forma irregular, com exceção dos policiais militares.

A exclusão dos PMs no inquérito se dá ao fato de que o desvio de função da Polícia Militar, que em algumas situações passa a atuar como Judiciária, é alvo de outra investigação, já em tramitação.

Fonte: Tribuna do Norte

Propaganda da OI chama Ponte Newton Navarro de Milton Navarro

O Marketing da OI pisou na bola feio, isso mostra que as empresas só visam o dinheiro. Eles erram na conta? Na data do vencimento? Agora troca o nome de um dos maiores cartões postais da cidade eles fazem tranquilamente. Atenção OI, o nome certo é PONTE NEWTON NAVARRO:

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alinecamara2 disse:

    putzzzzz! Fala sério!

  2. Bruno Ribeiro disse:

    Gafe do cacete….Ninguém mais vai comprar lá…rsrsrsrs!

São Paulo terá o primeiro Hotel Gay masculino do Brasil.

São Paulo ganhará, no dia 30 de abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.

Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do setor hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.

“Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.

Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.

O estopim para levar o projeto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.

Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.

Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.

Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.

O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de teto dos quartos menores.

A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.

Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários diretos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.

Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direcionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.”

Fonte: Jornal da Tarde

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedrovantuir disse:

    ISSO É HETEROFOBIA!

Vejam os 10 aeroportos mais perigosos do mundo para decolar e pousar

É de arrepiar esse material, que mistura vídeos reais com animação e imagens de simuladores de voo. Os pilotos internacionais podem divergir em um ou outro caso, mas veja quais são os aeroportos geralmente considerados mais perigosos do mundo, e por quê.

O vídeo é em inglês, mas resumo aqui os problemas de cada um, pela ordem de aparição — os mais perigosos ficam para o fim:

Lindbergh Field, San Diego, Califórnia, EUA: a cidade cresceu em volta do aeroporto original, obrigando os pilotos a manobrar em meio a um paliteiro de prédios, sem contar o enorme edifício-estacionamento do próprio aeroporto.

Aeroporto de Funchal, Ilha da Madeira, Portugal: um espanto — o terreno é tão escasso que a pista do aeroporto foi obrigado a crescer, sobre pilotis, mar adentro. Não bastasse isso, as montanhas produzem um vento encanado fortíssimo que atrapalha pousos e decolagens.

Eagle County Airport, Vail, Colorado, EUA: cercado por montanhas, as Rochosas, sua altitude torna menos denso o ar e obriga a um acionamento específico de turbinas tanto na decolagem como na aterrissagem.

Courchevel, França: a pista dessa estação de esqui parece uma montanha russa, que fará o avião saltar antes da hora. A previsão do tempo é complicada.

Kai Tak, Hong Kong, China: espremido num amontoado de prédios, pista curta — de tal forma que, para deixar bem claro quando ela acaba, havia uma parede pintada em xadrez branco e vermelho. Acabou sendo desativado.

Gibraltar, território britânico encravado na Espanha, na entrada do Mediterrâneo: além de ficar justo ao lado do imenso rochedo de Gibraltar, sofre o efeito de ventos fortíssimos, é cercado de prédios altos e a pista, por falta de espaço, atravessa uma rodovia.

Princess Juliana Airport, Saint Marteen, Antilhas Holandesas: em 1943, a deliciosa ilha, que a Holanda compartilha com a França — com soberania sobre St. Martin, metade do território –, tinha apenas um hotel. Hoje, com a mesma pista de aeroporto, são cerca de 3 mil. Os aviões, para descer, passam a dezenas de metros das cabeças dos frequentadores de uma das praias mais populares.

Saint Barthélemy, Caribe francês: um dos destinos mais caros e exclusivos do mundo continua tendo um aeroporto de pista minúscula, no qual os aviões fazem proezas para não entrar areia adentro.

Aeropuerto de Toncontin, Tegucigalpa, Honduras: outro de pista curta demais que, além do mais, termina num pedaço de montanha.

Tenzing-Hillary Airport, Lukla, Nepal: encravado nas montanhas Himalaia, concentra várias dificuldades que fazem o pesadelo de pilotos — do ar rarefeito à quantidade de montanhas ao redor, da propensão a turbulências a problemas de visibilidade e ventos fortes, além de uma pista tão curta que, tomada a decisão de aterrissar, não há retorno possível, pois não há como arremeter o aparelho novamente.

Vejam só:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=fLphTxDix-c

Fonte: Coluna de Ricardo Setti na Veja

Demóstenes Torres pediu dinheiro a Carlinhos Cachoeira

Senador Demóstenes Torres discursa no plenário do Senado sobre sua relação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira Foto: Aílton de Freitas / O Globo

 

Gravações da Polícia Federal revelam que o senador Demóstenes Torres (GO), líder do DEM no Senado, pediu dinheiro e vazou informações de reuniões oficiais a Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar a exploração ilegal de jogos em Goiás. Relatório com as gravações e outros graves indícios foi enviado à Procuradoria Geral da República em 2009, mas o chefe da instituição, Roberto Gurgel, não tomou qualquer providência para esclarecer o caso. O documento aponta ainda ligações comprometedoras entre os deputados Carlos Leréia (PSDB-GO) e João Sandes Júnior (PP-GO) com Cachoeira.

O relatório, produzido três anos antes da deflagração da Operação Monte Carlo, escancara os vínculos entre Demóstenes e Cachoeira. Numa das gravações, feitas com autorização judicial, Demóstenes pede para Cachoeira “pagar uma despesa dele com táxi-aéreo no valor de R$ 3 mil”. Em outro trecho do relatório, elaborado com base nas gravações, os investigadores informam que o senador fez “confidências” a Cachoeira sobre reuniões reservadas que teve no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. Parlamentar influente, Demóstenes costuma participar de importantes discussões, sobretudo aquelas relacionadas a assuntos de segurança pública.

O relatório revela ainda que desde 2009 Demóstenes usava um rádio Nextel (tipo de telefone) “habilitado nos Estados Unidos” para manter conversas secretas com Cachoeira. Segundo a polícia, os contatos entre os dois eram “frequentes”. A informação reapareceu nas investigações da Monte Carlo. Para autoridades que acompanham o caso de perto, esse é mais um indicativo de que as relações do senador com Cachoeira foram mantidas, mesmo depois da primeira investigação criminal sobre o assunto. O documento expõe também a proximidade entre Cachoeira e os deputados Leréia e Sandes Júnior.

Leréia também usava um Nextel para conversas secretas com Cachoeira. A polícia produziu o relatório com base em inquérito aberto em Anápolis para investigar a exploração de bingos e caça-níqueis na cidade e arredores. Como não pode investigar parlamentares sem autorização prévia do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF enviou o material à Procuradoria Geral em 15 de setembro de 2009. O relatório foi recebido pela subprocuradora-geral Cláudia Sampaio Marques. Caberia ao procurador-geral, Roberto Gurgel, decidir se pediria ou não ao STF abertura de inquérito contra os parlamentares. Mas, desde então, nenhuma providência foi tomada.

No segundo semestre de 2010, a PF abriu inquérito para apurar exploração ilegal de jogos em Luziânia e se deparou com as mesmas irregularidades da investigação concluída há três anos. Procurado pelo GLOBO, Gurgel disse, por meio da assessoria de imprensa, que estava aguardando o resultado da Operação Monte Carlo para decidir o que fazer em relação aos parlamentares. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, confirmou o uso do Nextel por Demóstenes.

Segundo ele, o senador usou o telefone, mas não se lembra desde quando. O advogado não fez comentários sobre o suposto pedido de pagamento de despesas e o vazamento de informações oficiais.

Fonte: O Globo

FOTO: Parafusos de turbina de Avião da Webjet se soltam durante voo

Parafusos soltos no avião da Webjet que fez o voo 5671 (Guarulhos-Santos Dumont) na quarta-feira de manhãFoto: Foto do leitor André Stolarski / Eu-Repórter

O avião que fez o voo 5761 entre os aeroportos de Guarulhos, na Grande São Paulo, e Santos Dumont, no Rio, na manhã de quarta-feira (21) completou o percurso com parafusos soltos, como mostra o leitor André Stolarski, um dos passageiros. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não é permitida a falta de parafusos no local. A Webjet reconheceu o erro, mas garantiu que não houve risco à segurança de quem estava na aeronave.

Da poltrona 10A, ao lado da asa direita do avião, Stolarski acompanhou com apreensão o aparecimento dos parafusos:

Segundo a Webjet, “após o pouso da aeronave, de fato foram encontrados parafusos soltos e faltantes no acabamento aerodinâmico, que não tem função estrutural, ou seja, não é responsável por suportar ou segurar o motor do avião.”

A Anac informou que a ausência de parafusos no ponto da aeronave fotografado pelo leitor, tecnicamente chamado de bordo de ataque do painel, não é permitida. No entanto, assim como a Webjet, esclareceu que “se trata de uma estrutura secundária e não de uma peça estrutural.” A agência se comprometeu a abrir “um processo de fiscalização para apurar, junto à Diretoria de Manutenção da empresa, as medidas adotadas pela companhia para sanar o problema.”

A Webjet garante que, “ao constatar o referido problema, providenciou a sua correção, ao realizar a simples substituição dos parafusos. A companhia ressalta que em momento algum a segurança dos passageiros, tripulantes e do voo foi comprometida.” A companhia disse manter “um rigoroso programa de manutenção diário em todas as suas aeronaves, sendo que o mesmo foi devidamente aprovado pelas autoridades aéreas competentes.”

Em junho de 2011, um avião da Webjet também foi alvo de um flagrante enviado ao Eu-Repórter. Então, o leitor Marcos Sketch mandou uma foto que mostrava um reparo feito com uma fita na fuselagem da aeronave que fazia o voo 6700 (Rio – Porto Alegre). Apesar de o tamanho do reparo ter deixado os passageiros assustados, a companhia e a Anac disseram que a fita pode ser usada em consertos temporários.

Fonte: O Globo

Precatórios do TJ: Ameaças e certeza de condenação teriam levado casal à delação

Ameaças e a certeza da condenação pesaram na escolha de Carla Ubarana em acordar a delação premiada com o Ministério Público Estadual. Segundo fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE, o casal sabia desde o início que as possibilidades de absolvição eram quase nulas. Além disso, os dois principais envolvidos, até então, nos desvios de recursos do setor de precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, relataram a vários interlocutores ter recebido sucessivas ameaças. Essas ameaças justificam o aparato especial de segurança dispensado para o casal.

Júnior SantosCarla Ubarana assina acordo de delação sem o marido

As ameaças a Carla Ubarana e George Leal ocorreram por mais de uma vez e por interlocutores diferentes, segundo fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE, mas sempre em horário de pouco movimento e de forma indireta. Durante o tempo em que passaram presos (49 dias), o casal não chegou a sofrer qualquer tipo de agressão física dentro dos presídios, mas viu aumentar a possibilidade de serem alvo de um atentado. Segundo a fonte do jornal, o marido de Carla Ubarana disse, textualmente, ter sido avisado para que “tomasse cuidado para não morrer”.

George Leal recebeu o “recado” para tomar cuidado em duas ocasiões, por pessoas que não eram detentos. Ele estava preso no Presídio Provisório “Professor Raimundo Nonato”, em uma cela com Carlos Alberto Palhares, também investigado no esquema de fraudes no setor de precatórios. Segundo a direção da unidade, George e Carlos Alberto não tinham contato com outros presidiários. Eles não participavam do banho-de-sol e as refeições eram feitas nas celas.

Já a ex-chefe do setor de precatório do TJRN, Carla Ubarana, estava presa na ala feminina do Complexo Penal “Dr. João Chaves” e tinha como companheira de cela a espanhola Lourdes Cañada, presa por tráfico de drogas. Carla teria ouvido “ameaças durante a noite, depois que as luzes das celas eram apagadas”. Outras detentas, segundo ela, teriam dito que “a hora de Carla está perto de chegar”. Isso teria vencido a resistência dela, segundo fontes ouvidas pelo jornal, em negociar a delação premiada com o Ministério Público.

O casal de acusados não adiantou para os promotores, ao relatar as ameaças ouvidas, nomes de quem fez os comentários sobre a segurança física dos dois nem a quem pensam atribuir a origem dos “recados”. A comprovação da veracidade das ameaças e a identificação dos possíveis autores podem vir a constituir uma linha dentro da ampliação das investigações sobre as fraudes no TJRN e novos beneficiados pelo esquema de desvios de dinheiro.

O Ministério Público e os advogados de defesa de Carla Ubarana e George Leal evitam falar sobre o assunto, mas outros aspectos da prisão domiciliar oferecida ao casal comprovam que as ameaças ocorreram e que os promotores temem pela segurança física dos acusados.

No pedido enviado ao comando da Polícia Militar, para “proteção especial” dos dois, foi ressaltado a necessidade de ser empregada “tropas bem preparadas e de inteira confiança”. A guarda na residência de Petrópolis é de 24 horas e feita por homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a “tropa de elite” da PM, que fazem o revezamento constante na guarda da residência. Os policiais do Bope também foram os responsáveis por levar Carla Ubarana e George Leal das unidades prisionais até a residência.

Outro fato que não é discutido abertamente, mas vem sendo cogitado, é a inclusão de Carla Ubarana e George Leal no Programa de Proteção à Testemunha. O advogado Marcos Braga, que acompanhou o casal ao Ministério Público no dia em que a delação premiada foi fechada e permanece trabalhando na defesa, disse que não prestaria informações à imprensa e sequer chegou a responder se cogitava o pedido de inclusão dos clientes no programa de proteção especial. Legalmente, o pedido pode ser feito também pelo Ministério Público, caso entenda que é necessária, além da proteção às testemunhas, a defesa dos familiares e pessoas ligadas às pessoas que podem colaborar com as investigações.

Certeza de condenação leva Carla a aceitar acordo

Outro fator decisivo para a escolha de Carla Ubarana – que assinou a delação premiada sozinha, sem o marido George Leal – foi a “certeza” da condenação. Desde a prisão e a apresentação das provas por parte do Ministério Público e da Polícia Civil, o casal foi alertado das poucas chances de absolvição. O máximo a esperar seria conseguir uma pena menor. A partir disso, a estabilidade emocional de Carla Ubarana foi definhando. O momento de maior tranqüilidade da acusada, de acordo com pessoas que a acompanharam de perto na prisão, foi segunda-feira, na noite anterior ao depoimento prestado aos promotores.

A condenação, garantida em tese, implicava necessariamente na perda da maior parte dos bens acumulados nos últimos anos. Essa informação também chegou a Carla Ubarana logo no início do processo. “Os depoimentos dos laranjas trouxeram dados que corroboravam diretamente as informações documentais coletadas pelos promotores. Isso tornou as provas existentes na peça de acusação muito contundentes”, explicou uma fonte que teve acesso aos termos da defesa do casal Ubarana.

A delação foi a maneira encontrada pelos réus para tentar atenuar a própria culpa. Em primeiro lugar, significa uma confissão, tanto que Carla Ubarana deu pela primeira vez, durante a primeira audiência, detalhes sobre o funcionamento do esquema. Essa “confissão” implica necessariamente na perda de todos os bens acumulados durante os anos que foi chefe do setor de precatórios. “O acordo entre o Ministério Público e Carla inclui necessariamente abdicar de todos os bens. Carros, imóveis – com exceção do bem de família – contas bancárias ainda não identificadas, entre outras coisas, serão usados para repor o dinheiro desviado”, explicou outra fonte.

Apesar de ser considerada por Carla a única forma de atenuar sua pena, a delação premiada não contava com o apoio do advogado Felipe Cortez, que requisitou na última quarta-feira o desligamento da causa. Cortez avaliou que houve quebra de confiança no processo. Carla e George negociaram com o Ministério Público sem o conhecimento do advogado. “Houve quebra de confiança. Não posso continuar num processo onde o cliente não confia inteiramente no advogado”, explicou Felipe Cortez à reportagem, ainda na última quarta-feira, antes do anúncio da delação premiada. O advogado, após renunciar à causa, disse não ter mais nada a comentar acerca do caso.

Fonte: Tribuna do Norte