O governador Robinson Faria (PSD) pediu “socorro” ao presidente da República, Michel Temer, no sentido de que o governo federal faça a transferência ao Tesouro Estadual de recursos da ordem de R$ 194,16 milhões, “a título de ressarcimento pelas perdas ocasionadas pela Lei Kandir”. Robinson Faria justifica que “passados quase 12 meses de pedido de ajuda emergencial ao Planalto, a situação calamitosa das finanças públicas estaduais continuam a desafiar o governo que, sem fontes de recursos, encontra-se incapacitado de garantir, ao povo potiguar, as condições mínimas para o exercício da dignidade humana e da cidadania, dois dos cinco fundamentos da República Federativa do Brasil, alicerces de um Estado Democrático de Direito”.
Em ofício de nº 241, datado do dia 22 de novembro, o governador do Rio Grande do Norte expõem ao presidente Michel Temer, que a Lei Kandir, dentre outras coisas, desonerou de ICMS os produtos primários e semielaborados destinados à exportação que ainda estavam tributados, bem como os bens de capital, ao permitir a apropriação de créditos decorrentes de aquisições destinadas ao ativo permanente.
Ciente de que a Lei Kandir provocaria significativo impacto na arrecadação do ICMS, principal imposto estadual, Robinson Faria lembrou que o legislador previu a compensação aos estados e Distrito Federal, mediante transferência de recursos da União, até o momento, e mesmo havendo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), encontra-se pendente de aprovação no Congresso Nacional projeto de lei complementar que regulamentaria o equacionamento das perdas dos Estados.
Para reforçar o pedido de transferência dos valores tidos como perdas da Lei Kandir, o governador do Estado disse que “não obstante o esforço de reprogramação de suas despesas”, o Estado do Rio Grande do Norte vem enfrentando sistemática crise fiscal e financeira, “o que vem impedindo-o de adimplir com compromissos atrelados a serviços públicos essenciais para as camadas mais vulneráveis da sociedade norte-riograndense”.
O governador acrescentou que “como exemplo do grave quadro de desajuste fiscal, o Estado vem tendo dificuldade na manutenção regular do pagamento de salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas, bem como obrigações junto a fornecedores de bens imprescindíveis à manutenção do funcionamento dos serviços públicos”.
No documento, Robinson Faria informa que o Estado “clama por socorro” e se encontra em situação fiscal que, conforme a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em missão técnica realizada em janeiro de 2018 no Rio Grande do Norte, atestou que “o desequilíbrio fiscal não é consequência de atos praticados pela atual gestão governamental, a qual não teria dado causa às adversidades conjunturais nem poderia ser responsabilizada pelo grave desequilíbrio atuarial do regime próprio de previdência dos servidores estaduais”, realidade local que reflete a questão nacional da previdência social do serviço público, cuja mudança exige reforma da Constituição.
O governador enumera, ainda, leis que foram aprovados no curso de quatro anos do mandato, como redução de isenções fiscais e revisão de pontos da legislação previdenciária, como instituição da previdência complementar. Robinson Faria citou, ainda, a ação judicial que proporcionou uma economia de R$ 40 milhões no pagamento do Arena das Dunas.
A reportagem procurou as assessorias do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa e TCE para repercutir o pedido de socorro do governo, mas até o encerramento desta edição não obteve resposta.
Tribuna do Norte
Ridículo esses políticos que governaram nosso estado por todos esses anos. Não sabemo nem administrar nem as receitas e despesas da própria casa !
Tem que acabar com essas despesas exageradas da AL urgente, acabar com vários cargos comissionados em todos os órgãos, botar freio nas despesas do TJ e as sobras voltarem para o caixa do governo. Tem que entrar um empresário de respeito estilo Zema para botar esse estado em ordem.
Só sei de uma coisa. Robinson fez de tudo para melhorar esse estado. Agora com forças ocultas e parte de mídias contra ninguém governa. Terceirizados que ganham um salário e o estado paga aos donos destas empresas 3 vezes mais por cada um.
Pode receber ajuda de 1 bilhão que com 6 meses volta tudo de novo, no RN existem 3 desafios estruturais a serem enfretados para ver se a situação melhora, que são:
1 – extinguir essa jabuticaba que é as sobras orçamentárias.
2 – reduzir o máximo possível a cessões de servidores, onde tem muita gente nova trabalhando pra municípios pequenos e pros outros poderes .
3 – equalizar as situações das cooperativas e terceirizados que recebem dezenas de milhões do estado por mês e contribuem para o INSS e não para o IPERN, deixando o rombo para o servidor estadual pagar.
Se esses pontos forem seguidos talvez em alguns anos a situação melhore de verdade.
Falou tudo Júnior. Eu ainda acrescentaria que seja feito a caça aos servidores públicos que recebem seus salários religiosamente em dia, mas não dão expediente
Esses políticos detonaram o Fundo Previdenciário do Governo do Estado,se não tinha competência e compromisso para Governar o Estado tivesse a grandeza de pedir para sair. Mais não,ficam roendo o osso até a última cartilagem e agora aos 46 minutos do segundo tempo vai mandar um ofício para Temer,que não vai fazer nada! Isso é jogar para a platéia e tirar a responsabilidade das suas costas. Agora as inúmeras famílias do RN, inclusive aposentados e pensionistas estarão tendo mais um péssimo final de ano graças a incompetência desse Governo que ainda não quitou o décimo de 2017. Um sujeito desse num país sério,era para ser preso pelo mal que está acarretando aos servidores do executivo estadual. Enquanto isso sobra recursos para OS OUTROS PODERES. TODOS EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES COM SEUS SERVIDORES,E NÓS DO EXECUTIVO PASSANDO NECESSIDADES!!!
Agora? Que sirva de exemplo a gov que entra, se não tomar medidas corretivas duras nao governa. Se entrar pensando na próxima eleição, não governa. Não é todo político que nasceu para ser governador não, esse que sai não tem perfil de jeito nenhum, é fraco, sem iniciativa, inoperante e incompetente, jamais será um lider no máximo um deputado mediocre. Vamos esperar Fátima, se nos primeiros três meses não mostrar pra que veio o Rio Grande do Norte sumariamente deve ser interditado, aguardemos com muita torcida
Kkkkk pedido de socorro. . Homi esses salários pagos aqui são altos demais para a economia do Estado. Se o RN fosse um país seria uma espécie de Honduras, país falido tomado por gangues. Estado perdulário que paga fácil salários que chegam a 30 mil. A sorte é que recebe dinheiro da parte do Brasil que gera riqueza via FPE.
Uma forte explosão num terreno baldio, perto de um poço da Petrobras e por trás da concessionária da Toyota, no bairro Abolição I, em Mossoró, deixou os moradores das redondezas assustados. Os prédios tremeram. “Aqui estremeceu tudo. As vacas saíram correndo do curral”, diz Jurandir Ferreira.
Um depósito próximo teve parte do forro danificado com a explosão, que foi possível perceber até por moradores que estavam no Centro da cidade, bem como no bairro Aeroporto, Bom Jardim, Santo Antônio, Nova Betânia e em outras regiões da cidade de Mossoró.
A Polícia Ambiental foi a primeira a chegar a local. Os policiais observaram que não havia riscos mais acentuados de nova explosão. Mesmo assim acionaram o Corpo de Bombeiros para avaliar o quadro. Servidores da Petrobras também chegaram rapidamente ao local.
Os proprietários de depósitos nos arredores, bem como vários moradores do Abolição I, se dirigiram ao local para saber o que teria ocasionado a explosão e se havia possibilidade de acontecer novamente. “Aqui todos ficaram assustados, por não saber do que se tratava”, diz Jurandir.
Após avaliar o quadro, os bombeiros levantaram duas hipóteses: primeiro, haver acúmulo de gás no subsolo e ao atearem fogo nos galhos próximos, teria ocorrido a explosão. Neste caso, ficaria sem explicação o fato de o buraco no solo ser pequeno.
A segunda hipótese levantada pelo é de que alguém tenha explodido bananas de dinamite no local. Inclusive uma câmera de segurança de um prédio próximo gravou imagens de um homem saindo do local, pouco antes da explosão.
Com seus corpos pintados com as bandeiras de vários países do G20 e os seios à mostra, manifestantes argentinas formaram nesta sexta-feira, 30, uma comissão de frente da manifestação em Buenos Aires contra o encontro dos líderes das 20 maiores economias do mundo.
Ao lado da frase “Fora FMI”, um clássico dos movimentos populares na Argentina retomado desde o empréstimo de US$ 57,1 bilhões do Fundo Monetário Internacional, a faixa que elas seguravam mandava embora também o G20. Gritos e cartazes traziam também a expressão “Fora Bolsonaro”, em referência ao presidente de extrema direita eleito no Brasil.
Milhares de argentinos se manifestaram nesta sexta-feira em uma Buenos Aires praticamente deserta e sob um forte dispositivo de segurança por causa justamente do encontro de líderes do G20. Os protestos percorreram a faixa central da Avenida 9 de Julho, no coração da capital argentina, cujas ruas adjacentes estavam bloqueadas com cercas metálicas e vigiadas por 2.500 agentes e guardas de infantaria.
“Viemos repudiar os representantes das potências imperialistas e queremos que eles saibam que não são bem-vindos em nosso país”, disse Florence di Llelo, uma das manifestantes.
“Acreditamos que o G20 atenta contra o país. Na Argentina, eles querem fazer passar um ajuste terrível. Querem mostrar uma cidade sitiada quando o clima de repressão está sendo instalado pelo governo para impedir que as pessoas se mobilizem”, criticou Matías Gómez, representante de uma cooperativa.
Veja
Esses mesmo aí eram os que diziam que tem que respeitar o poder do voto, e que qualquer ato contrário era instituir o 3o turno. Agora não querem respeitar a maioria dos eleitores brasileiros. Só se acostuma com ditadores.
Uma denúncia do MPF (Ministério Público Federal) apresentada nesta sexta-feira (30) contra investigados na Operação Zelotes aponta que o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Augusto Nardes fez uma espécie de “parceria” com suspeitos denunciados pelos procuradores. Segundo o MPF, ele manteve “proximidade” com José Ricardo Silva, da empresa de consultoria SGR, uma relação que teria “assumido parceria nos ilícitos perpetrados”.
O UOL obteve cópia da acusação entregue à Justiça, que ainda faz menções ao deputado federal Afonso Motta (PDT-RS), ex-diretor jurídico do grupo de comunicação RBS, em um suposto esquema de corrupção para evitar que a empresa pagasse uma multa de mais de meio bilhão de reais à Receita Federal.
De acordo com emails obtidos pelos procuradores, Nardes recebeu R$ 1,6 milhão da SGR, empresa que fazia distribuição de propinas. Nardes e Motta não foram denunciados, mas sim os demais participantes do esquema. Por terem foro privilegiado, o ministro e o deputado respondem a um inquérito semelhante no STF (Supremo Tribunal Federal).
Nardes era dono de uma empresa contratada pela SGR, mas afirmou recentemente que deixou essa firma e que “não assinou nada com a RBS”. O grupo de comunicação também tem negado sua relação com firmas do ministro e rejeitado qualquer autorização para a SGR subcontratá-las.
O Advogado Marlus Arns de Oliveira, que atua na defesa de José Ricardo Silva, informa que seu cliente não foi intimado pela Justiça e, quando isso ocorrer, apresentará seus argumentos.
Na denúncia, o MPF acusa também um grupo de conselheiros do Carf à época dos fatos, Leonardo Henrique Magalhães de Oliveira e Carlos Alberto Gonçalves Nunes – já falecido –, de receber propina para dar decisões favoráveis à RBS.
Eles teriam recebido o dinheiro por meio de intermediários, como o sobrinho de Nardes, Carlos Juliano Nardes, e os ex-conselheiros do Carf José Ricardo Silva e Edison Rodrigues. De acordo com a participação de cada um, eles são acusados de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro. A fonte dos subornos seria a RBS, representada pelo deputado Afonso Motta.
Oliveira afirmou que soube da acusação pela reportagem, não tem conhecimento da denúncia, e que, se for o caso, se manifestará através de seu advogado.
O grupo de comunicação afirmou via assessoria de imprensa que “todos os honorários advocatícios relacionados a sua defesa em processo no Carf iniciado em 2000 e concluído após 11 anos foram contabilizados e informados às autoridades competentes”. A RBS afirma que “jamais celebrou qualquer tipo de contrato com a empresa N&P Planalto Soluções e Negócios, pessoas a ela vinculadas ou com o ministro do TCU Augusto Nardes”. Observa ainda que “o deputado Afonso Motta deixou a empresa em 2009”.
O UOL fez contato com Nardes e Motta, mencionados na reportagem, que será atualizada quando houver esclarecimentos.
A denúncia do MPF já foi apresentada à Justiça Federal de Brasília. Se for considerado que há indícios mínimos de crime, o magistrado recebe a acusação, abre uma ação penal e os denunciados se transformam em réus, iniciando o processo.
Mesmo sem acusar formalmente suspeitos com foro privilegiado, a Procuradoria da República no Distrito Federal fez várias menções ao ministro e ao deputado federal.
Tais elementos demonstram que a proximidade entre os sócios da N&P (João Augusto Ribeiro Nardes e Carlos Juliano Nardes) e da SGR (José Ricardo Silva, João Batista Gruginski, Edison Pereira Rodrigues) estava além de um mero contato profissional ocasional, tendo perdurado e assumido parceria nos ilícitos perpetrados
O advogado Eduardo Toledo, que representa Edison Rodrigues, afirmou que “desconhecendo os termos da acusação, é impossível se manifestar”. Ainda segundo a defesa, seu cliente “não cometeu ilícito algum no exercício de conselheiro”.
De acordo com os dois procuradores, “o Grupo RBS, liderado por Afonso Motta, financiou uma rede organizada, formada pelos denunciados, que se interligaram de modo coordenado”. O objetivo era “proporcionar a divisão especializada de tarefas, para o objetivo final de desconstituir o crédito tributário [derrubar a multa milionária por não pagamento dos impostos devidos] lançado em face da autuada [a empresa de comunicação] e, por conseguinte, ratear os proveitos econômicos obtidos ilicitamente”.
Os procuradores afirmam que o hoje deputado fechou cinco contratos falsos com “diversos” escritórios integrados por conselheiros e ex-conselheiros do Carf, que também seriam destinatários da propina.
Luta de anos contra multa de R$ 582 milhões
A RBS foi multada em R$ 582 milhões pela Receita Federal em 2001, mas conseguiu derrubar a multa dois anos depois no Carf. Entretanto, havia mais disputas e recursos para que a empresa enfrentasse neste mesmo órgão.
Assim, em 2005, o grupo de mídia contratou também a empresa de consultoria SGR, do ex-conselheiro do Carf José Ricardo Silva, para ajudar seus advogados na tentativa de reverter a cobrança. Por sua vez, no mesmo ano, a SGR contrata a Planalto Soluções, ou N&P Consultoria, firma da qual Nardes foi sócio até aquele ano – o outro sócio era seu sobrinho Carlos Nardes.
A aproximação entre empresa devedora do Fisco e SGR deu-se pela figura do então deputado federal Augusto Nardes [PP-RS], que avalizou a contratação da associação criminosa para o diretor jurídico do grupo RBS, hoje deputado federal Afonso Motta.
“Uma vez que Afonso Motta sabia que a fraude tributária praticada pela RBS não resistiria a uma análise isenta da Câmara revisora do Conselho de Contribuintes, recorreu aos préstimos de Augusto Nardes e seu sobrinho, Carlos Juliano Ribeiro Nardes, que indicaram a SGR como o caminho seguro para a consecução de seus propósitos escusos”, continuam.
A RBS vence e perde vários recursos no Carf até terminar vencedora da disputa em 2011. Não precisaria mais pagar os impostos e nem a multa por suposta sonegação. Aí começam os pagamentos às consultorias, segundo os investigadores.
O grupo de comunicação pagou R$ 11,9 milhões à SGR em quatro parcelas entre 2011 e 2012, mostra laudo da Polícia Federal. No mesmo período, a SGR repassou R$ 2,5 milhões à N&P Consultoria, que pertenceu a Nardes e continuava nas mãos de seu sobrinho, Carlos Juliano. No entanto, um email mostra que pagamentos desta época ainda eram destinados ao ministro, aponta a Procuradoria.
MP vê uso de dinheiro vivo para dificultar rastreamento
De acordo com o Ministério Público, a SGR recebia as quantias da RBS em sua conta bancária. Depois, sacava-as e as dividia entre conselheiros do Carf e outros participantes do esquema. Usava dinheiro vivo, para dificultar o rastreamento do crime. Era lavagem de capitais: “(feito) com o escopo de dissimular a origem ilícita dos proveitos pecuniários, numa típica operação de branqueamento de capitais”.
Os procuradores afirmam que uma “vultosa parte” foi ocultada e não foi possível fazer o rastreamento completo dos pagamentos de propina.
Segundo o MPF, os investigados usavam mensagens cifradas para ocultar os interlocutores. Nardes era tratado como “Tio”, e seu sobrinho Carlos Juliano, “Ju”.
As investigações levadas a termo conduzem ao raciocínio (…) de que as pessoas encobertas pelos codinomes “Tio” e “Ju” correspondem a João Augusto Ribeiro Nardes (Tio) e Carlos Juliano Ribeiro Nardes (Ju), seu sobrinho
Denúncia do MPF
Em fevereiro de 2012, quando Nardes não era mais sócio da N&P, uma funcionária do escritório de José Ricardo envia um email para ele informando o controle de pagamentos para o “Tio”. Nardes deveria receber R$ 1,6 milhão; “Ju”, R$ 906 mil.
O email destaca em amarelo que R$ 500 mil haviam sido “retirados” em 12 e 16 de janeiro de 2012, sendo R$ 400 mil destinados a Nardes. “As provas evidenciam que na reunião realizada em 16 de janeiro, supramencionada, houve pagamento de R$ 500 mil reais, conforme destacado em fundo amarelo no email acima”, conclui a Procuradoria.
“Valores condizem com descontos dos cheques”
Ainda para comprovar os pagamentos, os investigadores passam a relacionar as datas da movimentação bancária da SGR com descontos de cheques em espécie, uma planilha de pagamentos interna da empresa e o email com o controle de pagamentos ao ministro e a seu sobrinho. “Os valores descritos nos emails, em sua maioria, condizem com os descontos de cheques registrados na conta corrente da SGR Consultoria”, concluem os procuradores na denúncia.
E é, “nesse contexto de diversos saques nas contas das SGR Consultoria e posteriores pagamentos destinados a integrantes da N&P Consultoria”, que o Ministério Público destaca: “João Augusto Nardes também estabeleceu conexão com José Ricardo”. Há registros de email que mostram que o ministro do TCU efetuou ligações telefônicas para a SGR Consultoria, em 26 e 28 de março de 2012.
Folhapress
Esse não foi o cabra honesto que deu parecer das pedaladas de Dilma?
kkkk(kkkkkkkkkk
La vai mais um Santo do Pau oco que colaborou pro golpe pra cadeia.
O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou ontem mais um militar para compor o seu ministério: o almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior, que vai assumir a pasta de Minas e Energia. Com isso, já são cinco os militares que ocuparão a Esplanada a partir de janeiro. Nos três últimos governos da ditadura, encerrada em 1985, apenas o presidente João Batista Figueiredo teve tantos ministros militares. Seus antecessores, Ernesto Geisel e Emílio Garrastazu Médici, contaram com quatro militares em seu governo.
Dos cinco ministros militares de Figueiredo (15 de março de 1979 a 15 de março de 1985), dois ocuparam cargos em parte do mandato: o general Rubem Ludwig (que comandou a Educação entre novembro de 1980 e agosto de 1982) e o coronel Jarbas Passarinho, que respondeu pela Previdência Social entre novembro de 1983 e março de 1985. Passarinho também exerceu cargos eletivos (senador e governador do Pará). Os três militares que comandaram pastas durante o governo Figueiredo foram: Golbery do Couto e Silva (Gabinete Civil), César Cals (Minas e Energia) e Mário Andreazza (Interior).
No governo Geisel (15 de março de 1974 a 14 de março de 1979) foram nomeados ministros os militares Golbery do Couto e Silva (Gabinete Civil), Ney Braga (Educação), Euclides Quandt de Oliveira (Comunicações) e Dyrceu Araújo Nogueira (Transportes). Já o governo Médici (30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974) teve Jarbas Passarinho na Educação, Hygino Caetano Corsetti nas Comunicações, José Costa Cavalcanti no Ministério do Interior, e Mário Andreazza na pasta de Trabalho e Previdência Social.
Ontem, após participar de agenda em Guaratinguetá (SP), Bolsonaro afirmou que poderá escolher mais militares e que as indicações ocorrem com base no currículo dos indicados.
A nomeação de Costa Lima, de 60 anos, para Minas e Energia deve fortalecer o desenvolvimento da tecnologia nuclear no país. O almirante ocupa o cargo de diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha. Passou os últimos dois anos concentrado no projeto do submarino de propulsão nuclear que tem sido desenvolvido pelo Brasil em parceria com a França. O submarino, que já teve seu projeto básico aprovado, é avaliado em cerca de R$ 35 bilhões, a preços atuais. A expectativa é que sua construção se inicie em 2022.
“(Costa Lima) É um almirante, só ver o currículo dele. Ele é físico, uma pessoa honrada e que está com muita vontade de buscar soluções para questões graves que temos pela frente, entre as quais a de energia. Não podemos esperar um novo apagão para tomar providência”, disse Bolsonaro.
No governo, o almirante deverá dar um destino às obras paralisadas da usina de Angra 3. Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras ficaram paralisadas por 25 anos, até serem retomadas em 2009 pelo ex-presidente Lula. O empreendimento travaria novamente em 2015, por causa de denúncias da Lava-Jato.
Até agora, Bolsonaro anunciou 20 ministros. Na campanha, ele dizia que faria um governo com apenas 15 pastas. O número de ministérios pode, no entanto, chegar a pelo menos 22. Além da pasta de Direitos Humanos, Família e Mulheres, o presidente eleito deve anunciar o escolhido para o Meio Ambiente. Bolsonaro ainda analisa se mantém como ministérios Trabalho e Indústria e Comércio.
DIREITOS HUMANOS Depois de rejeitar nomes defendidos pela bancada evangélica para o novo Ministério da Cidadania, Bolsonaro convidou a advogada e pastora Damares Alves para chefiar o a futura pasta de Direitos Humanos, Família e Mulheres. O detalhe é que Damares é assessora lotada no gabinete do senador Magno Malta (PR-ES), um dos políticos mais próximos de Bolsonaro na campanha, que espera um convite para compor o primeiro escalão. O parlamentar não conseguiu se reeleger em outubro.
Para boa parte dos 88 deputados federais e quatro senadores da bancada evangélica, a escolha de Damares “atravessou” os lideres do grupo e foi uma “afronta” e “ingratidão” a Magno Malta. Em Cachoeira Paulista (SP), onde visitou o Santuário da Canção Nova, Bolsonaro disse a jornalistas que Malta não ficará “abandonado”, mas que não deve assumir um ministério. “Ele tem como participar do governo em outra função”, disse. Essa função, no entanto, não está definida.
“Infelizmente, os ministérios estão se esgotando”, declarou o presidente eleito. “Não fiz campanha prometendo absolutamente nada para ninguém, pretendemos aproveitar as boas pessoas, agora não podemos dar ministério para todo mundo”, disse. O senador enfrenta forte resistência do núcleo militar do governo de transição. O grupo reitera que o senador não agrega à equipe ministerial.
Estado de Minas
Será porque 100% dos ministros civis de luladrão/dilmanta a corrupção foi também em 100%? num é que talvez dê certo, se der, só vou contratar milico e ex milico pra minha empresa.
Ansisoso para ver o desespero de quem votou nele pediu sua saida, o legal é que o desastre vai afundar a corja toda….
Viva ao governo teocrático militarizado do Brasil hehehehe
a viuvinha do vagabundo presidiário tá rindo a toa….agora pode chorar mortadela sebosa
É Ailton, melhor ter 100 ministérios, assim mais gente riem com mordomias, cargos comissionados, cartão corporativo, gabinetes pomposos, viagens aéreas, gratificações, corrupções, superfaturamento… Dinheiro saindo pelo ralo aos borbotões. E os ministros rindo da cara do povo, igualzinho a você.kkkkk
Nomeado secretário-geral da Previdência e da Receita Federal, o economista e ex-deputado Marcos Cintra, 73, diz que está disposto a abrir mão da ideia defendida por anos, a do imposto único sobre movimentações financeiras, para buscar o consenso na reforma tributária.
À Folha ele disse que cogita manter Jorge Rachid na chefia da Receita e considera Leonardo Rolim para a Secretaria de Previdência, mas os nomes ainda não estão fechados.
Sobre a reforma da Previdência, o secretário vê convergência entre especialistas, o que está ajudando na formulação de uma nova proposta. O governo Jair Bolsonaro deverá apresentar nova ideia de reforma em 2019.
Como o senhor reage às críticas de que a Receita está sendo rebaixada?
A influência de uma pessoa ou de uma estrutura é função de sua eficiência, e não de sua colocação no organograma.
A segunda observação é que isso não faz sentido à luz do que está sendo montado no Ministério da Economia. O ministro reunirá três ministérios abaixo dele e será o coordenador e formulador de toda a política.
Haverá seis vice-ministros, digamos assim, os chamados secretários-gerais. O papel que o secretário da Fazenda, por exemplo, terá na estrutura é semelhante ao que o ministro da Fazenda tem antes dessa estrutura. Então, não é um rebaixamento efetivo, real.
Já está pronto o texto da reforma da Previdência?
Ainda não me inseri ativamente no debate, porque eu era apenas um membro do grupo de transição. Mas o que vejo é que existe uma convergência de ideias nas propostas que circularam. Todas debatem os mesmos temas: idade mínima, separação de Previdência e assistência, desvinculação do salário mínimo dos benefícios, capitalização imediata ou uma transição mais gradativa. A diferença está na dosimetria e na forma de composição dessas providências.
Então, a busca pelo ponto de convergência e do que pode ser uma interseção de propostas já está bem viabilizado do ponto de vista teórico.
Ainda não há texto final a ser apresentado, mas os irmãos Weintraub têm trabalhado numa proposta interessante e são especialistas na área. O próprio Leonardo [Rolim] teve envolvimento grande com a proposta do Paulo Tafner [cujo embaixador é Armínio Fraga], o Fabio Giambiagi e o Raul Velloso têm trabalhado muito nisso também.
Acredito que com facilidade vamos chegar a um ponto de convergência. A proposta não terá a paternidade clara de ninguém, mas terá aderência grande aos pontos de vista mais importantes de todos.
Evidentemente ainda não houve discussão em detalhes com o Paulo [Guedes], nem com o próprio presidente [Jair Bolsonaro]. O presidente tem emitido sinais de que não quer uma reforma previdenciária que gere grandes descontinuidades ou grandes tumultos, quer uma coisa menos acelerada e disruptiva. Então, o que vamos fazer é construir isso e apresentar para o debate.
O sr. pensa em apresentar logo a proposta ou deixar para apresentá-la para o novo Congresso?
Acho que iniciar agora os debates em cima dos princípios básicos e fundamentais seria prematuro. É muito calor e pouca luz. Muita polêmica e poucos resultados.
Então eu preferiria termos um texto básico, que seria apresentado e discutido e depois os ajustes feitos a partir desse debate público e com participação do Congresso. O Congresso é fundamental.
A proposta de Temer foi muito útil na conscientização da urgência do tema. Os principais pontos de qualquer reforma são conhecidos de todos. A questão é o ritmo, a velocidade, a composição e a intensidade. A ideia é fazer um projeto dessa administração, aproveitando tudo de todas as propostas que possam contribuir.
A reforma da Previdência entra antes ou depois da tributária?
Provavelmente concomitantemente. O debate que eu quero submeter ao presidente e ao ministro é se é conveniente que isso ocorra, se não haveria uma dispersão de discussões. Mas eu acho que o ímpeto reformista da sociedade hoje justificaria trabalharmos em várias frentes.
Estamos falando intensamente em privatização, redução de gastos… o ministro está falando agora na desindexação do Orçamento. Acho que a sociedade está preparada para discutir uma ampla gama de reformas porque o Brasil não pode mais esperar.
O sr. abriu mão do imposto único sobre transações financeiras?
A ideia do imposto único já foi assimilada por todos. A proposta de Bernard Appy, por exemplo, fala em juntar tributos estaduais, municipais e federais em um imposto único. Então, a ideia de agregar o maior número possível de tributos sobre uma base única é uma tese vencedora.
A discussão que gerou e pode gerar antagonismos é sobre qual a base tributável do imposto único. Se sobre a movimentação financeira, se será um IVA, um IVA dual, “sales tax”, como nos EUA, ou “cash flow tax”, como sendo discutido mundialmente [referindo-se à possível incidência dos tributos sobre o valor adicionado da produção (IVA), sobre consumo ou sobre entradas e saídas do caixa das empresas].
Minha posição, que é antiga, é sobre as movimentações financeiras. Evidentemente não estou mais na academia. A obrigação de um acadêmico é provocar discussão e polêmica para que a ciência avance. Agora, com o chapéu público, é o que é possível, o que a sociedade deseja, o que já amadureceu para aceitar.
Então, nessas condições, estou absolutamente preparado para abrir mão das minhas teses pessoais e acadêmicas.
Folhapress
A lista de 22 condenados que seriam beneficiados pelo indulto de Michel Temer, divulgada pela força-tarefa da Lava Jato, causou controvérsia no STF (Supremo Tribunal Federal). Magistrados receberam documentos dizendo que, do total de réus, 14 já estão soltos ou em prisão domiciliar.
Ministros afirmam que estes condenados já estariam usufruindo de penas mais brandas e até da liberdade não graças a Temer —mas a benefícios que o próprio Ministério Público Federal concedeu a eles, depois de acordos de delação premiada.
Entre os citados como possíveis perdoados na lista da força-tarefa está o ex-doleiro Adir Assad. Condenado no total a mais de 30 anos de prisão, no Rio e no Paraná, há dúvida inclusive se ele poderia ser alcançado pelo indulto.
Assad está solto desde outubro. Ele cumprirá mais dois anos de pena no regime semiaberto, com recolhimento domiciliar noturno e tornozeleira. Depois, prestará cinco anos de serviço comunitário.
Já Dalton Avancini, ex-executivo da empreiteira Camargo Corrêa, também citado, foi condenado a 15 anos de prisão e ficou na cadeia por apenas quatro meses. Em 2015, celebrou acordo de colaboração. Passou para regime domiciliar. Desde março está solto, sem tornozeleira, prestando serviço uma vez por semana numa vara de Justiça.
A obrigação que ele terá, por 11 anos, é a de fazer relatórios trimestrais sobre a vida que leva. Se for atingido pelo perdão de Temer, a única mudança prática em sua vida será não ter mais que escrever o documento.
Geddel Vieira Lima, que não está na lista da Lava Jato mas também foi apontado como exemplo de condenado que seria beneficiado, não foi ainda nem sequer julgado. Por isso, não poderia ser perdoado.
O indulto, de qualquer forma, seria bem-vindo mesmo para os condenados que já estão soltos. Com ele, todos voltariam a ser réus primários e não teriam mais que dar satisfação à Justiça.
Folhapress
O túnel que dá acesso à avenida das Alagoas, também conhecido como túnel do Sam’s ou túnel de Neópolis, foi interditado oficialmente hoje para obras complementares da BR-101, segundo informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Contudo, nesse primeiro dia de bloqueio, motoristas relatam que ainda falta sinalização e orientação para saber como proceder. Nas imagens, alguns motoristas chegam até a pegar o acesso à BR-101 pela contramão pela carência.
Cofres de casas lotéricas de três cidades da região Agreste potiguar foram arrombados na madrugada deste sábado (1º). Segundo a Polícia Militar, os crimes aconteceram em Várzea, Arez e Brejinho. Ninguém foi preso.
A PM acredita que se trata de uma mesma quadrilha, já que nas três cidades os moradores viram uma caminhonete preta em fuga.
O primeiro arrombamento aconteceu na cidade de Várzea. Na sequência, foram arrombadas as lotéricas de Arez e Brejinho. Nesta última, ainda de acordo com a PM, os criminosos quebraram a vidraça e ainda usaram uma marreta para abrir um buraco na parede.
Ainda não há informações sobre os valores levados pelos bandidos.
Ainda em Brejinho, criminosos usaram uma marreta para abrir um buraco na parede da lotérica.
Opresidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta sexta-feira(30), durante entrevista, que manter índios em reservas é tratá-los como animais em zoológicos.
A resposta veio quando Bolsonaro foi questionado sobre a capacidade do futuro governo de reduzir o desmatamento e a emissão de gases de efeito estufa, metas do Acordo de Paris.
“Sobre o acordo de Paris, nos últimos 20 anos, eu sempre notei uma pressão externa – e que foi acolhida no Brasil – no tocante, por exemplo, a cada vez mais demarcar terra para índio, demarcar terra para reservas ambientais, entre outros acordos que no meu entender foram nocivos para o Brasil. Ninguém quer maltratar o índio. Agora, veja, na Bolívia temos um índio que é presidente. Por que no Brasil temos que mantê-los reclusos em reservas, como se fossem animais em zoológicos?” indagou o presidente eleito.
No Brasil também tivemos índios influentes, caso esse senhor não saiba, não lembre ou esteja se fazendo de doido.
O índio, assim como outras minorias, são afligidos por um mal, uma patologia social chamada "preconceito".
Trata-se de uma doença que não tem cura, apenas medidas paliativas.
E lidar com isso requer antes de tudo, cautela e conhecimento de causa.
Portanto, é bom que esse senhor, que prega tanta coisa sobre esse tipo de comportamento mas que demonstra um certo "que" de preconceito, modere as palavras porque ele pode futuramente ser vítima do próprio discurso.
È bem mais fácil ELE habitar um zoológico.
Bolsonaro disse que a Bolívia tinha um presidente índio, porque o Brasil teria que deixar os indios na sua forma primitiva, teria sim, que o Brasil dar o oportunidades a eles como a qualquer cidadão. E isso tá corretíssimo.
No meu entender, ele defendeu os índios por uma liberdade maior.
O Índio quer morar numa selvageria como a nossa? Façam uma pesquisa entre eles. Vir pra cidade sem instrução nenhuma, passar fome e humilhação. Lembram daquele que os boys mataram em Brasília?
E os índios estão presos nas reservas?
Esse presidente é um idiota. O q ele quer é acabar com as reservas para liberar desmatamento e exploração predatória de tdo q for possível.
É um louco esse homem.
O Senado decidiu se antecipar ao próprio Supremo Tribunal Federal e vai pagar o novo teto remuneratório de R$ 39,2 mil aos seus servidores no mês de dezembro e no 13° salário. Na prática, o Senado quer pagar desde já salários maiores que o teto atual de R$ 33,7 mil, embora a Constituição estabeleça que nenhuma remuneração possa exceder o salário de ministro do STF. A própria Corte editou portaria para esclarecer que só aumentará seus salários a partir de 1º de janeiro de 2019.
No Senado, porém, servidores que hoje acumulam remunerações que extrapolam os R$ 33,7 mil e são sujeitos a desconto do chamado “abate-teto”, terão o limite aumentado já no 13.º a ser pago na próxima segunda-feira, dia 3.
“O reflexo da decisão na folha da Casa ocorrerá apenas na remuneração dos servidores que ultrapassava o teto anterior de R$ 33.763,00. O crédito da Gratificação Natalina (décimo terceiro) será feito em 3/12, com o reajuste”, afirmou, em nota, a assessoria do Senado.
O Senado chegou a informar inicialmente que realizaria um pagamento suplementar também no início do próximo mês para incluir a diferença nos salários pagos em 21 de novembro, conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo nesta sexta. Poucas horas depois, porém, alegou que a informação estava errada e mudou a versão. Disse que o novo teto valeria apenas para os pagamento que serão realizados na segunda.
Avaliação. Técnicos que acompanham as contas públicas avaliam que será “no mínimo estranho” nenhum servidor público poder receber mais do que o ministro do STF, como determina a Constituição, exceto em dezembro de 2018.
No Senado, a avaliação é de que a portaria só vale para o Supremo e não tem poder de revogar a lei sancionada esta semana pelo presidente Michel Temer para reajustar os salários.
A Procuradoria-Geral da República, o Supremo Tribunal Federal e a Presidência da República afirmam que só aplicarão a nova referência do teto remuneratório a partir do próximo ano, como consta em portaria editada pelo STF e publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
“Hoje no Diário Oficial da União foi publicada uma portaria conjunta que posterga os efeitos financeiros da recomposição do subsídio para 1º de janeiro de 2019. Ou seja, não será alterado nenhum pagamento neste ano em razão da recomposição”, informou o STF ao ser questionado.
Em resposta a perguntas sobre as remunerações do Palácio do Planalto e do presidente Michel Temer, que está sujeito à regra do abate-teto porque acumula o salário com a aposentadoria, o Ministério do Planejamento afirmou que “até 31 de dezembro o teto que está valendo é de R$ 33,7 mil”. “Não há razão para antecipar o outro valor”, disse a pasta. “Inclusive sobre o abate-teto”, esclareceu.
Também procurada, a Câmara dos Deputados não respondeu se incorporará o reajuste em pagamentos realizados neste ano. “A área responsável pelo levantamento destas informações está muito atarefada, em razão do fechamento das folhas de pagamento do fim de ano. A melhor forma de tentar obter os dados é solicitá-los por meio da Lei de Acesso à Informação, que estabelece um prazo para que o setor encaminhe a resposta à demanda”, informou, por meio de nota, a assessoria de imprensa da Casa.
Além do Judiciário e do Ministério Público, outros poderes sentirão os impactos do aumento do teto remuneratório porque parcelas hoje acima dos R$ 33,7 mil (teto atual) e que são alvo do chamado “abate-teto” passarão a ser pagas aos servidores (até o limite do novo teto). Só no Executivo, esse efeito deve provocar um impacto bruto de R$ 306,9 milhões ao ano.
No entendimento de técnicos da equipe econômica do governo, caso o teto remuneratório fosse aplicado a todo o funcionalismo ainda neste ano, os poderes teriam que remanejar recursos e cortar de outras áreas para bancar o impacto do “abate-teto” menor sobre os salários de servidores.
Portaria. A portaria do STF é necessária porque a lei que elevou a remuneração dos ministros de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais não estabeleceu data de início de vigência da norma. Com isso, o aumento em tese poderia ser aplicado imediatamente.
O acordo político firmado entre o STF e o presidente Michel Temer para a sanção do reajuste previa o início de vigência do aumento a partir do ano que vem. Em troca, os integrantes do Judiciário deixarão de receber o auxílio-moradia que vinha sendo pago com base em liminar do ministro do STF Luiz Fux.
Para pagar a compensação do abate-teto menor, não seria necessária dotação orçamentária adicional, segundo apurou o Broadcast. No entanto, precisaria haver remanejamento dentro do Orçamento dos órgãos.
Não tem presidente que ajeite esse país, os poderes dando mal exemplo, o país tá quebrado e eles aumentando absurdamente o seu bolsinho, vá pra frente Brasil.
Com relação ao dinheiro público, o Brasil é a casa de mãe Joana, é roubo, oportunismo, descuidistas, malversação e superfaturamento. Pior que isso é praticado impunimente pelos que compõem os poderes. Então, São totalmente impunes.
Vinte e quatro horas após a prisão de Luiz Fernando Pezão, a Polícia Federal revelou que conseguiu reunir provas de que o grupo liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral e o atual governador Pezão cobrou propina até de contratos para levar asfalto para as cidades fluminenses. O repasse de recursos foi feito supostamente por sete empresas que venceram a disputa para tocarem o programa “Asfalto na Porta”, orçado em R$ 700 milhões. Segundo a PF, cada empresa repassava 8% dos valores dos contratos. O programa foi lançado em 2012 a partir de um emprestimo de R$ 3,6 bilhões, concedido pelo Banco do Brasil ao governo do Rio.
Uma das empresas que fez parte do suposto esquema foi a JR Pavimentação, do empresário Luís Alberto Gomes Gonçalves, o Beto, que teve sua prisão decretada durante a Operação Boca de Lobo, a mesma que levou Pezão à prisão. Beto se apresentou nesta sexta-feira à PF, prestou um longo depoimento e foi encaminhado ao presídio. O teor de seu depoimento não foi revelado.
A descoberta de que houve distribuição de propina também de contratos para asfaltar cidades fluminenses surgiu em 2016, a partir da apreensão de planilhas na casa de José Orlando Rabello, operador do ex-secretário Hudson Braga, braço-direito de Pezão quando o governador comandou a secretaria estadual de Obras, no governo de Sérgio Cabral. José Orlando, Hudson e o ex-governador Sérgio Cabral foram presos em novembro de 2016, após a deflagração da Operação Calicute (a Lava Lato do Rio).
Segundo policiais federais informaram ao GLOBO nesta sexta-feira, vários nomes e valores constavam no documento. Nas planilhas, há referência a repasse de 2% a “Eu”; 4% a “Nós”; 2% para “BSB”; e ainda 2% para “BR”. A PF diz que conseguiu apreender correspondência eletrônica e outros documentos que comprovariam o envolvimento do grupo no recebimento de propina.
Programa de recuperação de vias
Lançado em 2012 pelo governo do estado, o programa “Asfalto na Porta” prometia investir um total de R$ 700 milhões na melhoria da infraestrutura urbana em todos os município do estado, com foco na Baixada Fluminense. As obras de pavimentação e recuperação de vias fizeram parte de um programa estruturado a partir do empréstimo de R$ 3,6 bilhões concedido pelo Banco do Brasil ao governo do Rio. O pacote completo de intervenções previa aplicação de asfalto em vias urbanas, com drenagem, pavimentação, meio-fio, acessibilidade e sinalização.
No total, 1.380 vias das cidades de Mangaratiba, Itaguaí, Magé, Maricá, São Gonçalo, Niterói, Itaboraí, Tanguá, Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Mesquita, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica foram contempladas na primeira etapa do programa, com cerca de 653 quilômetros de ruas recuperadas. O “Asfalto na Porta” começou quando Pezão deixou o posto de secretário estadual de Obras para iniciar sua campanha ao governo do Rio. Ele foi substituído pelo seu subsecretário, Hudson Braga.
Segundo investigações da Polícia Federal, as sete empresas investigadas agora dividiram o estado em lotes. A empresa JR Pavimentação ficou responsável por pequenas e médias obras de engenharia civil e de pavimentação no sul do estado do Rio. Luís Alberto Gomes Gonçalves, o Beto, dono da JR, chegou a ser citado por Carlos Miranda, operador do ex-governador Sérgio Cabral, como o responsável por receber uma espécie de prêmio que Cabral pagava a Pezão . Ele teria guardado R$ 1 milhão em propinas para Pezão, valor repassado por Miranda a mando de Cabral.
Ainda durante sua delação, Carlos Miranda disse que Beto também pagou um percentual de 5% de propina de todos os contratos com o governo do Rio. Segundo ele, isso durou de 2007 até o fim do governo de Cabral.
A operação Boca de Lobo, da Polícia Federal, cumpriu nove mandados de prisão, entre eles o do governador Luiz Fernando Pezão. Ele é acusado de ter mantido em seu governo o esquema de propinas que já funcionava durante o governo de Sérgio Cabral, já preso. Os crimes apurados pela PF são corrupção, lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e outros crimes ligados à fraudes em licitações.
E ninguém fala nada (não há repercussão social) sobre o indulto de Natal do indigesto Michel Temer, chancelado agora pelo STF. Podem esperar, o indulto deste ano será ainda mais benéfico para corruptos. O entendimento do STF sobre a discricionariedade do presidente da República sobre o tema dá ao (e qualquer) presidente um poder absolutista.
Esse é o custo Brasil, se combater a propina, como propõe moro e ao mesmo tempo renan/luladrão tentam manter, teremos dinheiro suficiente para o país funcionar sem sacrificar o trabalhador. Calcule 3% a 5% do orçamento do país. É o valor que está sendo desviado da educação, da saúde, da segurança e da infraestrutura do país.
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o futuro ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, por supostos crimes cometidos em transações relacionadas a fundos de pensão. As investigações tiveram início há um mês, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que também apura o caso. Na mira da polícia estão transações da ordem de R$ 1 bilhão feitas por Guedes.
O ponto de partida da investigação é um relatório da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) – órgão que regula os fundos de pensão – que levantava suspeitas sobre as operações analisadas.
Os documentos já foram analisados pela polícia, que está com dificuldades de aprofundar a apuração. Policiais reclamam da falta clareza na definição dos supostos crimes. Guedes será investigado por gestão fraudulenta, entre outras supostas irregularidades.
O MPF e agora a PF apuram se Guedes aplicou dinheiro captado dos fundos de pensão de forma irregular, deixando prejuízos milionários aos aposentados das estatais. Para realizar as transações, a empresa de Paulo Guedes, que faz gestão de investimentos financeiros, teria cobrado comissões consideradas “abusivas”.
Uma das investigações apura suspeitas de gestão temerária ou fraudulenta no BR Educacional, o Fundo de Investimento em Participações (FIP) gerido por uma empresa de Guedes com o mesmo nome, que captou recursos dos fundos de pensão de trabalhadores de estatais para investir no setor privado de educação.
Outra investigação analisa se os mesmos métodos supostamente irregulares foram utilizados para obter lucros em outro fundo de investimentos gerido pelo economista, o FIP Brasil de Governança Participativa. Depois de receber o aporte milionário dos fundos de pensão de estatais, o FIP gerido por Guedes investiu R$ 112,5 milhões em um grupo empresarial da área de infraestrutura, a Enesa. Foi nessa etapa da transação que, segundo o MPF, a fraude pode ter ocorrido.
Guedes nega problema
Os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, responsáveis pela defesa do futuro ministro da Economia, negaram que Guedes tenha cometido qualquer irregularidade.
“A defesa de Paulo Guedes reafirma a lisura de todas as operações do fundo (BR Educacional) que, diga-se de passagem, deu lucro aos cotistas, incluindo os fundos de pensão”, ponderaram os advogados.
Os dois disseram ainda esperar que a investigação da PF apure o que chamam de “incoerências” do relatório da Previc.
A Previc, por sua vez, alegou nesta sexta que o relatório que serve como base para o inquérito da PF diz respeito à análise preliminar solicitada pelo MPF e ressaltou que os investimentos citados ainda não foram objeto de fiscalização por parte da autarquia e, portanto, carecem de avaliação conclusiva de mérito. Segundo a Previc, a documentação sobre o caso está sob sigilo.
Moro é apenas o ministro que vai propor medidas contra corrupção e vai criar estruturas pra evita-la, ele não é juiz, nem MP, nem PF, petralha idiotizado.
Tá certo, pau que dá em Chico dá em Francisco, assim saberemos quem é o homem que rege nossa economia. Parabéns!
Ex-presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush Foto: Larry W. Smith/EFE
Morreu nesta sexta-feira, 30, aos 94 anos, o ex-presidente dos Estados Unidos George Herbert Walker Bush. A informação foi confirmada por seu porta-voz, Jim McGrath, pelo Twitter. As causas da morte não foram divulgadas.
Filho e também ex-presidente, George W. Bush divulgou uma declaração na qual lamenta, em nome de seus irmãos, a morte do pai.
“George H. W. Bush foi um homem do mais alto caráter e o melhor pai que um filho ou filha poderia querer. Toda a família Bush está profundamente agradecida pela vida e pelo amor do 41º, pela compaixão daqueles que rezaram por nosso pai e pelas condolências de amigos e cidadãos”, afirmou em nota.
Em Buenos Aires para a cúpula do G-20, o atual presidente Donald Trump lamentou a morte de Bush. No comunicado, divulgado pelo Twitter, o republicano elogiou o ex-presidente por sua “liderança inabalável” e pela condução para uma “conclusão pacífica e vitoriosa da Guerra Fria”
Também pelo Twitter, o democrata Barack Obama afirmou que a “América perdeu um patriota e humilde servo” e cumprimentou a família do ex-presidente. “Nossos corações estão pesados hoje, mas também estão cheios de gratidão. Nossos pensamentos estão com toda a família Bush hoje e com todos que foram inspirados pelo exemplo de George e Barbara”, afirmou o ex-presidente. Em 2011, quando ainda ocupava a Casa Branca, Obama homenageou Bush com a Medalha Presidencial da Liberdade.
No início de 2018, George W. H. Bush ficou quase duas semanas internado em um hospital no Texas por conta de uma infecção sanguínea. Na oportunidade, ele foi hospitalizado poucas horas depois de comparecer ao funeral de sua mulher, a ex-primeira-dama Barbara Bush, que morreu no dia 17 de abril.
O ex-presidente sofria de um tipo de Parkinson que lhe causava dificuldade para caminhar e foi hospitalizado em diferentes ocasiões nos últimos anos. Em 2016, foi internado por problemas respiratórios. Em 2015, rompeu uma vértebra do pescoço após sofrer uma queda.
Carreira
Nascido na cidade de Milton, no Massachusetts, em 12 de junho de 1924, Bush foi um dos mais jovens pilotos de combate dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Aos 18 anos, adiou sua entrada na Universidade de Yale – onde depois se graduaria como economista – para servir a Marinha norte-americana. Em 1944, seu avião foi atingido por um inimigo, o obrigando a saltar de paraquedas para, posteriormente, ser resgatado por um submarino norte-americano.
Com um currículo como congressista, embaixador das Nações Unidas e diretor da CIA, Bush foi vice-presidente de Ronald Reagan durante dois mandatos. Em 1988, venceu o democrata Michael Dukakis para se tornar o 41º presidente dos Estados Unidos.
Da Casa Branca, liderou o fim da Guerra Fria, a primeira guerra do Golfo e a invasão do Panamá enquanto a União Soviética se dissolvia e a Alemanha se reunificava.
Em 1991 assinou com o então líder soviético, Mikhail Gorbatchov, o Tratado de Redução de Armas Estratégicas para limitar o número de mísseis nucleares. No entanto, foi sua liderança na Guerra do Golfo (1990-1991), alcançando a saída do Iraque do Kuwait com um número mínimo de vítimas americanas, que lhe transformou no presidente mais popular do país até então, com 89% de aprovação.
Bush organizou uma coalizão militar de mais de 30 países contra a invasão do ditador iraquiano Saddam Hussein no Kuwait em agosto de 1990. Com a ação, conseguiu a libertação do pequeno país petroleiro em cinco semanas de ofensiva aérea e 100 horas de combate terrestre.
Outra das suas grandes operações no exterior foi a invasão do Panamá em dezembro de 1989, com a captura do ditador Manuel Antonio Noriega, requerido pela Justiça dos Estados Unidos por narcotráfico.
A popularidade que conquistou entre os americanos com suas vitórias na política exterior foi minada, entretanto, pela recessão econômica. A crise o obrigou a romper sua grande promessa eleitoral de não aumentar os impostos.
A célebre frase “leia os meus lábios, não haverá novos impostos”, emblema do seu discurso de aceitação como candidato republicano em 1988, perseguiu-o depois na campanha pela reeleição de 1992.
O programa Cara a Cara com BG exibe, neste sábado, a segunda e última parte da entrevista com o empresário potiguar Fred Queiroz. Na conversa com Bruno Giovanne, Fred revela os bastidores da campanha estadual de 2014, e sobre a angustia passada por ele na prisão.
Durante o horário de verão, o programa começa uma hora mais cedo, às 17h50 aos sábados, e 8h aos domingos. ➡ Assista ao Cara a Cara com BG nos canais: 3.1 na TV aberta; 16 na Cabo Natal; e 522 na Net Digital
A White Revolution 2019, festa mais desejada do verão, divulgou grandes atrações para o evento marcado para a data de 12 de janeiro de 2019, no Espaço Di Trento, em Nísia Floresta, no Litoral Sul do RN. O line-up que já conta com a dupla Matheus e Kauan, o forró do Ávine Vinny e o eletrônico de KVSH; tem também as presenças confirmadas dos DJs Ralk e Malifoo.
Malifoo, inclusive, faz sucesso com o hit ‘In Time’, feito em parceria com KVSH. Ralk, por sua vez, vai fazer a festa até o dia amanhecer. Afinal, o evento mais desejado do verão, vai rolar até o sol raiar.
Além do line-up de peso, a White Revolution 2019 tem open bar e open food. Ou seja, não precisa se preocupar em pagar nada na festa.
Outro atrativo é o local. O Espaço Di Trento, que fica na estrada para Pium, dispensa comentários com a megaestrutura para eventos únicos, como a White Revolution.
A pré-venda já esgotou, e o 1º lote está próximo de se esgotar. Portanto, é necessário correr para garantir presença na festa. Ingressos onlines através do site: ingresse.com. Também é possível comprar nona loja Bransk, que fica no Midway Mall, e na Graciosa, também no Midway e no Natal Shopping.
Ridículo esses políticos que governaram nosso estado por todos esses anos. Não sabemo nem administrar nem as receitas e despesas da própria casa !
Tem que acabar com essas despesas exageradas da AL urgente, acabar com vários cargos comissionados em todos os órgãos, botar freio nas despesas do TJ e as sobras voltarem para o caixa do governo. Tem que entrar um empresário de respeito estilo Zema para botar esse estado em ordem.
Só sei de uma coisa. Robinson fez de tudo para melhorar esse estado. Agora com forças ocultas e parte de mídias contra ninguém governa. Terceirizados que ganham um salário e o estado paga aos donos destas empresas 3 vezes mais por cada um.
É o quê criatura? Kkkkkkkk
Pode receber ajuda de 1 bilhão que com 6 meses volta tudo de novo, no RN existem 3 desafios estruturais a serem enfretados para ver se a situação melhora, que são:
1 – extinguir essa jabuticaba que é as sobras orçamentárias.
2 – reduzir o máximo possível a cessões de servidores, onde tem muita gente nova trabalhando pra municípios pequenos e pros outros poderes .
3 – equalizar as situações das cooperativas e terceirizados que recebem dezenas de milhões do estado por mês e contribuem para o INSS e não para o IPERN, deixando o rombo para o servidor estadual pagar.
Se esses pontos forem seguidos talvez em alguns anos a situação melhore de verdade.
Parabéns pelo seu comentário
Falou tudo Júnior. Eu ainda acrescentaria que seja feito a caça aos servidores públicos que recebem seus salários religiosamente em dia, mas não dão expediente
Esses políticos detonaram o Fundo Previdenciário do Governo do Estado,se não tinha competência e compromisso para Governar o Estado tivesse a grandeza de pedir para sair. Mais não,ficam roendo o osso até a última cartilagem e agora aos 46 minutos do segundo tempo vai mandar um ofício para Temer,que não vai fazer nada! Isso é jogar para a platéia e tirar a responsabilidade das suas costas. Agora as inúmeras famílias do RN, inclusive aposentados e pensionistas estarão tendo mais um péssimo final de ano graças a incompetência desse Governo que ainda não quitou o décimo de 2017. Um sujeito desse num país sério,era para ser preso pelo mal que está acarretando aos servidores do executivo estadual. Enquanto isso sobra recursos para OS OUTROS PODERES. TODOS EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES COM SEUS SERVIDORES,E NÓS DO EXECUTIVO PASSANDO NECESSIDADES!!!
Agora? Que sirva de exemplo a gov que entra, se não tomar medidas corretivas duras nao governa. Se entrar pensando na próxima eleição, não governa. Não é todo político que nasceu para ser governador não, esse que sai não tem perfil de jeito nenhum, é fraco, sem iniciativa, inoperante e incompetente, jamais será um lider no máximo um deputado mediocre. Vamos esperar Fátima, se nos primeiros três meses não mostrar pra que veio o Rio Grande do Norte sumariamente deve ser interditado, aguardemos com muita torcida
Kkkkk pedido de socorro. . Homi esses salários pagos aqui são altos demais para a economia do Estado. Se o RN fosse um país seria uma espécie de Honduras, país falido tomado por gangues. Estado perdulário que paga fácil salários que chegam a 30 mil. A sorte é que recebe dinheiro da parte do Brasil que gera riqueza via FPE.