Economia

Após eleições, otimismo de empresas brasileiras atinge maior nível em mais de quatro anos

O fim da incerteza eleitoral injetou otimismo nas empresas brasileiras e levou, em outubro, o indicador que mede a expectativa com os negócios ao maior nível desde junho de 2014, aponta, em relatório, a IHS Markit, empresa de informações.

A confirmação da vitória de Jair Bolsonaro (PSL) aumentou a confiança na atividade das empresas e também teve influência positiva em suas perspectivas de receita, lucro, empresa e investimento, mostra o documento.

Em outubro, 67% das empresas esperavam melhora em seus negócios, ante 44% em junho. É o maior patamar desde junho de 2014, última vez em que o indicador esteve acima dos 60%.

“O sentimento é o mais intenso em nível global, com melhoras evidentes nos setores de indústria e serviço”, indica o relatório.

A injeção de confiança é baseada na percepção de que o novo governo eleito vai gerar estabilidade monetária, econômica e política.

“As companhias também preveem mais investimentos, oportunidades de exportação, criação de empregos, ajustes políticos e possíveis reduções de impostos como oportunidades-chave de crescimento.”

Pollyanna de Lima, principal economista da IHS Markit, afirma que o Brasil teve um dos melhores desempenhos no indicador, mesmo em um cenário de enfraquecimento da confiança no mundo.

Segundo ela, o país registrou, em outubro, os mais fortes graus de otimismo em relação a atividade de negócios, investimentos, lucro e empregos.

“Em todos os casos, o sentimento melhorou desde o meio do ano, refletindo a eliminação de preocupações políticas e econômicas em meio ao fim das eleições presidenciais.”

Ela diz ser particularmente animador olhar para as intenções de contratação, que se fortaleceram até chegar a uma máxima em seis anos, o que reforça a expectativa de redução dos níveis de desemprego.

No trimestre encerrado em setembro, a taxa de desemprego no país recuou para 11,9%, com um total de 12,5 milhões de brasileiros sem trabalho.

Além disso, prossegue a economista, os planos das empresas indicam que os investimentos nos negócios podem desempenhar um papel importante em fortalecer o crescimento.

Apesar do otimismo, as companhias ainda identificam desafios, entre eles a desvalorização do real, que pode elevar os preços de itens importados, dificultar os investimentos e atrapalhar a evolução tecnológica do país.

Outras ameaças citadas são os gargalos em infraestrutura, pressões concorrenciais e riscos de veto de reformas pelo Congresso.

A inflação é uma preocupação, com muitas empresas vendo aumento de preços por pressão de combustíveis, materiais importados e do setor agrícola.

“Algumas empresas também aumentaram a preocupação com relação ao poder de monopólio de produtores de plástico e com a maior presença de produtos chineses no Brasil”, indica o relatório. Por esses fatores, as companhias preveem aumentar os preços nos próximos 12 meses.

Antes de ser sentido pelas empresas, o efeito Bolsonaro já havia sido identificado no mercado de capitais brasileiro.

O candidato era visto como opção mais amigável ao mercado em comparação com o risco de um governo Fernando Haddad, do PT. O otimismo confirmado pela empresa no relatório já era patente no mercado financeiro.

A partir do momento em que ficou evidente a vitória do capitão reformado, o dólar passou a cair e a Bolsa voltou a subir. A desvalorização acumulada da moeda americana desde setembro é de 8,2%, enquanto o Ibovespa avança 15,4%.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Pulamos ao risco venezuelização, já é muita coisa, agora é corrigir o rumo e moro fechar os becos pra corrupções sistêmicas implantada pelos Petralhas.

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Jornalismo

NÃO PRECISA MAIS A PARTIR DO DIA 23: Lei acaba (mais uma vez) com ‘reconhecimento’ e ‘autenticação’ em cartórios

Está em vigor desde outubro a Lei 13.726/2018, que acabou mais uma vez o reconhecimento de firma e autenticação de fotocópias, além de livrar o cidadão da exigência de apresentar documentos ou declarações que o governo já tem em seu poder. O lobby dos cartórios tornou letra morta a extinção dessas mesmas exigências, no governo João Figueiredo, quando Hélio Beltrão foi ministro da Desburocratização, entre 1979 e 1983. Pouco a pouco, tudo voltou. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A “indústria da desconfiança” rendeu aos cartórios R$15,7 bilhões retirados do bolso dos brasileiros somente em 2017.

O cidadão era obrigado a deixar algum para que os cartórios, em troca de um carimbo, atestassem que sua assinatura era mesmo dele. A validade da lei, publicada em 9 de outubro, inicia no próximo dia 23 porque não há no texto a data da vigência. Nesse caso, aplica-se a normal geral de iniciar a validade 45 dias após a publicação.

A lei 13.726 foi proposta no Senado e incorpora iniciativas do presidente da República, Michel Temer.

A lei também impede que órgãos exijam do cidadão a apresentação de certidão ou documento expedido por outro órgão do mesmo Poder.

Opinião dos leitores

  1. Aleluia, uma notícia boa, desse mafioso do !, pois é o que ele vai, depois de perder as prerrogativas de presidente. Agora só faltam, mais duas notícia ótima para semana a anulação do auxílio moradia e aumento dos salários do judiciário. Auxílio moradia é para ser dado em forma de compensação do governo, já que não cumprir com seu dever, segundo a constituição, aquele que não tem direito a uma moradia digna, não em forma de repasse em dinheiro, e sim
    ao cadastrado ao CAD ÚNICO, que faz jus ao recebimento, onde o governo faria o repasse direto as corretoras participantes e estas fariam um processo rigido de cadastradamento, para firmarem acordo de repasse de verbas locatários a quem não tem onde morar ou habitação própria . Lógico que isso é apenas uma explanação sucinta e que mereceria maiores estudos de implementação dessas medidas. Será que os magistrados seriam a favor do que seria mais correto e obedece as linhas constitucionais?

  2. O povo agradece o fim dessa exploração sem limites. No documento de transferência dos carros, não adianta levar junto o documento da pessoa que assina, nem a pessoa ter firma reconhecida, é obrigatória a presença física. Além de pagar tem que ir de corpo e alma para que os cartórios possam autenticar o documento.
    Uma excelente iniciativa, pena que o PT não vai poder tirar proveito dela, já que foi Temer, o vice de Dilma, o homem do golpe que está sancionando essa lei. Muda Brasil!!!

  3. Aqui no RN ,fora ter a autenticação por autenticidade na venda de um veículo,os MALANDROS DONO DE CARTÓRIO criaram um TERMO DE COMPARECIMENTO ,é o mesmo que subir pra cima e descer pra baixo ,se é por autenticidade TEM QUE SER PRESENCIAL,pra que esse termo de comparecimento??? Respondo para COBRAR DE R$ 2,90 para R$ 15,57 um aumento de 436% absurdo …e o ministério público NADA FAZ

  4. Finalmente o vice do Pt , o feliz Temer ( também com uma galega daquela ) apresentou uma ótima noticia . É absurdo você perder tanto tempo e dinheiro nos cartórios brasileiros.

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Política

Deputados novatos dobram número de votos e gastam menos

Graças à onda de renovação na eleição de 2018, políticos “novatos” receberam 30% dos votos nominais dos eleitos para a Câmara dos Deputados – quase o dobro da parcela obtida em 2014. Apesar desse crescimento, a tradição na política mostrou que ainda tem força: sete em cada dez votos dos deputados eleitos foram dados para “veteranos” que já haviam exercido ao menos um mandato eletivo – como prefeitos ou nas esferas estaduais ou federais do Executivo ou do Legislativo.

Um avanço ainda maior dos novatos pode ter sido brecado por ação das grandes máquinas partidárias. PTPSDB e MDB, as três legendas que dominaram a política brasileira nos últimos 30 anos, tiveram renovação baixa: em média, 90% dos votos dos eleitos dessas bancadas foram para concorrentes que disputavam a reeleição ou já haviam exercido mandatos eletivos. Eles também tiveram mais dinheiro para fazer campanha: nos três partidos, os veteranos abocanharam 92% dos recursos entre os eleitos.

A diferença fica clara quando se compara o PT ao PSL, por exemplo. As legendas, que formaram as maiores bancadas para a nova legislatura, têm lógicas inversas: dentre os petistas, 50 dos 56 eleitos já ocuparam algum cargo eletivo; no partido do presidente eleitoJair Bolsonaro, 47 dos 52 são novatos.

A proporção de votos nominais espelha a representação que os novatos terão na Câmara a partir do ano que vem. Dentre os 513 parlamentares eleitos, 161 deles, ou 31%, serão pessoas cuja estreia na política se dará na Casa. Considerando todas as bancadas, os novatos gastaram apenas 18% dos recursos. Ou seja, tiveram aproveitamento melhor, já que obtiveram 30% dos votos nominais.

As campanhas deles custaram, em média, R$ 6 por voto — metade do custo para os veteranos, que desembolsaram cerca de R$ 12 por cada eleitor, numa divisão das despesas de campanha pelo número de votos. “Isso pode estar ligado a um perfil diferente de político, que usou muito as redes sociais, e pelo efeito de manada dos grandes puxadores de voto”, disse a cientista política Lara Mesquita, da FGV.

Alguns casos são emblemáticos e ilustram bem o cenário que as urnas pintaram em outubro. O voto mais “barato” para deputado em todo o País foi o de Alexandre Frota(PSL-SP), com média de nove centavos – conforme revelou o Estado. Ele não recebeu verbas do partido.

Outro caso de destaque é o de Joice Hasselmann, também do PSL paulista, que desembolsou cerca de 22 centavos por eleitor. Ambos são ativos nas redes sociais e ajudaram, mesmo com pouco dinheiro declarado à Justiça Eleitoral, a difundir o bolsonarismo, que teve na internet sua maior arma de campanha.

Apesar de ser a legenda que mais chama atenção por causa da avalanche de deputados novatos — que propiciaram o aumento superlativo da sigla —, o PSL não foi quem teve o maior porcentual de votos nominais em estreantes para a nova Câmara. O nanico PRP, que elegeu apenas quatro parlamentares, sendo três iniciantes, registrou 72% para esses candidatos. Antes do PSL, ainda aparecem o PHS, com 69%, e o PTB, com 65%. O porcentual de votos em inexperientes do partido de Bolsonaro foi de 64%.

Com dados que mostram o resultado da estratégia aplicada pelos partidos tradicionais neste ano, PT e PSDB têm o menor porcentual de novatos na lista de eleitos: 9% e 11%, respectivamente. O enxugamento dos recursos nos últimos quatro anos, com a proibição da doação empresarial, fez com que as legendas grandes focassem em concentrar o dinheiro do novo fundo eleitoral em candidatos viáveis, sem margem para grandes aventuras.

Funcionou no caso do PT, que, apesar de perder parlamentares por causa do aumento da fragmentação da Casa, saiu das urnas com a futura maior bancada. Os tucanos, por outro lado, sofreram um baque: passaram da terceira legenda com mais representantes eleitos em 2014 para a nona em 2018.

Mato Grosso e Rio de Janeiro são destaques na eleição de iniciantes

O Estado com maior taxa de novatos foi o pouco populoso Mato Grosso, onde cinco dos oito eleitos (63%) para a Câmara dos Deputados não têm experiência prévia em cargos obtidos pelo voto. O destaque, porém, é o segundo colocado na lista: o Rio de Janeiro. Terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político de Jair Bolsonaro, o Rio terá 52% de parlamentares novatos.

O PSL foi quem melhor aproveitou o espaço aberto nas terras fluminenses após o colapso das forças que dominaram o Estado nas últimas duas décadas. Elegeu 12 dos 46 deputados.

Mais votado para a Câmara, Hélio Lopes, conhecido como “Hélio Negão”, era “Hélio Bolsonaro” na urna – ele obteve 345,2 mil votos e foi o único a ter Bolsonaro como doador oficial da campanha. Dos R$ 78,7 mil que gastou, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, R$ 45 mil foram contribuição do então candidato a presidente.

Hélio, que tem aparecido atrás de Bolsonaro em quase todos os pronunciamentos e entrevistas do presidente eleito, chegou a concorrer a vereador pelo PSC em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em 2016. Obteve menos de 500 votos e não se elegeu. “Você vai ser o meu cara no Parlamento”, disse Bolsonaro num vídeo compartilhado por Hélio após a vitória do presidenciável no segundo turno.

A unidade da Federação que mais elegeu veteranos, em termos proporcionais, foi a Paraíba. Lá, 11 dos 12 escolhidos para a Câmara já ocuparam algum cargo eletivo antes.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Jornalismo

Governo Bolsonaro já tem uma cara, a oposição ainda não

Eleito pelo voto do contra, Jair Bolsonaro não adquiriu do dia para a noite o physique du rôle de um presidente da República. Mas o principal atributo que o capitão irradiou no imaginário do seu eleitorado —a sensação de que nada seria como antes— continua presente na montagem do ministério.

Do ponto de vista econômico, o dono da aura de Bolsonaro é o liberalismo radical de Paulo Guedes. E do ponto de vista político, seu governo algemou-se ao prestígio de Sergio Moro, numa manobra cujo êxito dependerá da liberdade que o ex-juiz tiver para infundir na máquina estatal o padrão Lava Jato.

Diante desse cenário pós-tsunami, a satanização de Bolsonaro perdeu relevância. Atônitos, os adversários do novo presidente demoram a perceber algo simples: ninguém se afoga por cair na água, mas por permanecer lá. Restaram à oposição duas alternativas.

Os antagonistas de Bolsonaro podem flutuar agarrados a um feixe de ideias ou ir ao fundo com o sentimento da raiva amarrado ao pescoço. Hoje, a oposição passa a impressão de que procura uma ideia desesperadamente. Mais ou menos como um cachorro que caiu do caminhão de mudança e esqueceu onde escondeu o osso.

Considerando-se que a presidência-tampão de Michel Temer é herança do petismo, a posse de Bolsonaro representará o fim de um ciclo de 16 anos. Temer foi levado ao trono graças à traição de legendas que sustentaram o PT. E manteve na Esplanada figurões que enfeitaram o primeiro escalão de Lula e da própria Dilma.

Mudança drástica e genuína ocorrerá em 1º de janeiro de 2019. Goste-se ou não, o capitão chegou ao Planalto pelo voto. O que torna despiciendo qualquer debate sobre a legitimidade do resultado. Depois da posse, o governo despejará sobre o Congresso suas propostas. E a oposição terá de informar o que quer da vida.

O economista Paulo Guedes colocará sobre a mesa, por exemplo, uma proposta de reforma da Previdência. O ex-juiz Sergio Moro desembrulhará o seu pacote anticorrupção e anticrime organizado. Como votar contra o equilíbrio fiscal e o combate à roubalheira? A qualidade da oposição depende dessa resposta.

Num instante em que o PT continua embrulhado na bandeira ‘Lula Livre’ e o PSDB está em chamas, abriu-se no Congresso uma avenida para o surgimento de uma nova oposição, menos venenosa e mais ativa. A maioria do petismo quer virar a mesa, não sentar em torno dela. O tucanato prefere ficar embaixo da mesa.

Terceiro colocado na disputa presidencial, Ciro Gomes já enxergou as oportunidades que a conjuntura oferece. Mas o esboço de entendimento que existe entre o seu PDT, o PSB, o PPS e a Rede está longe, muito longe de constituir uma frente sólida de oposição.

Por ora, há em Brasília apenas dois polos nítidos de oposição ao projeto de Bolsonaro: o próprio Bolsonaro e os auxiliares dele. O capitão não passa semana sem atirar contra os seus pés. O último disparo foi a indicação do trumpista Ernesto Araújo para o posto de chanceler. E alguns dos seus auxiliares dedicam-se a transformar a transição de governo numa canoa dividida —metade da tripulação olhando para um lado e metade remando para o outro.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

    1. Diga isso não, ele está defendendo a audiência cativa dele apenas. Ele tem que dançar conforme a dança.

    2. Defender o certo é meio óbvio, né?
      Ou vc acha que o correto seria defender Bandido condenado, que desvia dinheiro público?

    3. BG
      Precisamos sermos defensores do Brasil e não de mafiosos condenados junto com sua gang.

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Jornalismo

Itamaraty buscará ‘falcatruas’ do PT na diplomacia, anuncia novo chanceler

Por Josias de Souza

Futuro chanceler do governo de Jair Bolsonaro, Ernesto Araújo anunciou que fará um “exame minucioso” da política externa praticada nos governos do PT. O objetivo é buscar “possíveis falcatruas”. Ele fez a revelação ao responder às críticas que recebeu de Celso Amorim. Chefe do Itamaraty nos dois mandatos de Lula, entre 2003 e 2010, Amorim dissera que a escolha de Araújo representa um “retorno à Idade Média.”

Oscilando entre a ironia e a promessa de retaliação, o escolhido de Bolsonaro escreveu no Twitter, na noite deste domingo: “Celso Amorim diz que represento um retorno à Idade Média. Não entendi se é crítica ou elogio, mas informo que não retornaremos à Idade Média, pois temos muito a fazer por aqui, a começar por um exame minucioso da ‘política externa ativa e altiva’ em busca de possíveis falcatruas.”

“Política externa ativa e altiva” é como Amorim define a diplomacia que implantou depois da chegada de Lula ao Planalto. Uma das características enfatizadas por ele é a ausência de alinhamento automático com os Estados Unidos. Araújo, por sua vez, ecoa Bolsonaro na admiração pelo presidente americano Donald Trump, em quem enxerga qualidades para “salvar o Ocidente.”

Após responder a Amorim, o futuro chanceler divulgou, também no Twitter, um quadro no qual enumerou seis tópicos sobre a política que pretende adotar no comando do Itamaraty. Definiu sua plataforma como “nova política externa”. Esclareceu que pretende mantar apenas os pés no chão, não as mãos. Cabeça “erguida”, escreveu, “não enfiada na terra.” Leia abaixo:

Opinião dos leitores

    1. Temos muito dinheiro ainda a ser recuperado dessa organização criminosa!!! Quanto mais investigar, melhor para o tesouro!!!

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Cidades

Morre médico envolvido em incidente de atropelamento com promotor em São Miguel do Gostoso

O médico Ugo Lemos Guimarães faleceu neste domingo na Paraíba após complicações resultantes de atropelamento e cirurgia para se recuperar dos traumas.

Lemos, que é paraibano, foi incidentalmente atropelado em São Miguel do Gostoso durante o feriado do Dia de Finados.

O caso aconteceu depois que o promotor de justiça potiguar, John Sidharta perdeu o controle de um quadriciclo e atingiu o médico.

Lemos foi assistido em São Miguel e posteriormente em Natal, onde foi submetido às primeiras intervenções cirúrgicas.

O sepultamento do médico está previsto para esta segunda-feira.

Opinião dos leitores

  1. Ser promotor não lhe tira a responsabilidade de ter tirado a vida de um dos homens mais conceituados na área de otorrinolaringologia da Paraíba, homem de bem com uma família belíssima. Acabou com a felicidade dos seus filhos e mulher. Um primo querido. Justiça para aquele que cometeu o atropelamento.

  2. O promotor não deveria ter prestado socorro à vítima? Esperamos que seja apurado com rigor, a irresponsabilidade de alguém, causou uma morte.

  3. Vale salientar que o atropelador fugiu do local do acidente, vindo se internar em um hospital de Natal, sob alegação de "crise de pânico", agora imagine se fosse o contrário, o médico atropelando um semideus do MP e fugindo do local? Teria a preventiva decretada em poucos minutos e sua carreira estaria arruinada.

  4. Como assim, "incidentalmente atropelado"?… Pouquíssimos atropelamentos são propositais. Ele foi simplesmente atropelado e morreu em consequência, inclusive da omissão de socorro.

  5. O quadriciclo é proibido de acordo com o CBT na zona urbana e em beira de praia. Será que o promotor ( fiscal da lei) não tinha conhecimento desta lei. Moral da história, so perde quem morre.

    1. Para ser incidental, só pode ser Promotor de Justiça. Se fosse qualquer cidadão comum a manchete seria: atropelou, fugiu do local e o médico morreu! Simples assim.

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Jornalismo

Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan; assista

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.

No vídeo (veja acima) é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma “implosão” no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

O local é o mesmo onde há um ano foi identificada uma “anomalia hidroacústica” semelhante a uma explosão.

G1

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Saúde

‘Tem prefeitura que mandou o médico embora para pegar o cubano’, diz Bolsonaro

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse neste domingo, 18, que o presidente Michel Temer está tratando da questão da saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos. Bolsonaro afirmou que será necessário avaliar os casos das centenas de municípios que ficarão sem profissionais, pois, segundo ele, alguns dispensaram seus médicos para ingressar no programa federal.

“Eu não sou presidente. Dia 1° (de janeiro, após a posse), nós vamos apresentar o remédio para isso, mas o presidente Temer já está trabalhando nesse sentido”, disse.

Segundo ele, algumas prefeituras mandaram embora seus médicos para receber um profissional, com o custo assumido pelo governo federal.

“Tem prefeitura que mandou o médico embora para pegar o cubano. Quer ficar livre da responsabilidade. A saúde também tem sua responsabilidade”, disse, frisando que a convocação de profissionais do Exército só é feita em caso de necessidade.

O presidente voltou a chamar o regime de trabalho dos cubanos no Brasil de “escravidão” e afirmou que será possível substituir os profissionais se for oferecido “tratamento adequado”.

“Não podemos admitir escravos cubanos trabalhando no Brasil e não podemos continuar financiando a ditadura de Cuba”, completou.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Não sei o porquê desse espanto todo sobre o valor dos salários dos médicos cubanos, aqui no Brasil é bem comum, por exemplo um terceirizado recebe de quem emprega 1/3 do que o empregador paga à empresa terceirizadora, a grande fatia fica com a empresa. A UNIMED faz o mesmo com os médicos cooperados. E os Políticos nadam nessa matemática, contratam seus cargos, põe na folha o valor, mas só pagam menos da metade do detalhado.

    Cuba prioriza em sua Medicina a prevenção, que é bem mais simples e barato; já a Medicina do Brasil, é focada em ser especialista, fazer várias residências para depois escolher bem em como trabalhar para enricar, ser famoso e fazer o que bem entender da vida.

    1. Meu nobre, esse programa federal mais médicos, não tem nada haver com UNIMED, é do governo, pra atender as demandas dos municípios. E médico tem que ser bom viu? É pra resolver o problema de quem precisa. Resolveu? Vale a pena é de graça, a nossa saúde não tem preço.

  2. Um monte de petralhas conversando carga d'água, pra não dizer, conversando merda. Hora! Vão lá em Cuba, pede pro ditador deixar os "médicos " revalidarem o diploma, trazer a família e receberem salário integral, só isso, simples assim. Com isso quem quiser ficar, fica, o presidente já disse que concede cidadania brasileira a todos que quiserem ficar. Pronto!! Parem de besteiras petralhas é melhor JAIR se acustumando. Silvio Santos já disse, e tem toda razão, vai ser 8 anos de Bolsonaro e oito do ministro Moro, e aí por diante. PT nunca mais. Corruptos!! Tchau queridos.

  3. Como justificar o injustificável? Como sair em defesa de uma contratação absurda que utiliza mão de obra de médicos para sustentar uma ditadura? Se Cuba é um paraíso onde a saúde é referencia porque tantos profissionais saíram para mendigar no Brasil recebendo apenas 30% do seu salario? O governo brasileiro que resolva a questão de levar médicos para o atendimento porém, sem aceitar esse absurdo. Esqueçam a paixão politica e foquem no caso refletindo com bom senso. O brasileiro tem direito a assistência médica e o governo tem obrigação de atender em todos os cantos do Brasil. só que a falta de dignidade imposta a esses profissionais é demais.

  4. As viuvinhas que me perdoem, mas o choro é livre.
    Cuba, Coréia do Norte e Venezuela estão de portas abertas para receber os insatisfeitos. Sim, mas levem também seus salários.

  5. Grande Presidente. os Brasileiros que estão achando ruim a atitude do nosso presidente, pegue suas malinhas e se mude para CUBA, não iremos sentir falta de nenhum de vcs.

  6. Completamente perdido, desorientado e desgovernado esse presidente eleito por fake news.
    Como sempre, não pensa, antes de abrir a boca. Poderia ter fechado a boca e esperado 1o de janeiro, para anunciar, de forma planejada, suas intenções.
    Agora, o povo vai ficar sem médico por um bom tempo por conta de uma língua sem controle.
    Realmente, estamos entrando um grande barco furado!

    1. Ômi, bem melhor contratar curandeiro e rezadeira do que os cubanos. Sabe-se lá o que Cuba tá mandando, nem revalida querem fazer. Como se sabe a qualificação?

    2. Um é doido o outro era ladrão e corrupto, estamos numa verdadeira enrascada. Já falava a muito tempo que o problema d3lê era a boca e a falta de uma boa equipe de assessores, se não melhorar vai perder uma boa oportunidade de transformas esse país de 3o mundo em uma potência.

  7. Impressionante, antes de assumir o governo, já está acabando com o atendimento da saúde no interior.
    O programa mais médicos estava aberto a todos os países.
    O governo federal paga os médicos justamente para aliviar as contas das Prefeituras.
    Quem mora no interior sabe como era difícil encontrar um médico todos os dias na cidade, agora lascou tudo de novo.
    A maioria dos médicos prefere morar e trabalhar no litoral e nas grandes cidades, perto do luxo e das praias e também da clientela que paga mais.
    No interior, só vai ficar o descaso e a falta de assistência médica básica.
    Parabéns, Bozo!

    1. faça o seguinte, doe 70% do seu salário para melhorar a vida do povo brasileiro.

    1. Chora bb que é livre . Tá achando ruim vá pra Venezuela. Você ainda vai aplaudir o CAPITÃO.

  8. E os trabalhos escravos nas fazendas desse país, cara de pau? Nenhum comentário?
    Os cubanos são tão escravos q estão voltando pra casa….
    Já o Sr. é patrocinado pela bancada dos agrotóxicos e agronegócio, por isso nada sobre a escravidão q existe de fato em algumas fazendas no país.

    1. Veja como eram tratados os trabalhadores que reformaram o sítio de luladrão. Condições de escravos como falou o arquiteto. Água de lama, colchão no chão… E isso na área de lazer do chefão do combate ao trabalho escravo

  9. Esse bosta não tem condições de governar um país, é como disseram cachoeira que ladra não morde.

  10. Cabra safado! Sabe q as dondocas e os boçais filhinhos de papai (médicos brasileiros) não tão nem aí p ir trabalhar p o povão das periferias e mto menos nos interiores.

  11. Roberto, vai tu trabalhar para receber 30% do valor contratado, muitos vão pedir asilo político e Bolsonaro já disse que os acolherá, aí sim, eles irão receber os 11 mil do programa, e assim, poderão trazer seus familiares para morarem aqui no Brasil, fugir da ditadura Cubana.

  12. Como é que um cidadão que é o número 01 do país mente tanto querendo justificar um erro grotesco de gestão, acho que ele pensa que o povo é bobo.

  13. Varios municípios demitiram os médicos do PSF pra requerer ao “Mais Medicos” os cubanos, já que este programa teria o custeio inteiramente pago através de verba federal. Dessa forma, os municípios não precisariam mais tirar de suas próprias receitas o custeio de parte do salário médico das equipes do PSF.

    1. Isso mesmo. Vários foram demitidos para poder receber os cubanos e assim deixar de arcar com os pagamentos… E o pior: quantos desses cubanos que vieram que não tinham a mínima condição de atender? Será que era médicos mesmo? Pq pense. Já recebi tanto paciente mal diagnosticado, mal conduzido, mal medicado ou que não sabem nem quando indicar um paciente para internamento, que só Jesus na causa…

  14. Esse mente, vai chegar num ponto que seus eleitores não terão mais argumentos. Ele sabe muito e o Brasil inteiro que tem lugares que os médicos brasileiros se negaram a trabalhar.

    1. Imbecil vá trabalhar e entregar 70% do seu salário para o governo!!! Vocês PTralhas

    2. Verdade, Roberto! Esse Bolso, além de arbitrário e despreparado, é mentiroso!

    3. Até 2013 a saúde do Brasil não conhecia médicos cubanos, e talvez fosse um pouquinho melhor do que hoje, quem inventou a vinda desses cubanos foi a " melhor presidenta do brasil" Dilma Rousseff, que só fez cagada, a intenção nunca melhorar a saúde, e sim ajudar a ditadura amiga de Cuba.

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Diversos

Mickey faz 90 anos e reabre discussão sobre domínio público do personagem da Disney

Mickey Mouse, o camundongo mais conhecido do mundo, faz 90 anos neste domingo (18), em uma data que aproxima a primeira aparição do personagem mais uma vez do domínio público, situação que a Disney já conseguiu barrar algumas vezes. Em tese, a proteção intelectual do primeiro curta em que Mickey aparece, “Steamboat Willie” expira em 2023, 95 anos após o lançamento do desenho, em 1928.

A data em si já representa uma vitória da Disney ao longo dos anos. Quando o curta foi lançado, a propriedade intelectual vigorava por apenas 28 anos. A última extensão ocorreu em 1998, com um ato que prorrogou por mais 20 anos o prazo de vigência dos direitos sobre o curta –que, então, terminava em 2003.

Quando o período terminar, o uso de “Steamboat Willie” estará liberado para quaisquer finalidades. Isso em tese, como dito acima. Na prática, entra-se num terreno movediço. “Num mundo ideal, Mickey, o personagem, e o filme irão a domínio público. Então seria possível ver Mickey sendo usado por outros estúdios para obter lucro”, diz Meredith Rose, conselheira política do Public Knowledge, organização que promove a liberdade de expressão.

O Mickey do curta, que fique claro. Isto é, com os traços rudimentares, bem diferentes dos conhecidos pela atual geração. Novamente, em tese, seria possível usar “Steamboat Willie” de qualquer maneira. Mas aí esbarra-se no que deve ser a principal batalha legal entre Disney e eventuais interessados em explorar o curta: a marca.

“Hoje, Mickey é o símbolo que identifica a Disney, mais do que um personagem na história. Então, além do direito de propriedade intelectual, a Disney tem a proteção sobre a marca a seu favor”, diz Mitch Stoltz, advogado da fundação EFF (Electronic Frontier Foundation).

É a mesma leitura de Meredith Rose. “A Disney pode argumentar que ‘Mickey é nossa marca’, ‘as pessoas vão ao cinema achando que o filme é nosso, você não pode fazer isso'”, diz Rose. “É como colocar outro refrigerante com o rótulo da Coca-Cola.”

Por outro lado, quem “quiser escapar de um processo pode fazer alterações que dificultem uma associação tão direta com a marca Mickey”, diz Steve Schlackman, advogado de direito a propriedade intelectual e vice-presidente de inovação da Artrepreneur, de economia criativa.

“Mesmo que a pessoa tente não chamar de Mickey, ainda pode ter problema. E se mudar muito, não violaria copyright de ninguém, mas poderia ficar irreconhecível e não fazer sentido”, diz Schlackman. “Tudo se resume a uma conta: quanto dinheiro eu posso fazer e se vale a pena ter a Disney atrás de mim”, completa.

Ele não descarta ainda que a Disney tente negociar uma nova extensão do prazo, mas, novamente, a matemática entra em cena, principalmente no que diz respeito a outras obras envolvendo o camundongo.

“Se Mickey não for tão popular, a Disney vai fazer cálculos para saber se vale a pena ou não gastar dinheiro com lobby”, afirma Schlackman.

Já Stoltz, da EFF, acha pouco provável que isso ocorra. “A Disney tem outros instrumentos, não acho que faria bem para a imagem da empresa continuar essa batalha.” O que deve ser feito, diz Stoltz, é aumentar o uso da marca. Eventualmente, diz, a gigante do entretenimento pode tentar transformar o próprio “Steamboat Willie” numa marca, exibindo trechos antes de outros filmes, complementa. “E eles não precisam recorrer novamente ao Congresso americano, se fizerem isso.”

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Política

Haddad declara ao TSE dívida de R$ 3,8 milhões com campanha presidencial

Derrotado no segundo turno das eleições presidenciais deste ano, o ex-candidato do PT, Fernando Haddad, gastou mais do que arrecadou durante a sua campanha, encerrando a corrida pelo Palácio do Planalto com uma dívida de R$ 3,8 milhões. O valor consta na prestação de contas apresentada neste sábado (17) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

egundo os valores informados pelo partido, a campanha de Fernando Haddad arrecadou cerca de R$ 35,4 milhões, mas acabou gastando cerca de R$ 39,2 milhões. Destes, R$ 33,6 milhões foram efetivamente pagos, totalizando uma dívida de R$ 3,8 milhões.

Agora, essa dívida será paga pelo Diretório Nacional do PT . Por meio de documento anexado à prestação de contas, o partido afirma que “assumirá as dívidas contraídas e não quitadas pela campanha”, a serem pagas “via fundo partidário ou através de recursos que serão depositados na conta bancária específica de campanha, observados os requisitos da lei eleitoral”.

A prestação de contas de Haddad chegou no último dia disponibilizado pelo TSE. Isso porque todos os candidatos que participaram do segundo turno das eleições tinham até este sábado para enviá-la ao tribunal.

Por sua vez, o candidato eleito o futuro presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), entregou a sua prestação de contas na sexta-feira do dia 9 de novembro. Ele declarou ao TSE que gastou um total de R$ 2,8 milhões em sua campanha à Presidência, apesar de ter arrecadado R$ 4,3 milhões.

Com isso, houve uma sobra de recursos de R$ 1,5 milhão – valor que o presidente eleito pretende doar à Santa Casa de Juiz de Fora, onde foi tratado após o atentado sofrido em um comício em Minas Gerais.

Levando-se em conta os valores declarados, portanto, se comparados, a dívida de Fernando Haddad com a campanha presidencial, mesmo que derrotada, foi superior às despesas totais da campanha de Jair Bolsonaro, o candidato que venceu as eleições.

Último Segundo/iG

Opinião dos leitores

  1. Não sabem administrar a própria campanha e queriam voltar para terminar de destruir o país. Vergonha PT. Corrupção, mentira e I competência. Olha isso. Tão pedindo até vaquinha. Se esses caras administrassem o deserto do Saara ia faltar areia em poucos anos.

  2. Kkkkkkk, além de roubar o povo brasileiro, ainda vem com essa dívida. São uma febre de ratos essas murrinhas.

  3. Deixa eu atender ,esse cidadão não é do PT ??? Partido que não tem dinheiro???kkkkk esse FDP depois que perdeu a eleição foi para um Hotel 5 estrelas para dar uma entrevista…Bonsonaro foi para casa …olha a diferença

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Jornalismo

Governo da Argentina diz que não há tecnologia para retirar submarino

O ministro de Defesa da Argentina, Oscar Aguad, afirmou neste domingo (18) que não existe tecnologia capaz de retirar o submarino ARA San Juan, localizado ontem (17) a 900 metros de profundidade no Oceano Atlântico.

“A Argentina não conta com meios técnicos para resgatar ou emergir o submarino. Não deve haver no mundo tecnologia para retirar 2,3 mil toneladas de peso do fundo do mar”, afirmou Aguad.

Em entrevista à Rádio Mitre, o ministro explicou que o governo tem dinheiro para contratar uma empresa especializada nesse tipo de operação, caso necessário, e ressaltou que se houver tecnologia para fazer a retirada, o processo deve demorar muitos anos.

“É um equipamento de 2,3 mil toneladas”, reiterou o ministro.

Criticado pelos parentes dos 44 tripulantes que estavam a bordo do submarino na hora do desaparecimento há mais de um ano, Aguad ressaltou que sempre disse a verdade aos familiares das vítimas e que a localização da embarcação é uma prova disso.

“Ele afundou por uma implosão, não por fatores externos. Não estou e nem estive em condições de mentir aos familiares. Não temos capacidades técnicas para trazê-lo do fundo do mar”, afirmou.

Perguntado sobre a responsabilidade jurídica do governo em resgatar o submarino, o ministro disse que a juíza responsável pela investigação do desaparecimento, Marta Yáñez, terá papel fundamental na decisão. No entanto, reconheceu que não considera que ela tenha poder para decidir uma questão desta natureza.

“Sobre a busca, esse caso terminou porque ficou provado que o submarino implodiu e naufragou duas horas depois da última comunicação. Resta determinar quais são as responsabilidades da Marinha”, explicou o ministro.

Agência Brasil

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Segurança

Cruzex: Brasil e 12 países fazem treinamento militar em Natal

A Força Aérea Brasileira (FAB) começou hoje (18), em Natal (RN), mais um exercício militar Operação Cruzeiro do Sul (Cruzex) envolvendo 13 países e cem aeronaves brasileiras e estrangeiras. Segundo a FAB, é o maior treinamento multinacional já promovido pela Aeronáutica, que também envolve militares da Marinha e do Exército. Cerca de 1,7 mil militares participam dos exercícios. Estão previstas 1,3 mil horas de voo até 30 de novembro.

O treinamento faz parte do 8º Exercício Cruzeiro do Sul, que é realizado desde 2002 pela FAB, e faz simulações de cenários de guerra e promove a troca de experiências entre as nações participantes, como Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Uruguai. Alemanha, Bolívia, Índia, Portugal, Suécia, e Venezuela também participam, mas como observadores ou palestrantes.

A FAB participa do exercício com 70 aeronaves. Caças AF-1, da Marinha, também são utilizados. Os Estados Unidos enviaram para o Brasil cerca de 130 militares, seis caças F-16 e uma aeronave KC-135, usada para reabastecimento. O Chile participa com 90 militares e cinco caças F-16. O Peru tem quatro caças A-37 e mais quatro Mirage 2000, além de cem homens. A França e o Canadá enviaram dois cargueiros para a missão.

Opinião dos leitores

    1. Não tem nada de estranho.
      Não é a primeira vez q acontece esse treinamento.

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Saúde

Resolução amplia possibilidades para atendimento psicológico online

O atendimento psicológico online é uma realidade, há alguns anos, no Brasil e no mundo. Atento a esse cenário, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) elaborou uma nova resolução com o objetivo de garantir que o serviço seja passível de fiscalização e prestado dentro de padrões éticos. As mudanças passaram a valer a partir dessa semana.

Com a nova resolução, cada profissional precisará se cadastrar no site do CFP, preenchendo um formulário que pede dados pessoais e profissionais, detalhes do serviço que será prestado, indicação das plataformas que serão utilizadas, entre outras informações. Os cuidados que serão tomados em relação ao sigilo do paciente também precisam ser descritos.

O atendimento online é vedado em algumas situações, como quando o paciente estiver em situação de violência ou de violação de direitos. Também não pode ser prestado a vítimas de desastres. Diante da vulnerabilidade desses pacientes, o apoio psicológico deve ser presencial. Além disso, crianças e adolescentes só podem ser atendidos por plataformas online se houver concordância dos pais. Há outras situações em que o serviço é permitido apenas de forma complementar, sendo obrigatório o contato presencial.

“É mais uma maneira de ajudar as pessoas. Mais uma maneira de possibilitar, por exemplo, o atendimento de quem mora longe, quem mora no interior, quem está viajando e quer continuar um atendimento, quem tem dificuldade de locomoção. Há casos também em que a pessoa se sente desconfortável em falar presencialmente, se sentindo mais a vontade no computador”, avalia a conselheira Rosane Lorena Granzotto.

Ela lembra que a demanda por atendimento psicológico é cada vez maior. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão. Em agosto, reportagens da Agência Brasil mostraram a preocupação das universidades com o aumento significativo de casos de suicídio, depressão, ansiedade e outros quadros relacionados à saúde mental que tem afetado a população jovem.

Aprovada em 11 de maio, a Resolução 11/2018 entrou em vigor nesta semana após a conclusão do prazo estipulado de 180 dias. Segundo Rosane, a iniciativa surgiu tanto a partir da demanda de parte da categoria, como também da necessidade de se adequar à realidade. “Nós estávamos até um pouco atrasados. Agora nos atualizamos. Nossa resolução é similar à de outros países”, diz a conselheira, citando Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Portugal e Espanha.

Discussão antiga

Rosana explica que o uso da tecnologia na profissão é uma discussão que vem sendo feita desde a década de 1990 e a resolução que vigorava até então, de 2012, já previa atendimentos online, mas com muitas restrições. Eram permitidas orientações psicológicas de diversos tipos até o limite de 20 sessões por ano para cada paciente. A psicoterapia era vedada, exceto quando realizadas em caráter experimental para fins de pesquisa. O psicólogo ou psicóloga deveria ainda ter um site exclusivo para a oferta dos serviços online, registrado em domínio nacional e cadastrado no CFP.

“De 2012 para cá, parece que não é tanto tempo. Mas com a rapidez do desenvolvimento tecnológico, nós tivemos muitas mudanças. Nesse período, surgiu o Whatsapp e outras plataformas. Também foi aumentando muito o número de profissionais que estava realizando atendimento online e nós não tínhamos como controlar que tipo de serviço estava sendo oferecido”, diz Rosane.

A partir de agora, não haverá mais limite para o número de sessões por ano e a psicoterapia está liberada. A exigência do site também não existe mais. “Será responsabilidade do psicólogo avaliar as questões técnicas e metodológicas. Caberá a ele avaliar se aquilo que o paciente está buscando é compatível com esse tipo de atendimento. Porque há situações que demandam o atendimento presencial”, afirma a conselheira.

Desde o último sábado (10), o profissional já pode realizar o cadastro no site do Conselho Federal de Psicologia. Segundo Rosane, apenas nos três primeiros dias, foram preenchidos mais de mil formulários. Ela explica que, se o profissional cometer alguma falha ética e for denunciado, ele poderá ser localizado e processado. O CFP também pode aplicar sanções e até cassar o registro profissional. O cadastro é público e fica disponível para a consulta da população. “Sabemos que podem ocorrer violações éticas, mas que também acontecem nas consultas presenciais”, avalia a conselheira. Ela afirma que a resolução busca dar transparência ao serviço, facilitando assim a apuração de desvios de conduta e as denúncias.

A psicóloga Laura Quadros, chefe do Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), reconhece que alguns colegas não são favoráveis ao atendimento online. Em sua visão, porém, trata-se um algo inevitável e desafiante. “Já vivemos na era virtual e temos uma geração que está muito atravessada pela tecnologia. Portanto, um serviço como esse pode ser até um facilitador. Há pessoas que vão se sentir melhor usando essas ferramentas. Isso nos faz rever o modelo tradicional. Quando trabalhamos com pessoas é importante estar aberto ao novo”, avalia. Segundo ela, a resolução abrange os cuidados necessários em relação às situações mais agudas e aos menores de idade.

Experiência individual

Criado há três anos, o Fala Freud é hoje a maior plataforma em operação que oferece atendimento psicológico online, no país. De acordo com o empresário Yuri Faber, um dos fundadores, a ideia surgiu de uma experiência individual. “Eu já estava morando nos Estados Unidos, prestes a me casar, mas com alguns atritos de relacionamento que são comuns na vida de casal. E aí eu procurei minha antiga psicóloga no Brasil e começamos a nos falar por Whatsapp. Comecei a perceber que muitas pessoas poderiam ter interesse em falar com um psicólogo por uma plataforma online”, conta.

De acordo com Yuri, as normas no Brasil estavam ultrapassadas e colocavam limites que já não existem há anos nos Estados Unidos e na Europa. Segundo ele, houve atritos com o CFP até que o conselho sinalizou enfim a elaboração de uma nova resolução e pediu sugestões ao Fala Freud. Yuri Faber aprovou as mudanças.

“Tem muita gente que não quer ir a um consultório, que mora fora do país, que mudou de cidade e não quer perder o vínculo com seu psicólogo. A resolução anterior limitava isso. Uma pessoa que mora no exterior só poderia fazer 20 sessões ao ano, o que corresponde a quatro ou cinco meses. Depois teria que abandonar a terapia”, explica.

Uma das usuárias do Fala Freud é Beatriz Tonon, de 23 anos. Ela sentiu necessidade de recorrer à ajuda profissional depois que se mudou a trabalho de Campinas para São Paulo. São dois anos na capital paulista. Há seis meses, ela recorreu à plataforma e aprovou o resultado. “Desde que vim para cá, minha vida mudou completamente. Meu dia a dia é muito corrido, o ritmo é muito frenético. Eu tenho muita ansiedade. Fico muito preocupada com o que vai acontecer mais à frente”, conta.

Tempo e dinheiro

Beatriz revela que a escolha pelo Fala Freud se deu com base em dois fatores: tempo e dinheiro. Ela chegou a pesquisar valores do atendimento presencial e achou o serviço online mais barato. Ao mesmo tempo, considerou que não teria tempo para o deslocamento até um consultório.

Ela conta que respondeu um questionário apresentando suas necessidades e escolheu uma psicóloga a partir de uma lista de profissionais apresentada pela plataforma, que trazia informações sobre cada um deles. Beatriz diz ter acesso à profissional diariamente e que ela é bastante atenciosa. Os contatos se dão por mensagens de texto e áudios e, uma vez por semana, há uma sessão em vídeo. “Eu consigo contar para ela quando acontece alguma coisa no calor do momento. E ela consegue me ajudar. Não preciso esperar até o dia da próxima consulta”.

Segundo o Fala Freud, desde sua fundação, já passaram pela plataforma mais de 650 mil pessoas. Os psicólogos estão disponíveis 24 horas dia. Alguns moram no exterior. A plataforma afirma que só trabalha com profissionais que têm no mínimo 10 anos de experiência. Também garante que observam a legislação brasileira sobre tráfego de informações e que as mensagens, como no Whatsapp, são criptografadas de ponta a ponta, sendo acessíveis apenas ao psicólogo e ao paciente. A próxima novidade que será anunciada é o atendimento através de planos de saúde. “Em breve, vamos divulgar quais deles já toparam”, diz Yuri.

Agência Brasil

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Política

Bolsonaro planeja ações no Nordeste para minar reduto lulista; RN está incluído

O Nordeste, que deu maioria ao PT na eleição à presidência nas últimas eleições, deverá ganhar atenção especial do eleito Jair Bolsonaro (PSL), segundo notícia neste domingo, 18, o jornal carioca O Globo.

Bolsonaro, assegura o jornal, quer transformar o Nordeste numa vitrine de sua gestão, desmontando a hegemonia petista na região. E vai começar esse trabalho retomando as obras paralisadas das administrações petistas, como a transposição do rio São Francisco e a construção de ferrovias, como a Transnordestina.

“Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil”, afirmou ao jornal o futuro Ministro do Gabinete de Segurança Institucional (CSI), o general Augusto Heleno.

Segundo ele, o primeiro grande foco é resolver os problemas hídricos, de falta de água, que entende uma questão sensível na região.

Uma das metas seria importar tecnologia israelense de dessalinização da água do mar para uso na agricultura no semiárido, uma promessa da campanha de Bolsonaro.

Outra prioridade, segundo o general Augusto Heleno, é retirar o maior ganho político de todo um conjunto de ações do governo, já que o PT governará a partir de janeiro Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

“O Nordeste pode se tornar uma grande vitrine de Bolsonaro, mas acho que essa preocupação é secundária, uma consequência. Não acredito que as pessoas sejam tão infantis e continuem pensando em voto, em manipulação, em manter gente como coitadinho quando a gente pode fazer as pessoas terem outra perspectiva de vida”, afirmou.

O general reconhece, no entanto, que algumas das obras pretendidas para a região não ocorrerão de uma hora para outra. Ele ainda não sabe em que ritmo elas se darão, especialmente a retomada da ferrovia Trasnordestina – obra que ele entende bem mais complexa do que retomar, por exemplo, uma rodovia.

Outra questão que ainda é fruto de reflexão no governo Bolsonaro é como as obras que dependam de contrapartida dos governos estaduais serão tocadas, tendo em vista os graves problemas fiscais dos estados.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Concordo com o Gustavo Ferreira 17/11/2018 às 10:25
    Cada dia mais percebemos que o projeto de Bolsonaro é não ter projeto.

    'Vai ficando cada vez mais preocupante o que nos espera com o governo Jair Bolsonaro. Os "planos" do presidente eleito são, até agora, de demolição, não de construção", diz o jornalista, Fernando Brito; "Vimos um exemplo terrível e desumano com o caso dos médicos cubanos que, em apenas um mês, deixarão sem assistência mais de 25 milhões de brasileiros, no que, num expressão definitiva, Bernardo Mello Franco chamou, em O Globo, de "Programa Menos Médicos". Mas não é o único desmonte à frente", alerta o jornalista.
    Todo dia tem um anúncio e logo depois um recuo. E o interessante é que Bolsonaro acerta mais nos seus recuos do que nas suas escolhas e indicações. Ficando cada dia mais difícil para sua legião de Bolsomínios que se esforçam pra justificar suas escolhas e depois tem que engolir e voltar atrás dizendo que não estão voltando atrás.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. O fascismo é o fortalecimento do Estado.
      Bolsonaro propõe o Estado mínimo.

      Moral da história: VOCÊ NÃO SABE NEM O QUE TÁ FALANDO!

    2. Quem diria que chegaria esse dia… Petista defendendo trabalho escravo.
      Os defensores da democracia tomando partido da ditadura cubana.

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Política

Bolsonaro receberá mais de R$ 60 mil mensais a partir de janeiro

POR LAURO JARDIM

Jair Bolsonaro emulou na eleição o discurso de Fernando Collor contra os marajás, mas o contracheque dele será um dos mais gordos da Esplanada: R$ 60.236,15.

A cifra chega a tanto porque, a partir de janeiro, Bolsonaro estará apto a se aposentar pelo antigo Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) e poderá receber da Câmara R$ 29.301,45 mensais.

O salário de presidente são R$ 30.934,70.

O mecanismo que corta o salário quando se ultrapassa o teto constitucional de R$ 33,7 mil não atinge aposentados pelo IPC. E há ainda o salário de capitão reformado.

Procurado, Bolsonaro não o informou.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ciro e Marina rejeitaram as aposentadorias que tinham direito. Vamos ver o Bozo. "Tem que resolver isso aí" Kkkkkk

  2. Bando de babaca esses petralhas, vão paga a conta que o candidato a presidente de vcs deixou depositem dinheiro para ele se vcs estão com pena e só 3,8 milhões que ele ficou devendo bando de hipócritas.

  3. Quem no lugar dele devolveria o dinheiro, se existe uma lei que autoriza?
    Pode ser legal e imoral, mas os hipocritas que criticam não devolveriam o dinheiro. FATO!

  4. BolsoAsno vai ganhar 60 mil e vai mexer na previdência pra vc se aposentar com 70 anos e ganhando 1 mil… trouxinhas…kkkkkk

  5. Ótima oportunidade de começar a reforma da previdência, pela dele mesmo, abrir mão das aposentadorias ou deixar no teto do INSS, kkkķkkk de resto só os minions achando justificativas para o super honesto kkkkk

  6. Épouco … Quase não vai dormir com tantos problemas a resolver … Hipocrisia éum presidente da República ganhar menos que um presidente de um banco estatal ou de uma presidênciado Sistema S.

  7. Mas ele vai mudar tudo isso aí!????A começar tendo o apoio de Temer! Parabens bolsominions !!???

  8. Talvez ele não queira reverber o de presidente, não podemos falar antes de acontece!

  9. Gente e um direito dele, trabalhou e Capitão, povo nesta, pior São os fantasma que recebem muito sem nem saber, onde fica seu local de trabalho

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Economia

Pagamento da segunda parcela do 13º pelo INSS começa no dia 26

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a segunda parcela do 13º salário a partir do próximo dia 26. A primeira foi paga com antecipação, entre o dia 27 de agosto e 10 de setembro.

O depósito do abono de Natal, de acordo com informações da Folha de S. Paulo, segue o calendário de pagamento dos benefícios e vai até o dia 7 de dezembro.

Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia, não têm direito ao abono anual.

Na primeira parcela, quem já era aposentado ou pensionista em janeiro deste ano recebeu exatamente metade do valor de seu benefício. Portanto, o valor final do pagamento feito a partir deste mês será o benefício menos o Imposto de Renda, se houver, e o que já foi pago pelo INSS na primeira parcela.

Notícias ao Minuto

Opinião dos leitores

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