Apesar de estar patinando nas pesquisas, Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, mostra otimismo com a vitória nas eleições.
“Temos 27 milhões de pessoas sem trabalho e contas públicas destruídas. Quero ser presidente para corrigir os erros e recuperar a confiança no país. Sabemos como fazer”, afirmou em sua conta no Twitter.
O candidato tucano ainda externou um grande otimismo. “Vamos ganhar a eleição e o Brasil vai voltar a crescer, com empregos e oportunidades para todos!”
Temos 27 milhões de pessoas sem trabalho e contas públicas destruídas. Quero ser presidente para corrigir os erros e recuperar a confiança no país. Sabemos como fazer. Vamos ganhar a eleição e o Brasil vai voltar a crescer, com empregos e oportunidades para todos!
A pauta feminina passou a ser predominante na agenda imediata e nas redes sociais de Marina Silva, candidata da Rede à Presidência nas eleições 2018. Única representante das mulheres entre os principais candidatos ao Palácio do Planalto, Marina intensificou a abordagem desses temas após o último debate entre os presidenciáveis na TV, quando confrontou Jair Bolsonaro (PSL).
Durante a primeira semana da campanha eleitoral, a candidata participou de eventos em que mulheres estão presentes ou tornam-se o foco de sua fala. Segundo um interlocutor da campanha, agendas com o público feminino serão prioritárias nas viagens da ex-ministra.
Nesta segunda-feira, 20, Marina esteve no Instituto Maria da Penha, em Fortaleza, onde disse que “compromisso de vida” é o combate às diferentes violências contra a mulher. Neste sábado, 25, ela faz agenda de rua em Mauá com a militância feminina da Rede.
O posicionamento de Marina, mais assertivo quanto a pautas femininas, já vinha sendo desenhado – na revisão final das diretrizes do seu programa, ela fez questão de que políticas para mulheres, como crédito e creches, fossem destacadas em um capítulo próprio.
Com poucos recursos e 21 segundos de tempo no rádio e na TV, Marina encontrou um nicho de eleitores. A estratégia está alinhada com a mais recente pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, que mostra que cerca dois terços do eleitorado da candidata da Rede é feminino, no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, é uma forma de a candidata mirar no eleitorado indeciso, que também é predominantemente feminino – 64% – e de baixa renda – metade ganha menos de dois salários mínimos.
A ex-ministra, contudo, nega o rótulo de feminista e se diz “defensora dos direitos das mulheres e contra qualquer forma de discriminação”.
“A gente tem focado cada vez mais no público feminino também nas redes sociais. Além de elas representarem a maior parte dos indecisos, são as que mais têm a perder com retrocessos e Marina é a única candidata na eleição”, disse o coordenador da campanha Lucas Brandão. A mobilização tem focado em treinar voluntárias para engajar grupos nas cidades.
O título parece contraditório, mas pode ser elucidado quando o analisamos à luz do processo histórico recente. Vivenciamos, no Ocidente Moderno, a emergência e o empoderamento de grupos identitários, especialmente a partir da década de 1960. Negros. Mulheres. Homossexuais. Transsexuais. Pobres. Grupos que conquistaram espaço, simpatia social e midiática com sua defesa por direitos e igualdades. Gradualmente, organizam-se e se profissionalizam em torno de uma ideologia política mais à esquerda. Ganham força e recursos financeiros provindos das mais diversas fontes, desde a governamental até a sociedade civil organizada. Esses grupos ocuparam de tal maneira a cena social que as “minorias” mais parecem ter se tornado a maioria. Estão na TV, nos jornais, nas revistas e mesmo na política.
O status quo foi, enfim, colocado de ponta cabeça. Mas, se podemos parcialmente celebrar o avanço no combate a preconceitos indefensáveis, por outro cria-se uma nova forma de preconceito. Ser branco ou branca, de uma classe abastada (ou mesmo de classe média), conservador nos costumes, católico ou evangélico não pega bem em uma sociedade cujo pertencimento a um grupo, engajado em uma causa social identitária, é a única via da nova redenção social e pessoal. De subversivos, os rebeldes tornam-se os novos donos do poder, e as ideias revolucionárias são naturalizadas como o novo politicamente correto. O casamento gay, o banheiro unissex, o aprendizado das sexualidades e o engajamento social atrelado às ideologias políticas de esquerda nas escolas e fora delas são, agora, a norma.
Se isso foi, por um lado, um grande avanço − visto que há uma inegável humanização geral da sociedade e mais respeito às escolhas afetivas − por outro, essas conquistas criaram novos problemas para a democracia. É importante problematizar como fica o direito das pessoas que pensam diferente? Que são conservadoras, católicas, evangélicas? Se a escolha religiosa e mesmo pessoal é um direito individual, como lidar também com uma garantia avessa ao liberalismo identitário? Seria democrático impor um modelo de comportamento social se ele não é pactuado socialmente, com o necessário consenso socialmente construído?
Em um lúcido (e corajoso) artigo, publicado no New York Times, o professor Mark Lilla, da Universidade de Columbia, que estará no Brasil no Fronteiras do Pensamento, critica o que chama de “fixação na diversidade em nossas escolas e na imprensa”, produzindo, segundo ele, “uma geração de liberais e progressistas narcisisticamente inconscientes de condições fora de seus grupos autodefinidos e indiferentes à tarefa de alcançar as pessoas em todas as esferas da vida. Em uma idade muito jovem, nossos filhos estão sendo encorajados a falar sobre suas identidades individuais, mesmo antes de tê-las. Quando chegam à faculdade, muitos supõem que o discurso da diversidade esgota o discurso político e, surpreendentemente, têm pouco a dizer sobre questões perenes como classe, guerra, economia e bem comum”[1].
A chamada onda conservadora, que tem na eleição de Trump sua evidência histórica, pode ser explicada, segundo Lilla, exatamente pela “própria obsessão da diversidade dos liberais, que têm incentivado os americanos brancos, rurais e religiosos a pensar em si mesmos como um grupo desfavorecido cuja identidade está sendo ameaçada ou ignorada. Tais pessoas não estão realmente reagindo contra a realidade de nossa América diversificada. Mas eles estão reagindo contra a onipresente retórica da identidade”. No final do artigo, ao constatar a vitória da estratégia de Trump sobre a de Hillary, o sociólogo conclui: “aqueles que jogam o jogo da identidade devem estar preparados para perdê-lo”[2].
Nessa direção, ‘o efeito social Trump’, é emblemático para compreender o atual momento pré-eleitoral no Brasil. O crescimento do candidato à presidência Jair Bolsonaro, como o único capaz de contrapor-se ao mito do ex-presidente Lula, é sintomático. Diz dessa “maioria excluída” que encontrou no discurso do combate as bandeiras identitárias o seu porta-voz. Repete-se, como nos Estados Unidos, o aparecimento de seguidores fiéis ao candidato − que não serão convencidos pelos ataques dos adversários políticos e da mídia. Muito pelo contrário. Tendem a simpatizar cada vez mais com Bolsonaro à medida que percebem o isolamento do candidato em relação aos políticos tradicionais e aos jornalistas. Por isso, erram (novamente) os adversários ao atacarem o novo mito, quando deveriam preocupar-se em firmar os próprios pés de barro no chão. Erram os jornalistas, ao praticarem um jornalismo claramente de tendência liberal nos costumes, incapaz de compreender, como mediadores, a complexidade da sociedade brasileira.
Mais inteligente seria fazer como reza o bom e velho jornalismo em períodos eleitorais. Buscar a mediação, a imparcialidade e (por que não?) a verdade. As duas últimas − ainda que impossíveis de serem apreendidas em sua totalidade − podem, sim, ser perseguidas por aproximação. Quanto mais aberto à diversidade de posições for o mediador ou a mediadora melhor será o conteúdo levado ao espectador. Esse, sim, é quem deve formar opinião sobre os candidatos. De outra forma, ganha Bolsonaro diante de jornalistas tendenciosos, mas perdemos todos por não nos ser oferecida a oportunidade de escutar suas propostas, independentemente das preferências de quem pergunta.
Tal desacordo que favorece Bolsonaro associa-se à má experiência de insegurança da população que tem basicamente duas fontes: a social e a política. A violência das ruas amalgama-se a uma instabilidade governamental desde os (legítimos) movimentos sociais de 2013. O avanço das investigações do Ministério Público e da Polícia Federal e o impeachment de Dilma − ainda que desejados pela maioria da população − têm criado a sensação de falta de rumos e opções políticas. A substituição de Dilma por Temer não alterou, por exemplo, os índices de apoio ao presidenciável.
É nesse cenário nebuloso que parte da população confunde a necessidade de ordem com autoritarismo. Ainda que seja uma parcela menor, o pedido da volta da ditadura militar e mesmo o apoio a uma visão militarista de Jair Bolsonaro são sintomas dessa confusão. É preciso, sim, recuperar a ordem democrática − abalada, diga-se, pela generalizada corrupção governamental − mas é importante compreender que ela só é possível (e desejável) por meio da democracia. Do contrário, colocamos desnecessariamente em risco nossas liberdades individuais.
Entre o preto e o branco: o cinza. A matiz, que amálgama o melhor, exclui os excessos e consegue consensos, ainda que difíceis. Em minha pesquisa de doutoramento, busco uma saída para esses extremos, a qual chamei de individumanismo. Se, por um lado, não é possível negar o importante processo de individualização e de reconhecimento das igualdades promovidos pelos grupos identitários, não se pode, por outro, cairmos em um revanchismo igualmente preconceituoso que, para exaltar a vítima, precisa criar algozes.
Seria preciso ultrapassar tais marcadores sociais de diferenças em prol da análise de critérios simultaneamente mais individualizados e universais. Em outras palavras, a correta tradução da diversidade deveria ser o humanismo; pois, para romper os estereótipos sociais, é preciso ampliar o frame e não retornar dissimuladamente ao mesmo lugar pelo avesso.
Considerável é o que cada candidato e o que cada um de nós se tornou, seus atos, como realizou sua trajetória (independentemente da cor, etnia, sexo e classe), aliando-se a esse entendimento o respeito humano. Assim, mais do que municiar uma guerra sem fim e sem vencedores, o importante é compor um novo lugar de identificação fora desse sistema binário em prol de um entendimento social ampliado do outro, que une, iguala e pacifica sem homogeneizar. A humanidade composta de indivíduos: o individumano; quando, enfim, pudermos nos engajar na vida em comum para além das estereotipias que nos separam.
É nesse cenário nebuloso que parte da população confunde a necessidade de ordem com autoritarismo. Ainda que seja uma parcela menor, o pedido da volta da ditadura militar e mesmo o apoio a uma visão militarista de Jair Bolsonaro são sintomas dessa confusão. É preciso, sim, recuperar a ordem democrática − abalada, diga-se, pela generalizada corrupção governamental − mas é importante compreender que ela só é possível (e desejável) por meio da democracia. Do contrário, colocamos desnecessariamente em risco nossas liberdades individuais.
Entender o esporte como instrumento para o desenvolvimento humano e da sociedade é o objetivo do 8º Seminário de Gestão Esportiva que a Fundação Getulio Vargas promove hoje (25), no Rio de Janeiro. O coordenador acadêmico do curso de Aperfeiçoamento em Gestão de Esportes da FGV, Pedro Trengrouse, destacou a necessidade de haver mais investimento público em esporte no Brasil, a exemplo do que houve na Islândia que, em 20 anos, reduziu dos índices de criminalidade, álcool, drogas e violência na juventude.
“A Islândia tinha os maiores índices de criminalidade da Europa e, hoje, tem os menores”, salientou Trengrouse, em entrevista à Agência Brasil. “E, de quebra, ainda classificou a seleção para a Copa do Mundo da Rússia”, completou o professor.
O curso de Aperfeiçoamento em Gestão de Esportes é realizado pela FGV em parceria com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) e o Centro Internacional de Estudos do Esporte (CIES).
Esporte escolar
Trengrouse destacou que nos últimos 20 anos, o Brasil investiu R$ 100 bilhões em eventos esportivos e em esporte de alto rendimento. Segundo o professor da FGV, o retorno desses investimentos não foi tão grande quanto se ele tivesse investido no esporte escolar, como a Constituição determina.
“Há 30 anos, a Constituição diz que o dinheiro público deve ser prioritariamente colocado no esporte escolar. E até hoje isso não ocorreu. O investimento na base gera frutos no alto rendimento, mas o investimento só em alto rendimento não necessariamente gera frutos na base”.
Pedro Trengrouse sugeriu que o Brasil deve repensar a política de investimento público no esporte, de modo a integrar o esporte em políticas públicas de saúde, de educação. “Nós não podemos tratar o esporte como algo isolado das políticas públicas, que precisam aproveitar o esporte como política de transformação”.
Trengrouse afirmou que construir hospital não é investir em saúde. “Lá só tem doente. Investir em saúde é investir em qualidade de vida, em saneamento básico e em esporte. Porque, quando se pratica esporte, se evita doenças coronarianas, obesidade, diabetes”.
Segundo ele, para cada dólar investido em esporte, se economiza US$ 3,20 com gasto em saúde. “Isso é investimento inteligente, é aproveitar o potencial de transformação social do esporte”.
A Meia Maratona do Sol será dia 15 de setembro, mas quem ainda não está inscrito é bom ficar atento porque as inscrições se encerram neste domingo, dia 26. Os interessados devem acessar o site www.meiamaratonadosol.com.br que tem todo o passo a passo.
A corrida é a maior do Rio Grande do Norte e este ano vai receber 8 mil atletas vindos de todos os Estados do Brasil e também de outras nacionalidades. A Meia do Sol se consolidou como uma das principais do Nordeste e é tida como umas das mais desafiadoras e atrativas do país. Os motivos são simples. A junção de altimetria dura devido às muitas ladeiras, clima quente principalmente no começo, fortes ventos contra no trecho da Via Costeira para quem faz os 21 quilômetros, aliados ao contraponto das encantadoras belezas naturais da nossa cidade. Todos esses fatores dão o charme e o diferencial da prova.
Vale lembrar que a além da meia maratona e seus 21 quilômetros, a corrida tem ainda percursos de 10 e 5 quilômetros. Tanto a largada, quanto a chegada dos três roteiros são no entorno da Arena das Dunas. Os percursos também já estão disponíveis no site.
A Operação Cronos, deflagrada ontem (24) para combater homicídios e feminicídios, prendeu mais de 2,6 mil pessoas em todo o país. No total 2.968 pessoas foram detidas, incluindo 341 adolescentes apreendidos. A ação aconteceu de forma integrada entre o Ministério da Segurança Pública e o Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil.
De acordo com o conselho, 42 pessoas foram presas por feminicídio; 404 por homicídio; 289 presos por crimes relacionados à Lei Maria da Penha; 640 foram autuados em flagrante por posse ou porte irregular de arma de fogo, tráfico de drogas e outros crimes; e outras 1.252 pessoas foram detidas em decorrência de mandados de prisão expedidos por outros crimes.
Ainda, foram apreendidas 146 armas de fogo e aproximadamente 383 quilos de entorpecentes, como maconha, cocaína e crack. Mais de 7,8 mil policiais civis de todo o país participaram das ações.
A Operação Cronos foi definida em maio pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil. Em nota, o presidente da entidade, delegado Emerson Wendt, disse que esse é o trabalho prioritário das polícias civis. Ele defende a importância operacional da investigação criminal e o quanto ela pode ser efetiva no combate à criminalidade.
Para o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a operação integrada é um exemplo de como funcionará o Sistema Único de Segurança Pública, em vigor desde junho, após a sanção da Lei nº 13.675/2018. “O que nos importa é a proteção e a garantia da vida, sobretudo combater o feminicídio, esse crime covarde e inaceitável. Todos são, mas alguns são mais graves e repulsivos, sobretudo contra mulheres”, afirmou Jungmann, também em nota.
Cronos é o grande deus do tempo, na mitologia grega. O nome da operação está relacionado com a redução do tempo de vida da vítima de homicídio ou feminicídio. Ao mesmo tempo, com a prisão do autor do crime, também lhe é retirado do tempo para a prática de novos delitos.
O papa Francisco reconheceu neste sábado (25), em Dublin, na Irlanda, o fracasso da Igreja Católica irlandesa para enfrentar adequadamente o que denominou de “crimes repugnantes de abusos” a menores e pediu um esforço para a adoção de normas severas para que os abusos não voltem a se repetir.
Francisco fez a afirmação no discurso às autoridades no início de sua visita de dois dias à Irlanda, aonde chegou hoje para participar do Encontro Mundial das Famílias
“Não posso deixar de reconhecer o grave escândalo causado na Irlanda pelos abusos a menores por parte de membros da Igreja encarregados de protegê-los e educá-los”, assinalou o pontífice.
Encontro Mundial
O papa Francisco iniciou neste sábado uma viagem de dois dias à Irlanda, onde participará do 9º Encontro Mundial das Famílias na capital Dublin, além de também se reunir com o primeiro-ministro, o democrata-cristão Leo Varadkar, para abordar os abusos cometidos pelo clero no país, entre outros assuntos.
Símbolo tradicionalmente associado ao Partido dos Trabalhadores (PT), uma estrela tem sido usada na campanha do candidato ao governo de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) nas eleições 2018. Apesar de lulista declarado, porém, o postulante petebista ao Palácio do Campo das Princesas é o principal aliado de Geraldo Alckmin (PSDB) no Nordeste e garante palanque ao candidato tucano à Presidência em seu Estado.
De cor laranja e com o número 14 gravado, a estrela de Armando Monteiro está presente em todas as peças de propaganda eleitoral do candidato petebista.
Monteiro se viu pressionado a apoiar Alckmin para evitar uma debandada dos tucanos do seu grupo político, que tem o presidente do PSDB pernambucano, Bruno Araújo, como candidato ao Senado na chapa deste ano. O petebista declarou apoio ao PSDB no dia 27 de julho, uma semana depois de ter visitado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Lava Jato, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, e reafirmar seu apoio ao petista.
O episódio causou mal-estar dentro da aliança de Monteiro e uma ameaça do desembarque do PSDB da coligação, o que foi resolvido com a manifestação formal de apoio aos tucanos.
Em 2014, quando o petebista se candidatou a governador pela primeira vez, a estrela escolhida por sua equipe era amarela e aparecia pequena, apenas como um detalhe dentro da logo azul utilizada na campanha daquele ano.
Em e-mail ao Estado, Monteiro – que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços do governo Dilma Rousseff (PT) – negou que tenha se inspirado no PT para a escolha da estrela que, na verdade, o símbolo remete à bandeira de Pernambuco, que tem uma estrela amarela. O candidato afirmou ainda que a estrela de sua campanha não remete ao PT na cabeça dos eleitores, porque o símbolo petista é vermelho, não laranja.
O cientista político e professor do Centro Universitário Guararapes Isaac Luna lembrou que, em campanha eleitoral, nenhuma escolha é por acaso.Para o analista, o uso da estrela pela campanha de Monteiro faz parte de uma tática para manter sua imagem “de alguma forma vinculada a Lula”, que lidera com folga a preferência dos eleitores pernambucanos, sobretudo no interior, e se afastar do rótulo de “chapa do Temer” cunhado pelos adversários.
“Com certeza essa estratégia está muito bem traçada pela equipe de marketing eleitoral que toma as decisões a partir de pesquisas internas. Faz parte candidatos copiarem símbolos, frases de efeito e outras coisas que remetam a políticos aliados ou bem avaliados para capturar esses votos”, afirmou Luna.
Michel Temer está animado. Amargava uma taxa de reprovação de 82%. Mas o Datafolha informou há três dias que a desaprovação caiu para 73%. Mal comparando, o presidente passou a se comportar como se fosse um ovo frito fazendo o caminho de volta. Ficou tão animado com a perspectiva de se tornar um galeto, que ignorou o fato de ter apenas trocado a frigideira pelo espeto. A menos que ocorra um epidemia nacional de amnésia, chegará ao final do mandato bem passado.
Temer recuperou a autoestima. Voltou a se dar bem consigo mesmo. Considera-se “injustiçado” pela imprensa, relatou um auxiliar. Queixa-se de Henrique Meirelles, que não o defende na campanha. Mas declara-se convencido de que a história se congratulará com ele, reconhecendo-lhe os méritos. Herdou de Dilma o caos, realçou o assessor. Poderia ter optado pela resignação. Mas encarou a conjuntura, impedindo que as coisas piorassem.
Temer contabiliza como grandes feitos algumas providências que os adversários criticam na campanha eleitoral —o teto dos gastos públicos, a reforma trabalhista, a troca do modelo de exploração do óleo do pré-sal, a reformulação do ensino médio… Acha que há tempo para aprovar uma reforma da Previdência antes do final do ano, entre a abertura das urnas e o Natal.
A maioria dos brasileiros gostaria muito de viver no país que o presidente descreve com tanto entusiasmo, seja ele onde for. É como se no Brasil de Temer o presidente da República não carregasse duas denúncias criminais nas costas. É como se o inquilino do Planalto não respondesse a um par de inquéritos por corrupção. É como se os 13 milhões de desempregados tivessem tomado chá de sumiço.
No Brasil de Temer, a única coisa a lamentar é que os jornalistas não terão mais um Temer para chutar depois que ele for embora, em 1º de janeiro de 2019.
A imprensa brasileira juntamente com a ESQUERDA prestam um desserviço ao BRASIL não reconhecendo a necessidade das reformas corajosamente implementadas por TEMER além de serem injusta para com o presidente iludem o povo
O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu na noite desta sexta-feira (24) negar um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que emissoras de TV “incluam” em suas coberturas jornalísticas a campanha presidencial do petista e sua coligação, intitulada “O Povo Feliz de Novo”.
Lula, que tem Fernando Haddad como vice na chapa, está preso em Curitiba (PR) após ser condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.
“No caso em exame, ao menos em juízo de cognição sumária, não se extraem dos autos elementos suficientes para configuração da transgressão ao dever de conceder tratamento isonômico aos candidatos a cargo de presidente da República, ante a ausência de quaisquer provas sobre o alegado”, ponderou o ministro Sérgio Banhos.
“Ademais, diante da contraposição de valores constitucionais de inegável relevo, no caso, liberdade jornalística e isonomia entre candidatos, entendo que a matéria apresenta complexidade que exige análise verticalizada a demandar a oitiva das representadas e a manifestação do Ministério Público Eleitoral”, concluiu o ministro.
Banhos ainda pediu que as emissoras de televisão apresentem uma manifestação dentro de dois dias e, posteriormente, vai aguardar uma manifestação do Ministério Público Eleitoral.
Esse fdp tava louco pra transformar o Brasil numa Venezuela, estaríamos aos milhões cruzando fronteira e os militontos petralhas juntos com os do bolsa famílias rindo, como fazem os capangas e capachos do maduro.
Dos 380.101 trabalhadores de Rio Grande do Norte que têm direito a receber o Abono Salarial PIS/Pasep 2018-2019, ano-base 2017, 28.367 já sacaram o benefício, o equivalente a 7,46% dos participantes. Estão disponíveis para os trabalhadores do estado R$ 275,7 milhões – R$ 22,2 milhões já foram pagos. Na região Nordeste, o benefício alcança R$ 4 bilhões para mais de 5,4 milhões de pessoas.
Os pagamentos são escalonados conforme definido em calendário. Para os nascidos em julho, por exemplo, o prazo começou a contar no dia 26 do mês passado; para os trabalhadores que fazem aniversário em agosto, no dia 16 deste mês. Mas para todos os beneficiários o prazo final é 30 de junho de 2019.
Para ter direito ao benefício é necessário ter trabalhado formalmente durante pelo menos 30 dias no ano-base (neste caso, 2017), com renda mensal média de até dois salários mínimos (R$ 1.908). Além disso, é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter seus dados declarados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
A quantia a receber é proporcional ao tempo trabalhado no ano-base. Quem trabalhou durante todo o ano receberá o valor cheio, que corresponde a um salário mínimo (R$ 954). Já quem trabalhou durante um mês receberá o equivalente a 1/12 desse valor, e assim sucessivamente.
Pagamentos serão feitos até o dia 28 de junho de 2019
O Papo de Fogão deste sábado (25) iniciou uma série sobre Caicó com a presença do empresário Dadá Costa da cachaçaria Samanaú, que falou sobre a degustação de cachaças.
Nas receitas, um picado especial de bode e na Dica Rápida um mousse de morango preparado por Ingrid Miller, de São Paulo. Confira as receitas.
Picado de bode
INGREDIENTES:
1 cebola grande picada
1 colher (sopa) de azeite
1 kg de vísceras de bode picadas e pré temperada
1 pimentão vermelho pequeno picado
1 porção de coentro picado
1 tomate grande maduro picado
Sal e pimenta do reino a gosto
1/2 colher (sopa) de colorau
3 dentes de alho picado
1 1/2 L de água
350ml de molho de tomate
MODO DE PREPARO:
Coloque um fio de azeite na panela e refogue a cebola, o pimentão, o alho e o tomate.
Quando a cebola estiver transparente coloque o picado e o molho de tomate e misture bem.
Pimenta do reino e sal a gosto, coloque a cebolinha e o colorau.
Acrescente a água e deixe cozinhar por 1h e 30 em fogo baixo.
Coloque um pouco de cheiro verde ou coentro na hora de servir.
Sirva quente.
Dica Rápida – Mousse de Morango
INGREDIENTES:
1 1/2 lata de leite condensado
2 latas de creme de leite sem soro
1 pacote de gelatina sem sabor
1 pacote se suco de morango/ou 100g de polpa da fruta.
1 xícara de chá de água
MODO DE PREPARO:
Coloque o leite condensado, o creme de leite e o suco/ou a polpa para bater no liquidificador por aproximadamente um minuto e meio.
Aqueça uma xícara de chá de água, acrescente a gelatina sem sabor e misture bem.
Em seguida coloque na mistura do liquidificador e bata até ficar homogêneo.
Colocar em um refratário e coloque na geladeira por 20 minutos.
Sirva gelado.
O presidente Michel Temer confidenciou a interlocutores mais próximos que, após deixar o governo, vai trabalhar como advogado na banca de algum de seus muitos amigos. A quatro meses do fim do mandato, contou que pretende atuar elaborando pareceres, aproveitando-se da sua notoriedade como constitucionalista.
Não vai se afastar da vida política. Já sinalizou que reassumirá a presidência do MDB, da qual está licenciado. No comando do maior partido do País, quer manter protagonismo, inclusive no diálogo com o seu sucessor, seja ele quem for.
Para garantir esse espaço, Temer já planeja uma sucessão colaborativa para o próximo presidente. Tem repetido que se empenhará em aprovar entre novembro e dezembro as reformas que ainda não conseguiu emplacar.
A sugestão de amigos para que Temer assuma uma embaixada do Brasil no exterior, o que lhe garantiria foro privilegiado, é descartada pelo próprio. Ele tem sido enfático em negar qualquer hipótese de deixar o Brasil.
Uma das preocupações levantadas por assessores é de que Temer, com a perda do foro privilegiado, seja incluído em novas ações criminais que tramitam na primeira instância.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, classificou de “Estado do compadrio” o País que muda sua jurisprudência de acordo com o réu.
Relator do registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro abordou o tema da mudança de jurisprudência enquanto falava sobre a possibilidade do cumprimento da pena após sentença em segunda instância. A decisão foi tomada pelo STF, em 2016, e reafirmada em outros dois outros julgamentos posteriores na Corte.
A fala de Barroso foi durante palestra realizada na noite desta sexta-feira, 24, no 3.º Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, realizado pela Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), em Salvador.
“Não há razão para mudar jurisprudência. Um país que vai mudando sua jurisprudência em função do réu não é um Estado democrático de direito, mas um Estado de compadrio”, disse Barroso para uma plateia de cerca 800 pessoas espalhadas em três salas de cinema.
Ele foi aplaudido após a crítica à mudança de jurisprudência.
Questionado antes do evento sobre o caso Lula, Barroso não quis comentar o assunto.
No caso do petista, somente uma mudança de jurisprudência poderá permitir sua participação nas eleições de outubro. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, políticos condenados por órgão colegiado em segunda instância são considerados inelegíveis.
Ainda em sua palestra, o magistrado afirmou que o País vive uma “onda de negatividade” causada pelos casos de corrupção descobertos, mas que há, “além da fumaça”, um futuro promissor.
“Acho que estamos vivendo um momento de refundação. Um país que se encontrou consigo próprio e está tentando mudar o seu destino”, afirmou Barroso, que se disse otimista.
Fotografia. Barroso também citou indiretamente em sua palestra o fato de Lula ter sido condenado em duas instâncias e estar cumprindo pena. A menção foi feita ao dizer que importantes políticos estão com problemas na Justiça.
O ministro disse que o atual presidente foi denunciado duas vezes, dois ex-presidentes da Câmara foram condenados e um senador que foi candidato à Presidência foi denunciado por corrupção.
“Fotografia atual é sombria e devastadora”, disse o ministro. Segundo ele, a corrupção que assola o País tem origem em três fatores: no patrimonialismo caracterizado pela dificuldade em diferenciar a esfera pública da privada; no oficialismo em que tudo depende do Estado; e em uma cultura da desigualdade.
Durante muito tempo a corrida e a musculação foram “concorrentes”. Pela falta de estudos e ajustes adequados, uma acabava influenciando negativamente na melhora de rendimento da outra. Acreditava-se que treinos de força geravam resultados insatisfatórios para um atleta que buscasse melhorar seu tempo em uma maratona, por exemplo.
Essa linha de pensamento até que fazia sentido antigamente já que na corrida de fundo ou qualquer atividade de resistência, a ideia principal era que quanto menor o peso corporal, consequentemente mais rápido seria o atleta, se bem condicionado. E isso incluía até mesmo reduzir a massa magra.
Mas hoje já se sabe que é justamente o contrário. Se você corre de forma sistemática programada, com o ganho de volume e a progressão de velocidade, associar os treinos nas pistas com os de musculação é essencial. Com a evolução das pesquisas e testes relacionados à fisiologia e biomecânica humana, foi comprovado que o ganho de força ajuda o corredor a gastar menos energia, já que músculos bem desenvolvidos geram economia de movimento por conta da eficiência do gesto motor. Além disso, é fundamental para evitar lesões, já que músculos mais fortes e tendões mais preparados amortecem melhor o impacto das passadas.
“Além de melhorar a resistência, os outros importantes benefícios da musculação para a corrida estão no aumento da massa óssea, desenvolvimento de força, potência, estabilização das articulações e do corpo como todo e melhor coordenação motora. Tudo isso em conjunto resulta em uma corrida com a chamada eficiência de movimento”, enfatiza Alan Carlos, professor de educação física, corredor e técnico de Triathlon Nível I.
No intuito de melhorar nas pistas, os músculos mais trabalhados na musculação devem ser o quadríceps, glúteos, posteriores de coxas e panturrilhas. Mas é imprescindível trabalhar todos os demais grupamentos musculares para obter benefícios como: menos dores na coluna (principalmente lombares), melhor postura na corrida e equilíbrio muscular entre membros inferiores e superiores.
Outro grande benefício da musculação para os corredores é a manutenção da qualidade dos treinamentos e competições. Por exemplo, em provas muito longas o nosso organismo estimula a síntese de cortisol (que é catabólico e atrapalha o crescimento muscular). Já a musculação estimula a produção de GH e testosterona (substâncias anabólicas, que estimulam a construção celular). Com pouca massa magra o movimento excêntrico limita o trabalho das articulações e isso pode ocasionar lesões. Portanto, repor a massa muscular na musculação é uma maneira de evitar que dores e incômodos atrapalhem os treinos.
Métodos de treinamento
Todo e qualquer exercício físico segue uma estruturação, denominada de “fases”. O treinamento de força voltado para corredores precisa seguir essa sequência que pode ser com planos de treinos simplificados ou mais complexos, desde que se respeitem cada valência física preconizada, bem como as fases de adaptação, resistência, força, potência, pré-competitiva, pós-competição, e fases de transição entre elas.
De forma bem básica, a primeira fase é a geral, a segunda etapa é onde buscar maior transferência de habilidades, exercícios que tenham o movimento parecido com o da corrida e os proprioceptivos que aumentam capacidade de perceber o gesto realizado dominando a ação. Os métodos de treinamento para a musculação para corredores são diversos, mas devemos ser fiéis às especificações do treinamento e aos objetivos finais.
“Para o corredor que está iniciando nos treinos de musculação o ideal é começar pelos exercícios mono articulares e mais estabilizados, como por exemplo as atividades em máquinas, flexão e extensão de joelhos. Nessa fase a principal adaptação será neuromuscular (coordenação intramuscular). Em seguida, vai aos poucos progredindo para exercícios multiarticulares e de grande complexidade, que terão maior transferência de habilidades, pois se aproximam mais do movimento técnico da corrida. Com a progressão dos treinos e na fase intermediária do planejamento, aí já se pode utilizar métodos intervalados, outros aparelhos, tiros de corrida e exercícios livres”, finaliza o professor Alan que desenvolve treinamento resistido para atletas endurance desde 2011.
Siga o ‘E aí? Bora correr’ no Instagram no @eaiboracorrer
Os principais shoppings de Natal abrem neste final de semana com mais uma missão especial: reforçar a campanha nacional contra a pólio e o sarampo. As doses são gratuitas. Devem tomar as crianças entre 1 e menores de 5 anos, independente de já terem sido vacinadas. A campanha termina no final do mês.
O objetivo da abertura destes postos de apoio é aumentar o percentual de crianças imunizadas. A iniciativa é da Prefeitura Municipal do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e foi iniciada na semana passada com sucesso. Somente nos shoppings, mais de 2 mil doses já foram aplicadas.
As ações acontecem nos seguintes shoppings:
Natal Shopping: Av. Sen. Salgado Filho, 2234 – Candelária
(sábado e domingo – 10h às 19h)
Midway Mall: Av. Bernardo Vieira, 3775 – Tirol
(sábado e domingo – 13h às 20h)
Partage Norte Shopping: Av. Doutor João Medeiros Filho, 2395 – Potengi
(sábado – 10h às 18h / domingo – 11h às 18h)
Cidade Jardim: Av. Engenheiro Roberto Freire, 340 – Capim Macio
(sábado – 9h às 17h / domingo – 15h às 19h)
Praia Shopping: Av. Engenheiro Roberto Freire, 3132 – Ponta Negra
(sábado e domingo – 10h às 17h)
Vai ganhar experiência !!!?