Política

Marina Silva defende que eleitor vote em quem acredita

A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, encerrou hoje (6), em Rio Branco, no Acre, sua campanha política. Emocionada, ela disse que está confiante que chegará ao segundo turno das eleições, pois se considera a melhor alternativa ao que chama de “polarização”. “No primeiro turno, a gente vota em quem acredita”, disse.

“O Brasil não pode ficar dividido entre a cruz da corrupção e a espada da violência e o saudosismo da ditadura”, afirmou Marina no Aeroporto Internacional Plácido de Castro, reiterando que o país não quer a polarização na política. “Uns estão votando porque têm medo, outros porque têm raiva. Mas você pode votar porque tem esperança”, acrescentou.

Recebida por correligionários e simpatizantes, Marina se emocionou ao lembrar que todas as vezes que retornava para o Acre era recebida pelo pai Pedro Augusto da Silva, que morreu há nove meses. No entanto, agradeceu o apoio e disse que éali, no Norte, que estão as raízes dela. “Aqui que fui eleita vereadora e senadora.”

Em Rio Branco, a candidata defendeu alternativas para garantir a sustentabilidade e energia solar. Também defendeu priorizar a educação, saúde e segurança. Segundo ela, o país precisa recuperar credibilidade para atrair investimentos.

Nas redes sociais, Marina Silva ressaltou a necessidade de as pessoas se desarmarem e assumirem uma postura mais pacífica. Ela se queixou que nem sempre é compreendida por ser uma pessoa de aparência frágil.

“Eu sou uma pacificadora que muitas vezes é mal compreendida, porque as pessoas entendem quem tem uma postura de amor no coração como se fosse uma pessoa fraca. Esse país não está precisando de força física, mas de força moral. Eu agradeço a Deus por não ter caído na tentação de ir pela porta larga do caminho da perdição, do ódio, da mentira e das falsas promessas. Sei que sou a melhor pessoa para unir os brasileiros.”

Agência Brasil

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Política

Amoêdo acusa seguidores de Bolsonaro de espalhar informações falsas

O candidato do partido Novo a presidente, João Amoêdo, atacou neste sábado (6) os apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), acusando-os de espalhar notícias falsas e imitar táticas petistas para minar sua candidatura.

Na quarta (3), um ex-aliado de Amoêdo que está em campanha para deputado federal no Rio, Roberto Motta, divulgou vídeo nas redes sociais em que pede aos candidatos do Novo que abandonem Amoêdo e apoiem Bolsonaro.

Motta esteve ao lado de Amoêdo na fundação do Novo em 2011, mas se afastou do partido e hoje concorre pelo PSC, partido que apóia Álvaro Dias (Podemos) na corrida presidencial. Segundo Amoêdo, Motta foi barrado pelo processo seletivo adotado pelo Novo para escolher seus candidatos em 2016.

“Infelizmente, os apoiadores do Bolsonaro, com as mesmas táticas que tanto condenamos nos petistas, fazem a divulgação dessas notícias falsas”, disse Amoêdo, em mensagem a seus seguidores.

“Não será elegendo políticos que estão há 29 anos no poder e usam esse tipo de militância, esse tipo de prática, que mudaremos o Brasil”, afirmou, numa referência à trajetória de Bolsonaro como deputado federal.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Ataques online

    Os ataques acontecem também na internet. Repórteres têm os perfil inundados por xingamentos e até mesmo por ameaças.

    “Ofensas, assédio e ameaças a jornalistas com o objetivo de silenciá-los são sintomas de desprezo pela democracia. É urgente e necessário que os candidatos no pleito atual se manifestem publicamente contra tais ataques e os desencorajem. O silêncio diante da violência praticada por seus apoiadores configura conivência com ataques à liberdade de expressão”, argumenta a Abraji.

    Um estudo feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP) mostra que – entre 18 de setembro e 2 de outubro – 945,3 mil postagens no Twitter abordaram a cobertura da imprensa em relação às eleições.

    Ao longo do período analisado, a Abraji se manifestou em três ocasiões contra agressões online cometidas contra jornalistas.

    No dia 25 de setembro, uma repórter da Folha de São Paulo foi alvo após publicação da reportagem “Ex-mulher afirmou ter sofrido ameaça de morte de Bolsonaro, diz Itamaraty”.

    Três dias depois, a associação repudiou os ataques aos jornalistas responsáveis pela reportagem “O outro Bolsonaro”, capa da revista Veja e a uma repórter do The Intercept Brasil.

    Agência Brasil

    1. Esses Petralhas mesmo tendo comprado todos os deputados, midia e boa parte do judiciário, ainda quer fazer o povo de tolo, se fazendo de vítima. Chega a ser irritante isso

  2. Deixa ver se entendi: um cara que fundou o partido se desentendeu e agora pede voto para Bolsonaro e a culpa é dos seguidores do mito? Bem melhor eles arrumarem a casa porquê parece que está caindo.

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Política

Mais de 120 jornalistas são agredidos ao cobrir as eleições de 2018

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) registrou mais de 120 agressões a comunicadores em contextos político partidário e eleitoral este ano. As agressões são tanto físicas quanto em meios digitais.

Foram registradas 64 ocorrências de assédio em meios digitais contra jornalistas no contexto eleitoral, além de 59 vítimas de atentados físicos.

“Um país que não compreende a diferença entre crítica ao trabalho jornalístico e violência contra profissionais da imprensa coloca a democracia e a si próprio em grave risco”, disse a Abraji em nota de repúdio.

Um dos últimos casos, divulgado no portal da entidade, envolve uma repórter da Rádio Bandeirantes, agredida verbalmente e com uma cabeçada por um manifestante em ato de apoio ao candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).

Segundo a Abraji, a jornalista entrevistava uma capitã da Polícia Militar (PM) sobre a preferência da corporação em fazer proteção apenas dos manifestantes em uma das faixas da Paulista, quando o homem se aproximou e começou a ofendê-la, aos gritos.

A repórter pegou o celular para registrar a agressão e afirmou que faria um boletim de ocorrência contra o homem, que, em seguida, lhe deu uma cabeçada.

Ataques online

Os ataques acontecem também na internet. Repórteres têm os perfil inundados por xingamentos e até mesmo por ameaças.

“Ofensas, assédio e ameaças a jornalistas com o objetivo de silenciá-los são sintomas de desprezo pela democracia. É urgente e necessário que os candidatos no pleito atual se manifestem publicamente contra tais ataques e os desencorajem. O silêncio diante da violência praticada por seus apoiadores configura conivência com ataques à liberdade de expressão”, argumenta a Abraji.

Um estudo feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP) mostra que – entre 18 de setembro e 2 de outubro – 945,3 mil postagens no Twitter abordaram a cobertura da imprensa em relação às eleições.

Ao longo do período analisado, a Abraji se manifestou em três ocasiões contra agressões online cometidas contra jornalistas.

No dia 25 de setembro, uma repórter da Folha de São Paulo foi alvo após publicação da reportagem “Ex-mulher afirmou ter sofrido ameaça de morte de Bolsonaro, diz Itamaraty”.

Três dias depois, a associação repudiou os ataques aos jornalistas responsáveis pela reportagem “O outro Bolsonaro”, capa da revista Veja e a uma repórter do The Intercept Brasil.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Antes do PT chegar ao poder nada disso acontecia. O PT nasceu no sindicalismo, e o sindicalismo prega a divisão. Tai o resultado.

  2. Tadinhos…

    Merecem uma coroa, mas de espinhos!

    Muiros desses canalhas não estão preocupados em trazer notícias sobre os problemas do país, mas apenas em criar reportagens inúteis que não agregam em nada ao futuro do nosso país, como por exemplo a notícia da remoção de uma placa de rua ilegal com o nome de Mariele.. uma verdadeira falta de assunto.

    "Canalhas 1000x!"

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Política

Outro lado está desesperado e quer vencer sem debater, diz Haddad sobre Bolsonaro

Em seu ato final de campanha antes do primeiro turno da eleição presidencial neste domingo (7), o candidato Fernando Haddad (PT) afirmou que os aliados de Jair Bolsonaro (PSL) “estão desesperados” com a possibilidade de um segundo turno entre os dois candidatos.

“O outro lado está desesperado. Acham que se Bolsonaro tiver que debater [num segundo turno], ele vai derreter. Querem decidir a eleição sem debate e isso é ruim para a democracia”, afirmou o petista.

Haddad participou de uma caminhada em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia com 600 mil habitantes, ao lado do governador da Bahia Rui Costa (PT).

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Não precisa debate, o que os petralhas fizeram com o país é o que o povo está condenando. Miséria, violência e desemprego tem gosto amargo.

  2. Só pra lembrar vcs, Bolsominions, que são "contra" a corrupção (dos outros), Temer vai ganhar uma embaixada de seu comandante na Europa (Itália).

  3. Venezuela ? Ah é, aquele lugar que o povo passa fome, que está com uma inflação de 1 milhão por cento e que o PT, PSOL e partidecos de esquerda defendem

  4. Não é que o coiso não queira debater… é que ele não sabe nada…só entende ódio e violência. Nada mais.
    Se abrir a boca, perde a eleição…

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG VOTOS VÁLIDOS GOVERNO: Fátima cai para 42% e consolida segundo turno; Carlos Eduardo sobe para 31% e Robinson tem 17%

A eleição do Rio Grande do Norte deverá ser definida em dois turnos entre Fátima Bezerra e Carlos Eduardo Alves, que têm 42% e 31% dos votos válidos, respectivamente, na projeção para a eleição deste domingo, segundo pesquisa Seta.

No campo da pesquisa de 29 de setembro e 1º de outubro, Fátima tinha 50% dos votos válidos, indicando a possibilidade de vitória em primeiro turno, contra 25% de Carlos Eduardo. O governador Robinson Faria oscilou 1% para baixo, indo de 18% para 17%.

Nesse cenário, em que não são contabilizados votos brancos e nulos, Breno Queiroga marca 6% e Professor Carlos Alberto tem 3%. Dário Barbosa marcou um ponto percentual.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

Opinião dos leitores

  1. Observando os debates, pude analisar que o candidato mais preparado é Breno Queiroga.
    E o que fala com muita lucidez e confiança. 77

  2. É mesmo???
    A candidata do PT não iria ganhar no primeiro turno??
    Caiu 8%????
    Precisamos de pesquisas mais sérias.
    Que não expressem na última hora o resultado fiel do eleitorado.

  3. Vamos acabar com essa bagunça amanhã Fátima governadora e Bolsonaro presidente pra acabar com essa fole…..

  4. Fatima vai quebrar esses institutos leva no primeiro turno como também Bolsonaro leva no primeiro

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO REJEIÇÃO: Fátima sobe 3% e chega a 18%, Robinson (30%) e Carlos Eduardo (8%) mantêm índices

Os números de rejeição na corrida pelo Governo do Estado tiveram alta para a candidata do PT, Fátima Bezerra, que agora tem 18%. No campo de 29 de setembro a 1º de outubro, ela tinha 15%.

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, e o governador Robinson Faria mantiveram seus índices, de 8% e 30%, respectivamente.

Breno Queiroga, Freitas Júnior e Dário Barbosa tiveram 1% cada.

Votos nulos e em ninguém são 19% e 21% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG ESTIMULADA GOVERNO: Fátima cai para 29%, Carlos Eduardo sobe para 21% e Robinson oscila na margem de erro e tem 12%

A candidata do PT ao Governo do RN, Fátima Bezerra, terminou a campanha eleitoral com 29% de intenções de votos estimuladas, indica pesquisa Seta, uma queda de três pontos percentuais sobre o último levantamento, com campo entre 29 de setembro e 1º de outubro.

;o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves subiu de 16% para 21% no período. Já o governador Robinson Faria oscilou de 11% para 12%

Breno Queiroga dobrou as intenções, passando de 2% para 4% e o Professor Carlos Alberto manteve os mesmos 2%.

Votos nulos e em ninguém são 27% e 5% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

Opinião dos leitores

  1. BG essa pesquisa houviu quantas pessoas?? em quantas e quais cidades ??e qual o registro dela no TRE??

    Aí é a famosa lavagem cerebral, ninguém aguenta mais essas pesquisas, onde está na frente o candidato que pagou mais ou quem fez o está defendendo! #17

  2. Amanhã vai ser 4️⃣0️⃣4️⃣0️⃣ Federal , 4️⃣0️⃣3️⃣3️⃣3️⃣ Estadual , 1️⃣7️⃣ Presidente ! Minha bandeira é verde e amarela! Vermelha JAMAIS !!!!

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG ESTIMULADA GOVERNO 2º TURNO: Fátima começaria disputa com 34% contra 28% de Carlos Eduardo

A candidata do PT ao Governo do RN, Fátima Bezerra, começaria o segundo turno da campanha para Governo do Estado com vantagem de 6%. Ela teria 34% contra 28% de Carlos Eduardo Alves

Votos nulos e em ninguém são 34% e 4% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

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Política

Lula completa 6 meses de prisão e pede voto em Haddad de presente de aniversário

No domingo (7) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa seis meses de encarceramento em Curitiba de um total de 12 anos e 1 mês de sentença.

O ex-presidente está impedido de votar pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, mas aproveitou a data para pedir voto para Fernando Haddad (PT).

“Dia 6 de outubro é o meu aniversário oficial. Espero ganhar de presente no dia 7 de outubro o voto do povo brasileiro no Haddad”, disse em nota escrita a mão.

Opinião dos leitores

  1. Lula nasceu no dia 27 e não no dia 06, uma coisa que ele não perdeu é a capacidade de mentir e enganar.

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Política

Presidente do TSE diz que eleitores podem confiar nas urnas eletrônicas

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, disse neste sábado (6) que os eleitores podem confiar no sistema de votação do país.

“O recado que eu passo aos brasileiros é que amanhã teremos eleições em clima de tranquilidade, com confiança em nosso sistema eletrônico de votação e de transmissão de dados”, afirmou, após uma cerimônia para a verificação de assinaturas eletrônicas do software das urnas.

“O evento de hoje é mais uma etapa na linha da absoluta transparência do sistema eleitoral vigorante no país. Com minha palavra de confiança: Confiança, esperança e o desejo de um excelente voto a todos”, disse Rosa.

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também participaram do evento no TSE, além de ministros da corte.

Líder nas pesquisas de intenção de votos, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem contestado a legitimidade das urnas eletrônicas nos últimos meses.

O PSL está organizando uma grupo de voluntários para fiscalizar o resultado da eleição no domingo.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nas urnas eletrônicas tudo bem! Mas o computador central, que contabiliza a votação do País pode confiar?? Alguém tem poder pra manusear esse computador? Quem??

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Política

Relembre a ordem de votação na urna eletrônica

Neste domingo (7), os eleitores vão às urnas escolher o novo presidente do Brasil, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal. Também serão escolhidos os 1.059 deputados estaduais das assembleias legislativas e 24 deputados distritais, 513 deputados federais e dois terços, ou seja, 54 senadores (que ficarão os próximos oito anos no Congresso).

A ordem de votação sofreu uma pequena mudança este ano em relação ao pleito de 2014, quando o primeiro voto foi dado para o deputado estadual. A mudança decorre da Lei nº 12.976, de maio de 2014, que alterou o parágrafo 3º do artigo 59 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) .

Ordem de votação

O eleitor escolherá primeiro o deputado federal (quatro dígitos). Depois, será a vez de votar para um deputado estadual (cinco dígitos), dois senadores (três dígitos), um governador (dois dígitos) e, por fim, o presidente da República (dois dígitos).

Ao digitar os números, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Se as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde Confirma. Para o cargo de senador, o eleitor deve fazer a operação duas vezes.

A urna eletrônica também tem a tecla Corrige, que permite ao eleitor mudar o voto caso detecte algum erro.

A Justiça eleitoral disponibilizou um simulador de votação para o eleitor praticar e não se confundir no dia da votação.

Voto na legenda

Nos casos de deputado federal e estadual, o eleitor pode votar no partido, sem escolher um candidato específico. Neste caso, é preciso apertar dois dígitos (números do partido). Antes da confirmação do voto, a urna apresentará a informação do respectivo partido e mensagem alertando ao eleitor que, se confirmado o voto, ele será computado para a legenda.

Voto nulo e em branco

Há opção de anular o voto, nesse caso, basta votar em um número inexistente – que não seja de nenhum candidato ou partido – e confirmar.

Para votos em branco, há uma tecla específica na urna eletrônica.

Os votos nulo e em branco não são considerados válidos, ou seja não entram na contagem para escolha de um candidato, são usados apenas para estatísticas.

Cola eleitoral

Para facilitar e dar agilidade à votação, a Justiça Eleitoral sugere que o eleitor leve para a cabine de votação a cola eleitoral, em papel, com os números dos seus candidatos. Celulares não são pemitidos na cabine de votação.

Para serem eleitos chefes do Poder Executivo já no primeiro turno, os candidatos a presidente e os governadores precisam receber mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. Caso isso não aconteça, será realizado um segundo turno, em 28 de outubro, entre os dois que obtiverem maior votação.

Agência Brasil

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE ESTIMULADA: Pela primeira vez, Bolsonaro lidera com 29%; Haddad cai para 25% e Ciro oscila para cima e vai a 13%

Pela primeira vez na disputa eleitoral no RN, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera as intenções de voto. Ele tem 29% das citações.

Fernando Haddad, do PT, caiu para o segundo lugar, com 25%.

Em todos os levantamentos, Bolsonaro foi o segundo colocado. Seu crescimento vem sendo registrado nacionalmente, mas, no RN, continuava em segundo lugar.

A tendência já havia sido registrada na última pesquisa SETA, de 29 de setembro e 1º de outubro, quando houve empate técnico, com Bolsonaro marcando 26%, contra 30% de Haddad.

Os números também são favoráveis a Ciro Gomes, que oscilou para cima, saindo de 11% para 13%.

Em pesquisas eleitorais, é considerado crescimento ou queda quando os números se dão para além da margem de erro. Quando se trata de variação dentro dela, há oscilação.

Já o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, manteve os 2% da pesquisa anterior. A candidata da Rede, Marina Silva, oscilou um ponto para baixo, e agora só tem 1%, mesmo percentual de Cabo Daciolo, Henrique Meirelles, Álvaro Dias e João Amoedo.

Votos nulos e em ninguém são 19% e 6% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

Opinião dos leitores

  1. Çey…tão ajustando os números né kkkkkkk a distorção e a vergonha seriam enormes kkkkkkk esquerdistas norte-riograndenses vão ter que engolir o capitão #Bolsonaro1turno.

  2. Que … de SETA é essa? Veio de onde? Surgiu do nada? De quem é? Só pode ter motivação política pra dizer uma insanidade dessas!

  3. M. Vinícios, parabéns, não desmerecendo os D + comentários, mas se todos brasileiros pensassem como vc, educando os filhos assim, esse Brasil veio de guerra seria o melhor lugar do mundo pra se morar, não te conheço, mas Deus abençoe vc é sua família.

  4. sei … até ibope e datafoice que são de esquerda assumidos estão com os indices diferentes do seu a favor do #B17 , me poupe.

  5. Felizmente nós brasileiros é que estamos com o direito democrático de voto, portanto, escolher o melhor para nós. A minha escolha parte das minhas avaliações de cada Plano de Governo. Já votei em Collor; FHC; Lula; Dilma e até em Aécio. É fato e notório que a mídia é espaço adequado para o desenvolvimento de células ideológicas de esquerda. As escolas, universidades idem. Já fui aluno do CEFET e depois IFRN, tenho sobrinho na UFRN e filhas em uma escola particular e em todos os espaços citados lá estão professores pregando a ideologia de esquerda como único modelo de caminharmos. Os jovens e as crianças, assim como nós adultos estamos percebendo que não pode prevalecer uma única opinião, uma opinião que se diz capaz de dialogar dá boca para fora. Mas verdadeiramente não é capaz de dialogar. Não é capaz de reconhecer erros, tampouco reconhecer que a opinião alheia é melhor que a minha. Não posso na condição de pai e na frente das minhas filhas abertamente defender que o criminoso é o juiz que condenou determinado politico por corrupção, lavagem de dinheiro e etc. Não posso assegurar para os minhas filhas que o melhor a ser eleito é àquele politico que além de responder a 32 processos de desvio de verbas públicas e que representa um partido com mais de 20 outros políticos condenados por desviar verbas públicas. Afirmo para as minhas filhas que a escolha é independente, a escolha dever ter como principio uma dezena de requisitos e que dentre muitos requisitos avaliados o(a) escolhido(a) não é de longe perfeito(a). Não existe Ser Humano perfeito. Estamos e vamos em busca da Ordem e Progresso do Brasil!

    1. Kkkkkkk, omi tome um banho, é saudável e faz bem. Ajeite esse cabelo torto com Inhaca de maconha, e não mije e cague na rua não. Depois vote 17. Hehehe

  6. Hoje tem carreata para o Capitão 17 às 13h estarei lá. Nordeste nao tem dono. Nao queremos bandido falando em nosso nome!

  7. Tentaram influciar o eleitor e não conseguiram, agora publicam pesquisas com Bolsonaro na frente, pra não ficar tão feio! Pesquisas fujutas.

    1. Aceita que dói menos HSA ! o CAPITÃO 17 VAI CHEGAR 1️⃣7️⃣✅??????

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE REJEIÇÃO: Rejeição a Bolsonaro cai 3% e a de Haddad sobe 5%, mas capitão mantém liderança com 34%; petista tem 25%

A rejeição sobre os candidatos à Presidência da República também sofreu variação na reta final da campanha. Bolsonaro mantém a liderança, mas ele caiu de 37%, em 29 de setembro e 1º de outubro, para 34% agora.

Fernando Haddad, do PT, subiu 5%, saindo de 20% para 25%.

Em todos os levantamentos, Bolsonaro nunca liderou. A tendência de alta, todavia, já havia sido registrada na última pesquisa SETA, de 29 de setembro e 1º de outubro, quando houve empate técnico, com Bolsonaro marcando 23%, contra 26% de Haddad.

Os números também são favoráveis a Ciro Gomes, que cresceu de 8% para 11%

Gerlado Alckmin é rejeitado por 3%, enquanto Ciro Gomes e Marina Silva tem 2%, cada. Guilherme Boulos pontuou 1%

Votos nulos e em ninguém são 14% e 18% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

Opinião dos leitores

  1. Que tal outro ato como aquele circo dos horrores conhecido como #EleNão?
    Esse ato, que nada mais foi que a reunião de tudo de pior que uma sociedade produz, o chorume das castas esquerdistas, impulsionou a campanha de Bolsonaro porque muitos viram com seus próprios olhos o que se dizia a muito tempo: a esquerda prega a baderna, a anarquia, a falta completa de valores, de modos civilizados, etc.
    Obrigado a todos que participaram de forma indireta da campanha que libertará o Brasil.

    1. Aproveite a democracia para dizer essa besteira que você está dizendo. Quando, depois do seu voto, estiver amordaçado não terá esse direito de falar

    2. Rafael amordaçado é cego tá você, ê melhor JAIR SE ACOSTUMANDO 1️⃣7️⃣✅??????

    3. Democracia do pt
      Pode falar a vontade mas ninguém te ouve
      A não ser que seja respeitado o que eles querem

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Política

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE ESPONTÂNEA: Com 25%, Bolsonaro desbanca Haddad e é mais lembrado que petista, que tem 20%; Ciro cresce e vai a 11%

Pela primeira vez na disputa eleitoral no RN, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera o levantamento espontâneo. Ele tem 25% das citações.

Fernando Haddad, do PT, caiu para o segundo lugar, com 20%.

Em todos os levantamentos, Bolsonaro nunca liderou. A tendência de alta, todavia, já havia sido registrada na última pesquisa SETA, de 29 de setembro e 1º de outubro, quando houve empate técnico, com Bolsonaro marcando 23%, contra 26% de Haddad.

Os números também são favoráveis a Ciro Gomes, que cresceu de 8% para 11%

Em pesquisas eleitorais, é considerado crescimento ou queda quando os números se dão para além da margem de erro. Quando se trata de variação dentro dela, há oscilação.

Já o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, manteve os 2% da pesquisa anterior. A candidata da Rede, Marina Silva só tem 1%, mesmo percentual de Cabo Daciolo, Henrique Meirelles e Candidato de Lula, conforme responde o entrevistado como lhe convém.

Votos nulos e em ninguém são 19% e 18% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nos dias 3 e 4 de outubro. Foram 1.700 entrevistas nas regiões do Estado. O levantamento tem margem de erro de 2,4% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob os protocolos BR-00101/2018 e RN-01594/2018.

Opinião dos leitores

  1. Bolsodoido, as dificuldades hoje vem do romoimento com as políticas do Lula. Tiraram direitos dos trabalhadores, congelaram os recursos por vinte anos, reduziram o ganho real, aumentaram combustível, gás, energia, cortaram programas sociais, reduziram investimentos, tudo isso quebrou o país e o doido achando que é o PT. Agora tão prometendo botar mais um pouco, tirando o décimo terceiro e um terço de férias e vc vai dizer mito, mesmo com o fumo dentro, é culpa do PT.

    1. Quem estava no poder nos últimos 20 anos ??? Deixa de mentira e hipocrisia , os corruptos serão lavados do Brasil … lava a jato neles …

  2. Até que enfim o Nordeste e sua pobre massa de manobra está acordando! CHEGA de ROUBOU MAS FEZ! O POBRE que antes se iludia por ter tido, ESTIMULADO de FORMA IRRESNPOSÁVEL, o seu poder de consumo, mas que agora não pode comprar sequer um alfinete porque está endividado até o talo (e a economia estagnada justamente pela falta de poder de compra do brasileiro, não o permitirá comprar nem tão cedo), enfim ESTÁ ACORDANDO. Acordando para ver que tudo que o PT, supostamente deu aos mesmos, está tirando por sua política econômica errônea, baseada apenas no consumo interno, e claro, pelo MAIOR PROGRAMA DE CORRUPÇÃO JÁ CRIADO E EXECUTADO NO MUNDO! #MudaBRASIL #PTNuncaMais

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Política

Haddad precisou reatar com o PT para assumir candidatura de Lula

Assim que encaixou o boné vermelho com a marca do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na cabeça, Fernando Haddad, 55, mudou de ideia e tirou o adereço. Como se estivesse constrangido por ter recusado o presente de um militante, voltou a vesti-lo. Antes que os fotógrafos pudessem clicá-lo, recuou de novo e descartou a peça.

O candidato escolhido para levar o PT de volta ao poder encarna um dos momentos mais conflituosos vividos pelo partido. Cercado por milhares de pessoas naquele domingo em Juazeiro (BA), há duas semanas, Haddad surfava na onda do lulismo e disparava nas pesquisas. Agora, às vésperas do primeiro turno, se vê obrigado a voltar ao Nordeste para conter um maremoto antipetista.

“Eu preciso fazer em vinte e poucos dias o que outros fizeram em seis meses”, disse à reportagem no intervalo de uma gravação. A rejeição crescente ao PT dificultou a ideia de Haddad de se apresentar como uma alternativa amena ao que ele mesmo classificava como a “barbárie”, representada por Jair Bolsonaro.

A adesão em massa de empresários e políticos ao candidato do PSL assustou o comando de sua campanha no início da semana. “Jogaram a toalha muito cedo e decidiram servir de escada para o Bolsonaro”, lamentou o petista em uma conversa com aliados.

Para chegar com fôlego à votação deste domingo (7), o PT decidiu dobrar a aposta em redutos tradicionais, como o Nordeste. Se confirmar a vaga no segundo turno, o figurino moderado será a principal aposta de Haddad.

O professor universitário de classe média não era a primeira opção dos petistas para substituir Lula após a prisão do líder petista. Seu destino só foi selado nos acréscimos.

Forçado pela legislação eleitoral a definir seu candidato a vice-presidente, o comando do PT fez uma visita-relâmpago a Lula em sua cela em Curitiba dois dias antes da convenção da sigla, marcada para 5 de agosto.

O ex-presidente sugeriu, então, que fosse feita uma última consulta a Jaques Wagner. O ex-governador baiano, seu amigo, era considerado um político com mais traquejo eleitoral que Haddad, com capacidade de acelerar a transfusão de votos de Lula especialmente no Nordeste.

Ao deixarem a carceragem da Polícia Federal, dois dirigentes do partido telefonaram para Jaques, no caminho até o aeroporto. Pelo viva-voz, a dupla ouviu do ex-governador a negativa final, com uma frase repetida por meses em conversas reservadas: “Não vou substituir Lula”.

Naquela data limite, Haddad se tornou oficialmente o plano B dos petistas. Em uma articulação engenhosa, ele foi indicado como vice do ex-presidente preso. A vaga de vice do vice foi oferecida a Manuela D’Ávila, fechando o apoio do PC do B à chapa.

A missão não caiu simplesmente no colo de Haddad. O ex-prefeito de São Paulo (2013-2016) trabalhou para recompor suas pontes com o PT, apagar algumas decepções, mergulhar nas estruturas orgânicas do partido e reforçar sua relação com Lula.

Haddad confidenciou a alguns auxiliares que se sentiu abandonado depois que sua candidatura à reeleição foi derrotada em primeiro turno, há dois anos. Ele e sua equipe mais próxima ficaram sem espaço na máquina partidária, com uma dívida milionária de campanha para quitar.

Depois que deixou a prefeitura, Haddad se dedicou a dar palestras e aulas na universidade. Rodava de carona com um assessor, num Fox branco amassado dos dois lados. Auxiliares batiam à porta de artistas e empresários pedindo doações para zerar as contas. Por alguns meses, ao longo de 2017, ele cogitou deixar o PT.

O próprio Lula fez os gestos que facilitaram a reaproximação de Haddad com a legenda. No fim do ano, chamou o afilhado para acompanhá-lo em suas caravanas pelo país, deu a ele a coordenação do programa de governo de sua candidatura e, numa conversa reservada, disse que, se eleito, gostaria que ele fosse seu ministro da Fazenda.

Nos meses seguintes, consolidou-se a expectativa de que Lula teria sua condenação confirmada e ficaria impedido de se candidatar, embora petistas acreditassem que ele ficaria em liberdade. Haddad defendia, naquela época, que o PT formasse uma frente com partidos de esquerda, abrindo mão até de lançar um candidato próprio.

A proposta seguia uma lógica que ele havia verbalizado quase dez anos antes, quando era ministro da Educação. Assessores que trabalhavam com Haddad contam que ele pregava a união imediata de grupos que considerava progressistas para frear uma onda conservadora.

O auge dessa pressão ocorreu em 2011, quando a pasta contratou uma ONG para elaborar um material de orientação de professores para combater a homofobia em sala de aula. O pacote foi batizado de “kit gay” pela bancada evangélica, que protestou até que a então presidente Dilma Rousseff engavetasse o programa.

O caso, ironicamente, é explorado com frequência por seus adversários –como José Serra (PSDB) na disputa pela prefeitura em 2012 e Jair Bolsonaro neste ano.

A semente da frente única levou o petista a uma conversa com Ciro Gomes (PDT), em fevereiro, no apartamento do ex-deputado pedetista Gabriel Chalita, em São Paulo.

Ciro desfiou elogios a Haddad, disse que uma chapa composta pelos dois seria um “dream team” (time dos sonhos) e, num aceno de humildade, se ofereceu para ser seu vice. O petista retribuiu e afirmou que, por antiguidade, a candidatura caberia ao colega.

A prisão de Lula em abril mudou os planos. O PT passou a considerar essencial o lançamento de um candidato para liderar uma defesa pública do ex-presidente.

O partido considerava Ciro pouco confiável para esse papel e se irritou com declarações em que ele se recusava a considerar Lula um preso político.

No início de maio, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, disse a aliados que o apoio da sigla a Ciro não seria aprovado “nem com reza brava”.

Cid Gomes, irmão do candidato pedetista, enviou uma mensagem em tom de ironia: “De grosseria em grosseria, constrói-se um país”. Gleisi respondeu: “Respeito o senhor, mas de grosseria o Ciro entende”. Os dois nunca mais se falaram.

Embora Haddad não soubesse, o caminho começava a se abrir para ele. Ao se tornar responsável pela elaboração do programa de governo petista, ele havia sido alçado a um papel de destaque na política interna da legenda, mas ainda precisava derrubar algumas barreiras.

A prisão do ex-presidente havia interrompido seus canais de comunicação. Haddad foi, então, orientado a reaver sua carteirinha da Ordem dos Advogados do Brasil para que pudesse ser incluído na defesa do presidente, com acesso livre à carceragem da PF.

Dois meses depois, deu um passo em direção a dirigentes do principal grupo da base petista. Filiou-se à corrente Construindo um Novo Brasil e criou pontes com dirigentes próximos de Lula, como o ex-presidente da sigla Rui Falcão e o tesoureiro Emidio de Souza.

O novo batismo não eliminou todas as tensões. Com frequência, o candidato é criticado por se desviar de algumas linhas mestras do partido.

Gleisi e outros comandantes do partido ficaram contrariados quando Haddad fez um aceno de moderação na economia ao admitir a urgência de uma reforma da Previdência, desautorizando o economista Márcio Pochmann, ligado à direção da legenda.

Também houve irritação quando Haddad, pressionado em uma entrevista à CBN, respondeu com um peremptório “não” sobre a possibilidade de conceder indulto a Lula caso eleito. Para os petistas, não há hipótese de o ex-presidente continuar na cadeia.

Uma comparação feita há anos pelo ex-presidente é evocada com frequência para descrever o perfil light do candidato: um petista com cara de tucano. Enquanto boa parte dos quadros do PT paulista se formou no Sindicato dos Bancários, Haddad fez militância na faculdade de direito do Largo do São Francisco e depois foi trabalhar nos escritórios do Unibanco como analista de investimentos, no fim da década de 1980.

Haddad lembra: “Fazia análise macroeconômica, projeções de PIB e câmbio. Pedi demissão para fazer doutorado em filosofia. O chefe do departamento arregalou os olhos, até me ofereceu uma promoção, mas acho que eu decidi muito cedo não ganhar dinheiro”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Nordeste celeiro dos passa fome….incrível como esses bandidos conseguem iludir os idiotas aqui

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Política

Saiba o horário de votação na eleição deste domingo

O primeiro turno das eleições 2018 será realizado neste domingo, dia 7 de outubro. Os eleitores deverão comparecer aos locais de votação entre as 8h e as 17h (horário local).

Aqueles que estiverem na fila das seções eleitorais após às 17h ainda poderão votar.

Caso perca o prazo e não consiga votar, o eleitor terá até 60 dias para justificar o voto em qualquer cartório eleitoral.

Mesmo os que não votarem no primeiro turno, deverão votar normalmente em um eventual segundo turno, no dia 28 de outubro. Cada turno é visto como uma nova eleição.

Agência Brasil

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