Os trabalhadores de bancos públicos e privados de todo o país terão reajuste salarial acima da inflação neste ano. Ao todo, a categoria conquistou 5% de aumento a partir de 1º de setembro.
Pelas estimativas da confederação nacional dos bancários, o reajuste deverá ser de 3,78%, que é a inflação estimada para o período, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), mais 1,18%.
A categoria aceitou ontem a proposta feita pelos patrões em assembleias em São Paulo e outras cidades. Para o Sindicato dos Bancários de Osasco e Região, a maior vantagem foi conseguir manter direitos da convenção coletiva em vigor, que são anteriores à reforma trabalhista. “Os bancários já são uma referência de conquista de direitos para todos os trabalhadores. Somos uma das únicas categorias com uma convenção coletiva nacional e nossa mobilização avançou esse ano”, disse Ivone Silva, presidente do sindicato.
Os cálculos da entidade são de que, entre 2004 e 2019, a categoria terá aumento real acumulado de 23,5% nos salários e de 44,7% no piso.
A nova convenção deverá ser assinada na sexta-feira e valerá por dois anos. Em setembro de 2019, os bancários terão a reposição da inflação mais 1% de ganho real.
Ao todo foram dez rodadas, em uma negociação que começou em junho. A primeira proposta era para repor somente a inflação, o que não foi aceito pelos trabalhadores. Depois, ofereceu-se mais 0,5%, o que também rejeitou.
REAJUSTE
Os bancários de bancos públicos e privados terão reajuste salarial de 5%, aumento deverá cobrir a inflação do período e garantir ganho real de 1,18% para a categoria
Como fica a partir de setembro:
Piso escritório após 90 dias: R$ 2.302,52
Piso caixa/tesouraria após 90 dias: R$ 3.110,40
PLR: 90% do salário + R$ 2.355,76 (podendo chegar a 2,2 salários) e parcela adicional de 2,2% do lucro líquido, dividido linearmente entre os trabalhadores, com teto de R$ 4.711,52
Auxílio-refeição: R$ 35,18 por dia
Cesta alimentação e 13ª cesta: R$ 609,87
Auxílio creche ou babá (para filhos até 71 meses): R$ 468,42
Como é hoje:
Piso escritório após 90 dias: R$2.192,88
Piso caixa/tesouraria após 90 dias: R$ 2.962,29
PLR: 90% do salário + 2.243,58 (podendo chegar a 2,2 salários) e parcela adicional de 2,2% do lucro líquido, dividido linearmente entre os trabalhadores, com teto de R$ 4.487,16
Auxílio-refeição: R$33,50 por dia ou R$ 737 por mês
Cesta alimentação e 13ª cesta: R$ 580,83
Auxílio creche ou babá (para filhos até 71 meses): R$ 446,11
Fontes: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro)
Em meio à guerra aberta por membros da ala conservadora da Igreja Católica, o papa Francisco afirmou nessa quarta-feira (29), durante sua audiência geral, que o divórcio é “uma coisa feia” e não representa o “ideal de família”.
Papa Francisco posa com grupo mexicano na audiência geral, no Vaticano. Foto: ANSA / Ansa – Brasil
A declaração foi dada dias após o Pontífice ser acusado de acobertar casos de abuso sexual pelo arcebispo italiano Carlo Maria Viganò, adversário aberto de Jorge Bergoglio dentro do clero. A carta com a acusação é vista como uma possível ação orquestrada pela fatia conservadora do episcopado dos Estados Unidos.
“É uma moda, lemos até nas revistas: tal pessoa se divorciou. Por favor, isso é uma coisa feia. Eu respeito tudo, mas o ideal não é o divórcio, a separação, a destruição da família. O ideal é a família unida”, declarou Francisco, acrescentando que a humanidade necessita do “amor duradouro” que “nos salva da solidão em meio às mentiras da cultura do momentâneo”.
O Pontífice é a favor de aberturas da Igreja a divorciados e abordou o tema na exortação apostólica “Amoris laetitia” (“A alegria do amor”), que deu a cada paróquia o poder de decidir se pessoas que se separaram podem comungar.
O documento rendeu ao Papa acusações de “heresia” por parte de dezenas de padres conservadores e um questionamento público feito por quatro cardeais, incluindo o norte-americano Raymond Burke.
As três principais campanhas ao governo do RN já somaram em receita arrecadada R$ 6.064.666,67.
A origem dos recursos e proporção pode indicar o empenho das legendas sobre os candidatos.
Neste ano, está proibida a doação empresarial. Toda a campanha será basicamente custeada por dois fundos: o eleitoral e o partidário. Para entender: o fundo eleitoral foi criado especialmente para a eleição. O fundo partidário já existe e serve para a manutenção das atividades partidárias.
Apesar de ter recebido nominalmente R$ 1,67 milhões, a campanha de Fátima Bezerra parece não ser prioridade da direção nacional do PT. O valor significa apena 0,84% dos recursos a que o partido tem direito sobre o fundo eleitoral.
Carlos Eduardo recebeu bem menos, R$ 908 mil, mas o valor não é do fundo eleitoral, e sim do fundo partidário, sendo mais de 4% dos valores a que o PDT nacional receberá até a eleição de outubro.
O governador Robinson Faria já recebeu do fundo eleitoral R$ 3.480.000,00, o que representa 3,19% a que o PSD tem direito sobre o fundo eleitoral.
Dos três candidatos, apenas Fátima Bezerra já lançou despesas de campanha indicando com o que tem gastado o dinheiro.
Concorrendo por Minas Gerais, Duda Salabert (PSOL) é a primeira candidata travesti ao Senado – Divulgação
Cinquenta e dois candidatos trans e travestis concorrem a um cargo no Legislativo nas eleições deste ano. O número é dez vezes maior do que em 2014, segundo levantamento feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), organização que reúne 127 instituições que promovem ações afirmativas em todo o Brasil.
O aumento vem na esteira de duas decisões do Judiciário — uma do Supremo Tribunal Federal (STF), outra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — que possibilitou a alteração para o nome social e identificação de gênero de eleitores e candidatos transexuais e travestis.
Primeira mulher trans no vôlei profissional, Tifanny Pereira de Abreu, de 34 anos, jogadora do Sesi Bauru, é candidata à Câmara pelo MDB de São Paulo. No esporte, a atleta disputou em times masculinos antes de terminar a transição de gênero. Depois de decisões de entidades superiores da modalidade, passou a jogar em equipes femininas. Na urna, não terá problemas por causa da resolução do TSE.
Nestas eleições, o Brasil tem, pela primeira vez, uma candidata travesti ao Senado.
É Duda Salabert, 36, que concorre em Minas Gerais pelo PSOL. É professora e preside uma ONG que oferece apoio a travestis e transexuais em Belo Horizonte.
— A expectativa de vida de uma travesti não chega a 35 anos no Brasil. Existe preconceito na sociedade, dentro do meio LGBT e dentros dos partidos de esquerda e de direita. Os partidos são espelhos da sociedade — afirma Duda.
A Polícia Militar registrou a morte a tiros de um homem de identidade a ser confirmada em frente a uma padaria na rua Oiti, no conjunto Cidade Satélite, bairro Pitimbú, na Zona Sul de Natal. O crime foi cometido na manhã desta quinta-feira(30).
Segundo a PM através de informações de testemunhas, pelo menos quatro homens estavam em um carro, que parou na frente do estabelecimento. Logo após os disparos contra a vítima, fugiram em disparada. A PM ainda fez buscas pela região, mas nenhum suspeito foi encontrado.
O WhatsApp continua sendo terra de ninguém. Além de ser campo fértil para disseminação de boatos, o aplicativo também é um dos canais mais prolíficos para golpistas virtuais. Desta vez, os usuários do app foram alvo de uma campanha enganosa que promete refeições grátis na rede de fast food McDonald’s, como identificou a empresa de segurança Kaspersky.
Trata-se, como sempre, de um ataque de engenharia social. A mensagem chega por meio de um conhecido, prometendo dois combos grátis do McDonald’s, em comemoração aos 78 anos da companhia. Uma pesquisa no Google já mostra que há algo errado: o McDonald’s foi fundado em 1955, tendo, portanto, apenas 63 anos.
Quando a vítima clica no link, ela é direcionada para um site que mostra quantos cupons (inexistentes, obviamente) restam. As orientações para obter o benefício também são simples: encaminhar a mensagem para todos os seus contatos e grupos do WhatsApp. A promessa é de que um código seria enviado por SMS após o compartilhamento.
Depois de garantir a difusão do link, vem a segunda parte do golpe, que visa monetizar o ataque. Esse passo pode ser realizado de várias formas: encaminhando a vítima para sites que oferecem serviços premium, incentivar a instalação de aplicativos legítimos em um sistema pay-per-install, direcionar a vítima para sites lotados de anúncios ou então oferecer um aplicativo maliciosos.
A Kaspersky também nota que o domínio em questão já foi utilizado em outros ataques que usavam o WhatsApp como método de difusão, o que facilita a identificação de que se trata de um golpe.
A empresa também dá algumas dicas de como evitar esse tipo de cilada:
Não clique em links: principalmente os recebidos de desconhecidos, nem em links suspeitos enviados por seus amigos via redes sociais ou e-mail. Eles podem ser maliciosos, criados para baixar malware em seu dispositivo ou para direcioná-lo a páginas de phishing que coletam dados do usuário.
Desconfie de mensagens SMS e anúncios no Facebook: essa é a mais nova modalidade dos golpistas, que têm usado especialmente as redes sociais para disseminar o golpe. Duvide de supostas ofertas recebidas por SMS. Para confirmar se a oferta exibida na rede social é real, abra o navegador, navegue até o site do varejista e busque o produto anunciado.
Verifique o nome do domínio e o cadeado de segurança: é comum entre phishers o registro de domínios usando o nome de marcas famosas e já conhecidas no mercado, porém mudando uma letra no nome. Dessa forma “sitedecompra.com” se torna “sitedeconpra.com” ou “saitedecompra.com”. Outra dica é verificar se o site possui conexão SSL (o cadeado de segurança), pois raramente sites fraudulentos o exibem.
Verifique quem é o dono do site: encontrou um site desconhecido com ofertas tentadoras? Antes de comprar consulte a lista do PROCON e também o Registro.br, na sessão “Whois”, que informa quem registrou o site. Golpistas geralmente usam endereços de e-mail gratuitos para registrar o domínio (Hotmail, Gmail, etc).
Os políticos da região do Vale do Assu, os dirigentes partidários e os eleitores mais atentos à movimentação em curso já dão como certa a pancada de votos que o deputado George Sores vai dar no adversário, o ex-prefeito de Assu, Ivan Junior na eleição deste ano.
Aliado de outros tempos, os dois passaram à condição de adversários ferrenhos após a traição de Ivan ao ex-deputado Ronaldo Soares, pai de George, e responsável por projetar Ivan na vida pública lhe dando a mão e espaço no grupo.
George vem trabalhando consistentemente e com bases solidas, enquanto Ivan, apesar de aparecer bem nas pesquisas só na região, não devera ultrapassar 30 mil votos na coligação mais difícil que é formada pelo PSD / PSDB / PR / PRB e PROS.
Os próprios aliados começam a projetar que o potencial de voto conquistado até o momento deverá fazer Ivan Jr amargar uma suplência.
Na semana passada, Vanessa, a esposa de Ivan que é médica desistiu de concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados prevendo uma votação pífia para ocupar um posto em Brasília.
Ivan Júnior foi o maior Prefeito da história de Assú, engana-se quem pensa ou acha que Ivan não tem votos ou só tem em Assú, aliás, se a eleição fosse hoje, Ivan ganharia de George com ampla vantagem, basta comparar, pois a administração do doutor, irmão do deputado é reprovada por 84% do povo do Assú, o que por se só comprova a incompetência administrativa da atual gestão, não adianta querer desestabilizar a campanha de Ivan com esses chafurdo de quem não tem o que fazer, pq o deputado sabe que Ivan é forte e tem chance de conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa, bem como sabe que vai perder em Assú de LAPADA!!!!!!!!!!!!
E as idéias que essas pessoas, seus candidatos e partidos defendem, QUAIS SÃO? Os eleitores sabem o que defendem?
Na verdade, essas disputas são estimuladas pra fazerem as pessoas não pensarem quais idéias esses candidatos e partidos defendem. Precisamos ficar alertas pra fazermos as mudanças e as limpezas reais nos parlamentos.
Candidaturas e partidos novos com posturas e idéias antigas não nos faltam.
Uma Operação das polícias Civil e Militar resultou na prisão de seis homens na manhã desta quinta-feira (30) em Macaíba, na Grande Natal, suspeitos de fazerem parte de uma facção criminosa que tem origem nos presídios de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a ação teve o objetivo de diminuir os crimes de homicídio e assaltos que vêm ocorrendo na região.
A operação se deu em razão do cumprimento de mandados de busca e apreensão. Na ocasião, foram apreendidos um revólver, uma espingarda calibre 12 de fabricação caseira, além de munições e drogas.
Parabéns polícias. Essa integração tem trazido bons resultados pra segurança do RN. A missão não é fácil, mas com trabalho árduo dos guerreiros da Segurança Pública estamos melhorando. Continuem trabalhando, não esmoreçam.
Uma mulher de 45 anos e se filho, de 18, fora assassinados a tiros, dentro de casa, no município de Serra de São Bento, no Agreste potiguar, na noite dessa quarta-feira (29). De acordo com informações preliminares, as vítimas foram surpreendidas por uma dupla armada, que arrombou a residência, efetuou os disparos e logo após fugiu em uma motocicleta com destino ignorado.
Segundo a Polícia, a mãe foi atingida por um disparo enquanto seu filho sofreu cinco tiros. A Polícia Civil investiga a motivação do crime.
Um defende facilitar o porte de armas para todos, diminuir a maioridade penal e priorizar relações diplomáticas do Brasil com Israel, Estados Unidos e Europa. O outro quer reduzir a presença de armamentos em todo o país, fazer com que a pena de prisão só valha para crimes graves e propõe retomar o foco da política externa na América do Sul e África.
Em termos de propostas políticas, Jair Bolsonaro (PSL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão em lados opostos na disputa eleitoral. Mas Marcos Alberto Monteiro, de 51 anos, está disposto a saltar de um “extremo ao outro” na eleição presidencial de outubro. E ele não é o único – integra os 6,2% de eleitores do petista entrevistados pela última pesquisa CNT/MDA que dizem que migrariam o voto para o deputado caso a candidatura do ex-presidente seja cassada com base na Lei da Ficha Limpa.
Motorista há 23 anos, Monteiro nasceu na Paraíba e atualmente mora em Brasília. Argumenta que tem simpatia pelo ex-presidente porque sua família, que mora no interior da Paraíba, melhorou de vida durante os dois mandatos do petista.
“Todo mundo ficou com televisão e internet em Catolé do Rocha. E botaram energia em todos os sítios”, justifica. Durante os dois mandatos de Lula (2003 a 2010), anos de crescimento econômico na América Latina como um todo, foram adotadas medidas de acesso ao crédito e estímulo ao consumo interno, além de programas de transferência de renda.
Mas Monteiro deixa claro que gosta especificamente de Lula – não tem simpatia especial pelo PT, não se considera de esquerda e acha que a situação do país voltou a piorar durante o governo Dilma Rousseff.
“Eu voto na pessoa dele (Lula). Não é o partido. Se ele indicar outra pessoa, eu já não voto. Se Lula não for candidato, eu voto no Bolsonaro”, afirmou à BBC News Brasil.
Na última pesquisa CNT/MDA, divulgada no último dia 22, os entrevistados que tinham Lula como primeira opção foram questionados sobre em quem votariam caso o ex-presidente seja impedido de concorrer, sendo substituído pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), atual vice na chapa.
Nesse cenário, metade dos eleitores de Lula entrevistados se disseram indecisos ou inclinados a votar em branco/nulo. Da outra metade, 17,3% votariam em Haddad, 11,9% iriam para Marina Silva (Rede), 9,6% apostariam em Ciro Gomes (PDT) e 6,2% responderam que, se o líder petista não concorresse, migrariam o voto para Bolsonaro. Na prática, o deputado do PSL ganharia 2,3 pontos percentuais.
O que explica essa migração de votos de um candidato visto como de esquerda para outro de direita?
Voto não-ideológico e preocupação com a violência nas ruas
Cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que há uma lógica por trás da migração de eleitores de Lula para Bolsonaro.
Segundo o professor da Universidade de Brasília (UnB) Lucio Rennó, o perfil desse eleitor é o de pessoas de classe média e classe média baixa que sentiram melhorias no governo Lula, mas que não são de esquerda, nem têm compromisso de lealdade com o PT.
Ao mesmo tempo em que enxerga no ex-presidente a lembrança de tempos melhores, essa parcela do eleitorado se identifica com o discurso de Bolsonaro em prol da “ordem” e da “tolerância zero” com o crime.
“É uma parcela do eleitorado que vive nas periferias e que está descontente com a classe política por conta dos escândalos de corrupção e dos altos níveis de violência que afetam, principalmente, as áreas periféricas”, diz Rennó.
“Quem tem conseguido dialogar diretamente com esse eleitorado é Jair Bolsonaro. Ele fala a língua desse eleitorado e faz isso com naturalidade.”
O perfil de quem migraria de Lula para o Bolsonaro é diferente daquele dos eleitores cativos do deputado que, segundo as pesquisas de opinião, são sobretudo pessoas com ensino superior e renda alta.
Morador de Taguatinga – região administrativa de Brasília com 250 mil habitantes –, Marcos Alberto Monteiro diz que sua principal preocupação é com a violência. Ele explica que optará por Bolsonaro, caso Lula não concorra, porque se identifica com a proposta do deputado de facilitar o acesso a armas.
“Ele falou que o cidadão de bem vai poder comprar a arma e tirar o porte. Hoje em dia, quem pode andar armado é bandido e polícia. Se a pessoa invade a casa da gente, ele amarra todo mundo e faz o que quer. Se o bandido souber que pode ter arma na casa das pessoas, ele vai agir diferente”, diz o motorista de 51 anos.
A pesquisadora em ciência política Carolina de Paula, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), reforça que segurança e emprego serão alguns dos temas centrais nas eleições, e que Bolsonaro pode captar eleitores de Lula mais vulneráveis aos efeitos do aumento da criminalidade.
“O eleitorado do Bolsonaro precisa ser pensado de forma mais heterogênea. Não é só um eleitorado conservador. É uma pessoa que está insatisfeita, que quer mudança e que se preocupa com a violência e o desemprego”, diz.
“É uma pessoa que sente que o Brasil piorou, está descrente com a política e tem saudade do tempo de Lula. Essa pessoa votaria no ex-presidente na esperança de voltar a este tempo. E migraria o voto para Bolsonaro também com essa expectativa de mudança.”
E para onde vão os outros votos de Lula?
Os cientistas políticos alertam que os padrões de transferência de voto podem mudar com o começo da propaganda eleitoral na TV e quando Haddad for apresentado oficialmente como candidato do PT. Como a candidatura de Lula ainda será julgada pela Justiça Eleitoral, o ex-prefeito ainda é apresentado como vice na chapa.
Por enquanto, a principal beneficiária da transferência de votos de Lula é Marina – citada por 11,9% dos eleitores como alternativa de voto depois do ex-presidente.
Segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quarta, no cenário em que Lula é substituído por Haddad, Bolsonaro passa à dianteira com 22%, seguido por Marina (16%), Ciro (10%), o tucano Geraldo Alckmin (9%), Álvaro Dias (4%) e Haddad (4%).
Segundo Carolina de Paula, por ter sido candidata à Presidência duas vezes (em 2010 e 2014), Marina é beneficiada pelo chamado “recall” – quando os eleitores optam por nomes que já conhecem. Segundo o Datafolha, depois de Lula, Marina é a candidata mais conhecida, por 93% dos entrevistados.
“A rejeição da Marina é uma das mais baixas, e o recall dela de 2014 é considerável. É a pessoa mais conhecida desse eleitorado. Como é um período em que as pessoas não viram quase nada dos programas eleitorais, elas não conhecem os candidatos”, diz a cientista política. “Muita gente cita o nome que vem à mente. Marina é mais conhecida.”
Lucio Rennó, da UnB, dá outra explicação para a transferência de votos de Lula para Marina. Segundo ele, a candidata da Rede seria capaz de agregar parcelas dos eleitores tanto de esquerda quanto os mais conservadores por adotar um discurso conciliador e ser “multifacetada”.
“A posição dela é a de achar um meio termo, de uma certa moderação. Ela tem um componente religioso que influenciou votos no passado. Foi militante do PT e tem o lado ambientalista. Essa ambivalência permite atrair eleitores com perfis distintos, tanto ideológicos quanto pragmáticos”, diz. “Por isso, Marina tem herdado parcela relevante dos votos que iriam para Lula. É uma escolha que deixa o eleitor confortável.”
Mas os especialistas também afirmam que parcela dos votos que a candidata da Rede receberia pode “derreter” – aumentando a migração para Haddad quando ele for anunciado oficialmente como o candidato de Lula e do PT.
Haddad aposta no horário da TV
O ex-prefeito de São Paulo é mencionado como opção de voto por 17,3% dos eleitores de Lula entrevistados pela pesquisa CNT/MDA.
Na prática, isso significa que o ex-presidente transferiria 6,5 pontos percentuais para o atual vice na chapa – pouco mais do que transferiria para Marina, 4,5 pontos percentuais.
Mas os cientistas políticos destacam que os resultados tendem a melhorar quando a campanha televisiva começar e Haddad for oficialmente apresentado como a “opção de Lula” para a Presidência. Segundo a pesquisa Datafolha, 30% dos eleitores do ex-presidente dizem que certamente seguiriam a indicação dele.
“Ele é muito desconhecido ainda, mas as pesquisas do Google mostram um aumento da procura pelo nome dele. E quando começar o horário eleitoral gratuito, com certeza teremos uma ideia mais clara da transferência”, diz Carolina de Paula.
Lucio Rennó ressalva, porém, que o PT terá muito mais dificuldade para emplacar o nome de Haddad do que teve para eleger Dilma presidente em 2010, um momento em que o índice de aprovação do governo Lula ultrapassava 80%.
“Tínhamos um governo bem avaliado pela população que tentava se manter no poder. Era um mesmo projeto sendo reeleito”, diz.
“Agora, o contexto é muito diferente. É um contexto de crise econômica que pode ser atribuído às políticas econômicas do PT. E você tem um candidato que foi prefeito de São Paulo com uma avaliação moderadamente negativa da população e que não foi reeleito.”
Ciro corre por fora
Principal nome da esquerda depois de Lula, Ciro foi mencionado por 9,6% dos entrevistados como alternativa no caso de o ex-presidente ser impedido de concorrer, conforme a pesquisa CNT/MDA.
Para os cientistas políticos ouvidos pela BBC News Brasil, o eleitor de Lula que migraria para o pedetista seria de esquerda e adepto de propostas voltadas à redução da desigualdade social, mas sem afinidade com o PT a ponto de votar em qualquer nome indicado pelo ex-presidente.
“É o eleitor mais à esquerda que apoia Lula, mas que não necessariamente é petista ou mesmo simpático ao PT”, diz Lucio Rennó.
“Você tem esse fenômeno de pessoas que votavam no Lula e não necessariamente simpatizavam com o partido, mas simpatizam com a agenda de redução da desigualdade. Esse eleitorado certamente tende a ser aquele que vai escolher Ciro.”
Para a pesquisadora Carolina de Paula, o eleitor que opta pelo pedetista conhece a agenda do ex-governador do Ceará e se identifica com ela por incluir bandeiras como a revisão da reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer (MDB).
“No caso do Ciro, a transferência de votos é ideológica. Ele tem posições que agradam a esquerda. Agora, ele ainda é desconhecido da maior parte dos eleitores. Quem votaria nele já o conhece, acompanha a carreira e sabe que os valores dele em termos de política e ideologia estão mais ligados à esquerda.”
Transferência aos demais candidatos
De acordo com a pesquisa CNT/MDA, os demais candidatos receberiam apenas um valor residual de votos de Lula – um percentual baixo a ponto de se enquadrar na margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Dos entrevistados, 3,7% disseram que se Lula não concorresse votariam em Geraldo Alckmin; 0,8% em Guilherme Boulos; 0,7% em Álvaro Dias; e 0,7%, em Henrique Meirelles.
“A gente precisa tomar muito cuidado com esses números muito baixos porque a gente não tem como afirmar se são diferentes de zero”, alerta o professor da UnB Lucio Rennó, para quem Alckmin dificilmente herdaria votos de Lula.
“Transferência de Lula para Alckmin é pouco provável, até porque os locais de votação onde eles disputam votos são distintos”, afirma.
A ptezada não são eleitores são fãs, votam até num cachorro, jumento etc etc.etc. Agora os que votaram no passado e não são fãs, são eleitores conscientes e enxergam no PT uma quadrilha bandidos e ladrões, esses sim vão de Bolsonaro com certeza
STF BENEFICIA SERRA E, DE TABELA, BENEFICIA PAULO PRETO.
Não bastasse o benefício em si que o senador José Serra (PSDB) recebe das cortes superiores, a decisão do (STF) Supremo Tribunal Federal de que estão prescritos os crimes atribuídos a ele pode beneficiar também o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.
O preço do litro da gasolina vendida nas refinarias aumenta nesta quinta-feira (30) de R$ 2,0829 para R$ 2,1079. Já o preço do diesel permanece estável em R$ 2,0316. O aumento obedece à política de preços da Petrobras para a gasolina e o diesel comercializados com as distribuidoras e que “tem como base o preço de paridade, formado pelas cotações internacionais”.
De acordo com a empresa, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. A Petrobras informa ainda que a gasolina e o diesel comercializados com as distribuidoras diferem dos produtos no posto de combustíveis.
Fernando Frazão/Agência Brasil
“São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis”.
A empresa explica também, em seu site, que “os preços médios informados consideram a média aritmética nacional dos preços à vista, sem encargos e sem tributos, praticados na modalidade de venda padrão nos diversos pontos de fornecimento, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média. Essa variação pode ser de até 12% para gasolina A e até 9% para o diesel A”.
O guru espiritual Sri Prem Baba, de 52 anos, está sendo acusado de abusar de discípulas de sua comunidade de seguidores em São Paulo. O caso foi denunciado pelos ex-maridos das vítimas durante um encontro de seus seguidores no último domingo (26).
De acordo com a coluna da Mônica Bergamo, do jornal ‘Folha de S. Paulo’, Sri Prem Baba se manifestou dois dias após o encontro. Em vídeo, o guru admite que se relacionou “com uma pessoa casada”, entre 2008 e 2010, e disse ainda que se envolveu com uma segunda pessoa.
A assessoria de Sri Baba diz que ele teve relações amorosas, mas nega a denúncia de abuso. O caso tem um impacto ainda maior pois o líder espiritual já se declarou celibatário anteriormente.
“O celibato é uma das traduções possíveis para o brahmacharya [preceito em que a pessoa transcende à sexualidade]. Mas não necessariamente ele é um celibato eterno”, diz Fabio Toreta, responsável pelo relacionamento institucional do movimento liderado pelo mestre hinduísta. “Até 2010, Prem Baba estava em uma busca”, completa.
Sri Prem Baba tem milhares de seguidores por diversos países. Segundo a reportagem, ele é considerado um “guru de celebridades”, sendo o mestre de artistas como Bruna Lombardi e Reynaldo Gianecchini.
Esse é igual a luladrão, de protetor da pátria contra os corruptos e defensor das minorias, passou a comandante do maior desfalque de dinheiro público que se tem notícias no mundo, até agora 100 bilhões e, parceiro de falcatruas com mega empresários nacionais, além auxilia-los nas expansões desses tentáculos nefastos, sobre o restante da América e África. Inclusive em alguns países democráticos, já foram desbaratas o modus operandi dessa quadrilha.
Eram 38 modelos diferentes com frases como “É melhor Jair se acostumando” e “Bolsonaro Presidente”.
No site das Lojas Americanas, também estavam à venda camisetas com a imagem de uma mão com quatro dedos dentro de um círculo com o sinal de proibido onde está escrito “Fora Ladrão”.
As peças custavam de R$ 34,93 até R$ 44,90. Existiam até modelos de roupas para bebês. As vendas eram feitas por empresas terceirizadas.
Procurados, as Lojas Americanas e o Submarino afirmam que: “A companhia desautoriza a venda de qualquer material de campanha política. Os produtos foram retirados dos sites e os sellers, advertidos”.
QUAL OUTRO SITE QUE VENDE, PARA EU RESERVAR A MINHA?
Vergonha é fazer parte de fã-clube de presidiário.
Deve ser gratificante usar camisa apoiando corrupto e condenado.
Deve ser gratificante usar camisa em apoio aos destruidores da ordem na sociedade brasileira, pais do desarmamento e filhotes do bolivarianismo.
Deve ser gratificante usar camisa pedindo que preso seja solto a revelia da lei
Se é essa sua visão de mundo, está no país errado, vá para Venezuela e Cuba
Vergonha alheia é usar camiseta exaltando bandido!
O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta quarta-feira, 29, que não quer os votos do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, a quem classificou como “projetinho de Hitler tropical”. Segundo Ciro, “uma fração dos brasileiros” tem uma pedra no lugar do coração, são egoístas e não se preocupam com os 13 milhões de desempregados”. O pedetista afirmou ainda querer “distância dessa gente”.
“Eu não quero buscar os votos de todo mundo, não”, respondeu, quando questionado sobre como faria para conquistar os votos de Bolsonaro nas eleições 2018. “Eu quero buscar os votos dos brasileiros, homens e mulheres, decentes, equilibrados, serenos, que têm solidariedade com os mais pobres. O Brasil tem uma fração da população, que respeito porque é o meu povo e quero ser presidente de todos, mas há uma fração que vive com uma pedra no coração, são egoístas, pouco estão se lixando para os 13 milhões de desempregados, pouco estão se lixando para o problema dos 32 milhões que vivem correndo da repressão nas ruas para vender”, disse.
“Bolsonaro não é ignorante; ele passou na Academia Militar das Agulhas Negras. Bolsonaro é mistificador, perigoso e fascista. (Ele) é um projetinho de Hitler tropical e muito mal preparado, porque Hitler pelo menos era um intelectual razoável”, complementou.
“(Esses brasileiros) estão pouco se lixando se 60 mil mulheres foram estupradas, fazem até piada. Dizem para uma própria colega, como o Bolsonaro disse, que não a estupra porque ela é feia”, lembrou. “Quantos desses estupros aconteceram porque o cara está escorado num candidato popular? Eu não quero agradar essa gente, quero distância dela”.
“Fui disparado melhor que o Bolsonaro (no JN), o que não é vantagem pra mim. Pensa num cabra despreparado, é uma coisa chocante. Não sei como alguém no Brasil, o povo brasileiro do jeito maravilhoso que é, aceita….”, disse, antes de corrigir sua análise. “Até entendo o povo. O Brasil está zangado com a política, sofrido, humilhado, muito assustado com a impotência do Estado de resolver os problemas. Ele (Bolsonaro) interpreta com despudor e desonestidade esses sentimentos instintivos básicos, primatas, de uma fração dos brasileiros. É preciso respeitar as pessoas, mas pedir a elas, pelo amor de Deus, em nome do futuro, que elas não brinquem com o futuro”, argumentou.
Ciro ainda comentou um episódio apelidado por Bolsonaro como “kit gay”, em referência a um material didático preparado pelo Ministério da Educação durante o governo Dilma Rousseff. O candidato do PDT disse que não veria problema se seu filho, de dois anos de idade, brincasse com uma boneca.
“Isso é uma grande baboseira, uma imensa baboseira que vai predispondo o estigma contra pessoas que, só por uma orientação sexual diferente, amam diferente do tradicional. O que nós temos com isso?”, questionou. “Eu tenho um filho de 2 anos e oito meses e, se ele ficar brincando com a boneca, eu brinco junto. Qual é o problema? Ou alguém acha que alguém vai afirmar a sua orientação sexual por causa de um brinquedo? Isso é de uma ignorância estapafúrdia.”
As declarações foram feitas em visita à sede da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil, em Brasília, onde Ciro assinou compromissos na área de educação.
SILVA,
O Bolsonaro é o único que tem condições de mudar esse pais da violência. O restante é só conversa, não tem condições de botar moral nesse pais. O Bolsonaro é arrochado. Ele vai cumprir o que está prometendo em acabar com essa violência. É por ai, depois bota ordem nas outras pastas.
Se ele resolver o problema do RJ tem meu voto. Ele devia tentar ser governador primeiro. Se vc der uma empresa média pra ele comandar eu não dou seis meses pra falir.
Demagogia barata. Não passará p 2o turno. Se passar vai ler as botas do adversário de Bolsonaro.
Demagogia barata. Não passa p 2o turno. Mentiroso. Veja como está o estado governado por ele. Mentiroso como todos raposa velha da política brasileira.
Na verdade esse coronel Ciro, que bate em mulher, vai receber Moro na bala, quer soltar luladrão e embriagado quer bater nas pessoas, tem que entender que os ELEITORES DO BOLSONARO É QUE NÃO VOTAM NUM MALUCO COMO ELE.
Tá bom de mais, vá atrás dos eleitores petistas de Lula seu ídolo preso por corrupção e lavagem de dinheiro. Atrás dos eleitores de Bolsonaro é perca de tempo, eleitores de Bolsonaro já estão decididos, querem mudar o Brasil, bota ordem nesse cabaré , nessa esculhanbacão que se encontra hoje. Então não perca tempo Ciro, passando pra não enganchar. Tchau!
Parece até que foi Ciro quem orientou a bancada do jornal nacional, porque os ataques que ele desferiu agora, foram os mesmos. Portanto, as respostas dadas por Bolsonaro no JN, foram mais do que convincente contra essas tentativas de deturpar as suas propostas e desejo de defender a pátria, melhor até assistir o vídeo dos âncoras da Globo atacando o mito, e ele com a sinceridade e honestidade se defendendo a altura.
Ao assumir o trono, Temer prometia tirar as contas públicas do vermelho. Falava em “recolocar o país nos trilhos”. A quatro meses do fim do mandato, comanda um trem fantasma. Entregará ao sucessor, entre outras almas penadas, uma cratera fiscal de R$ 139 bilhões para 2019.
Com os cofres no osso, Temer desistiu de congelar os reajustes salariais do funcionalismo. Pior: aceitou incluir no Orçamento do ano que vem o aumento dos contracheques do Judiciário.
Caótico, o governo Temer promoveu, nas pegadas do impeachment de Dilma Rousseff, uma farra salarial. Numa madrugada de junho de 2016, sob aplausos do Planalto, a Câmara aprovou 14 projetos com aumentos para 38 carreiras de Estado. Dizia-se na época que os mimos —mais de R$ 50 bilhões até 2019— tinham sido negociados por Dilma e já estavam computados no rombo fiscal.
A equipe econômica tentava agora levar ao freezer o pedaço do reajuste dos servidores previsto para o ano que vem. Coisa de R$ 6,9 bilhões. Temer parecia concordar. Mas decidiu tratar uma verba pública inexistente como se fosse dinheiro grátis. Liberou os reajustes sob o argumento de que cabe ao sucessor evitar o descarrilamento do trem fantasma. Michel Temer apertou o botão de “dane-se”.
A concessão de um aumento como esse, SIMPLESMENTE DESTRÓI O PAÍS. AS PESSOAS NÃO FAZEM IDEIA, VAI REFLETIR EM TODOS OS PODERES. VAI QUEBRAR O RESTINHO DO EXECUTIVO, DESGRAÇADO. O MEDO DE IR PRESO É GRANDE, VELHO SAFADO.
NOJO!
O presidente que ganhar tem que acabar essa farra!
Virou um puteiro as decisões e comportamento do STF!
Por isso só aumenta a corrupção, isso é revoltante!
Incrivel o absurdo!
O efeito cascata vai quebrar de vez o Estado e pior, sabe quando vai dar pra reajustar os salarios dos funcionarios publicos do baixo clero? NEM TÃO CEDO! Esses sim, sofrem com congelamento!
Atuar dessa forma é desconsiderar a realidade do quadro remuneratório da magistratura no Brasil. Uma realidade na qual o teto constitucional já vem sendo ultrapassado em mais do que o dobro do limite em inúmeros casos.
O conceito de subsídio praticamente se desfez, tendo sido sistematicamente burlado por uma série de verbas indenizatórias e gratificações autoconcedidas de forma administrativa, de caráter expressamente remuneratório, inexistentes como rubrica ou compensação na realidade do trabalhador brasileiro, público ou privado, até mesmo quanto aos que não recebem por subsídio, como exemplo do auxílio moradia, gratificação por atuação em processos de outra vara, etc.
GANANCIOSOS! AMBICIOSOS!
Vivem de privilegios!
FDP covarde, conivente com o trem da alegria desses marajás (juízes e promotores)!
Os caras já ganham em média mais de 50mil e ainda recebem num piscar de olhos mais de 6mil de aumento, isso é um absurdo!
Ficam com mimi de defasagem de reajuste, mas o povo nao é besta, pois a gente sabe que essa turma nunca perde, esqueceram que turbinaram seus salários com o auxilio moradia imoralmente??? E pior ainda receberam indenizações retroativas milionarias, sera que vao devolver com a queda da liminar?
PALHACADA!
Precisamos entender que na estrutura dos salários dos servidores públicos federais existem duas categorias de servidores. Os de primeira classe, que são servidores das carreiras típicas de Estado. Não chega a 10%. e têm os maiores salários do serviço público. E os 90% que seguram o dia dia de toda máquina pública federal que fazem parte do plano geral de cargos e salários.
Se esse reajuste fosse pra recompor o poder de compra dos 90% dos servidores do PCCS geral, também com percas salariais ao longo do tempo, independente dos governos passados, eu ficaria calado.
Mas, reajustar apenas pra esse setor, que é a fina flor do serviço público com os mais altos salários do serviço público, só aumenta o FOSSO, as INJUSTIÇAS e as DISTORÇÕES dentro de uma estrutura falida e desmontada.
pois é… pelo mesmo princípio da "isonomia" que rege o efeito cascata originado pelo aumento a ministros (que é estendido a todo o judiciário, ministérios públicos, etc), também deveria acontecer com os servidores. Ou seja, se será 10% para os federais, que também tivesse efeito cascata aos estaduais e municipais. Isso seria justo!
Bem o projeto dos candidatos será a reforma da Previdência Urgente pois vai faltar dinheiro para este tipo de aumento.
OU alguém acredita que a reforma da previdência está quebrada?
aí, os órgãos dos poderosos têm lastro para pagar 16,35% aos já abastados, sem falar em incorporar aos seus salários o imoral AUXÍLIO MORADIA ("vale-mansão", para quem já recebe mais de R$ 30000 /mês, mas não tem condições de pagar sua própria moradia…)!
Mas não tem para dar mais que 3,5% aos servidores que , de fato, sustentam a "máquina" com seu trabalho! Sequer recebem reposição conforme a inflação!
Fica notório que essa turma beneficiária do "efeito cascata" desses auto-reajustes imorais não trabalha em favor senão de si próprios… justiça? Sim, para eles mesmos.
Revoltante!
Na terceira entrevista do Jornal Nacional com os presidenciáveis nas eleições 2018, o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, foi questionado sobre a tolerância do partido com tucanos envolvidos em casos de corrupção e confrontado com as alianças que a sigla fez para chegar ao Palácio do Planalto.
O tucano, que é presidente nacional do PSDB, foi pressionado pelos apresentadores a responder por que não tomou medidas no âmbito partidário contra o senador Aécio Neves (MG), que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta prática de corrupção passiva e obstrução de Justiça no caso da delação da J&F, e o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, preso pelos crimes de peculato (apropriação indevida de bem) e lavagem de dinheiro no caso do mensalão mineiro.
“Aécio não foi condenado. Ele está sendo investigado. Vai responder para a Justiça. Não passamos a mão na cabeça de ninguém. Azeredo já está afastado da política há muito tempo. Vai sair do PSDB. Não precisa nem expulsar”, disse o presidenciável.
O âncora William Bonner insistiu no tema e Alckmin respondeu com uma indireta aos petistas que protestam contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato. “Nós não vamos na porta da penitenciária para contestar justiça. Não transformamos réu em vítima.”
Os âncoras também questionaram duramente as alianças de Alckmin na campanha e citaram o exemplo do acordo com Fernando Collor (PTC) em Alagoas para constrangê-lo.
O ex-presidente, que sofreu um processo de impeachment em 1992, é candidato ao governo alagoano com apoio do PSDB. “O PTC não me apoia. Ele apoia outro candidato. Não está na minha coligação”, respondeu.
Em outro momento, a jornalista Renata Vasconcellos corrigiu a informação e explicou que os tucanos apoiam Collor em Alagoas. William Bonner, por sua vez, citou o ditado popular “Diga com quem andas, e lhe direi quem é” e lembrou que os aliados do “Centrão’ somam 41 investigados na Lava Jato.
Alckmin então repetiu mais uma vez o mantra de que vai governar “com os melhores quadros de todos os partidos” e afirmou que a coligação é importante “porque o Brasil tem pressa” para aprovar reformas.
O ex-governador defendeu o ex-diretor presidente da Dersa, Laurence Casagrande, que foi preso por suposto superfaturamento nas obras do Rodoanel, e afirmou que seu ex-auxiliar foi “injustiçado”.
Ao ser perguntado sobre a expansão da facção criminosa paulista PCC de dentro do presídio durante seu mandato, Alckmin respondeu com um bordão: “Cana dura. São Paulo prende.”
Junto com pessoas feitas de certo material orgânico que possui a mesma característica, por certo.
Não vista a carapuça tão rápido.
Só menino bom com Geraldo Alckmin, já entra vendido é um tiro no claro, tá todo mundo vendo, se ilude quem quer. Ele, Geraldo mesmo disse. Diga com quem tu andas que te direi quem tu és.
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