Luzelena esperava corrigir um problema no coração. A cirurgia já tinha sido remarcada duas vezes e cancelada por falta de material no estado de Goiás. Vítima da bagunça no país tinha 61 anos, dois filhos e dois netos. ASSISTA REPORTAGEM REVOLTANTE, cada vez mais comum no país, clicando aqui
Uma adolescente foi morta a tiros na madrugada desta quinta-feira dentro de uma casa na comunidade Baixa do Rato, em Ceará-Mirim, cidade da Grande Natal. Um outro adolescente, de 17 anos, que também estava na residência, foi baleado e socorrido ao hospital. Os criminosos ainda incendiaram o imóvel.
Segundo a Polícia Militar, cinco homens invadiram a casa. Na residência estavam uma mulher e cinco filhos. Um dos filhos dela era a Juliana Marcelino. Ainda de acordo com os policiais, os bandidos queriam saber onde estava o namorado de Juliana. Como não foi encontrado, começaram a atirar. Os disparos atingiram a garota, que morreu no local.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) sediará nesta sexta-feira, dia 18 de maio, um evento para apresentar, em parceria com o Laboratório de Governança Pública da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o resultado do levantamento do índice de dados abertos da cidade de Natal.
Trata-se de um estudo realizado pela Open Knowledge Brasil e pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (DAPP/FGV) com o objetivo de avaliar o estado da política de dados abertos nos municípios.
Belo Horizonte, Brasília, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Uberlândia foram as cidades analisadas nesta fase do levantamento. O lançamento dos dados da capital potiguar será realizado no auditório do TCE, a partir das 8h30, do dia 18 de maio. As inscrições estão abertas e estão disponíveis pelo link http://www.tce.rn.gov.br/EscolaContas/Inscricoes.
O índice leva em consideração o tipo de dado que é divulgado, os formatos, a facilidade de acesso e a transformação dos dados em informação, entre outros. O estudo revela que apenas 1 em cada 4 bases de dados avaliadas pelo Índice de Dados Abertos de 2018 está 100% aberta.
São avaliadas dimensões como finanças públicas, dados socioeconômicos, legislativos e eleitorais, serviços públicos, informações geolocalizadas e indicadores ambientais. Além disso, é oferecido um parâmetro de referência sobre a capacidade dos governos de fornecer dados abertos, compreensíveis e fáceis de serem usados.
As avaliações ficaram a cargo de líderes locais que, ao longo do ano de 2017, contaram com capacitação e suporte das equipes da Open Knowledge e da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/DAPP).
A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou, por unanimidade, o último recurso do ex-ministro José Dirceu (PT) contra uma condenação sua na Operação Lava Jato.
A partir de agora, de acordo com o acórdão da condenação original, o juiz Sergio Moro pode determinar a qualquer momento que o petista comece a cumprir a pena de 30 anos, nove meses e dez dias de prisão, pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
No último dia 19 de abril, o colegiado (formado pelos desembargadores da 7ª e da 8ª turmas criminais do TRF4) já havia recusado os embargos infringentes do ex-ministro. No entanto, como aceitaram analisar o processo, permitiram que ele apresentasse novos embargos de declaração e protelasse em mais um mês a execução provisória da sentença.
José Dirceu foi considerado culpado por ter promovido vantagens indevidas à empreiteira Engevix em ao menos quatro contratos com a Petrobras, que lhe renderam pagamentos de propina, segundo a denúncia — a defesa nega as acusações. Votaram os desembargadores Salise Sanchotene, Márcio Rocha, Cláudia Cristófani, Victor Laus, Leandro Paulsen e João Pedro Gebran.
Paralelo a isso, segue tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus preventivo de Dirceu para evitar a prisão. O pedido de liminar foi negado pelo relator, o ministro Dias Toffoli, que encaminhou o caso para análise da Segunda Turma da Corte, o que ainda não ocorreu.
Concordo com o colega…a "justica" so serve para o PT.
E que o pt robou muito e é o primeiro da fila e os que voceis estão falando tem foro privilegiado como a Gleise Lindenberg é um monte do PSDB do DEM como Eunicio Renan Jader Barbalho e outos o PMDB
Uma decisão do juiz federal Haroldo Nader, da 6ª Vara Federal de Campinas, no interior paulista, suspendeu nesta quinta-feira (17) os benefícios do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo cargo ocupado de 2003 a 2010. O despacho do juiz de primeira instância obriga a União a retirar do ex-presidente quatro seguranças, dois motoristas e dois assessores.
A retirada dos benefícios foi solicitada em uma ação popular apresentada por Rubens Alberto Gatti Nunes, justificando que não seriam mais necessários em virtude da prisão do ex-presidente, que desde 7 de abril cumpre pena estabelecida pelo juiz Sérgio Moro na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR).
Em sua decisão, o juiz justifica que ocorre desvio da finalidade, custeados pelo erário, com a manutenção e custeio de seguranças individuais, veículos com motoristas e assessores, “a um ex-presidente que cumpre pena longa, de 12 anos e um mês de reclusão, mesmo que com a possibilidade de progressão, além de mera expectativa no momento, ocorreria apenas após mais de dois anos”.
O juiz ressalta que Lula está sob custódia permanente do Estado, em sala individual, ou seja, sob proteção da Polícia Federal, que lhe “garante muito mais segurança do que tivera quando livre, com alguns agentes a acompanhar-lhe aonde fosse”.
A retirada dos dois veículos também foi justificada pelo fato de qualquer deslocamento do ex-presidente só ocorrerá “sob escolta da Polícia Federal.” Em relação aos assessores, o despacho informa que não há justificativa razoável, já que o ex-presidente está detido, apartado dos afazeres normais, atividade política, profissional e até mesmo social.
Ao final do despacho, o juiz Nader diz que o Ministério Público Federal pode solicitar vistas do processo, e que caberá à União a suspensão imediata dos benefícios.
Defesa
Em nota, os advogados do ex-presidente Lula afirmam que a decisão causa “perplexidade já que todos os ex-presidentes da República, por força de lei (Lei nº 7.474/86) têm direito a quatro servidores, para segurança e apoio pessoal”. Segundo os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, mesmo diante da momentânea privação da liberdade, “baseada em decisão injusta e não definitiva”, Lula necessita do apoio pessoal que lhe é assegurado por lei. A nota diz também que a decisão será impugnada pelos recursos cabíveis, “com a expectativa de que ela seja revertida o mais breve possível”.
A defesa diz que que nenhum juiz pode retirar direitos e prerrogativas instituídas por lei a ex-presidentes da República, acrescentando que há pareceres de juristas sobre a matéria assegurando que as prerrogativas são vitalícias e não comportam qualquer tipo de exceção.
“A ação em que foi proferida essa decisão tem manifesto caráter político, já que promovida por integrantes de movimento antagônico a Lula e com o claro objetivo de prejudicar sua honra e sua dignidade”, informa a nota, ressaltando que todos os bens e recursos de Lula foram bloqueados por decisões proferidas pela 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba e pela 1ª. Vara de Execuções Fiscais Federais de São Paulo.
A decisão deste juiz é acertada e ajuizada, ora, Lulu na prisão vai esses quatro acessores lá na cela, não vai. Carros ele vai lá dentro da cela, não vai. Entã, prá que esses benefícios, na verdade nenhum presidente deve ter tais benefícios, essa é a verdade.
Gostaria de saber para que ele quer motorista e seguranças ele vai sair de lá
A juíza está certíssima esse ladrao já deu muito prejuízo para os brasileiros basta
Uma discussão em uma padaria da Zona Leste de Teresina, na manhã desta quinta-feira (17), deixou o cantor Saulo Dugado baleado. Um primo do cantor informou que ele se desentendeu com funcionários do estabelecimento e, quando um policial militar tentou conter a situação, houve discussão, agressões físicas e dois tiros foram disparados.
A discussão foi registrada em vídeo. Nas imagens é possível ouvir xingamentos e ver as agressões. Algumas pessoas tentam separar a briga, até que são ouvidos dois disparos. Um deles acertou o cantor na perna.
O primo do cantor contou ao G1 que Saulo foi ameaçado antes de receber os disparos. “Ele chegou para tomar café com a namorada e reclamou com a atendente que não tinha lenço, palito, nem sal e açúcar, aquelas coisas que ficam em cima da mesa e esse rapaz ‘se doeu’ e disse para ele que ele ia pegar um tiro se não ficasse calado e o resto do vídeo mostra tudo”, afirmou.
A Polícia Civil e a Militar estiveram no local e confirmaram os disparos. A Secretaria de Segurança do Piauí (SSP) confirmou que quem efetuou os disparos foi um policial militar de folga e até o momento ele não foi encontrado para prestar depoimento.
O cantor está em um hospital particular de Teresina para fazer uma cirurgia na coxa, onde a bala está alojada. Ele seguiu para o hospital de carro próprio e o gerente do estabelecimento informou que registrou boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.
Policial despreparado que merece punição, afinal, é por isso que não pudemos armar a população, imaginem se em todas as discussões e brigas uma pessoa puxar uma arma de fogo para atingir o seu desafeto? Onde vamos parar ? Um policial que é pra ser pisicologicamente preparado comete uma insensatez dessa, imaginem uma pessoa cheia de problemas que não teve treinamento, ridículo o que vi nesse vídeo, e no comentário do sr. Reginaldo Meneses com tanta discriminação e ódio por se tratar de um cantor famoso,todo mundo erra e ele pode ter errado ou não, veremos depois de uma investigação bem feita e sem proteção pra ambos os lados.
TEVE O QUE MERECEU, PELO MENOS 2 CARIMBADAS NO OLHO E UMA MEDALHA NA PERNA.
MELHOR SER MAIS EDUCADO COM QUEM NOS SERVE. QUIZ DAR UMA DE GOSTOZAO NA FRENTE NA MULHER.
LEVOU UMA SURA NA MÃO, QUIZ PEGAR CADEIRA…
PARABÉNS AO AGENTE DA SEGURANÇA PUBLICA, REPRIMIU A INJUSTA AGRESSÃO, TANTO POR FORMA VERBAL À SENHORA QUE ESTAVA TRABALHANDO, QUANTO POR PARTE DO PM, POR FALTA DE EDUCAÇÃO, PARTE DESSE CANTORZINHO DE ARAQUE.,
Cinema: startup quer chegar a 5 milhões de assinantes com seu plano de 1 filme por dia (Michael Blann/Thinkstock)
O Brasil terá em breve um serviço que permite assistir a um filme todos os dias. É o que promete Mitch Lowe, CEO da startup americana MoviePass, que começará a procurar cinemas parceiros no fim deste ano e estima o desembarque em terras brasileiras para 2019.
Com mais de 2 milhões de assinantes nos Estados Unidos, a MoviePass é um serviço que se autointitula a próxima “Netflix dos cinemas”. Custa 9,95 dólares por mês (na cotação atual, cerca de 35,82 reais) e permite aos seus usuários verem um filme por dia
Mesmo com limitações – o usuário não pode reassistir aos filmes e só pega seu ingresso na hora, sem reservar pela internet -, o valor de assinatura é menor do que o de um único ingresso para o cinema americano.
O custo-benefício atraiu tantos interessados que a MoviePass quer expandir para a Europa e para a América Latina (incluindo o Brasil). “Estamos confiantes de que nossa expansão internacional e nosso crescimento nos Estados Unidos continuarão a atrair investidores”, afirmou Lowe a EXAME. “Em cinco anos, representaremos 30% de toda bilheteria nos Estados Unidos.”
Porém, a empresa esbarra em um problema comum ao modelo de negócio de muitas startups: gastar dinheiro sem perspectivas de retornos similares.
A conta vai fechar?
A MoviePass pratica um valor de assinatura que parece bom demais para ser verdade – uma tática comum em negócios nascentes. A ideia é usar os recursos captados com investidores para diminuir a barreira de entrada dos clientes. Com mensalidades baratas, o volume de usuários cresce vertiginosamente (e a concorrência quebra).
A startup pode, então, usar o grande volume de receitas para cobrir lentamente seus custos, negociando parcerias com menor custo por cliente e aumentando gradualmente a mensalidade. Com o tempo, a margem de lucro se expande – e a startup se torna um negócio saudável.
Porém, a MoviePass já enfrentou poucas e boas aplicando a estratégia. Vendo o dinheiro dos investidores secar e o retorno demorar, o negócio tentou aumentar sua receita de duas formas. Primeiro, a MoviePass tentou passar um plano que permitia apenas quatro filmes por mês, mas teve de voltar atrás.
Depois, a companhia disse que usava dados de localização de seus usuários para oferecer “uma tarde customizada” por meio de anunciantes, que pagavam pelo acesso às informações.
Em um mundo no qual o Facebook passou por um escândalo de venda de dados, os consumidores não gostaram nada de saber que pagavam pela MoviePass dando seus hábitos de consumo. Lowe voltou atrás e disse que a MoviePass não guardava, de fato, onde os usuários tinham ido antes e depois de assistir a um filme – ele só estaria discutindo uma perspectiva futura.
A principal investidora da MoviePass é a Helios and Matheson Analytics Inc., que comprou uma participação majoritária na empresa em agosto de 2017. A empresa de dados vêm sofrendo uma desvalorização de valor de mercado vertiginosa nas últimas semanas, com uma queda na ação de 3,02 dólares para 0,61 dólares no último mês.
Em resposta, Lowe afirmou em comunicado que a MoviePass diminuiu entre 35 a 40% de sua burn rate – a velocidade em que os recursos da companhia são “queimados” – ao coibir usuários que usavam os serviços da MoviePass de forma indevida (emprestar para colegas e reassistir filmes, por exemplo).
“Nós sempre soubemos, desde quando a MoviePass foi lançada, que seria um modelo de negócio com muita queima de dinheiro. Nós não estamos mudando nossa projeção de 5 milhões de assinantes até o fim deste ano – o que nos faria ter um fluxo de caixa positivo, de acordo com nosso modelo de negócio. Nós temos acesso a 300 milhões de dólares por meio do mercado de capitais. Então, há muito dinheiro disponível para manter o crescimento de assinantes e os hábitos de cinema de nossos usuários.”
Lowe continua defendendo que sua startup foi feita para gastar dinheiro até dar certo e que o ponto de equilíbrio chegará em 2019 – junto com o desembarque em terras brasileiras. Startups não são um negócio para pessimistas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou a remessa ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de investigação da Lava Jato que apura se o senador José Agripino e o deputado federal Felipe Maia se beneficiaram em suas campanhas de 2010 de caixa 2 da empreiteira Odebrecht.
Felipe Maia afirma que tem interesse nos esclarecimentos dos fatos e que está à disposição da Justiça para colaborar com as investigações. O senador José Agripino tem negado todas as acusações contra ele. As declarações do parlamentares sobre o assunto foram dadas ao site Congresso em Foco quando o assunto foi publicado pela primeira vez, em 2017.
Antes de Ricardo Lewandowski, Edson Fachin era o relator do caso. A ele, a PGR recomendou o arquivamento do caso apenas para o senador José Agripino, mas não citou Felipe Maia. O STF decidiu não arquivar e prosseguiu com o caso.
O envio do caso à Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte foi tomado com base no entendimento de que não cabe foro privilegiado para o caso, circunstrito à esfera eleitoral, e não criminal.
“As condutas imputadas aos investigados não teriam sido praticadas durante os exercícios dos mandatos e tampouco em razão do exercício de suas funções como Parlamentares.
Os parlamentares teriam recebido R$ 150 mil, segundo declararam ex-executivos da empreiteira. Em depoimento ao MOF, o ex-executivo Ariel Parente afirmou que em 2010, no início da campanha eleitoral, foi orientado pelo ex-executivo da construtora João Pacífico a entrar em contato com o senador José Agripino Maia (DEM) e informá-lo da ajuda da empresa para sua campanha de reeleição no Senado e a de seu filho.
O ex-executivo afirmou ainda que esteve pessoalmente com o senador Agripino em Natal e acrescentou que não teve contato com Felipe Maia: “Não o conheço”.
Desempregados procuram vagas em cartazes no centro de São Paulo (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
No Brasil, falta trabalho para 27,7 milhões de brasileiros. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,7% no 1º trimestre de 2018, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior já registrado pela pesquisa.
O grupo de trabalhadores subutilizados reúne os desempregados, aqueles que estão subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas) e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego por motivos diversos).
Veja o que são considerados trabalhadores subutilizados e quantos estavam nessa condição no 1º trimestre de 2018:
13,7 milhões de desempregados: pessoas que não trabalham, mas procuraram empregos nos últimos 30 dias;
6,2 milhões de subocupados: pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais;
7,8 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não trabalham (força de trabalho potencial): grupo que inclui 4,6 milhões de desalentados (que desistiram de procurar emprego) e outras 3,2 milhões de pessoas que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar os filhos.
No 4º trimestre de 2017, a taxa de subutilização da força de trabalho tinha ficado em 23,6%, reunindo 26,4 milhões de pessoas. Já a taxa média anual para 2017 ficou em 23,8%.
O coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, apontou que na comparação com o 1º trimestre do ano passado, o número de desocupados caiu em 487 mil pessoas, enquanto o de trabalhadores subutilizados aumentou em 1,1 milhão e o de desalentados aumentou em 512 mil. Segundo o pesquisador, esse quadro enfatiza o quanto a situação do mercado de trabalho brasileiro segue desfavorável.
“Tudo que acontece no mercado de trabalho é reflexo de um cenário econômico, de incerteza política”, apontou Azeredo.
A taxa de desemprego subiu para 13,1% no 1º trimestre, atingindo cerca de 13,7 milhões de brasileiros, segundo já havia sido divulgado anteriormente pelo IBGE.
As maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (21,5%), Bahia (17,9%), Pernambuco (17,7%), Alagoas (17,7%) e Maranhão (15,6%). Já as menores em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (8,4%), Rio Grande do Sul (8,5%) e Mato Grosso (9,3%).
Na comparação com o 4º trimestre do ano passado, 16 das 27 unidades da federação registraram aumento da taxa de desemprego. Nenhum estado teve queda. Já na comparação com o 1º trimestre do ano passado, apenas dois estados registraram aumento da taxa – Amapá e Rondônia – enquanto oito tiveram queda: Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Ceará, Pará, Espírito Santo, Goiás e Amazonas.
Número recorde de desalentados
O universo de desalentados (brasileiros sem emprego e que desistiram de procurar trabalho) passou de 4,3 milhões no último trimestre de 2017 para 4,6 milhões de pessoas no 1º trimestre. Também é o maior número da série histórica. Desde 2016, o número de brasileiros que desistiram de procurar trabalho triplicou no país. No 1º trimestre de 2016, eram 1,57 milhão de desalentados.
“A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga”, explica o IBGE.
Do total de desalentados do país, 60,6% estavam no Nordeste (2,8 milhões e pessoas). Entre as unidades da federação, os maiores contingentes estavam na Bahia (805 mil) e Maranhão (430 mil).
Ao analisar o perfil dos desalentados, Azeredo destacou que tal condição atinge principalmente “a população jovem, feminina, preta ou parda e com baixa e escolaridade”. Do total de desalentados, 54,2% eram mulheres, 48,4% tinham entre 14 e 29 anos, 73,1% eram pretos ou pardos e 38,5% tinha ensino fundamental incompleto.
Carteira assinada em queda
No 1º trimestre, 75,4% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 1,2 ponto percentual a menos na comparação anual, uma redução de 408 mil pessoas. O contingente de 32,9 milhões trabalhadores também foi menor de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Em 4 das 5 regiões, houve queda. Em relação ao 1º trimestre de 2017, houve alta dessa estimativa apenas na região Norte (de 59,9% para 62,9%).
Já o rendimento médio real de todos os trabalhos ficou estável no 1º trimestre, segundo o IBGE, e foi estimado em R$ 2.169 por mês.
Desemprego é maior entre pretos, pardos e mulheres
A taxa de desemprego dos que se declararam brancos ficou em 10,5% no 1º trimestre, abaixo da média nacional (13,1%), enquanto a dos pretos (16,0%) e a dos pardos (15,1%) ficou acima. Atualmente, os pardos representavam 48,1% da população fora da força, seguidos pelos brancos (42,5%) e pelos pretos (8,4%).
O desemprego também atinge mais as mulheres do que os homens, mesmo com o universo feminino sendo a maioria na população em idade de trabalhar (52,4%). A taxa de desocupação no 1º trimestre foi de 11,6% para homens e de 15% para mulheres. Segundo o IBGE, o nível da ocupação dos homens no 1º trimestre ficou em 63,6% e o das mulheres, em 44,5%.
nde o L.ula que a corrupção e tudo se resolvia???….Há 17 meses quando do impeachment a gasolina custava R$ 3,09 hoje custa R$ 4,70….O gás custava 47 hoje custa 70, tinha 16 milhões com o nome negativado, hoje são 67 milhões ( 46% da população adulta), eram 7 milhões de desempregados, hoje são 27,7 milhões…..Os coxinhas merecem a grande perigosa e articulada quadrilha que está no poder…..Onde anda os adestrado pelo MBL, Pato da FIESP e RedeBobo e os caminhoneiros que trancavam as rodovias???…….
Impressiona como o brasileiro é manipulado. Só repetem o discurso já ensaiado. Não se debate as causas ou soluções para a crise econômica. O dinheiro está fora de circulação no Brasil e a crise vai continuar, é fato. Um forte motivo para isso é o spread bancário, o Brasil tem o segundo maior do mundo. Isso significa que as financeiras lucram mais que em qualquer parte do mundo. Os juros "legalizados" chegam a 22% ao mês, 938% ao ano, onde o índice inflacionário está baixíssimo. Todo esse dinheiro que deveria estar fazendo a economia pulsar é repassado para os bancos que chegam a 44% de lucro em um único ano. Qual empresa tem lucro superior a 10% em tempo de crise? O Conselho Monetário Nacional tem o poder para limitar esses juros, mas nada faz. No entanto, algumas topeiras vêm falar de esquerdismo. Num país onde os bancos são os grandes lucradores, não se pode falar em esquerdismo, isso é fato. Aqui não defendo direito/esquerda/centro, mas um país onde a economia não fique estagnada porque a população está endividada pagando 938% de juros bancários. O pobre é a maior vítima e seria a solução para a crise, já que somos um país de consumidores pobres. Fica a reflexão.
Após dois anos e seis meses de investigação, a Polícia Federal concluiu que a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, se beneficiou de dinheiro desviado em contratos do Ministério do Planejamento, que era ocupado por seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. VEJA teve acesso ao relatório final do inquérito, que tramita sob segredo de justiça no Supremo Tribunal Federal. Segundo a PF, as condutas da senadora paranaense podem configurar corrupção passiva, lavagem de dinheiro e crime eleitoral. “Existem indicativos de que Gleisi Helena Hoffmann de alguma forma colaborou para ocultar ou a dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores oriundos do esquema criminoso Consist, pois foram identificados diversos registros de pagamentos feitos em benefício da senadora Gleisi Helena Hoffmann ou pessoas relacionadas a ela e/ou ao marido Paulo Bernardo entre os anos de 2010 e 2015”, conclui o a PF.
Com base em planilhas apreendidas, depoimentos de testemunhas, acesso a dados bancários e mensagens eletrônicas, os policiais conseguiram rastrear todo o caminho de grande parte do dinheiro entregue a Gleisi, Paulo Bernardo e pessoas ligadas ao casal, que receberam recursos desviados no esquema de corrupção. Gleisi, o marido, seus assessores e o escritório do advogado Guilherme de Salles Gonçalves, que representava o casal, receberam 7 milhões de reais do Fundo Consist em cinco anos. “Tais pagamentos aparecem como tendo sido feitos regularmente pelo escritório de Guilherme Gonçalves, mas na realidade tratavam-se de valores de corrupção recebidos pelo escritório de Guilherme Gonçalves”, diz a PF.
O Fundo Consist é uma referência às transferências feitas pela empresa que explorava o sistema de empréstimos consignados do Ministério do Planejamento. A empresa repassava a propina para o escritório do advogado Guilherme de Salles Gonçalves, que pagava todas as contas do casal, incluindo despesas de campanhas políticas, advogados eleitorais, assessores de campanha, salário do motorista e até contas de energia elétrica. A PF ouviu um dos personagens que fazia os pagamentos do Fundo Consist no escritório de advocacia: trata-se de Luis Bender. Ele revelou que fazia saques na boca do caixa em determinada agência bancária e depositava o dinheiro em outro banco, a pedido do escritório de Guilherme Gonçalves. Foi assim que ele fez vários pagamentos para o assessor do casal Zeno Minuzzo, com dinheiro da Consist. Bender admitiu que eram pagamentos “incomuns”. Ele recebeu ameaças por colaborar com a Justiça. Bender disse a VEJA que, por enquanto, prefere não dar entrevista.
A documentação mostra que a quadrilha ligada à empresa Consist, que desviou 100 milhões de reais no Ministério do Planejamento, queria desviar outros 100 milhões no Ministério da Previdência. Em uma das mensagens interceptadas pela polícia, um dos investigados, o empresário Washington Vianna, descreve, em 2011, no início do primeiro mandato de Dilma Rousseff, um plano para implantar o sistema no Ministério da Previdência: “Teríamos R$ 3,750 milhões/mês para fazer os acordos políticos necessários. Eu até diria que na Casa Civil, um apoio direto na próxima campanha presidencial durante 3 anos no total de R$ 100 milhões”.
O inquérito registra uma ameaça aos assessores de Gleisi e Paulo Bernardo, feita em 2016 pelo empresário Luis Aparecido Tel, que prestou serviços gráficos e tentava receber parcela do dinheiro de campanha, que, segundo ele, não tinha sido contabilizado: “Essa conta é da Gleisi, e vai aumentar ainda mais, pois vou denunciar tudo, onde busquei dinheiro, com quem e para quem”, escreveu Luís. Há mensagens escritas pelo próprio Paulo Bernardo, em 2015, quando foi encarregado por Gleisi de atender às demandas financeiras de um de seus assessores: “Gláudio, Gleisi me pediu para ‘cuidar’ de você. Rsrs. Já tenho uma ideia e até semana que vem eu vejo isso”. No mês seguinte ao diálogo com Paulo Bernardo, o assessor Gláudio Renato de Lima passou a receber pagamentos mensais do Fundo Consist, segundo a PF.
Os diálogos registrados no dia em que foi deflagrada a Operação Pixuleco II, em que ocorreu busca no escritório de Guilherme Gonçalves, mostram o assessor de Paulo Bernardo, Leones Dall’Agnoll, alertando Gláudio: “Se prepare pro pior…”, diz Leones. “O advogado não foi bem e complicou. Deixou documento que vincula os políticos”, continua Leones. A reclamação comum entre os membros do grupo que desviava dinheiro no Planejamento é que o advogado Guilherme Gonçalves deixou muitos rastros do esquema, ao não destruir as planilhas e anotações sobre o Fundo Consist, em que apareciam pagamentos para a senadora e o marido. “O que fazer?”, pergunta Gláudio. “Você no Tibagi e eu no Iguaçu”, sugeriu Leones. Outra mensagem, de 2014, confirma que o motorista Hernany Mascarenhas, que recebia dinheiro da Consist, servia mesmo ao casal. “Meu trabalho é em função do sr., toda sua família”, diz Hernany a Paulo Bernardo.
A Polícia Federal tentou quatro vezes ouvir a senadora Gleisi Hoffmann, que se recusou a prestar depoimento no inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal. O relatório final foi enviado ao ministro dias Toffoli. Caberá à Procuradora-Geral da República decidir se apresenta nova denúncia contra a senadora, que já é ré em ação penal no Supremo, acusada de receber 1 milhão de reais, dinheiro desviado da Petrobras. VEJA tentou falar com Gleisi sobre a conclusão da investigação, mas ela não quis se pronunciar.
Um estudo realizado na Universidade Técnica de Madrid revelou que as mulheres são mais precisas na arte de provar vinhos. O motivo? Homens são muito emotivos.
De acordo com a pesquisa, a capacidade de diferenciar características como acidez e aroma fica comprometida nos homens porque eles “tendem a se envolver emocionalmente em seus vinhos”.
Sob comando da cientista Caroline Chaya, o estudo foi publicado na revista norte-americana “Food Quality and Preference” depois de mais de 200 testes com provadores vendados, submetidos a testar seis diferentes tipos da bebida, entre tintos, brancos e rosés.
Quando perguntados sobre como se sentem ao ingerir cada vinho, tanto homens quanto mulheres expressaram emoções positivas em relação aos sabores mais florais e frutados.
Enquanto eles mostravam dar importância às notas referentes às emoções de cada bebida, elas pontuaram melhor na tarefa de distinguir secos e tintos, por exemplo.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Natal 192 divulgou o relatório quadrimestral dos atendimento realizados em 2018 e mais uma vez os trotes aparecem com uma grande quantidade de registros, apesar de ter apresentado uma redução acentuada. De acordo com os dados, entre janeiro e abril, o SAMU Natal recebeu um total de 17.003 chamados, dos quais 1.147 foram trotes (cerca de 7%). São ligações que vão desde os xingamentos e ameaças aos atendentes, até a indicação de ocorrências que não existem, o que muitas vezes acaba deslocando viaturas desnecessariamente.
Apesar dos números, a quantidade de trotes passados para o serviço tem caído consideravelmente. “Essa porcentagem chegava a aproximadamente 30% em outubro do ano passado. Desde então temos desenvolvido projetos com o objetivo de conscientizar a população em relação ao prejuízo que os trotes geram ao fluxo de serviço e consequentemente para quem realmente precisa do atendimento”, destacou Renata Campos, diretora do SAMU Natal 192.
Um dos projetos desenvolvidos é SAMUZINHO, feito junto às escolas municipais e que é voltado para a conscientização das crianças. Nele são realizadas visitas técnicas, orientações e capacitações de primeiros socorros. Espera-se que, ao entender como funciona o serviço e sua importância. Também é desenvolvido o SAMU e a Comunidade, onde as mesmas atividades são realizadas com um público adulto.
O SAMU é um serviço composto por profissionais qualificados, que muitas vezes podem salvar a vida de alguém apenas orientando o usuário pelo telefone. A disponibilidade das linhas para utilização apenas de quem realmente está precisando é imprescindível para que o serviço possa ser oferecido da melhor forma possível.
O presidente Donald Trump voltou a reafirmar que fará deportações em larga escala de imigrantes indocumentados hoje (16). Durante uma reunião com autoridades da cidade da Califórnia, Trump causou polêmica ao chamar de “animais” um grupo de imigrantes ilegais membros da gangue Marasalvatrucha “MS-13”, organização criminosa que surgiu em Los Angeles nos anos 1980 e que hoje atua internacionalmente, com ramos em diversas partes dos Estados Unidos, Canadá, México, e América Central.
“Temos muitas pessoas que entram ou que tentam entrar em nosso país […], estamos impedindo inúmeros deles de entrar e removendo muitos dos que já estão aqui”. O comentário de Trump foi feito no contexto em que ele dizia que são pessoas más.
“Você não acreditaria o quão ruim são essas pessoas. Não são as pessoas, são animais … E nós estamos tirando-as para fora do país em um nível nunca visto ”, disse. A gangue MS-13 é composta, em sua maioria, por imigrantes latinos vindos da América Central, principalmente de El Salvador.
Trump afirmou que, devido à falta de uma legislação eficaz, estes imigrantes voltam rapidamente. “Por causa das leis fracas, eles voltam rápido, nós os detivemos, os libertamos, os interceptamos de novo, depois os deportamos de novo”, falou e avisou: “´É uma loucura, temos as leis de imigração mais burras do mundo e nós vamos cuidar disso”.
Na reunião, que teve a presença do procurador-geral, Jeff Sessions; do secretário de Segurança Nacional, Kirstjen Nielsen; do diretor de Imigração e Alfândega (ICE), Thomas Homan; e de representantes e das chamadas cidades-santuário – aquelas que se opõem às ações mais rigorosas contra indocumentados.
Trump lembrou do caso de Kate Steinle, uma jovem norte-americana assassinada por um jovem indocumentado que já tinha sido deportado cinco vezes.
Estado-santuário
A Califórnia foi declarada, em outubro do ano passado, um estado-santuário pelo governo local, que se opõe de maneira direta à política migratória de Trump. Nova York, Chicago, Seattle, Austin, Boston, Houston, San Francisco, Denver e Miami estão entre as consideradas cidades santuário.
Nelas, as autoridades locais têm se recusado a cooperar com agentes de imigração em casos de deportação.
Na Califórnia por exemplo, foram aprovadas medidas que limitam ou proíbem a cooperação a policial e oficiais de imigração. Durante a reunião, Trump, Jeff Sessions e representantes da imigração afirmaram que a limitação em vigor no estado acaba por interferir na segurança das cidades, porque impede a obtenção de informações importantes, que poderiam ajudar na prisão de criminosos que atuam dentro das comunidades ilegais.
Os membros da equipe de Trump criticaram, na reunião, a aplicação de leis locais de proteção aos imigrantes indocumentados em cidades santuário.
Mas autoridades das cidades santuário afirmam que o combate à criminalidade não se resolve com deportações em massa, o que provocaria em realidade uma crise de mão de obra em vários setores, como agricultura, serviços e construção civil.
Pelo Twitter o governador da Califórnia, Jerry Brown, reagiu à declaração de Trump sobre aumentar a deportação de imigrantes ilegais. “Trump está mentindo sobre a imigração, a criminalidade e a lei da Califórnia… Nós, os habitantes da quinta maior economia do mundo, não estamos preocupados”, afirmou.
Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca instabilidade, períodos de tempo nublado e pancadas de chuvas na capital potiguar e outras cidades, entre esta quinta-feira(17) e sábado(19).
A assessoria de comunicação de Antonio Fagundes negou que o ator tenha sido agredido em um posto de combustíveis após um vídeo começar a circular nas redes sociais nesta quinta-feira, 17.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo também desmentiu à Rádio Bandeirantes que o homem que aparece levando dois tapas no rosto na gravação seja o ator.
A informação foi dada ao apresentador José Luiz Datena, pelo secretário Mágino Alves Barbosa. Ainda não se sabe onde e quando o vídeo foi gravado. Em instantes, a TV Globo vai divulgar uma nota para esclarecer o ocorrido.
No vídeo, dois homens começam a discutir enquanto o mais velho – aparentemente bêbado e segurando uma garrafa de cerveja – xinga o mais novo de “seu merda”. O jovem se irrita e dá dois tapas na cara do senhor, que cai no chão do posto de combustíveis.
Triste Mesmo que nãoque fosse o Fagundes, o babaca que bateu está errado.mas infelizmente não dá pra negar que é Antônio Fagundes! Espero que o coroa tenha um amigo, Filho pra devolver em dobro o que esse valentão merece…
Idade e embriaguez passaram a ser passaporte para fazer o que quiser com quem quiser faz quanto tempo?
Venha um desses desrespeitar a mim ou minha esposa para ver se vai ganhar flores e uma caixa de chocolate.
Mas a geração mimimi agora se dói até pelos outros…
A Câmara Municipal de Natal aprovou na sessão ordinária desta quarta-feira (16) o Projeto de Lei Complementar 02/2018, de autoria da vereadora Nina Souza (PDT) que modifica os procedimentos para regularização urbanística na cidade, revogando a Lei nº 4930/97. A proposta recebeu oito emendas da vereadora Natália Bonavides (PT). Outros quatro projetos foram aprovados, sendo um destes a derrubada de um veto do Executivo.
O projeto de Nina Souza foi subscrito pelos vereadores Felipe Alves (MDB), Kleber Fernandes (PDT), Preto Aquino (Patriota), Robson Carvalho (PMB), Sueldo Medeiros (PHS) e visa facilitar a regularização de imóveis da capital que desobedecem a legislação urbanística, determinando prazos, tamanho de áreas e valores multas. “Se o imóvel não estiver regular, não recebe alvará e nem pode contrair empréstimo. Agora, as áreas de baixo custo poderão ser regularizadas sem ônus. O cidadão poderá ter seu imóvel regulamentado com condições, por exemplo, de finalizar uma obra do comércio ou da sua casa”, explicou a parlamentar. Mesmo passando por um processo de fiscalização, agora será possível regularizar imóveis e os valores dependerão da região de localização.
Nina também teve o Projeto de Lei nº 085/18 aprovado e foi subscrito por Natália Bonavides e Ney Lopes Júnior (PSD). O texto altera a Lei n° 5.872/2008, que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública municipal, desobrigando advogados de autenticarem documentos, podendo eles próprios conferirem com os originais.
Outros dois projetos aprovados referem-se à área de saúde. Um foi a derrubada do veto ao projeto de autoria do vereador Aroldo Alves (PSDB), que prioriza o atendimento às crianças com doenças e deficiências crônicas a partir da gestação. O outro cria o Programa Municipal de Assistência à Criança com Microcefalia, de autoria do ex-vereador Aldo Clemente, subscrito pelos vereadores Carla Dickson (PROS), Klaus Araújo (SD), Luiz Almir (Avante), Nina Souza e Júlia Arruda (PDT). “Trata de oferecer o correto tendimento às crianças e suas famílias, com os trabalhos presentes na secretaria da saúde, dando assistência terapêutica, psicológica, medicamentos e o que for necessário à reabilitação”, explicou Carla Dickson.
Na sessão, os vereadores reconheceram como entidade de utilidade pública municipal o Centro Desportivo do Conjunto Gramoré (C.D.C.G), através de uma proposição do vereador Paulinho Freire (PSDB).
Só queria 10% de uma revolução….guilhotina é fórca para os políticos!!!!
Isso só acabará um dia quando houver RESPONSABILIZAÇÃO! Do jeito que é hoje, o gestor público está preocupado apenas com a próxima eleição.