Em meio à disparada do dólar ante o real nas últimas semanas, o Banco Central surpreendeu o mercado financeiro e interrompeu o ciclo de cortes de juros no Brasil, iniciado em outubro de 2016.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anunciou nesta quarta-feira, 16, a manutenção da Selic (a taxa básica da economia) em 6,5% ao ano. Foi a primeira manutenção após 12 decisões consecutivas de corte. A instituição também deixou claro que, nos próximos meses, manterá a Selic no nível atual.
O anúncio contrariou a maior parte dos economistas do mercado, que esperavam por um último corte da Selic. De 55 instituições financeiras consultadas pelo Projeções Broadcast, 53 projetavam corte de 0,25 ponto porcentual, para 6,25% ao ano, enquanto apenas duas – o Bank of America Merrill Lynch e a Flag Asset – esperavam pela manutenção da taxa.
A decisão do Copom surpreendeu inclusive porque, nas últimas semanas, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, manteve a ênfase na inflação e na atividade como os principais fatores de influência sobre a política monetária.
A demissão do presidente do INSS, Francisco Lopes, expõe a linha de montagem que transforma órgãos vitais da administração pública em antros de safadeza. Lopes foi ao olho da rua porque comprou programas de computador numa empresa que funcionava numa loja de bebidas. Esse negócio de bêbado foi orçado em R$ 8,8 milhões. Quem é Lopes? É um apadrinhado do líder do governo no Congresso, André Moura, um deputado do Partido Social Cristão que responde a oito processos —de improbidade até tentativa de homicídio.
O cristão André Moura é um fiel seguidor do irmão-presidiário Eduardo Cunha, que o impôs a Michel Temer. Moura e Cunha rezam pelo catecismo do centrão. Adotam o lema do “é dando que se recebe”, retirado da oração de São Francisco, para simbolizar a prática profana de exigir vantagens do governo em troca de apoio político no Congresso.
Flagrada pelo jornal O Globo, a compra de softwares na casa de vinhos forçou o Planalto a agir. O chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, denunciado por corrupção, consultou o multiprocessado André Moura, que tentou segurar seu afilhado na presidência do INSS. Moura só concordou com a demissão depois que Padilha lhe informou que Michel Temer, também denunciado por corrupção, o autorizou a indicar o substituto do demitido. Numa engrenagem assim, tão apodrecida, nada se cria, nada se transforma, tudo se corrompe.
kd o povo nas ruas, os anticorrupção, o gigante acordado parece q tudo ficou no passado ! a corrupção nos saltam os olhos e não sei o motivo d vermos tudo inerte! pq será?
Eu acho que maior corja que o Brasil já teve é essa . Todo dia se descobre, se divulga sacanagem feita no Pais. Quando é que isso vai terminar? Acho que nunca. E vejam que faz muito tempo que isso acontece. VERGONHA Para quem tem VERGONHA
Começa em 31 de agosto o horário político no rádio e na TV. Vai durar 35 dias, até 4 de outubro, antevéspera da eleição. Como sempre, os candidatos levarão ao ar propaganda política, não informação política. A mistificação será maior em 2018. O combate à corrupção, uma das prioridades do eleitor, tende a ficar em plano secundário, pois alguns dos principais candidatos negociam a incorporação de partidos sujos às suas coligações. Em troca de alguns segundos a mais de propaganda, dão de ombros para a lama.
A corrida pelo Planalto é marcada por um paradoxo: quem tem mais votos —Jair Bolsonaro, Marina Silva e Ciro Gomes— não dispõe de partidos estruturados. Quem tem estrutura partidária —Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles— não dispõe de votos. A exceção é o PT, que tem estrutura e Lula. Mas o candidato favorito amarga numa cela o castigo de segunda instância que fez dele um ficha-suja.
O excesso de candidatos retardou a formação das coligações. Começa a bater um desespero nos candidatos. A vitrine eletrônica terá uma dimensão fixa: dois blocos de 12min30s —um no início da tarde, outro à noite— sempre às terças, quintas e sábados. Sem contar as inserções de 30 segundos espalhadas ao longo da programação, até totolizar 14 minutos diários por emissora. Quanto maior a coligação partidária, maior o tempo de exposição do candidato. Daí a inquietação.
A bordo do minúsculo PSL, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas nos cenários sem Lula, dispõe de ridículos 10 segundos de propaganda diária. Defensor de gogó da ética e dos bons costumes, o ex-capitão negocia abertamente, na frente das crianças, uma aliança com o PR do ex-presidiário do mensalão Valdemar Costa Neto, dono de um tempo de publicidade de 45s.
Tomado pela biografia, Ciro Gomes poderia puxar um debate sobre corrupção. Mas ele dispõe de exíguos 33s de propaganda. E negocia uma aliança do seu PDT, varrido do Ministério do Trabalho na gestão Dilma sob a acusação de converter a pasta num ninho de ONGs desonestas, com os 50s de propaganda do PP, campeão no ranking de enrolados na Lava Jato.
O PSDB oferece a Geraldo Alckmin 1min18s de propaganda. Perto do tempo dos rivais, trata-se de um latifúndio eletrônico. Mas é insuficiente para prover ao candidato uma exposição capaz de projetá-lo da quarta colocação para o segundo turno da eleição. Às voltas com a acusação de receber R$ 10,3 milhões da Odebrecht por baixo da mesa, Alckmin já adicionou ao seu tempo os 33s do PTB do ex-presidiário Roberto Jefferson, o homem-bomba do mensalão.
Insatisfeito, Alckmin frequenta o mercado da baixa política disposto a fechar qualquer negócio. Não descarta nem mesmo a hipótese de celebrar um acordo com o PMDB. Apinhada de delatados, investigados, denunciados, réus, condenados e presos a legenda de Michel Temer virou lixo hospitalar. Mas dispõe de 1min26s, que Alckmin disputa com o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.
Repete-se em 2018 a mesma pantomima de eleições anteriores. Antes de se venderem no horário eleitoral como protótipos do avanço, os candidatos entregam a alma ao atraso em troca de segundos de propaganda. Com isso, em plena crise de compostura, a ética pode se tornar um valor invisível na campanha de 2018. Candidatos como Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos) talvez se animem a tocar no assunto. Mas será por pouco tempo. Cada um dispõe de 12s diários de exposição no rádio e na TV.
O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), defendeu, em sessão da Corte Especial do tribunal nesta quarta-feira (16), a restrição da prerrogativa de foro para os cargos julgados pelo STJ nos mesmos termos definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início do mês. O Supremo limitou o foro privilegiado de deputados e senadores a crimes cometidos durante o mandato e em função do cargo. Após a fala de Noronha, o ministro Luís Felipe Salomão pediu vista e afirmou que divulgará seu voto na próxima sessão. Em seguida, a ministra Thereza Moura pediu para antecipar seu voto.
O STJ é responsável por julgar os processos de governadores, desembargadores de Tribunais de Justiça e membros de Tribunais de Contas dos Estados. Os ministros da Corte Especial, formada pelos 15 ministros mais antigos do tribunal, julgam, concretamente, o caso de um conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal que supostamente cometeu crime enquanto ocupava cargo de deputado distrital. Para esse caso, Noronha votou que o processo seja enviado à primeira instância.
O ministro Mauro Campbell apresentou questão de ordem no processo para que se decidisse se a ação seria afetada pela decisão do STF. Campbell destacou que o Supremo, na sessão do início de maio, pode apreciar a tese, apresentada pelo ministro Dias Toffoli, de que a restrição seja estendida a todas as autoridades. O ministro acredita que a extensão da nova regra precisa ser definida pelo STF ou pelo Congresso Nacional.
Por outro lado, João Otávio Noronha defendeu que o STJ possa “interpretar normas constitucionais”. “Não posso concordar com a assertiva que essa Corte não pode fazer sua interpretação sobre a própria competência. Isso é ‘apequenar’ o papel dessa Corte”, disse Noronha.
Estadão Conteúdo
Em ofício encaminhado à advogada-geral da União, ministra Grace Mendonça, nesta quarta-feira (16), os representantes da carreira de procurador federal no Conselho Superior da Advocacia-Geral da União (AGU) pediram o fim do sigilo sobre a concessão do auxílio-moradia a membros do Judiciário e do Ministério Púbico. O tema está em análise na Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (Ccaf) instalada na AGU.
O texto critica “retrocesso” e “excessiva centralização” na gestão da ministra. A assessoria de imprensa da AGU, questionada sobre as afirmações, ainda não enviou manifestação sobre o tema.
Nas palavras dos procuradores federais Carlos Marden e Vilson Vedana, que assinam o ofício, a realização de sessões em sigilo sobre o auxílio-moradia na câmara de conciliação está “aumentando ainda mais a exposição institucional por dar margem a especulações quanto à motivação do procedimento”.
A câmara de conciliação sobre auxílio-moradia foi instalada após decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Ações que tratam do tema seriam julgadas em março no STF, mas o ministro as retirou da pauta e encaminhou para conciliação.
Estadão Conteúdo
Pouca vergonha desses falsos moralistas, a ambição nao temn limites para essa turma que ja ganha o que nem merece (salarios em media de 40mil com artificios que burlam o teto).
O congresso tem que ser cobrado para acabar as ferias de 60 dias, licença premio com folga de 90 dias, sao exemplos das regalias injustificaveis…
É muita farra no judiciario e ministerio publico, FIM DE REGALIAS JA!!!
Depois de bloquear a entrada de frango produzido em 20 frigoríficos brasileiros, a maior parte deles da BRF, por causa de suspeitas de deficiência no controle sanitário do produto, a União Europeia comunicou ao governo do Brasil que vai impedir também a entrada de pescado. A informação foi confirmada ao Estado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Eduardo Rangel.
“Estamos seguros que no caso dos pescados não há problemas de controle sanitário”, afirmou. O problema, dessa vez, é que o controle das embarcações que se dedicam à pesca no Brasil não está em conformidade com as regras adotadas na Europa.
Ciente da incompatibilidade das regras e dos problemas que isso poderia trazer ao comércio, o próprio governo brasileiro tomou a decisão, em dezembro passado, de fazer um auto-embargo das exportações de pescado para a Europa. Ou seja, o Brasil suspendeu voluntariamente suas exportações para adequar os controles e as embarcações ao padrão europeu.
“Avançamos bastante nesses cinco meses, e isso foi reconhecido por eles”, disse Rangel. Pelo menos três embarcações já estão com o novo certificado – o que, em tese, os autorizaria a produzir peixe a ser exportado para o mercado europeu.
No entanto, a União Europeia informou que vai descredenciar as plantas produtoras de pescados do Brasil a exportar para seu mercado. Com isso, explicou o secretário, fica a critério deles, e não do governo brasileiro, a retomada das compras do produto brasileiro. “Acreditamos que esse é um posicionamento político, tal como o que eles adotaram no caso do frango”, disse.
De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações de pescados brasileiros para a Europa somaram US$ 24 milhões no ano passado, uma queda de 26% em comparação com 2016. É um valor baixo, considerando-se que o total de vendas de carnes em geral foi de US$ 952 milhões no período e o total exportado, considerando todos os produtos, atingiu US$ 35 bilhões.
O governo brasileiro já anunciou que pretende acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das barreiras impostas pelos europeus ao frango.
Estadão conteúdo
Ao defender o Projeto de Lei da Câmara 19/2018, que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), aprovado nesta quarta-feira na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e, em seguida, pelo Plenário, a senadora Fátima Bezerra ressaltou a importância da ampliação dos investimentos em segurança e nas políticas sociais, como educação.
“Nós estamos vivendo um momento muito delicado no país. É fundamental que invistamos em segurança pública, equipamentos e novas tecnologias e valorizemos os policiais e os demais profissionais da área de segurança pública”, defendeu.
O projeto cria a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social e institui o Sistema Único de Segurança Púbica. As políticas públicas da área serão implementadas por meio dos planos decenais de segurança pública e defesa social; do Sistema Nacional de informação e de gestão; e dos fundos de financiamento de segurança, como o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), que não sofrerão contingenciamento de recursos.
A ação planejada terá validade por 10 anos, tendo como ponto de partida a atuação conjunta dos órgãos de segurança e defesa social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, em articulação com a sociedade. “Vamos fazer com que o Brasil possa dizer não à violência e ao crime organizado, com uma política de segurança pública em prol da vida, que proteja e garanta a integridade física da população e a cidadania da população brasileira”, concluiu a senadora.
Fátima também lamentou que a maioria do Senado tenha derrotado a emenda da bancada do PT,PCdoB e PSB que suprimia os Agentes Sócio educativos do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), contrariando as posições do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA.
CONCORDO COM O PATO AMARELO, SAIU A ANTA, O BARBUDO ESTÁ PRESO, MAS A COISA RUIM ESTÁ NO PODER (AS COISAS) E NINGUÉM SAI AS RUAS PRA BATER AS MATRACAS….!!!
O problema são vários. A direita não se une. Ou defende "reformas" altamente impopulares. Além disso, Temer não está fazendo nada mais específico para recuperar a economia. Tudo isso acaba contribuindo, para que a esquerda, consiga se dar bem.
Outro fator que está pesando foi o "golpe" de Janot. Pegar Temer e Aécio.
A esquerda se aproveita para jogar lama no ventilador e se aproveitar de cada equívoco do governo para se dar bem.
Por exemplo, essa besteira de aumentar gasolina todos os dias, desnecessariamente.
Cale a boca ridícula, foi os petralhas que causaram toda esta violência , dando asas aos bandidos, agora você vem com esta , vergonha do RN
Concordo. Se o PT defende é porque é ruim para o Brasil ou então é um bom caminho para a corrupção.
Na minha humilde opinião existem canalhas à esquerda, à direita e no centro. E além de tudo
temos também um povo que simpatiza muito com a corrupção e seus filhotes, como os já consagrados "jeitinho brasileiro" e a "lei de Gérson.
Precisamos separar o joio do trigo e sepultar de vez esse discurso infantil de bem e mal, nós X eles.
Perfeito vosso comentário, as pessoas nem mesmo racionamento mais, é um ódio que as tornam ignorantes. Pobre Brasil!
Perfeito vosso comentário, as pessoas nem mesmo raciocinam mais, é um ódio que as tornam ignorantes. Pobre Brasil!
Em sessão realizada na tarde desta quarta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) reformulou sentença mantendo a elegibilidade do deputado estadual Tomba Farias (PSDB) e o mandato da prefeita de Santa Cruz, Fernanda Costa.
A decisão da Corte Eleitoral se contrapõe a uma decisão judicial em primeira instância, efetivada pela juíza eleitoral de Santa Cruz que havia determinado a cassação dos mandatos da prefeita e do vice-prefeito Ivanildinho Ferreira, além de aplicar a inelegibilidade do deputado Tomba.
Com essa decisão, o deputado Tomba Farias está habilitado a concorrer as eleições 2018.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu hoje (16) determinar abertura de inquérito para investigar suposto repasse de R$ 40 milhões em doações eleitorais a políticos do MDB do Senado. As investigações devem envolver os senadores emedebistas Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO), Roberto Requião (PR), além do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rego.
O pedido de abertura da investigação foi solicitado ao STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR), com base nos depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobras, Sérgio Machado, e do executivo do grupo J&F, Ricardo Saud.
Em um dos depoimentos, Machado disse que “nas reuniões ocorridas na residência de Renan Calheiros, que o grupo JBS iria fazer doações ao PMDB, a pedido do PT, na ordem de R$ 40 milhões”.
“Com relação à abertura das investigações, como sabido, uma vez requerida a abertura de investigações pela Procuradoria-Geral da República, incumbe ao relator deferi-la, não lhe competindo qualquer aprofundamento sobre o mérito das suspeitas apontadas, exceto se, a toda evidência, revelarem-se inteiramente infundadas”, decidiu Fachin.
Defesa
Em nota, o MDB afirmou que “repudia mais uma tentativa de criminalização da política”. “Esperamos que a conclusão deste inquérito seja rápida e acreditamos que ao final a verdade será restabelecida”, defendeu a legenda em nota.
Em laudo juntado hoje (16) ao processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, referente às obras no sítio de Atibaia, no interior de São Paulo, a Polícia Federal (PF) diz não ter encontrado menções ao imóvel nos sistemas usados pela Odebrecht para gerenciar o pagamento de propinas.
De acordo com o laudo, foram analisados 11 discos rígidos e dois pendrives que contêm os dados dos sistemas Drousys e MyWebDay, utilizados pelo Setor de Operações Estruturadas da empreiteira.
“Não foram encontradas, no contexto da ação penal, até a data de emissão deste laudo, nas pesquisas efetuadas no material examinado (Sistema Drousys e Sistema MyWebDay), documentos ou lançamentos que façam referências a termos tais como Atibaia, Sítio e Santa Bárbara”, escreveram os peritos.
A PF, entretanto, diz ter encontrado uma planilha que supostamente registra os gastos do caixa 2 da empreiteira com reformas no sítio em Atibaia (SP) usado pelo ex-presidente. O documento foi anexado à ação penal em que Lula é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
De acordo com a força-tarefa da Operação Lava-Jato, o sítio pertence ao ex-presidente Lula e as reformas foram custeadas como forma de repasse dissimulado de propina. Segundo os procuradores, o ex-presidente recebeu propina de R$ 1,02 milhão de Odebrecht, OAS e Schahin por meio de obras feitas no imóvel.
A acusação é baseada na delação premiada do engenheiro Emyr Diniz Costa Júnior que disse ter recebido R$ 700 mil para a compra de materiais e serviços relacionados à obra.
Costa Júnior entregou ao juiz Sérgio Moro uma planilha no mesmo valor, em novembro de 2017 e, segundo o engenheiro, o pagamento teria saído do departamento de propinas da empreiteira.
De acordo com o laudo, foram identificados dois pagamentos de R$ 300 mil e R$ 400 mil que totalizam os R$ 700 mil usados em Atibaia. Os valores, de acordo com os peritos, saíram da obra “UO011203 –AQUAPOLO”.
A obra é a mesma cujo nome aparece nos documentos apresentados pelo engenheiro da Odebrecht à Justiça Federal no Paraná.
Para os peritos, os valores são oriundos de dinheiro de obras da Petrobras. A defesa do ex-presidente Lula nega que ele tenha recebido benefícios ou vantagens indevidas.
O deputado federal Fábio Faria (PSD-RN) se reuniu nesta quarta-feira (16) em Brasília com o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, acompanhado do secretário da Sethas e coordenador do Governo Cidadão, Vagner Araújo, para tratar sobre as obras do Centro de Convenções de Natal e também sobre a liberação de recursos para a construção de um viaduto na Av. Prudente de Morais com a Av. da Integração.
O ministro informou que está agendando uma visita à Natal para o dia 15 do próximo mês, e que a expectativa é entregar o Centro de Convenções em julho. Para Fábio Faria, a obra é fundamental para impulsionar o turismo de negócios no estado, já que o espaço dobrará a capacidade para 12 mil pessoas. “O RN passará a receber grandes eventos, o que significa milhares de visitantes a mais impulsionando o desenvolvimento da nossa economia”, disse.
Quanto às obras na Av. Prudente de Morais, o parlamentar e o secretário solicitaram a liberação de recursos para a construção de um viaduto, explicando que a via se tornou uma das principais entradas de Natal após ter sido prolongada até a BR-101. “Um viaduto no cruzamento com a Av. da Integração resolveria o maior ponto de congestionamento existente hoje na zona sul da capital”, afirmou o secretário. Uma reunião técnica aconteceu em seguida para tratar sobre os detalhes.
A segunda reunião do Conselho Estadual do Turismo (Conetur/RN) em 2018 acontecerá nesta quinta-feira (17) no Centro de Convenções de Natal, a partir das 9h. Entre os assuntos discutidos está a situação atual da Fortaleza dos Reis Magos, que recentemente voltou à administração estadual após curto período sob a gerência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A reunião é aberta à imprensa.
“A Fortaleza é um dos nossos principais equipamentos turísticos e históricos; fonte de renda e divulgação para nosso Estado. Queremos discutir o melhor uso e gerência para que possamos preservar sua estrutura e explorar de forma sustentável e inteligente o prédio para potencializar nosso turismo”, comentou o titular da pasta de turismo do estado e presidente do Conselho, Manuel Gaspar.
Na ocasião também será tratada a divulgação e participação do Estado e trade na oitava edição do Festival do Turismo de João Pessoa, que acontece entre 19 e 20 de outubro próximo. A palestra do secretário nacional de Estruturação do Turismo sobre o Prodetur e outros assuntos relacionados ao Ministério do Turismo foi cancelada em razão de compromissos do secretário.
O Conetur/RN é um órgão de caráter consultivo vinculado à Secretaria Estadual de Turismo do RN, responsável por propor diretrizes, oferecer subsídios e contribuir para a formulação e implementação da Política Estadual de Turismo. A Setur RN tem mantido a regularidade bimestral das reuniões do Conetur/RN desde o início da atual gestão.
Reuniões dos polos turísticos – Além das reuniões do Conetur, a Setur RN também tem mantido a regularidade do ciclo de reuniões nos cinco polos turísticos. Ontem (15) a reunião aconteceu no município de Encanto, pelo Polo Serrano. Nos próximos dias 28 e 29 acontece em Florânia (Polo Seridó) e Sítio Novo (Polo Agreste/Trairi). E dias 5 e 7 de junho, em Natal (Polo Costa das Dunas) e Guamaré (Polo Costa Branca).
No dia seguinte ao do jantar em que foi chamado de “herói nacional” por João Doria, Sergio Moro acordou com uma dúvida sobre qual gravata usaria num evento organizado em Nova York pelo grupo do candidato tucano ao Palácio dos Bandeirantes, nesta quarta-feira (16).
“Tinha uma gravata vermelha e uma gravata azul, isso pode ter diferentes sentidos”, disse o juiz federal, num encontro do Lide em Manhattan. “A vermelha poderia significar Partido Republicano ou Partido dos Trabalhadores. A azul poderia ser o PSDB ou até o Partido Democrata.”
Mas Moro, que foi com a vermelha, não teve dúvidas ao aceitar convites para falar ao longo desta semana nos Estados Unidos e não se arrepende, como já disse em relação ao senador tucano Aécio Neves, de posar para retratos ao lado de Doria no Museu de História Natural, onde ele foi premiado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos na noite de terça (15).
“Estou num evento social e tiro uma foto, isso não significa nada. É uma bobagem isso”, disse Moro, pouco antes de seu discurso a um grupo de empresários num hotel em frente ao Central Park. “Não me arrependo nem um minuto de aceitar esses convites”, afirmou, lembrando que não tem uma “relação pessoal” com Doria.
Em Nova York, Moro participou de encontros organizados por bancos, centros de estudos e grupos empresariais, como o Lide, ligado a Doria. No fim de semana, ainda segue para uma palestra na Universidade Notre Dame, em Indiana, centro-oeste dos EUA.
Essa é sua terceira viagem ao país neste ano. Sua onipresença em terras ianques despertou até o comentário do ex-ministro e empresário Luiz Fernando Furlan que Moro não pode andar pela Quinta Avenida sem ser abordado pelo “trabalho icônico” que ele vem fazendo na Lava Jato.
Mas há também os que veem partidarismo em suas decisões, como as dezenas de manifestantes que se juntaram na porta do Museu de História Natural debaixo de chuva para cantar “Moro salafrário, juiz partidário” e chamar de golpistas os convidados do jantar de gala em homenagem ao juiz de Curitiba.
Moro, em seu discurso a empresários, tentou desfazer qualquer impressão de perseguição a um partido específico dizendo que “somos todos seres humanos, com nossas virtudes e nossas falhas, e a corrupção pode afetar alguém de qualquer espectro político”, acrescentando que houve políticos de várias siglas condenados na Operação Lava Jato.
O juiz também insistiu que sua participação em eventos de negócios tem a ver com o fato de a corrupção não ser restrita a agentes do governo e que empresas têm um papel no combate a desvios de conduta em todo o poder público.
Na sequência, Moro defendeu a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, dizendo que isso não fere o princípio de presunção de inocência e elogiando “votos belíssimos” de uma série de ministros do Supremo.
Mas tentou ser democrático. O juiz de primeira instância tentou citar o maior número possível de seus colegas na mais alta corte do país para não causar ciúmes entre eles.
Sua intimidade com os Estados Unidos, onde disse que a presunção de inocência é um princípio inabalável, é tanta que disse que pessoas perguntam se ele é agente da CIA, o serviço de inteligência do país.
Um empresário na plateia ainda quis saber se ele se encontraria com Robert Mueller, o procurador especial americano que investiga as relações suspeitas do presidente Donald Trump com a Rússia.
Seguido pelas câmeras de TV, Moro logo depois deixou o salão do hotel para mais um compromisso em Manhattan.
Cadu vc deve ser bitolado ao ponto de crer que morolorota é um juiz sério e imparcial, a prova está no processo do triplex: Sem reformas, sem elevadores, com notas fiscais frias e agora com um comprador fiilado do psdb e primo de quem? Lula ñ é nenhum santo, mas a pena pelo AP ñ lhe cabe…
É realmente uma bobagem. Todo mundo já sabe que esse "Juízeco" tem lado e está cumprindo um papel. Um dia saberemos a traição desse lesa Pátria. Os EUA agradecem.
Meu caro Ricardo, esse país, realmente, só tem partidários. O cidadão faz um trabalho notável, expõe as vísceras da corrupção desenfreada e perniciosa existente na política brasileira, em todos os níveis, e você ainda o chama de "Juizeco", (ainda bem que foi maiúsculo). Mesmo, tirando os possíveis excesso, você deveria estar satisfeito em rumarmos para diminuir a ladroagem no país, acabar são outros quinhentos. Aceita que dói menos.
No intuito de facilitar cada vez mais o dia a dia dos clientes, a Cosern, empresa do Grupo Neoenergia, passa a divulgar a partir da próxima 2ª feira (21), por meio dos leituristas, os locais de pagamento das contas de luz, de acordo com os bairros dos consumidores.
A iniciativa vai começar por Natal e se estenderá para o interior do estado até o final de maio, quando chegará ao fim o contrato entre a Cosern e a Caixa Econômica Federal para recebimento de faturas nas casas lotéricas.
Nos últimos 12 meses, a Cosern expandiu a rede própria de arrecadação (Cosern Serviços) na capital e a de pontos credenciados no interior do estado, onde as contas de luz já são pagas nesses endereços.
Em Natal, é possível pagar contas de luz (além da de água e fazer recarga de celular) como também realizar consulta de débito e retirar a segunda via para pagamento nos postos da Cosern Serviços abertos no Via Direta, Shopping 10 do Alecrim, Edifício Sisal (Rua João Pessoa, Centro), Felipe Camarão, Nova Natal, Potengi, Nossa Senhora da Apresentação, Lagoa Azul, Pajuçara, Planalto, no supermercado Nordestão do Conjunto Santa Catarina e de Lagoa Nova.
Além das opções listadas acima, a Cosern oferece várias formas de pagar das contas de energia para os clientes. Confira:
Pagamento eletrônico por meio do débito automático, do site e dos aplicativos para smartphone dos bancos;
Mais de 600 correspondentes bancários como os do Banco do Brasil, Bradesco e Santander; e
Rede de arrecadação Cosern Serviços com mais de 380 pontos em todos estado.
Bom dia,
Gostaria de saber se existe alguma forma da COSERN fazer uma avaliação na conta lá do apartamento que moro, pois eu passo, praticamente, o dia fora trabalhando e meu esposo também e a nossa conta todos os meses vem muito alta.
OBS.: Temos um gelagua, que está desligado, temos microondas, que praticamente não está sendo usado, 01 (um) ventilador e banheiro com água morna e uma geladeira e duas televisões que só ligamos pela manhã e a noite.
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a abertura de um inquérito para apurar se integrantes do MDB receberam propina da JBS e da Transpetro.
A investigação tem como alvos os senadores Eunício Oliveira (CE), presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), Eduardo Braga (AM), Vital do Rego (atual ministro do TCU), Jader Barbalho (PA) e Valdir Raupp,
O inquérito também deve apurar pagamento da JBS ao então presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (MDB-RN), por meio de notas fiscais frias que teriam simulado prestação de serviços de empresas.
A decisão de Fachin foi tornada púbica na tarde desta quarta-feira.
Ex-presidente da Transpetro e delator da Lava Jato, Sérgio Machado disse que o PT pediu à J&F, holding que controla a JBS, o pagamento de propina no valor de R$ 40 milhões ao MDB como forma de compra de apoio político nas eleições presidenciais de 2014.
Álbuns de figurinhas completos, jogadores convocados e contagem regressiva: 28 dias para a Copa do Mundo da Rússia! O evento é realizado a cada quatro anos e mesmo aqueles que não acompanham e não torcem para nenhum time de futebol, entram no clima ‘Verde e Amarelo’ para participar da festa. Afinal, é o Brasil!
No entanto, além da apreensão de um novo 7×1, muitos brasileiros estão preocupados também em como acompanhar o mundial, já que alguns jogos acontecem durante a semana e em horário comercial. A má notícia para quem estava na expectativa de conseguir uma folga, é que as empresas não têm obrigação de liberar os funcionários.
O advogado trabalhista, Leandro Fraga, esclarece que, apesar da sensação de feriado, os jogos não traduzem modificações no dia-a-dia do trabalho. Por isso, não é obrigatório dar folga ou liberar os funcionários, a não ser que o empregador faça um acordo e queira liberar.
“A Copa do Mundo faz parte da cultura dos brasileiros, então temos uma tendência a acreditar que é feriado, mas não é. Os jogos não traduzem nenhum tipo de modificação do dia-a-dia do trabalho, então o empregador não tem nenhuma obrigação de liberar seus funcionários. O fato de sair mais cedo ou entrar mais tarde vai de cada empregador e é uma questão simplesmente de acordo entre as partes”, afirma.
Para o funcionário que conseguir sair da empresa apenas para acompanhar os jogos na condição de voltar depois, o advogado faz um alerta: não consumir bebidas alcoólicas. Segundo ele, ir para o local de trabalho sob efeito de álcool pode ser motivo até mesmo para demissão por justa causa.
“O principal cuidado do empregado é com relação à bebida, principalmente se tiver que voltar para o trabalho depois. Às vezes toma uma cerveja na empolgação, mas se tem que voltar depois, não pode beber. Isso, inclusive, seria motivo para uma justa causa. Caso ele seja liberado e não retorne depois do jogo, como combinado, poderá ter o dia de trabalho descontado”, conclui Fraga.
Ganhando ou perdendo??? Qual a diferença??? Vou continuar sendo brasileiro, morando num pais que a cada dia sai do 3º Mundo para baixo, tendo que viver com salário mínimo e os nossos defensores das cores verde e amarelo, ficando mais ricos.
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