Em seu primeiro mês, a intervenção federal na segurança não reduziu a criminalidade no Rio. De 16 de fevereiro — quando o presidente Michel Temer assinou o decreto de intervenção — até o último dia 16, o município do Rio teve 1.954 roubos de carros, 19% a mais na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 1.632 registros desse tipo de crime. A quantidade de homicídios permaneceu no mesmo – e alto – patamar: passou de 111 para 113 casos. Já a estatística de roubos de cargas subiu 12%, saltando de 281 para 317 ocorrências.
Quando o primeiro mês da intervenção é comparado com o período de 30 dias imediatamente anterior (18 de janeiro a 15 de fevereiro), roubos de cargas e homicídios aumentaram 3% e 6%, respectivamente: a quantidade de registros do primeiro tipo de crime subiu de 109 para 113; a do segundo passou de 299 para 317. Já os roubos de veículos caíram 8%, de 2.103 para 1.954.
O único indicador que caiu drasticamente na cidade durante o primeiro mês da intervenção federal é o de homicídios decorrentes de oposição à intervenção policial, também conhecidos como autos de resistência. Foram 27, contra 49 no mesmo período de 2017. Entre 18 de janeiro e 15 de fevereiro deste ano, houve 51 registros.
Na comparação entre os mesmos períodos, o número de roubos a pedestres no município do Rio subiu de 2.703 para 3.285 (21% a mais), e o de assaltos a estabelecimentos comerciais passou de 92 para 170 (54%). Porém é preciso considerar que, em janeiro e fevereiro de 2017, agentes da Polícia Civil estavam em greve, o que comprometeu a elaboração de registros de crimes de menor gravidade
Números de todo o mês de fevereiro, compilados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) no estado, foram apresentados na semana passada ao secretário de Segurança, general Richard Nunes. Os dados foram analisados por integrantes do gabinete da intervenção, que também avaliaram casos de violência com grande repercussão, como o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), no último dia 14, e as nove mortes provocadas por ações policiais realizadas na Rocinha entre sábado passado e segunda-feira.
Numa reunião, a cúpula da segurança do estado concluiu que era necessário dar mais visibilidade à tropa, cuja atuação estava focada apenas na Vila Kennedy, na Zona Oeste. Apesar disso, o que cariocas e turistas viram ontem foi uma sucessão de “paradinhas” militares: três equipes da Polícia do Exército, cada uma com oito homens e dois veículos, se revezaram na ocupação de três locais – além de um trecho do calçadão em frente ao hotel Copacabana Palace, foram ao cruzamento das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, no Centro; e à Praia de Botafogo, na altura do shopping onde bandidos fizeram disparos durante uma tentativa de assalto a uma loja, na noite de segunda-feira.
Fica evidente que a PM carioca não aceitou de bom grado como nenhuma outra PM aceitaria. O EB não tem experiência na area policial e entrou numa fria. Os indices certamente ficarão piores. O EB vai aguardar o termino deste governo para abandonar a missão. O correto seria o EB reforçar a PM e nunca assumir um encargo que não lhe pertence. As fronteiras estão abandonafas e permeáveis as drogas e armas. Missão que lhes cabe…
Não se combate a criminalidade com força, mas com inteligência.
O investimento nos serviços de inteligência e na integração entre as forças de segurança articuladas com o sistema Judiciário e Penitenciário precisa acontecer.
Mas o investimento pesado em Educação, Saúde, Moradia e geração de emprego e renda, somados a programas sociais ligados a Esporte, Cultura, Arte e formação profissional, devem fazer parte do pacote.
Os ricos, que só querem o suficiente para fugirem literalmente do país que dizem amar, não estão nem aí. Basta ver os investimentos deles em programas sociais, pra ver quantos o fazem. Só querem explorar, explorar e explorar, submetendo seus empregados a situações de vida onde suas condições os obrigam a ficar presos a um sistema em que vivem pra trabalhar e trabalham pra sobreviver.
Pois vida mesmo eles mal conhecem. Pois acordam de madrugada e chegam em casa a noite em ônibus lotados.
Tem q colocar as forças armadas para caçar os milicianos e membros das gangues, estes moleques que não trabalham mas vivem da vida de crime e ostentação… pega 10 por dia, vivo ou morto… num instante saberão que a força da democracia e a liberdade vale mais que um punhado de balas….
Mais um mito indo pro brejo.
Como disse Darcy Ribeiro há 20 anos: "se nao colocarmos tdas as nossas criancas nas escolas hoje, em 20 anos faltará celas pra bandidos".
Os idiotas e bolsominions acham q matando, torturando, armando a população resolverão o problema da violência. Tá mais q provado q nao resolve. Endurecer as penas e ter um policia mais bem articulada e preparada pode resolver a curto prazo, mas a longo prazo não. Só investindo no social e educação sairemos dessa, mas essa não é a política dos golpistas!
Onde e quando já se viu violência gerar paz?
As causas da violência não estão sequer sendo tocadas…
Como podemos esperar algo diferente?
Será que não estamos vendo que o Facebook e a Rede Globo tem disseminado uma verdadeira inversão de valores e estimulado a intolerância e a violência?
Infelizmente as nossas Forças Armadas estão se queimando nessa intervenção politiqueira e mal planejada, graças ao vampiro dos infernos, Temer.
Onde Político seboso bota a mão, nada prospera……………..
A série Narcos, que foi ao ar em 2015, constrói seu enredo misturando elementos de verdade com outros de ficção. Os “mocinhos” de Narcos – dois agentes do Dea, o departamento de narcóticos dos EUA – existem na vida real e deram consultoria aos produtores da série. Agora, o cineasta brasileiro José Padilha – que participou de Narcos – repetiu o mesmo método em sua nova série na Netflix, O Mecanismo, uma ficção baseada em fatos reais da operação Lava Jato.
Em Narcos, a mistura de ficção com realidade não gerou protestos do público brasileiro. Mas com O Mecanismo foi diferente: simpatizantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT protestaram nas redes sociais pelo fato da série ter atribuído ao personagem João Higino, que representa o petista, uma frase que na vida real foi dita pelo senador Romero Jucá (MDB-RR). A frase é famosa: Jucá fala em “estancar a sangria” das investigações de corrupção da operação Lava Jato.
O Mecanismo é descrita por seus criadores como uma “obra de ficção inspirada livremente em eventos reais”. “Personagens, situações e outros elementos foram adaptados para efeito dramático”, diz uma tela que é repetida ao começo de cada episódio.
Entidades e empresas que existem no mundo real tiveram seus nomes trocados na série. O PT (Partido dos Trabalhadores), passa a chamar-se “PO” (Partido Operário); a Petrobras vira “Petrobrasil”; e a empreiteira Galvão Engenharia passa a chamar-se “Bueno Engenharia”.
O mesmo acontece com os personagens. Em vários casos, os nomes foram pensados para ter semelhança com o de pessoas reais. Assim, a personagem que representa a ex-presidente Dilma Rousseff foi batizada de “Janete Ruscov”; Michel Temer vira “Samuel Thames”, e a delegada Erika Marena é representada por “Verena Cardoni”. O mesmo é verdade para os doleiros Alberto Youssef (“Roberto Ibrahim”), Carlos Habib Chater (“Chebab”), e Nelma Kodama (“Wilma Kitano”).
Já o ex-ministro da Justiça e advogado Márcio Thomaz Bastos (1935-2014) aparece na série como “Mário Garcez Brito”, ou “O Mago”: o personagem é uma espécie de super-lobista e advogado defensor de empreiteiras encrencadas com a Justiça.
Na vida real a coisa é mais complexa: Thomaz Bastos realmente trabalhou para empreiteiras da Lava Jato no fim da vida, mas foi também o principal responsável pela reestruturação e aumento da capacidade da Polícia Federal (“Polícia Federativa”, na série) durante sua passagem pelo Ministério da Justiça (2003-2007).
1. Lula falou sobre “estancar a sangria”? Falso
Na série dirigida por José Padilha, a frase é dita pelo personagem José Higino (que representa o ex-presidente Lula) ao “Mago”, inspirado em Márcio Thomaz Bastos. O diálogo fictício ocorre em 2014, antes das eleições presidenciais. Mas a cena é fantasiosa.
Na vida real a frase foi dita pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), ao ex-presidente da Transpetro e delator da Lava Jato, Sérgio Machado. A conversa foi gravada por Machado e entregue às autoridades como parte de seu acordo de delação. O período também é outro: o diálogo real ocorreu em março de 2015, já com Dilma Rousseff (PT) reeleita, e com alguns dos principais empreiteiros do país na cadeia.
Sérgio Machado diz a Jucá que o senador precisa encontrar algum jeito de evitar que seu caso “desça” para Curitiba, sob o juiz federal Sérgio Moro. Jucá: “(A solução) tem que ser política, advogado não encontra (…). Se é político, como é a política? Tem que resolver essa p****… Tem que mudar o governo para poder estancar essa sangria”, diz ele, no áudio verdadeiro, captado antes do processo de impeachment que apeou Dilma da cadeira.
2. A prisão de Youssef em 2014 aconteceu daquele jeito mesmo? Verdadeiro, mas…
Na série, o doleiro Roberto Ibrahim aproveita-se de um descuido do agente “China” (que representa o policial federal aposentado Newton Ishii, o “Japonês da Federal”) para pegar um jatinho no aeroporto de Congonhas (SP) e se mandar para Brasília.
O comando da PF no Paraná chega a interromper a operação, mas de repente a sorte dos protagonistas muda: Ibrahim (Youssef) reaparece no radar dos policiais, já na capital federal. O agente liga no hotel, e Ibrahim atende. Ele retorna a ligação e descobre que a chamada veio da PF – e deduz que seria preso.
Desconfiando da prisão iminente, o doleiro sobe até outro quarto do hotel e entrega uma mala de dinheiro a um comparsa que viajava com ele. “Vou ser preso amanhã. Faz o pagamento aí”, diz, com calma.
A cena é real – inclusive a ligação para a PF e a mala de dinheiro. A diferença é que Ishii não deixou Youssef escapar e o doleiro tampouco estava em Brasília no momento da prisão.
Quando foi detido, Youssef estava no quarto nº 704 do Hotel Luzeiros, um dos mais requintados de São Luís (MA), com vista para o mar. Segundo o Ministério Público, a mala continha R$ 1,4 milhão em propina, vinda da empreiteira UTC, e que seria paga a um secretário do governo maranhense, na gestão de Roseana Sarney (MDB). A prisão ocorreu em 17 de março de 2014. A ex-governadora nega irregularidades.
3. O posto de gasolina de Yousseff realmente existe? Verdadeiro
Na série, o local é chamado de “Posto da Antena”. Na vida real, o estabelecimento funciona até hoje – trata-se do Posto da Torre, localizado no Setor Hoteleiro Sul, ao lado da Torre de TV, um dos cartões-postais de Brasília. O empreendimento foi alvo da primeira fase da Lava Jato.
Além de 16 bombas de combustíveis, o Posto da Torre abrigava uma lanchonete especializada em kebab e uma casa de câmbio – além de um lava-jato. O estabelecimento era comandado por Carlos Habib Chater, sócio de Youssef. Na série, Chater é representado pelo personagem “Chebab”. Na vida real, o posto também serviu para de inspiração para a delegada Erika Marena (“Verena Cardoni”) cunhar o nome “Lava Jato” para a operação.
4. Youssef circulava pelo comitê de campanha de Dilma Rousseff? Falso
Logo no começo da série, o personagem Roberto Ibrahim (que representa o doleiro Alberto Youssef) aparece em uma cena dentro do comitê de campanha do “Partido Operário” – na vida real, o comitê de Dilma Rousseff (PT). “Você quer quanto? R$ 500 (mil) resolve, para esta semana?”, pergunta o personagem a uma integrante do staff fictício. “R$ 600 (mil), meu amor. Para agora”, responde ela.
Na vida real, esta cena jamais poderia ter acontecido: durante a campanha eleitoral de 2014, Alberto Youssef estava preso em Curitiba, no Paraná (ele foi detido na 1ª fase da Lava Jato, em 17 de março de 2014, e ficou na cadeia até 17 de novembro de 2016).
Entretanto, para o Ministério Público, há provas de que a campanha presidencial de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014 usou dinheiro proveniente do esquema de corrupção da Lava Jato. Em junho de 2017, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou a questão – o relator do caso, ministro Herman Benjamin, concordou com a avaliação do Ministério Público, mas foi derrotado em plenário: por quatro votos a três, os ministros do TSE rejeitaram a cassação da chapa Dilma-Temer. PT e MDB negam ter usado dinheiro do crime para financiar a campanha.
5. O policial Marco Rufo existiu realmente e fuçou extratos no lixo? Não foi bem assim…
Assim como outras figuras da série, o policial Marco Rufo é baseado em uma pessoa real – neste caso, um ex-delegado da PF, hoje aposentado, chamado Gerson Machado. Assim como Rufo, Machado é de Londrina (PR). Esta é também a cidade natal de Alberto Youssef (na série, Roberto Ibrahim).
Assim como Rufo – o da ficção – Machado investigou Youssef, e disse ter sido acusado de “perseguição” pelo doleiro. Na vida real, Machado abriu um inquérito sobre o caso em 2008, anos antes da Lava Jato começar. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Machado disse em 2016 que foi afastado das investigações e depois “foi aposentado” precocemente, aos 49 anos de idade, em 2013. O afastamento o deixou deprimido.
Na série, porém, Marco Rufo conhece Ibrahim desde a infância; está na cola do doleiro desde o caso Banestado (na década de 1990), e sofre de transtorno bipolar. Além disso, vasculha o lixo do doleiro para tentar coletar provas e comete outros atos ilegais ao longo da série (como destruir a marretadas uma motocicleta de luxo dos investigados).
Na vida real, os investigadores da Lava Jato usam uma série de softwares de análise de dados, inclusive para fazer o cruzamento de informações financeiras obtidas com ordem judicial junto ao sistema financeiro nacional. Nunca coletaram nada no lixo dos investigados, até onde se sabe.
6. Youssef realmente foi preso e fez delação uma década antes da Lava Jato? Verdadeiro, mas…
Em 1969, o Banco Central do Brasil editou uma norma, a Carta Circular nº 5, com o objetivo de facilitar a vida de brasileiros vivendo no exterior. A norma criou um tipo de conta bancária – batizada de CC5 em referência à Circular do BC – que permitia depositar dinheiro em moeda estrangeira no Brasil e sacá-lo no exterior.
Entre 1996 e 2003, um grupo de doleiros utilizou as contas CC5 do Banco do Estado do Paraná, o antigo Banestado, para enviar cerca de US$ 30 bilhões para fora do país. Um deles era Alberto Youssef. Ele admitiu mais tarde que efetivamente pagou propina, em nome de empresas, aos dirigentes do Banestado, para facilitar empréstimos a essas empresas. O nome do banco batizou o escândalo.
Youssef fechou seu primeiro acordo de delação premiada em 2004 – o acordo foi homologado pelo juiz Sérgio Moro. Em 2014, na segunda prisão do doleiro, o mesmo juiz invalidou o acordo de 2004.
A história é contada de forma resumida pela série de José Padilha – inclusive com uma menção às contas CC5. Mas há pelo menos dois pontos que merecem reparos. Ao ser preso, Youssef diz que não vai ficar muito tempo preso, já que o seu advogado “é o ministro da Justiça”. Naquela época, o ministro era Márcio Thomaz Bastos (“O Mago”, na série). Bastos nunca defendeu Youssef. Além disso, a série deixa de mencionar o fato de o esquema ter começado a funcionar em 1996, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Mas ao final desta matéria, qual o intuito do jornalista? Pra quê explicar um filme de ficção com fatos todos misturados as telas de um cinema pra agradar o público? Lula o Filho do Brasil é único e exclusivamente pra enaltecer o Lula e está cheio de mi mi mi e afagos transformando o principal personagem em algo que ele não é. Mas os Petistas nada falam pois só olham pra o umbigo próprio.
Não é a primeira vez que este tipo de matéria sai no BG e acho péssima a ideia deste jornalista que escreveu de tomar partido e sempre pra esquerda. Infelizmente não tem imparcialidade.
Ficção e mentira são duas coisas bem diferentes.
E a coincidência, mais uma das inúmeras coletadas desde que tudo isso começou, foi que as mentiras só aconteceram contra Lula e Dilma.
É muita seletividade e direcionamento pro meu gosto.
Queria ver se fosse o inverso…
Aliás, quando vão filmar a Morte do Eduardo Campos, que possibilitou Aécio ir pro segundo turno?
E a prisão do helicóptero carregado de cocaína?
A morte do Ministro Teori Zavasky também vai ser documentada?
E a prisão das malas de dinheiro no apartamento do Gedel, operador do TEMER?
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu a vista e liberou há pouco para julgamento uma questão de ordem que discute a restrição do foro privilegiado para parlamentares federais. Agora caberá à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, definir a data para a retomada das discussões.
Em 23 de novembro do ano passado, Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) no julgamento, depois de ter sido formada maioria no STF para reduzir o alcance do foro privilegiado para deputados federais e senadores. À época, Toffoli disse que precisava refletir melhor sobre o assunto e esclarecer eventuais dúvidas sobre as consequências da tese defendida pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo.
Sete ministros já deram votos favoráveis ao entendimento de que o foro privilegiado para políticos só vale se o crime do qual forem acusados tiver sido cometido no exercício do mandato e se for relacionado ao cargo que ocupam. Acompanharam o entendimento de Barroso os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Edson Fachin, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cármen Lúcia.
O voto parcialmente divergente, do ministro Alexandre de Moraes, também defende a limitação do foro apenas para crimes cometidos no mandato, mas propõe que nestes casos as infrações penais, independentemente de terem relação ou não com o cargo, sejam analisadas no STF de qualquer forma.
Moraes, que havia pedido vista na primeira sessão que tratou do julgamento, disse que seu voto era uma “posição intermediária” em relação ao proposto pelo ministro Barroso.
PRAZO
Conforme revelou a Coluna do Estadão em janeiro deste ano, Marco Aurélio deu um prazo de 30 dias, a partir da volta do recesso do Judiciário, para Toffoli devolver ao plenário o processo. Depois disso, Marco Aurélio avisou que ia começar a enviar à primeira instância inquéritos de parlamentares que não estão enquadrados na tese de Barroso, ou seja, que investigam crimes cometidos fora do exercício do mandato e sem relação com o cargo que os parlamentares ocupam.
Em dezembro do ano passado, Barroso decidiu enviar para a primeira instância um inquérito instaurado contra o deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN) baseado no entendimento firmado pela maioria da Corte de restringir o alcance do foro privilegiado.
No caso de Rogério Marinho, o inquérito em tramitação no STF investiga a suposta prática de crimes contra a administração pública ocorridos em 2005 e 2006, quando o tucano ocupava a presidência da Câmara de Vereadores da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Com a decisão de Barroso, os autos do processo foram enviados à 8ª Vara Criminal da Comarca de Natal.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, classificou nesta terça-feira, 27, como “inaceitável” o ataque a tiros aos ônibus da caravana do ex-presidente Lula, no interior do Paraná. Dois veículos foram atingidos por disparos de arma de fogo, mas ninguém se feriu.
“É absolutamente inaceitável que aconteça, parta de quem partir. Isso não é convivência democrática. Isso não pode acontecer, e se acontecer é preciso identificar os responsáveis porque não pode se repetir dentro do regime democrático”, disse o ministro.
Jungmann também condenou confrontos entre militantes petistas e anti-lulistas. Jornalistas foram agredidos no trajeto por seguranças do ex-presidente. “Não podemos admitir confrontos, isso é absolutamente democrático, e é preciso ter respeito.”
O ministro afirmou que a Polícia Federal não irá investigar o caso porque o crime não foi federal e cabe às autoridades estaduais atuar. “Caberá à investigação estabelecer se foi ou não (um atentado político)”, disse.
Jungmann iria conversar ainda nesta terça-feira com a Secretaria de Segurança do governo Beto Richa (PSDB), para pedir “atenção redobrada” para o caso. “Eu pedi que existam cuidados adicionais e falo sempre com a própria PRF”, disse o ministro. Antes, ele se reuniu com parlamentares da bancada do PT.
É uma violencia desnecessaria, mas o petismo inflama paixoes ao estimular o odio de extrema-esquerda. Ao espancar reporteres e adversarios com seguranças, fazer fake news, estimular a guerra civil, fazer palanque de odio etc. Quem propoe a revolucao socialista com morte e sangue é a esquerda brasileira. Estamos vendo o resultado de anos de propaganda do "nos contra eles", estimulado por um partido mergulhado em corrupçao que adora criar cotas (apartheid sociais) que geraram mais concentração de renda. O resultado é essa violencia, ao violentar a democracia e provocar injustiças. Porque so o pobre vai preso? E o rico dono da seita gasta milhoes pra protelar a prisao e fazer campanha politica antecipada ilegal? Lula é o atraso politico, o petismo é o fascismo de mussolini tropical, ou uma copia do bolivarianismo venezuelano. Todos eles causaram violencia, pobreza e muita corrupcao.
Essas práticas de calar ou eliminar adversários políticos já configuraram em outros graves e difíceis episódios da nossa história e o desfecho foram anos de Estado de Exceção. O País não pode voltar a viver os tempos de chumbo",
Vamos combinar, esse truque da esquerda vem sendo usado faz tempo. Chega de farsa para desviar atenção sobre a vergonha da caravana de Lula, o ovacionado!!
Acontece a situação, “um atentado” e ninguém fica sabendo quem fez.
Vamos relembrar:
Em agosto de 2015, quando explodiram na mídia diversas investigações contra Lula em Curitiba e em Brasília (Triplex, Instituto Lula, Sítio, Compra de Caças Suecos, Tráfico de Influência, Venda de MPs etc), Lula recorreu ao mesmo expediente – QUEM NÃO SE LEMBRA DA BOMBA NO INSTITUTO LULA?
Sempre que o noticiário está muito negativo para Lula, acontece um evento desses e a mídia passa a noticiar e dar importância sobre este assunto. E por que isso acontece? Porque nós damos atenção as notícias dos jornalistas de esquerda que dominam a mídia brasileira.
A imprensa não fala mais, porém se quer tratar de um assunto muito mais grave e urgente, TRATE DA AMEAÇA QUE FACHIN e sua família estão recebendo. Esse sim é um perigo real.
Vamos lembrar que o TRF-4 JÁ TEVE SEUS JUÍZES AMEAÇADOS E TIVERAM QUE RETIRAR SUAS FAMÍLIAS do Rio Grande do Sul durante o julgamento do Lula.
Em um ônibus fechado, alto, com ar condicionado, em meio ao barulho e conversas, deu para ouvir e identificar o tiro?? Só mesmo quem escreveu essa farsa.
Não seja inocente. Não caia no truque fajuto da esquerda para proteger Lula.
O PT e a esquerda é CONTRA e QUER o FIM da PM, a PF, o MP e agora exigem deles providências??? Quanta hipocrisia!!
Seria interessante ouvir um especialista em balística. Uma perfuração em carro em movimento produz aquele tipo de furo? Já tem gente dizendo que os furos são característicos de tipo a curta distância e o objeto (caso o ônibus) estava parado. Se se comprovar, temos aí indícios de que o pessoal do PT mentiu. Coisa que não é novidade.
"A escalada fascista subiu mais um degrau. Grupos ultradireitistas não enxergam limites. Ovos, pedras, projéteis, chicotes. São milícias armadas que planejam atentados".
É isso que os eleitora de Bolsonaro chamam de Democracia?
Quando faltam argumentos sobra violência que misturada a já conhecida discriminação e preconceito com os Nordestinos, dão nesse absurdo inaceitável por todos que não desejam ver nosso país transformado numa guerra.
"A Democracia é um coral de muitas vozes. A voz que precisa falar não pode se calar.
Um tiro em uma multidão faz uma correria um alvoroço impressionante…incrível que NINGUÉM deu entrevistas sobre a hora dos tiros ,o desespero,aflição….JEITO PTRALHAS DE SER ???
É preciso reconhecer que o Brasil apaixonou-se pelo desastre. Se os últimos acontecimentos indicam alguma coisa é que essa paixão nacional pelo insolúvel é plenamente correspondida. O último privilégio da nação é poder formular sua própria receita para o caos. Do jeito que vão as coisas e as pessoas, a expectativa é fúnebre. Organiza-se o funeral da sensatez. Depois, todos se culparão mutuamente pela sua morte. Mas o estrago estará feito.
A convulsão que toma as redes sociais, nos choques de ódio, transborda para a praça. Condenado a 12 anos de cana, Lula está no palanque, não na cadeia. Inelegível, fantasia-se de candidato. Suas manifestações são cada vez mais desconexas. No Sul, entrega-se à rotina de percorrer plateias companheiras. Mas elas são cada vez menores. E passaram a ser perseguidas por milicianos travestidos de opositores. Jogaram pedras. Arremessaram ovos. Dispararam três tiros contra um par de ônibus da caravana —um levava jornalistas. Outro, convidados.
A presidente do PT, Gleisi ‘vai ter que matar gente’ Hoffmann, ergueu a voz: “É um atentado, foi uma embuscada, é tiro. Querem matar o presidente Lula.” Ao lado de Gleisi, o próprio Lula. Atrás, o companheiro Stédile, personagem que o pajé do PT evoca sempre que deseja informar que sua infantaria inclui o “exército” do MST.
O pedaço do movimento anti-Lula que não se esconde no mato para puxar o gatilho exibe em manifestações barulhentas uma simpatia irrefreável por Jair Bolsonaro. Alguns desses rivais levam à vitrine um paradoxo: caminham para as urnas enrolados numa bandeira metafórica da volta dos militares. É a turma da “direita já”.
A esse ponto chegou a polarização nacional: Lula e Bolsonaro tornaram-se cabos eleitorais um do outro. E o eleitor brasileiro aproxima-se do dia da eleição enxergando um enorme passado pela frente. A preferência de metade do eleitorado oscila entre um condenado por corrupção e um defensor da “bancada da metralhadora” no Congresso.
Alguém já disse que a civilização é o que sobra para ser desenterrado mil anos depois. Quando os arqueólogos desencavarem o que restou do Brasil, encontrarão os sinais de uma sociedade doente. Nela, denunciado por corrupção disputa a reeleição, reforma ministerial vira troca de cúmplices, autoridades assassinam na internet a reputação de uma vereadora fuzilada…
Nessa sociedade em ruínas, magistrados supremos sofrem ameaças, corruptos trafegam livremente sob a marquise do foro privilegiado e o Supremo Tribunal Federal, além de não condenar ninguém acima de um certo nível de poder e renda, cultiva a política das celas vazias para os poderosos que tiveram o azar de ser alcançados pelas instâncias inferiores do Judiciário.
Juntando todos os achados, os responsáveis pela arqueologia do Brasil chegarão à receita perfeita do caos: tiros, ovos, ladroagem, cadáver e muita insensatez —com o Supremo, com tudo.
No primeiro parágrafo sabia q o texto era do Coxa Josias, um dos responsáveis por esssa quase convulsão social e hipocriatite aguda q tomou conta do pais.
Dois dos três ônibus da caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram atingidos por tiros, segundo pessoas que estavam dentro dos veículos. Os ônibus teriam sido alvos dos disparos quando deixaram a cidade de Quedas do Iguaçu, e seguiam para Laranjeira do Sul, ambas no Paraná. Segundo os relatos, o veículo que levava jornalistas convidados pela comitiva tem a marca de um tiro na lataria e ainda uma espécie de arranhão no vidro que teria sido provocada pelo projétil que ricocheteou. Ninguém saiu ferido.
O outro ônibus, ainda segundo o PT, apresenta a marca de um tiro na lataria, pouco abaixo das janelas. O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, informou que telefonou para o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, cobrando providência a respeito do episódio. O ônibus que transporta Lula não foi atingido.
Logo depois de discursar numa universidade em Laranjeira do Sul, o ex-presidente seguiu até a garagem para onde os veículos foram levados.
— Se pensam que com isso vão acabar com a minha disposição de brigar, estão enganados — disse Lula durante discurso a militantes em universidade de Larajeiras do Sul.
O PT informou que registrará um boletim de ocorrência e também pedirá perícia nos veículos. A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, classificou de “emboscada” o ato contra os veículos da caravana.
— Queriam atingir o presidente Lula. Foi uma emboscada, uma tentiva de homicídio — disse Gleisi.
Segundo Antonio Soares, motorista que dirigia o ônibus com os jornalistas, assim que o ônibus foi atingido todos pensaram se tratar de uma pedrada. Ele contou ainda que, em seguida, verificou que dois pneus também foram furados por um objeto cortante.
A comitiva tem viagem marcada esta noite para Curitiba.
No Twitter, no pefil @Lula pelo Brasil, o ex-presidente diz que a caravana “está sendo perseguida por grupos fascistas. Já atiraram ovos, pedras. Hoje deram até um tiro no ônibus”.
O ministro da Segurança, Raul Jungmann, disse que vai conversar ainda hoje com o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), para pedir atenção às investigações sobre o ataque.
— Vou pedir (ao governador) exatamente que existam cuidados adicionais. E também falo sempre com a Polícia Rodoviária Federal. Nós não podemos admitir confrontos. É absolutamente anti-democrático e é preciso ter respeito — disse Jungmann.
Mais cedo, em Quedas do Iguaçu, o ex-presidente chamou de “selvageria” os atos contra ele na região. Ao discursar na praça central do município, Lula afirmou que aceita “todo tipo de protesto, o que não se aceita é a violência”.
— Nunca tinha assistido uma selvageria como estamos assistindo agora, de um grupo de pessoas que eu não sei quem são, que nos esperam em cada trevo com pau, pedra e bomba para tentar evitar que a nossa caravana chegue no lugar que está marcado — afirmou o ex-presidente.
Sobre a condenação de 12 anos e um mês no caso do tríplex, o ex-presidente colocou sob suspeita a credibilidade dos responsáveis pela punição.
— Tem um processo contra mim que eu já fui condenado. Eu ficou pensando: ou estou louco ou quem me condenou está louco.
A caravana pela região Sul completa nesta terça-feira o seu 9º dia.
— Em todas as cidades, tinha caminhão, tinha pau e tinha pedra — disse Lula.
Quedas do Iguaçu é cercada de assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. O locutor do evento de Lula referiu-se ao município como capital nacional da reforma agrária. Ao discursar antes dos líderes petistas, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (RS), agradeceu de “coração” ao movimento e disse que a caravana é “da paz”.
— Vocês têm sido aguerridos. Quem está fazendo a segurança do presidente Lula nas terras paraenses é o MST. Obrigado por vocês cuidarem do presidente Lula — afirmou.
Tem que PF fazer uma perícia pois estão dizendo que pelo ângulo das balas os ônibus estavam parados e oi tiros foram de curta distância
Como é o pt não duvido de nada
Para os que ainda não estão entendendo o que está acontecendo, esse escândalo mostra como as redes sociais estão sendo usadas para semear o medo, a intolerância, o racismo, o ódio, o consumismo, e influenciar politicamente a massa de carneiros, criando heróis e bandidos artificialmente (efeito manada).
Acordem e vão ler o livro "1984" de Orson Well, para entender a origem do BBB, com o grande irmão espionando todo mundo e os manipulando sutilmente por meio de perfis falsos e robôs que retransmitem charges, clichês e propagandas queimando uns e endeusando outros, ou simplesmente desviando a atenção dos incautos e distraídos para outros assuntos em proteção aos seus financiadores e protegidos.
Acorde, a MATRIX já está instalada e é controlada pelo Departamento de Justiça Americano.
O Facebook ameaça à Democracia.
É mais fácil a mídia social produzir gás de pimenta do que melhorar a vida das pessoas.
Imagino o escândalo internacional se fosse com alguém do PSDB…se já foi aquele auê quando um míssil teleguiado supersônico (bolinha de papel) atingiu a cabeça de José Serra..teve perito Molina, teve manifestação das autoridades, teve Tomografia Computadorizada, etc, etc…
INCRÍVEL QUE SÓ ELES( PTRALHAS) viram esses tiros ???? Essa quadrilha são capazes de tudo ….exemplos são a CORJA TODA DO PT PRESOS e ainda dizem que NÃO EXISTE OPERAÇÃO LAVA JATO …os analfabetos dizem que é GOPI?
Mentira! Eles mesmo fizeram, atiraram para se fazerem de vítimas. Lembro que Aluízio Alves fez isto na campanha de Jessé Freire. Para fazer de coitadinho .
Sobre as notícias de furto ocorrido com veículo não oficial, de propriedade e uso da família do Governador, o Governo do RN, por questões de segurança institucional, não vai se pronunciar até que sejam esclarecidas todas as circunstâncias do ocorrido.
Como uma matéria diz que.o governador se pronunciou e quando vai se ler diz o contrário. Que ele não se pronunciou. Quem escreveu isso????? Aprendam a dar a informação com correção.
A assessoria está tão perdida quanto o GOVERNO DO ERREEENE, não sabe a diferença entre FURTO e ROUBO, então vamos lá NIVI MOBRAL: FURTO não tem violência contra a vítima e ROUBO é com violência ou grave ameaça. Então assessoria que esta mais para acessorista, o carro blindado do Governador foi ROUBADO, ou seja< VIOLÊNCIA ou GRAVE AMEAÇA.
Kkkkkkkkkkkkkkkk, e tem o q dizer!!! Ele devia ter uma crise de autismo e dizer….EU SOU INCOMPETENTE, INCOMPETENTE,INCOMPETENTE,INCOMPETENTE,INCOMPETENTE…..
Na noite de ontem (26) ocorreu um latrocínio envolvendo um casal de policiais militares de Santa Catarina, que jantavam em uma pizzaria de Natal, e resultou na morte de Caroline Pletsh, de 32 anos. A Polícia Civil afirma que, segundo informações oficiais colhidas até o momento, os disparos efetuados pelos criminosos ocorreram durante luta corporal.
A polícia já está com as gravações de câmeras de segurança e segue avançando nas investigações do caso para identificar os quatro suspeitos envolvidos no crime. Quaisquer informações sobre o caso podem ser comunicadas para o número 181 ou 98132-6057, todas as denúncias serão apuradas sob o mais absoluto sigilo.
A Facção do Sindicato do RN realizou vários atos em comemoração aos seus cinco anos de funcionamento no Rio Grande do Norte. Em fotos e vídeos divulgados nas redes sociais, os criminosos exibiram um bolo, armas e ainda teve queima de fogos em vários bairros.
Não temos outra saída. Bolsonaro 2018 para mudar o código penal . Infelizmente a leniência de nossas leis são a causa básica desse grande problema da violência… Não adianta falar em falta de oportunidade ou que criminosos são vítimas da Sociedade, pois ninguém mais acredita nessa descarada mentira .
Nessa semana Rogério Marinho propôs transformar atos do MST como terroristas, poderia muito bem enquadrar como terroristas esses participantes eessas facções criminosas que são verdadeiros estados paralelos, igualmente ao Estado Islâmico.
É uma vergonha. E os policiais, acuados. Se atirar num vagabundo é encostado, se matar é preso. O povo, refém, preso dentro de suas próprias residências.
Kkkkkkkkkk. Esse desgoverno é uma piada pronta. Esse é o reflexo de décadas de abandono c/ a educação. O Estado fechando escolas e investindo em presídios que são as verdadeiras escolas do crime.
tanto ele como o vice são um fisco só deveriam ser expulsos do nosso país.Logo vi,…, o vice foi assaltado na porta do ap de robson em areia preta e ele agiu como se nada tivesse ocorrido,ou seja, desmoralização isso ocorreu nos primeiiros dias do governo.Que pena que ele não foi junto com o carro e sua crias sindicato e pcc não comeram o figo dele.
O Supremo Tribunal Federal (STF) mandou nesta terça-feira (27) soltar o deputado estadual Jorge Picciani (MDB-RJ), permitindo que ele fique em prisão domiciliar.
Preso desde novembro por supostamente receber propina para atender interesses de empresários na Assembleia Legislativa do Rio, Picciani alegou agravamento de seu quadro de saúde na prisão.
A defesa apresentou laudos com quadro de câncer na próstata e bexiga, apontando condições inadequadas na cadeia para a saúde do parlamentar, que tem usado fraldas em razão de incontinência urinária.
“Independentemente da ação penal contra ele proposta, o paciente já se submeteu a quatro intervenções cirúrgicas na próstata. Última intervenção durou 12 horas. Usa 10 fraldas descartáveis por dia”, disse na tribuna o advogado Nélio Machado.
Relator da ação, o ministro Dias Toffoli concordou com o pedido e foi acompanhado do ministro Celso de Mello na sessão.
“Aqui não está em jogo ele ser parlamentar, mas sim uma questão de saúde, tanto que não se pede liberdade, mas sim prisão domiciliar”, disse Dias Toffoli.
“Se é permitido ao preso definitivo [a prisão domiciliar], a fortiori, com muito mais razão, ao preso provisório”, completou depois, lembrando o fato de o deputado ainda não estar condenado, mas em prisão preventiva.
Divergência
Único a divergir no julgamento, o ministro Edson Fachin disse que a prisão domiciliar exige que o preso esteja “extremamente debilitado”, o que ele não constatou a partir de perícia.
O ministro levou em conta laudo que descreve Picciani durante a visita: “Calmo, lúcido, orientado no tempo e espaço, além de bastante cooperativo. Pensamento normal, humor presente, mas levemente deprimido. Sem delírios ou alucinações. Bom estado geral, bom estado de nutrição, sinais de emagrecimento recente”.
Na decisão, o ministro Dias Toffoli determinou uma reavaliação do quadro de saúde de Picciani a cada dois meses para aferir eventual possibilidade de retorno à cadeia.
Não participaram do julgamento os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, ausentes na sessão.
Isso é uma VERGONHA, mais uma vez o puxadinho dos CORRUPTOS mostra que só serve par atender aos seus chefes, quantos presos estão morrendo de alguma doença e não tem seus pleitos atendidos por essa turma de submissos, tá passando da hora do povo/sociedade exigir seus direitos e o poder a qualquer forma. chega de tanta impunidade, chega de tanta subserviencia, chega de tanta submissão.
Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin disse que a família dele tem recebido ameaças –e que está preocupado com isso, a ponto de ter pedido providências à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e à Polícia Federal.
“Nos dias atuais uma das preocupações que tenho não é só com julgamentos, mas também com segurança de membros de minha família. Tenho tratado desse tema e de ameaças que tem sido dirigidas a membros da minha família”, disse, em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila. O programa Roberto D’Avila vai ao ar na GloboNews às 21h30.
O ministro não especificou de quem ou de onde vêm as ameaças nem as relacionou a nenhum fato concreto.
Segundo Fachin, “algumas providências que solicitei à presidente e a PF por intermédio da delegada que trabalha aqui no tribunal já estão sendo adotadas”. “Nem todos foram os instrumentos foram agilizados, mas eu efetivamente ando preocupado com isso –e esperando que não troquemos fechadura de uma porta já arrombada também nesse tema.”
Ao comentar como se sentia diante das ameaças, Fachin afirmou: “Fico preocupado, sim, com aqueles que, membros da minha família, não fizeram essa opção [de atuar no Supremo] e poderão eventualmente sofrer algum tipo de consequência. Mas espero que nada disso se passe”.
Também relator do pedido de habeas corpus preventivo da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro votou pelo “não conhecimento“, isto é, para não aceitar sequer a possibilidade de o pedido de habeas corpus ser examinado. Justificou que a defesa deveria ter apresentado um recurso ordinário contra a decisão do início de março da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou o pedido para evitar a prisão de Lula em janeiro.
Ele também votou contra a suspensão da sessão do Supremo e contra a liminar pedida pela defesa de Lula.
Quem tá sendo atacado é o povo do sul, um ladrão condenado está se passando de inocente e tentando fazê-los de idiotas, luladrão era presidente e promoveu corrupções sistêmica em todos os órgãos da administração do Brasil, tanto que moro já conseguiu repatriar 6 bilhões, isso representa pequena parte dos desvios e propinas, que podem chegar a cifra de trilhões de reais.
Antonio o macete e vc pular na frente da bala ,assim o onibus não seria atingido.Tem outra idea quando lula for preso vc vai mais ele ou no lugar dele kkkkkk
Esse pais é um cabaré, e os administradores do bordel não tem interesse, ou tem intere $$ e $, que a situação continue assim. Isso é consequência dessa fraqueza do STF, em não punir os ladrões da lava jato.
Gabriel Jesus voltando para marcar. Paulinho dando carrinho na área. Willian na lateral… Para confrontar uma ideia de jogo tão consolidada a ponto de ser praticada com naturalidade por um time quase B, o Brasil de Tite sabia que precisaria de concentração, dedicação e eficiência. Os dois primeiros itens foram cumpridos com louvor. O terceiro contou com a ajuda de Trapp, que espalmou para dentro a cabeçada de Gabriel Jesus: 1 a 0 sobre a Alemanha, em Berlim.
Resultado que fortalece, sim, a caminhada da equipe rumo a Copa do Mundo de daqui a 81 dias. E também limpa a mente do reencontro pós-7×1. Agora já aconteceu. A Seleção se dispôs a fazer um jogo diferente do que está habitada com essa comissão, de mais transpiração do que inspiração – apesar de ótimos momentos –, e mostrou uma versatilidade que poderá ser importante na luta pelo hexa.
Orgulho de ver pelo menos 1 belíssimo e completo candidato a presidência da república. João Amoedo é disparado o mais preparado! Além de ter princípios e valores do belo Partido Novo, ele também não é contaminado como todos os outros dinossauros que querem se candidatar. Excelente! Vamos lá! #amoedopresidente #joaoamoedopresidente #amoedopresidente2018
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) realizou acordo judicial no Tribunal de Justiça para que a Prefeitura de Parnamirim adote medidas para garantir a reconstrução e reativação da Escola Municipal Limírio Cardoso D’ávila. Na nova estrutura, serão oferecidos os ensinos Fundamental I e II (1º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) a partir do ano de 2020. O acordo firmado no Núcleo de Conciliação do 2º Grau do TJ e homologado pela vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Parnamirim.
Nos termos do acordo, ficou estabelecido que serão incluídos na Lei Orçamentária Anual de 2019 os recursos necessários para realização das obras. A Prefeitura de Parnamirim se comprometeu a adotar todas as providências administrativas e deflagrar processo licitatório para execução da construção da escola.
Durante o ano de 2018, deverão ser elaborados todos os projetos arquitetônicos e complementares, além das planilhas orçamentárias, de modo que a instituição esteja pronta para retomar as aulas e receber os alunos para o ano letivo de 2020.
A Prefeitura também se comprometeu a realizar um diagnóstico técnico para verificar a quantidade de alunos que necessitarão de turmas de correção de fluxo e de EJA na abrangência da escola.
O acordo firmado junto ao TJRN prevê ainda a implantação de ações intersetoriais entre as redes de educação, assistência, saúde e segurança no território, especificamente no que tange à política pública de enfrentamento ao uso abusivo de substâncias psicoativas na comunidade do entorno da escola, já que a instituição de ensino situa-se em local de vulnerabilidade social.
Em caso de descumprimento, a Prefeitura fica sujeita a multa diária de R$ 1 mil. Com o acordo homologado, as partes renunciam ao prazo recursal, ficando o processo extinto.
Entenda o caso
O acordo homologado no TJRN é o desfecho da ação civil pública ajuizada pela 4ª Promotoria de Justiça de Parnamirim em julho de 2017, requerendo na Justiça a reconstrução da escola. O local havia sido depredado em julho de 2016, quando vândalos saquearam as dependências do prédio durante cinco dias consecutivos, até mesmo na presença de equipes de reportagem que filmaram a ação.
Pelo menos dois meses antes do ocorrido, a Promotoria de Justiça já acompanhava a situação de abandono da escola Limírio Cardoso, exigindo providências quanto à falta de professores e à segurança do local, quando foram constatadas diversas irregularidades relativas à grade curricular, por falta de aulas.
A escola foi construída em 2014 e apenas dois anos depois estava desativada. O custo da construção à época foi de mais de quase R$ 2,4 milhões e, de acordo com a Secretaria de Obras, só para sanar os danos causados com a depredação a Prefeitura gastou mais de R$ 950 mil.
Confira programa desta terça-feira(27). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, teve como entrevistado Rodrigo Jorge – especialista em segurança da Informação. Clique abaixo e ouça.
Fica evidente que a PM carioca não aceitou de bom grado como nenhuma outra PM aceitaria. O EB não tem experiência na area policial e entrou numa fria. Os indices certamente ficarão piores. O EB vai aguardar o termino deste governo para abandonar a missão. O correto seria o EB reforçar a PM e nunca assumir um encargo que não lhe pertence. As fronteiras estão abandonafas e permeáveis as drogas e armas. Missão que lhes cabe…
Não se combate a criminalidade com força, mas com inteligência.
O investimento nos serviços de inteligência e na integração entre as forças de segurança articuladas com o sistema Judiciário e Penitenciário precisa acontecer.
Mas o investimento pesado em Educação, Saúde, Moradia e geração de emprego e renda, somados a programas sociais ligados a Esporte, Cultura, Arte e formação profissional, devem fazer parte do pacote.
Os ricos, que só querem o suficiente para fugirem literalmente do país que dizem amar, não estão nem aí. Basta ver os investimentos deles em programas sociais, pra ver quantos o fazem. Só querem explorar, explorar e explorar, submetendo seus empregados a situações de vida onde suas condições os obrigam a ficar presos a um sistema em que vivem pra trabalhar e trabalham pra sobreviver.
Pois vida mesmo eles mal conhecem. Pois acordam de madrugada e chegam em casa a noite em ônibus lotados.
Quer que funcione
E só dar ordem que os militares podem atirar e serão julgador pela JUSTIÇA MILITAR
Se é da (do) Globo, então é mentira.
Cadê os defensores da militarização?
Estão sentando sua bunda gorda nos seus sofás e se especializando em segurança pública pelo Facebook?
Fracassou!
Se os militares estivessem dando tiro em vagabundo, o Rio estaria um céu.
Tem q colocar as forças armadas para caçar os milicianos e membros das gangues, estes moleques que não trabalham mas vivem da vida de crime e ostentação… pega 10 por dia, vivo ou morto… num instante saberão que a força da democracia e a liberdade vale mais que um punhado de balas….
Mais um mito indo pro brejo.
Como disse Darcy Ribeiro há 20 anos: "se nao colocarmos tdas as nossas criancas nas escolas hoje, em 20 anos faltará celas pra bandidos".
Os idiotas e bolsominions acham q matando, torturando, armando a população resolverão o problema da violência. Tá mais q provado q nao resolve. Endurecer as penas e ter um policia mais bem articulada e preparada pode resolver a curto prazo, mas a longo prazo não. Só investindo no social e educação sairemos dessa, mas essa não é a política dos golpistas!
Onde e quando já se viu violência gerar paz?
As causas da violência não estão sequer sendo tocadas…
Como podemos esperar algo diferente?
Será que não estamos vendo que o Facebook e a Rede Globo tem disseminado uma verdadeira inversão de valores e estimulado a intolerância e a violência?
Infelizmente as nossas Forças Armadas estão se queimando nessa intervenção politiqueira e mal planejada, graças ao vampiro dos infernos, Temer.
Onde Político seboso bota a mão, nada prospera……………..