Osmar Serraglio não aceitou o convite para ser o ministro da Transparência depois de ser tirado do Ministério da Justiça pelo presidente Michel Temer.
A informação foi dada por Serraglio a deputados da bancada do PMDB. Ele deve se encontrar com Temer na tarde desta terça (30).
Ele deve voltar para a Câmara, onde tem mandato de deputado federal pelo PMDB do Paraná. A consequência da decisão é a saída definitiva do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) em razão da delação da JBS. Loures é suplente de Serraglio e assumiu o mandato do deputado após sua ida para o ministério.
Loures foi flagrado recebendo uma maleta com R$ 500 mil de Ricardo Saud, executivo da JBS, e está sendo investigado no STF no mesmo inquérito de Temer.
Loures perde o foro no Supremo, mas a investigação pode continuar na corte porque está ligada a Temer.
A troca no comando do Ministério da Justiça ocorreu no domingo (28), a menos de dez dias do julgamento da Justiça Eleitoral que poderá cassar o mandato do presidente, marcado para o dia 6 de junho.
O movimento é visto como uma medida para melhorar a interlocução de Temer com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e com o STF (Supremo Tribunal Federal), responsável por conduzir o inquérito contra o peemedebista.
Diferentemente de Serraglio, o escolhido Torquato Jardim já foi ministro do TSE e tem boa relação com os tribunais superiores. Ele é conhecido pelo perfil conciliador, motivo que também o levou a ocupar a Transparência (ex-CGU).
A saída de Serraglio da Justiça já era discutida desde o início da semana passada pelo peemedebista. A gestão dele vinha sendo criticada por auxiliares e assessores presidenciais pela falta de pulso firme e de resposta rápida diante do aumento de episódios de violência pelo país.
Além disso, havia o receio de que ele fosse citado em delação premiada que tem sido negociada com o Ministério Público Federal pelo fiscal agropecuário Daniel Gonçalves Filho, apontado como o líder do esquema de corrupção descoberto pela Operação Carne Fraca.
Em grampo divulgado em abril, Serraglio chamava Daniel de “grande chefe”. Ele telefonou em fevereiro ao fiscal, quando ainda era deputado federal, para obter informações sobre o frigorífico Larissa, de Iporã (PR).
Nao seria o mesmo caso de Lula?
Arranjando um ministerio pra ter foro privilegiado.
Mas tenho certeza que MT deve arranjar outra boquinha para que o deputado Loures fique na câmara e se livre de um abacaxi maior.
Não vi nenhuma voz , nem os sites reclamando sobre isso
O delator Ricardo Saud, que foi lobista do grupo J&F, indicou cargos no governo de Michel Temer.
Saud é filiado ao partido Solidariedade, e forte aliado do deputado Paulinho da Força, presidente do partido.
Entre indicados por Saud está o atual chefe de gabinete da Superintendência do Incra em São Paulo, Edson Fernandes. Também entra na sua cota o Diretor de Gestão Estratégica do Incra, Juarez Delfino da Silveira. Ele foi exonerado na última sexta (26), e deve deixar o cargo ainda nesta semana.
As inscrições para o IV Campeonato de Futebol do Servidor Público já estão abertas. Os jogos acontecerão a partir do dia 11 de julho até 20 de outubro de 2017. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no sites www.searh.rn.gov.br ou www.qualidadedevida.rn.gov.br. A ficha deve ser impressa e entregue até o dia 12 de junho no setor de Licitações da Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos (Searh), ao Sr. Sérgio Tavares.
Serão 32 equipes que poderão ser formadas com no máximo 16 atletas que estejam no efetivo exercício das atividades profissionais em órgãos públicos, inclusive servidores terceirizados e estagiários. Os jogos terão a duração de 40 minutos, dividido em dois tempos de 20 minutos. Será necessária ainda a participação dos representantes das equipes em reunião para o sorteio da tabela dos jogos, marcada para o dia 22 de junho, às 9h na Searh, quando também serão apresentadas a forma de disputa da competição, o número de equipes participantes e a tabela de jogos.
Maiores informações podem ser obtidas com a equipe organizadora do evento, pelos telefones (84) 3232-2158 ou 98763-8320.
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN apreciou na sessão desta terça-feira (30) pedido de Habeas Corpus movido pela defesa de dois policiais militares, presos por suposto envolvimento em um grupo de extermínio. A defesa argumentou pelo “constrangimento ilegal” na prisão do acusado, mas os desembargadores mantiveram a prisão preventiva decretada pela 1ª Vara Criminal de Mossoró (Processo nº 0100450512016.8.20.0003). Os PMs foram detidos durante as ações da operação “Intocáveis”.
A ação foi executada pela Secretária Estadual de Segurança Pública, Ministério Público Estadual, Polícia Civil, e pelo Comando da Polícia Militar em 22 de junho de 2016, cuja investigação levou cerca de noves meses, conduzida pela Força Nacional de Segurança e que resultou na prisão de seis integrantes da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, suspeitos de integrarem o grupo de extermínio que atuava na região de Mossoró.
De acordo com as denúncias, o grupo justificava os crimes como “legítima defesa” e “no cumprimento do dever legal”. As denúncias são relativas a sete assassinatos e uma tentativa de homicídio.
O Tribunal de Contas da União suspendeu uma licitação no valor de 2,2 bilhões de reais.
O edital para contratação de empresa especializada em consórcio para execução dos serviços de disponibilização, instalação, operação e manutenção de equipamentos eletrônicos de controle de tráfego nas rodovias federais seria aberto hoje.
Os questionamentos são pela possibilidade de se ofertar equipamentos usados e obsoletos e um suposto favorecimento do Departamento Nacional de Infraestruturas e Transportes ao atual prestador de serviço.
A ação foi aberta pela empresa Splice Indústria, Comércio e Serviços Ltda.
Outro ponto que saltou aos olhos é o fato da empresa vencedora do edital julgar a pertinência de novos equipamentos instalados, já que receberia por unidade.
Esse DNIT é pródigo em tungar o bolso dos motoristas. O CONTRAN estabelece que as multas por velocidade no perímetro urbano das cidades é competência exclusiva dos municípios por meio da Deliberação 51.
Mas vejam quantos radares não estão instalados aqui em Natal, São Gonçalo, Macaíba, Parnamirim…
Faleceu na noite dessa segunda-feira(29), em Natal, Eduardo Machado.
Eduardo tinha 51 anos, e ao chegar casa após treinar em uma academia, teve um mal súbito.
Filho do ex-vereador Aluisio Machado, Eduardo deixa um filho e uma legião de amigos.
O velório será a partir das 16h, no Centro de Velório da Rua São José, com missa programada para 19h. O sepultamento será no Morada da Paz de Emaus, às 21h.
Obg a todos os amigos de Eduardo e da família Machado, é com grande orgulho que recebemos as palavras carinhosas de vcs para Dudu e nossos pais! Paz e luz!
Pessoa humana de rara grandeza, dotado de um especial bom humor e amigo dos amigos, Eduardo fará falta nessa província onde parece que os bons vão mais cedo.
É a velha história, nunca deixe de beber a sua cerveja quando estiver com vontade somente porque fulano ou sicrano acha inconveniente, 51 anos é muito novo, nunca deixemos de fazer o que se deseja hoje para fazer amanha.
Uma grande pessoa. De bem com a vida. Inúmeros amigos. Torcedor ferrenho do Mais Querido ABC FC. Difícil de acreditar e aceitar. Vá em paz amigo, e que Deus conforte a família e amigos.
Novos horizontes: número de brasileiros que deixam o país mais que dobrou nos últimos anos (iStock/iStockphoto)
Muitos brasileiros estão vendendo tudo, fazendo as malas e indo para o aeroporto só com uma passagem de ida: o número de pessoas que estão saindo do país abruptamente cresce cada vez mais.
Segundo a Receita Federal, pouco mais de 18,5 mil brasileiros deixaram o país em definitivo no último ano, mais do que o dobro dos quase 8 mil que foram viver no exterior em 2011.
Brasileiros com carreiras consolidadas, casa própria e vida estável estão abrindo mão de tudo isso para morar em países europeus ou norte-americanos. São pessoas em busca de melhor qualidade de vida ou de melhores oportunidades.
Alguns, com excelente condição financeira, conseguem manter os negócios no Brasil enquanto vivem fora. Mas há uma classe média brasileira considerável que deixa o país para começar tudo do zero no exterior.
MaCson Queiroz JP, diretor da M.Quality, empresa brasileira especializada em intercâmbio, imigração e negócios na Austrália, define o perfil do brasileiro que se muda de vez para Austrália como “um profissional com nível universitário, pertencente às classes A/B, na faixa etária de 30 a 48 anos, casado, um filho e com nível de inglês avançado”.
Para ele, a insegurança no Brasil estimula a decisão. “Estes brasileiros não suportam o nível de insegurança vivido hoje no país e não querem que os filhos cresçam em um ambiente de violência como está agora. Estão, de maneira geral, desiludidos com o Brasil do futuro. Esses profissionais aceitam até mesmo reiniciar as suas carreiras em troca de uma qualidade de vida superior”.
Na Austrália, áreas como engenharia, computação, contabilidade, saúde e educação oferecem boas oportunidades para os brasileiros, desde que eles tenham uma experiência profissional superior a 3 anos e saibam falar inglês.
Para se virar no exterior, a fluência no idioma e a formação acadêmica são indispensáveis. Ao menos no Canadá, o estrangeiro pode cursar dois anos em um college para se inserir com mais facilidade no mercado de trabalho. É uma espécie de “curso profissionalizante”, que deixará o estrangeiro preparado tecnicamente. Fazer uma graduação no país seria o passo seguinte na qualificação.
Mas nem todo brasileiro está disposto a assumir um cargo “mais humilde” no exterior e isso pode trazer frustração. Rosa Maria Proes, presidente CEO da Canadá Intercâmbio, diz que crescer na carreira estando fora do Brasil é um caminho passo-a-passo.
“Se você quer ir para as carreiras operacionais, que são indicadas para os brasileiros, você vai para um college. Já inserido no mercado de trabalho, você cursa a universidade e consegue crescer aqui na sua área”, afirma.
Bruno C. Sibella, de 32 anos, vive Kitchener, cidade a 100 km de Toronto. Trabalhava como operador de câmera de TV no Brasil, mas após ser demitido, decidiu, em conjunto com sua mulher, vender tudo, alugar a sua casa e se mudar para o Canadá. “Colocamos o nosso sonho em duas malas e fomos”, diz Bruno, que atualmente cursa o college na área de broadcasting. Já inserido no mercado de trabalho, você cursa a universidade e consegue crescer aqui na sua área”, afirma.
Bruno C. Sibella, de 32 anos, vive em Kitchener, cidade a 100 km de Toronto. Trabalhava como operador de câmera de TV no Brasil. Mas após ser demitido, decidiu, em conjunto com sua mulher, vender tudo, alugar a sua casa e se mudar para o Canadá. “Colocamos o nosso sonho em duas malas e fomos”, diz Bruno, que atualmente cursa o college na área de broadcasting.
“Aqui não tem muito isso de subemprego. A visão é muito diferente. Eu, particularmente, gosto de fazer TV. Farei um college e farei meu networking na área. Mas se fizesse o curso, eu não veria problema em trabalhar em qualquer outra coisa”.
Marcelo Gidaro, de 28 anos, mudou-se para a Escócia neste ano com a esposa Gabriela Rolim, de 30 anos. No Brasil, era gerente de projetos e agora trabalha em um café. Porém não se arrepende da troca de carreira.
O casal resolveu abrir mão de cargos gerenciais para trabalhar em funções que nunca realizou, tudo em prol da qualidade de vida que a Escócia oferece.
“O fato de trabalhar em fast food, café, pubs, restaurantes e até mesmo com limpeza não te diminuirá de forma alguma como profissional. Não é demérito trabalhar em ‘subemprego’ quando for morar no exterior. Só não posso dizer que é fácil, pois as empresas sempre solicitam referências profissionais (dentro do país), dando mais relevância aos candidatos que as possuem”.
É desanimador constatarmos essa realidade. E os testemunhos são muitos, todos no mesmo sentido. Um país rico em recursos naturais (bem aquinhoado pela natureza) mas, pela realidade que vemos, não tão abençoado por Deus. Família, amigos, pessoas queridas, quando se tem a coragem de deixar tudo prá trás e enfrentar o desconhecido numa terra estranha, é sinal de que o nosso Brasil está muito doente. O egoísmo, a ganância, a cegueira produzida pelo fanatismo e pela defesa de interesses particulares, a corrupção endêmica, a vontade de "levar vantagem em tudo", o desprezo pelo trabalho e pelo estudo em geral, a idolatria de péssimos valores sociais… São muitas as nossas mazelas, todas elas decorrentes da nossa sociedade doente e em deterioração, em função dos valores equivocados que são imputados em nossos jovens. A educação seria a solução mas, também ela foi aviltada, transformada em mecanismo de dominação e doutrinação social. Bem, espero ao menos que os que ficarem continuem lutando pela transformação dessa triste realidade.
Se eu pudesse, vazava também. Brasil é um ótimo lugar para desperdiçar a vida e um péssimo lugar para pessoas de bem criarem filhos ou constituírem família.
A melhor coisa que fiz foi trazer toda a minha família para os EUA, onde trabalho como advogado. Tenho pena dos nacionalistas, que ficam defendendo e sofrendo pelo Brasil, que não tem futuro. Já sou cidadão americano e não volto à Banânia nem de férias.
Perdeu-se uma chance de ouro para crescer economicamente de forma continuada, fazendo as devidas reformas. Mas crescemos em vôos de galinha, em cima de bolhas de créditos e de gastos públicos. Agora, vá explicar pro sujeito que comprou seu primeiro carro em 2010 sobre temas complicados como bolhas econômicas, commodites, dólar… Se pudesse, também pegaria o rumo do aeroporto.
BG, somos natalense e abrimos mão de um excelente emprego público em Brasília a quatro anos atrás , quando minha esposa passou por um sequestro e resolvemos deixar o Brasil e vimos para a suíça. …..
hj não nos arrependemos de termos tomado esta decisão, pois vejo um pais acuado pela bandidagem e reféns de políticos ardilosos, perigosos e mal caráter.
hoje preferimos andar de metro e termos nossa vida segura, saúde e uma excelente educação aqui na suíça do que andar de evoque blindada no Brasil, sem hospitais ou sucateados e educação zero.
Infelizmente essa é a melhor alternativa pois lá fora temos nossos direitos básicos respeitados e isso não tem dinheiro que pague. Imagine a maravilhosa constatação de que não seremos assaltados ou mortos por um bandido, que teremos uma educação pública de vergonha e um atendimentos médico digno em um hospital público. Outra coisa, a corrupção nesses países é uma exceção e não regra. O conselho que dou aos jovens é vão embora do Brasil o quanto antes.
Só lembrando que nos EUA por exemplo, a saúde não é pública e é muito cara!
Jorge, bem observado, mas lembre também que lá a renda em geral é bem mais elevada que aqui, mesmo para trabalhos subalternos, e portanto, há como se pagar um plano de saúde. Já aqui, na terra brasilis, mesmo os da dita "classe média" estão num sufoco terrivel para manter esse pequeno "luxo".
é verdade, mesmo não sendo o paraíso que muitos imaginam, ainda é bem melhor que aqui.
A capital potiguar vai sediar o 32º Encontro da Sociedade Brasileira de Canonistas e o 35º Encontro dos servidores dos Tribunais Eclesiásticos do Brasil, no período de 10 a 15 de julho próximo, no Hotel Holinday Inn, no bairro de Lagoa Nova. O evento terá como tema: “O processo penal e administrativo canônico: um serviço à misericórdia, à justiça e à verdade – como uma mãe amorosa”. É aberto a profissionais do direito e demais interessados no tema.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site da Sociedade Brasileira de Canonistas, no endereço: www.infosbc.org.br.
Vamos ver. Se “métodos não-convencionais” de investigação são empregados pelas autoridades, então tudo é permitido, e o Estado de Direito está morto. Como numa antiga música, “tudo o que vier vem bem”.
A Folha traz hoje reportagem (clique aqui) que reproduz um diálogo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) com Joesley Batista, que gravava as conversas.
Os dois estão a falar claramente da operação “Carne Fraca”, que deveria ter sido chamada de ‘Vaca Louca”… E ambos se manifestam em favor da saída “desse cara”. O “cara”, é plausível supor, deve ser Leandro Daiello, diretor-geral.
Agora que a gente sabe que o empresário gravava a conversa, nota-se claramente a indução. Diz o bilionário que hoje está a ver o Central Park — reproduzo um trechinho:
Joesley: E esse modus operandi? Tem que parar essa *****, isso ..vamos dizer ….ah resolve? Não …isso é que é o problema do Brasil. Seguinte: o MP e PF, eles agem de forma inconsequente, Aécio ….inconsequente…
Aécio: Acima da lei inclusive. Cometendo crime.
Joesley: É… Crime.
Aécio: Esses vazamentos, essa **** toda, é uma ilegalidade.
Joesley: Não vai parar com essa ****?
Notaram o Joesley Folgadão a preparar a armadilha? Na conversa, Aécio conta que havia pressionado Temer, junto com outros empresários, a mudar a cúpula da PF.
Cabe a pergunta: e daí?
Trata-se, por acaso, de crime? De obstrução da Justiça? É de um ridículo sem tamanho. Um parlamentar da base aliada é livre para pressionar o chefe do Executivo a demitir do porteiro ao diretor-presidente de um ente estatal. Cadê a pressão ilegal supostamente feita pelo senador mineiro?
Podemos não gostar da conversa. Isso é outra coisa.
Leiam este outro trecho:
Joesley ponderou que era uma boa chance para trocar Daiello. “Não vai ter outra. Porque nós nunca tivemos uma chance onde a PF ficou por baixo, né?”, disse o empresário. Aécio concordou: “Aí vai ter quem vai falar, ‘é por causa da Lava Jato’. [O governo pode responder] ‘Não, é por causa da Carne Fraca'”.
Que se investiguem as circunstâncias do pedido de dinheiro que Aécio fez a Joesley — nota: se não houver a evidência de que ofereceu contrapartida, o mineiro será acusado, nesse caso, do que exatamente? Mas isso dirá o futuro.
O que é intolerável é chamar de obstrução da Justiça a pressão legítima de um parlamentar.
Logo quem! O cara que foi flagrado com conversinhas estranhas e muita intimidade com a presidiária Andrea Neves.
Isso sem falar que ele é o porta voz tucano na imprensa. É claro que ele vai buscar defender e limpar a imagem desses lixos.
Essa conversa não revela nenhum crime? Talvez. Mas os indícios de crimes, ah, isso é notório!
Indícios agora vale?????????? E os indícios que Lula é um ladrão, não valem?
Tão deplorável essa análise que se aplicada nos EUA tornaria os preparativos para o 11/09 coisa banal, afinal todo terrorista está legitimado a planejar seus atentados e nisso não há nada de errado.
"O que é intolerável é chamar de obstrução da Justiça a pressão legítima de um parlamentar".
Impossível se chegar a essa conclusão, embora as divergências sejam normais numa democracia. O parlamentar, realmente, pode fazer "pressão" sobre o Chefe do Poder executivo, entretanto, essa pressão não pode ter origem em interesse particular, nem do senador e nem de um terceiro.
Mandato parlamentar não pode servir para que o seu detentor se proteja de investigação.
Não é uma uma atitude normal que decorre do exercício parlamentar.
O diálogo é uma face do "aparelhamento" do Estado que, desviando a sua finalidade, esquece totalmente os seus objetivos precípuos, saúde, educação, segurança, e se volta para proteger quem faz parte do círculo de influência do Poder (projeto de lei, voto de projeto de lei, aprovação de contrato, empréstimos e muito mais coisas que existem no subterrâneo que nem imaginamos).
A conversa, portanto, não é normal porque encontra origem e objetivo em interesses pessoais.
Verdade. É com relação a isso que o diálogo revolta. Pra Reinaldo Azevedo a sacanagem é livre, desde que não seja crime previsto em lei ou fira a existências das "nossas instituições"
A prefeita Fátima Silva (PT), que responde ação de investigação, e que teve seu mandato cassado pela 23a Zona Eleitoral, enfrenta hoje mais um julgamento.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) julgará nesta terça-feira (30), a acusação de abuso de poder econômico no pleito eleitoral de 2016. A Procuradoria Regional Eleitoral já emitiu parecer favorável à cassação. O relator do processo é o jurista Wlademir Capistrano.
Um vídeo em que um recém-nascido parece querer andar minutos após o parto ganhou o mundo nos últimos dias. Gravado pela equipe de uma maternidade brasileira, o filme mostra o bebê dando alguns passos, apoiado no braço de uma das enfermeiras.
A mulher que o segura comenta que, antes da gravação, a criança havia andado uma distância de cerca de um metro. Durante o vídeo, ela continua tentando dar alguns passos enquanto é apoiada. De acordo com a enfermeira, a menina estava sendo banhada quando caminhou.
Publicado no Facebook há quatro dias, mas sem informações do local da filmagem ou de quando as imagens foram feitas, o vídeo já conta com mais de 77 milhões de visualizações, 350 mil reações e comentários vindos de todo o mundo, basicamente de pessoas impressionadas com o que viram. Na comunidade médica, no entanto, há uma explicação simples para mostrar que não se trata de milagre nem de uma capacidade extraordinária da criança.
https://www.youtube.com/watch?v=w3f1WaL8Bes
Carlos Eduardo Corrêa, mais conhecido como Cacá, é pediatra especialista na saúde de recém-nascidos e explica que todos os bebês têm alguns reflexos motores primários, que não dependem da vontade deles. No caso, trata-se de um desses reflexos, conhecido como marcha automática, que qualquer bebê de até 3 meses pode apresentar ao ser apoiado por sob os braços.
O motivo para o reflexo não é consenso entre os médicos, mas Cacá acredita que pode estar relacionado a um exercício motor realizado dentro do útero. Ele cita outros reflexos primários, como o ato de sugar para se alimentar. Segundo ele, também é comum que bebês tentem se arrastar até o peito da mãe quando são colocados sobre a barriga.
Ainda de acordo com o pediatra, é comum aos recém-nascidos apresentarem esse reflexo até os 2 ou 3 meses de idade. Depois, eles perdem o movimento intuitivo e vão aprender a andar quando têm por volta de um ano.
Para Cacá, o que é mostrado no vídeo não traz nenhum risco à saúde da criança, mas o ideal seria que naquele momento ela estivesse junto da mãe, e não com a equipe de enfermagem.
Reviravolta. Jhonathan estava de moto quando foi atingido por um motorista embriagado: seus planos são fazer treinamento físico para outros paraplégicos – Fotos de Bárbara Lopes
Flávia Batista, de 40 anos, e Jhonathan Júnior Justino Perez, de 24 anos, não estão mais no mercado de trabalho. Um acidente de carro deixou Flávia tetraplégica, e Jhonathan ficou paraplégico ao se acidentar na moto. Estudo inédito do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, estima que, só no ano passado, o prejuízo com a violência no trânsito foi de R$ 146,8 bilhões, ou 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2016, foram 33.347 mortes e 28.032 de casos de invalidez permanente — ainda assim, uma queda de 32,35% em relação a 2015, quando foram registrados 42.501 mortes e 57.798 casos de invalidez permanente, um custo estimado de R$ 217,11 bilhões, ou 3,7% do PIB. Claudio Contador, coordenador do levantamento e diretor do CPES, atribui a queda a dois fatores: a forte retração da economia (em 2016, o PIB caiu 3,6%, no segundo ano seguido de recessão), o que afetou as vendas de veículos. O outro motivo foi o aumento da fiscalização, principalmente com as operações da Lei Seca.
— A grande maioria dos acidentados, 90%, concentra-se na faixa etária entre 18 e 64 anos. Pertencem a um grupo em plena capacidade produtiva. Estamos falando apenas do impacto econômico, excluindo toda a questão da dor das perdas de vidas e da superação quando um acidente muda, em segundos, toda a sua vida — diz Contador.
Há sete anos, Flávia voltava de uma festa com o namorado. Ambos haviam bebido. Seu namorado dormiu e, segundos depois, o carro bateu no poste. Formada em Jornalismo e trabalhando como bancária, Flávia lembrou-se da novela “Viver a Vida”, em que a personagem de Alinne Moraes sofre um acidente e fica tetraplégica:
— Minhas primeiras palavras foram: não consigo mexer as pernas. Lembrei logo da novela, não conseguia sentir nada do pescoço para baixo. Estava presa nas ferragens e a retirada do carro foi demorada, mas eu não sentia nada.
Após sete anos de tratamento, Flávia já consegue se maquiar sozinha e pratica rúgbi de cadeira de rodas. Antes do acidente, ela praticava muay thai e chegava a malhar cinco horas por dia. O casal havia bebido e estava sem cinto de segurança.
— Fiquei muito mal, triste, de luto. Fiz três anos de análise. Quando vim para cá (a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação, ABBR), conheci a lesão, fui melhorando — conta Flávia.
Na ABBR, no ano passado, foram 62 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, sendo que 13% dos atendimentos eram referentes a lesão na medula. A associação também registra queda no número de vítimas: em 2014 foram 115 casos.
MOTOQUEIROS: MAIS VULNERÁVEIS
A projeção do CPES não inclui os gastos com o atendimento no hospital, nem o período de reabilitação. Segundo Aquiles Ferraz, superintendente executivo da ABBR, um paciente com trauma na coluna precisa de um programa multidisciplinar que envolve psicólogo, assistente social, médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e musicoterapia — um custo de R$ 3.658 por seis meses de tratamento, duas vezes por semana. Se a frequência for de três vezes na semana, são R$ 5.500. Segundo o diretor médico da associação, Robson de Bem, um paciente com lesão medular ficar de um a dois anos em tratamento.
Jhonathan está na ABBR há um ano, desde que um motorista embriagado acertou sua moto em um cruzamento. Aos 24 anos, passa a manhã fazendo fisioterapia. Ajudava o pai no bar em Duque de Caxias e fazia curso de barbearia. Espera voltar ao mercado de trabalho, formando-se em Educação Física para atender pessoas na mesma situação que ele, que nem sempre são bem acolhidas nas academias tradicionais. Ele se sentiu aceito e acolhido no cross fit:
— A gente precisa pedir ajuda o tempo todo, algumas pessoas às vezes ficam meio incomodados em ajudar. No cross fit não, eles vão vencendo os desafios junto comigo, Você se sente abraçado, incentivado.
Flávia entende as pessoas que ficam incomodadas:
— Eu nunca reparava nas pessoas de cadeira de rodas que precisam andar no asfalto, na rua, porque não dá para andar na calçada. Outro dia encontrei uma moça na Rua São Clemente (Botafogo) numa cadeira com LED. Ela me cumprimentou e disse para eu usar LED também. Nunca havia percebido que não existe calçada na São Clemente.
Os acidentes de moto respondem por 73,5% dos casos de invalidez, em média, desde 2008 e 36,3% do número de mortes, de acordo com números do DPVAT, o seguro obrigatório. Para José Aurélio Ramalho, diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, os motoqueiros são os mais vulneráveis, sendo necessária uma educação intensiva:
— Vejo mulheres andando de rasteirinha de moto, imagine esfregar seu pé no chão a 40 quilômetros por hora? A família põe tela nas janelas do sobrado, protetor nas gavetas para não prender a mão da criança e anda com o filho solto no carro. Bater a 40 quilômetros por hora é mais perigoso do que cair do primeiro andar de um prédio. Num acidente, ele bate com 15 vezes seu peso contra o banco dianteiro.
Atividade. Flávia faz rúgbi de cadeira de rodas e tem um canal no YouTube – Agência O Globo
Ramalho reconhece que os acidentes diminuíram, devido à crise na economia e à fiscalização mais rigorosa. Mas ressalta que somente a partir do terceiro ano de queda consecutiva é possível dizer que há uma tendência.
O estado de São Paulo é o que registrou a maior perda devido a acidentes de trânsito: R$ 24,7 bilhões no ano passado, representando 1,23% do PIB estadual. O Estado do Rio ficou em quarto lugar, com uma perda de R$ 10,22 bilhões (1,53% do PIB). Minas Gerais e Paraná estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
— O caso mais chocante é o de Rondônia, onde a perda representa 6% do PIB estadual, o maior percentual no país. Na Região Nordeste, o Ceará tem a maior perda: 4,9% do PIB. Muito desses acidentes se devem ao uso de motocicletas — diz Contador.
Ele explica que os estados mais pobres acabam registrando uma perda maior porque têm piores condições de trânsito, com falta de fiscalização e uso intensivo de motocicletas. Enquanto no Brasil as motos representam 36,5% das mortes, no Ceará, essa taxa sobe a 56,5%, na média de 2008 a 2014.
— É um paradoxo e uma ironia, pois exatamente as regiões que mais precisam de capital humano são as que perdem mais vidas — diz o diretor do CPES.
‘UMA GUERRA SILENCIOSA’
O professor de Logística e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral (FDC), Paulo Resende, afirma que os número de mortes e casos de invalidez por causa do trânsito devem estar em torno de 50% acima das estatísticas conhecidas, porque, em muitos casos, os envolvidos não cobram o seguro DPVAT.
— O primeiro impacto é na renda, porque gera menos riqueza. A produtividade cai com a morte ou invalidez de pessoas no auge da idade produtiva. — diz Resende, ressaltando que os acidentes sobrecarregam o Sistema Único de Saúde (SUS). — O efeito é devastador, porque é uma guerra silenciosa.
Contador diz que, apesar do quadro de guerra, o Brasil está no caminho de cumprir resolução das Nações Unidas que estipula como meta diminuir em 50% o número de vítimas no trânsito até 2020.
— A tecnologia está ajudando a reduzir os acidentes. Atualmente os acidentes, comparados com os de 20 anos atrás, matam muito menos, com melhorias na lataria dos automóveis, o uso dos cintos de segurança e outros equipamentos, mas ainda assim é uma guerra. Tem de haver penas mais duras no trânsito.
O namorado de Flávia ficou com ela por dois anos após o acidente. Ela resolver terminar o relacionamento, mas continuam amigos, e ele, que foi indiciado, está sempre pronto para ajudá-la:
— Ele é consumido pela culpa, mas somos bons amigos e ele fica feliz em ajudar.
Já Jhonathan se ressente de seu algoz. Era um amigo da família e, passado um ano, sequer foi chamado para depor na delegacia:
— Ele nunca foi visitar meu filho. Somos vizinhos, já levei a mãe dele para o hospital — conta Claudio Justino, pai de Jhonathan.
Além da fisioterapia e do esporte, Flávia e Jhonathan dedicam-se a contar suas histórias. Ela mantém, no YouTube, o canal Mete a Roda, enquanto ele usa o Instagram e o Facebook. O sonho de garoto de ter moto ficou para trás:
A maioria e causado por motoqueiro… era pra ser obrigatório o exame de embriaguez antes do atendimento no hospital, e se fosse constatado álcool.. todas as despesa seria por conta do proprio !!!
A Prefeitura Municipal de Natal publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (29), a convocação de 75 professores do Ensino Fundamental, aprovados no Concurso Público de Provas e Títulos para o provimento de Cargos de Professor N1 e N2 do quadro efetivo do Município de Natal, realizado em julho de 2015.
Foram aprovados no certame, 40 professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais), 15 professores de Matemática, 11 professores de Língua Portuguesa, 04 professores de Geografia, 02 professores de História, 02 de Língua Inglesa e 01 professor de Libras.
Ainda no Diário Oficial desta segunda-feira (16), a Prefeitura do Natal também convocou 73 professores para atuarem nas escolas de Ensino Fundamental, aprovados em processos seletivos temporários realizados nos anos de 2014, 2015 e 2017.
Foram convocados, os aprovados no Processo Seletivo Simplificado para Contratação Temporária, sendo 27 professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais), 06 de Língua Portuguesa, 26 de Ensino Religioso, 06 professores de Libras, 04 Intérprete de Libras, 03 de Ensino de Artes – Artes Visuais e 01 professor de História.
Todos os candidatos convocados deverão, no prazo máximo de 30 dias corridos, a partir da data de publicação no Diário Oficial do Município, comparecer à Secretaria Municipal de Educação (SME), na Comissão Permanente de Concurso (COMPEC), localizada na Rua Fabrício Pedrosa, 915 – Novo Hotel Ladeira do Sol – Areia Preta – 4º piso – sala 410, das 8h às 16 horas, exceto às sextas-feiras, quando o atendimento será das 8h às 13h, a fim de receber as instruções sobre a documentação necessária para a contratação sob pena de não assim o fazendo perderem o direito à convocação.
(Foto 1 : Sirli Freitas/Chapecoense); (Foto 2: Futura Press)
Vagner Mancini mantém os pés no chão e freia a empolgação. Diz que a liderança é momentânea. Tudo bem, em um Brasileirão tão longo, alcançar o topo da tabela na terceira rodada costuma realmente ser algo temporário. No caso da Chapecoense, porém, trata-se de algo simbólico e histórico. Primeiro, por ser um feito inédito para um time que disputa a Série A somente pela sexta vez. E, principalmente, pela forma como tudo aconteceu. A vitória sobre o Avaí, que alçou o clube ao primeiro lugar, foi conquistada na noite em que o acidente trágico de Medellín completou seis meses. Coincidência que ressalta a rapidez de um processo de reconstrução pautado em seis passos que ajudam a explicar o sucesso:
Capacidade de reação
A liderança do Brasileirão é mais uma resposta da Chapecoense a um momento que questionamento nesta temporada. Foi assim quando perdeu para o Lanús, em casa, e emendou uma série de oito vitórias consecutivas. Quando caiu por 3 a 0 para o Nacional, do Uruguai, e em seguida despachou o Avaí, na Ressacada, em triunfo determinante para o título estadual. E agora, depois do 4 a 1 para o Atlético Nacional na final da Recopa. Ali, levantou-se dúvidas sobre a força do Verdão contra rivais de maior nível técnico. Como o time respondeu? Com cinco partidas de invencibilidade, quatro vitórias em sequência – duas na Libertadores e duas no Nacional – e a ponta da tabela na disputa mais importante do país.
Descobertas no elenco
Salta aos olhos a maneira com o Chapecoense se redescobre ao longo da temporada. Mais do que isso: como peças antes pouco destacadas mudam o rumo da equipe. Foi assim na arrancada que acabou com o título catarinense, quando Luiz Otávio, Luiz Antonio e Arthur ganharam a posição no decorrer da competição e não saíram mais. Agora, Jandrei e Victor Ramos se tornaram peças importantes no sistema defensivo, além de Seijas, que parece resolver a carência no setor de criação. Entra e sai que mantém o nível da equipe, fruto da homogeneidade do elenco sem estrelas.
Conquistas em campo
A máxima é repetitiva, mas futebol é resultado. E as conquistas ao longo desses seis meses têm sido determinantes para respaldar o trabalho de Vagner Mancini e aumentar a confiança do elenco. Mesmo em derrapadas marcantes, como as já citadas acima, nunca colocou-se em dúvida o planejamento para temporada de reconstrução. Reflexo de uma performance que só poderia ser considerada decepcionante na Primeira Liga – que foi jogada com time misto. Campeã estadual, a Chape fez sua parte dentro de campo e avançaria às oitavas da Libertadores se não fosse a escalação irregular de Luiz Otávio, conseguiu vencer um dos confrontos da Recopa e lidera do Brasileirão. Como contestar?
Força na Arena Condá
A nova Chape tem muitas características da equipe campeã da Sul-Americana. Veloz pelas pontas, forte nas bolas paradas, consistente defensivamente…. A principal marca, entretanto, é a força da Arena Condá – já tradicional nas campanhas recentes do clube. A sinergia com o torcedor, que relembra as vítimas de 29 de novembro a cada minuto 71, garantiu quase 70% de aproveitamento dos pontos em Chapecó neste primeiro semestre. São 19 partidas, com 11 vitórias, seis empates e apenas duas derrotas, para o Lanús, na Libertadores, e para o Avaí, quando festejou o título estadual. No Brasileirão, 100% contra Palmeiras e o próprio Avaí.
Consistência tática
Muito da regularidade apresentada pela Chapecoense vem de sua consistência tática. Desde o amistoso com o Palmeiras, em janeiro, com menos de um mês de trabalho, Mancini definiu o equipe em um 4-3-3, com volantes livres para avançar ao ataque de maneira alternada e pontas abertos dos dois lados. E foi assim que o Verdão venceu o Avaí, segunda-feira, 35 jogos depois. Com 43 jogadores utilizados em 2017, a Chape muda as peças, mas não as características. É verdade que muitas vezes o 4-3-3 alternou para um 4-2-3-1 ou até 4-1-4-1, mas tudo fruto dessa sincronia dos homens de meio-campo. Depois que Luiz Antonio e Girotto entrosaram e deram equilíbrio ao meio-campo, Mancini teve segurança até mesmo para fazer testes com Dodô, João Pedro – que deu muito certo – e agora Seijas no setor.
Preparo físico
Um time que consegue bons resultados com 35 partidas realizadas em pouco mais de quatro meses merece destacar também a preparação física. Mesmo em derrotas como as que teve para Avaí, na Ressacada, Lanús, Nacional e Atlético Nacional, em momento algum a falta de fôlego foi apontada como determinante. Com um elenco numeroso, a Chapecoense tem conseguido dosar a carga de treinamentos e poupar peças quando necessário. A maior prova do planejamento bem feito foi a vitória sobre o Lanús, em Buenos Aires, no último compromisso de uma maratona de 28 dias fora de Chapecó. Mancini disse após a vitória que valeu a liderança no Brasileirão que em duelos equilibrados é preciso correr mais que o adversário. E a Chape tem mostrado que tem perna para isso.
Começam nesta terça-feira na 3ª vara criminal os interrogatórios da operação Sinal Fechado. Os primeiros que serão interrogados serão os delatores George Olimpio , Marcus Vinicius e Alcides Barbosa.
Olimpio estabeleceu residência em Forataleza, onde virou empresário do setor de gastronomia. Comenta-se que vive muito bem depois de ter sido o grande orquestrador do sistema de inspeção veicular.
A 5ª Vara Federal Cível de Brasília negou liminar de Claudia Cruz em que a apresentadora pedia para repatriar o dinheiro do exterior. A decisão, tomada hoje pela juíza Diana Silva, levou em conta que parentes de políticos não estão incluídos na anistia fiscal.
Nao seria o mesmo caso de Lula?
Arranjando um ministerio pra ter foro privilegiado.
Mas tenho certeza que MT deve arranjar outra boquinha para que o deputado Loures fique na câmara e se livre de um abacaxi maior.
Não vi nenhuma voz , nem os sites reclamando sobre isso
A carne é fraca, né Serraglio?