Policiais civis da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR), com apoio da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), Delegacia Especializada de Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (DEPROV), Delegacia Especializada de Assistência ao Turista (DEATUR) e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE), deflagraram, nesta sexta-feira (26), a Operação Herdade II.
A Operação teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, em decorrência de roubos em propriedades rurais, cujo objetivo principal é a subtração de animais. Durante a ação, quatro pessoas foram detidas, sendo elas: Célio Batista de Medeiros, 42 anos, Diego da Silva Borges, 27 anos, Aliffyr da Silva Xavier, conhecido como “Pompeu”, e Gustavo Cunha Dantas, 38 anos.
Ainda durante as diligências, foram apreendidos: uma arma de fogo, dinheiro, além de diversos objetos oriundos das propriedades rurais que foram alvos da ação dos suspeitos. As investigações continuam no intuito de localizar e prender os demais integrantes do grupo criminoso. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) manteve a desaprovação das contas da campanha de Rafael Motta à Prefeitura do Natal nas eleições de 2024. Por unanimidade, os desembargadores e juízes concluíram que Rafael cometeu irregularidades graves naquele pleito, ao deixar uma dívida de campanha superior a meio milhão de reais e cometer falhas na aplicação de recursos públicos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) — o fundo eleitoral.
A decisão, publicada oficialmente nesta segunda-feira 30 pelo TRE-RN, foi tomada no julgamento de um recurso protocolado por Rafael contra sentença da 1ª Zona Eleitoral de Natal. À época da disputa municipal, Rafael era filiado ao Avante. Hoje, ele está filiado ao PDT e é pré-candidato ao Senado.
Foto: Divulgação
No julgamento, que teve relatoria do juiz Eduardo Pinheiro, os magistrados mantiveram integralmente a decisão de primeira instância, que desaprovou as contas. Além disso, ficaram estabelecidos: a devolução de R$ 18.846,17 ao Tesouro Nacional por irregularidades na utilização de recursos do fundo eleitoral e o envio dos autos ao Ministério Público Eleitoral para acompanhar a origem do dinheiro que será utilizado para quitar uma dívida de campanha de R$ 563.578,00, uma vez que o débito não foi formalmente assumido pelo partido conforme exige a legislação eleitoral.
Geralmente, a desaprovação de contas eleitorais gera como punição apenas a determinação de devolução de valores aos cofres públicos, como foi no caso de Rafael. Ele não fica impedido de disputar eleições. No entanto, com a remessa dos autos ao MP, o caso pode ter outros desdobramentos a depender do entendimento da promotoria e do avançar das investigações.
A principal irregularidade apontada pela Justiça Eleitoral diz respeito justamente à existência dessa dívida de campanha. Conforme a decisão, embora a legislação permita que débitos eleitorais não quitados sejam assumidos pelo partido político, isso somente pode ocorrer mediante decisão do órgão nacional da legenda e com a apresentação de documentação específica, incluindo acordo formal com o credor, cronograma de pagamento e indicação da fonte dos recursos que serão utilizados para quitar a obrigação. No caso de Rafael Motta, o Tribunal concluiu que nenhuma dessas exigências foi cumprida, comprometendo a transparência da prestação de contas.
Durante o recurso, a defesa sustentou que o débito decorreu do descumprimento, por parte da direção nacional do Avante, de uma promessa de repasse financeiro para a campanha. O argumento, porém, não foi acolhido pelo TRE. Segundo o relator, ainda que essa fosse a origem da dívida, a legislação estabelece requisitos objetivos para que o partido assuma formalmente os débitos, documentação que não foi apresentada no processo. Para a Corte, a ausência desses documentos configura irregularidade grave e insanável, por impedir a fiscalização da Justiça Eleitoral sobre a origem e a futura quitação da obrigação financeira.
Além da dívida, os magistrados confirmaram a irregularidade na utilização de recursos do fundo eleitoral para custear despesas com militância. A campanha contratou a empresa Solução Marketing Ltda., que emitiu nota fiscal de R$ 62 mil para prestação de serviços pagos com recursos públicos do fundo. Entretanto, segundo a decisão, não foi apresentada documentação suficiente para comprovar de forma individualizada quem efetivamente prestou os serviços, quais atividades desempenhou, onde trabalhou, quantas horas foram executadas e quanto cada trabalhador recebeu.
O Tribunal destacou que a legislação eleitoral exige detalhamento completo das despesas com pessoal, inclusive quando a contratação ocorre por intermédio de pessoa jurídica. Conforme o entendimento consolidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reproduzido no acórdão, a empresa contratada pode subcontratar trabalhadores, mas continua obrigada a identificar integralmente cada prestador de serviço, permitindo o rastreamento da aplicação dos recursos públicos. A ausência dessa cadeia documental impede verificar quem foi o destinatário final do dinheiro do FEFC, comprometendo a transparência da prestação de contas.
Após análise da documentação apresentada pela campanha, a unidade técnica do TRE concluiu que permaneceram sem comprovação adequada R$ 18.846,17 em recursos públicos. Desse total, R$ 15.220,54 correspondem a pagamentos efetuados sem documentação suficiente para comprovar os serviços efetivamente prestados, enquanto outros R$ 3.625,63 referem-se a despesas cuja execução ou pagamento também não foi devidamente demonstrado. Em razão dessas falhas, o Tribunal manteve a determinação para que o valor seja devolvido ao Tesouro Nacional.
No recurso, Rafael Motta argumentou que havia apresentado contratos, documentos e informações complementares para comprovar parte das despesas e sustentou que não seria possível determinar a devolução de valores referentes a despesas não pagas, uma vez que elas integrariam a própria dívida de campanha. Também defendeu a regularidade da contratação da empresa responsável pela militância e afirmou que a remuneração prevista no contrato era compatível com a legislação tributária. Os argumentos, entretanto, foram rejeitados pelos desembargadores eleitorais, que entenderam que a documentação permaneceu insuficiente para comprovar a correta aplicação dos recursos públicos.
Ao analisar o conjunto das irregularidades, o relator ressaltou que elas alcançam R$ 582.424,17, montante correspondente a 59,36% de todas as despesas contratadas pela campanha, que totalizaram R$ 981.153,21. Segundo o acórdão, trata-se de percentual elevado, incompatível com a aplicação dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, frequentemente utilizados pela Justiça Eleitoral para relevar falhas de pequena expressão. Diante desse cenário, o TRE concluiu que as irregularidades comprometem de forma significativa a confiabilidade das contas e justificam sua desaprovação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (30) que o governo pretende editar um decreto para revisar fundos públicos em busca de recursos que possam ser utilizados para financiar políticas públicas.
A declaração foi feita durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, no Palácio do Planalto.
Ao comentar o trabalho da equipe econômica, Lula disse que o governo encontrou recursos que estavam parados e anunciou a intenção de ampliar essa busca.
“Agora nós temos aqui o nosso garimpeiro de dinheiro perdido, chamado Bruno Moretti. Nós estamos fazendo um decreto especial para ele vasculhar todos os fundos que tem nesse país”, afirmou.
Segundo o presidente, a medida tem como objetivo localizar recursos que ficaram sem utilização ao longo dos anos.
“Teve uma época no Brasil que a gente criava fundo para tudo. A gente criava um ano e, no outro ano, o fundo não podia emprestar para ninguém. O fundo ficava com o dinheiro e ninguém podia utilizar, porque o dinheiro era sequestrado pelo Tesouro”, disse.
O presidente citou um episódio anterior em que o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, enquanto estava na Presidência da República, identificou R$ 1,2 bilhão que estava “esquecido” em fundos públicos.
“O Bruno Moretti conseguiu descobrir R$ 1,2 bilhão que estava esquecido. Meu Deus do céu, como é que alguém esquece R$ 1,2 bilhão?”, declarou.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Mulungu para combater uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e roubos no RN e na Paraíba.
A ação resultou no cumprimento de 16 mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão, expedidos no âmbito das investigações conduzidas pelo órgão ministerial.
As diligências ocorreram nos municípios de Caicó, São João do Sabugi e Acari, no RN, além de Campina Grande, na Paraíba, atingindo alvos apontados como integrantes do grupo investigado.
Segundo o MPRN, a organização criminosa atuava de forma estruturada, com divisão de funções e hierarquia interna, sendo investigada pela atuação no tráfico de drogas e em crimes patrimoniais, como roubos.
Durante a operação, foram apreendidas armas e drogas, que serão periciadas e incorporadas ao conjunto probatório da investigação. O material também deve auxiliar na identificação de outros envolvidos e na apuração da extensão das atividades do grupo.
Os 16 presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. O Ministério Público informou que as investigações continuam e não descarta novas fases da Operação Mulungu, conforme o avanço da análise dos materiais apreendidos.
A União pode deixar de arrecadar cerca de R$ 347 bilhões ao longo de 30 anos com a nova rodada de renegociação das dívidas dos estados, segundo estimativa do Tesouro Nacional.
O cálculo considera os efeitos do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que flexibiliza condições de pagamento e altera o modelo de atualização dos débitos estaduais. As informações foram obtidas via Lei de Acesso à Informação e divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
Em valores nominais, o impacto total estimado pode chegar a R$ 747,4 bilhões no período. O cenário considera as condições adotadas pelos 22 estados que aderiram ao programa.
Segundo o levantamento, mais de 92% do benefício ficará concentrado em quatro estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Essas unidades federativas concentram as maiores dívidas com a União e também estão entre as que mais se beneficiam das novas regras.
O Propag substitui a correção das dívidas pela variação do IPCA e permite redução dos juros reais, que podem chegar a 0% ao ano, dependendo das contrapartidas assumidas pelos estados, como entrega de ativos ou compromissos de investimento em áreas específicas.
Do lado da União, o efeito é uma redução na entrada de recursos, o que pode ampliar a necessidade de financiamento para cobertura da dívida pública. Apesar disso, o Ministério da Fazenda avalia que o impacto não compromete o cumprimento das metas fiscais previstas no arcabouço fiscal.
Após o Blog do BG publicar novos vídeos sobre o caso envolvendo o advogado Daniel Alcides e sua ex-companheira Marina Araújo, a vítima entrou em contato solicitando a publicação na íntegra da gravação em que ela aparece arrombando uma porta.
De acordo com Mariana, o vídeo que circulou inicialmente nas redes sociais mostra apenas um recorte da situação. Na gravação sem cortes que enviou ao Blog do BG, ela aparece arrombando a porta e, na sequência, o seu ex-marido a impede de entrar. As imagens são muito fortes: o advogado empurra a ex-companheira, que cai e fica chorando no chão.
A Justiça determinou que o advogado deixasse a residência e cumprisse medidas protetivas, enquanto o processo tramita sob sigilo. Mariana acusa Daniel de violar essa determinação. Até o desfecho do caso, o casal segue expondo pelas redes sociais as tristes marcas do relacionamento tóxico que havia entre eles.
A avaliação negativa do governo do presidente Lula (PT) se aproxima da marca de 50% entre os eleitores brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º).
O levantamento indica que 48,3% dos entrevistados consideram a gestão “ruim” ou “péssima”, enquanto 39,7% avaliam como “ótima” ou “boa”. Outros 12% classificam o governo como “regular”.
Em relação à aprovação geral do presidente, 45,9% dos entrevistados dizem aprovar o desempenho de Lula, enquanto 52,3% desaprovam. Outros 1,8% não souberam responder. Em comparação com a rodada anterior, houve variações dentro da margem estatística.
O recorte por perfis também mostra diferenças na avaliação. Entre os eleitores com mais de 60 anos, há maior proporção de avaliações positivas. Já entre jovens de 16 a 24 anos, predomina a avaliação negativa da gestão.
Os gastos do governo federal voltaram a atingir um patamar próximo ao registrado no auge da pandemia de Covid-19. No acumulado de 12 meses até maio, as despesas da União somaram R$ 2,633 trilhões, já corrigidas pela inflação.
O valor fica a cerca de R$ 189,5 bilhões do pico histórico registrado em novembro de 2020, quando as contas públicas foram fortemente impactadas por medidas emergenciais de enfrentamento à crise sanitária.
Segundo economistas, o avanço recente das despesas está diretamente ligado ao crescimento de gastos obrigatórios, com destaque para a Previdência Social e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que seguem em trajetória de alta.
Em maio, apenas a Previdência acumulou R$ 1,117 trilhão em 12 meses, mais que o dobro do gasto com pessoal do governo federal, que ficou em R$ 440,1 bilhões no mesmo período.
Diante da pressão sobre o orçamento, a equipe econômica ampliou o bloqueio de despesas discricionárias, que chegou a R$ 23,7 bilhões. O mecanismo é usado para tentar adequar o ritmo de gastos às regras fiscais em vigor.
A escalada das despesas obrigatórias também tem impacto direto nas metas fiscais. O governo trabalha com a previsão de superávit primário de 0,25% do PIB neste ano, enquanto o arcabouço fiscal limita o crescimento das despesas a até 2,5% acima da inflação.
O prefeito de Assú, Lula Soares, chega ao segundo semestre de 2026 com uma ampla aprovação da população. Pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei entre os dias 24 e 27 de junho mostra que 68,2% dos assuenses aprovam a gestão municipal, enquanto 20,2% desaprovam a administração.
O levantamento ouviu 500 moradores da zona urbana e da zona rural do município.
Outro dado que chamou atenção foi a comparação com administrações anteriores. Segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados consideram que a atual gestão é melhor que as anteriores, contra 19,4% que avaliam a administração como pior. Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse percentual sobe para 51%.
A pesquisa também perguntou os motivos da aprovação ao prefeito. Os entrevistados destacaram principalmente que Lula Soares é “humilde e boa pessoa” (28,4%) e “trabalhador e dedicado” (21,4%). Também aparece entre os principais atributos o reconhecimento de que é “um bom administrador” (12,9%).
Na avaliação dos serviços públicos, a coleta de lixo lidera com 95,8% de aprovação, seguida pela iluminação pública (91%) e pelas escolas municipais (80,4%).
A aprovação do prefeito aparece de forma equilibrada entre homens e mulheres e alcança 76% entre os idosos.
O levantamento também avaliou o São João de Assú 2026. Entre os entrevistados, 53,6% aprovaram o evento, destacando a organização, as atrações e os benefícios para a economia do município.
Ao comentar o resultado, o prefeito Lula Soares afirmou que a pesquisa representa um incentivo para continuar trabalhando.
“Recebo esse resultado com muita gratidão e responsabilidade. Vamos seguir trabalhando para melhorar cada vez mais a vida do povo de Assú”, destacou.
Pesquisa Agorasei – PAE060626 Campo: 24 a 27 de junho de 2026 | Amostra: 500 entrevistados | Margem de erro: ±4,4 pontos percentuais | Nível de confiança: 95%.
O Ministério da Fazenda vai gastar R$ 7,53 milhões na compra de computadores e cadeiras para a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), embora 56% dos servidores da pasta trabalhem em regime de teletrabalho, seja em home office integral ou no modelo híbrido.
As informações são do Metrópoles, com base em documentos obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
Segundo a reportagem, o próprio Ministério da Fazenda informou que não realizou estudo ou diagnóstico formal para dimensionar a necessidade dos equipamentos antes da compra.
Em resposta a um pedido via LAI, a pasta afirmou que a aquisição foi baseada em uma estimativa elaborada a partir dos registros funcionais dos servidores.
Do total, R$ 4,69 milhões serão destinados à compra de 550 computadores de mesa e 700 cadeiras de escritório.
Outros R$ 2,84 milhões serão usados na aquisição de 300 notebooks, elevando o investimento para R$ 7,53 milhões.
Os computadores de mesa e as cadeiras serão utilizados nas atividades presenciais.
Ainda de acordo com o Metrópoles, visitas feitas ao prédio da Secretaria do Tesouro Nacional nos últimos meses encontraram salas com baixa ocupação e, em alguns casos, apenas quatro ou cinco servidores trabalhando presencialmente. A reportagem também constatou que parte dos equipamentos permanecia armazenada, sem uso.
Em nota enviada ao portal, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que não possui levantamento sobre a taxa de ocupação dos prédios, mas afirmou que a compra atende a necessidades operacionais, de segurança da informação e de renovação do mobiliário e dos equipamentos, cuja vida útil estaria chegando ao fim.
A pasta acrescentou que servidores em teletrabalho integral podem utilizar as dependências do órgão quando necessário e que a estimativa de demanda considerou os registros funcionais disponíveis.
O presidente Lula (PT) cumpre agenda no RN nesta quinta-feira (2) para inaugurar o túnel Major Sales, que faz parte do Ramal do Apodi. Embora o túnel esteja pronto, a obra ainda não foi concluída e continua com serviços em execução.
A visita ocorre dois dias antes do início das restrições previstas na legislação eleitoral para inaugurações e outras condutas de agentes públicos durante o período eleitoral, conforme informações da Tribuna do Norte.
A cerimônia está marcada para as 11h. O túnel tem 6,35 quilômetros de extensão e integra o Ramal do Apodi, obra de 115,5 quilômetros que vai ampliar os efeitos da transposição do Rio São Francisco e reforçar o abastecimento de água no RN, Ceará e Paraíba.
Segundo informações oficiais do empreendimento, ainda há serviços em andamento, incluindo intervenções provisórias em alguns trechos, como o uso temporário de contêineres no lugar das passagens definitivas previstas no projeto.
As obras começaram em 2021, durante o governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL), quando o atual senador Rogério Marinho era ministro do Desenvolvimento Regional.
Quando o ramal for concluído, deverá beneficiar 54 municípios — 34 deles no RN — e cerca de 1,7 milhão de pessoas, incluindo aproximadamente 510 mil potiguares.
As restrições da legislação eleitoral passam a valer a partir de 4 de julho. Até lá, o Ramal do Apodi segue como a principal obra federal em andamento no RN e ainda depende da conclusão das etapas restantes para ser finalizado.
Não fala onde ocorreu as prisões nem diz nada sobre os crimes. Como a população vai ajudar?