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Recusa a tomar vacina contra Covid-19 e a retornar ao trabalho presencial pode levar à demissão por justa causa; entenda

Trabalhadores que se recusam a tomar a vacina contra a Covid-19 devem estar cientes de que podem ser demitidos por justa causa. A recusa ao retorno do trabalho presencial também pode ser motivo de demissão por justa causa.

Neste mês, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo confirmou a modalidade de demissão para uma auxiliar de limpeza de um hospital de São Caetano do Sul (SP) que se recusou a ser imunizada. Essa foi a primeira decisão em segunda instância sobre o tema na Justiça do Trabalho.

Segundo especialistas, a decisão foi acertada, principalmente, por se tratar de um ambiente de trabalho que oferece alto risco de contágio. Porém, em casos gerais, ainda não há consenso no Judiciário, já que não existe uma regulamentação específica sobre o assunto. Prevalece ainda o debate entre o direito de escolha do trabalhador e a segurança da coletividade, já que a recusa pode colocar os demais em risco.

Em fevereiro, o Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou orientação de que os trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19 e não apresentarem razões médicas documentadas para isso poderiam ser demitidos por justa causa. O órgão sugere ainda que as empresas conscientizem os empregados sobre a importância da vacinação e abram diálogo sobre o assunto.

Os funcionários devem estar cientes do risco em recusar a vacina: a dispensa por justa causa exclui o direito ao aviso prévio, ao seguro-desemprego e à multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Responsabilidades além da vacinação

Cíntia Fernandes, advogada especialista em Direito do Trabalho e sócia do escritório Mauro Menezes & Advogados, explica que os colegas do trabalhador que se recusa a ser vacinado também contam com o direito constitucional de atuar em um ambiente seguro e saudável, cuja responsabilidade é da empresa.

“A responsabilidade não se limita à vacinação, mas abrange todas as medidas de segurança que já têm sido reiteradas como o uso de máscara, disponibilidade de álcool em gel e o distanciamento”, aponta.

A advogada ressalta que, apesar da decisão do TRT, não é devida a aplicação de justa causa ao empregado que se recusar a vacinar nessa situação.

“Primeiro, é necessário que a empresa implemente a política de vacinação, faça a campanha, mas aplicar uma justa causa ao empregado que se recuse no momento em que estamos, sem que haja uma legislação sobre o assunto, é uma medida extrema inclusive com a violação de garantias constitucionais”, aponta.

Ela lembra que não há lei específica em relação à exigência da vacinação, mas uma orientação do Supremo Tribunal Federal (STF) destacando ser necessária a vacinação da população.

Para Ruslan Stuchi, advogado trabalhista e sócio do escritório Stuchi Advogados, “a decisão do TRT foi correta, tendo em vista que, por se tratar de um hospital, a recusa da trabalhadora coloca em risco a sua saúde e a dos demais colegas de trabalho. Para os trabalhadores de setores essenciais, que têm contato com muitas pessoas, bem como muitos materiais que podem estar contaminados com o vírus, o trabalhador deve ser obrigado a tomar a vacina”.

Cintia destaca que não há unanimidade na Justiça do Trabalho a respeito do limite de poder de imposição do empregador.

“Há a discussão sobre vários direitos. O Direito Público, o bem comum e o direito individual muitas vezes conflitam. O bem comum se relaciona a proteger a coletividade e há entendimentos que se sobrepõem ao direito individual”, observa.

No caso julgado pelo TRT, a auxiliar criticou o hospital por não ter realizado reuniões para informar sobre a necessidade de se imunizar. Também apontou que a falta grave foi registrada sem que tivesse sido instaurado processo administrativo. A imposição da vacina, conforme argumento apresentado pela trabalhadora no processo, ainda teria ferido a sua honra e dignidade humana.

Na visão do professor da pós-graduação da PUC-SP e doutor em Direito do Trabalho, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, foi correta a decisão, já que, além do elevado risco de contágio, a empresa comprovou a realização de campanhas de vacinação e concedeu todas as oportunidades para que a auxiliar fosse vacinada. Por outro lado, a trabalhadora não apresentou justificativa para não ser vacinada, mesmo sabendo que poderia sofrer a consequência da dispensa.

Empresa deve fazer sua parte

Daiane Almeida, advogada especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, orienta que as empresas tenham cuidado na comunicação aos funcionários das possíveis sanções para quem não seguir as recomendações sanitárias e aderir à vacinação.

O alerta deve ser feito por escrito ou verbal, na presença de testemunhas, o que pode ser utilizado como prova pelo empregador em uma eventual ação trabalhista.

“Em caso de recusa, a empresa deve adotar, em um primeiro momento, a imposição de advertências e suspensões e, se persistir a negativa do funcionário em se imunizar, pode resultar na dispensa por justa causa”, orienta.

Retorno ao trabalho presencial

Outro tema que dá margem ao surgimento de disputas judiciais entre trabalhadores e empresas é o fim do regime de home office com o avanço da vacinação.

Julia Demeter, especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, alerta que a recusa do trabalhador em abandonar o teletrabalho também justifica a dispensa por justa causa.

“É critério unilateral do empregador determinar que o funcionário deixe o home office. O empregado não pode se recusar sob a justificativa de não estar imunizado ou por receio de contaminação, uma vez que a recusa pode acarretar em abandono de emprego”, diz a especialista.

“Há exceções para aqueles que pertencem ao grupo de risco ou tenham comorbidades, devendo apresentar justificativa médica plausível e documentada. Já a empresa deve observar as disposições legais, respeitando o prazo mínimo de 48 horas entre a comunicação ao funcionário e o seu retorno”, explica Julia.

Apesar da discussão em torno da vacinação e do fim do home office, Lariane Del Vechio, advogada especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, avalia que há uma tendência de que diminua o número de conflitos na Justiça sobre o assunto.

“Acredito que o impacto positivo da vacina, a diminuição da transmissão e das internações e a retomada da economia façam com que não tenhamos mais os mesmos problemas no próximo ano. Os benefícios vencem o negacionismo da importância de se vacinar”, opina.

G1

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ELEIÇÕES 2026: Confira quem são os oito deputados federais eleitos no RN

A representação do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados terá renovação de 3 nomes a partir de 2027. Dos oito parlamentares que disputavam a reeleição, Robinson Faria (PP), Carla Dickson (União Brasil) e Mineiro (PT) não conseguiram a reeleição e ficam sem mandato a partir de 2027.

Os três novos representantes do Estado na Câmara são: Nina Souza (PL), Thabatta Pimenta (PV) E Dr° Bernardo (PV). A cadeira da deputada do União Brasil, Carla Dickson, que não foi reeleita, inicialmente era de Paulinho Freire, que deixou o posto para assumir a Prefeitura do Natal.

Apesar da sua suplente Carla Dickson ter perdido a cadeira, a esposa do prefeito, Nina Souza (PL) foi eleita para ocupar uma vaga na Câmara Federal. A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

 

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

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ELEIÇÕES 2026: Abstenção atinge maior patamar em quase três décadas e coloca eleitorado ausente no centro do 2º turno


Foto: Reprodução/Internet

Mais de 33 milhões de brasileiros optaram por não comparecer às urnas no primeiro turno das eleições realizado neste domingo (4). A taxa de abstenção alcançou 21,08% do eleitorado nacional, consolidando o maior percentual de ausência em pleitos presidenciais desde o ano de 1998.

O volume expressivo de abstenções ganha ainda mais destaque quando comparado à margem entre os dois candidatos que disputarão o segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) terminou a primeira etapa à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por uma diferença de pouco mais de 2,3 milhões de votos (cerca de dois pontos percentuais). Com isso, o contingente de eleitores que faltou à votação foi cerca de 14 vezes maior que a vantagem de Flávio sobre o atual presidente.

Impacto matemático na disputa

Em termos puramente aritméticos, o volume de votos dos ausentes seria suficiente não apenas para inverter a ordem dos concorrentes, mas até mesmo para liquidar a fatura ainda no primeiro turno — a depender de como essa massa de eleitores se distribuísse. Para vencer sem a necessidade de um segundo turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, desconsiderando brancos e nulos. No domingo, Flávio fechou o primeiro turno com 47% dos válidos, enquanto Lula registrou 45%. O segundo turno está marcado para o próximo 25 de outubro.

Comparativo histórico

O índice de ausência deste ano superou o patamar registrado no primeiro turno de 2022, quando 32.770.982 eleitores (20,95% do total) deixaram de votar — ocasião em que Lula obteve 48,43% dos válidos e Jair Bolsonaro, 43,20%. Em 2018, a abstenção havia ficado em 20,33% (29,9 milhões de ausentes).

Apesar de alta, a marca de 2026 ainda fica ligeiramente abaixo da registrada em 1998, quando 21,49% do eleitorado faltou às urnas em um pleito que garantiu a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) logo no primeiro turno.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: PL elege 19 senadores, dobra de tamanho e consolida a maior bancada da Casa


Jonas Pereira/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) saiu fortalecido das urnas neste domingo (4), elegendo 19 senadores, o equivalente a 35% das 54 vagas em disputa na Casa Alta. Com o resultado, a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro, praticamente dobrará de tamanho, saltando de 15 para 28 parlamentares e mantendo a maior bancada do Senado. O domínio regional ficou evidente em estados como Rondônia e Santa Catarina, onde todos os representantes eleitos pertencem à sigla.

O novo desenho da Casa também considera as mudanças provocadas pelas vitórias de Sergio Moro (PL-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG) no Executivo estadual já no primeiro turno, o que abrirá espaço para suplentes. Esse cenário ainda poderá sofrer novas alterações, uma vez que outros titulares seguem na disputa pelos governos estaduais ou estão licenciados. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores, mantendo sua bancada inalterada em nove cadeiras.

Impacto nas pautas e no comando do Congresso

A expansão da bancada era a principal aposta da direita para destravar pautas conservadoras e pressionar em direção a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho do ano passado, durante ato na Avenida Paulista, Jair Bolsonaro havia apelado aos eleitores por maioria no Legislativo para redirecionar os rumos do país e influenciar diretamente a escolha dos comandos e das comissões de peso no Congresso.

Historicamente contidas por resistências na cúpula da Casa, como as negativas do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em dar andamento a processos de impeachment, as pautas da oposição ganham fôlego com o novo parlamento. O expressivo crescimento da bancada conservadora coloca em risco, inclusive, a articulação para a reeleição de Alcolumbre a um novo mandato à frente do Legislativo em 2027.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: Federação PSol-Rede perde fundo partidário e tempo de TV por apenas 185 votos


Foto: Divulgação/Psol

Por uma diferença cruel de apenas 185 votos, a federação formada por PSol e Rede falhou em superar a cláusula de barreira e, ao menos por enquanto, perderá o direito ao tempo de televisão e às verbas dos fundos partidário e eleitoral a partir do próximo ano.

Para garantir o acesso aos recursos e à propaganda gratuita nas eleições deste ano, os partidos precisavam cumprir uma das duas exigências da lei eleitoral: eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados, ou alcançar 2,5% dos votos válidos nacionais para a Câmara, com um patamar mínimo de 1,5% em pelo menos nove estados.

A estratégia da federação apostava no segundo critério. Impulsionada por uma votação expressiva em São Paulo, onde ultrapassou os 12% dos votos, a meta nacional de 2,5% foi superada com folga. O entrave esteve na capilaridade estadual: a exigência de 1,5% foi atingida em oito estados (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo), deixando a federação a apenas um estado da meta.

O fiel da balança poderia ter sido o Espírito Santo, a Bahia ou Santa Catarina. No Espírito Santo, a situação foi dramática: com 31.839 votos (1,49% dos votos válidos), a federação precisava de 32.024 votos para alcançar a marca de 1,5%. Faltaram exatamente 185 votos em um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores no estado.

Chance de reviravolta judicial

A situação, contudo, ainda não é definitiva. O cenário pode ser revertido caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule candidaturas de outros partidos — uma ocorrência comum em casos de fraude à cota de gênero (candidaturas laranjas). Caso isso aconteça, o total de votos válidos diminuirá, recalculando a proporção e elevando o percentual da federação PSol-Rede acima da linha de corte.

Fora do Espírito Santo, o desempenho em outros redutos também pesou contra. Em Santa Catarina, a federação estacionou em 0,99%. Na Bahia, ficou em 1,08%. E no Acre,.histórico reduto político de Marina Silva, fundadora da Rede, a legenda chamou atenção pelo fraco desempenho: a Rede sequer lançou candidato a deputado federal, e a candidatura mais votada do PSol na região obteve apenas 104 votos. 

Com informações do Metrópoles

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Eleições 2026

[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Flávio fala em mudança no Brasil e Lula admite surpresa com resultado do 1º turno


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Após a confirmação de que disputarão o segundo turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram pronunciamentos neste domingo (4). Enquanto o candidato do PL destacou que o resultado representa o desejo de mudança no país, o presidente admitiu que esperava vencer a disputa ainda no primeiro turno.

“Essa é a leitura do que aconteceu hoje: o Brasil quer mudança”, afirmou Flávio. O candidato também agradeceu aos eleitores e ressaltou que recebeu quase 56 milhões de votos. “Eu não poderia estar mais realizado”, declarou. O pronunciamento durou pouco mais de cinco minutos.

 

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Lula, por sua vez, disse estar confiante para a nova etapa da disputa. “Não deu certo [ganhar no primeiro turno] porque o povo gosta que eu dispute o segundo turno. E eu sou muito bom no mata-mata. O jogo vai começar, estamos na prorrogação”, declarou.

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – SENADO: Styvenson Valentim (PODE) e Samanda de Lula (PT) são os senadores eleitos no RN com 29,24% e 17,64 %

Reprodução

Styvenson Valentim foi reeleito para o Senado com 29,24 %. A segunda vaga no RN ficou com Samanda de Lula com 17,64 % dos votos válidos.

Veja a votação dos demais candidatos:

Zenaide Maia (PSD) — 17,43%
Coronel Hélio (PL) — 17,20%
Rafael Motta (PDT) — 14,16%
Tércio Tinôco (UNIÃO) — 2,85%
Sandro Pimentel (PSOL) — 0,62%
Sonia Godeiro (PSOL) — 0,40%
Professor Guilherme (UP) — 0,15%
Rosália Fernandes (PSTU) — 0,11%
Luciana Mandu (PSTU) — 0,07%
Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) — 0,05%
Gari Wendell Batista (AGIR) — 0,05%

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ELEIÇÕES 2026: Veja quem são os deputados federais eleitos no RN; Natália Bonavides (PT) bate recorde de votos

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Confira quem são os deputados federais eleitos para representarem o RN em Brasília.

A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

96 FM

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ELEIÇÕES 2026: Confira os deputados estaduais eleitos no RN; Coronel Azevedo se torna o mais votado da história

Foto: Reprodução/ALRN

Confira os deputados estaduais eleitos no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (4).

Coronel Azevedo (PL) foi o mais votado no pleito e superou o recorde de Wendell Lagartixa.

Azevedo teve mais de 104 mil votos.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 7 vagas

* Francisco do Pt (PT)

* Kaline de Dr. Bernardo (PV)

* Isolda Dantas (PT)

* Divaneide Basílio (PT)

* Daniel Valença (PT)

* Eudiane Macedo (PV)

*  Ivanilson Oliveira (PV)

PL · 7 vagas

* Coronel Azevedo

* Dr. Kerginaldo

* Tomba Farias

* Gustavo Carvalho

* Adjuto Dias

* Luíz Eduardo

* Camila Araújo

União Progressista (União Brasil e PP) · 6 vagas

* Robson Carvalho (UNIÃO)

* Julio Cesar (PP)

* Cinthia de Allyson (UNIÃO)

* Kleber Rodrigues (PP)

* Neilton Diógenes (PP)

* Nelter Queiroz (PP)

PSDB Cidadania · 3 vagas

* Ezequiel

* Dr Gustavo Soares

* Cristiane Dantas

MDB · 1 vaga

* Bibiano

96 FM

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ELEIÇÕES 2026: Elmano de Freitas (PT) supera Ciro Gomes (PSDB) e é reeleito em 1º turno no Ceará

Foto: Divulgação

Após 96,06% das urnas apuradas, o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), foi reeleito neste domingo para um segundo mandato com 52,83% dos votos.

O petista superou Ciro Gomes (PSDB), que teve a preferência de 46,58% dos cearenses e foi derrotado mesmo tendo iniciado o ciclo eleitoral com ampla vantagem nas pesquisas de intenção de voto.

Com o resultado, o grupo político do qual o PT faz parte conquistou a sexta vitória consecutiva no estado.

O Globo

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ELEIÇÕES 2026: Jerônimo Rodrigues (PT) é reeleito governador da Bahia no 1º turno

Foto: Tarsila Alvarindo/TV Bahia

Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4).

Às 21h03, com 91,6% das seções apuradas, o candidato tinha 55% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Geraldo Júnior (MDB).

Segundo colocado, ACM Neto (União Brasil) tinha 44%. Ao todo, foram 8.380.339 votos válidos até esta publicação.

g1

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