O senador Rogério Marinho (PL) coloca-se como pré-candidato a governador do Rio Grande do Norte às eleições de 2026 em um cenário político semelhante ao quadro nacional, em que à direita – ao contrário da esquerda, também aparece com alternativas, casos do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos); o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) e até mesmo o senador Styvenson Valentim (PSDB).
“Mas isso é um processo de construção”, comentou o senador Rogério Marinho, durante entrevista à radio Jovem Pan News Natal, 93.5 FM, deixando transparecer que o Rio Grande do Norte é um estado onde o governante “pode mudar tudo para deixar como está, ou seja, ser mais do mesmo”.
Porém, Rogério Marinho que no Rio Grande do Norte não dá mais “pra dar aumento real a funcionário público e ficar posando de bom moço e implantar plano de carreira, carga e salário neste momento que o Estado está insolvente e sem capacidade de fazer investimentos”.
Para Marinho, “isso é demagogia, é jogar contra o conjunto da população como um todo, governar o Estado, tem que tomar medidas impopulares, que significam necessariamente impopularidade. Então, você vai ganhar uma eleição falando a verdade, vamos corrigir a inflação, tudo bem, vamos respeitar o funcionário, tudo bem, mas você dizer, vai dar um plano de carreira para melhorar a situação, dar um aumento, está jogando contra 3 milhões de norte-riograndenses em função da corporação de funcionários públicos”.
Segundo o senador, “dizer que é normal no final do ano, com o duodécimo, os Poderes (Judiciário, Assembleia…) tenham sobra orçamentária suficiente para fazerem outras coisas que não atividade precípua dos poderes e o Estado não ter capacidade de comprar o esparadrapo ou regular de forma adequada a fila que está chegando no Hospital Walfredo Gurgel, isso não é admissível”.
Então, avalia Marinho, o governador do Estado “precisa ter a legitimidade, a capacidade, a coragem de sentar à mesa com os presidentes dos Poderes, e dizer que todo mundo tem que dar a sua contribuição, o Estado é de todos”.
“Outra questão que desagrada muita gente”, exemplifica Marinho, é discutir a privatização da Caern: “Porque fazer PPP com uma empresa que hoje não dá o serviço adequado à sociedade? Quantos norte-riogranses não têm esgoto tratado, não tem água tratada, no Seridó se não fosse a adutora que estamos fazendo, a situação continuaria parecida. Na região Agreste, municípios passando seis meses sem água, quatro meses sem água, como Santo Antônio, como Nova Cruz, municípios que têm o seu tratamento de esgoto, tratamento concluído e a Caern não complementa”.
“Evidente que precisa melhorar o serviço que vai ser ofertando à população. Tem que vender a Caern, tem que fazer a concessão da Caern”, cobra Marinho, ao citar também as estradas esburacadas do Rio Grande do Norte, que “não serão resolvidas com discursos e nem com empréstimos para endividar o Estado”.
O senador pondera que isso “não significa que vai granjear simpatia, nem vai ter voto. Agora, quem não disser isso e não fizer isso, vai deixar o Estado na mesma situação, estamos entrando no sétimo ano de governo de uma professora e o Rio Grande do Norte está nos últimos lugares do IDEB, que é o Índice da Educação do Ensino Básico. Nós somos um Estado que ficou para trás. Basta ver o que está acontecendo em João Pessoa, em Fortaleza. Você sabe que saiu do Estado do Rio Grande do Norte. Não é pelas placas de sinalização, pelo piso. Então, não é possível que a gente ache que está normal no Estado”.
Diante dessa situação´de “desgoverno” no Rio Grande do Norte, “o mais adequado e mais racional, é que todo mundo tem que estar junto, quem acredita que o PT tem feito mal ao Rio Grande do Norte e ao país tem que estar do lado de cá, todo mundo tem que estar unido”.
Agora, analisa Marinho, “a forma como isso vai acontecer, evidente que vai depender da maturação e conexão que o candidato tem com o próprio eleitorado, com o projeto que vai ser apresentado, acabei de dizer que não vai ser fácil governar o Estado. E eu quero saber o seguinte, quem vai ter a coragem de levantar determinadas bandeiras que necessariamente não significam o apoio, a simpatia de determinadas corporações do Estado?”
“Eu estou me colocando como pré-candidato já desde janeiro desse ano, porque a pré-candidatura é uma construção”, disse Marinho, entendendo que todas as pré-candidaturas no espectro político da direita “são absolutamente respeitáveis e todas devem e podem buscar construir o seu caminho e o seu itinerário, o que eu espero que é haja uma convergência no futuro, que nós tenhamos aqui a capacidade de continuarmos a dialogar entre nós para que nós tenhamos o melhor candidato, tanto ao governo como ao Senado”.
SENADOR bate na ferida do PT, desde que assumiu tem se recusado pagar os PROFESSORES isto mesmo e quando vai pagar divide enumeras prestações. Veja agora não pagou o PISO de 2023, 2024 e muito menos o de 2025, isto é o PT pela EDUCAÇÃO e TRAIÇÃO.
Que Lula (PT) precisa melhorar seu diálogo com as igrejas evangélicas, muita gente concorda. O presidente só não está totalmente convencido sobre a melhor abordagem para tanto.
Cumprida metade de seu terceiro mandato, Lula fez alguns gestos para o segmento que vem lhe dando más avaliações em série.
Ainda assim, auxiliares apontam que ele tem dificuldade de reconhecer a dimensão do problema e não gosta muito da ideia de formular uma mensagem específica para o grupo.
Desde a campanha de 2022, o presidente se diz convencido de que é capaz de falar para todos os brasileiros, independentemente da religião. Resta a seus correligionários ir tentando abrir canais diretos com esse bloco cristão, que já deu maioria dos votos ao petista no passado.
Lula evitou o quanto pôde marcar agendas evangélicas durante uma corrida de alto calibre religioso, com Jair Bolsonaro (PL) aplicado no beija-mão a pastores. Sua equipe organizou dois encontros, um no primeiro turno e outro no segundo, com lideranças progressistas amigáveis ao PT, mas com pouca capilaridade nos templos.
Algumas cenas dos anos 2000, quando presidiu o país por oito anos, podem hoje parecer insólitas. O pastor Silas Malafaia apareceu em sua propaganda eleitoral em 2002, o senador Magno Malta (PL-ES) exaltou uma “história vitoriosa” de vida, o bispo Edir Macedo se empenhou na eleição de sua protegida Dilma Rousseff.
Os anos Bolsonaro, de intensa cruzada antipetista nas igrejas, ajudaram a calcificar um ranço contra Lula entre fiéis. Levantamentos do Datafolha indicam que, mesmo fora do contexto agressivo da eleição, essa parcela segue refratária ao petista.
A avaliação positiva do governo não chegou a piorar. Em março de 2023, 28% dos evangélicos diziam que o governo era ótimo ou bom. Agora são 26%.
O problema para Lula se dá na outra ponta. O percentual de crentes que classificam a gestão como ruim ou péssima foi de 35%, no início do mandato, para 43% na pesquisa de dezembro deste ano. A margem de erro para esse recorte religioso variou de quatro a cinco pontos percentuais nas pesquisas.
“Existe uma desconfiança enraizada entre evangélicos, alimentada pela forma como muitas igrejas têm mobilizado narrativas de medo sobre a esquerda”, diz advogada e socióloga Juliana Maia Victoriano, que pesquisa religião e movimentos sociais.
Mas é preciso reverter certa paralisia que atravanca a ampliação de um “debate diretamente com a base evangélica”. Essa bancada, ela aponta, não é um espelho desse estrato populacional, muito mais negro, pobre e feminino do que os congressistas que o representam em Brasília.
“Reconhecer essa pluralidade é essencial para que o governo consiga criar espaços de diálogo nos contextos locais, sem ficar exclusivamente focado numa estratégia que dialogue com parlamentares”, diz Victoriano. “Evidentemente, eles têm votos que podem prejudicar as pautas do governo. Mas, na medida em que essas disputas também acontecem na base, o governo ganha poder de barganha.”
“A articulação com parlamentares da bancada avançou”, diz o pastor Luis Sabanay, do Núcleo de Evangélicos do PT. Não que o céu seja de brigadeiro. “Setores conservadores ainda resistem, influenciados por discursos polarizadores.”
O segundo ano do Lula 3 marcou um ajuste de rota. Na avaliação interna, são notórias as dificuldades de comunicação da esquerda com as igrejas. Por um lado, atribui-se o entrave a uma fábrica de fake news da direita contra o PT. Por outro, admite que a esquerda perdeu seus laços com uma periferia que acabou forjando vínculos comunitários profundos com denominações evangélicas.
Poderia ser pior. Auxiliares lulistas celebram a aproximação com o deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), ex-bolsonarista que há dois anos disse que receberia militantes petistas “na bala”.
Em outubro, ele liderou uma bênção coletiva a Lula, que sancionava no dia a criação do Dia Nacional da Música Gospel. Otoni tenta, agora, eleger-se presidente da bancada evangélica em 2025. O Planalto torce por esse desfecho.
O deputado mantém uma crítica genérica à esquerda, mas hoje diz que não lhe cabe “ficar xingando Lula”.
Há, para desafetos de Otoni, uma flagrante disposição fisiológica em seu comportamento. Já assessores de Lula veem com alívio a reconstrução de pontes entre fiéis e governo.
“A dificuldade já foi maior”, resume o batista Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), raro evangélico na Esplanada. “Se fizéssemos algo artificial, teríamos tido avanços mais óbvios, mas não é nisso em que acreditamos. Uma relação natural, espontânea, demora mais, mas tem resultados mais duradouros.”
Em 2023, membros do primeiro escalão chegaram a organizar reuniões, coordenadas por Messias, para apresentar pesquisas que procuravam rastrear os desafios do governo nesse campo.
As questões mapeadas são velhas conhecidas da esquerda: uma barreira diante de temas morais e a resistência dos evangélicos a políticas identitárias, por exemplo. Agora, o governo está mais restrito a “ações ocasionais”, nas palavras de um assessor de Lula.
No primeiro semestre, veio a campanha publicitária para exaltar feitos governamentais, batizada “Fé no Brasil”. No pleito municipal, o PT lançou a Cartilha Evangélica, para melhorar a interlocução com os crentes.
Sabanay, o pastor ligado à sigla, cita o Acredita, programa que prevê linhas de crédito para quem quer empreender “e que contou com a adesão de mais de 70 igrejas”, além de atitudes simbólicas, como reconhecer os dias da Música Gospel e do Pastor e da Pastora Evangélicos.
Continua um impasse no Executivo ante uma PEC que amplia a imunidade tributária das igrejas, apresentada pelo deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), sobrinho de Edir Macedo.
O rumo dessa relação para o próximo biênio ainda é incerto. “Não vamos nos pautar pela lógica da instrumentalização política da fé de ninguém”, diz Messias. “O governo não tem na sua motivação tirar o Bolsonaro do púlpito e colocar o Lula. O objetivo sempre foi ter Jesus no púlpito.”
Dias depois de uma visita do ministro André Fufuca ao Estádio Fufucão, batizado em homenagem a seu avô, o Ministério do Esporte reservou, em junho, R$ 1,4 milhão para erguer um campo de futebol soçaite em Alto Alegre do Pindaré (MA). Além de sede do Fufucão, a cidade é governada há oito anos por Fufuca Dantas (PP), pai do auxiliar de Lula. Passado um ano da nomeação do ministro na pasta do Esporte, a recente agenda no Fufucão remete a um outro tipo de gasto em ascensão no seu ministério: a construção de pequenos campos de futebol, especialmente de gramado sintético, as chamadas “areninhas”, que caíram no gosto de parlamentares de diferentes matizes.
Levantamento do GLOBO identificou que, neste ano, o Ministério do Esporte já empenhou — isso é, reservou para uso — R$ 99,1 milhões para construir os campinhos. O valor foi identificado em notas de empenho de emendas da Comissão de Esporte da Câmara e equivale a quase 20% dos R$ 542 milhões que o colegiado já apadrinhou em 2024. Ao todo, 118 municípios foram agraciados; Bahia, Paraíba e Maranhão, estado do ministro, aparecem entre os principais destinos dessas obras.
A “areninha” que será erguida na cidade do pai de Fufuca faz parte de um Espaço Esportivo Comunitário, projeto lançado na gestão do ministro, e que, além do campo de futebol com grama sintética, prevê a instalação de quadra de basquete, parquinho e pista de skate. O Maranhão receberá 31 desses espaços dentro do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que foi anunciado por Fufuca e pelo presidente Lula durante uma visita ao estado em junho.
O espaço de Alto Alegre do Pindaré, autorizado pelo Ministério do Esporte na mesma época, contudo, ficou fora da verba do PAC e foi custeado por emendas de comissão. A modalidade dificulta o rastreio de quem foi o parlamentar responsável pela indicação. No ano passado, O GLOBO revelou que o Esporte direcionou recursos do antigo orçamento secreto para construir estádios em dois municípios, Dom Pedro e Peritoró, governados por aliados de Fufuca no Maranhão.
A prefeitura do pai do ministro concluiu, neste mês, a licitação para construir o campo soçaite. Uma empresa de São Paulo, a Pinova S.A., ofertou o menor preço, R$ 1 milhão, e agora está com a documentação em análise para assinar o contrato. Procurado, o prefeito Fufuca Dantas não se manifestou.
Na Bahia, principal destino das “areninhas”, as obras são centralizadas pela Superintendência de Desportos (Sudesb), órgão do governo estado, comandado pelo PT.
Pelo menos uma das areninhas, em Jaguarari (BA), a 400 quilômetros da capital Salvador, teve indicação de um petista no Orçamento deste ano. Em maio, o deputado Afonso Florence (PT-BA), atual secretário de Casa Civil na Bahia, enviou ofício à Sudesb informando que havia apadrinhado uma emenda de quase R$ 1 milhão da Comissão de Esportes para construir o campo soçaite na cidade. A prefeitura anexou o ofício ao pedir à Sudesb a elaboração do projeto do campo. Florence não retornou o contato do GLOBO.
Além de alavancar a construção de areninhas, as emendas de comissão engordaram o orçamento do ministério de Fufuca. Neste ano, o Esporte tem à disposição R$ 2,4 bilhões, quase o dobro dos R$ 1,3 bilhão que teve em 2023. As emendas totalizam R$ 1,7 bilhão, ou 70% do orçamento. Deste valor, R$ 1,1 bilhão já foram empenhados.
Procurado, o Ministério do Esporte disse que o incremento de emendas “reflete o reconhecimento da competência” da pasta para executar projetos, e defendeu as areninhas.
“Esses campos exigem menos manutenção que os gramados naturais e suportam maior frequência de uso, facilitando sua utilização por número maior de pessoas, incluindo crianças, jovens e adultos em áreas urbanas densamente povoadas”, diz a pasta.
No PT, um dos defensores deste emprego de recursos é o deputado federal Jilmar Tatto (SP), secretário de Comunicação da sigla. Ele argumenta que “tem lugar que já foi asfaltado e já tem posto de saúde”, e que os campinhos são outra forma de levar “benefícios concretos às comunidades”.
— Às vezes, o governo pensa nas obras estruturantes e esquece dessas pequenas intervenções. Jogar bola na terra já foi muito romantizado, mas hoje quem joga quer o campo lisinho — diz o deputado.
Além de ter enviado R$ 6 milhões para a capital paulista neste ano em emendas “Pix” com este propósito, Tatto tem apadrinhado obras feitas com emendas de aliados. Em 2023, ele visitou a instalação do gramado sintético no Campo do Raspadão, em Ferraz de Vasconcelos, fruto de emenda do irmão, o deputado Nilto Tatto (PT-SP), de 2018.
O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) diz que os campos são “opções de lazer na periferia”, mas critica a demora em algumas obras. Neste ano, a prefeitura de Guarulhos inaugurou o gramado sintético do Campo do Flecha, com emenda de Zarattini de 2019, de R$ 764 mil.
— Se o prefeito é seu aliado, ele te chama para inaugurar. Se não é, aí a obra vira uma dificuldade — diz Zarattini.
Presidente do diretório do PT em São Paulo, o deputado Kiko Celeguim avalia que a perspectiva de “resultado imediato” e “custeio barato” atrai emendas para as areninhas.
— Nosso eleitor de classe mais baixa é pragmático, e o campo de futebol entra aí. Mas defendo que a gente não pode cair só nesse imediatismo, que nos leva para o Centrão.
O presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Milton Baptista de Souza, o Milton Cavalo, construiu uma mansão com piscina ao mesmo tempo que a entidade ampliava os ganhos com descontos de aposentados do INSS.
O Sindnapi é filiado à central Força Sindical, entidade que tem entre seus dirigentes quadros do partido Solidariedade. O vice-presidente do Sindnapi é o sindicalista José Ferreira da Silva, o Frei Chico, de 83 anos. Frei Chico é irmão mais velho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O sítio de Milton Cavalo é localizado em Ibiúna (SP), no bairro Votorantim — trata-se de um conjunto de chácaras, anteriormente conhecido como “Loteamento dos Pintos”. Na Receita Federal, a propriedade aparece como sede de uma firma de “criação de equinos” registrada com o nome de Milton em maio de 2011.
Mesmo assim, a propriedade não está registrada em nome de Milton Cavalo nem de sua esposa, a designer de interiores Daugliesi Giacomasi Souza, segundo o que consta no Cartório de Registro de Imóveis de Ibiúna. Também não está em nome de nenhum dos CNPJs de Milton. A reportagem do Metrópoles questionou o Sindnapi a respeito. A entidade confirmou que o sítio é de Milton, mas não disse em nome de quem está registrada.
Construção da sede do sítio coincide com explosão da Farra do INSS
Imagens de satélite do sítio mostram que a construção da mansão de 360 metros quadrados se deu entre maio de 2021 e maio de 2023. Já a piscina do sítio – com área de 50 metros quadrados – aparece em construção em maio de 2023. Na última imagem disponível, em 30 de abril de 2024, tanto a piscina quanto a casa aparecem já concluídas. A construção da casa foi revelada pelo jornalista Cláudio Dantas.
A construção da nova sede do sítio de Milton coincide com o aumento dos pagamentos recebidos pelo Sindnapi a partir dos descontos de aposentados – o episódio, que ficou conhecido como “Farra do INSS”, foi revelado pelo Portal Metrópoles.
Em 2020, os pagamentos recebidos pela entidade foram de apenas R$ 23,2 milhões, em valores da época. O verdadeiro salto se deu de 2021 a 2023: no período, o montante repassado pelo INSS ao Sindnapi saiu de R$ 41 milhões para R$ 149 milhões. Ou seja, aumento de 263%. Em 2024, a entidade arrecadou R$ 154 milhões.
Até agosto de 2023, Milton Cavalo era o vice-presidente do Sindnapi. Ele assumiu o comando da entidade por ocasião da morte de João Batista Inocentini, o “João Feio”.
Melhorias foram feitas com recursos próprios, diz Cavalo
Questionado pela reportagem do Metrópoles, Cavalo disse, por meio da assessoria de imprensa, que o sítio foi adquirido em 2010. Pontuou ainda que todas as “melhorias e modificações” na propriedade foram “feitas com recursos próprios, fruto do trabalho pessoal de Milton Cavalo e de sua família, sem qualquer relação com a arrecadação do Sindnapi”.
O sindicalista disse ainda que a chácara possui “cerca de 15 estábulos alugados a terceiros que possuem cavalos, cabendo ao presidente apenas a guarda desses animais”. “Portanto, trata-se de uma atividade econômica de pequeno porte para aproveitamento das instalações. Não há criação de cavalos, treinamento de profissionais ou promoção de competições.”
Mesmo questionado pela reportagem, Milton Cavalo se recusou a dizer em nome de quem está registrado o sítio.
“Questões de caráter pessoal não tem importância editorial, especialmente se são usadas para prejudicar a imagem de um líder que preside um sindicato sério com 25 anos de existência e muita entrega de benefícios aos seus associados. Portanto, Milton Cavalo tem direito à privacidade”, frisou.
Leia abaixo a íntegra das perguntas enviadas pela reportagem do Metrópoles e das respostas do Sindnapi:
1) Como o sr. Cavalo, mesmo tendo atuado durante toda a vida como dirigente sindical, reuniu os recursos para comprar a referida chácara de 22 mil metros quadrados e construir nela uma casa de cerca de 360 metros quadrados com piscina (…)?
R: A aquisição do terreno, ocorrida em 2010, e as melhorias e modificações realizadas ao longo do tempo foram feitas com recursos próprios, fruto do trabalho pessoal de Milton Cavalo e de sua família, sem qualquer relação com a arrecadação do Sindnapi. O repórter busca sustentar ilações num recorte grosseiro e desonesto da realidade. A pergunta, por si só, tenta transformar a chácara do presidente do Sindnapi em algo suspeito, o que é absolutamente falso.
2) Embora o Sindnapi tenha confirmado que se trata de imóvel de propriedade dele, constatamos que o sítio não está registrado no nome do sindicalista nem da esposa, a decoradora Daugliesi Giacomasi. Em nome de quem está a propriedade? É possível informar a matrícula do imóvel?
R: Questões de caráter pessoal não têm importância editorial, especialmente se são usadas para prejudicar a imagem de um líder que preside um sindicato sério com 25 anos de existência e muita entrega de benefícios aos seus associados. Portanto, Milton Cavalo tem direito à privacidade. Os milhares de associados do Sindnapi que apoiam o trabalho realizado confiam na integridade da diretoria. Caso interesse, o jornalista está convidado a conhecer nossa sede e os trabalhos que lá são realizados.
3) O sr. Cavalo desenvolve alguma atividade econômica na referida chácara? Quais as atividades da empresa Milton Baptista de Souza Filho, que está registrada no endereço do Sítio (CNPJ 13.711.94/0001-04)?
R: A chácara possui cerca de 15 estábulos alugados a terceiros que possuem cavalos, cabendo ao presidente apenas a guarda desses animais. Portanto, trata-se de uma atividade econômica de pequeno porte para aproveitamento das instalações. Não há criação de cavalos, treinamento de profissionais ou promoção de competições.
O São João de Natal reuniu 72 mil pessoas no primeiro dia de shows no polo Arena das Dunas. A festa marcou o público com uma celebração inesquecível, recheada de música, alegria, inclusão e segurança. O palco recebeu shows de Marina Elali, Thiago Freitas e Luan Santana, levando repertórios que misturaram romantismo, forró e grandes sucessos do sertanejo. A noite também contou com apresentações de Gabriel de Pádua e João Batista, completando a programação com diversidade musical e muita emoção.
No palco do São João de Natal, Marina Elali celebrou suas raízes potiguares e prestou homenagem à música nordestina com orgulho. “Estar em casa, cantando para o meu povo, é sempre emocionante. Nasci em Natal e tenho um amor imenso por essa terra. Estou muito feliz em apresentar o ‘Forró da Elali’, um show feito com carinho, onde celebro o São João com músicas do meu avô Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga”
O cantor Thiago Freitas agitou a multidão presente com muito forró. Em seguida, em sua aguardada apresentação no São João de Natal, o cantor Luan Santana celebrou o reencontro com o público potiguar.
“Fazia tempo que eu não vinha a Natal, e estava com muita saudade de vocês. No ano passado estivemos em Mossoró, mas Natal estava fazendo falta na nossa agenda. É sempre especial estar aqui. Os fãs de Natal são diferentes, têm um carinho e uma energia únicos. Toda vez que encontro alguém daqui, sinto esse calor, essa recepção extraordinária. É por isso que estou tão feliz de voltar com o show ‘Ao Vivo na Lua’, que vem emocionando o Brasil inteiro. Tenho certeza de que será uma noite inesquecível”.
Mas o São João de Natal é muito mais do que música. A festa se destacou por seu caráter inclusivo e solidário. Uma área reservada para pessoas com deficiência (PCD) garantiu acessibilidade e conforto, reforçando o compromisso da Prefeitura com um evento para todos. Além disso, a entrada solidária com a doação de alimentos se mostrou um sucesso: toneladas de alimentos foram arrecadadas para instituições sociais do município.
O prefeito Paulinho Freire comemorou o sucesso da abertura do São João de Natal no polo Arena das Dunas, destacando a participação popular e os impactos positivos para a economia da cidade. “Ver a população abraçando o evento confirma que estamos no caminho certo. O São João movimenta o turismo, gera emprego e renda, e já coloca Natal no circuito nacional dos grandes festejos juninos, como mostrou a matéria da Folha de São Paulo. Nossa meta é fortalecer ainda mais essa tradição, com mais apoio da iniciativa privada no próximo ano e menos custos para o poder público”, afirmou.
A secretária de Cultura de Natal, Iracy Azevedo, destacou o crescimento e a importância do São João de Natal para a cultura e o turismo da capital potiguar. “Nossa expectativa é a melhor possível. Já começamos com uma grande festa na Avenida da Alegria e agora seguimos com força total na Arena das Dunas, depois Zona Oeste e Zona Norte, sempre com grandes atrações. Natal está se consolidando como a primeira capital do Brasil a realizar um São João de grande porte, comparável a eventos tradicionais como o de Mossoró. É um passo importante para transformar o Rio Grande do Norte em um polo turístico forte nesse período de festividades juninas. Quem ganha com isso é nossa população”, afirmou.
E a cidade sentiu os efeitos positivos da festa. Ambulantes e aplicativos de transporte também notaram o aumento no movimento. Simone Oliveira, 42 anos, trabalha como ambulante há 20 anos e, este ano, escolheu o São João de Natal para montar sua barraca. “Há 15 anos atuo como barraqueira em Mossoró, mas dessa vez decidi ficar em Natal. Moro aqui há 10 anos e vi que a programação estava maravilhosa, com grandes atrações. O evento está muito bem organizado, o movimento está ótimo. Quem passa por aqui está comprando. A expectativa para hoje é excelente, e amanhã promete ser ainda melhor”, contou, animada.
A segurança foi um dos pontos altos da noite. A atuação conjunta da Guarda Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros garantiu uma festa tranquila, sem grandes ocorrências. Os acessos a Arena das Dunas foram bem sinalizados e monitorados, e as famílias puderam curtir a festa com tranquilidade.
Sandra Mendonça, de 51 anos, veio curtir o São João de Natal com as filhas Natália, de 18, e Fernanda, de 12 anos, motivada pela apresentação de Luan Santana. Ela elogiou a estrutura e a organização do evento. “Está tudo muito bonito, seguro e acolhedor. Valeu muito a pena vir para viver essa experiência com minhas filhas”, afirmou. Natália, que é fã do cantor desde os 4 anos, se emocionou ao vê-lo no palco. “Eu esperei muito por esse momento. Ver ele de perto foi um sonho realizado”, disse, com brilho nos olhos.
Outro destaque foi o camarote PicPay, que ofereceu uma experiência diferenciada com um espaço exclusivo dentro do evento. Com vista privilegiada, o espaço foi bastante procurado. Para Silvana Pereira, 35 anos, que estava no espaço, o camarote proporcionou mais conforto e segurança para curtir os shows. “A estrutura está excelente, conseguimos aproveitar tudo com mais tranquilidade e conforto, com uma praça de alimentação e banheiros exclusivos. Uma experiência maravilhosa”, afirmou.
A abertura do São João de Natal no polo Arena das Dunas confirmou que a capital potiguar está pronta para um mês inteiro de festa. Com programação em diversos polos da cidade, a promessa é de um dos maiores e mais vibrantes festejos juninos dos últimos anos.
Cerca de 20 horas antes da invasão do Palácio do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) dispensou por escrito o pelotão de 36 homens do Batalhão da Guarda Presidencial. Pedido na sexta-feira, 7, o batalhão reforçou no sábado a segurança do prédio.
O domingo, porém, amanheceu na Esplanada com a sede do governo federal apenas com o efetivo da guarda normal, quase desprovida de equipamento de controle de distúrbios civis, como escudos, bombas de gás e balas de borracha. A maioria do efetivo dispunha somente de fuzis com munição letal.
Foi só no início da tarde que o Comando Militar do Planalto (CMP), por iniciativa própria, entrou em contato com o GSI e reenviou o pelotão ao Planalto. Trata-se de uma tropa muito menor do que a mobilizado em outras situações, a pedido do gabinete.
O contingente reunido em 24 de maio de 2017 para conter a ação de black blocks que pediam a saída do presidente Michel Temer (MDB), acusado de corupção pelo empresário Joesley Batista, era 15 vezes maior.
No domingo, o Exército acompanhava a ação na Esplanada por meio de drones – às 14h30, ocorreu o primeiro confronto dos extremistas com a Polícia Militar, perto da catedral de Brasília. Às 15 horas, o general Geraldo Henrique Dutra Menezes, chefe do CMP, enviou uma companhia com 133 homens e equipamento de choque, do Setor Militar Urbano (SMU) para o Palácio.
O gabinete foi povoado por oficiais ligados ao bolsonarismo na gestão do general Augusto Heleno. O fato levou ao PT desconfiar da lealdade dos integrantes do GSI. Quando tomou posse, Luiz Inácio Lula da Silva resolveu retirar sua segurança pessoal do gabinete para deixá-la com a Polícia Federal (PF). Na semana passada, o general Marco Edson Gonçalves Dias, nomeado por Lula para chefiar gabinete, ainda não havia nomeado sua equipe. Foi esse momento de transição – onde o fluxo de informações da base para o comando fica comprometido – que foi aproveitado pelos extremistas para atacar.
Desde o dia 2, o CMP tentava esvaziar o acampamento em frente ao QG paulatinamente, seguindo a estratégia defendida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho. Temia-se que uma ação violenta atingisse mulheres, idosos e crianças. O esvaziamento do lugar parecia indicar que tudo ia como planejado. Banheiros químicos e caixas d’água foram retiradas.
Cerca de 200 bolsonaristas permaneciam no lugar. Rezavam e cantavam hinos militares. Oficiais ouvidos pelo Estadão afirmaram que os remanescentes demonstravam “fanatismo”. Um deles discursava dizendo que Bolsonaro deixara o País, mas assinara um decreto tornando o general Heleno presidente. Outro dizia que o Brasil se tornaria comunista em janeiro.
Para estrangular os acampados, desde o dia 6, o CMP decidiu que ninguém mais entraria na concentração. Nesse dia começaram a sair de todo o Brasil caravanas para a capital federal. Mais de uma centena de ônibus chegou com 4 mil extremistas a Brasília. No domingo de manhã, em uma reunião na Secretaria da Segurança do DF, os militares receberam informações de que o protesto seria pacifico. Nesse momento, grupos de bolsonaristas não faziam mais segredo de suas intenções violentas. Integrantes do governo desconfiam que essas informações foram sonegadas para comprometer a segurança da Esplanada.
Quando a tropa do Batalhão da Guarda chegou ao Planalto, o comandante da unidade, coronel Paulo Jorge Fernandes, a levou até o quarto andar e, de cima para baixo, foi desocupando e detendo os vândalos. Neste momento PMs da tropa de choque chegaram ao prédio. Pelo Plano Escudo, eles deviam permanecer fora do prédio, mas o GSI os convocou.
Ali, na frente do palácio, um dos PMs em um cavalo havia acabado de ser agredido pelos invasores. Quando entraram no Planalto, os policiais soltaram bombas de gás e passaram – segundo militares do Exército – a agredir os detidos. Um senhora rezando levou um tapa. Outra de pé foi derrubada com uma rasteira. Foi quando, segundo relato dos militares do Exército, o coronel tentou conter os PMs e foi filmado. O vídeo foi distribuído em redes sociais. Militares do Exército afirmam que ele foi editado para dar a impressão de que o coronel queria dar fuga aos detidos.
Na versão do policial militar que fez o vídeo, o coronel queria livrar os bolsonarista. As imagens passaram a ser usadas por críticos da ação do Exército para presisonar por mudanças no Ministério da Defesa. E, assim, o oficial se tornou alvo da esquerda. Mas também da direita. É que, no momento das prisões, uma das detidas, uma mulher que parecia ter 70 anos, acusou o coronel: “O senhor é um traidor”. Segundo relatos dos colegas, o coronel Fernandes ficou abalado. Entre os detidos havia parentes de militares. Todos foram presos e entregues pelo coronel à polícia.
À noite, o comandante do Exército Júlio César de Arruda, o general Dutra, o ministro Múcio e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Flávio Dino (Justiça) se reuniram por duas horas e decidiram desocupar o acampamento pela manhã. Os militares acreditavam que seria arriscado fazê-lo à noite.
Os militares localizaram ume mulher, que se apresentou como líder dos acampados e ela concordou em conversar com os demais. Ela explicou que quem quisesse permanecer deveria ficar à esquerda. Os demais embarcariam nos ônibus e sairiam dali. Às 6h30, após serem informados de que seriam levados à PF, apenas 40 dos 1,2 mil acampados disseram que iam resistir. Quando viram que todos os demais se dirigiram aos ônibus, esse grupo também desistiu e se entregou. Terminava, assim, a chamada tentativa de “tomada do poder” dos extremistas.
Entre os dias 23 e 28 de maio, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) realiza a Semana da Indústria, evento anual em comemoração ao Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio. A programação acontece em diversas unidades operacionais do Sistema Indústria no estado. Entre as ações estão palestras, rodadas de negócios, ofertas de descontos em serviços oferecidos pelas entidades que compõem o Sistema FIERN — FIERN, SESI, SENAI e IEL — e apresentação cultural.
A programação começa na segunda-feira (23), com palestras setoriais, visitas de clientes e vendas de serviços promocionais, nas unidades operacionais do SESI/SENAI/IEL e seguem até a sexta-feira (27). Os descontos variam de 15% a 50%, em serviços e cursos oferecidos pelo SESI, SENAI e IEL.
“Festejamos 25 de maio como a nossa data no calendário social. É um marco para homenagens, reflexões e fixação de novos desafios. A FIERN, fiel a sua missão de defender os interesses da indústria, celebra a data a cada ano evidenciando temas diferentes, mas sempre ressalvando ser o segmento um grande indutor e um elo estratégico do desenvolvimento”, enfatiza o presidente da FIERN, Amaro Sales de Araújo.
Ele fará a abertura oficial do evento, na segunda (23), a partir das 14h30, com um ciclo de palestras no auditório Albano Franco, na Casa da Indústria, sede da FIERN.
Já a palestra “Competências e Futuro do Trabalho”, ministrada pela administradora Katarina Alcântara, pós-graduada em Gestão Estratégica de Negócios e em Gestão de Pessoas, acontece às 14h45. Em seguida, acontecem as apresentações “Programa IEL EMPREGOS e seus benefícios para sua empresa”, com a psicóloga Gabriela Sousa, e “RN MAIS CHANCE – Reinserção dos Apenados no Mercado de Trabalho”, com o superintendente do IEL-RN, Juan Saavedra. Por fim, às 16h15, a especialista em Desenvolvimento Industrial, da Diretoria de Educação e Tecnologia do Departamento Nacional do SESI, Migliane Réus de Mello, ministra a palestra “O eSocial e os Programas de Gestão de Risco – PGR”.
O cronograma segue na terça-feira (24), com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre a FIERN e a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), pelo presidente da FIERN, Amaro Sales de Araújo, e o diretor-presidente da Emgepron, Almirante Edésio Teixeira, para a criação e lançamento do Cluster Tecnológico Naval do RN.
Após a assinatura, às 16h, ocorre a palestra “Apresentação da proposta de criação do Cluster Tecnológico Naval no Rio Grande do Norte” proferida pelo Alm. Edésio Texeira, que também é vice-presidente do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro. A palestra será no auditório Joaquim Victor de Holanda, na Casa da Indústria.
O Cluster, que será coordenado pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), visa contribuir para o desenvolvimento das atividades econômicas relacionadas ao Mar no Rio Grande do Norte
Na quarta-feira (25), quando é celebrado o Dia da Indústria, será realizada a Palestra Magna “A Tecnologia 5G e sua importância para o Desenvolvimento da Indústria”, às 17h, com o ministro das Comunicações, Fabio Faria, no auditório Albano Franco, na Casa da Indústria.
Já na quinta-feira (26), o evento terá programação cultural com o show da SESI Big Band e do cantor Waldonys, no Solar Bela Vista, às 19h. E na sexta-feira (27), as ações encerram nas unidades operacionais.
Durante toda a Semana, de 23 a 28, o SESI realiza ainda uma Ação Social para levar atendimentos na área de saúde — mediante agendamento — para população em geral, além dos trabalhadores da indústria e seus dependentes. Os serviços acontecem das 14h às 20h, nas unidades da SESI Clínica em Natal (Av. Capitão-Mor Gouveia, nº 2770, Lagoa Nova) e Mossoró (Rua Silva Jardim, nº 65, Doze Anos).
Serviços com descontos promocionais
Conheça os serviços do Sistema FIERN que estarão com descontos especiais na Semana da Indústria:
IEL
15% de desconto para os Serviços de Consultoria
50% de desconto nos serviços de capacitação em LGPD
50% de desconto na Taxa de Estágio *para CNPJ do segmento indústria que aderirem e iniciarem seus programas de estágio até 30/jun/22. A primeira taxa mensal terá um desconto de 50% para TCEs (Contratos de estágios) com vigência mínima de 06 (seis) meses
SENAI
30% de desconto em todos os serviços contratados, exceto os produtos SEBRAETEC
50% CTGAS-ER: Combo eólica – Inédito será lançado na Semana da Indústria
Segurança aplicada à energia eólica – 100% EAD – CH: 30 horas Fundamentos de Sistemas de Energia Renovável – 100% EAD – CH: 20 horas Energias Renováveis e Meio Ambiente – 100% EAD – CH: 20 horas – 196,00 e com 50% fica 98,00
Tecnologia em Aerogeradores – 100% EAD – CH: 20 horas
50% CTGAS-ER:
Combo fotovoltaica – Inédito será lançado na Semana da Indústria
Segurança aplicada à Sistemas Fotovoltaicos – 100% EAD – CH: 30 horas Fundamentos de Sistemas de Energia Renovável – 100% EAD – CH: 20 horas
Energias Renováveis e Meio Ambiente – 100% EAD – CH: 20 horas
Introdução à Energia Solar Fotovoltaica – 100% EAD – CH: 20 horas
SESI
30% de desconto em PGR, PCMSO, LTCAT, ASO e exames complementares, durante a Semana da Indústria
Confira a programação na Casa da Indústria
23/05 (Segunda-feira)
14h30 – Abertura oficial com o presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo
14H45 – Palestra “Competências e Futuro do Trabalho”, com Katarina Alcântara, administradora graduada pela UFRN, pós-graduada em Gestão Estratégica de Negócios e em Gestão de Pessoas. Auditório Albano Franco – Casa da Indústria.
15h15 – Apresentação do Programa IEL EMPREGOS e seus benefícios para sua empresa, por Gabriela Sousa, psicóloga do IEL e responsável pelo planejamento e execução dos processos seletivos coordenados pelo IEL-NR/RN. Auditório Albano Franco – Casa da Indústria.
15h45 – Apresentação do RN MAIS CHANCE – Reinserção dos Apenados no Mercado de Trabalho, por Juan Saavedra, Superintendente Regional do IEL-RN, administrador e graduando em Psicologia pela Universidade Potiguar (UnP). Auditório Albano Franco – Casa da Indústria.
16h15 – Palestra “O eSocial e os Programas de Gestão de Risco – PGR”, por Migliane Réus de Mello, especialista em Desenvolvimento Industrial da Diretoria de Educação e Tecnologia (DIRET) do Departamento Nacional do SESI – Área USSI. No Auditório Albano Franco, na Casa da Indústria.
17h – Encerramento
24/05 (Terça-feira)
12h – Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN e a Empresa Gerencial de Projetos Navais – EMGEPRON.
16h – Apresentação da proposta de criação do “Cluster Tecnológico Naval”, no Rio Grande do Norte, pelo Almirante Edésio Teixeira Lima Júnior, Diretor-presidente da EMGEPROM e Vice-presidente do Cluster Tecnológico Naval, do Rio de Janeiro/RJ. No Auditório Joaquim Victor de Holanda, na Casa da Indústria.
25/05 (Quarta-feira)
17h – Palestra Magna com o ministro das Comunicações, Fabio Faria. No Auditório Joaquim Victor de Holanda – 7º andar – Casa da Indústria.
26/05 (Quinta-feira)
19h – Evento artístico-cultural: show com Waldonys e SESI Big Band. No SESI Solar Bela Vista – Av. Câmara Cascudo – Cidade Alta -Natal/RN.
Programação nas unidades operacionais
23/05 (Segunda-feira)
Atividade: Palestra “Entendendo o Programa de Gerenciamento de Riscos – NR01”, com a Engenheira de Produção e de Segurança do Trabalho Eloísa Pereira Maurício Tavares
Horário: 9h e 14h — de segunda (23) a sexta (27)
Local: Centro de Atividades SESI Natal – CAT SESI (Natal/RN)
Atividade: Palestra “eSocial e seu impacto no SST”, com a Engenheira de Produção e de Segurança do Trabalho Eloísa Pereira Maurício Tavares
Horário: 10h35 e 15h30 — de segunda (23) a sexta (27)
Local: Centro de Atividades SESI Natal – CAT SESI (Natal/RN)
Atividade: Palestra “Entendendo o Programa de Gerenciamento de Riscos – NR”, com o Engenheiro de Segurança do Trabalho Nerivaldo Albuquerque Batalha
Horário: 9h e 14h — de segunda (23) a sexta (27)
Local: Centro de Atividades Expedido Amorim – CAT SESI (Mossoró/RN)
Atividade: Palestra “eSocial e seu impacto no SST”, com o Engenheiro de Segurança do Trabalho Nerivaldo Albuquerque Batalha
Horário: 10h30 e 15h30 — de segunda (23) a sexta (27)
Local: Centro de Atividades Expedido Amorim – CAT SESI (Mossoró/RN)
Atividade: Atendimentos em Saúde (Médico-Odontológico) à Comunidade e a Trabalhadores da Indústria – mediante agendamento prévio.
Horário: 14h às 20h – de segunda (23) a sexta (27)
Locais: Sesiclínica CAT Natal – Av. Capitão-Mor Gouveia, nº 2770 – Lagoa Nova – Natal/RN.
Sesiclínica CAT Mossoró – Rua Silva Jardim, nº 65 – Bairro Doze Anos – Mossoró/RN.
24/05 (terça-feira)
Atividade: Palestra “A importância do PBQPH na Indústria da Construção Civil”, com a engenheira civil Tassyla Barbosa
Horário: 8h30 — terça-feira (24)
Local: Instituto SENAI de Tecnologias — IST (Mossoró/RN)
Atividade: Palestra “Eventos de SST no eSocial”, com a técnica em Segurança do Trabalho Francisca Amanda Alves
Horário: 10h — terça-feira (24)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Ítalo Bologna — CETIB/SENAI (Mossoró/RN)
Atividade: Palestra “Eventos de SST no eSocial”, com a técnica em Segurança do Trabalho Francisca Amanda Alves
Horário: 10h — terça-feira (24)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Ítalo Bologna — CETIB/SENAI (Mossoró/RN)
25/05 (Quarta-feira)
Atividade: Palestra “Relações Sociais no Trabalho”, com o Doutor em Psicologia Mateus Estevam Medeiros Costa
Horário: 10h — quarta-feira (25)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Flavio Azevedo (Natal/RN)
26/05 (Quinta-feira)
Atividade: Palestra “Análise de Vibração e sua importância na Manutenção Preventiva”, com o técnico em Mecânica Gleilson de Medeiros Lima
Horário: 8h30 — quinta-feira (26)
Local: Instituto SENAI de Tecnologias — IST (Mossoró/RN)
Atividade: Palestra “Como um jovem de 16 anos criou uma marca internacional”, com Júnior Cabuloso, CEO da Marca de Moda Cabuloso Clothing e especialista em branding para Marcas
Horário: 15h — quinta-feira (26)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Clóvis Motta (Natal/RN)
Atividade: Apresentação dos Serviços de Consultoria, com Jéssica Cerejeira
Horário: 15h50 — quinta-feira (26)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Clóvis Motta (Natal/RN)
Atividade: Palestra online “Mercado de trabalho e empregabilidade”, com o consultor da Empresa Vestas do Brasil
Horário: 15h — quinta-feira (26)
Local: Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis — CTGAS-ER (Natal/RN)
Atividade: Palestra “Custo por minutos na confecção do vestuário”, com o consultor Carlos Daniel de Araújo
Horário: 15h — quinta-feira (26)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Aluísio Bezerra (Santa Cruz/RN)
27/05 (Sexta-feira)
Atividade: Palestra “Licenciamento Ambiental para Indústrias”, com a Engenheira Civil pós-graduada em Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Paloma Evangelista Nolasco Lemos
Horário: 11h — sexta-feira (27)
Local: Centro de Educação e Tecnologias Flavio Azevedo (Natal/RN)
28/05 (Sábado)
Atividade: AÇÃO DE CIDADANIA SESI, com atendimento em Saúde (Médico-Odontológico) à Comunidade e ao Trabalhador da Indústria – mediante agendamento prévio.
Horário: 9h – sábado (28)
Local: Centro de Atividade Integradas SESI – CAT NATAL – Av. Capitão Mor-Gouveia, Nº 1480 – Lagoa Nova – Natal/RN.
Centro de Atividades Integradas SESI Expedito Amorim – CAT Mossoró – Rua Benjamin Constant, Nº 65 – Centro – Mossoró/RN.
Atividade: Encerramento da “Ação de Cidadania SESI – Semana da Indústria.”
Horário: 17h – sábado (28)
Local: Centro de Atividade Integradas SESI – CAT NATAL – Av. Capitão Mor-Gouveia, Nº 1480 – Lagoa Nova – Natal/RN.
Centro de Atividades Integradas SESI Expedito Amorim – CAT Mossoró – Rua Benjamin Constant, Nº 65 – Centro – Mossoró/RN.
O Brasil vem dando aulas ao mundo em Tecnologia, agro, saúde e em desenvolvimento.
Bastou o MESSIAS assumir o comando da Nação, que Deus nos abençoou.
Eu te amo meu Brasil eu te amo, Eu te amo Bolsonaro e Jesus também.
Salvez, irmão-em-Messias! Verdade, na época nonagenária, só falava-se em bolsa-família e lacracionismo. Hoje em dia, há um boom de desenvolvimento tecnológico e educacional. Nunca se viu tanta universidade desenvolver tecnologia. É a ciência andando de mãos dadas com a religião, cada uma atuando pacificamente na outra, como sempre deveria ter sido. O Nosso Messias é pró-laicismo estatal, isso é uma benção tremenda para os homens de Deus. Te amo, MESSIAS, adorado de todas as nações, Rei de todas as Forças Armadas de todo o mundo e de todas as galáxias!
A Prefeitura de Natal está organizando o Carnaval 2025 de “braços abertos para a alegria”. O início da folia está marcado para a próxima quinta-feira (27), no Baile de Máscaras, no Largo do Atheneu, com a entrega das chaves da cidade ao Rei Momo e a Rainha do Carnaval natalense, pelo Prefeito Paulinho Freire.
A festa começa, às 18h, com o Frevo do Chico, seguido por Afrobeat e Grafith. Mas esse é apenas o primeiro acorde da folia que vai agitar a cidade. Confira a programação dos “palcos” espalhados pelos quatro cantos da cidade:
Palco Nélio Dias – Avenida dos Guararapes, s/nº (Lagoa Azul)
Sexta-feira (28/2)
20h – Raphael Almeida convida Molekes em Casa
Sábado (1/3)
20h – Raphael Almeida
Domingo (2/3)
17h – Gami Batuque
20h – Samba Real
Segunda-feira (3/3)
17h – Bira Santos
20h – Magna Fuá
Terça-feira (4/3)
20h – Banda Lavine
Quarta-feira de Cinzas (5/3)
7h30 – João Mendonça
9h30 – Debinha Ramos
11h30 – Bloco Baiacu na Vara com Pranchão Tony Farra
13h30 – Pagode da Limpeza
15h – Gasparzinho
17h30 – A Pegada
Palco Rocas – Segunda do Vagabundo Especial – Cruzamento das ruas Pereira Simões e Donzelas
Segunda-feira (3/3)
19h – Desfile dos Blocos As Guerreiras, banda Carcará e bloco Os Grávidos
Centro Histórico – Palco Praça 7 de Setembro
Sábado (1/3)
Carnarap
16h – DJ Nigga Boy convida artistas do breaking e do Graffiti
16h30 – Kung Fu e Batalha da Coruja – 7ª Edição
18h – Thyore convida Ale Du Black, Xileno e JVNB
19h – Amem Ore convida Cafuzo da Baixada
20h – Pretta Soul convida Sister Mika Black e Tiquinha Rodrigues
21h – Rapadura (CE) convida DJ ALF (PB)
22h – Dusouto convida Dona Liberdade
Domingo (2/3)
Desfile das Kengas
16h – DJ Samir
17h – Orquestra do Papão convida Will
18h30 – Desfile das Kengas com apresentação de Jarita
20h30 – Potyguara Bardo
22h – Orquestra Greiosa e Felipe Cordeiro
Segunda-feira (3/3)
Transfolia
18h – Jennify C. convida Caxistranha
19h – DJ Zittur – Concurso Transfolia de Danças Carnavalescas
19h30 – Vic Kabulosa convida Elias D’Castro e a Majestade 2025
21h – Ale Du Black convida Geisla Blanco
22h – Taj Ma House convida Sun Clláire
Terça-feira (4/3)
Galo dos Perturbados
18h – Thábata Medeiros
20h – Jaina Elne
22h – Ramon Rodney
Palco Beco da Lama
Sexta-feira (28/2)
17h – Orquestra
19h – Papel Gomes
Deputados da oposição e da situação reagiram contra as críticas da governadora Fátima Bezerra (PT) por votarem contra a majoração da alíquota de ICMS, responsabilizando-os por uma eventual crise fiscal do Rio Grande do Norte em 2024 e partilha desigual de recursos depois da reforma tributária em curso no país.
Também houve reação às declarações do secretário estadual da Fazendo, Carlos Eduardo Xavier, classificado como “supersecretário” pelo deputado estadual José Dias (PSDB), que foi “surpreendido” por uma entrevista dele a uma emissora de TV: “Claro que ele (o secretário) foi sincero em algumas coisas, dizendo que estava de cabeça quente e que com cabeça quente agrediu a oposição, que não sei o que considera oposição, porque foram 14 votos contra o governo, não sei se é essa a oposição que ele fala”.
Segundo José Dias, o secretário também havia dito que ia esperar a cabeça esfriar para poder “passar o carão que querem passar, pessoalmente aos que são considerados da base”.
Na verdade, adiantou Dias, o governo “esqueceu a noção da propriedade das coisas, porque votamos a manutenção de uma lei que foi votada na Casa, enviada pelo governo e sancionada pelo governo”.
José Dias afirmou que a decisão da Assembleia foi “manter a vontade do governo manifestada há um ano, que fixou a alíquota modal em 18%”.
Em relação as ameaças feitas pelo secretário, José Dias ressaltou que “a opinião pública já nos absolveu, não temos nenhuma preocupação”.
Depois, afirmou Dias, “há graves imprecisões do secretário, quando diz que a prioridade do governo é manter a folha, manter a folha de pessoal é obrigação, a prioridade é defender o mais pobre, que sustenta o Estado”.
O deputado tucano disse que a governadora do Estado tenta se confundir com o o rei francês Luís XIV, que afirmava: “O estado sou eu, diz a rainha, mas ela não é o estado, é governo, o estado são aqueles que estão sem saúde, educação, segurança e sem estradas, ameaçando tirar programas de assistência social, vamos se têm coragem, isso é chantagem”.
O deputado Luiz Eduardo (SDD) disse que a Casa “não ficar de joelho e nem refém desses ataques e do desrespeito com o Poder independente”.
Luiz Eduardo contestou o secretário da Fazenda, afirmando “irresponsabilidade é se apropriar indebitamente dos recursos consignados, tirar dos salários dos servidores e não repassar aos bancos”.
Para Luiz Eduardo, “irresponsabilidade é não pagar aos médicos e anestesistas de UTI, arrecadar R$ 900 milhões, bater recordes de arrecadação em outubro e não pagar fornecedores em dia, não prestar bom serviço à sociedade”.
Já o deputado Gustavo Carvalho (PSDB) falou de sua indignação com as declarações de Carlos Eduardo Xavier. “O equilíbrio demonstrado diversas vezes pelo secretário da Fazenda, transformou-se em desespero, quando se referiu ao Poder como irresponsável”.
Segundo Carvalho, “irresponsável foram as declarações do secretário”, pelo fato de que a Assembleia estabeleceu o ICMS de 20% até dezembro deste ano, “sensível ao que o Estado necessitava naquele momento”, depois de acordo feito com o governo. “A matéria veio com prazo estipulado pelo próprio governo e que em janeiro, retornaríamos a 18%, o secretário que veio apelar aos deputados, foi o senhor Carlos Eduardo Xavier, ou está esquecido que participou desse acordo com a Fiern e Fecomércio”.
A respeito do secretário ter dito que os serviços públicos serão penalizados com queda de receita, Gustavo Carvalho reagiu: “Qual é o serviço bom que tem o Rio Grande do Norte, pra ter uma punição maior do que estamos vivendo nos últimos dias, se a saúde está quebrada, a educação não funciona e um trecho de rodovia que possa trafegar com segurança e conforto”.
O deputado Adjuto Dias (MDB) disse que “é importante salientar que esse aumento do ICMS que aconteceu no final do ano passado, de 18% para 20%, Então, nenhum tipo de planejamento orçamentário, criação de despesa pode ser feito com base em um ICMS de 20%, que não havia nenhuma garantia que fosse aprovado para o ano seguinte, já que desde o início teve um caráter temporário”.
Já em relação à tentativa de vincular o seu voto contra o aumento de ICMS a uma provável perda de recursos pela prefeitura de Natal, administrada por seu pai Álvaro Dias, o deputado Adjuto Dias disse que “nem o Estado perde a arrecadação, porque sempre se manteve com o ICMS em 18% e seus serviços sempre funcionaram com uma repartição de ICMS de 18%”.
Segundo Adjuto Dias, a grande questão da dificuldade dos municípios é a repartição de receitas tributárias, em que a união fica com 70% e os municípios que são mais próximos da população e que cada vez têm mais demandas, só têm 18% da arrecadação “e essa discussão não passa aqui pela Assembleia”.
Deputado do bloco independente, Galeno Torquato (PSDB) disse que a governadora do Estado, a primeira coisa que tem a analisar o que houve aqui na Assembleia Legislativa, o posicionamento de 14 deputados contra um projeto de lei que iria afetar a população, aqueles que geram emprego, geram renda, ela iria tirar dinheiro das pessoas mais necessitadas para fazer pagamento de folha no Estado”.
Na opinião de Galeno Torquato, o que o governo tem que fazer, “em vez da governadora ficar fazendo bravata que não vai baixar a cabeça e que a culpa é dos deputados estaduais, ela devia fazer um análise, fazer o dever de casa, diminuir a máquina e ver como o Estado está gastando, cortar gastos, não criar secretarias como estão querendo criar”.
Em vez de atacar a Assembleia, segundo Torquato, a governadora “tem que abrir o diálogo junto com essa casa para que possamos melhorar a qualidade de vida do Rio Grande do Norte, porque não temos estradas, nenhuma obra de infraestrutura, a saúde precária, educação apesar da governadora ser uma professora, a educação é pífia, é um dos piores e Idebs do Brasil”.
Sem severos cortes nos gastos e profundas mudanças na gestão do RN o Estado dificilmente sairá do caos que se encontra. Pode elevar o ICMS para 20, 25, 30 % que nada muda, o retrospecto de 2023 mostra isso. O Estado vem batendo recordes de arrecadação e quanto mais arrecada mais gasta de forma errada e desordenada. O problema não está na arrecadação ou nas receitas, está nos gastos.
Governo bom foi o de Robson, que deixou fornecedores e 4 folhas atrasadas, se é pra cortar gastos vamos começar pelo duodecimo dos poderes qua trocam frota de carros a cada dois anos ….
Comece cortando o dinheiro das propagandas, o das ongs amigas, o das festas patrocinadas pelo governo, o dos times de futebol, tem muito dinheiro sendo gasto que não é de pro bem da pupulação.
Ingredientes:
Creme de abóbora
Ingredientes:
200 gramas de abóbora
1/2 cebola média picada
Um dente de alho
Água para o cozimento da abóbora
100ml creme de leite
Cheiro verde a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de sobremesa de páprica doce
1 colher de sopa de caule de coentro
Modo de preparo:
Coloque um pouco de azeite na panela, o alho, a abobora, a cebola, misture e deixe cozinhar, mexendo sempre.
Coloque um pouco de água e deixe cozinhar em fogo médio e deixe refogar.
Acrescente água quando secar. Repita esse processo até ficar bem cozida.
Acrescente a páprica, o caule do coentro picado e ajuste o sal e pimenta do reino.
Assim que cozinhar bata no liquidificador ou processador com um pouco da água do cozimento e o creme de leite
Acerte o sal e a pimenta do reino.
Sirva com a calabresa acebolada por cima.
Calabresa
1 calabresa
1 cebola grande
Sal a gosto
Fio de azeite
Modo de preparo:
Corte a calabresa em fatias finas e a cebola em tiras.
Aqueça a frigideira, coloque um fio de azeite, coloque a calabresa, deixe pritar por dois minutos e coloque a cebola. Frite até dourar a calabresa.
Montagem:
Coloque o creme de abóbora em um prato fundo ou num boolw coloque a calabresa.
Polvilhe um pouco de cheiro verde por cima e sirva em seguida.
Tempo de preparo: 15min
Tempo de cozimento: 20min
DICA RÁPIDA
MIL FOLHAS COM CREME DE CONFEITEIRO E MORANGOS
Ingredientes:
Creme pâtissier
1L de leite
8 gemas
100g de amido de milho
250g de açúcar
1 casca de limão siciliano
1 semente de cumaru ou baunilha
Massa folhada
Folhas de hortelã
4 morangos frescos
Açúcar de confeiteiro
Molho inglês
4 gemas
100g de açúcar
100g de creme de leite
1 casca de limão siciliano
Semente de cumaru ou baunilha
Geleia de morango
150 g de morangos congelados
50 g de açúcar
20 g de ágar-ágar
Modo de preparo:
Corte a massa folhada no tamanho desejado e asse no forno (a massa pode ser comprada em supermercado). Quando estiver assada, reserve.
Creme pâtissier
Coloque, em uma panela, o leite para ferver em fogo baixo.
Quando estiver morna, acrescente 8 gemas, o amido de milho, o açúcar, uma casca de limão siciliano e rale um pouco da semente de cumaru ou baunilha, mexendo continuamente até obter uma mistura espessa, semelhante a uma papinha.
Retire a casca do limão e deixe esfriar.
Molho inglês
Repita o mesmo processo do creme, porém deixe-o com uma consistência mais líquida.
Mantenha o fogo baixo para evitar que as gemas cozinhem demais.
Quando a mistura estiver mais líquida, retire do fogo, passe por uma peneira para evitar que restem pedaços de gema e deixe esfriar.
Este molho será utilizado no prato.
Geleia de morango
Em uma panela, coloque os morangos limpos e sem os cabinhos, amasse com um garfo, adicione o açúcar e 20g de ágar-ágar e deixe descansar.
Montagem
Coloque o creme, o molho inglês e a geleia em sacos de confeiteiro.
Coloque o molho inglês de forma aleatória no prato.
Depois coloque o creme de confeiteiro, fazendo uns montinhos e fixe duas massas folhadas, uma de cada lado.
Aperte um pouco com delicadeza e repita tudo colocando 4 pedaços de massa folhada.
Coloque uns pingos da geleia aleatoriamente no prato, sobre o molho inglês.
Coloque os pedaços de morango, umas folhas de hortelã, polvilhe o açúcar de confeiteiro, com a ajuda de uma peneira e sirva em seguida.
Tempo de preparo: 10 minutos
Tempo de cozimento: 20 minutos
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou denúncia contra o atacante do Flamengo Bruno Henrique por suposta participação em um esquema de apostas. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) consideraram que o jogador teria combinado a aplicação de um cartão amarelo para beneficiar apostadores.
A denúncia foi protocolada nesta quarta-feira (11/6) e acompanha o pedido de indiciamento feito pela Polícia Federal (PF), que apontou o envolvimento do atleta e de outras nove pessoas pelos crimes de estelionato e fraude em competição esportiva. O caso foi mostrado em primeira mão pelo Metrópoles.
“Nos termos em que será adiante detalhado, a presente denúncia tem por objeto a imputação de crimes de fraude a resultado ou evento associado à competição esportiva (art. 200 Lei nº 14.597/2023), bem como de crimes de estelionato praticados em desfavor de pessoas jurídicas que atuam como agentes operadores de quota fixa, nos termos da Lei nº 14.790/2023”, diz o MPDFT.
Segundo os promotores, Bruno Henrique trocou mensagens com o irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, afirmando que receberia um cartão amarelo durante a partida entre Flamengo e Santos, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2023.
O relatório da PF em que o atleta foi indiciado destacou que essas conversas comprometem diretamente o jogador, ao vinculá-lo a um esquema articulado para favorecer tanto integrantes de sua família quanto um núcleo paralelo de apostadores.
Com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, cabe à Justiça decidir se a aceita ou não. Caso a denúncia seja aceita, o atacante passa a responder como réu no processo criminal. Se a Justiça entender pelo arquivamento do caso, o jogador é absolvido da acusação na esfera criminal — no entanto, ele continua sendo alvo de uma investigação no âmbito da Justiça Desportiva.
O Ministério Público analisou todo o material periciado pela PF e concordou com a conclusão dos investigadores de que Bruno Henrique está diretamente envolvido nas irregularidades, logo que o atacante avisou o irmão que iria tomar amarelo. Em uma das mensagens, datada de 29 de agosto de 2023, o irmão do atacante questiona se ele estava “pendurado” na competição, em referência à quantidade de cartões acumulados:
“O tio, você está com 2 cartão no brasileiro?”
Em resposta, o atacante escreveu: “Sim”.
Wander segue: “Quando [o] pessoal mandar tomar o 3 liga nós, hein kkkk”
Bruno Henrique responde: “Contra o Santos”.
Na sequência, Wander escreve: “Daqui quantas semanas?”
Bruno Henrique: “Olha aí no Google”
Wander: “29 de outubro”, “Será que você vai aguentar ficar até lá sem cartão kkkkkk”.
Bruno Henrique: “Não vou reclamar”, “Só se eu entrar forte em alguém”.
Wander então responde: “Boua, já vou guardar o dinheiro investimento com sucesso”.
Conversas Bruno Henrique
R$ 10 mil para entrar no esquema
Em 7 de outubro, investigadores encontraram outra troca de mensagens entre Bruno Henrique e o irmão, nas quais voltam a tratar sobre o recebimento de cartão amarelo no jogo contra o Santos.
Os diálogos mostram que o atacante enviou uma mensagem para Wander, a quem ele chama de “Juninho”:
“O Juninho”,
“Vc consegui fazer transferir Pix no valor alto da sua conta?”
Wander responde:
“Consigo, BH”,
“Qual valor?”.
BH segue:
“10 conto”.
Wander responde:
“Consigo”.
As mensagens continuam até que Bruno Henrique informa:
“Vc não pode ser”,
“Temos nomes igual”.
Na sequência, Wander pergunta:
“Vai da ruim?”,
“O que era?”.
BH responde:
“Vai”,
“Negócio de aposta aqui”
Para a PF, o conteúdo sugere que o irmão de Bruno Henrique se interessou pelo suposto esquema. Em seguida, Wander questiona o atacante:
“Uai, da essa ideia aí que vou apostar aqui tô precisando de dinheiro kkkkkk”.
BH retruca:
“Esse aqui pesado não dá pra vc não”.
Wander insiste:
“Se eu ganhar 1 mil reais tá bom se for coisa certa”.
Nas mensagens, BH responde que, para entrar no esquema, seria necessário ter R$ 10 mil disponíveis semanalmente:
“Tem que ter 10 k todo final de semana”.
Wander então informa que o atacante poderia mandar o dinheiro para a conta de uma terceira pessoa, que repassaria a ele. Mas BH responde que já estaria resolvendo isso, acrescentando que com o irmão “não daria”. Wander encerra:
“Entendi”,
“Carai viu”,
“Meu olho até brilhou”
Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi uma mensagem de Wander questionando o irmão se ele poderia “tomar um amarelo hoje”. Os diálogos mostram que o atacante respondeu:
“Dá não, tenho 1 já”.
A partida em questão era entre Flamengo e Corinthians, disputada na Neo Química Arena, em São Paulo. Bruno Henrique, de fato, recebeu cartão amarelo na ocasião. Para a PF, isso demonstra que Wander recebia informações privilegiadas sobre quando o jogador tomaria cartões.
As conversas continuam, com um novo trecho em que Wander pergunta:
“Deu certo conseguiu aí”.
E BH responde:
“Deu”,
“Lajinha”
“10”
Para a PF, a menção a “Lajinha” indica que essa pessoa teria sido usada por Bruno Henrique no esquema de apostas.
Diante disso, os investigadores suspeitam que as mensagens tratem de apostas fraudulentas relacionadas a corridas de cavalo. A tese é reforçada pelo cuidado de Bruno Henrique em não envolver o irmão diretamente, devido ao sobrenome em comum, e também pela fala de Wander:
“Só comemorar agora”
O trecho, segundo a PF, sugere que o resultado da aposta já era conhecido ou garantido. O Metrópoles tenta contato com o jogador.
Ligação nas vésperas do jogo
Segundo a PF, na véspera da partida entre Flamengo e Santos pelo Campeonato Brasileiro de 2023, Bruno Henrique ligou para o irmão para confirmar o cartão amarelo na partida. Após breve troca de mensagens, o atacante do Flamengo liga para Wander, ação que, para a PF, visava avisar que forçaria o cartão.
A Prefeitura de Natal está organizando o Carnaval 2025 de “braços abertos para a alegria”. O início da folia está marcado para a próxima quinta-feira (27), no Baile de Máscaras, no Largo do Atheneu, com a entrega das chaves da cidade ao Rei Momo e a Rainha do Carnaval natalense, pelo Prefeito Paulinho Freire. A festa começa, às 18h, com o Frevo do Chico, seguido por Afrobeat e Grafith. Mas esse é apenas o primeiro acorde da folia que vai agitar a cidade. Confira a programação dos “palcos” espalhados pelos quatro cantos da cidade:
Palco Nélio Dias – Avenida dos Guararapes, s/nº (Lagoa Azul)
Sexta-feira (28/2)
20h – Raphael Almeida convida Molekes em Casa
Sábado (1/3)
20h – Raphael Almeida
Domingo (2/3)
17h – Gami Batuque
20h – Samba Real
Segunda-feira (3/3)
17h – Bira Santos
20h – Magna Fuá
Terça-feira (4/3)
20h – Banda Lavine
Quarta-feira de Cinzas (5/3)
7h30 – João Mendonça
9h30 – Debinha Ramos
11h30 – Bloco Baiacu na Vara com Pranchão Tony Farra
13h30 – Pagode da Limpeza
15h – Gasparzinho
17h30 – A Pegada
Palco Rocas – Segunda do Vagabundo Especial – Cruzamento das ruas Pereira Simões e Donzelas
Segunda-feira (3/3)
19h – Desfile dos Blocos As Guerreiras, banda Carcará e bloco Os Grávidos
Centro Histórico – Palco Praça 7 de Setembro
Sábado (1/3)
Carnarap
16h – DJ Nigga Boy convida artistas do breaking e do Graffiti
16h30 – Kung Fu e Batalha da Coruja – 7ª Edição
18h – Thyore convida Ale Du Black, Xileno e JVNB
19h – Amem Ore convida Cafuzo da Baixada
20h – Pretta Soul convida Sister Mika Black e Tiquinha Rodrigues
21h – Rapadura (CE) convida DJ ALF (PB)
22h – Dusouto convida Dona Liberdade
Domingo (2/3)
Desfile das Kengas
16h – DJ Samir
17h – Orquestra do Papão convida Will
18h30 – Desfile das Kengas com apresentação de Jarita
20h30 – Potyguara Bardo
22h – Orquestra Greiosa e Felipe Cordeiro
Segunda-feira (3/3)
Transfolia
18h – Jennify C. convida Caxistranha
19h – DJ Zittur – Concurso Transfolia de Danças Carnavalescas
19h30 – Vic Kabulosa convida Elias D’Castro e a Majestade 2025
21h – Ale Du Black convida Geisla Blanco
22h – Taj Ma House convida Sun Clláire
Terça-feira (4/3)
Galo dos Perturbados
18h – Thábata Medeiros
20h – Jaina Elne
22h – Ramon Rodney
Palco Beco da Lama
Sexta-feira (28/2)
17h – Orquestra
19h – Papel Gomes
O presidente Jair Bolsonaro afirmou em “declaração” enviada por escrito à Polícia Federal que exerceu o “direito de ausência” ao não comparecer nesta sexta-feira (28) para prestar depoimento no inquérito que apura se ele vazou informações sigilosas durante uma transmissão ao vivo por rede social.
A Advocacia-Geral da União (AGU) havia impetrado um recurso no Supremo Tribunal Federal para que Bolsonaro não precisasse comparecer ao depoimento. Mas o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido. Na hora marcada para o depoimento, 14h, Bolsonaro estava no Palácio do Planalto.
No recurso, a AGU pediu a reconsideração da decisão de Moraes ou, se não fosse atendida, que o recurso fosse submetido ao plenário do STF, a fim de que fosse reformada a decisão do ministro, “explicitando-se que ao agente político é garantida a escolha constitucional e convencional de não comparecimento em depoimento em seara investigativa”.
Na carta enviada à PF, Bolsonaro reiterou essa tese.
“Eu, Jair Messias Bolsonaro, Presidente da República, domiciliado no Palácio do Planalto, Brasília/DF, neste ato representado pela Advocacia-Geral da União, nos termos do artigo 22 da Lei nº 9.028/1995, venho, respeitosamente, informar à Autoridade de Polícia Federal responsável pela condução das investigações do IPL nº. 2021.0061542 que exercerei o direito de ausência quanto ao comparecimento à solenidade designada na Sede da Superintendência da PF para o corrente dia, às 14:00, tudo com suporte no quanto decidido pelo STF, no bojo das ADPF’s nº 395 e 444”, diz o presidente no documento enviado à PF (leia a íntegra ao final desta reportagem).
No texto, Bolsonaro citou duas ações (arguições de descumprimento de preceito fundamento, ADPFs) julgadas pelo STF. No julgamento, o tribunal proibiu a condução coercitiva, ato no qual um juiz manda a polícia levar um investigado ou réu para depor num interrogatório.
Em 2018, a Corte analisou as duas ações — propostas pelo PT e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) —, cujo objetivo era proibir as conduções, usadas com frequência na Operação Lava Jato. O instrumento foi usado, por exemplo, para levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor em 2016.
O argumento era que a condução ofendia a Constituição, por supostamente ferir o direito da pessoa de não se autoincriminar. Prevaleceu no julgamento a posição do ministro Gilmar Mendes. Para ele, a condução coercitiva implica exposição e coação arbitrárias, que interfere no direito de locomoção, na liberdade, dignidade da pessoa humana, defesa e de garantia de não-autoincriminação.
‘Tudo em paz’
Na manhã deste sábado, Bolsonaro saiu da residência oficial do Palácio do Alvorada para ir ao Colégio Militar, onde estuda a filha, e para visitar a Catedral de Brasília.
Na saída, foi questionado por duas vezes se desejava fazer algum comentário a respeito da decisão de Moraes.
Na primeira, mudou de assunto ao responder: “Você [repórter] quer falar sobre o quê, o Auxílio Brasil? É isso?”, desconversou.
Ao final da entrevista, foi questionado novamente sobre o tema. “Não, não, não. Está tudo em paz, tudo tranquilo, aí, tá ok?”, afirmou.
A decisão de Moraes
Na decisão que rejeitou o pedido de Bolsonaro para não comparecer, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o recurso foi apresentado fora do prazo pela Advocacia-Geral da União (AGU). O prazo para recorrer da tomada do depoimento, apontou o ministro, havia se encerrado em 6 de dezembro.
Além disso, Moraes afirmou que, diferentemente do que diz o recurso, Bolsonaro “concordou expressamente com seu depoimento pessoal”. E concluiu que a mudança de posição configura “preclusão lógica”, que ocorre uma parte em um processo ou investigação adota comportamentos que se contradizem. “Comportamentos processuais contraditórios são inadmissíveis e se sujeitam à preclusão lógica”, afirmou Moraes na decisão.
Em decisão de 2021, o ministro do STF já havia estabelecido que a PF tinha até sexta-feira (28) para ouvir Bolsonaro no inquérito.
A investigação
O inquérito foi aberto para investigar a divulgação feita pelo presidente, em redes sociais, de dados e documentos sigilosos de um inquérito não concluído sobre ataques ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As informações da apuração foram distorcidas na “live” e tratadas como definitivas, mesmo sem a conclusão do inquérito. A Polícia Federal vê indícios de crime.
A divulgação do inquérito sigiloso ocorreu em meio a uma série de ataques de Bolsonaro para colocar em dúvida a segurança das urnas eletrônicas.
O presidente chegou a publicar um link com a íntegra do inquérito sigiloso, que a PF não tinha sequer concluído. O inquérito vazado diz que um hacker teve acesso ao código-fonte das urnas eletrônicas em 2018 – o que não gerou qualquer consequência, porque não possibilitou alterar a votação.
Íntegra da carta à PF
Leia abaixo a íntegra da carta enviada nesta sexta por Bolsonaro à Polícia Federal.
Declaração
Eu, Jair Messias Bolsonaro, Presidente da República, domiciliado no Palácio do Planalto, Brasília/DF, neste ato representado pela Advocacia-Geral da União, nos termos do artigo 22 da Lei nº 9.028/1995, venho, respeitosamente, informar à Autoridade de Polícia Federal responsável pela condução das investigações do IPL nº. 2021.0061542 que exercerei o direito de ausência quanto ao comparecimento à solenidade designada na Sede da Superintendência da PF para o corrente dia, às 14:00, tudo com suporte no quanto decidido pelo STF, no bojo das ADPF’s nº 395 e 444.
Colho o ensejo de informar, em acréscimo, que colacionei, através de representação processual, em manifestação datada e protocolada em 26/01/2022, os esclarecimentos que reputava pertinentes levar ao conhecimento dessa Polícia Federal, para além do pleito de remessa dos autos ao PGR, por entender presentes elementos que permitem, desde logo, a adoção das providências contidas na parte final do art. 1º da Lei nº 8.038/90, ante a manifesta atipicidade do fato investigado.
Sem mais, renovo protestos de estima e consideração.
Só quem não teve direito de ausencia foi o presidente Lula. Nunca foi intimado, convocado ou convidado e o juiz ladrão e corrupto, já mandou condução coercitiva. Agora sabe-se pq o ladrão e corrupto largou a toga, como premio recebeu dez vezes mais do que recebeu como juiz. Acabou confessando. Isso depois de ser passado pra trás pelo miliciano. O que é do bolsonaro vai estar esperando quando sair da presidência. Sem o manto da proteção do cargo, ele vai em Cana. Por isso, acho que o minto não candidatar-se a reeleição, vai de deputado ou no Maximo, a senador.
Moro não eh ladrão e foi contratado por uma empresa séria e conhecida internacionalmente. Ele sequer teve interferência na escola da empresa que ficou responsável pela recuperação judicial da Odebrecht. Ladrões mesmo são Lula e o MINTOmaníaco das rachadinhas!
Simone Negri, especialista em financiamento imobiliário nos EUA (FOTO: Divulgação)
Viver o sonho americano é mais real do que se imagina. Para se ter uma ideia, só no estado da Flórida, os brasileiros já são um pouco mais de 180 mil, população muito maior do que a maioria das cidades brasileiras. O que muita gente ainda não sabe é que comprar imóveis naquela região dos Estados Unidos para morar ou até mesmo investir é bem simples. Tudo é feito com muita transparência e segurança, como deve ser.
Mas, para colocar em prática um projeto de moradia ou investimento no mercado imobiliário norte-americano, há a necessidade de contratar os serviços de um agente financeiro. Sem isso, a sua intenção pode ser inviabilizada. Por exemplo, o comprador ou investidor precisa ter o ‘foreign national loan’, espécie de financiamento para estrangeiros, muito utilizado na Flórida. E só quem tem acesso a esse documento é um especialista do setor.
Mercado aquecido na Flórida
O mercado imobiliário nos EUA voltou a crescer, principalmente na Flórida, onde há a maior concentração de brasileiros. “Quem investe neste mercado (imobiliário) nos Estados Unidos tem a tendência de procurar sentir mais segurança”, avalia a brasileira Simone Negri, especialista em financiamento imobiliário, com mais de 20 anos de experiência nos EUA.
Segundo Simone Negri, o brasileiro que deseja comprar um imóvel ou investir no mercado imobiliário na terra do Tio Sam só precisa ter 30% do valor total do investimento, comprovado em conta bancária. “Hoje, os bancos, por aqui, financiam até 70% do valor do imóvel, e para um período entre 15 e 30 anos”, informou a profissional.
Mas, para ter acesso a esse recurso, o investidor ou comprador brasileiro precisa estar atento às regras pré-estabelecidas por lá, como, por exemplo a documentação solicitada: comprovante bancário e de renda, passaporte e visto válido e a comprovação regular através da carta do contador, que informa qual foi a renda nos últimos 2 anos até a data presente. Vale ressaltar que os vistos de turismo e de trabalho são aceitos para fins de financiamentos.
Os brasileiros que possuem o ‘Green Card’ ou visto de trabalho têm algumas facilidades na hora de financiar uma casa nos EUA: juros e taxa de entrada mais baixos são algumas delas. “Os bancos, geralmente, não pedem comprovante da origem do dinheiro que será investido no imóvel, desde que este dinheiro esteja na conta do investidor (ou comprador) por mais de 61 dias”, lembra Simone Negri.
É preciso ainda ficar atento a um detalhe importante: além de estar com os vistos em dia, o brasileiro candidato ao financiamento imobiliário deve comprovar que tem renda suficiente no país de origem para arcar com as parcelas. De posse de toda documentação exigida, o comprador leva de 30 a 45 dias para receber as chaves do imóvel.
No caso de o investidor pretender construir em solo americano, seja imóvel residencial ou comercial, há a necessidade de ter uma construtora, experiente, dos Estados Unidos. Após analise do projeto, juntamente com a saúde financeira do investidor, é emitida uma carta de crédito, aprovada, para construir.
O investidor entra com capital de 30 a 40% do valor total da obra (ou projeto). Com a alta demanda de mercado, o construtor tem a segurança de obter retorno com o investimento.
Transferência bancária de dinheiro
Para realizar uma transferência em dinheiro para o exterior, sem burocracia, segundo apontou Simone Negri, basta que as contas sejam da mesma titularidade e que comprove a origem do dinheiro para os bancos brasileiros.
Para compra de imóvel nos EUA, o Banco Central permite que o investidor compre dólares pelo câmbio oficial, acrescentado IOF de 0,38%. Nenhum imposto deve ser pago para a transferência de fundos, nem por parte do Brasil, nem pelos EUA. Neste caso, é cobrado o IOF de 1,10%. Assim como no Brasil, cada banco americano tem suas tarifas de recebimento de dinheiro.
Sobre Simone Negri
Especialista em financiamento bancário para o mercado imobiliário, Simone Negri integra o time de painelistas que vai participar do Encontro Cultural Orlando Natal – ECON, evento gratuito que será realizado na Arena das Dunas, entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro. As inscrições podem ser feitas pelo site do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/econ-encontro-cultural-orlando-natal-2022/1596691.
O ECON tem como objetivo dar visibilidade a vários serviços prestados aos brasileiros nos Estados Unidos, a partir de Orlando. O Encontro Cultural Orlando Natal – ECON é uma realização da Inout Brazil, Fórum Negócios, Acarta Comunicação e LIDE Rio Grande do Norte. Mais Informações: https://www.econ2022.com.br/
Documentação básica necessária para financiamento imobiliário:
_Documento de identificação: passaporte ou visto;_
_Comprovante de endereço do Brasil;_
_Referência bancária com informações das contas bancárias do requerente (contas com pelo menos dois anos de existência);_
_Extratos bancários completos de pelo menos dois meses do período que antecede à compra;_
_Comprovante de renda: Carta do Contador dizendo qual foi o ganho nos últimos 2 anos até a data da carta;_
_Cópia do contrato de compra e venda, assinado pelo vendedor e comprador._
De acordo com a legislação, 30% das vagas nas eleições devem ser destinadas a mulheres. A Justiça investiga se há irregularidades nas nominatas, como a presença de candidatas que não fizeram campanha, não tiveram recursos ou que pediram votos para concorrentes no pleito. Nesses casos, os partidos podem ser punidos, e os votos, anulados.
Até o momento, houve cinco condenações, nas cidades de Melgaço (PA), Vilhena (RO), Castro (PR), Varginha (MG) e Brejo da Madre de Deus (PE).
O impacto maior foi na chapa paraense, que registrou a cassação de quatro eleitos pelo MDB. A medida ocorreu devido a ação movida pelo Ministério Público após uma das candidatas inscritas ter sido impugnada por não ter apresentado suas contas eleitorais em um pleito que disputara anteriormente. A substituta sequer realizou atos de campanha e teve votação zerada.
— Há 20 anos os partidos alegam que não conseguem cumprir a lei por não haver mulheres interessadas na vida política. Os dirigentes não cumprem a legislação, não investem 5% do fundo partidário na formação de lideranças femininas e chegam às vésperas do pleito sem investir na base — avalia a especialista em gênero Ligia Fabris, professora visitante na Universidade de Yale.
Além das cinco condenações, possíveis laranjas são investigadas em casos que já tiveram repercussão. O GLOBO identificou ações em ao menos seis capitais — João Pessoa, Manaus, Recife, Porto Velho e São Paulo.
As denúncias impactam chapas de políticos de vulto nacional, a exemplo da ex-deputada Janaína Paschoal, eleita vereadora pelo Progressistas, partido alvo de uma ação após acionamento do PT. Fora das capitais, em Balneário Camboriú (SC), Jair Renan, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pode ser afetado em processo similar. O PL, acusado de inscrever candidatas laranjas, elegeu seis vereadores no município.
Usualmente, as mulheres envolvidas nessas ações negam a possibilidade de terem sido usadas em candidaturas fictícias. Uma exceção, contudo, ocorre em São Luís, capital do Maranhão, onde dois candidatos do PL entraram com uma ação contra o Podemos, que elegeu três representantes.
Os processos afirmam que a candidata Brenda Carvalho recebeu R$ 300 mil de recursos partidários, mas não fez campanha. Ela teve 18 votos. Após ser derrotada nas urnas, ela registrou, em 14 de novembro, uma ocorrência na Polícia Federal na qual relatou ser vítima de ameaça por ter se recusado a assinar documentos sobre repasses financeiros da legenda.
Brenda admite não ter feito campanha, mas garante que não recebeu dinheiro do partido. “Basta ver para onde o dinheiro entrou e saiu da conta. Eu sou vítima. Se tivesse usado qualquer valor, no mínimo teria uns 700 votos”, afirmou.
A candidata de São Luís não é a única que admite não ter feito campanha nas eleições de outubro. Em Anápolis, no interior de Goiás, Soraya Mafra relatou, em testemunho ao cartório eleitoral, ter sido usada como laranja. Procurada pelo GLOBO, ela chegou a marcar uma entrevista, mas desistiu de falar.
A versão de Soraya Mafra é contestada pela defesa do Podemos, que afirma que ela teria mudado o comportamento após perder a eleição. Ela teve dez votos.
— Essa moça não é candidatura fictícia. Ela praticou atos de campanha, fez programas eleitorais, fez santinhos, gravou vídeo — diz o advogado do Podemos, Luciano Hanna.
Em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o Ministério Público Eleitoral investiga possíveis irregularidades na chapa do PSDB/Cidadania. Além de não ter tido nenhum voto no pleito, uma das candidatas recebeu R$ 9,4 mil de recursos partidários, valor que transferiu via pix para a sua nora, que concorria à eleição por outro partido, o PSD. Procurada, a federação não se posicionou.
Criada em 1997, a cota de gênero não gerava grandes complicações aos partidos até 2018, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) endureceu as punições e passou a cassar toda a chapa em casos de descumprimento.
Apesar das punições do TSE, as siglas têm conseguido se reerguer, sobretudo finaceiramente, após a reprovação de suas contas, já que, geralmente, dois anos após cada pleito o Legislativo tem aprovado anistias que as isentam de devolverem o dinheiro destinado a campanhas de laranjas.
A última aprovação ocorreu em agosto, quando o Senado deu aval a uma Proposta de Emenda à Constituição que ficou conhecida como a PEC da Anistia. Quando esses textos são aprovados, as contas antes reprovadas pelos tribunais perdem o objeto a partir da mudança de legislação.
A PEC da Anistia criou outra regra para as eleições, mas relacionada à cota racial. A proposta estabeleceu que candidaturas de pretos e pardos recebam ao menos 30% de recursos públicos. A lei anterior estabelecia uma proporcionalidade direta em relação ao número de candidatos inscritos.
Os partidos entenderam que esta legislação já estaria vigente para o pleito deste ano, mas a lei só passa a valer para eleições um ano após a data da aprovação. Dados preliminares da Justiça Eleitoral apontam que a maior parte dos partidos não cumpriu o repasse proporcional para negros e pardos. Segundo informações apuradas pelo Ministério Público Eleitoral, a maior parte das siglas teve mais de 40% dos candidatos negros, mas destinou cerca de 30% dos recursos a eles.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciaram nesta segunda-feira (29) um acordo para encerrar a guerra em Gaza, que já dura três anos. O plano, elaborado pela Casa Branca, ainda aguarda a resposta do grupo militante palestino Hamas.
As negociações estavam paralisadas desde o início de setembro, após um ataque aéreo israelense contra integrantes do Hamas em Doha, no Catar. Durante uma ligação mediada por Trump, Netanyahu pediu desculpas ao primeiro-ministro catariano, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, pelo episódio.
Em coletiva de imprensa, Trump declarou que Netanyahu reafirmou sua oposição à criação de um Estado Palestino. O republicano afirmou que apoiará a destruição do Hamas caso o grupo rejeite o plano. Netanyahu acrescentou que, se o Hamas não aceitar, Israel “terminará seu trabalho”.
O acordo de paz prevê o fim imediato das operações militares e a devolução de todos os reféns, vivos e mortos, em até 72 horas após a aceitação israelense. Em contrapartida, Israel libertará 250 palestinos condenados à prisão perpétua e outros 1.700 detidos após 7 de outubro de 2023.
A proposta também prevê anistia para militantes do Hamas que depuserem armas, entrada imediata de ajuda humanitária, reabilitação de infraestrutura e hospitais, além da criação de um “Conselho da Paz”, presidido por Trump e supervisionado por líderes internacionais, incluindo o ex-premiê britânico Tony Blair.
Entre os pontos centrais estão a desmilitarização completa da Faixa de Gaza, a criação de uma zona econômica especial com tarifas preferenciais e a reconstrução da região com investimentos internacionais. O Hamas e outras facções ficariam proibidos de desempenhar qualquer papel no futuro governo local.
Confira acordo divulgado pela Casa Branca
Gaza será uma zona livre de terrorismo e desradicalizada, que não represente ameaça a seus vizinhos.
Gaza será reconstruída em benefício do povo de Gaza, que já sofreu mais do que o suficiente.
Se ambos os lados concordarem com esta proposta, a guerra terminará imediatamente. As forças israelenses se retirarão até a linha acordada para preparar a libertação de reféns. Durante esse período, todas as operações militares, incluindo bombardeios aéreos e de artilharia, serão suspensas, e as linhas de batalha permanecerão congeladas até que as condições para a retirada escalonada completa sejam atendidas.
Dentro de 72 horas após a aceitação pública de Israel deste acordo, todos os reféns, vivos e mortos, serão devolvidos
Uma vez que todos os reféns sejam libertados, Israel libertará 250 prisioneiros condenados à prisão perpétua, mais 1.700 palestinos detidos após 7 de outubro de 2023, incluindo todas as mulheres e crianças detidas nesse contexto. Para cada refém israelense cujos restos mortais forem devolvidos, Israel libertará os restos mortais de 15 palestinos falecidos.
Assim que todos os reféns forem devolvidos, membros do Hamas que se comprometerem com a coexistência pacífica e a desmobilização de suas armas receberão anistia. Membros do Hamas que desejarem deixar Gaza terão passagem segura para países receptores.
Após a aceitação deste acordo, toda a ajuda será imediatamente enviada para a Faixa de Gaza. No mínimo, as quantidades de ajuda serão consistentes com o que foi incluído no acordo de 19 de janeiro de 2025, abrangendo ajuda humanitária, incluindo reabilitação de infraestrutura (água, energia elétrica, esgoto), reabilitação de hospitais e padarias e fornecimento de equipamentos necessários para remover escombros e abrir estradas.
A entrada e a distribuição de ajuda em Gaza ocorrerão sem interferência das duas partes, através das Nações Unidas e suas agências, e do Crescente Vermelho, além de outras instituições internacionais não associadas a nenhuma das partes. A abertura da passagem de Rafah em ambas as direções estará sujeita ao mesmo mecanismo implementado sob o acordo de 19 de janeiro de 2025.
Gaza será governada sob a administração de transição temporária de um comitê tecnocrático e apolítico palestino, responsável pela gestão cotidiana dos serviços públicos e municípios para o povo de Gaza. Esse comitê será formado por palestinos qualificados e especialistas internacionais, com supervisão de um novo órgão internacional de transição, o “Conselho da Paz”, que será presidido pelo Presidente Donald J. Trump, junto com outros líderes e ex-chefes de Estado, incluindo o ex-primeiro-ministro Tony Blair. Esse órgão definirá o marco de financiamento para a reconstrução de Gaza até que a Autoridade Palestina complete seu programa de reformas, conforme previsto em várias propostas, incluindo o plano de paz do Presidente Trump de 2020 e a proposta saudita-francesa, e possa reassumir com segurança o controle de Gaza. O órgão usará padrões internacionais para criar governança moderna e eficiente, capaz de servir ao povo de Gaza e atrair investimentos.
Um plano de desenvolvimento econômico liderado por Trump será criado para reconstruir e revitalizar Gaza, reunindo especialistas que já ajudaram no crescimento de cidades modernas no Oriente Médio. Muitas propostas de investimento e ideias de desenvolvimento serão consideradas, com foco em atrair e facilitar investimentos que criem empregos, oportunidades e esperança para o futuro de Gaza.
Uma zona econômica especial será estabelecida com tarifas preferenciais e taxas de acesso negociadas com países participantes.
Ninguém será forçado a deixar Gaza, e aqueles que desejarem sair serão livres para fazê-lo, assim como livres para retornar. O objetivo será encorajar as pessoas a permanecer e lhes oferecer a oportunidade de construir uma Gaza melhor.
O Hamas e outras facções concordam em não ter nenhum papel na governança de Gaza, direta ou indiretamente, sob qualquer forma. Toda a infraestrutura militar, terrorista e ofensiva, incluindo túneis e fábricas de armas, será destruída e não será reconstruída. Haverá um processo de desmilitarização de Gaza sob supervisão de monitores independentes, que incluirá o descarte permanente de armas por meio de um programa acordado de desmobilização e recompra internacionalmente financiado. Isso será acompanhado por um programa de reintegração, verificado por monitores independentes. A nova Gaza estará totalmente comprometida em construir uma economia próspera e em coexistência pacífica com seus vizinhos.
Parceiros regionais fornecerão uma garantia para assegurar que o Hamas e outras facções cumpram suas obrigações e que a nova Gaza não represente ameaça para seus vizinhos ou para seu próprio povo.
Os Estados Unidos trabalharão com parceiros árabes e internacionais para desenvolver uma governança temporária estável e sustentável em Gaza.
Este aí se juntar direita, esquerda, centro…. ainda não se elege, é o carrasco da classe trabalhadora.
SENADOR bate na ferida do PT, desde que assumiu tem se recusado pagar os PROFESSORES isto mesmo e quando vai pagar divide enumeras prestações. Veja agora não pagou o PISO de 2023, 2024 e muito menos o de 2025, isto é o PT pela EDUCAÇÃO e TRAIÇÃO.