Ingredientes:
400g de filé de pescada
100g de filé de camarão
1 cebola média picada
100g de pimentão amarelo
1 tomate médio picado
2 pimentas de cheiro picado
1 maço de coentro picado
50ml de óleo
Suco de 1 limão
Sal e tempero frutos do mar a gosto
Meio litro de água
200 ml de leite de coco
100g de farinha de trigo
50g de colorau
Modo de preparo:
Tempere o filé de peixe e os camarões com sal, tempero frutos do mar e limão a gosto.
Em uma panela bem quente coloque um pouco de óleo e sele os camarões dos dois lados. Reserve.
Passe os filés de peixe na farinha de trigo. E frite em uma frigideira com bastante óleo até dourar. Reserve.
Na mesma panela que selou os camarões, coloque um pouco de óleo e refogue a cebola, o pimentão, a pimenta de cheiro e o tomate.
Quando murchar acrescente o corante, a água e deixe reduzir entre 5 a 10 min.
Acrescente leite de coco e o tempero do mar e deixe reduzir por 5 minutos.
Após reduzir, acrescente os camarões e misture bem.
Montagem
Coloque na travessa a pescada frita e acrescente o molho e finalize com coentro.
Sirva em seguida.
Tempo de preparo: 12min
Tempo de cozimento: 20min
DICA RÁPIDA
SALADA DE TOMATES COM BURRATA E PESTO
Ingredientes:
1 Burrata fresca
60g de tomate cereja vermelho
60g de tomate cereja amarelo
1 maço de Rúcula
80ml de Vinagre balsâmico
12gr de Flor de sal
PESTO
250g de Parmesão
1 maço de Manjericão
25grs de Castanha de caju
500ml de Azeite extra virgem
15g de Pimenta do reino
Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ingredientes do pesto, no pulsar, até ficar bem homogêneo.
Corte os tomates ao meio, coloque duas colheres de sopa de molho pesto e misture.
Parta a burrata ao meio, coloque no meio do prato que vai servir, os tomates ao redor, a rúcula ao redor, tempere com sal e pimenta do reino a gosto.
Coloque o reduzido de balsâmico por cima e sirva em seguida.
O governo federal divulgou, enfim, nessa quarta-feira (11/6) o detalhamento dos programas e ações que os ministérios selecionaram para aplicar o corte de gastos públicos. Foi retirado dinheiro de programas sociais, como o Farmácia Popular, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do combate ao tráfico de drogas, entre outros. Ao todo, o Executivo tenta realizar uma economia de R$ 31,3 bilhões com o objetivo de promover o equilíbrio das contas públicas em 2025.
O congelamento de despesas foi anunciado no último dia 22. No dia 30, foi feita a divulgação de quanto cada ministério teria de contribuir para se chegar ao montante de R$ 31,3 bilhões economizados. Nesta quarta, houve a comunicação do detalhamento dos contigenciamentos e bloqueios de recursos dentro de cada pasta.
Ministérios com maiores cortes
Ministério das Cidades: R$ 4,288 bilhões.
Ministério da Defesa: R$ 2,593 bilhões.
Ministério da Saúde: R$ 2,366 bilhões.
Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome: R$ 2,123 bilhões.
Ministério dos Transportes: R$ 1,487 bilhão.
Com um dos maiores orçamentos da Esplanada, o Ministério da Saúde terá de reduzir o gasto em R$ 2,366 bilhões. Para chegar a esse objetivo, o programa Farmácia Popular teve a maior redução dentre as iniciativas do ministério: R$ 226,8 milhões. A educação bucal vai ter de se contentar com R$ 194 milhões a menos em caixa e serviços de atendimento ambulatorial com R$ 183 milhões a menos.
Os investimentos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTic) em formação e capacitação para o desenvolvimento científico tiveram uma restrição de R$ 435 milhões. A linha é a mais expressiva entre toda a pasta, que precisa restringir R$ 679,9 milhões no orçamento anual.
No Ministério da Previdência Social, o impacto do corte é de R$ 586,4 milhões. Dentro da pasta, o INSS teve a maior restrição orçamentária: R$ 536,7 milhões. O montante foi dividido em duas frentes: atendimento da clientela da previdência (R$ 426,6 milhões) e serviço de processamento de dados (R$ 110 milhões).
Até o combate ao tráfico de drogas foi afetado, pois terá R$ 17,9 milhões a menos para poder restringir a atuação criminosa. O serviço compete ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ-SP), pasta que terá de economizar R$ 748,5 milhões ao todo neste ano. Desse total, R$ 132 milhões virão do serviço de manutenção da emissão de passaportes e controle de estrangeiros.
Motivo da economia
O objetivo das restrições orçamentárias é cumprir a meta fiscal. Neste ano, o governo precisa atingir déficit zero. No entanto, há uma tolerância que permite variação de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).
Além do corte de despesa, o governo almeja aumentar a arrecadação. Junto com o anúncio do corte de gastos em maio, foi divulgado um aumento na cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
A medida teve previsão inicial de arrecadar R$ 20,5 bilhões a mais neste ano. Alvo de críticas, no entanto, o IOF teve recuos em alguns pontos e, nessa quarta, foi divulgado um novo decreto com novas medidas relativas ao imposto.
Para ampliar a arrecadação e controlar as despesas, o governo federal também editou uma Medida Provisória que ataca a arrecadação de empresas de apostas, investimentos que antes eram isentos do Imposto de Renda, entre outros pontos.
O Brasil nao tem jeito, quando o mito era presidente e cortava, os bolosominions nao davam um pio sequer, agora lula corta, os petralhas tb n dao um pio, bando de babao da mulesta
Recessão a vista.
A história vai se repetir.
Não era tão mais fácil seguir a cartilha do dr Paulo Guedes.
Estava tudo dando certo.
Tínhamos poucos ministros e pouco gasto com a máquina pública, tenhamos superavit no governo.
Estatais dando lucros e investindo no país, o exemplo a Itaípu binacional.
Agora quebraram tudo, desmantelo total, e sem dinheiro pra manter a extravagância, vai sobrar pra nós como sempre nesse desgoverno petista.
Depois de taxar e aumentar tudo, a conta não fecha.
Imoral.
Quando você pensa que o governo já torrou mais de R$4 BILHÕES somente em viagens bate aquele pensamento: “eu avisei” kkkkkkkkk isso não é um presidente é um sheik, tem que encomendar uma ferrari de ouro
Mais de 600 mil declarações do IR 2024 caíram na malha fina. O número representa 2,5% do total de declarações com direito a restituição (27,1 milhões). Ao todo, foram entregues pelos contribuintes 45,2 milhões de declarações neste ano. Mas o contribuinte pode corrigir a declaração ou comprovar as informações declaradas por meio do site da Receita Federal.
Mais de 600 mil declarações do IR 2024 caíram na malha fina. O número representa 2,5% do total de declarações com direito a restituição (27,1 milhões). Ao todo, foram entregues pelos contribuintes 45,2 milhões de declarações neste ano. Mas o contribuinte pode corrigir a declaração ou comprovar as informações declaradas por meio do site da Receita Federal.
O cálculo foi feito com base nos números das restituições liberadas pela Receita Federal nos cinco lotes, já que 60% do total de declarações entregues têm imposto a restituir. O índice de documentos retidos pode ser o menor da série histórica.
Nesta segunda-feira (23), a partir das 10h, será aberta a consulta ao quinto e último lote de restituição. Com esse lote, a Receita conclui o pagamento das restituições que não apresentaram inconsistência.
As documentações com inconsistências têm diminuído ao longo dos anos, segundo a Receita. No ano passado, foram retidas em malha 1,3 milhão de restituições com alguma pendência. A estimativa da Receita era que neste ano menos de 2% das declarações enviadas ficassem retidas.
Como sair da malha
Para corrigir a declaração ou comprovar as informações declaradas, o contribuinte pode consultar a situação pelo site ou pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível na internet ou para dispositivos móveis (celulares e tablets). No mesmo sistema, pode consultar as pendências e verificar o motivo. Basta acessar e clicar no serviço “Pendências de malha”.
Quando o contribuinte envia a Declaração de Imposto de Renda, ela é analisada pelos sistemas da Receita Federal. São verificadas as informações e comparadas às fornecidas por outras entidades, que também entregam declarações à Receita, como empresas, instituições financeiras, planos de saúde e outros.
Se for encontrada alguma diferença entre as informações declaradas pelo contribuinte e as informações apresentadas pelas outras entidades, a declaração será separada para uma análise mais profunda. É o que se chama de malha fiscal, ou “malha fina” como é popularmente conhecida.
Principais erros
A documentação enviada pelo contribuinte passa por análise dos sistemas da Receita Federal, onde as informações da pessoa física são cruzadas com as informações de outras entidades, como empresas, instituições financeiras e planos de saúde. Caso uma inconsistência seja encontrada, a declaração é separada para uma análise mais profunda, popularmente conhecida como “malha fina”.
Entre os principais erros cometidos, estão:
Omissão de rendimentos: quando a pessoa não informa os rendimentos recebidos ou informa em valor inferior. Muitas vezes, isso acontece com os rendimentos recebidos eventualmente, por um trabalho temporário ou um serviço prestado ocasionalmente;
Omissão de rendimentos dos dependentes: ao incluir um dependente na declaração, todos os rendimentos recebidos por ele também devem ser incluídos. Muitas vezes, filhos com menos de 18 anos de idade fazem trabalhos temporários e recebem remuneração. Toda remuneração recebida pelo dependente deve ser declarada;
Despesas médicas não confirmadas: quando o valor declarado como despesa médica não foi confirmado pelo profissional, clínica ou hospital;
Despesas médicas não dedutíveis: algumas despesas, por mais necessárias que sejam, não possuem previsão legal para dedução: massagista, nutricionista, enfermagem, compra de óculos, cadeira de rodas, medicamentos, vacinas, testes de farmácia. A exceção é quando essas despesas integram a conta emitida pelo estabelecimento hospitalar.
Aproveitando o assunto da receita Federal, todos os meses está sendo cobrado juros msm já parcelado e pagando em dia ou antecipado, o q está por trás dessa cobrança, é 7,00 ou 10,00 nas oito parcelas, como pode se estou pagando em dia ? A receita deveria se pronunciar, imagine milhões de pessoas q tiveram parcelamentos e estão pagando juros, de que ?
Com um orçamento este ano no patamar de R$ 15 bilhões, o Congresso Nacional está entre os mais caros do mundo. Levando em consideração o Produto Interno Bruto (PIB), a proporção da alocação de recursos é maior que em outras nações continentais ou perfil demográfico similar, como Índia, EUA e México. Com o fortalecimento do Legislativo, os brasileiros também superam as democracias europeias. Em relação aos americanos, por exemplo, o custo é seis vezes maior.
Somados, Câmara e Senado no Brasil têm custo anual de 0,12% do PIB do país, de acordo com levantamento do GLOBO a partir de dados oficiais. Já os Estados Unidos gastam 0,02% do PIB com suas duas casas legislativas, um sexto da proporção do Brasil. Neste ano fiscal (setembro de 2024 a agosto de 2025), Senado e Câmara dos Representantes americanos têm orçamento combinado de US$ 6,7 bilhões.
Foto: O Globo
A comparação com os EUA é pertinente, segundo especialistas, pelo fato de o país também ter dimensões continentais, adotar o sistema federalista (embora os estados tenham mais autonomia do que no Brasil) e ter duas casas no Parlamento.
Gastos inflados
Duas características que inflam o gasto com o Legislativo no Brasil são o grande número de partidos e o tamanho da equipe de assessores que cada parlamentar pode ter à sua disposição, afirma o economista e cientista de dados Thomas Conti, professor do IDP.
“Com mais de 20 partidos políticos, a formação de coalizações majoritárias fica muito mais difícil de se negociar do que em países onde o número de partidos é menor. Como a negociação é difícil, alocar mais verbas para o Legislativo é um jeito indireto de facilitar a negociação, usando verbas como troca por apoio. Quanto aos assessores, no Brasil um deputado pode contratar até 25 assessores. Na Alemanha, o máximo é sete”, diz Conti.
O México, que é a segunda maior democracia na América Latina (tanto em PIB quanto em população), também gasta proporcionalmente menos do que o Brasil com seu Congresso: 0,05% do PIB do país, menos da metade da despesa brasileira. Os mexicanos têm uma Câmara e um Senado e adotam o sistema federativo.
Já a Índia está entre os países que menos gasta proporcionalmente em seu Parlamento. A previsão de gastos para o ano fiscal iniciado em setembro de 2025 equivale a 0,004% do PIB indiano.
Historicamente, o país paga salários baixos a seus parlamentares. Ao GLOBO, um consultor político ligado ao Bharatiya Janata, partido que atualmente governa a Índia, atribui a baixa alocação de orçamento no país à defasagem salarial de parlamentares.
Embora viva um regime considerado por cientistas políticos como cada vez mais autoritário, as eleições do país asiático são as maiores do mundo em número de participantes: 642 milhões de indianos votaram na última eleição nacional realizada no país, em 2024.
Em Portugal, o Legislativo é representado por uma única casa, a Assembleia da República, cujo orçamento para 2025 é de 192 milhões de euros, o equivalente a 0,08% do PIB estimado para o país neste ano. Na Espanha, por sua vez, as duas casas legislativas (Congreso de Diputados e o Senado) têm somadas um orçamento equivalente a 0,01% do PIB espanhol.
“Gastar muito ou pouco com o Legislativo depende daquilo que se entrega ao cidadão e com as características do país. O Brasil é um país continental, com deficiências de infraestrutura e grande população. Ainda assim, os gastos com os parlamentares brasileiros são maiores que o de outras democracias grandes, como Estados Unidos”, afirma Gustavo Macedo, professor de ciência política do Insper.
Dados de 2023 do último levantamento da União Interparlamentar, que reúne informações de 181 parlamentos ao redor do mundo, reforçam que o Brasil gasta muito com seu Congresso.
O Brasil era há dois anos o segundo entre 77 países em despesas com o Legislativo: US$ 5,3 bilhões ajustados pela paridade do poder de compra, perdendo apenas para os Estados Unidos (US$ 5,9 bilhões) e muito à frente do terceiro colocado, a Turquia (US$ 1,95 bilhão).
Completam a lista dos dez países com maior orçamento para o Congresso naquele ano Alemanha, México, França, Indonésia, Japão, Quênia e Coreia do Sul. A União Interparlamentar não tem dados mais recentes de nenhum desses países.
Brasil e Estados Unidos, aliás se revezam no topo da lista da União Parlamentar há anos. De 2015 a 2019, o Congresso brasileiro foi o mais caro do ranking, enquanto os americanos ficaram em segundo lugar.
Problema nem é tanto o gasto do Congresso. Se você diiluir esse gasto por cada brasileiro, não dá nem dez reais por ano. Nem vai nem vem. O que daria para fazer é ‘proibiir’ um um monte de Câmara Muncipal e Assembléia Legislaiva que passa o ano ano votando lei inútil. Deveria se reunir só nos dois meses finais do ano para votar lei sobre a própria administração. Município ainda tem matéria de zoneamento urbano. Tudo isso com redução proporcional nos gastos.
Se os eleitores tiverem um pouquinho de vergonha, trocarão todos esses parlamentares, sem futuros, na próxima eleição.
Tudo vai depender do povo, se querem um Brasil melhor para seus filhos e netos ou se continuarão dando procuração para eles decepcionaram o povo
Lá em um tempo bem distante, no velho grupo escolar, estudar matemática através dos métodos de ensino existentes na época era primordial para o meu conhecimento.
Existia um instrumento fundamental de aprendizado, falo da Tabuada de Matemática 2º Primário Theobaldo Miranda Santos, onde tirar a prova dos nove fora nas quatro operações de aritmética era sinônimo de saber.
Hoje, diante da aprovação do aumento do número de parlamentares que o nosso improdutivo Congresso Nacional aprovou, já para entrar em voga na próxima legislatura.
É interessante pontuar que mais uma vez os despudorados que se dizem representantes do povo, em vez de fazerem uma operação de subtração que se faz necessária, foram no sentido contrário e realizaram o uso indecoroso de uma ação de adição como meio nada convencional de preservar os seus redutos eleitorais.
Não chego a ficar espantado com a relação direta entre a matemática, com a sua exatidão científica, e os descalabros praticados por nossos legisladores, que ao conjugarem o verbo, só conhecem a primeira pessoa.
Como exemplo claro, a atual legislatura da Câmara Baixa temos 513 membros, que tirado a prova de forma direta é igual a zero.
Segue o cortejo com a inserção de um novo aumento de 18 novos legisladores; mais uma vez eu tiro a prova que é igual a zero.
Aí vem a gritante e aberrante totalização da operação de aritmética que representa a soma de futuros 531 membros para exercício de novos mandatos a partir de 1º de fevereiro de 2027; outra vez, na tirada da prova, temos a precisão que é igual a zero.
O efeito cascata frente às Assembleias Legislativas vai representar novos 54 deputados estaduais, que em muito também se faz necessário aplicar a prova dos nove fora, igual a zero.
Em síntese, a retirada da prova em tom de ironia de uma conta de adição estrambótica criada por nossos deputados como meio de burlar as regras que têm que ser aplicadas em razão da recomposição da população estado por estado mostra em muito a preocupação deles com as necessidades do povão.
A indecência dos ritos como meio de persuadir a população de que a alteração imposta não vai onerar o erário público é tão surreal que chega à hilaridade, pois vão ser criados centenas de cargos de assessores com seus penduricalhos financeiros às custas de nós incautos contribuintes.
NOVE FORA IGUAL A ZERO, em tom sarcástico, é tudo em muito representa o que de pior temos na atual legislatura, que vai desde subserviência ao judiciário, chegando aos achaques ao executivo, sem deixar de falar no excessivo dispêndio no erário público em troca de favores nada ortodoxos.
Enfim, não precisamos de mais adição; quem sabe poderemos multiplicar com mais eficiência e dividir de forma harmoniosa e igualitária, pois chega de subtração do tesouro público através de nefastas emendas parlamentares ocultas.
Depois do anúncio de todos os participantes, é chegada a hora da estreia oficial. O “BBB23” começa nesta segunda-feira (16) sob o comando de Tadeu Schmidt.
Assim como aconteceu nas últimas edições, o time do reality está dividido entre participantes do Pipoca e do Camarote.
Mas há muitas novidades. Pela primeira vez, o programa teve uma Casa de Vidro antes do início da competição. Paula e Gabriel garantiram as vagas para o reality, que vai começar com 22 participantes. Veja no vídeo acima quem são eles.
MC Guimê, Bruna Griphao, Fred, Marvvila estão entre os dez participantes do Camarote, enquanto outros dez anônimos fazem parte do grupo Pipoca.
Começo do jogo em dupla
O início do “BBB23” vai ser disputado em duplas. A primeira foi formada Paula e Gabriel, vencedores da votação da Casa de Vidro.
As demais foram escolhidas pelo público por votação pela internet, e o resultado foi anunciado por Tadeu neste domingo (15) no “Fantástico”.
Cada dupla é formada por um camarote e um pipoca. Os dois devem fazer as provas juntos, votar juntos no confessionário e, se virarem líder ou anjo também devem chegar a um acordo ao indicar outra pessoa.
Quarto do líder com central de controle
A partir desta edição, quem assumir a liderança vai ter acesso a uma central de controle, na qual verá o jogo de forma limitada e pré-determinada. O líder poderá:
assistir ao que acontece no restante da casa com áudio;
descobrir o total de votos que recebeu até então;
e terá a possibilidade de despertar os participantes na hora que quiser.
Poder Coringa
Outra novidade é o Poder Coringa e será usado por um jogador por semana. Como um leilão, antes das compras, um benefício ou jogada diferente no game, ele vai aparecer à disposição dos confinados.
Cada jogador vai ao confessionário e diz quantas estalecas está disposto a pagar pelo poder. No final dos lances, o resultado será divulgado para todos.
Recadinho após eliminação
Quem sair do “BBB 23” vai poder gravar um vídeo para alguém que vai seguir na casa. A mensagem será exibida na televisão para todos os confinados e pode colocar mais emoção no jogo.
Maior prêmio da história do programa
O “BBB 23” contará com o maior prêmio da história do programa. Quanto? Segundo o apresentador Tadeu Schmidt, ainda não é possível responder a essa pergunta. “Conforme o jogo anda, o prêmio aumenta junto”, explica.
Decoração da casa
A nova decoração da casa é inspirada em viagens, apresentando destinos que vão de paisagens naturais e urbanas a um passeio por outra dimensão.
“A sala terá tudo que um bom viajante pode querer. Na decoração deste cômodo, itens que remetem ao local perfeito para o planejamento de uma nova jornada: bússola, mapa, globo terrestre, rosa dos ventos, além de lembranças trazidas dos mais variados lugares”, explica a produção.
Música-tema repaginada
A já conhecida música-tema do reality foi repaginada. Sucesso na voz de Paulo Ricardo, “Vida Real” ganhou batidas de funk em um remix que conta com a parceria de Dennis DJ e do grupo Funk Orquestra.
‘Big Terapia’ e ‘CAT BBB’
Dani vai comandar o “CAT BBB” para ouvir os pedidos do público e manter a conversa próxima com os fãs. “É um desafio diferente para minha carreira de atriz e apresentadora. Sinto que o meu carinho pelo reality como espectadora ajuda na hora de sugerir piada, brincadeiras ou imitações para a equipe de redação”, diz a humorista.
Já Paulo Vieira é responsável pelo “Big Terapia”. No quadro, o humorista analisa de maneira inusitada o comportamento dos confinados, ajudando os fãs do reality a entender o que acontece com os brothers nos momentos de tensão da disputa.
Novo quadro
O reality ganha um quadro semanal com a ilustradora Rafaella Tuma, que vai transformar momentos icônicos do reality em animações, tudo de forma bem-humorada.
“A produção me deu liberdade para escolher as cenas da semana e criar as animações. Vou ter um período intenso de correria e imersão no BBB para não deixar passar absolutamente nada! Minha missão é fazer o espectador sorrir. Tenho certeza de que essa junção de animações e BBB vai ser o puro suco do entretenimento brasileiro”, conta Rafaella.
Comprometida com o jornalismo de qualidade e a formação com excelência de jovens estudantes, a TV Tropical, a maior emissora de televisão do Rio Grande do Norte, inicia um reality jornalístico para revelar novos talentos do jornalismo potiguar. O “Foca Em Mim” é uma competição para estudantes de jornalismo com a marca de credibilidade da TV Tropical.
O objetivo é que os estudantes de jornalismo produzam matérias, links ao vivo e conteúdo para redes sociais, que serão exibidos na programação da TV Tropical e nas redes sociais da emissora. Serão escolhidos oito estudantes para participar do processo. Eles serão acompanhados individualmente por um repórter da TV, mas apenas um candidato será o vencedor da disputa.
As inscrições começam nesta segunda-feira (04) e o resultado final será conhecido no dia 30 de abril. O vencedor ganhará um estágio remunerado na redação da TV Tropical. O regulamento está disponível em portaldatropical.com.br.
Os candidatos serão avaliados por uma comissão formada por Jânio Vidal, superintendente da Rede Tropical de Comunicação; Amanda Carvalho, gerente de Jornalismo da TV Tropical; Cassiano Arruda Câmara, publicitário e comentarista da TV Tropical; Alexandre Othon, presidente do Sindicato dos Jornalistas.
A gerente de Jornalismo da TV Tropical, Amanda Carvalho, destaca a contribuição da emissora na formação dos estudantes. “A TV Tropical se preocupa com o jornalismo ético e de qualidade e com a formação dos novos profissionais. Com o projeto, a TV Tropical abre as portas da emissora para estudantes de todo o estado mostrarem os talentos e o conhecimento que eles têm recebido nas universidades”, afirma.
A jornalista Mara Godeiro, que apresenta o RN No Ar e está diariamente nas ruas, comenta sobre a novidade da TV Tropical. “É um projeto bacana, de valorização do jornalismo. O mais interessante é que vai mostrar a realidade de uma redação, a realidade dos repórteres para os estudantes. É a união da teoria com a prática. Às vezes, os estudantes ficam muito em sala de aula e aqui vão, de fato, ter acesso a essa prática”, destaca.
Ela não esconde a ansiedade para participar do projeto. “É aí que você se encanta com a profissão, de como é interessante, como a adrenalina de ser jornalista é alta. É um projeto que estou muito feliz em participar. Eu sempre gostei muito de ensinar o pouco que sei. Então, estou ansiosa, com uma expectativa muito grande”, completou Mara.
Para participar do reality o estudante precisa obedecer às seguintes regras:
1- O estudante deverá produzir, gravar e enviar um vídeo de até 1 minuto para o e-mail [email protected]. No vídeo, o candidato deve se apresentar e dizer porque deve ser selecionado para participar do reality. O vídeo deve ter duração de até um minuto.
2- O candidato precisa estar matriculado em uma instituição de ensino superior do Rio Grande do Norte, cursando Jornalismo e com matrícula ativa a partir do quarto período.
3- Os 8 selecionados para participar da disputa terão os nomes divulgados no Programa Balanço Geral RN no dia 18 de março de 2024.
4- O participante não poderá ter vínculo empregatício ou de estágio com outras empresas de comunicação comercial.
5- O participante se compromete a cumprir as regras e horários determinados pela TV Tropical para o cumprimento de cada etapa da disputa.
6- O estudante se compromete a não divulgar os conteúdos que estão sendo desenvolvidos durante o período da disputa, sem autorização prévia.
7- Todas as etapas são eliminatórias e durante a disputa, o processo e o material produzido serão avaliados por uma comissão composta por jornalistas potiguares. Essa comissão vai definir quem avança em cada etapa. Exceto na etapa de produção de conteúdo para rede social, nesta etapa os candidatos serão avaliados pelo voto popular.
8- O material produzido durante a disputa é de propriedade da TV Tropical.
Etapas:
1 – Produzir e gravar uma matéria com temática proposta pela chefia de reportagem da TV TROPICAL
2 – Produzir e gravar uma matéria com temática proposta pelo candidato, com aprovação prévia da chefia de Reportagem.
3 – Conteúdo para as redes sociais
4 – Uma participação ao vivo no programa Tudo com Priscilla Freire
5 – Link ao vivo com tema e programa definido pela chefia de reportagem
Datas:
Período de inscrições: 04 a 15 de março de 2024
Divulgação dos 8 selecionados: 18 de março de 2024 no Programa Balanço Geral RN
Apresentação dos participantes: 20 de março de 2024 no Programa Tudo com Priscilla Freire
Duração das etapas: 25 de março a 26 de Abril de 2024
Divulgação do resultado final: 30 de abril de 2024
O Ministério da Gestão divulgou, nesta quinta-feira (21), um novo cronograma do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
As novas datas foram definidas após o adiamento da lista de aprovados, ocorrido em meio a um impasse gerado por uma decisão judicial que exige a reintegração de candidatos que haviam sido eliminados por não terem completado todo o processo de identificação do cartão de respostas da prova.
Agora, a previsão de divulgação dos resultados finais passou para 11 de fevereiro de 2025.
Veja o cronograma completo:
25 de novembro de 2024: Divulgação dos resultados das provas objetivas para os candidatos incluídos
4 e 5 de dezembro de 2024: Envio de títulos
6 de dezembro de 2024 até 10 de janeiro de 2025: Análise de títulos
9 de dezembro de 2024: Divulgação das notas preliminares das provas discursivas e redações
9 e 10 de dezembro de 2024: Interposição de eventuais pedidos de revisão das notas das provas discursiva e redações
20 de dezembro de 2024: Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas das provas discursivas e redações
23 de dezembro de 2024: Convocação para o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros
6 a 10 de janeiro de 2025: Perícia médica (avaliação biopsicossocial) dos candidatos que se declararem com deficiência
11 e 12 de janeiro de 2025: Procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros e indígenas
15 de janeiro de 2025: Resultado preliminar da avaliação de títulos.
15 e 16 de janeiro de 2025: Prazo para interposição de eventuais recursos quanto ao resultado preliminar da avaliação de títulos.
17 de janeiro de 2025: Divulgação dos resultados preliminares da avaliação da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos concorrentes às vagas reservadas para negros e indígenas e da avaliação biopsicossocial dos candidatos que se declararem com deficiência
17 e 18 de janeiro de 2025: Prazo para interposição de eventuais recursos quanto aos resultados preliminares da avaliação da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos concorrentes às vagas reservadas para negros e indígenas e da avaliação biopsicossocial dos candidatos que se declararem com deficiência
11 de fevereiro de 2025: Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas da avaliação de títulos
11 de fevereiro de 2025: Previsão de divulgação dos resultados finais
Reintegração de candidatos eliminados
A Justiça Federal entendeu que deveriam ser desclassificados apenas os participantes que não tivessem preenchido, cumulativamente, os dois campos de identificação: a bolinha com o número do gabarito e a frase na capa do caderno.
O que aconteceu?
Os cadernos de prova do CNU tinham várias versões, ou seja, as questões eram as mesmas para todos os candidatos de um determinado bloco temático, mas a ordem das perguntas e das alternativas estavam embaralhadas, para evitar cola.
Assim, na hora de preencher o cartão de respostas, os participantes precisavam identificar qual era a versão da sua prova, pintando a bolinha correspondente ao número do gabarito. Além disso, deveriam transcrever a frase que estava na capa do caderno.
Apesar das instruções estarem descritas na prova, muitos candidatos alegaram que foram orientados pelos fiscais de aplicação de que bastava a transcrição da frase para identificar o tipo de gabarito, ou seja, não havia necessidade de pintar a bolinha.
Em coletiva de imprensa no dia do exame, logo após o fim da aplicação, a ministra Esther Dweck chegou a dizer que os participantes que haviam se esquecido de marcar o número do gabarito não seriam eliminados, pois a Cesgranrio tinha outras formas de identificar as versões de prova.
No entanto, no dia seguinte, o Ministério da Gestão anunciou que quem não havia preenchido toda a identificação no cartão de respostas estava desclassificado.
O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria-Geral do Tocantins, recebeu denúncias sobre o assunto e ingressou com uma ação civil pública contra o governo, pedindo a reintegração ao concurso dos candidatos eliminados.
De acordo com a decisão, as instruções contidas na prova deixavam claro que seriam desclassificados apenas os participantes que não preenchessem, cumulativamente, os dois campos indicados: o número do gabarito e a frase da capa.
Com isso, o juiz Adelmar Aires Pimenta da Silva, da 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Tocantins, deferiu a tutela de urgência para cancelar a eliminação dos candidatos que deixaram de cumprir uma das duas orientações.
Vídeos curtos com dicas de saúde ou de emagrecimento rápido chamam a atenção nos feeds das redes sociais com promessas milagrosas. Mas por trás desses conteúdos pode haver uma estratégia para ganhar dinheiro. O Estadão Verifica identificou 69 “contas dark” que somam 42 milhões de seguidores e monetizam com desinformação de saúde e golpes financeiros no Instagram.
As “contas dark” são páginas em que nenhum criador de conteúdo aparece. A criação de perfis como esse é ensinada em tutoriais no YouTube no Tiktok, que prometem uma renda extra de até R$ 10 mil por mês. Basta fazer publicações sobre assuntos que estão em alta, seja com postagens geradas com uso de inteligência artificial ou com vídeos baixados da internet.
O Verifica identificou dezenas de contas anônimas que agem em rede, compartilhando conteúdos semelhantes ou iguais diariamente. Os perfis têm até nomes parecidos. Muitos usam nomes de mulheres, como @ana.dicas.saudaveis, @helena.dicas.saudaveis e @aurora.dicas.saudaveis. As fotos desses perfis são geradas por inteligência artificial.
O tema de saúde é usado como estratégia de viralização. Vídeos sensacionalistas e desinformativos com promessas de resultados fáceis servem como uma isca para capturar a atenção dos usuários.
Especialistas explicaram ao Verifica que há indícios de uma ação coordenada, em que o engajamento das publicações por várias contas é usado em estratégias de monetização. Os usuários são levados a comprar itens que nunca serão entregues ou caem em fraudes para vendas de dados pessoais.
Perfis ‘dark’ de saúde atuam em rede
O Verifica analisou 69 perfis que têm de 200 mil a 3,8 milhões de seguidores no Instagram cada. Juntos, somam uma comunidade de mais de 42 milhões de usuários. Todos seguem a estratégia das “contas dark” em que não há informações sobre os donos das páginas. Os perfis compartilham informações apelativas sem fontes confiáveis ou reproduzem vídeos publicados por terceiros na internet.
As contas costumam replicar entre si vídeos que estão viralizando nas redes sociais com poucos dias de diferença. Elas também mantêm as mesmas rotinas de publicações, em que dicas de saúde, alimentação e emagrecimento são misturadas a indicações de itens à venda.
A imagem abaixo mostra, que em média a cada três publicações nos perfis, uma é de “promoções” de produtos. A maior parte indica itens vendidos entre R$ 10 e R$ 50.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A maioria das contas usa identificações de usuários genéricas – geralmente, são nomes de mulheres junto a palavras como “saudável”, “dicas”, “receitas”, “autoajuda”, “fitness”, “saúde”. Outra semelhança são as biografias dos perfis. Frequentemente, elas indicam um contato por WhatsApp para receber receitas de emagrecimento ou cupons e ofertas de lojas. O Verifica encontrou dezenas de perfis que indicam o mesmo número.
Apesar de compartilharem conteúdos de saúde e se descreverem como páginas sobre o tema, nenhuma delas traz informações de que pertencem a profissionais do ramo. Além disso, pelo menos 50 passaram por modificações no nome de usuário desde sua criação. As alterações são suspeitas, porque dificultam o rastreamento e a identificação de contas legítimas pelos usuários.
O pesquisador Ergon Cugler, do Laboratório de Estudos Sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DesinfoPop/FGV), analisa que as contas demonstram um padrão de ação coordenada e podem pertencer a uma mesma pessoa.
“Quando observamos que múltiplos perfis replicam exatamente os mesmos conteúdos, com a mesma periodicidade e, ainda, com o mesmo modelo de conversão para o WhatsApp, isso foge do comportamento comum dos usuários”, comentou.
Ele diz que essas operações costumam ter o objetivo de converter a visualização e o consumo em monetização.
Com um crescimento de 14,6% no Nordeste e 10,7% na média nacional segundo levantamento da ABF – Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias é aposta certa para quem tem uma reserva financeira e deseja investir seja no seu primeiro negócio, aproveitando a expertise de marcas que já alcançaram resultados, ou mesmo expandindo a atuação em outros segmentos.
Diante deste cenário, inicia hoje a contagem regressiva de um mês para a realização da Expo Franquias Nordeste, a feira que veio para por em prática o plano de empreender de investidores de todo o Norte e Nordeste. Serão mais de 80 franquias expondo no piso L3, no Shopping RioMar Recife, de 24 a 26 de março, das 14h às 22h. Em paralelo, acontece o Congresso de Franquias & Varejo da ABF no dia 24 de março, das 8h30 às 17h30, no Teatro RioMar, cuja programação será disponibilizada no início de março.
Em Pernambuco, o setor de franquias emprega mais de 37 mil pessoas e faturou em 2021 mais de R$ 5 bilhões, sendo o setor de saúde, beleza e bem-estar responsável por 32,1% à frente de moda (15,4%) e alimentação – food service (14,5%). São 4.762 unidades em funcionamento (2021), sendo 23,2% de serviços e outros negócios, 20,2% de saúde, beleza e bem-estar e 15% de moda.
A exposição da EFN terá uma área de 2 mil m², respeitando todos os protocolos sanitários de feiras de negócios desenvolvido e aprovado pelo Governo de Pernambuco (disponível em https://expofranquiasne.com.br/protocolo-sanitario-efn/). Uma câmera térmica da UM Telecom irá medir a temperatura dos visitantes e verificar automaticamente o uso da máscara. Além disso, os estandes serão higienizados permanentemente pela Ecodesinfect. A expectativa é de público de três mil pessoas durante todos os dias do evento.
A Expo Franquias Nordeste foi a única feira de franquias em 2020 no Brasil e a primeira realizada presencialmente em 2021 do setor no país com o apoio da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Entre as marcas já confirmadas, Bob´s, Água de Cheiro, DRYJET, Coxinha no Pote, Estetic 360, Bonaparte, Microlins, Grau Técnico e Unhas Cariocas.
O credenciamento já está aberto e preparamos uma condição especial para o leitor do JC: cupom gratuito, 0800, ‘de graça’, ‘na faixa’… Para garantir o seu credenciamento, basta acessar expofranquiasne.com.br e usar o cupom: CONVIDADOBLOGDOBG. Mas corre que as vagas são limitadas!
A EFN é a Feira Oficial de Franquias do Norte e Nordeste para empreendedores, profissionais do setor de franquias, fornecedores, franqueados, consultores, entre outros interessados na franchising que queiram novas oportunidades de networking e expansão de empreendimentos. É promovida pela Insight Feiras & Negócios com patrocínio Ouro do Bradesco, apoio da UM Telecom, RioMar e Sebrae/PE.
Serviço
EFN Expo Franquias Nordeste
A feira oficial de franquias do Norte e Nordeste
24 a 26 de março no Riomar Shopping, das 14h às 22h
Credencie-se já em expofranquiasne.com.br com o cupom de gratuidade CONVIDADOBLOGDOBG
Congresso de Franquias & Varejo da ABF
24 de março, das 8h30 às 17h30, no Teatro RioMar
Assessoria de comunicação da EFN
Solar da Comunicação por Rachel Motta
Tel: (81) 99924-5344 [email protected]
Assessoria de imprensa da ABF
DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel.: (21) 99899-1400
Fabíola França – [email protected] e Debora Freire – [email protected]
Fruto do Presidente Bolsonaro e sua equipe Ministerial, afinal o Nordeste tem Grandes Ministros nomeados em seu governo.
O homem é bom, o homem é espetacular.
A taxa de licenciamento do Rio Grande do Norte não sofre reajuste desde 2018 continuando no valor de R$ 90,00 | Foto: Detran-RN/Arquivo
Um levantamento realizado pelo Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) revelou que 48,8% da frota de veículos do estado está com a taxa de licenciamento veicular referente ao exercício 2025 em atraso. Dos 1.653.881 veículos cadastrados no sistema do Detran, 807.258 estão circulando em débito com a taxa.
O cronograma de pagamento do licenciamento 2025 foi iniciado em março com os veículos de placas finais 1 e 2, sendo concluído em junho, com os automóveis de placas finais 9 e 0.
Os dados, coletados pela Subcoordenadoria de Informática do Detran, detalham a inadimplência conforme o final da placa dos veículos. Na placa final 0, são 99.682 automóveis; Placa final 1, 62.312; Placa final 2, 64.001; Placa final 3, são 69.944; Placa final 4, 70.643; Placa final 5, 75.172; Placa final 6, 82.714; Placa final 7, 87.683; Placa final 8, 91.168; e Placa final 9, com 103.939 veículos em atraso.
Em números absolutos, os maiores índices de inadimplência estão concentrados nos municípios de Natal, são 235.316 veículos em atraso (51% da frota); Mossoró com 101.924 veículos (48% da frota); Parnamirim com 62.058 (45% da frota); Caicó com 22.873 (42% da frota); e São Gonçalo do Amarante com 17.423 veículos (46% da frota).
Até o momento, mais de R$ 72 milhões deixaram de ser arrecadados com a taxa de licenciamento 2025, valor que deve ser destinado a investimentos e manutenção de sinalização viária, fiscalização, educação de trânsito, melhorias estruturais do Detran, entre outras áreas. Atualmente, o Rio Grande do Norte possui a menor taxa de licenciamento do país, R$ 90, valor que não sofre reajuste desde 2018.
A Taxa de Licenciamento Veicular é um tributo obrigatório, pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores. Ela é uma das etapas necessárias para a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), documento que autoriza a circulação do veículo nas vias públicas.
A obrigatoriedade do licenciamento está prevista no artigo 130 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que determina que “todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semirreboque, para transitar nas vias públicas, deverá ser licenciado anualmente”.
O condutor que circula com veículo não licenciado está sujeito às penalidades do artigo 133 do CTB, que trata da obrigatoriedade do porte do CRLV, exceto quando o sistema informatizado permite sua verificação. A ausência do documento configura infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e possibilidade de apreensão do veículo, conforme previsto no artigo 230, inciso V, do CTB.
Como verificar débitos
Para consultar pendências de taxas, impostos ou infrações, o proprietário deve acessar o Portal de Serviços do Detran/RN (portal.detran.rn.gov.br), fazer login com CPF e senha, clicar em “Veículo” e selecionar “Meus Veículos”. Todas as informações e débitos relacionados ao veículo serão exibidas.
Para consultar débitos de veículos em nome de terceiros, o interessado deve acessar a opção “Consulta de Veículo” e preencher os dados da placa e do Renavam.
Como pagar débitos e emitir o CRLV
Caso haja débitos, o proprietário pode clicar na taxa desejada, o que abrirá uma nova aba com a opção de emissão de boleto bancário, válido para o Banco do Brasil ou demais instituições financeiras.
Após a quitação dos débitos, o CRLV Digital estará disponível na opção “Meus Veículos”. Ao acessar a página do veículo, basta clicar no botão “CRLV-e” para gerar o documento atualizado de 2025.
Indicado por Lula para presidir o Banco Central a partir de 1º de janeiro de 2025, Gabriel Galípolo (foto) refutou nesta quinta-feira, 19, a narrativa governista de que o real está sendo alvo de um ataque especulativo.
Diretor de Política Monetária do BC até o fim deste mês, Galípolo participou de entrevista coletiva ao lado do atual presidente da instituição, Roberto Campos Neto, a quem agradeceu com bastante elogios a “transição entre amigos“ — em contraste com os ataques feitos pelos petistas nos últimos dois anos.
“Vou responder aquilo que eu digo aqui no Copom e quando eventualmente o Banco Central é chamado pelo governo para poder esclarecer questões desse tipo”, disse Galípolo ao ser questionado sobre o assunto, e logo depois de Campos Neto questioná-lo: “Acho que a gente tem a mesma opinião, quer responder?”.
“Não é correto“
“Eu acho que não é correto tentar tratar o mercado como um bloco monolítico, vamos dizer assim. Como se fosse uma coisa só, que está coordenada, andando num único sentido. Basta a gente entender que o mercado funciona geralmente com posições contrárias: existe alguém comprando e alguém vendendo. Então, toda vez que o preço de algum ativo se mobilize em alguma direção, você tem vencedores e perdedores”, explicou.
“Então, eu acho que a ideia de ataque especulativo enquanto algo coordenado não representa bem, eu acho, como a gente pode estar explicando como o movimento está acontecendo no mercado hoje. E faço questão de sublinhar que é isso que eu repito, inclusive em todas as reuniões quando a gente é chamado, porque essa minha interpretação é bem compreendida e aceita nas minhas interlocuções, seja com o ministro Fernando Haddad, seja com a ministra Simone Tebet, seja com o convite vice-presidente Geraldo Alckmin e seja com o presidente da República”, completou Galípolo.
Não é o que deu a entender o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao endossar, em entrevista na quarta, a alegação de que a cotação do dólar na terça foi influenciada por fake news, como se o valor da moeda americana não estivesse subido desde 27 de novembro, quando ele apresentou seu frágil pacote fiscal.
“Muito ruído“
A Advocacia Geral da União (AGU) também embarcou na fake news e pediu à Polícia Federal e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abertura de investigação sobre “possíveis crimes contra o mercado de capitais, a partir da veiculação, em rede social, de desinformação envolvendo a política monetária brasileira, o Banco Central e seu futuro presidente, Gabriel Galípolo”.
“Acho que às vezes existe muito ruído do ponto de vista de comunicação, e acho que é normal esse tipo de ruído, mas acho que é importante esclarecer essa visão, e que ao final do dia cabe, sempre, todo mundo que está do lado de cá, tentar fazer o melhor trabalho possível para incentivar que aqueles preços ativos, que se comportam melhor quanto melhor estiver andando a economia e a sociedade, apresentem vantagens para aqueles que fizeram esse tipo de de visão”, completou Galípolo.
As declarações de Galípolo parecem ter ajudado nos esforços do Banco Central para segurar o dólar. Após a moeda americana atingir o recorde de 6,30 na manhã desta terça, o BC promoveu dois leilões, no total de 8 bilhões de dólares, e a moeda americana marcava 6,12 reais por volta das 14h.
Enquanto os governantes não terem noção de gastos públicos, esse problema vai continuar, veja um país quebrado não justifica sair gastando com viagens, shows, jatinho, cartão corporativo etc,não vai ajeitar as contas, aí infelizmente é obrigado a recorrer a agiota, cadê a picanha que ainda não baixou o preço?
Além das idiotices desse povo, ainda temos que lidar com a burrice dos mesmos. Povinho despreparo e especialista no afano do alheio, bem como, em falência.
Uma sessão solene para o Setembro Dourado e o Setembro Amarelo na Câmara Municipal de Natal, nesta segunda-feira (29), marcou o encerramento das duas campanhas de conscientização sobre câncer infantojuvenil (Setembro Dourado) e a prevenção ao suicídio e cuidado com a saúde mental (Setembro Amarelo), que buscam abrir o diálogo sobre esses temas, quebrar tabus, informar a população e incentivar a busca por ajuda e apoio, destacando a importância de cuidar da vida em todas as suas formas. Na ocasião, personalidades com contribuições relevantes nessas causas foram homenageadas pelo Legislativo natalense.
O Setembro Dourado é um movimento global que busca chamar a atenção para o câncer infantojuvenil, destacando a necessidade de diagnóstico precoce, tratamento adequado e apoio às crianças e famílias que enfrentam essa luta. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer pediátrico representa aproximadamente 3% em relação ao câncer de adultos, porém é hoje a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes brasileiros. A cor dourada representa a força e a resiliência das crianças em sua batalha contra o câncer.
Já o Setembro Amarelo surgiu com a ideia de quebrar tabus, reduzir estigmas, estimular que as pessoas busquem e ofereçam ajuda. Desde 2015, quando ocorreu a primeira edição, ano a ano este movimento vem crescendo com mais pessoas reconhecendo que falar sobre suicídio é fundamental. O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
“A Mesa Diretora da Câmara de Natal abraçou estas duas iniciativas e fez um mês de divulgação para a questão da saúde mental e do câncer infantojuvenil. Hoje é o encerramento desta campanha pela valorização da vida, incentivo à reflexão, ao autocuidado e busca do diagnóstico precoce. Para celebrar, uma solenidade na qual homenageamos autoridades e profissionais que se destacam nos contextos abordados pelas campanhas desse mês”, afirmou a presidente da Comissão de Saúde da CMN, vereadora Camila Araújo (União Brasil).
Na sequência, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, vereador Pedro Henrique (PP), destacou o Setembro Dourado que trabalha a questão do câncer infantojuvenil. “O foco aqui é o diagnóstico precoce, que aumenta as taxas de cura para até 80%. Para tanto, a gente enfatiza o tempo todo a importância da prevenção, do diagnóstico precoce. Trata-se de uma pauta que a nossa Frente Parlamentar trabalha intensamente”, disse.
A Secretária Adjunta de Saúde do Rio Grande do Norte, Leidiane Fernandes de Queiroz, avaliou de forma positiva os resultados do Setembro Dourado e do Setembro Amarelo. “Participamos de diversos encontros e reuniões sobre saúde. Vejo essas campanhas como o início de um grande movimento que continuará, inclusive abordando outros temas impactantes como a doação de órgãos. O grande acerto é a inclusão da população na discussão sobre saúde, tornando-a acessível a todos, e não apenas um tema técnico. Porque acredito que a união entre políticos, profissionais e cidadãos é essencial para garantir serviços de saúde de qualidade para todos, em prol da vida”.
O presidente da Casa Durval Paiva, Rilder Campos, foi um dos homenageados da sessão solene. Segundo ele, a situação em Natal ainda é preocupante, com diagnósticos tardios que diminuem as chances de cura do câncer infantojuvenil. “Precisamos continuar a mobilização da sociedade, divulgar os sintomas do câncer, melhorar o acesso ao diagnóstico precoce, envolver hospitais, instituições de apoio e acelerar o processo. Faz-se necessário o engajamento de todos: Estado, Município, Governo Federal, empresários e população devem se unir para aumentar as chances de cura, tornar o tratamento menos invasivo e reduzir custos”.
Também homenageada, a psicóloga Cristina Ramos informou que a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida. “Esse dado é muito forte e infelizmente é real. Temos que falar desse assunto para que a gente possa entrar com a prevenção, que é o mais importante diante do suicídio. Chamo atenção para os adolescentes, pois cresce o número de casos nessa faixa etária. A adolescência por si só já é um período de muita dificuldade. Os jovens têm os padrões sociais, a busca por identidade, as exigências por performance e desempenho, as mudanças corporais, hormonais. E tudo isso os torna mais vulneráveis, agravando a situação” explicou.
Lula seguiu o caminho oposto ao do New York Times.
O jornal admitiu o erro de basear sua cobertura da Faixa de Gaza “em alegações de funcionários do governo do Hamas”, porque, para culpar Israel, eles desinformam sobre a origem dos mísseis e o número de mortos, como aconteceu no caso do hospital.
O presidente do Brasil, ao contrário, resolveu inflar os números falsos para acusar um genocídio israelense: “Não é porque o Hamas cometeu um ato terrorista contra Israel que Israel tem que matar milhões de inocentes”, disse Lula nesta terça-feira, 24, em sua entrevista chapa-branca semanal.
Se Israel tivesse matado “milhões” de inocentes, a Faixa de Gaza, cuja população é de 2,1 milhões, estaria deserta. O Estado judeu já teria sido condenado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra, como aconteceu com o tirano russo Vladimir Putin (com quem Lula conversou na véspera dessa declaração infamante, concordando com o fim dos bombardeios – não na Ucrânia, claro).
“Espero que o Hamas tenha compreensão do erro que cometeu”, amenizou o petista, saindo em busca da humanidade dos terroristas que mataram 1.400 israelenses e três brasileiros, e sequestraram 210 pessoas. Na “compreensão” deles, porém, não houve “erro” algum. Sempre defenderam o extermínio de judeus, como praticaram em 7 de outubro.
Na sexta-feira, 20, Lula havia usado dados divulgados pelo “Ministério da Saúde de Gaza”, controlado pelo Hamas (como também reconheceu a CNN Internacional), para lamentar a morte de “1.500 crianças” na Faixa.
“Hoje quando o programa [Bolsa Família] completa 20 anos, fico lembrando que 1.500 crianças já morreram na Faixa de Gaza”, disse ele em vídeo, referindo-se à narrativa dos terroristas sobre 1.524 crianças mortas. “Que não pediram para o Hamas fazer o ato de loucura que fez, de terrorismo, atacando Israel, mas também não pediram que Israel reagisse de forma insana e as matasse”, acusou Lula. “Exatamente aqueles que não têm nada a ver com a guerra, que só querem viver, brincar, que não tiveram direito de ser crianças”, completou o petista.
Foi um caso raro em que Lula arredondou para baixo os números do Hamas. Talvez para compensar a diferença de 24 mortes, ele partiu para a narrativa dos “milhões”.
“Se eu quiser vencer uma batalha, eu preciso construir uma narrativa para destruir o meu potencial inimigo”, confessou o petista em maio deste ano.
Não é de hoje que a matemática de Lula segue um método não científico.
Em 8 de abril de 2014, o petista explicou a blogueiros amigos, durante coletiva, como mentia em outros países sobre a realidade brasileira para comover plateias crédulas.
O próprio site oficial de Lula contém a transcrição da conversa, incluindo o trecho que acabou viralizando em vídeo nas redes sociais:
“Como eu fui oposição muito tempo, eu cansei de viajar o mundo falando mal do Brasil, gente! Era bonito a gente viajar o mundo e falar: ‘No Brasil tem 30 milhões de crianças de rua. No Brasil tem…’, a gente nem sabia… ‘Tem nem sei quantos milhões de abortos.’ Era tudo clandestino, mas a gente ia citando números, sabe? Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha, mas tinha que dizer números.
Eu não esqueço nunca. Um dia eu tava debatendo eu, o Roberto Marinho e o Jaime Lerner em Paris. Aí eu tava lá falando, eu tinha uns números, nem sei direito de que entidade que era, também não vou dizer aqui, porque eu já tenho 68 anos, não vou… Mas eu tava dizendo: ‘Porque no Brasil tem 25 milhões de crianças de rua’. Eu era aplaudido calorosamente pelos franceses. Quando eu terminei de falar, o Jaime Lerner falou assim pra mim: ‘Ô Lula, não pode ter 25 milhões de crianças de rua, Lula, porque senão a gente não conseguiria andar nas ruas, Lula. É muita gente.’ (RISOS) Então, tem gente que gosta de falar assim. Eu então, hoje, quando eu cito número eu quero saber da fonte. Me dê a fonte pra eu não errar…”
A fonte atual de Lula é o Hamas. Mas ele não vai dizer aqui, “porque” tem 77 anos. Lula vai citando os números, sabe? Até os dos terroristas, ele vai inflando também.
Por mais de dois anos, Yahya Sinwar reuniu-se com seus principais comandantes do Hamas e planejou o que eles esperavam que fosse o ataque mais devastador e desestabilizador contra Israel nas quatro décadas de história do grupo militante.
As atas das reuniões secretas do Hamas, apreendidas pelos militares israelenses e obtidas pelo New York Times, fornecem um registro detalhado do planejamento do ataque terrorista de 7 de outubro, bem como a determinação de Sinwar em persuadir os aliados do Hamas, o Irã e o Hezbollah, a se juntarem ao ataque ou, pelo menos, a se comprometerem com uma luta mais ampla contra Israel, caso o Hamas realizasse um ataque surpresa na fronteira.
Os documentos, que representam um avanço na compreensão do Hamas, também mostram amplos esforços para enganar Israel sobre suas intenções, à medida que o grupo preparava as bases para um ataque ousado e uma conflagração regional que Sinwar esperava que causasse o “colapso” do Estado judeu.
Os documentos consistem em atas de 10 reuniões secretas de planejamento de um pequeno grupo de líderes políticos e militares do Hamas no período que antecedeu o ataque, em 7 de outubro de 2023. As atas incluem 30 páginas de detalhes não revelados anteriormente sobre a forma como a liderança do Hamas trabalha e os preparativos para o ataque.
Os documentos, que foram verificados pelo New York Times, descrevem as principais estratégias e avaliações do grupo de liderança: inicialmente, o Hamas planejou realizar o ataque, que recebeu o codinome de “o grande projeto”, no outono de 2022. Mas o grupo atrasou a execução do plano enquanto tentava persuadir o Irã e o Hezbollah a participar.
Enquanto preparavam argumentos voltados para o Hezbollah, os líderes do Hamas disseram que a “situação interna” de Israel — uma aparente referência à turbulência em relação aos planos controversos do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de reformular o Judiciário — estava entre as razões pelas quais eles foram “compelidos a se mover em direção a uma batalha estratégica”.
Em julho de 2023, o Hamas enviou um alto funcionário ao Líbano, onde ele se reuniu com um comandante iraniano sênior e solicitou ajuda para atacar locais sensíveis no início da ofensiva. O comandante iraniano então disse ao Hamas que o Irã e o Hezbollah apoiavam o plano em princípio, mas precisavam de mais tempo para se preparar; as atas não informam o nível de detalhamento do plano apresentado pelo Hamas aos seus aliados.
Os documentos também dizem que o Hamas planejou discutir o ataque com mais detalhes em uma reunião posterior com Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah na época, mas não esclarecem se a discussão aconteceu de fato.
Os documentos mostram que o Hamas sentiu-se seguro do apoio geral de seus aliados, mas concluiu que talvez precisasse ir em frente sem o envolvimento total deles — em parte para impedir que Israel implantasse um novo e avançado sistema de defesa aérea antes que o ataque ocorresse.
A decisão de atacar também foi influenciada pelo desejo do Hamas de interromper os esforços para normalizar as relações entre Israel e a Arábia Saudita, a consolidação da ocupação israelense na Cisjordânia e os esforços israelenses para exercer maior controle sobre o complexo da mesquita de Aqsa em Jerusalém, sagrada tanto no islamismo quanto no judaísmo e conhecida pelos judeus como o Monte do Templo.
O Hamas evitou deliberadamente grandes confrontos com Israel por dois anos a partir de 2021, a fim de maximizar a surpresa do ataque de 7 de outubro. Na visão dos líderes, eles “devem manter o inimigo convencido de que o Hamas em Gaza quer calma”.
Os líderes do Hamas em Gaza disseram que informaram Ismail Haniyeh, líder político do Hamas baseado no Catar, sobre “o grande projeto”. Não era sabido até então se Haniyeh, que foi assassinado por Israel em julho, havia sido informado sobre o ataque antes que ele acontecesse.
O Times avaliou a autenticidade dos documentos compartilhando alguns de seus conteúdos com membros e especialistas próximos ao Hamas. Salah al-Din al-Awawdeh, membro do Hamas e ex-combatente de sua ala militar, que agora é analista em Istambul, disse que estava familiarizado com alguns dos detalhes descritos nos documentos e que manter anotações organizadas era consistente com as práticas gerais do grupo.
Um analista palestino com conhecimento do funcionamento interno do Hamas, que falou sob condição de anonimato para discutir assuntos delicados, também confirmou certos detalhes, bem como operações estruturais gerais do Hamas que se alinhavam com os documentos.
Demora para sair e chegar da zona Norte, acúmulo de veículos que mal conseguem trafegar nas vias do entorno e prejuízo para os comerciantes. Este é o cenário na região da Ponte de Igapó, que foi interditada parcialmente em setembro de 2023 para serviços de reestruturação. Além do impacto aos usuários que passam diariamente pelo equipamento, o comércio da região também sofre e acumula prejuízos, que pode ser maior ou menor a depender do segmento. Alguns deles contam com a fidelidade dos clientes para evitar perdas maiores. Ainda assim, os efeitos não passam batido.
Na madeireira em que Clenilson Dias trabalha, o movimento de clientes caiu 30% desde o início da obras. As vendas despencaram na mesma proporção. “Temos muitos clientes no Alecrim, mas agora eles não querem mais vir para cá”, comenta ele, que é gerente do estabelecimento.
Procurado nesta quinta-feira (17) para fornecer uma atualização do andamento dos serviços, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pelos trabalhos, não respondeu em detalhes, mas disse que o prazo para finalizar a intervenção está mantido para maio de 2025.
A previsão, no entanto, é uma alteração do prazo estimado inicialmente para entregar a obra, que era janeiro do próximo ano. “Essa nova data que o Dnit está dando é muito ruim, porque nosso movimento no primeiro semestre do ano já costuma ser naturalmente fraco”, afirma Clenison Dias.
Assim como ele, a comerciante Manuela Barbosa, que tem uma loja de roupas na Tomaz Landim, bem perto da ponte, aguarda ansiosamente o fim dos transtornos. Além dela, a loja do pai, que fica ao lado, também sofre com os efeitos do bloqueio.
“Abri a loja recentemente, então, não tenho um parâmetro para comparar sobre queda de vendas ou não. Mas sei que muita gente passou a evitar essa via e está pegando a Newton Navarro, então, imagino que há certa fuga de clientes. Creio que, sem a obra, o fluxo aqui na loja seria cerca de 30% maior. E, como o comércio precisa ser visto, bastava que a gente contasse com um trânsito melhor de pessoas para ver a loja e se sentirem estimuladas a entrar. Por isso que espero ansiosa o fim da obra”, fala.
Manuela conta, ainda, como a loja do pai tem sido afetada. “Ele está aqui há mais tempo e relata que o movimento caiu pela metade após a obra começar”, conta. O pai de Manuela não estava no local no momento em que a reportagem conversou com a lojista. Lucineide Mesquita, proprietária de uma marmoraria, relata que entende a necessidade da reestruturação da ponte, mas conta que tem sofrido os impactos.
“Especialmente no início da interdição, a queda no nosso movimento foi bem intensa. Não me arrisco falar de números porque tem uma pessoa aqui na loja que trata diretamente disso. Hoje, as vendas por telefone nos ajudaram a retomar um pouco dessas perdas”, conta.
De acordo com um estudo da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), o bloqueio de um dos lados da Ponte de Igapó, há pouco mais de um ano, gerou um prejuízo mensal de R$ 17,9 milhões aos natalenses, o que dá mais de R$ 233 milhões de impacto durante todo o período de 13 meses de interdição.
Para os motoristas que trafegam pelo equipamento, os efeitos são velhos conhecidos, mas se intensificaram com o início da interdição. Júnior Dantas, que mora na zona Norte e trabalha com transporte por aplicativo, diz que evita a Ponte de Igapó a todo o custo. “Só trafego por ela quando o passageiro pede. Isso aconteceu na quarta-feira [16], quando o cliente pediu que enfrentássemos o congestionamento. Demoramos duas horas para cruzar a ponte. Acho que ele [o passageiro] se arrependeu. Geralmente indico aos clientes para pegarmos a Ponte Newton Navarro”, disse.
As obras de recuperação da Ponte de Igapó estão acontecendo desde 12 de setembro de 2023 e têm um orçamento de cerca de R$ 20,8 milhões. Na última atualização do Dnit publicada pela TRIBUNA DO NORTE, as obras estavam em 35% de execução. Com previsão inicial de conclusão para janeiro de 2025, a intervenção sofreu alterações e a perspectiva do órgão é de que a ponte seja totalmente liberada em maio de 2025, atingindo uma duração de 20 meses.
Os depoimentos na reportagem não condizem com os dados estatísticos. Para quem tiver interesse em saber, os radares do DNIT fazem a contagem dos dados de tráfego e esses dados são públicos. Basta verificar antes e durante as obras para saber se houve, ou não redução.
Segue o link do radar do semáforo, próximo ao cartório de Igapó:
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) registrou, em média, 66 ocorrências por falta de cadeirinha ou dispositivo de retenção para crianças nas rodovias federais em 2024. Ao todo, foram 24.267 registros, representando uma diminuição de 14,6% em relação ao mesmo período de 2023, quando os agentes oficializaram 28.377 infrações. Nos seis primeiros dias de 2025, 671 ocorrências foram anotadas nas rodovias, mas o número pode ser ainda maior devido ao prazo para consolidação das estatísticas nos sistemas da PRF.
A BR-101, que liga o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, lidera o ranking de autos lavrados, com 2.865 ocorrências. Em seguida, aparecem a BR-116 (Fortaleza ao Rio Grande do Sul), com 2.476, e a BR-364 (São Paulo), com 1.291.
Veja a lista das 10 rodovias com mais autuações:
BR-101 (Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul) — 2.865
BR-116 (Fortaleza ao Rio Grande do Sul) — 2.476
BR-364 (Rodovia Presidente Juscelino Kubitschek) — 1.291
BR-163 (Rio Grande do Sul ao Pará) — 1.204
BR-153 (Rodovia Belém-Brasília) — 1.018
BR-230 (Rodovia Transamazônica) — 931
BR-381 (Espírito Santo a São Paulo) — 867
BR-316 (Rodovia Capitão Pedro Teixeira) — 784
BR-174 (Rodovia Manaus–Boa Vista) — 600
BR-040 (Brasília ao Rio de Janeiro) — 592
A PRF destaca a importância de os responsáveis pelas crianças usarem a cadeirinha adequada de acordo com o peso e a idade da criança. “A fiscalização do uso dos equipamentos de segurança ocorre nas rodovias federais de todo o país e, quando a criança é transportada de forma inadequada, a PRF realiza a autuação. A infração é de natureza gravíssima. O veículo fica retido no local onde foi identificada a infração até que o motorista instale a cadeirinha ou o dispositivo de retenção para crianças e possa seguir viagem”, afirmou a corporação.
A multa prevista pela falta do equipamento é de R$ 293,47. Além disso, o motorista leva sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
A analista executivo em metrologia e qualidade da Diretoria de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), Luciane Lobo, explica que o dispositivo de retenção tem o objetivo de proteger e diminuir o impacto das colisões no corpo da criança. “Em caso de acidente, uma criança que não estiver usando o dispositivo de retenção pode ser deslocada com uma força maior do que o peso do seu corpo. A força da batida também pode causar o deslocamento de órgãos internos, provocando ferimentos graves.”
Ela destaca que dispositivos de retenção, se corretamente usados, podem ajudar a minimizar o movimento de uma criança dentro do carro, bem como distribui as forças do impacto entre as partes mais fortes do corpo e protege a cabeça e a coluna vertebral.
“Considerando que os cintos de segurança dos veículos não atendem às necessidades físicas e de desenvolvimento das crianças, os dispositivos de retenção para criança em veículos (cadeira e assento de segurança) são necessários e imprescindíveis”, completa.
Tipos de equipamentos
Bebê conforto ou conversível: crianças com até um ano ou crianças com peso de até 13 kg, conforme limite máximo definido pelo fabricante do dispositivo.
-Cadeirinha: crianças com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos, ou para crianças com peso entre 9 a 18 kg, conforme limite máximo definido pelo fabricante do dispositivo.
-Assento de elevação: crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio, ou crianças com até 1,45 m de altura e peso entre 15 a 36 kg, conforme limite máximo definido pelo fabricante do dispositivo.
-Cinto de segurança do veículo: crianças com idade superior a sete anos e meio e inferior ou igual a dez anos, ou crianças com altura superior a 1,45 m.
“É importante que a escolha do dispositivo seja adequada ao peso/tamanho da criança, pois permite que este fique posicionado corretamente, ajustando-se ao corpo da criança, reduzindo significativamente o risco de lesões. Por ser um regulamento compulsório no Brasil, todo dispositivo de retenção para crianças que seja objeto do regulamento só pode ser comercializado no mercado nacional com o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro. Este selo representa que o produto passou por rigorosos ensaios e atende aos requisitos de segurança exigidos pela regulamentação aplicada”, ressalta Luciana.
Não é difícil encontrar crianças no banco da frente dos veículos ou soltas no banco traseiro. Pior que isso são as que vão em motocicletas entre dois adultos.
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