Gastronomia

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de filé de peixe ao molho de camarão e do drink Aperol Spritz

FILÉ DE PEIXE AO MOLHO DE CAMARÃO

Ingredientes:
180g de filé de garoupa
100g de filé de camarão sem vísceras
100ml de leite de coco
5g de cúrcuma
5g de sal
5g de pimenta do reino moída
5g de cebola roxa picada em cubos
10g de pimentões coloridos cortados em cubos
5g de pimenta de cheiro fatiada sem semente
10ml de azeite de dendê
25ml de azeite
30g arroz branco pré-cozido
10g de molho pesto da casa

Modo de preparo:
Tempere o peixe com sal e pimenta do reino.
Em uma frigideira bem quente coloque metade do azeite, grelhe o filé dos dois lados, retire da frigideira e reserve.
Tempere os camarões com sal e pimenta do reino a gosto.
Na mesma frigideira, acrescente o camarão e doure por no máximo 5 min. Reserve.

Em outra frigideira, acrescente o restante do azeite, a cebola roxa, os pimentões coloridos, a pimenta de cheiro e refogue até até soltar os aromas. Acrescente o leite de coco, o dendê, a cúrcuma, o sal e deixe apurar. Acrescente os camarões e misture.

Em outra frigideira, colocar o arroz, a metade do molho pesto e deixe incorporar.

Tempo de preparo: 8 min
Tempo de cozimento: 15 min

MOLHO PESTO
Ingredientes:
10g salsa
10g manjericão
5g tomilho
10g castanha de caju assada
10g de parmesão
100ml azeite
2g sal

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e reserve.

Tempo de preparo: 4 min

FAROFA DE MARACUJÁ
Ingredientes:
10g da polpa de maracujá com sementes
20g de farinha panko
2g de sal
2g de pimenta do reino
10ml de azeite
2g alho picado

Modo de preparo:
Em uma frigideira puxar o alho no azeite, acrescente o maracujá, a farinha panko, o sal, a pimenta e mexa para incorporar.
Deixe dourar um pouco e reserve.

Montagem do prato:
Colocar o molho de camarão sobre o peixe e ao lado o arroz de pesto, a farofa de maracujá acompanhando. Coloque um pouco do molho pesto para decorar o prato.

Tempo de preparo: 3 min
Tempo de cozimento: 8 min

DICA RÁPIDA

APEROL SPRITZ

Ingredientes:
1 dose de Aperol
1 dose e meia de espumante seco
1 dose de suco de laranja

Modo de preparo:
Coloque gelo em uma taça grande.
Colque duas rodelas de laranja entre o gelo e a taça.
Acrescente o Aperol, o suco de laranja e finalize com o espumante.
Decore com um raminho de hortelã e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 6 min

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Opinião

ARTIGO: Quem quer um terreno na Via Costeira sem pagar nada? Por Marcus Aragão

FOTO: ALEX RÉGIS/ TRIBUNA DO NORTE

Muitos querem, mas esse foi um privilégio para poucos. Não sei se você sabe, mas as áreas da Via Costeira foram cedidas na década de 80. Não foi pago nem 1 real, nem 1 cruzeiro, nem 1 cruzado, nem 1 cruzado-novo. Empresários receberam a concessão dessas áreas apenas com o compromisso de construir hotéis, bares e restaurantes. Acontece que 8 grandes áreas não foram construídas, e o governo do estado, ano passado, tentou retomar esses terrenos — mas desistiu.

Esse problema ainda está para ser resolvido. O natalense espera, sentado, que seja homologado na justiça um acordo em que quem recebeu as concessões dos terrenos tenha 6 meses para solicitar o licenciamento na Semurb e, após o recebimento do alvará de construção, mais 3 anos para construir.

— A cidade vai esperar até quando para poder usufruir da Via Costeira?

Uma outra questão é sobre o uso da Via Costeira, o que se pode construir na orla. O novo Plano Diretor melhorou essa situação, mas as novas diretrizes para as Áreas Especiais de Interesse Turístico Paisagístico, entre elas a Via Costeira, estão com nossos vereadores para serem regulamentadas. Por que ainda não resolveram?

“Tudo poderá ser construído nessas áreas, é uso misto. Só que na Via Costeira, a única restrição é para equipamentos multifamiliares, ou condomínios residenciais. Vai ser possível construir multipropriedades”, explicou o titular da Semurb, Thiago Mesquita. A ideia é viabilizar empreendimentos pequenos, sejam comerciais, residenciais ou de serviços.

— A Via Costeira equivale a uma área onde poderíamos ter 9 praias. Vou explicar.

A distância do restaurante Tábua de Carne até o Forte dos Reis Magos dá aproximadamente 5 km e engloba 5 praias — Praia do Forte, do Meio, dos Artistas, Miami e Areia Preta. Como a Via Costeira tem aproximadamente 9 km, poderíamos ter umas 9 praias nesse espaço. É muita coisa. Um povo sofrido como o nosso não poderia abrir mão desse presente de Deus. A nossa economia nem se fala. A enorme área sem uso dentro da cidade é absurda. Para você ter uma ideia, a Avenida Afonso Pena tem aproximadamente 2 km. Imagine a quantidade de comércio, serviços e habitação que deixamos de fazer em quase 9 km? Logicamente, com planejamento adequado.

— É justo que essa extensa faixa de praia tenha utilidade hoje para aproximadamente 10 hotéis?

A Via Costeira é admirada por todos, mas usufruída por bem poucos. O pernambucano pode desfrutar tranquilamente, basta se hospedar. O baiano, da mesma forma. O capixaba, idem. O gaúcho e o alagoano, também. Enfim, só quem não pode somos nós — os nativos. Afinal, não vamos nos hospedar nos hotéis em nossa própria cidade.

— O que queremos? Poder utilizar uma orla digna e de todos, como ocorre em Maceió, João Pessoa, Fortaleza ou Recife. Por que não podemos?

A Orla de Boa Viagem, por exemplo, tem quase o mesmo tamanho da Via Costeira e tem tudo. Catorze quadras esportivas, cinco parques infantis, ciclovia, trinta módulos de musculação, jardim com pista de cooper, área de atividades físicas para terceira idade, uma academia e muito mais.

Tá preocupado com o impacto ambiental? Fique tranquilo. O Parque das Dunas tem 1.172 hectares ou 11 milhões e 720 mil metros quadrados — utilizaríamos dessa área gigantesca apenas uma fração mínima. O impacto em nossa qualidade de vida compensaria toda flexibilidade. Sempre devemos pensar na proteção ambiental, mas o Idema tem que pensar no desenvolvimento da cidade e na nossa qualidade de vida, também. Essa desenfreada proibição verde tem seus efeitos colaterais — onde o comércio não dá frutos nem o progresso floresce — só brota o desemprego e o atraso.

— Precisamos de um lugar ao sol.

Como você, meu leitor indignado, não vai conseguir de graça terreno nem no cemitério, que lhe seja permitido ao menos desfrutar da Via Costeira. O povo agradece, a construção civil agradece, a economia e o turismo nem se fala — afinal, teríamos muito mais atrativos também para os turistas.

Já perdemos 40 anos sem poder utilizar a nossa Via Costeira ou melhor, nossas “9 praias” — por enquanto, só nos permitem tomar multas de trânsito nessa orla.

Marcus Aragão
@aragao01

Opinião dos leitores

  1. Parabéns!!!A situação da via Costeira deveria estar na pauta de todos os natalenses,o direito de aproveitar aquele paraíso 👏👏👏👏👏👏

  2. Concordo plenamente com o Sr Marcus, nos estamos muito atrasados mesmo, principalmente nas áreas de laser e turismo os nossos governantes só pensam em seus umbigos, nada que venha nos causar conforto, lazer e crescimento turístico lhes interessa apenas os votos. As eleições vêm aí saibamos nos defende, vamos esquecer as picuinhhas e saber escolher quem tem propostas reais para desenvolvimento de nossa cidade que tão hospitaleira.

  3. Excelente reflexão trás o seu artigo, parabéns. É preciso que a população seja “possuída” pela indignação e mostre a força que tem reinvindicando a “ordem e o progresso”.

  4. Eu e a minha família, já nos hospedamos na Via Costeira. Não existe proibição pro turismo local. Quanto a melhor distribuição do espaço, acredito que se fosse entregue a iniciativa privada, ela de forma associativa, não só construiria melhores hotéis, como certamente melhorariam a segurança na pista de rolamento. Da pra transformar aquilo em uma pequena Las Vegas litorânea, basta que se use o bom senso, em prol do turismo local, nacional e internacional. Mas volto a dizer, não é nenhum absurdo, um natalense ou potiguar, se hospedar nos poucos bons hotéis que ainda restam na Via Costeira. Nós hospedamos no Marsol, no Carnaval de 2023, e foi muito legal. E não foi caro!

    1. Muito bom. Esse tema estava meio esquecido. Parabéns Aragão.

  5. Concordo com o texto. Cadê o Parque da Costeira, equipamento para a população, que nu cá siu do papel?
    E acrescento mais : uma parte mínima daquela área baldia da Av. Eng Roberto Freire seria o suficiente para alargar uma pista em cada sentido da via, fazer um calçadão decente e uma ciclovia digna e segura.
    A cidade precisa se desenvolver, o natalense precisa de uma cidade com qualidade de vida. O impacto ambiental não seria nada perto dos benefícios urbano e para a população.

  6. Com o Estado que temos hoje, empresa sérios não tem coragem de investir no RN. Tivemos décadas de retrocesso administrativo sem obras estruturantes… Estamos 30 anos atrás da mínima evolução satisfatória.
    Dêm condições e segurança jurídica que investimentos virão

  7. Todos os prazos já foram dados e renegociados com os “terreneiros”. Não construíram, então uma canetada resolve. Afinal foram 40 anos, não 40 meses de espera. Está faltando coragem do poder público.

    1. Um dos problemas, é que quase a totalidade dos “terreneiros” fazem parte ou são amigos dos que estão na administração, em qualquer que seja o cargo e, certamente, não abrirão mão dessa vergonhosa posse sem utilização e sem cobrança alguma de que o faça. TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES !

    2. Viva a cidade de João Pessoa que tem uma orla bacana, a única cidade que não tem uma orla bacana é natal, faz vergonha , não um restaurante , não tem onde se caminhar é um pequeno o espaço estreito não temos gestores, esperamos a tempo q melhore.

    3. Parabéns Aragão pela provocação com inteligência. Precisamos URGENTEMENTE de uma política de ocupação de área discutida com a população e rntregue a iniciativa PRIVADA com prazos definidos

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Política

EDITORIAL: ‘São Paulo aponta o caminho das pedras’

Foto: Reprodução

O governo do Estado de São Paulo apresentou as diretrizes de um plano para modernizar a administração pública, expandir investimentos, melhorar a qualidade do gasto público e reduzir as despesas correntes.

São medidas interdependentes. A ampliação dos investimentos se dará por iniciativas de qualificação da infraestrutura e melhoria do ambiente de negócios do Estado, por meio de medidas como a reestruturação das agências reguladoras e parcerias com a iniciativa privada. Para viabilizar investimentos públicos, o decreto prevê vendas de ativos imobiliários, medidas de redução de custeio e de pessoal e revisão de programas de governo e benefícios fiscais.

Por enquanto, são apenas diretrizes. Muito ainda precisará ser detalhado. Cada secretaria precisará elaborar, nos próximos 90 dias, diagnósticos e propostas de otimização dos gastos. Parte das medidas dependerá da aprovação da Assembleia Legislativa. Até por isso o governo evita apresentar uma estimativa total do projeto. Mas só a revisão dos benefícios fiscais concedidos a empresas, hoje na casa de R$ 60 bilhões anuais, pode aumentar a arrecadação em até R$ 20 bilhões por ano.

Não se trata da mera redução do tamanho do Estado ou de simplesmente gastar menos, mas de buscar um Estado eficiente, que gaste bem. Tampouco basta investir, se esse investimento não aumenta a produtividade. Por isso, uma das medidas mais importantes do decreto, com potencial de se transformar em política de Estado, é a implementação de um Sistema de Avaliação da Qualidade do Gasto. O decreto estabelece ainda a criação de um conselho gestor do plano, que revisará mensalmente sua eficácia e poderá propor novas diretrizes e ações.

O plano paulista é praticamente uma foto em negativo do “plano”, por assim dizer, do governo federal para a consolidação fiscal. O governo de São Paulo não esconde esse contraste – ao contrário, enfatiza-o implicitamente já no nome do programa: “São Paulo na Direção Certa”.

De fato, bastou a ministra do Planejamento, Simone Tebet, sugerir medidas no mesmo sentido, como um mecanismo de revisão de gastos ou a desindexação dos benefícios previdenciários do reajuste do salário mínimo, para ser escorraçada pelas bases petistas da malfadada “frente ampla”.

Respondendo à monomania lulopetista por mais gastos, o Ministério da Fazenda foi praticamente reduzido a um “Ministério da Arrecadação”. Mas mesmo esse expediente já começa a fazer água. A cada nova projeção fiscal, fica mais claro que, na composição do Orçamento federal, não só as receitas foram superestimadas e as despesas foram subestimadas, mas os gastos fixos foram criados com base no entusiasmo ou na ilusão de receitas provisórias.

Espaço para aumentar impostos não há. Entre os grandes países emergentes, o Brasil já tem a maior carga tributária. A dívida pública do Brasil também só não é maior que a da Argentina e a do Egito. Pelos critérios de cálculo do FMI, a dívida bruta do setor público brasileiro subiu de 85% do PIB em 2022 para 88% em 2023, enquanto a média dos emergentes é de 68%. A manter essa rota, pelas projeções do FMI a dívida chegará em 2028 a 96% do PIB.

O Brasil conhece esse roteiro. Foi justamente o descontrole fiscal das gestões petistas que precipitou a economia nacional na pior recessão da história moderna. Mas o negacionismo do governo é invencível, e ele ruma obstinado em sua volta ao passado.

Segundo as projeções fiscais da Secretaria do Tesouro, o espaço já marginal para as despesas discricionárias, ou seja, de custeio e investimentos, encolherá aceleradamente até desaparecer em 2030.

Em contraste, São Paulo está mostrando o caminho. É incerto ainda em que medida o governo terá capacidade de articulação para resistir às pressões corporativistas e se terá pulso e habilidade para dirigir a máquina pública nessa direção. O governo ainda precisará detalhar os meios para chegar ao fim desejado – e, como se sabe, o diabo mora nos detalhes. Mas do que se sabe até o momento dessa nova política econômica, São Paulo está, de fato, se orientando na direção certa.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. PERFEITO e vale a pena destacar ” Não se trata da mera redução do tamanho do Estado ou de simplesmente gastar menos, mas de buscar um Estado eficiente, que gaste bem. Tampouco basta investir, se esse investimento não aumenta a produtividade. Por isso, uma das medidas mais importantes do decreto, com potencial de se transformar em política de Estado, é a implementação de um Sistema de Avaliação da Qualidade do Gasto. O decreto estabelece ainda a criação de um conselho gestor do plano, que revisará mensalmente sua eficácia e poderá propor novas diretrizes e ações.”

  2. É proibido falar em controle de gastos no governo do rato, e as especialidades deles é criar e aumentar impostos para ter gastos sem limites , com seus parceiros políticos.

  3. Tarcísio de Freitas é a bala de prata para salvar o Brasil, 2026 é Tarcísio de Freitas presidente ..

    1. Só não podia ser do nine, um ano e meio e só problemas e mentiras, espera aí na tua cadeira suja, ao final de 2026, se chegar lá, tu vai estar embaixo de uma barraca comendo só arroz.

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Geral

PAPO DE FOGÃO RAIZ: Confira as receitas de Coxinha de Siri; e Caldo de Kenga

COXINHA DE SIRI

Ingredientes:
Caldo
200g de Carcaça de peixe
100g de cenoura
100g de cebola branca
20g de gengibre
50g de talo de coentro
Açafrão da terra e sal a gosto
2 colheres de óleo
600ml de água

Modo de preparo:
Corte a cebola, a cenoura, o gengibre e os talos do coentro.
Em uma panela tipo caçarola coloque todos os ingredientes e refogue por 5 minutos.
Adicione a água e deixe cozinhar por 40mim, em seguida peneire o caldo e reserve.

Recheio
500g de siri
50g de cebola
15g de pimenta de cheiro
20g de pimentão verde
20g de pimentão amarelo
20g de pimentão vermelho
Sal, coentro, cebolinha, pimenta do reino
Óleo

Modo de preparo:
Pique todos os ingredientes, menos o siri.
Em uma panela coloque um pouco de óleo e refogue a cebola, os pimentões e a pimenta de cheiro.
Em seguida adicione o siri e refogue por mais uns dois minutos até pegar o sabor, corrija o sal e a pimenta do reino, coloque o cheiro verde, misture e reserve.

Massa
500ml de caldo de peixe
Em torno de 300g de farinha de trigo sem fermento
Sal a gosto

Modo de preparo:
Ferva o caldo de peixe e adicione a farinha aos poucos sempre mexendo até o ponto de napê (desgrudar do fundo da panela).
Em seguida leve para uma bancada e sove a massa até que ela esfrie e fique bem lisa.

Modelagem da coxinha:
Com a massa e o recheio já prontos agora é só modelar no formato desejado e em seguida empanar(farinha de trigo, ovo e panko) e fritar em óleo pré-aquecido a 150°c até a coloração desejada.
Retire da frigideira e coloque sobre um papel toalha e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 20 min
Tempo de cozimento: 50 min

DICA RÁPIDA

CALDO DE KENGA

Ingredientes:
300g de bacon
1 calabresa
1kg de mandioca (macaxeira)
1 pimentão verde
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 cebola
3 alhos
Ervas finas
1 sachê de milho
1kg de filé de frango
1 cheiro verde
1 L de água

Modo de preparo:
Pique a cebola, os pimentões, o alho, o cheiro verde, a calabresa e o bacon.
Cozinhe a macaxeira com 1L de água até ficar bem mole e bata no liquidificador com a água do cozimento, pra ficar um caldo.
Cozinhe o frango com ervas finas e, após cozido, desfie.
Em uma panela coloque o bacon e deixe fritar um pouco.
Quando começar a dourar acrescente a calabresa e deixe dourar.
Coloque a cebola, os pimentões, o alho e refogue bem.
Acrescente o frango, o milho e misture bem.
Acrescente o cheiro verde e misture.
Coloque o caldo de macaxeira, misture e deixe ferver.
Se necessário, acrescente água para não ficar tão grosso.
Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 15 min
Tempo de cozimento: 40 min

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Geral

Governo deve cobrar manutenção de emprego para setores que tiverem crédito contra tarifaço

Foto: Adriano Machado/Reuters

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia cobrar a manutenção de emprego das empresas que tomarem crédito subsidiado pelo Tesouro Nacional para enfrentar os prejuízos da sobretaxa de 50% imposta aos produtos brasileiros pelo governo Donald Trump.

Com essa contrapartida, segundo a proposta em discussão, o empresário que tiver acesso aos empréstimos com os juros mais baratos não poderá demitir, de acordo com um integrante do governo que participa da elaboração do plano de contingência de enfrentamento da guerra comercial com os Estados Unidos.

O pacote também deve conter o chamado diferimento de impostos federais, como é chamada a postergação do pagamento de tributos, para dar alívio de caixa nesse momento inicial de maior dificuldade após a entrada em vigor do tarifaço. A proposta é que o adiamento seja de no máximo de 90 dias para que o seu impacto seja concentrado neste ano. As tarifas entraram em vigor na quarta-feira (6).

As medidas da primeira fase do plano serão levadas a Lula em reunião nesta segunda-feira (11) com o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (Indústria) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para serem anunciadas até terça (12). Os dois são responsáveis pela coordenação dessas medidas. Na agenda oficial do petista, divulgada na noite de domingo (10), consta compromisso à tarde com Alckmin.

Na semana passada, Lula pediu à equipe que apresentassem medidas para uma segunda fase, caso o pacote emergencial não seja suficiente.

O presidente também está preocupado com as taxas de juros que serão oferecidas nas linhas de crédito emergencial e o que o governo pode fazer para enfrentar as tarifas mais altas por um tempo mais prolongado.

A proposta que será entregue prevê as mesmas taxas de juros para todas as empresas. As notas técnicas que embasam as ações já estão prontas.

Segundo um interlocutor de Lula, integrantes da equipe de Haddad têm falado em medidas pontuais para setores e empresas que efetivamente serão afetados pela sobretaxa de Trump.

As linhas de crédito estarão ligadas ao FGO (Fundo de Garantia de Operações), operado pelo Banco do Brasil, e o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), administrado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essas linhas serão disponibilizadas para bancos públicos e privados.

Uma autoridade do governo disse que a taxa deverá ser um pouco mais baixa do que as oferecidas no pacote lançado para socorrer as empresas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Também estão na lista final a ser apresentada ao presidente a antecipação de benefícios tributários para as empresas, como o ressarcimento de crédito de PIS e Cofins, e a possibilidade de flexibilização de prazos de banco de horas e antecipação de férias coletivas.

O pacote também vai prever compras públicas por parte do governo. Para isso, são citados o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e seriam priorizados os setores de pescados e os produtores de frutas. O governo federal vai bancar essas compras, por exemplo, para as escolas.

Um aliado de Lula diz que também está entre as possibilidades discutidas pelo governo o uso de recursos do Fundo Social para socorrer produtores afetados pela sobretaxa.

Nos bastidores, petistas têm manifestado desconfiança em relação aos empresários, alegando que, mesmo beneficiados pelas medidas do Executivo, um grupo deles tem apoiado bolsonaristas que trabalharam pelo tarifaço e estão agora estimulando novas sanções contra o país.

Há uma preocupação também dos petistas para que o crédito subsidiado seja primordialmente focado nas empresas menores, não nos grandes exportadores, que têm acesso a financiamento com taxas menores pelo seu tamanho.

No fim de semana, integrantes do governo buscaram afastar rumores de que esteja havendo divergências no Executivo sobre as medidas do pacote e insatisfação do presidente em relação às taxas de juros do crédito.

De acordo com um ministro e dois outros auxiliares do presidente, Lula também tem aproveitado essas discussões para cobrar de sua equipe medidas para que os valores das taxas de juros dos empréstimos consignados para trabalhadores sejam reduzidas.

No sábado (9), o vice-presidente confirmou que o pacote sai nesta segunda ou na terça (12), mas insistiu que a prioridade é não retaliar e procurar ampliar o número de setores sejam excluídos do tarifaço. Ele aproveitou para criticar a rebelião no Congresso que impediu os trabalhos legislativos em ação de bolsonaristas que criticaram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e têm defendido as ameaças de Trump.

“Eu vejo como inadmissível. O Parlamento é a casa de todos. O Executivo é de quem ganhou a eleição. O Legislativo é de todos. Participa quem ganhou, quem perdeu. É o pulmão da democracia. Não tem sentido se você não gostou de uma decisão que, aliás, é do Judiciário, impedir a casa de funcionar.”

Folha de S.Paulo

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Geral

Sindicato de irmão de Lula fez lobby por desconto até no Bolsa Família

Foto: Ricardo Stuckert

Investigado por suspeita de fraude na farra dos descontos indevidos sobre aposentadorias, revelada pelo Metrópoles, o Sindicato Nacional de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), que tem um irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como dirigente, fez lobby no início do governo petista para flexibilizar as regras e ampliar a possibilidade de cobrança de mensalidade feita diretamente no contracheque pago pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

O Metrópoles teve acesso a um ofício assinado pelo então presidente do Sindnapi, João Batista Inocentini, em 30 de janeiro de 2023, no qual ele fez uma série de reivindicações ao então ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), que havia acabado de assumir o cargo no início do governo Lula e pediu demissão em maio deste ano, após a operação da Polícia Federal (PF) contra o esquema bilionário de fraudes contra aposentados.

Uma das demandas era para o sindicato receber autorização para descontar mensalidades de beneficiários do programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), para idosos e pessoas com deficiência. Ambos são pagos pelo INSS. Diferentemente dos aposentados, quem recebe os programas assistenciais não podem ter descontos de mensalidade associativa na folha de pagamento. Apesar do pleito, essa autorização não prosperou.

Ofício do Sindnapi ao ministro Carlos LupiOfício do Sindnapi ao ministro Carlos Lupi pede descontos em benefícios de Assistência Social

Autor do ofício, Inocentini morreu em agosto de 2023. A entidade agora é chefiada por Milton Cavalo e, desde 2008, tem Frei Chico (foto em destaque), irmão do presidente Lula, entre os filiados. Ele assumiu como vice-presidente do Sindnapi em 2024. A entidade afirma que os pleitos no primeiro mês do novo governo não têm relação com o aumento dos descontos de mensalidade associativa, que chegaram ao auge nos dois primeiros anos da gestão petista, após o pleito feito a Carlos Lupi.

“É natural que as lideranças procurem o novo governo para fazer as articulações de suas pautas”, diz o Sindnapi, em nota.

Investigação contra o Sindnapi

  • Ligado à Força Sindical, o Sindnapi é investigado pela Polícia Federal (PF) no escândalo da farra de descontos do INSS, revelado pelo Metrópoles.
  • O inquérito serviu de base para a Operação Sem Desconto, deflagrada no último dia 23 de abril e que culminou na demissão do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto e do ex-ministro Carlos Lupi.
  • A entidade tem autorização para descontos associativos há mais de 10 anos. Entre 2021 e 2023, auge da farra dos descontos, o número de cerca de 170 mil filiados saltou para 420 mil associados.
  • No mesmo período, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), o faturamento do sindicato foi de R$ 41 milhões para R$ 149 milhões.
  • O Sindnapi, porém, não foi incluído na investigação aberta pelo INSS, assumida pela Controladoria-Geral da União (CGU) e que motivou ação da Advocacia-Geral da União (AGU) contra entidades que já eram alvo da PF.
  • O INSS afirma que a ação mirou associações com indícios de pagamento de propina ou “tidas como fantasmas e que não tinham condições mínimas para sua existência”, o que não é o caso do Sindnapi.

Renovação automática e desbloqueio de benefícios

No ofício encaminhado ao ex-ministro, o Sindnapi também pede que as filiações de aposentados, que na época eram válidas por cinco anos, fossem renovadas automaticamente, “sem a necessidade de novas assinaturas” e com “prazo indeterminado”.

Questionado sobre a reivindicação, o sindicato disse que era uma pauta geral das associações de aposentados.

“Pedir a renovação automática dos acordos com o INSS está dentro de uma lógica que já vinha sendo operada e não era só nossa pauta, mas de todos que tinham ACT (Acordos de Cooperação Técnica, que permitiam os descontos mensais nas aposentadorias)”, afirma a entidade.

O Sindnapi ainda queria que as entidades com acordo firmado pudessem, pelo aplicativo INSS Digital, fazer todos os serviços prestados pela autarquia e ser remunerado por esses serviços.

Outra demanda da entidade era pelo fim do bloqueio de benefícios concedidos a partir de 2019, sob a alegação de que os aposentados tinham dificuldades em desbloquear as mensalidades associativas.

“A partir de 2019, os benefícios nascem bloqueados para desconto de mensalidade associativa, dependendo de que o beneficiário ligue para o INSS ou utilize o aplicativo para desbloquear. Ocorre que nenhum desses canais funciona e tem gerado grande transtorno aos segurados e às entidades.”

A entidade afirmou que apresentou a demanda porque “o sistema utilizado pelo INSS para que o aposentado pudesse desbloquear o desconto associativo em sua folha de pagamento vinha apresentando problemas que não eram solucionados pelo instituto”.

Opinião dos leitores

  1. “Missão dada é Missão cumprida” alguém tem dúvida que vão dar um jeito nisso, quem sabe talvez, o demiurgo coloque a culpa em dona Marisa.

  2. Mas a turma canhota insiste em tentar colar no Bozo. O Bozo iria ajudar o irmão do Lula. Que loucura!

  3. Só bandidos. Só lembro de um sindicato aqui de nosso estado, SINDPETRORN, a muitos anos atrás, quando um “dirigente” foi indagado sobre gastos sem notas fiscais no valor de mais de trezentos mil reais, disse que o gasto era com “outros” e perguntaram “o que é outros?” Ele disse, ” outros são outros” . Esses bandidos já atuam de longas datas.

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Cidades

DETRAN-RN aumenta valor da vistoria veicular em quase 40%

Foto: Divulgação

O Departamento Estadual de Trânsito no Rio Grande do Norte (Detran/RN) reajustou o preço da taxa de vistoria veicular em quase 40%. A taxa que custava R$ 80,00,  passou para R$ 110,00, segundo portaria publicada pelo órgão. O DETRAN-RN realiza vistoria em veículos, de forma obrigatória, nas situações de compra, venda, transferência ou alteração no automóvel, como um tipo de serviço terceirizado. Toda vez que você vai vender um veículo, é preciso fazer essa vistoria para poder transferir a outra pessoa.

Segundo Portaria Detran-RN nº 554/2022, publicada em 10 de junho de 2022, o CONTRAN editou a Resolução nº 941 de 28 de março de 2022 e suas alterações, estabelecendo procedimentos para o exercício da atividade de vistoria de identificação veicular, permitindo que seja realizada diretamente pelos órgãos e entidades executivos de trânsito, através de servidores públicos especialmente designados e/ou ainda por pessoa jurídica de direito público ou privado, por eles habilitada.

A RENAVIN, empresa que era responsável por realizar vistoria veicular para o DETRAN/RN, credenciada em 2018, havia retomado os serviços por meio de decisão judicial em julho de 2019, mas voltou a ter seu contrato suspenso em medida administrativa que está sendo questionada através de medida judicial. Para o empresário Alex Garcia, a interrupção do serviço traz prejuízos aos cidadãos potiguares: “Não é somente culpa do Detran, são muitos veículos e eles não têm estrutura para atender. Nossa empresa está preparada para ajudar. Somos a única empresa no Brasil que utiliza Inteligência Artificial para validar os dados da vistoria. Foram mais de 3.000 veículos reprovados por nosso sistema que decide se a vistoria é ou não aprovada, e agora o DETRAN-RN, estranhamente, abriu outra portaria retirando a obrigatoriedade da tecnologia mais segura e ainda aumentou o preço. Temos um contrato com o Detran que precisa ser respeitado e cumprido, e vamos lutar por isso em respeito aos usuários e também aos mais de 120 funcionários da empresa RENAVIN que estão sem seus empregos”, lamentou o empresário.

A RENAVIN fazia esse tipo de trabalho com tecnologia que garante mais segurança para evitar clonagem, falhas e adulterações, usando tecnologia de leitura espectral de imagens de chassi e motor (com inteligência artificial), para cruzar dados que evitam fraudes. Porém, o Detran suspendeu esse serviço, que custava, no mês de março de 2022, R$ 80,00, e agora está colocando empresas que não tem essa mesma tecnologia, ou seja, está regredindo nos serviços, e cobrando mais por isso: reajustou para R$ 110,00. Desse valor, o Detran-RN fica com 30% e o restante com essas novas empresas. Pelo o que consta na nova portaria em vigor, o órgão não se responsabilizará por quaisquer danos e/ou prejuízos causados a terceiros, em consequência das atividades objeto do Credenciamento. “O Detran-RN deixou de ter um serviço mais barato com tecnologia mais moderna que atendia melhor o processo de vistoria, para contratar empresas que cobram mais caro, sem dar tanta segurança aos usuários”, lamenta Garcia.

O empresário Alex Garcia expõe ainda que, em meados do início de 2018, a empresa RENAVIN, acompanhada pelos peritos da DEPROV – Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de veículos, testou o sistema SCANVIN na sede do DETRAN-RN, pelo período de 15 dias. Naquela ocasião, foram apreendidos 3 veículos adulterados e detectados pela tecnologia, que teria sido aprovado e passado “despercebido” pelo vistoriador. “O SCANVIN acaba com as falhas e possíveis erros na hora de coletar as imagens dos itens de segurança a serem validados em conformidade com as resoluções do CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito”, garante Garcia.

Outros estados reajustaram em 11%, 12%, mas o Rio Grande do Norte teve um dos maiores reajustes no Nordeste, de R$ 80,00 para R$ 110,00, quase 40%. O custo varia em cada estado. Na Paraíba, por exemplo, a vistoria veicular de carro está em R$ 92,50. Em Pernambuco, a média da taxa é de R$ 81,88. No Ceará, é em torno de R$ 103,00. Na Bahia, o valor aumenta para R$ 124,93, no caso de vistoria (transferência de propriedade) para veículo de 4 rodas.

SCANVIN – Um futuro promissor para a vistoria veicular

Hoje a empresa Renavin já detém a tecnologia do SCANVIN que possibilita poderá descentralizar e desburocratizar de vez o trabalho com o desenvolvimento e uso de um aplicativo capaz de realizar todo o processo de licenciamento através do smartphone do usuário, mas com toda segurança, confiança, facilidade e diminuindo ainda mais os custos da operação para o cidadão.

Opinião dos leitores

  1. Todo fim de Mandato tem uma manobra dessa e o MP nao ver isso ! Tudo ardumadinho para deixar o preá para uns gulosos

  2. Entra governo, sai governo e o contribuinte não sabe a onde vai parar o dinheiro da arrecadação desse Detran RN.
    Pra recuperar estradas não é!
    Pra onde danado vai essa fortuna??
    Ninguém fala.
    Alô, Deputados.
    Alô MP.
    Soltem uma notinha aí!!
    Bota aqui no BG pra nós tomarmos conhecimento.

  3. O DETRAN RN já faz há algum tempo o uso do Celular como meio de capturas de imagem dos elementos que passam em vistoria veicular , e como isso todo o processo de vistoria é digital inclusive a auditoria e emissão de documentos que tenha relação com a vistoria.
    Tudo igualzinho aos processos feitos pelas terceirizadas.

  4. Essa turma PTralha gosta de meter a mão no bolso do contribuinte, ainda falam que o socialismo falido e enterrado em quase todo o planalto é a solução. Pelos PTralhas governistas, o povo tem que se locomovera-me de Jegue ou bicicleta.

  5. Aplausos para a governadora FÁTIMA, a Petista que defende os pobres. Acorda gente, LULA nem ganhou ainda, e ela já está mostrando o que vai fazer no seu segundo mandato. TOMARA QUE FÁTIMA E LULA, E BOTE BEM NA GOIABINHA DESSE POVO MALUCO. PRA MIM LUGAR DE CORRUPTO É NA CADEIA E NAO NA PRESIDÊNCIA.

  6. Já temos os combustíveis mais caros do Nordeste, agora a vistoria veicular.
    Eita Fátima Bezerra pra lascar os pobres.

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Geral

Cármen Lúcia destrava ação que pode derrubar candidatura de Pablo Marçal no TSE

Foto: Maria Isabel Oliveira/O Globo

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, destravou uma ação que pode provocar um “efeito dominó” no PRTB e implodir a candidatura de Pablo Marçal à prefeitura de São Paulo. O caso estava parado havia 20 dias no gabinete da ministra.

A ação, assinada por três ex-ministros do TSE – Sérgio Banhos, Carlos Eduardo Caputo Bastos e Carlos Horbach – é movida pela administradora de empresas Aldineia Fidelix, viúva de Levy Fidelix. O ex-marido dela, morto em 2021, disputou duas vezes a presidência da República e se notabilizou pela defesa do aerotrem e por declarações de cunho homofóbico.

Na ação, Aldineia alega que o atual presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, desrespeitou um acordo que havia sido acertado em fevereiro deste ano para pacificar o partido, como lhe conceder a vice-presidência nacional da agremiação, seis cargos na comissão executiva nacional e outros 20 cargos do diretório nacional, além de lhe garantir o comando político dos diretórios em cinco Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Roraima e Rio Grande do Norte.

Como na época o PRTB vivia uma guerra interna, com trocas de acusações e disputa de poder, o então presidente do TSE, Alexandre de Moraes, designou um interventor para a legenda, que teve a responsabilidade de convocar uma nova eleição para a definição de presidente, diretório nacional, comissão executiva e delegados do partido. O indicado para organizar o processo foi o ex-secretário-geral do TSE Luciano Fuck, próximo do ministro Gilmar Mendes.

Embora não seja mencionado na ação da viúva de Levy Fidelix, Marçal será diretamente afetado caso ela ganhe o processo, já que foi uma comissão provisória do PRTB em São Paulo alinhada a Avalanche que chancelou em agosto deste ano a candidatura do coach.

Aldineia alega que, pelo acordo entre eles, ela é quem deveria ter comandado o diretório do partido em São Paulo nesse período. Por isso, ela pede a anulação dos atos de Avalanche que desrespeitaram o acordo, o que implodiria a comissão provisória que validou a candidatura de Marçal.

No último dia 2, no entanto, a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, negou o pedido de medida liminar, afirmando não ter identificado ter “havido incorporação do acordo à ata da convenção” do PRTB de fevereiro.

Aldineia recorreu da decisão, mas o caso seguia parado no gabinete da presidente do TSE. Após Cármen ser questionada pela equipe da coluna na última sexta-feira, o TSE publicou decisão em que a ministra determina que Avalanche se manifeste em um prazo de três dias sobre o recurso da viúva de Levy Fidelix.

Cármen também solicitou um parecer do Ministério Público Eleitoral sobre o caso, dando andamento ao processo.

Aldineia alega ao TSE que o acordo firmado com Avalanche, assinado à mão pelo pelo adversário, tem sido sistematicamente desrespeitado pelo dirigente partidário, acusado agir “ao arrepio do Estatuto partidário”, com “grave violação à democracia interna do partido, à soberania de suas convenções, à segurança jurídica, à boa-fé objetiva e à proteção à confiança legítima”.

“Não bastasse, o Sr. Leonardo Alves de Araújo não só está descumprindo o acordo como também tem deliberado sobre o processo eleitoral de 2024 como se fosse ‘dono’ do partido, fazendo acordos e indicando candidatos ao arrepio das normas estatutárias”, afirma.

A viúva de Levy Fidelix argumenta que o processo de escolha de candidatos em um partido político “é crucial para a representatividade e o fortalecimento democrático como um todo”, “seja sob a perspectiva interna do partido, seja à luz das candidaturas submetidas ao crivo dos eleitores”, o que exige um “rigoroso cumprimento das orientações estabelecidas na Convenção Nacional e no Estatuto”.

Desde o início do mês, o registro de candidatura do coach já foi alvo de três impugnações na Justiça Eleitoral, que alegam que ele não respeitou o estatuto do seu próprio partido, que exige no mínimo seis meses de filiação para poder confirmar um candidato em convenção partidária.

No caso de Marçal, ele se filiou ao PRTB em 5 de abril deste ano – e teve o seu nome confirmado como o candidato à prefeitura de São Paulo em convenção realizada em 4 de agosto, ou seja, apenas quatro meses depois.

O registro também é contestado na Justiça Eleitoral pelo PSB, partido da deputada federal e também candidata à prefeitura Tabata Amaral – e por outros dois integrantes do próprio PRTB, o que expõe as fissuras internas da legenda com o coach: o secretário-geral do partido, Marcos André de Andrade; e uma empresária de Bragança Paulista, Lilian Costa Farias, também filiada à sigla de Marçal.

Já o PSB e o Ministério Público Eleitoral entraram com ações na Justiça Eleitoral para que Marçal seja investigado por abuso de poder econômico, tenha o registro cassado e seja declarado inelegível por pagar seguidores por divulgar corte de vídeos nas redes.

Malu Gaspar – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Pra cima dos profissionais Marçal.
    Bota pra pra eles Gemerem.
    Vamos Pra dentro sem dó.
    Vamos Ganhar no primeiro turno, vamos varrer esses comunistas esquerdistas todos do Brasil.
    Chama!!!
    Bota furando!
    Meu lord.!
    A Direita está com vc.

  2. NADA DE NOVO NO FRONT: “O mundo e tudo dentro dele não funcionam ao acaso, mas de acordo com leis imutáveis de causa e efeito. Tudo que já aconteceu ou que irá acontecer é efeito lógico e inevitável de algo que o precedeu. Também é a causa lógica de algo que irá se seguir”

    CARNEGIE, Dale.

  3. Comigo, Marçal vc fica rico em 1 mês. Venda uma casa compre dois consórcios , depois venda e compre mais 3 casas, faça isso dez vezes e vc terá de 30 casas, alugue e com dinheiro do aluguel compre mais 20 casas e vc terá o aluguel de 50 casas a 2 mil, que vai gerar 100 mil por mês. Com esse dinheiro vc compra mais 5 consórcios e começa tudo de novo e com dinheiro que não acaba mais.

  4. Comigo, Marçal vc fica rico em 1 mês. Venda uma casa compre dois consórcios , depois venda e compre mais 3 casas, faça isso dez vezes e vc terá de 30 casas, alugue e com dinheiro do aluguel compre mais 20 casas e vc terá o aluguel de 50 casas a 2 mil, que vai gerar 100 mil por mês. Com esse dinheiro vc compra mais 5 consórcios e começa tudo de novo e com dinheiro que não acaba mais.

    1. Medinho é? Vão se os anéis e ficam os dedos kkkkkkk, te cuida papagaio, a merda saiu foi de caetes/PE e vc deve estar com coceira no rabo kkkk.

    2. A esquerda bandida, só ganha dessa forma: no tapetão e com a ajuda dos amigos… Se for contar com o pleito sendo conduzido de forma correta, não ganha uma… Mas onde já se viu bandido agir corretamente?

    3. Pergunto a vocês que tem corrupto de estimação. Já viu a justiça causar e deixar inelegível algum político de esquerda?

    4. A máquina em movimento, na venezuela ela emperrou como toda máquina enferrujada.

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Geral

Suspensão do X por Alexandre de Moraes repercute na imprensa internacional; veja

Imagem: reprodução

Após a ordem de suspensão da rede social X (antigo Twitter) no Brasil na tarde desta sexta-feira, 30, o assunto repercutiu na imprensa internacional e estampou os principais portais de notícias do mundo, como o New York Times e The Washington Post, nos Estados Unidos; El País, The Guardian, BBC e Le Monde, na Europa; e nos periódicos latino-americanos, como La Nación, Clarín e El Tiempo. Dois dos maiores jornais econômicos do mundo, Financial Times e Wall Street Journal também repercutiram o caso.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi publicada após o empresário Elon Musk, dono da plataforma, se recusar a nomear um representante para responder pela empresa no Brasil. O pedido tinha 24 horas para ser cumprido, e foi feito depois do escritório da rede social ser fechado no País.

Na imprensa internacional, o caso é tratado como mais um capítulo da “disputa” entre Moraes e Musk. Em várias das reportagens, uma chamada “guerra contra a desinformação” no País, travada pelo ministro, também é mencionada. A maioria das matérias descreve a sucessão de embates entre o juiz e o bilionário, e apontam ações de Musk em outros países, e a troca de farpas pública protagonizada no próprio X.

The New York Times (Estados Unidos)

Um dos principais jornais dos Estados Unidos, o NYT informou que a rede social começou a ser desativada no País após uma “escalada da briga” entre Musk e Moraes, sobre “o que pode ser dito online”. O periódico citou que esse momento representa a “maior prova até agora” colocada ao bilionário, que tenta transformar a plataforma em “uma praça digital, onde quase tudo é permitido”.

O jornal mencionou ainda que a plataforma tem sido usada por Musk como arma política, citando exemplos em que o dono da X usou seu perfil, com 200 milhões de seguidores, elogiando Donald Trump e outros líderes da direita que admira, e provocando os que se opõe, citando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como exemplo.

The Washington Post (Estados Unidos)

O The Washington Post narrou o episódio como o resultado de “uma escalada dramática de uma disputa de meses”, em que o que se está discutindo são os limites da liberdade de expressão “em uma era dominada pela polarização e desinformação”.

Wall Street Journal (Estados Unidos)

O jornal traz no título que a proibição da plataforma no País “criminaliza o acesso de milhões” de pessoas ao aplicativo. O texto também traz o contraponto sobre o apoio da população à decisão de Moraes, afirmando que “grandes camadas da direita política do Brasil ficaram do lado de Musk”, enquanto acusam “a Suprema Corte e o governo de esquerda do País de tentar silenciar os conservadores antes das eleições de outubro”.

The Guardian (Reino Unido)

O jornal britânico, ao informar sobre a suspensão, também contextualiza o embate entre o milionário e o ministro, que se estende desde abril deste ano, citando a decisão de Moraes em suspender dezenas de contas por supostamente espalharem desinformação – o que Musk classifica como “censura”.

BBC (Reino Unido)

Também britânica, a BBC afirmou que a plataforma foi suspensa no Brasil após “disputa de desinformação”. O texto também relembra de outras vezes em que empresas de mídia sofreram sanções legais no País, após plataformas se recusarem a cooperar com a Justiça brasileira – como o Telegram, no ano passado, e o Whatsapp, em 2015 e em 2016.

Financial Times (Reino Unido)

Outro dos principais periódicos econômicos do mundo, o Financial Times afirmou que “a proibição do X colocaria o Brasil entre um grupo de nações autocráticas, como a Coreia do Norte e a Venezuela, que também proíbem a plataforma”. O jornal também escreveu que Moraes, embora lidere uma “repressão judicial contra a desinformação no Brasil”, também é “uma figura controversa que divide opiniões” no País.

“Seus apoiadores dizem que ele ajudou a garantir a democracia diante dos ataques à confiabilidade das urnas eletrônicas do País pelo ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. No entanto, os seguidores de direita de Bolsonaro alegam que o juiz restringiu a liberdade de expressão e mirou injustamente nos conservadores”, diz.

Le Monde (França)

Le Monde chamou a suspensão da rede social de “um novo episódio na batalha entre a justiça brasileira e a rede social de Elon Musk”. O jornal francês contextualizou o impasse de meses entre os dois, e classificou a ordem de Moraes de bloquear perfis de pessoas influentes nos “movimentos ultraconservadores brasileiros” como feitas “em nome da luta contra a desinformação”.

El País (Espanha)

Um dos principais jornais da Espanha, o El País afirmou que Moraes mantêm uma briga intensa com o bilionário, sobre “os limites da liberdade de expressão e como combater a desinformação”. O jornal ainda menciona que Moraes é visto como “um símbolo da defesa da democracia” e que ele é o juiz “mais famoso e poderosos do Brasil”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Me lembro como hoje uma discussão com um familiar que defendiam em 2018 a remoção de “fake news”, apoiando o silenciamento. Onde eu questionava, se formos por esse caminho quem determina o que é “fake news”? A bolsa de pandora foi aberta naquele ano e muitos dormentes entenderam o que estava acontecendo pelo caminho, mas muitos idiotas teimam até hoje em entender. Pois bem, nos juntamos a Coréia do Norte, Irã, China e outros. Parabéns aos envolvidos.

  2. Eu nem me importo!
    Quem for podre que se tore.
    Agora, que a decisão é um atrazo pro país, isso não tenho a menor duvidas.
    É o Brasil diminuindo, apequenando, virando nanico, voltando a os anos 90.

  3. Espero que a impressa internacional explique o verdadeiro motivo pelo qual Alexandre de Morais mandou suspender o X. Que escutem as duas versões.

  4. O Brasil no desgoverno do amor, agora entrou para um seleto time dos países que vivem ditaduras, parabéns aos idiotas úteis envolvidos.

    1. Você pode ser multado ou preso por espalhar fake news.
      Cuidado!
      De repente, alguém pode se incomodar e denunciá-lo ao STF e você fazer parte do inquérito que apura desinformação na mídia digital.

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Brasil

Comitiva de Janja e ministro em Roma tem 12 membros e já custou ao menos R$ 140 mil; veja quem foi

Foto: Taba Benedicto/ Estadão

A comitiva que acompanha a primeira-dama Janja Lula da Silva, e o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Wellington Dias (PT), em Roma, é formada por pelo menos 12 pessoas. A viagem do grupo já consumiu ao menos R$ 140 mil – o valor vai ser maior, pois ainda não estão disponíveis os valores de diárias pagas a Janja, e nem os gastos com passagens dos outros viajantes, à exceção das duas integrantes do Ministério da Fazenda.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as duas servidoras da pasta que estão em Roma têm cargos na estrutura do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), entidade que promove o evento do qual Janja e Wellington Dias participam. “Assim, trata-se de viagem de rotina no âmbito das atividades da Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda”, disse a pasta. O Ministério do Desenvolvimento Social disse que prestaria informações posteriormente, e a Presidência da República não respondeu.

Além de Wellington Dias e Janja, o grupo é composto pela secretária de Assuntos Internacionais da Fazenda, Tatiana Rosito; uma servidora da Fazenda; três assessores do MDS e quatro nomes da Presidência da República – três dos quais são integrantes do “gabinete informal” de Janja, revelado pelo Estadão. O pagamento mais elevado foi o recebido pela servidora Raquel Porto Mendes Ribeiro, do Ministério da Fazenda: R$ 17.821,85. Ao todo, ela recebeu oito diárias, para participar de vários eventos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Um deles foi a reunião do Conselho de Governadores do FIDA, na qual Wellington Dias e Janja discursaram.

Assessores de Wellington Dias também receberam diárias. O assessor de imprensa Allisson Bacelar, o assessor internacional Renato Domith Godinho e a gerente de projetos Roberta Aline e Silva Sousa receberam R$ 13,9 mil em diárias, cada um. Da parte de Janja, integram o grupo a assessora de imprensa, Taynara Pretto; o ajudante de ordens Edson Antônio Moura Pinto; o fotógrafo Cláudio Adão dos Santos Souza, o Edinho; e a assessora Julia Camilo Fernandes Silva. Cada um deles recebeu R$ 6.033,63 em diárias. Também está em Roma o assessor-chefe Adjunto da Presidência, Audo Araújo Faleiro. Ele recebeu R$ 10.710,03 em diárias.

Em Roma, Janja e Wellington Dias participaram da reunião do Conselho Interino de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, entidade internacional lançada pelo Brasil durante a reunião do G20 no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. Além disso, o grupo também esteve na cerimônia de abertura da 48ª Sessão do Conselho de Governança do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA); e em reuniões bilaterais. Janja se encontrou ainda com o Papa Francisco.

Na reunião deste ano do Conselho de Governadores do FIDA, as autoridades presentes discutiram formas de implementar os compromissos da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, grupo multilateral lançado na reunião do G20 no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. “Não se trata de fazer o trabalho por esses Estados (que sofrem com a fome), mas sim de dar a eles as condições mínimas, financiamento e conhecimento, para que possam cuidar de suas populações com seus próprios meios. É muito mais barato”, disse Wellington Dias durante o encontro.

Janja também discursou na reunião. Como não tem cargo oficial no governo, ela esteve na viagem a convite de Wellington Dias. “Precisamos de esforços coordenados e concretos, com uma abordagem multidisciplinar que considere a diversidade interna e externa aos países. Com governos, instituições financeiras e de conhecimento, e organizações da sociedade civil trabalhando em parceria para multiplicar os impactos dos recursos que diminuem a cada dia”, disse ela.

Nesta quarta-feira (12), Janja reuniu-se com o Papa Francisco no Vaticano, cidade-estado pertencente à Igreja Católica e localizada no centro de Roma. “A gente começou o dia abençoada, encontrando o Papa Francisco. Estou muito emocionada, toda vez que encontro com ele é uma grande emoção. Hoje, tivemos uma conversa breve e aproveitei para agradecer pelas orações pela saúde do meu marido, que, graças a Deus, está plenamente restabelecido. O Papa perguntou muito sobre isso”, disse a primeira-dama a respeito do encontro com o ocupante do trono de São Pedro.

Como mostrou o Estadão em janeiro, o “gabinete informal” de Janja tem pelo menos 12 integrantes, e já gastou ao menos R$ 1,2 milhão em viagens desde o começo do terceiro mandato de Lula. Desde a publicação da reportagem, o grupo já sofreu mudanças, como a saída da ex-chefe da Secretaria de Estratégia e Redes da Secretaria de Comunicação da Presidência (Seres), Brunna Rosa Alfaia.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Eita!
    Agora a Rosângela bota o povo brasileiro pra comer picanha.
    Deve vir com o avião cheio lotado de euro.
    Ima Viagem dessa é muito proveitosa.
    Ajuda de mais a entrar o grosso.
    Parabéns d. Janja que viagem boa pro povo brasileiro.
    Rsrs.
    É brincadeira!

  2. Que vergonha. O país falido por conta deste governo irresponsável e a “1ª dama” e comitiva gastando o nosso dinheiro. Governo incompetente!!!

  3. Eu prefiro a comitiva dos bolsonaro que gastaram milhões pra ficar no puxadinho da posse de Trump

    1. EUA é o maior parceiro comercial do BR nas Américas… janja foi fazer o que na Europa mesmo?

    2. 👉por enquanto, não há registros de compra de passagens, hospedagem ou outros gastos no exterior com cota parlamentar ou viagem em missão oficial em nome de nenhum dos parlamentares que viajaram aos EUA na ocasião. Fonte Estadão. Quando você tiver as provas você fala, mané fodid….💩💩

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Brasil

União banca R$ 46 bilhões em dívidas não pagas por estados e só recupera 11%

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Tesouro Nacional desembolsou nos últimos anos R$ 46,8 bilhões por ser garantidor de dívidas que governos estaduais deixaram de pagar a bancos, instituições financeiras e organismos multilaterais. Desse valor, só R$ 5,3 bilhões foram recuperados pela União —ou 11% do total.

Os números se referem ao período entre 2016 e 2022 (série histórica do Tesouro) e devem aumentar ainda mais nos próximos meses após decisões favoráveis aos estados concedidas pelo STF (Supremo Tribunal Federal), autorizando governadores a suspenderem o pagamento de dívidas com credores.

Decisões judiciais têm blindado os cofres dos estados contra ressarcimentos ao Tesouro, embora os contratos de empréstimos autorizem a União a buscar a devolução dos recursos em caso de inadimplência.

A consequência para o governo federal é o aumento da dívida pública, uma vez que o país precisa emitir mais títulos para honrar os compromissos e evitar a declaração de um calote, o que arranharia a reputação do Brasil como um todo.

Sem considerar o efeito da inflação ou os juros pagos sobre essa dívida, o valor não recuperado equivale a cerca de 0,6 ponto percentual da dívida bruta do país, que encerrou o mês de maio em 78,2% do PIB (Produto Interno Bruto).

Ao pedir a suspensão de pagamentos, os estados costumam alegar dificuldades financeiras. A União, por sua vez, é obrigada a quitar as prestações porque é garantidora desses contratos. É um papel semelhante ao de um fiador no contrato de locação de imóvel, que fica responsável pela quitação de dívidas caso o inquilino deixe de honrar seus compromissos.

As liminares que suspendem o pagamento de dívidas de estados com outras instituições são apenas mais um capítulo de um histórico de batalhas judiciais entre governos estaduais e a União.

A mais recente delas envolve a fixação de um limite para a cobrança de ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, transporte e telecomunicações, medida aprovada pelo Congresso Nacional neste ano em meio à queda de braço entre os governadores e o presidente Jair Bolsonaro (PL).

O STF busca intermediar um acordo após ser acionado pelos governadores, para quem as perdas podem chegar a R$ 92 bilhões. Já a União alega que os estados estão com os cofres abastecidos, diante do crescimento geral da arrecadação, e podem reduzir impostos.

Enquanto não se chega a um denominador comum, a Corte já decidiu em favor de alguns estados, permitindo que eles suspendam o pagamento de parcelas da dívida com a União para compensar suas perdas de arrecadação.

No caso dos compromissos com bancos e outras instituições, os atrasos começaram em 2016, e os estados conseguiram as primeiras liminares em 2017, no auge da crise que os obrigou a parcelar salários de servidores e atrasar repasses a fornecedores.

Anos depois, alguns governos estaduais conseguiram renegociar os passivos ao ingressar no RRF (Regime de Recuperação Fiscal), programa de socorro desenhado para ajudar estados muito endividados em troca de ajuste nas contas. Mesmo assim, o dinheiro só será recuperado gradualmente, conforme cronograma acertado com o governo federal.

Segundo o Tesouro Nacional, em 100% dos casos em que não houve recuperação dos valores honrados pelo governo federal, as razões foram impedimentos judiciais.

“O aumento de honras de garantia sem a correspondente recuperação das contragarantias tem como efeito final o aumento da dívida pública federal, uma vez que essas despesas são pagas com recursos de emissão de dívida”, diz o órgão em nota.

O Tesouro afirma ainda que não é possível estimar quanto já foi pago em juros da dívida pública devido ao acionamento dessas garantias. “Contudo, verifica-se que a inadimplência de alguns entes tem o reflexo de aumentar as despesas financeiras do governo federal, onerando a sociedade como um todo.”

Parte das dívidas não pagas pelos estados foram contratadas entre 2012 e 2014, período em que o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) facilitou o endividamento dos estados para turbinar obras de infraestrutura.

O problema é que não houve um aumento real dos investimentos, apenas uma substituição das receitas que os bancavam. Ao usar os empréstimos, os estados passaram a ter mais espaço no orçamento para conceder aumentos salariais a servidores —um tipo de despesa difícil de ser revertida em momentos de crise.

De lá para cá, o sistema de garantias foi reformulado pelo Tesouro para dificultar o endividamento de estados que já estão com a saúde financeira comprometida. Uma das regras prevê que apenas aqueles com nota A ou B (em uma escala até D) estão aptos a receber aval federal. Antes, era possível conceder garantia a qualquer um, por meio de uma autorização especial.

Com informações de FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Campanha mau começou e já temos dados impressionantes de como essa ‘GANG’ da Pêtêlândia trata o imposto do contribuinte.

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Geral

Exército antevê escalada de polarização política e muda planos de ação até 2040

 Foto: Reprodução

O Exército Brasileiro iniciou estudos detalhados para projetar como será a força terrestre no horizonte até 2040.

O plano – batizado internamente de Força 40 – já mapeou o cenário de riscos geopolíticos pela próxima década e meia.

Os estudos vão apontar as necessidades de atualização e readequação do Exército em termos de diretrizes estratégicas, capacidades operativas, doutrina e necessidades de pessoal até 2040.

O resultado deverá orientar a elaboração dos próximos planos estratégicos da força: 2024-2027, 2028-2031, 2032-2035 e 2036-2039.

Liderado pela 7ª Subchefia do Estado-Maior do Exército (EME), que tem à frente o general de brigada Fernando Bartholomeu Fernandes, o Força 40 poderá indicar — eventualmente — necessidade de mudanças na organização territorial das tropas e ajustes em projetos estratégicos de reaparelhamento.

O essencial é “a obtenção de novas capacidades e o desenvolvimento de novas competências [que] permitirão alcançar o desenho de uma Força organizada, articulada e preparada” no horizonte até 2040, conforme se lê em um dos documentos preparatórios do plano.

Em outro documento, são abordadas oito premissas para o planejamento do Exército:

  • Não existem indicações de que a missão constitucional e as atribuições da força terrestre sofrerão alterações no horizonte temporal considerado.
  • Visualiza-se um aumento exponencial da aplicação militar de tecnologias críticas, como inteligência artificial, veículos e sistemas de armas autônomos, internet das coisas no campo de batalha, cibernética, propulsão nuclear. Tudo isso contribuirá cada vez mais para o agravamento das assimetrias de poder, modificando constantemente o caráter da guerra.
  • Estratégias militares da presença e da dissuasão continuarão a ser priorizadas. No entanto, assumirá também posição de destaque a estratégia da projeção de poder.
  • Serviço militar terá que continuar sendo obrigatório, pois a estratégia da presença requer um grande contingente de reservas mobilizáveis.
  • Atividades de monitoramento, controle e pronta-resposta a qualquer ameaça ou agressão vão demandar que as Forças Armadas possam operar em rede, buscando a interoperabilidade, com sinergia para ações em conjunto.
  • Importância da Amazônia — com extensão territorial, baixa densidade demográfica, dificuldades logísticas, abundantes reservas de recursos naturais e biodiversidade — exigirá presença efetiva do Exército.
  • Forma de atuação e emprego das Forças Armadas será cada vez mais influenciada por agravamento das mudanças climáticas, com mais desastres naturais e afetando as relações entre países.
  • Comunicação institucional do Exército será dificultada por ações de inteligência artificial, bots, trolls, deep fakes

O mundo e o Brasil até 2040

Para nortear o planejamento estratégico do Exército, foi realizado um amplo diagnóstico das principais tendências para o Brasil e o mundo no horizonte até 2040.

Mais de 350 especialistas, de diversas áreas do conhecimento, foram ouvidos durante o processo. Desse longo processo de oitiva surgiram dez características que devem afetar o ambiente operativo do Exército, segundo a própria força terrestre:

  1. Incremento da competição entre potências: maior conflitividade regional e estabelecimento de “guerras por procuração” (proxy wars), disputa por acesso a recursos naturais estratégicos, fragilização dos instrumentos de concertação internacional, aumento da sensação de desconfiança entre países, ampliação dos gastos militares.
  2. Aumento da dependência tecnológica em todos os segmentos: crescente automação e informatização das relações sociais e econômicas, dificuldade na identificação de agentes responsáveis por ações cibernéticas, concentração do poder digital, incremento das vulnerabilidades nos países que dependem das tecnologias empregadas para navegação e geoposicionamento.
  3. Agravamento das questões climáticas: risco de desestabilização social por causa de desastres naturais, redução da disponibilidade de recursos hídricos, novos movimentos migratórios, incremento da presença militar nos polos (Ártico e Antártica), mais operações civis e militares de ajuda humanitária.
  4. Aumento da polarização política: risco de fragilização política-institucional, mais pressão sobre as Forças Armadas para manutenção da ordem pública e institucional, aumento da mobilização popular, fortalecimento do crime organizado no contexto de Estados enfraquecidos.
  5. Incremento de tecnologias disruptivas aplicadas ao campo militar: emergência de uma quinta revolução industrial na década de 2030 e implementação progressiva ao longo da década de 2040, desenvolvimento contínuo da inteligência artificial e automação de processos robóticos.
  6. Intensificação da corrida especial por grandes e médias potências: incremento de dispositivos autônomos de emprego militar demandará crescente acesso a comunicações satelitais, aumento de serviços privados que exploram capacidades especiais, dificuldades na regulamentação do uso do espaço tensionam relações internacionais.
  7. Crime transnacional organizado: aumento da violência vinculada a grupos armados (demandando participação das Forças Armadas em operações na fronteira), aumento da violência urbana (demandando participação das Forças Armadas em operações de GLO), risco de associação do crime organizado com organizações terroristas.
  8. Ambiente de desinformação: incremento da manipulação da informação em favor do atingimento de objetivos políticos, econômicos, psicossociais e militares.
  9. Agravamento da desigualdade entre países: mais pobreza nas regiões menos desenvolvidas do mundo, aumento dos movimentos migratórios rumo a regiões mais desenvolvidas e ampliação de tensões sociais, maior importância dos recursos naturais como fonte de tensão entre nações.
  10. Mudança do perfil demográfico: envelhecimento progressivo e diminuição da população, urbanização acentuada dificulta situação socioeconômica de muitos países, dificuldades para o recrutamento militar.

Fonte: CNN

Opinião dos leitores

  1. Todas estas observações elencadas já se faz presente , não li nenhuma novidade. Parece que as forças armadas estão tb desatualizadas da realidade do planeta, lamentavelmente.

  2. Depois que esses caras do exército de Brasília encaminharam pessoas inocentes pra dentro de ônibus para serem presos como marginais, perdir a admiração pelo exército brasileiro.
    Generai$ Melancia$.
    Muito parecido com o exército de Maduro, não acho que pareça com o do duque de caxias.

    1. Nem parece aquela pessoa que rastejava e se humilhava em frente aos quartéis pedindo um golpe…
      Chora mais, gado véio…kkkkkkkkk

    2. Saudades do Bolsonaro.
      Dos melancias não, saudades do Bolsonaro eterno MITO.
      Dia 16 estaremos juntos em Parnamirim.
      Vou lá ver um cara decente.
      Honesto!
      Vc fique aí pastando e adorando o ladrão condenado Luiz Inácio Ladrão Maduro da Silva.

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Jornalismo

Professor preso por matar ex-aluna recebeu salário durante 4 anos no RN

Foto: Reprodução

O professor Rubens Ferreira de Paiva Junior, 32, condenado a 18 anos de prisão por matar e enterrar a ex-aluna Letícia Dyrajaya da Silva Leão, 24, no quintal da casa dele, recebeu R$ 174.411 em remunerações do Estado do Rio Grande do Norte pelo exercício do cargo de docente em uma escola estadual em Rio do Fogo, entre agosto de 2021 e julho de 2024, período em que já estava condenado e preso. Nomeado pelo Estado em fevereiro de 2020, o professor de física e robótica só apareceu na unidade para tomar posse, em 12 de março daquele ano, e nunca deu uma única aula.

Rubens foi preso em 27 de maio de 2020, dias após o cometimento do crime, praticado no Jardins, São Gonçalo do Amarante. Ele ficou na cadeia preventivamente até a Justiça proferir a sentença de 18 anos, momento no qual o professor começou a cumprir a execução penal. Entre a condenação por feminicídio e a suspensão salarial se passaram três anos até que o Estado notasse a ausência do servidor.

Considerando o período em que esteve preso preventivamente, Rubens ficou quatro anos e três meses fora do radar do Estado – com remuneração total de R$ 231.958,20, incluindo salários, gratificações natalinas, férias e 13º. A progressão para o regime semiaberto está prevista para o próximo mês de setembro.

O “desaparecimento” de Rubens Ferreira foi comunicado à Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC), por meio da 5ª Direc, ainda em novembro de 2020 – oito meses após a posse. Em ofício, a direção da Escola Estadual Dom Eugênio Sales avisa que o professor se apresentou para a posse, mas “não compareceu para realizar atividades recorrentes ao planejamento e execução de suas atividades desta instituição de ensino, sendo este o único dia presente na referida escola”.

Quase cinco anos depois, a SEEC deu início ao processo de solicitação de abertura de uma sindicância para apurar a ausência do professor. Em janeiro de 2025, um despacho da pasta reconheceu que não constavam registros da “última alocação e nem de quando o servidor foi alocado pela primeira vez” tampouco havia solicitações de licenças ou afastamentos. O caso foi classificado como “Fora de Exercício” na Secretaria e foi identificado após a conclusão do Censo dos Servidores Públicos da Educação, ao qual Rubens Ferreira evidentemente não respondeu por estar preso.

A movimentação interna de averiguação do caso revela que até o dia 9 de junho deste ano, a Secretaria de Educação não sabia que Rubens Ferreira estava sob a gestão do próprio Estado, através da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). “(…) diante de várias diligências e buscas, o servidor (a) se encontra em local desconhecido ou incerto”, diz trecho do despacho, que solicita a citação do professor em Diário Oficial sobre a abertura do processo administrativo.

Dias depois, em 17 de junho deste ano, a citação é publicada em Diário Oficial. “(…) faz saber o servidor Rubens Ferreira de Paiva Junior, que tramita nesta Secretaria, na Comissão Permanente de Sindicância, o Processo Administrativo, que não tendo sido encontrado para citação pessoal, fica citado para todos os atos e efeitos do referido processo, ficando intimado a comparecer a esta Comissão, na Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer, para prestar esclarecimentos concernentes ao referido processo”.

O que diz o Estado

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou contato com a titular da SEEC, Socorro Batista, mas a gestora preferiu não gravar entrevista. Em nota, a secretaria confirmou que “o professor Rubens Ferreira de Paiva Júnior teve seus vencimentos suspensos em junho de 2024, após a identificação de sua ausência pelo Censo da Rede Estadual de Ensino — iniciativa da atual gestão voltada ao aprimoramento do controle de pessoal da Secretaria”.

A secretaria reforçou que trabalha para verificar as circunstâncias que contribuíram para a não identificação prévia da situação e para definir as devidas responsabilidades. “O caso reforça a relevância das medidas de transparência, rigor e eficiência implantadas nos últimos anos. O Censo da Rede Estadual é uma ação estratégica, com o objetivo de corrigir distorções históricas e fortalecer os processos administrativos, promovendo um serviço público mais justo, eficiente e comprometido com o interesse da sociedade”, complementa a nota do Estado.

O secretário de Estado da Administração (Sead), Pedro Lopes, explicou que as informações sobre o exercício da profissão não são de competência da pasta. “A folha do Estado é processada no sistema Ergon. A base da informação, tanto a inicial como as alterações dos assentamentos funcionais, é prestada pelos órgãos de origem, cabendo a Sead a implantação e em seguida a elaboração da folha de pagamento mensal. Pela Sead não temos informação se um servidor está trabalhando, se faltou. Tudo isso é processado pelos órgãos de origem e alimentando no Ergon pelos seus respectivos setores de recursos humanos”.

A reportagem da TN também entrou em contato com a defesa que representou Rubens Ferreira no caso do feminicídio, mas a equipe não advoga mais para o professor.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Pense num governo INCOMPETENTE!!!! Nos obriga a pagar salário de um FEMINICIDA e ainda por cima, SEM TRABALHAR???? Os vagabundos e canalhas sempre se reconhecem e se apoiam!!!!

  2. Normal no Brasil, aqui em joão Câmara um feminicida recebe salário a anos e também está preso desde 2019 e até hoje recebe com adicionais tem mais essa.

  3. Só um desgoverno desse para ser negligente e causar prejuizo ao estado. Devia descontar do salario dela.

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Educação

Enem: professora que comanda Laboratório de Redação em escola de Natal dá 5 dicas preciosas para o sucesso na prova

Fotos: Divulgação (Professora Rhayara com alunos)

Com o fim do recesso do meio do ano e o início do segundo semestre, as atenções dos estudantes da 3ª série do ensino médio se voltam cada vez mais para as provas o Enem, que em 2022 acontece nos dias 13 e 20 de novembro. Uma das provas mais exigidas é a de redação. Os estudantes precisam ter o conhecimento sobre as técnicas textuais e se preparar para as diversas possibilidade de temas. Mas tudo isso depende de outros fatores, que também são avaliados: é preciso ter bagagem, compreensão e posicionamento sobre problemas sociais para ter uma redação nota 10.

A professora de Linguagens, Humanidades e Capacitadora Argumentativa do Colégio Porto, Rhayara Lira, elenca cinco dicas principais que são essenciais para um bom desempenho:

– Conhecimento sobre estrutura do texto dissertativo-argumentativo, que são: introdução, desenvolvimento e conclusão;

– Elaborar um texto por semana e reescrever redações anteriores;

– Assistir boas séries e bons filmes, que além de ajudarem os estudantes a descansarem, podem ser instrumentos importantes na ampliação do conhecimento de mundo e para um desenvolvimento argumentativo impecável;

– Não fugir do tema proposto, vinculando o que for escrito ao recorte temático da proposta definida;

– Posicionamento crítico diante do tema, com o estudante compreendendo-se como pertencente de uma sociedade civil preocupada e atenta ao mundo à sua volta;

De acordo com a educadora, a banca corretora da redação do Enem espera um escritor ético, dotado de cidadania e que apresente, por meio de suas palavras e posicionamentos críticos, o desejo de mudar o mundo.

“Não é à toa que anualmente a prova traz sérios problemas sociais, como os preconceitos associados às doenças mentais ou a invisibilidade social de grupos específicos. Para ter êxito nesse processo, o estudante deve defender um projeto textual forte, organizado e muito bem embasado em um repertório sociocultural rico e diverso”, reforçou.

Para isso, ela lembra a importância dos chamados eixos temáticos, que são as grandes áreas onde residem os temas de redação do Enem. Por exemplo, se o exame propuser uma redação sobre a diversidade do parque energético brasileiro, aquela temática dialogará com os eixos “Meio-ambiente” e “Tecnologia”. Ao passo que se a temática for “Vacinação”, esta estará inserida no eixo “Saúde”.

“Os eixos temáticos são de uma importância incomensurável no processo de ensino-aprendizagem por proporcionarem uma preparação mais completa ao aluno do que um tema específico única e exclusivamente. Eles ampliam as possibilidades discursivas em sala de aula para que os estudantes saiam dela pronto para enfrentar diversas temáticas diferentes”, observou.

Débora Simonetti leva a sério essas dicas. A aluna da 3ª série do ensino médio do Colégio Porto está se preparando para a redação e traça sua própria estratégia. “Inicialmente, faço uma lista de potenciais argumentos para o meu texto. Depois, seleciono aqueles que conversam melhor entre si para inserir na minha redação. Por fim, organizo tudo no projeto de texto para me orientar ao longo da escrita. Também fico ligada nas notícias mais recentes e anoto as dicas das minhas professoras. Minha estratégia é ter um caderninho com vários repertórios e ficar revisando”, descreveu.

Foto: Aluna Débora Simonetti

Praticar é fundamental

Para obter uma boa nota no exame, a receita para o sucesso reside em uma escrita constante e pautada sempre na correção de erros e desvios, para que a performance textual melhore cada vez mais em busca da perfeição.

“Eu, pessoalmente, gosto bastante de ler. Isso ajudou bastante na expansão do meu vocabulário e a ter contato com novos repertórios. Além disso, me organizo para conseguir fazer uma redação por semana. Quando a recebo, corrigida, analiso os apontamentos feitos e tento corrigir na próxima. Aos poucos, a evolução passou a ser nítida para mim”, confessou Débora.

No Colégio Porto, a professora Rhayara Lira comanda o Laboratório de Redação, que funciona no contraturno das aulas. Nele, há encontros quinzenais com os estudantes para debater todos os elementos estruturais, temáticos e conceituais que envolvem o processo de escrita do texto dissertativo-argumentativo. O laboratório é um recurso didático a partir do qual os estudantes aprendem e praticam a argumentação por meio do que a educadora chama de Capacitação Argumentativa – um processo constante de formação de escritores críticos, éticos e socialmente responsáveis.

“Além disso, sempre me disponibilizo para aqueles estudantes que buscam tirar dúvidas ou precisam de opiniões sobre seus textos. Essa procura é bem bacana e tem trazido bons resultados. Foi a forma que eu encontrei de estar mais próxima de cada um e compreender, individual e subjetivamente, as dificuldades e potencialidades de cada escritor que eu carrego sob os meus cuidados”, finalizou.

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Economia

Pagamento do 13º salário, que começa neste mês, deve injetar R$ 321 bilhões na economia

ITACI BATISTA/ESTADÃO CONTEÚDO

O pagamento do 13º salário deverá injetar cerca de R$ 321,4 bilhões na economia brasileira até dezembro neste ano. Serão beneficiados 92,2 milhões de brasileiros, entre trabalhadores, aposentados e pensionistas da Previdência Social, da União, dos estados e dos municípios. Em média, o pagamento será de R$ 3.096,78.

O valor representa 3% do PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. As estimativas são de um estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O esperado pagamento da primeira parcela do abono natalino deve ser feito até o dia 30 de novembro aos trabalhadores com carteira assinada. Neste ano, a data cai em um sábado, por isso, pode ser antecipada para a sexta, dia 29. Já a segunda e última parcela tem que ser paga até o dia 20 de dezembro.

O 13º salário é pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos, aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios.

Cálculo

Para o cálculo, o Dieese não leva em conta autônomos, assalariados sem carteira ou trabalhadores com outras formas de inserção no mercado de trabalho que, eventualmente, recebem algum tipo de abono de fim de ano, uma vez que não há dados disponíveis sobre esses proventos.

Além disso, não há distinção dos casos de categorias que recebem parte do 13º antecipadamente, conforme definido, por exemplo, em acordo coletivo de trabalho (ACT) ou convenção coletiva de trabalho (CCT).

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Da mesma forma, é considerado valor total recebido pelos beneficiários do INSS, independentemente do montante que já tenha sido pago.

Assim, os dados constituem uma projeção do volume total de 13º salário que entrará na economia ao longo do ano. Mas a maior parte do valor deve ser paga no fim do ano.

Por tipo de trabalho

Dos cerca de 92,2 milhões de brasileiros que devem ser beneficiados com o pagamento do 13º salário, 56,9 milhões, ou 61,7% do total, são trabalhadores no mercado formal, entre eles, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada, que somam 1,4 milhão de pessoas, correspondente a 1,6% do conjunto de beneficiários.

Os aposentados ou pensionistas da Previdência Social (INSS) equivalem a 34,2 milhões de beneficiários, ou 37,1% do total. Além desses, aproximadamente 1,1 milhão de pessoas (ou 1,2% do total) são aposentadas e beneficiárias de pensão da União (Regime Próprio).

Há ainda um grupo constituído por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regimes próprios) que vai receber o 13º e que não pode ser quantificado.

Do montante a ser pago como 13º, aproximadamente R$ 214 bilhões, ou 66% do total, irão para os empregados formais, incluindo os trabalhadores domésticos.

Outros 33,3% dos R$ 321 bilhões, ou seja, cerca de R$ 107 bilhões, serão pagos aos aposentados e pensionistas. Considerando apenas os beneficiários do INSS, são 34,2 milhões de pessoas, que receberão R$ 60,1 bilhões.

Aos aposentados e pensionistas da União serão destinados R$ 11,03 bilhões (3,4%); aos aposentados e pensionistas dos estados, R$ 19,1 bilhões (5,9%); e aos aposentados e pensionistas dos regimes próprios dos municípios, R$ 16,8 bilhões (5,2%).

Por região

A parcela mais expressiva do 13º salário (50,1%) deve ser paga nos estados do Sudeste, região com maior participação relativa no PIB do país, que concentra a maioria dos empregos formais e aposentados e pensionistas.

No Sul, devem ser pagos 16,7% do montante e no Nordeste, 15,9%. Já às regiões Centro-Oeste e Norte cabem, respectivamente, 9% e 5%.

Maior e menor valor médio

O maior valor médio para o 13º deve ser pago no Distrito Federal (R$ 5.665) e o menor, no Maranhão e Piauí, o equivalente a cerca de R$ 2.000,00.

A maior parcela do total a ser distribuído caberá aos ocupados no setor de serviços (incluindo administração pública), que ficarão com 64,6% destinado ao mercado formal; os empregados da indústria receberão 17%; os comerciários terão 13%; aos que trabalham na construção civil será destinado o correspondente a 3,3%; enquanto 2,1% serão recebidos pelos trabalhadores da agropecuária.

Em termos médios, o valor do 13º salário do setor formal corresponde a R$ 3.820. A maior média deve ser paga aos trabalhadores do setor de serviços e equivale a R$ 4.382; a indústria aparece com o segundo valor, equivalente a R$ 3.896; e o menor ficará com os trabalhadores do setor primário da economia, R$ 2.380.

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Opinião dos leitores

  1. Quando foi lançado o 13° todos os empresários diziam que ia quebrar a economia, hoje esse mesmo 13° é quem ajuda a economia.

  2. Nunca é demais lembrar que, o 13º salário tão esperado por todos foi o resultado de uma luta da esquerda, dos sindicatos, dos trabalhadores e dos comunistas!
    Esse povo desinformado que engole os dejetos da direita goela abaixo e não tem conhecimento político, deveria abrir mão das conquistas que a esquerda conseguiu, não é???
    Porque não abrem?
    Quando a coisa mexe no bolso a “ideologia” vai por água abaixo, né???
    A esquerda não é coisa do satanás?
    Povo hipócrita do c……!

    1. Só trouxa acredita nessa sua narrativa… paga-se um salário de miséria de R$1,4mil para pagar-se um 13 de miséria de outros R$1,4mil, para o que sobre poder bancar uma elite de políticos que ganha de R$50mil a R$1milhão por mês. Qualquer BR preferiria estar em um país rico de direita com um salário mínimo 10x maior e sem 13. Agora falar que PT (partido da taxa) está tentando aumentar ICMS (imposto para pobre) para 20% e fazer a gente esperar mais 5 anos para ter isenção no IPVA você não fala.

    2. Borges, que nível altíssimo de alienação! Esquerdismo, realmente, é sinônimo de ignorância dos fatos históricos, demência cognitiva, perversão moral e morte espiritual.

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Cultura

Festejos juninos de Natal começam nesta sexta (03); confira

Foto: Canindé Soares
Os Festejos Juninos de Natal, promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult-Funcarte), vão reunir música local, quadrilhas juninas, arraiais de rua, festival gastronômico e concursos. O São João de Natal contempla editais de fomento para arraiais nos bairros, quadrilhas de todas as modalidades e eventos gratuitos ao público.
A programação na cidade começa nesta sexta-feira (3), a partir das 17h30, no Espaço Cultural Ruy Pereira (Cidade Alta). A atração principal será Lia de Itamaracá, com os convidados Carlinhos Zens e Zé Hilton.
Além do Centro Histórico de Natal, os Festejos Juninos acontecem também na Árvore de Mirassol, de 17 a 21 de junho, com artesanato, shows musicais e apresentações circenses para a criançada. Além da área externa da Arena das Dunas de 22 a 26 de junho.
Árvore de Mirassol
A programação do São João no Espaço Cultural Marilene Dantas começa no dia 17, com shows de Gilson Cavalcante e Selminha, a partir das 19h. No dia 18 de junho, tem João da Banda e Arte Circense com o espetáculo do palhaço Maçaroca e o Mágico Ryan, a partir das 17h30. As atrações musicais da noite serão Kanelinha e Panka de Bakana, a partir das 19h.
No domingo, dia 19, tem João da Banda e Arte Circense a partir das 17h e shows de Nailson e Trancelim. Na segunda-feira (20), é a vez de Nara Costa (19h) e fechando as atrações musicais no dia 21 tem Jakcson Balai de Gato, às 19h.
Arena das Dunas 
Na Arena das Dunas, no dia 22, tem Festival Gastronômico Junino e o Festival “Faz Mais Elino”, com shows de Leão Neto (19h), Concurso de Marchinhas (20h), Rodolfo Amaral (21h) e Forró NaManha (22h).
No dia 23 de junho, shows de Nailson (18h), Rodolfo Lopes (19h30) e Jaina Elne (21h30). Na sexta-feira, dia 24, é a vez de Bira Santos (18h), Roberto do Acordeon (20h), Yrahn Barreto (22h) e Padre Caio. No sábado (25) sobem ao palco Zé Hilton (18h), Luizinho Nobre (22h) e Khrystal. E no domingo (26) shows de Deus Nordestina do Forró (18h), Hugo & Heitor (20h) e Circuito Musical.
“O São João de 2022 foi planejado para atender as programações dos bairros com incentivos aos arraiais e numa outra ponta incentivar as quadrilhas juninas que se apresentam na Arena das Dunas dentro do Festival de Quadrilhas, além de trazer a Natal um nome representativo como Lia de Itamaracá para fazer a abertura no Centro Histórico”, explica o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão.
Incentivos  
A Prefeitura do Natal lançou no último dia 13 de maio seleções públicas voltadas para os Festejos Juninos em um investimento total de R$ 517 mil para atender arraiais de rua e quadrilhas juninas.
O edital apoia financeiramente até 18 quadrilhas juninas, sendo seis quadrilhas do município de Natal, outras dez da região metropolitana, uma quadrilha junina infantil e uma cômica do município de Natal. Além das quadrilhas, o edital premia financeiramente rainhas (2), casais de noivos (2) e marcadores (2).
“O Festival de Quadrilhas Juninas é uma tradição que leva mais de três décadas. Atende o segmento e brinda uma super estrutura para apresentação no pátio da Arena das Dunas”, comenta o secretário de Cultura, Dácio Galvão.
A outra seleção pública é voltada para apoiar 40 arraiais de rua em Natal. Cada selecionado irá receber R$ 5 mil de apoio financeiro para poder realizar os festejos na rua do seu bairro. Os arraiais selecionados deverão acontecer no período de 15 de junho até 30 de julho de 2022.
Lia de Itamaracá
Atração principal da abertura dos festejos juninos, Maria Madalena Correia do Nascimento, a Lia de Itamaracá, é um ícone da Ciranda e da Cultura Nordestina. O apelido de infância virou nome artístico e acrescentou a ele a paixão pela terra onde nasceu e vive até hoje, Itamaracá, litoral norte de Pernambuco.
Aos 19 anos ela começou a cantar ciranda em festas na areia da praia. Também era cozinheira e trabalhou por quase 30 anos em uma escola municipal.
Sua fama veio nos anos 1970, quando gravou seu primeiro disco com uma música que se tornou praticamente um hino a si mesma: “Eu Sou Lia”. A letra faz referência a ela como mulher “da beira do mar”, “morena, queimada do sal e sol da Ilha de Itamaracá”.
Lia é Patrimônio Vivo de Pernambuco e na sua longeva carreira fez apresentações marcantes em palcos como o festival Abril Pro Rock. Além da música, a Rainha da Ciranda, como é conhecida a mulher imponente e carismática, de voz marcante.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto a cidade está cheia de buracos, lixos e entulhos espalhados pelas ruas, árvores caindo nas avenidas, alagamentos e inundações, o Prefeito Chibata vai gastar com festinhas Juninas.
    Isso é que é um Prefeito Chibata.

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