A CBF está procurando desesperadamente por um novo treinador para o lugar de Tite. Tem dinheiro para pagar, mas não tem opções. Pensa em nomes no Brasil e fora dele, mas, por ora, todos estão distantes. Nunca teve peito para arriscar. Trabalha com técnicos consagrados ou de sua confiança. Parece um caso sem importância do futebol brasileiro, mas não é. A situação é das mais graves das últimas décadas envolvendo a seleção pentacampeão do mundo.
Nesta semana, um jornalista francês comentou sobre Zidane. Um bom nome, mas que não passou de uma sugestão de alguém do outro lado do Atlântico. Virou manchete. E aí o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, vai anotando e vendo as possibilidades. Uma situação pra lá de amadora. Não há formação nem convicção de nada. Tem tempo para a escolha: março, quando o time deve voltar a se reunir para amistosos. O que não há são opções claras.
Tite e sua turma implantaram um sistema de trabalho que não necessariamente precisa ser seguido, o de dar expediente na sede da entidade para fazer sabe-se lá o quê. Anotar rendimento, pesquisar nomes, falar com dirigentes, mapear condicionamento…
A falta de opção de um treinador para a seleção brasileira é culpa dos próprios dirigentes de clubes e da torcida. São eles que não conseguem formar profissionais em seus respectivos times. Os cartolas são reféns dos torcedores. Só se impõem quando os resultados de campo estão dando certo. A cultura do imediatismo impera na conduta desses senhores e senhoras eleitos para comandar. Basta uma série de derrotas para a pressão aumentar e eles se renderem a ela, como se a mudança no comando técnico fosse também mudar a situação da equipe.
Ocorre que, quando interrompem um trabalho no começo dele, estão matando a formação dos técnicos, suas ideias e uma conduta que pode render frutos com o tempo. O futebol brasileiro tem aprendido com isso da pior maneira possível. Mas já há alguns dirigentes mudando essa forma amadora de comandar. Isso é bom para a formação dos treinadores brasileiros. Mas leva tempo. A safra de técnicos é péssima, mas ela pode ser mais bem cultivada.
O Brasil precisa achar um jeito de formar novos e bons treinadores. Nossos ‘professores’ não são piores do que os treinadores europeus, por exemplo. A troca de conhecimento é enorme e constante. O problema é a falta de confiança dos nossos profissionais, a enorme pressão do dia a dia e a eterna desconfiança. São todos lixos na opinião de muitos.
O treinador de futebol brasileiro não sorri, já reparou isso? Ele ganha bom salário, mas parece estar sempre indo para a forca, sempre tentando fazer um último pedido antes de morrer. Muitos deles têm de convencer, além dos jogadores do elenco, os diretores imediatos e o presidente do clube sobre o seu trabalho. Tem ainda a torcida. Se o treinador não cair na graça dos torcedores, já era para ele. Isso vai gerar mais cara feia e mais pressão. A torcida pressiona o presidente, que pressiona o diretor de futebol, que pressiona o treinador, que pressiona o elenco. Não há como dar certo. Esse roteiro é comum no futebol.
Essa pressão toda fez o Brasil parar de produzir bons treinadores, inclusive para a seleção. O técnico era a última fronteira que aproximava o torcedor do time nacional. Vindo de fora, essa fronteira cai. Os jogadores já atuam lá fora. Com um técnico estrangeiro, teremos, em breve, de apresentar o time para nossos filhos. O grito não é contra estrangeiros no comando, longe disso, até porque parece consenso que o português Abel Ferreira faz um ótimo trabalho no Palmeiras, como fez Jorge Jesus no Flamengo. E outros no futebol brasileiro. A questão aqui é como o Brasil vai formar treinadores competentes sem dar a eles tempo para mostrar sua competência.
Também parece que foi consenso o fato de os argentinos terem torcido o nariz quando a AFA (Federação Argentina de Futebol) escolheu Lionel Scaloni para comandar o time de Messi. Hoje, todos pedem para ele ficar no comando da seleção. Então, o futebol brasileiro tem de achar um caminho para voltar a ter treinadores de respeito. Não temos mais. Essa formação envolve mudança de mentalidade de presidentes e de torcedores.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o atual mandato do presidente Lula terá uma inflação média inferior a 4%, percentual que é o menor desde que foi adotado o regime de metas. Ainda segundo o ministro, o crescimento médio do país vai beirar os 3%. A declaração foi feita no Itamaraty, durante a 3ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, mais conhecido como Conselhão.
“Presidente, é absolutamente possível o senhor terminar o seu mandato com uma inflação média abaixo de 4% e com um crescimento médio beirando os 3%”, disse Haddad ao lembrar que a meta é inflação em 2025 chegar a apenas 3%.
“Isso, para você ter uma ideia, é a menor inflação média de todos os mandatos desde que o regime de metas de inflação foi criado no Brasil. Portanto, aqueles que acusam o presidente Lula de não estar prestando atenção na inflação, na verdade não estão prestando atenção nos dados que estamos divulgando pelo IBGE a todo momento, mostrando que nós estamos convergindo para meta, que é uma meta exigente, e que foi ontem reafirmada na reunião do Conselho Monetário Nacional”, acrescentou.
Febraban
O olhar positivo sobre a economia do país foi compartilhado pelo presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney. “É preciso que nós reconheçamos que o Brasil, apesar do contexto mundial adverso, vem colhendo frutos e resultados positivos do trabalho econômico do ministro Fernando Haddad”, disse o representante do grupo de trabalho de crédito do Conselhão.
“Basta olharmos o PIB (Produto Interno Bruto) do ano passado e o do primeiro trimestre [de 2024], que apresentaram uma expansão robusta. Isso nos deixa bastante entusiasmados. Vemos que o que tem contribuído para o PIB é o consumo das famílias. Temos observado uma demanda doméstica pujante. Espero, ainda, uma retomada dos investimentos”, disse o executivo da Febraban.
Isaac Sidney destacou também o bom desempenho do mercado de trabalho que, segundo ele, está aquecido, com níveis muito baixos de desemprego, e de massa salarial com crescimento forte do ponto de vista da renda.
“A inflação está na meta. Estamos com projeções para 4% neste ano. A balança comercial está batendo recordes e as nossas reservas internacionais estão funcionando como se fosse uma blindagem. O grande desafio que temos é o de não deixar esse processo de retomada do crescimento perder tração”, disse.
Ele lembrou que esses resultados positivos foram obtidos em meio a um cenário externo complicado do qual nenhum país está imune. “Existem ruídos de uma eventual fragilidade fiscal. Entendo e respeito esse argumento, mas é importante destacar, sobretudo, que o ministro Haddad tem reafirmado sua determinação e compromisso com o arcabouço fiscal”, acrescentou.
Comitê Gestor do Conselho
Falando em nome do Comitê Gestor do Conselho, o coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz, também destacou os bons resultados da economia, mas lamentou que, quando citados, vêm sempre acompanhados de previsões sobre crises que não se confirmam.
“Se observarmos como esses resultados aparecem no debate público vemos que, no geral, com resultados como o de que o emprego cresceu, anuncia-se também que o país está vivendo uma crise que não conseguimos observar”, criticou ao convocar os integrantes do Conselhão a atuarem para mudar essas manchetes, de forma a dar mais qualidade ao debate público sobre os resultados alcançados.
CNI
Representando a Comissão de Assuntos Econômicos do Conselhão, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, propôs uma reflexão sobre a dívida pública do país, que leve em conta o fato de ela ser proporcionalmente menor do que a de diversos outros países.
Segundo ele, há casos em que esse tipo de dívida pode ser positiva para o país. “Temos uma grande questão que se chama dinâmica da dívida pública. Todos sabemos que em muitos países é muito maior percentual dela em relação ao PIB. Temos que, talvez, fazer reflexão entre a dívida pública boa e a dívida pública ruim. Dívida pública boa é aquela que permite investimento, geração de riqueza, emprego e desenvolvimento social. Dívida pública ruim é aquela que mantém uma máquina pública altamente pesada para o país.”
Em sua busca pela manutenção da capilaridade global da Rússia em meio ao cerco do Ocidente, uma cortesia da invasão da Ucrânia em 2022, o presidente Vladimir Putin resolveu flexionar uma parte bastante intacta de sua musculatura econômica: a nuclear.
Desta vez não houve ameaças veladas ou abertas do recurso ao maior arsenal atômico do mundo como em diversos momentos do embate contra os aliados de Kiev, mas sim um grande evento centrado na gigante estatal russa do setor, a Rosatom.
Realizada em Moscou de quinta-feira (25) a este domingo (28), a Semana Atômica Mundial nominalmente celebrou os 80 anos da indústria nuclear do país de Putin, pioneiro em diversas tecnologias do setor quando ainda atendia pelo nome de União Soviética.
Mas o que ocorreu foi uma demonstração daquilo que já havia sido visto quando as sanções de Donald Trump empurraram o indiano Narendra Modi para sua primeira visita à China em sete anos, no mês passado, quando o premiê posou para felizes fotografias com Putin e o líder Xi Jinping.
Aqui, contudo, o show é do russo. Ao longo dos dois primeiros dias do evento em Moscou, foram assinados memorandos para a construção de quatro pequenas usinas no Irã, por US$ 25 bilhões (R$ 133 bilhões). O país persa, que vive sua briga particular com os EUA e Israel acerca de seu programa nuclear, já é cliente atômico da Rosatom.
Outro aliado próximo, Belarus, afirmou querer uma segunda planta nuclear russa no país e prometeu vender parte da produção energética para as regiões ocupadas por Putin no leste e sul da Ucrânia.
Continuando sua investida sobre a África, os russos também começaram negociações para construir uma usina na Etiópia e duas no Níger. Outro regime totalitário isolado pelo Ocidente, Mianmar, quer uma unidade também.
Não menos importante, um passo importante na construção da primeira usina nuclear da Turquia, membro da mesma Otan que apoia a Ucrânia e é cliente da Rosatom, foi transmitido ao vivo na abertura da festa russa.
Putin falou, na abertura da Semana, em combater o que chamou de “colonialismo tecnológico”, mas a realidade tem matizes.
“Hoje a Rosatom é a número um do mundo”, afirmou o diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), Rafael Grossi. Voz independente em meio a simpatizantes claros das ofertas nucleares de Putin, o argentino buscou moderar um pouco o entusiasmo generalizado.
“Não basta ter dinheiro [para receber instalações atômicas], é preciso haver instituições prontas para lidar com isso, regulação e padrões de segurança”, disse, puxando a sardinha do papel da AIEA à brasa. “Todo mundo quer um SMR [sigla inglesa para Reator Modular Pequeno, usinas em miniatura]. Só que há 80 modelos, e talvez só 8 chegarão ao mercado.”
Mesmo o diretor-geral da Rosatom, Alexei Likhatchev, afirmou que o compartilhamento de tecnologia nuclear sempre gera questões acerca do risco de proliferação indevida de materiais do setor. Ao mesmo tempo, ele vê a ampliação do mercado como inevitável.
Os motivos são a qualidade verde da matriz, que na produção elétrica que lhe é central não emite carbono, apesar de outras etapas emitirem, e a demanda mundial por energia para aplicações de inteligência artificial.
A Rosatom é um colosso de mais de 400 mil funcionários em cerca de 400 subsidiárias. Responde por 20% da eletricidade consumida pela Rússia e pretende dobrar isso. Tem reatores em sete países e pedidos que somam R$ 1,1 trilhão em 11 nações.
Também lidera o estratégico mercado de urânio enriquecido, com 36% do setor, e é o terceiro maior fornecedor de combustível nuclear do mundo —sendo o principal ator nos EUA, que querem descontinuar a dependência até o fim da década.
Ainda assim, tudo isso manteve a Rosatom basicamente isenta das sanções ocidentais decorrentes da guerra com o vizinho —afinal, 20% de sua receita de R$ 222 bilhões em 2024 veio dos chamados “países não amistosos”, no léxico do Kremlin.
Isso não a isenta de críticas no Ocidente, claro. A empresa é parte central do esforço de Putin para manter sua economia viva na guerra, e é responsável justamente pela fabricação e manutenção de ogivas nucleares da Rússia. Ela inclusive testa armas novas, como o míssil de cruzeiro atômico Burevestnik, de complexo desenvolvimento.
A movimentação ajuda a manter Putin em uma posição de força, apesar de ele ser tachado de isolado pelo Ocidente, restando sempre saber qual será o comportamento da semana de Trump.
O homem que foi filmado esmurrando e sufocando o enteado de 4 anos se entregou à polícia na noite desta sexta-feira (16). Victor Arthur Possobom compareceu com um coronel da Polícia Militar (PM) e um advogado à 77ª DP (Icaraí) e, depois, foi encaminhado para a 76ª DP, no Centro de Niterói.
A polícia tem pelo menos seis inquéritos contra o empresário, incluindo o de agressão contra o enteado. Além deste caso, Possobom também foi denunciado por agredir a própria mãe e namoradas.
A juíza Juliana Bessa Ferraz Krykhtine, da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP) e decretou a prisão preventiva de Victor pelos crimes de agressão e tortura contra o menino de 4 anos.
Câmeras de segurança do condomínio onde a família morava, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, flagraram as agressões de Victor contra o menino na recepção e no elevador do prédio.
Na decisão, a magistrada comentou sobre o comportamento do menino antes de receber os ataques de Victor. Segundo Juliana Krykhtine, ele “demonstrava um comportamento tranquilo, passivo e, aparentemente, nada fez para provocar uma reação tão desmensurada por parte do réu”.
“Há nítida superioridade física do réu face à vítima, o que por si só já demonstra a crueldade da conduta e a condição de indefeso da mesma, que conta com menos de 5 anos de idade”, escreveu a juíza em sua decisão.
Defesa alega problemas psiquiátricos
Em contato com a TV Globo, o advogado Daniel Aguiar, responsável pela defesa de Victor Arthur Possobom, disse que seu cliente sofre de transtornos psiquiátricos, e vem sendo submetido a tratamento.
“Tenho a esclarecer que meu cliente sofre de transtornos psiquiátricos, e vem sendo submetido a tratamento nesse sentido. Ele tem transtorno comportamental com alternância de momentos de euforia e comportamentos impulsivos. Ele faz uso de medicamentos de controle especial e exatamente no dia dos fatos, em razão de Sra. Jéssica (mãe da criança) ter tido, também um “surto” dizendo que iria tirar a própria vida, deixou-o em um estado de completa tensão emocional”, diz um trecho da nota da defesa do empresário.
Segundo o advogado, a ex-companheira de Victor Possobom também responde a processos criminais.
Novo pedido de prisão
Além do pedido de prisão apresentado MPRJ, a Polícia Civil já havia feito um outro pedido de prisão preventiva contra Victor Arthur Possobom, que aparece em imagens de câmeras de segurança esmurrando e sufocando o enteado.
O pedido de prisão, feito pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói, é por violência psicológica contra a ex-companheira, a chefe de cozinha Jéssica Jordão. Ela é a mãe da criança e contou que também era agredida por ele.
Victor já tinha um outro pedido de prisão apresentado pela Polícia Civil e encaminhado à Justiça, por causa das agressões contra o menino. O episódio foi em fevereiro, mas as imagens só vieram a público esta semana.
Câmeras de segurança do condomínio flagraram as agressões na recepção e no elevador. Em um sofá no lobby, Victor olha ao redor procurando testemunhas e sufoca a criança. Ao subir para o andar, o homem coloca a mão na boca e no nariz do menino. A criança fica imóvel.
Jéssica Jordão, mãe da criança, afirma que também era vítima de violência doméstica. Ela conta que Victor a mantinha em cárcere privado e batia nela com luvas de boxe para não deixar marcas.
Victor e Jéssica ficaram juntos durante dois anos e têm uma filha de menos de 1 ano. A chefe de cozinha diz que foi proibida de ter contato com a menina desde que fugiu de casa, em julho deste ano. Segundo Jéssica, Victor e a mãe alegavam que ela tinha insanidade mental e não poderia sair do apartamento com a filha.
Após um dos abusos sexuais que Jéssica sofreu, ela engravidou, mas perdeu o bebê devido às agressões constantes.
Histórico violento e acusação de bater na própria mãe
Possobom tem um histórico violento. Em 2013, ele foi acusado de bater na própria mãe e na ex-namorada. Na época, as duas haviam brigado, e ele escorou a mãe na parede e a segurou pela gola. Depois, fez o mesmo com a namorada e a levou para o quarto.
Ele tem diversas acusações de violência em delegacias distritais e delegacias de atendimento à mulher de Niterói por:
“Boa tarde, pessoal, meu nome é César, sou pescador aqui de Ponta Negra há bastante tempo.” Com essa intervenção, César Rodrigues, representante dos pescadores de Ponta Negra, iniciou sua participação na audiência pública que discutiu a obra de engorda da praia de Ponta Negra. Ele pontuou questionamentos sobre como a pesca e os trabalhadores seriam afetados pela obra.
À fala de César, seguiu-se uma explicação técnica detalhada sobre o desenvolvimento da obra, assegurando que o trabalho dos pescadores seria preservado e suas preocupações seriam consideradas. Esta dinâmica evidencia um engajamento ativo entre os pescadores e os responsáveis pela obra, contrariando as alegações do Ministério Público Federal (MPF) de que as comunidades tradicionais não foram ouvidas.
Representante dos pescadores – Foto: Reprodução
Um dos pontos significativos da audiência é quando a procuradora do Estado Marjorie Madruga decide responder a um participante sobre quando a obra começaria.
Ela diz então que primeiro o Idema precisaria coletar todos os pontos de vista, como estava fazendo naquela audiência, antes de emitir uma licença de instalação.
Ela também acrescentou que interromper uma obra é fato excepcional. CONFIRA:
O Blog do Dina decidiu submeter a íntegra do vídeo da audiência pública, de novembro de 2022, com duração de 4 horas, a uma ferramenta de inteligência artificial para detectar os segmentos mais mencionados ao longo da sessão. O resultado desmente a narrativa do MPF de que os pescadores não foram ouvidos. Eles não só foram, como foram os mais mencionados.
O Blog do Dina disponibiliza a íntegra da transcrição da audiência para que qualquer um consulte através da pesquisa rápida. Basta, abrindo o documento, apertar CTRL+F e digitar pesca ou pescadores e depois comparar com hotel, hoteleiros, quiosques, quiosqueiros ou qualquer outra categoria. Confira na íntegra o documento aqui:
Aqui está a contagem de intervenções durante a audiência pública, categorizadas por cada segmento mencionado:
Ambulantes e Vendedores de Praia
Intervenções:
Programa de Apoio ao Trabalhador da Praia
Locação de embarcações
Questões sobre a atividade econômica
Comunidade Local e Pescadores
Intervenções:
Importância das comunidades pesqueiras
Programa de Apoio ao Pescador
Impactos sobre atividades pesqueiras
Pesquisas com pescadores
Preocupações dos pescadores
Impactos sobre embarcações e atividade pesqueira
História de Ponta Negra e pescadores
Programas de apoio econômico
Economia pesqueira
Cultura pesqueira
Barraqueiros e Proprietários de Quiosques
Intervenções:
Impactos econômicos
Programa de Apoio aos Barraqueiros
Economia local
Preocupações econômicas
Setor Turístico
Intervenções:
Complementaridade com a pesca
Economia turística
Bares que vendem pescado
Impactos no turismo
Surfistas
Intervenções:
Impactos nas ondas
Compensações para surfistas
Impactos na prática do surf
Setor Hoteleiro
Intervenções:
Impactos econômicos
Preocupações com infraestrutura
Empresários Locais
Intervenções:
Impactos econômicos
Preocupações com infraestrutura
Ambientalistas e Associações de Moradores
Intervenções:
Associação Potiguar Amigos da Natureza
Associação das Atividades Náuticas de Ponta Negra
Preocupações ambientais
Impactos ambientais
Preocupações com a fauna marinha
Contradição nas Alegações do MPF
As alegações do MPF de que os pescadores e outros segmentos não foram ouvidos na audiência pública são claramente contraditórias quando confrontadas com os dados de intervenções obtidos pela ferramenta de inteligência artificial. A análise da audiência pública mostra que os pescadores e diversos outros segmentos da comunidade local tiveram ampla oportunidade de expressar suas preocupações e sugestões.
Desmascarando a Narrativa do MPF
Consulta Prévia:
O MPF alega que não houve consulta adequada às comunidades tradicionais, conforme a Convenção 169 da OIT. No entanto, as intervenções registradas mostram que os pescadores, um dos principais grupos afetados, participaram ativamente da audiência pública e suas preocupações foram abordadas.
Provas Apresentadas:
Enquanto o MPF exige provas detalhadas de todos os envolvidos, ele próprio se baseia em alegações iniciais sem comprovação robusta. A análise das intervenções na audiência pública prova que os pescadores foram consultados, desmentindo as acusações infundadas do MPF.
Engajamento da Comunidade:
A diversidade de intervenções durante a audiência pública evidencia um engajamento comunitário abrangente, contrariando a narrativa de que segmentos importantes foram negligenciados. Este fato reforça a transparência e a inclusão no processo de tomada de decisão sobre a obra.
As evidências obtidas pela análise da audiência pública desmascaram as alegações do MPF de que os pescadores e outros segmentos não foram ouvidos. A obra de engorda da praia de Ponta Negra está sendo conduzida com considerável participação comunitária, garantindo que as preocupações dos pescadores e de outros grupos sejam devidamente consideradas.
Os pescadores de verdade serão bem favorecidos, um aumento de fluxo de turismo vai gerar um aumento na demanda por peixes, simples! Será que os pescadores pelegos serão favorecidos tb? Os projetos pessoais dos seus políticos de estimação serão afetados? Acho q a real preocupação é com eles…
Coisa de PTralhas querendo mamar nas tetas da prefeitura. As intervenções na faixa de areia acontecerá a cada 200 metros. Barraqueiros e quiosques sabem que toda obra gera transtorno, mas o benefício fica. Também sabem que essas intervenções estão previstas pra ser entre 7 e 10 dias apenas. Pescador não trabalha na faixa de areia e sim a maioria em alto mar. E ainda existe a prainha na área militar a qual todos os pescadores tem livre acesso. Modo PT de governar: quanto pior, melhor
Que PALHAÇADA é essa?? qual o impacto nas ondas para os surfistas??? Isso é um absurdo. Eu teria vergonha de sair de casa para debater algo sobre esse tema. É uma aberração esses temas. Só falta a Associação dos Maconheiros de Ponta Negra reclamar da influência da engorda na fumaça do seu BECK.
Na imagem, o avião Airbus A319CJ da Força Aérea Brasileira, o “Aerolula” – Foto: Wikimedia Commons
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou que o Ministério da Defesa, chefiado por José Múcio Monteiro, dê urgência à compra de um novo avião presidencial. O modelo usado atualmente apresentou problemas na volta do petista de uma viagem ao México em outubro. A empresa consultada para a compra do equipamento foi a Airbus (formada por um consórcio de vários países europeus). No entanto, a resposta foi decepcionante: a entrega demoraria cerca de 2 anos e o avião só ficaria disponível a partir de 2027.
A opção seria Lula aceitar a compra de algum avião de 2ª mão disponível no mercado, já adaptado para acomodar autoridades. Caso contrário, só usufruiria da nova aeronave em uma eventual reeleição. A exigência do Palácio do Planalto é que o avião tenha autonomia maior do que a do atual, que para destinos na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo, precisa parar para reabastecer. Também é preciso ter sala de reuniões ampla, internet de alta velocidade, possibilidade de ser reabastecido em voo, quarto de casal e banheiro com chuveiro.
Há aviões usados no mercado já com configurações semelhantes, sobretudo de países árabes do Oriente Médio, cujos governantes trocam com frequência de equipamento. Lula não se interessou em princípio. Mas há um impasse porque, se for esperar um novo avião, não será para o atual mandato do petista.
O ministro da Defesa está com a missão de atender a essa demanda. A decisão de Lula já foi tomada sobre a compra. Mas agora depende do que o presidente vai dizer a respeito de adquirir um avião usado ou esperar 2 anos para a entrega da encomenda.
À rádio O Povo/CBN, de Fortaleza (CE), em 11 de outubro, Lula confirmou a intenção de comprar um novo avião presidencial e indicou que gostaria de adquirir outros para viagens de ministros. Disse que a nova compra não é privilégio seu, mas segurança para integrantes do governo.
“Desse problema tiramos uma lição. Vamos comprar não apenas um avião, mas alguns aviões. O Brasil é um país grande com 8 milhões de km², com 360 mil km de florestas tropicais, com 8.000 km de fronteiras marítimas, com 5 milhões de km² de água que é responsabilidade do Brasil. Nós precisamos nos preparar, não podemos ser pegos de surpresa”, disse na entrevista.
O petista já queria trocar de avião no início do seu governo, em 2023. Quando havia feito 10 viagens internacionais, em maio do ano passado, Lula pediu à Defesa que viabilizasse uma nova opção de aeronave. Algumas das viagens que havia realizado duraram mais de 25 horas por causa de paradas necessárias durante o trajeto, quando foi, por exemplo, à China e ao Japão.
Inicialmente, cogitou-se adaptar um dos Airbus A330-200 comprados em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) por US$ 80 milhões (cerca de R$ 400 milhões pela taxa de câmbio atual), da companhia aérea Azul. A ideia, porém, foi deixada de lado por causa do alto custo para instalar o sistema de internet a bordo. O Planalto chegou à conclusão na época de que o timing era ruim, no momento em que a equipe econômica falava em controle de gastos.
AEROLULA
O Airbus A319CJ, identificado pela FAB (Força Aérea Brasileira) como VC-1A, foi comprado em 2005 por US$ 56,7 milhões (US$ 91,7 milhões, em valores atualizados, o equivalente a R$ 500 milhões). Tem autonomia de voo de 8.500 km. Na entrevista à O Povo/CBN, Lula disse ter superado o apelido que foi dado à aeronave de forma pejorativa: Aerolula.
“Quando comprei esse avião, era o mais pequeno (sic) da Airbus, comprei o mais barato e o menor. Mesmo assim o [Leonel] Brizola [ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul] cunhou como o Aerolula. Como se o avião fosse um privilégio do presidente. Eu superei isso. Um presidente tem que se respeitar, uma instituição tem que se respeitar. Não precisa um presidente correr riscos”, disse.
Atualmente, o Aerolula conta com uma cabine presidencial equipada com cama e um banheiro privativo para o presidente e a primeira-dama, Janja Lula da Silva. Há também uma área reservada com duas mesas e 8 lugares. Ali, o presidente pode ter conversas privadas durante o voo. Há ainda 16 poltronas para levar as principais autoridades que acompanham o presidente e a tripulação.
Mais convidados em viagens
Lula quer aumentar o número de convidados em viagens, especialmente deputados e senadores, para se aproximar do Congresso e para prestigiar aliados. Um avião maior será útil para essa estratégia.
Há também reclamações sobre o desconforto da atual aeronave, que é considerada pequena por Janja. A primeira-dama também já demonstrou irritação com o número de escalas técnicas necessárias em longas viagens. O futuro avião já ganhou um apelido em Brasília. É tratado por políticos como “Aerojanja”.
Desde o início de seu 3º mandato, o presidente já fez 23 viagens internacionais. Para o governo, um avião com maior autonomia economizaria tempo no deslocamento, já que precisaria fazer menos escalas. As paradas costumam ser mais demoradas do que em voos comerciais, em razão do abastecimento de combustível e da checagem de segurança.
OLha no meu ponto de vista não é nem necessário recuperar ou fazer um outro avião levando nome de Lula, porque que vai se eleger em 2026 e o Bolsonaro, um homem honesto que nada roubou da nação, asssim sendo o Bolsonaro jamais irá aceitar andar em um avião que já pertenceu a o Bandido Lula.
Lula, o único presidente com relações com o mundo todo ( o Bozo não era recebido por ninguém, ficava comendo pizza fria na sarjeta) logo estará 100 % bem, viajando e fazendo acordos pro crescimento do Brasil.
Frifrizinha tu lê-se a matéria ou Tem dificuldade igual ao padrasto? Deixe de viajar no e…… ralo desse veio boco, eu dou um voto a ele para que ele vá baixar a de maduro e aqui, nos Estados onde ele foi derrotado, foi paia muita kkkkkkkkk uma vergonha sem fim, acabou.
Imagine se ele usasse o dia 7 de setembro pra dizer que era imbrochavel? Quem falou isso foi o quadrúpede seguido por jegues.
Esse cara só pensa em GASTAR, GASTAR E GASTAR..O POVO QUE SE LASQUE,TUDO CARO, GASOLINA QUASE SETE REAIS O LITRO. E A PIRRA DA VELHA IMPRENSA NÃO DIZ NADA.
O Programa de Retomada e Reativação de Obras Paralisadas ou Inacabadas da Saúde deixou 158 obras de fora em vários municípios do Rio Grande do Norte, o equivalente a 70% das obras que poderiam participar do programa. Ao todo, 67 obras no Estado serão retomadas, sendo 24 repactuadas e 43 reativadas, segundo o Ministério da Saúde. O Pacto Nacional pela Retomada de Obras Inacabadas vai investir R$ 189 milhões na conclusão de unidades como Academias de Saúde e Centros Especializados em Reabilitação, além de requalificações em Unidades Básicas de Saúde em todo o Brasil.
Anunciado pelo Ministério da Saúde como uma das prioridades da ministra Nísia Trindade, o programa tinha 225 obras elegíveis no Rio Grande do Norte. Destas, 87 não tiveram manifestação de interesse, enquanto 138 registraram a intenção de retomar as obras. Desse total, apenas 67 serão retomadas.
“No entanto, nem todos os municípios enviaram a documentação dentro do prazo. Como resultado, 67 obras no estado serão retomadas, sendo 24 repactuadas e 43 reativadas, conforme as duas portarias divulgadas pelo Ministério da Saúde. Em relação ao período de retomada, os municípios devem seguir os prazos estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 3.084/2024, que regulamenta o programa. O valor destinado a cada obra será definido após a vistoria técnica, que avaliará o andamento da construção”, disse o Ministério da Saúde em nota enviada à TRIBUNA DO NORTE.
O relatório com as obras foi publicado em duas remessas no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (27) e em setembro do ano passado. As obras aprovadas incluem ampliação e construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs), reformas e construção de academias de saúde, repactuação de Centro de Parto Normal e Unidade Neonatal. Apenas em Natal, foram oito iniciativas aceitas com foco na restauração de UBSs.
Entre os municípios contemplados estão cidades como Extremoz, Governador Dix-Sept Rosado, Lagoa D’Anta, Parnamirim, Rafael Fernandes, Tangará, Antônio Martins, Apodi, Baraúna, Baía Formosa, Carnaúba dos Dantas, Coronel João Pessoa, Cruzeta, Doutor Severiano, Espírito Santo, Florânia, Grossos, Ipanguaçu, Jundiá, Luís Gomes, Nísia Floresta, Pau dos Ferros, Ruy Barbosa, Serrinha, Tenente Laurentino Cruz, Timbaúba dos Batistas, Triunfo Potiguar, Bento Fernandes, João Câmara, Natal, Pedro Avelino, Touros, Umarizal, Jandaíra, Maxaranguape e Passagem.
Na edição do último dia 18 de janeiro, a TRIBUNA DO NORTE publicou a reportagem “RN perde chance de retomar 87 obras paradas na área da saúde”, mostrando que vários municípios do Estado não aderiram ao Termo de Repactuação para Retomada de Obras na Saúde (TRR). Segundo o Ministério da Saúde, o Estado tinha 225 obras aptas a participar do programa, com 157 delas tendo recebido manifestação. Das 225 obras, 87 delas não tiveram registro de interesse em participar do programa. A situação envolve obras que não começaram e, em alguns casos, tiveram seus trabalhos iniciados, mas não foram concluídos devido a adequações em projetos e falta de recursos.
Na época, a presidente do Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-RN), Maria Eliza Garcia, apontou uma série de fatores para o número de obras sem manifestação de interesse, como projetos que “caducaram” e a dificuldade de gestores eleitos em acessarem os sistemas para avaliarem os projetos. Ela cita ainda dados obsoletos no sistema do Governo Federal.
“Sabemos que ao longo do tempo, temos muitos projetos dentro do Ministério da Saúde, que empancaram, seja por burocracia do Sismob, porque não se conseguia aprovação da planta pela Vigilância Sanitária, que não tem profissionais suficientes para atender as demandas dos municípios, algumas dessas obras que ficaram caducas e os valores não correspondiam. Temos obras de 2013, por exemplo. São muitos fatores que não davam condição para o gestor retomar a obra”, explicou Maria Eliza Garcia à TN no último dia 18 de janeiro.
A gestora disse ainda que foi feito um trabalho em conjunto à Federação dos Municípios do RN (Femurn) para que as prefeituras se sensibilizassem do programa. “Grande parte dessas obras não são obras que estão a todo vapor, que o gestor está querendo. Tem obras que o município recebeu o valor e devolveu porque não tinha condições de terminar e constam nessa relação. O que precisa ser feito hoje: um movimento no sentido de pedir ao Ministério da Saúde para termos uma realidade e fazer um trabalho com esses gestores”, cita, acrescentando ainda que pedirá ampliação de prazo para uma reavaliação.
O programa
O Governo Federal vai iniciar a retomada de mais 478 obras em todo o país, totalizando investimento de R$ 189 milhões. Essas 478 se somam às mil cuja retomada foi divulgada em setembro de 2024.
As obras anunciadas nesta segunda-feira estão divididas em 109 Academias de Saúde; duas Ambiências; dois Centros de Atenção Psicossocial (Caps); cinco Centros Especializados em Reabilitação (CER); 340 Requalifica Unidades Básicas de Saúde (UBS); uma Unidade Básica de Saúde Fluvial e 19 Unidades de Pronto Atendimento (UPA).
Com o novo anúncio, o Governo Federal alcança um total de 1.478 obras reativadas e repactuadas pelo Programa de Retomada de Obras na Saúde. Isso significa que já foram retomadas cerca de 60% das obras com documentação apresentada para participar do programa do governo federal.
O cemitério, crematório e funerária Morada da Paz convida as famílias a viver o Dia da Lembrança 2025 em um ambiente de acolhimento, espiritualidade e conexão com as memórias de quem partiu.
A data, celebrada anualmente em 2 de novembro, contará com uma programação especial em todas as unidades do grupo no Rio Grande do Norte, com missas, palestras espíritas, cultos ecumênicos, música ao vivo e espaços para mensagens e homenagens.
Também haverá celebrações em outras unidades do grupo no estado. Em São José de Mipibu, será celebrada uma missa às 10h30, e no cemitério Morada Essencial Zona Norte, em São Gonçalo do Amarante, o público poderá participar de um louvor às 9h. Todas as ações foram pensadas para proporcionar conforto espiritual e acolhimento, respeitando diferentes crenças.
O dia será marcado também pela presença de músicos instrumentistas que acompanharão a visitação executando canções, e por toda a atenção das equipes, preparadas para oferecer orientação aos visitantes e promover um ambiente de serenidade, respeito e acolhimento.
Homenagens
Além das celebrações, o público poderá prestar homenagens por meio dos tanzakus — pequenas faixas de papel colorido onde podem ser escritas mensagens de saudade e afeto.
Inspirados em tradições orientais, os tanzakus serão fixados em uma estrutura simbólica no espaço do cemitério, criando um cenário coletivo de memória, expressão e homenagem.
Quem desejar prestar homenagem com flores pode contar com a floricultura do Morada da Paz, que oferece opções como vasos, ramalhetes e arranjos personalizados. Os pedidos podem ser feitos antecipadamente pelo site pelo WhatsApp 0800 123 4848, acessando: http://bit.ly/AloMorada .
Para aqueles que desejarem prestar homenagens de forma virtual, a plataforma Morada da Memória, disponível em http://www.moradadamemoria.com.br , continua como um espaço permanente de tributos. Lá, é possível compartilhar textos, fotos, vídeos, acender velas virtuais e visitar o perfil de entes queridos, tornando a conexão possível de qualquer lugar e a qualquer momento.
“Mais do que um dia de saudade, o Dia da Lembrança é um convite à celebração da memória. Cada homenagem é um gesto de amor que mantém viva a presença de quem se foi”, destaca Eliza Fonseca, gerente de marketing do Grupo Morada.
Ação especial – Diário da Vida
Neste ano, o Dia da Lembrança será ainda mais simbólico com a distribuição gratuita do e-book Diário da Vida, uma iniciativa que integra a campanha anual do Grupo Morada: “Ecos: Memórias que ressoam”.
O Diário da Vida é um convite à escrita, à escuta e ao afeto. Com páginas interativas, o livro digital oferece espaço para registrar sentimentos, celebrar histórias e eternizar lembranças.
Mais do que um material digital, o diário funciona como um instrumento terapêutico de expressão emocional e conexão com quem partiu.
Para participar, basta acessar o site http://bit.ly/diariodavida ou www.diadalembranca.com.br, preencher o formulário e compartilhar uma lembrança significativa — pode ser uma conversa, um hábito, um gesto ou qualquer memória simbólica. Após o envio, o participante recebe gratuitamente o e-book por e-mail.
Clientes do Morada da Paz que participarem da ação poderão retirar uma versão impressa do Diário da Vida na unidade de Emaús durante a programação do Dia da Lembrança. A entrega será feita mediante confirmação do envio do depoimento no site.
Ecos: Memórias que ressoam
A celebração ao Dia da Lembrança integra a campanha “Ecos: Memórias que ressoam”, promovida ao longo de 2025 pelo Grupo Morada – holding responsável pelas marcas Morada da Paz, Morada da Paz Essencial – Assistência Funeral e crematório Morada da Paz Pet. A campanha se inspira na ideia de reverberação emocional, destacando como memórias e sentimentos continuam presentes em nossas vidas, mesmo após a ausência física.
“Vivemos em um mundo onde o luto ainda é um tema cercado de silêncio. No Grupo Morada, acreditamos que esse silêncio pode ser preenchido por memórias, amor e aprendizados. A campanha Ecos reflete justamente isso: o que permanece, mesmo quando alguém já não está fisicamente presente”, destaca Eliza Fonseca.
Serviço:
Programação especial no Dia de Finados no Morada da Paz
Domingo, 2 de novembro, a partir das 8h
Saiba mais:
www.moradadapaz.com.br
www.diadalembranca.com.br
O governo Lula tenta ganhar os brasileiros no gogó.
Comece-se pelo ministro da Fazenda (se é que ainda temos uma), Fernando Haddad, que resolveu desqualificar uma empresa de pesquisas, a Qaest, por revelar que a reprovação a ele no mercado financeiro bateu em 58%, o dobro da medida em dezembro. Já a aprovação, que era de 40% há apenas três meses, caiu para 10%.
“Dizer que isso é uma pesquisa é dar um nome muito pomposo para uma coisa que deve ter sido feita em 15 minutos ali, num bairro. Uma pesquisa com 100 pessoas, não dá para dar o nome de pesquisa. Isso você faz em uma mesa de bar”, disse o ministro. “É muito diferente de um levantamento técnico, amplo, que consulta milhares de pessoas. Isso foi uma consulta informal, não tem representatividade”.
Como todo político antigo, e o político brasileiro já nasce antigo, quando uma pesquisa lhe é desfavorável, Fernando Haddad ataca a pesquisa e deixa de lado os motivos que causam a insatisfação revelada pela realidade dos números. No caso, o rumo desastroso que tomou a economia brasileira, com uma inflação que já está quase no dobro da meta e um governo que, como expõe didaticamente o Orçamento aprovado por um Legislativo cúmplice na esbórnia com o dinheiro público, quer ser reeleito sobre um país que caminha a passos largos para a ruína.
Outro ministro, o da Justiça (se é que ainda temos uma), saiu-se, na semana que termina, com uma frase que causou indignação. No país em que facínoras matam para roubar celulares, Ricardo Lewandowski afirmou que “é um jargão que foi adotado pela população, que a polícia prende e o Judiciário solta. Eu vou dizer o seguinte: a polícia prende mal, e o Judiciário é obrigado a soltar”, disse o ministro.
Não é bem assim, como sabe todo mundo que não tem carro blindado ou segurança oficial ou particular, praticamente o mundo todo. Na verdade, a polícia não prende e, quando prende bem, a Justiça solta nas audiências de custódia, mais uma conquista da esquerda aprovada por aquele soviete, o Conselho Nacional de Justiça, quando era presidido pelo próprio Ricardo Lewandowski.
Para sermos justos, as audiências de custódia integram o nosso laxismo tropical, visto que temos um Código Penal mais preocupado em proteger os bandidos do que os cidadãos honestos. Por exemplo: ninguém vai para a prisão por ter cometido crimes com penas inferiores a 8 anos. E temos aquela aberração de beneficiar com progressão para regime mais brando quem já cumpriu um sexto da pena, à exceção dos perpetradores de crimes hediondos. Aí, é necessário cumprir dois quintos da pena. Se o sujeito é reincidente, esse prazo sobe para três quintos. Crime hediondo, no Brasil, é questão relativa.
Ricardo Lewandowski soltou a sua frase lapidar um dia depois de a capitã da PM paulista Jaqueline Pereira ter ido a um programa matinal da Rede Globo e desenrolado, no ar, literalmente, a extensa ficha criminal de um meliante que é invariavelmente solto pela Justiça. Ele foi preso 16 vezes, e nas 16 vezes foi apresentado com a liberdade provisória pela Justiça.
O ministro da Justiça poderia ser mais colaborativo. No seu esforço para sair do pântano da desaprovação popular, Lula foi aconselhado pelo seu publicitário a mostrar-se muito preocupado com a falta de segurança que aflige os brasileiros. “A gente não vai permitir que a república dos ladrões de celular comece a assustar as pessoas na rua desse país”, disse o presidente da República, ao defender a PEC da Segurança Pública, com a qual o governo federal quer ter mais participação no combate ao crime.
Lula, na verdade, procura anular o efeito deletério daquela frase que disse logo depois de sair da cadeia: “Não posso ver mais jovem de 14 e 15 anos assaltando e sendo violentado, assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular”.
A frase sobre a “república dos ladrões de celular” veio poucas horas depois de o presidente da República puxar um Pai Nosso na inauguração de uma barragem no Rio Grande do Norte. É que faz parte do seu combo publicitário parecer que é um homem de grande fé e, assim, tentar atrair também os evangélicos, parcela que lhe é reticente.
Gogó com goró abençoado, é isso aí. Na minha opinião, diante do exposto, só nos resta mesmo é rezar — ou orar, como queiram — nesta república de ladrões de celular, mas não só, antes fosse, Deus sabe.
Em uma semana no ar, o sistema de consulta a valores esquecidos do Banco Central superou 100 milhões de consultas de correntistas interessados em resgatar saldos residuais de instituições financeiras. No entanto, existem mais fontes de recursos em que o cidadão pode retirar dinheiro parado. Fundos públicos, revisão de benefícios da Previdência Social, abono salarial, malha fina do Imposto de Renda e até prêmios de loterias abrigam valores deixados de lado por milhares de brasileiros. Por desconhecimento, muitos nem sequer sabem como consultar e acessar esses recursos.
Confira abaixo as principais fontes alternativas de dinheiro esquecido:
Cotas do PIS/Pasep
Antes da criação do abono salarial pela Constituição de 1988, os recursos com a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep) eram depositados em cotas num fundo público.
Em outubro do ano passado, a Caixa Econômica Federal informou que cerca de 10,5 milhões de trabalhadores ainda não tinham sacado R$ 23,3 bilhões.
Para ter direito às cotas do PIS/Pasep, basta o beneficiário ter trabalhado com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. Em 2019, a Lei 13.932 tornou os recursos do fundo disponíveis para todos os cotistas, independentemente da idade. A lei facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos.
Abono salarial de anos anteriores
Com a Constituição de 1988, parte da arrecadação do PIS/Pasep passou a ser destinada ao pagamento do abono salarial. O benefício está disponível a trabalhadores com carteira assinada que receberam até dois salários mínimos dois anos antes do pagamento do abono. No entanto, parte dos beneficiários se esquece de pegar o dinheiro.
Revisão de auxílios do INSS
Cerca de 11 mil segurados do INSS que receberam benefício por incapacidade (como o antigo auxílio-doença) entre 2002 e 2009 poderão sacar a revisão do auxílio entre 1º e 7 de maio. Essas pessoas tiveram o benefício calculado errado e estão recebendo a diferença em lotes após um acordo entre o INSS e o Ministério Público Federal.
Depósitos judiciais do INSS
Aposentados e pensionistas que pediram na Justiça a concessão ou a revisão da aposentadoria podem ter Requisições de Pequeno Valor (RPVs) a receber do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As RPVs são precatórios – dívidas do governo determinadas pela Justiça em caráter definitivo – para ações judiciais de até 60 salários mínimos (atualmente em R$ 72,7 mil).
Saque-aniversário do FGTS
Os trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) têm acesso gradual à cota de 2022. As retiradas ocorrem conforme o mês de aniversário do trabalhador.
Até o momento, podem sacar apenas os nascidos em janeiro e fevereiro. O calendário deste ano já está disponível.
Contas inativas do FGTS
Trabalhadores com carteira assinada demitidos e que ficaram três anos sem trabalhar formalmente podem sacar todos os saldos das contas inativas do FGTS. Muitas vezes, o profissional se esquece deste direito.
Quem tem diagnóstico de doença grave, como câncer, ou doença terminal também pode pedir a retirada. Esse direito vale tanto para casos de doença do titular da conta como dos dependentes.
Saque do FGTS para calamidades
Trabalhadores de cerca de 50 municípios afetados por enchentes recentes na Bahia, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro podem sacar até R$ 6.220 do FGTS, desde que não tenha retirado dinheiro pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses. Nesta semana, o banco autorizou o saque para os moradores de Petrópolis (RJ).
Malha fina do Imposto de Renda
Quem caiu na malha fina do Imposto de Renda Pessoa Física e retificou a declaração deve consultar os lotes residuais de restituições, liberados pela Receita Federal uma vez por mês.
Prêmios de loteria
Muitos apostadores não sabem que ganharam na loteria e deixam de sacar o dinheiro. O problema ocorre principalmente com quem recebeu prêmios de pequeno valor e não conferiu direito a aposta.
Programas estaduais de nota fiscal
Além dos dados federais, os contribuintes também devem estar atentos aos programas estaduais que devolvem créditos para quem declara o CPF nas notas fiscais.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agiu para segurar a fila do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e frear a alta de gastos com benefícios previdenciários e assistenciais.
Sob orientação da Casa Civil e do Ministério da Fazenda, o instituto usou o programa de enfrentamento à fila, que paga bônus aos servidores pela análise extra de requerimentos, para priorizar processos de revisão de benefícios ou apuração de irregularidades no segundo semestre de 2024.
A ordem de preferência consta em ofícios do INSS obtidos pela Folha de S.Paulo via Lei de Acesso à Informação. A reportagem confirmou com três pessoas envolvidas nas tratativas que a priorização das revisões teve como objetivo desacelerar o avanço dos gastos no curto prazo. Um desses documentos afirma que as ações para reduzir as filas “precisaram de enérgica moderação dada a prevalência do cenário de restrição orçamentária”.
No período, a fila espera inverteu a tendência de queda e escalou até chegar a 2 milhões de pedidos em dezembro. De lá para cá, o órgão ainda não conseguiu reverter o quadro: o dado mais recente indica um estoque de 2,6 milhões de requerimentos.
Segundo os interlocutores, participaram de conversas sobre o tema representantes da Casa Civil e da Fazenda (incluindo seus respectivos secretários-executivos, Miriam Belchior e Dario Durigan), além de membros do INSS e dos ministérios da Previdência, do Planejamento e da Gestão.
O represamento de benefícios gera uma economia no curto prazo, mas também deixa uma conta futura, pois é preciso pagar correção monetária e juros ao segurado.
O ex-ministro Carlos Lupi (Previdência), que comandava a pasta na época das mudanças, confirmou a priorização das revisões e contou que a decisão causou uma crise entre técnicos do INSS, da Fazenda e Casa Civil. Ele se disse incomodado com a medida. “Mas quando é uma decisão governamental, a gente acata, ou sai [do governo].”
Durante a apuração da reportagem, a Folha de S.Paulo ouviu de um integrante da Fazenda, sob reserva, que a redução da fila não pode ser feita a qualquer custo e que o Orçamento precisa ser respeitado. Esse interlocutor afirmou ainda que a questão não deveria ser politizada.
A regularização das concessões com eliminação das filas foi uma promessa de campanha de Lula.
A Folha de S.Paulo procurou todos os órgãos envolvidos. O Ministério da Previdência Social respondeu, em nome do governo federal, dizendo que “é absolutamente infundada a ideia de que o governo tenha, a qualquer pretexto e por qualquer expediente, represado a concessão de benefícios”.
A nota diz ser “fantasiosa a tese” de que a contenção de benefícios traria efeitos sobre o desempenho fiscal, pois os benefícios, uma vez concedidos, são pagos de maneira retroativa à data da requisição.
O governo ainda apontou que o tempo médio de espera para análise dos benefícios caiu de 66 dias em janeiro de 2023 para 44 dias em maio deste ano. Esse posicionamento ignora, no entanto, o fato de que esse dado chegou a ficar abaixo dos 40 dias no segundo semestre de 2024, subindo após as mudanças no programa de combate à fila.
A nota diz também que “fatores absolutamente externos ao controle e ao desejo do governo”, como o atraso na votação do Orçamento de 2025 e a interrupção temporária do bônus no começo deste ano, pesaram para frear uma melhora mais acentuada. E afirma que “as ações de combate à fraude são uma obrigação contínua e corriqueira do INSS”.
O Planejamento disse, em resposta avulsa, que “eventual restrição orçamentária nunca foi critério definidor para o pagamento de benefícios concedidos no prazo regulamentar e que são obrigatórios por lei”.
Essa não é a primeira vez que a fila do INSS é represada para conter o avanço de despesas públicas.
Prática semelhante foi adotada no governo de Jair Bolsonaro (PL). Apenas no fim de 2022, o INSS acelerou as concessões e reduziu parte da fila, sob reclamações do então Ministério da Economia, que precisou pedir respaldo ao TCU (Tribunal de Contas da União) para pagar as despesas adicionais com um crédito extraordinário (reservado apenas para situações urgentes e imprevisíveis).
Sob Lula, o uso do programa de combate à fila para priorizar revisões começou em junho de 2024. Um primeiro ofício expedido pelo INSS previu que, a partir de 1º de julho de 2024, as chamadas filas extraordinárias deveriam ser abastecidas só com tarefas de apuração de irregularidade no âmbito do MOB (Monitoramento Operacional de Benefícios).
Pouco tempo depois, em 16 de julho, o INSS alterou a orientação e voltou a priorizar as filas de reconhecimento inicial de direitos, devido à “situação extraordinária de acréscimo dos estoques nos últimos meses”.
O carnatal já faz parte do calendário dos grandes eventos do Rio Grande do Norte. Há 10 dias da maior micareta do Brasil, Natal se prepara para receber os foliões na sua 32ª edição. Este ano, serão três dias de folia, 9, 10 e 11 de dezembro.
A advogada Bruna Moreno participou de quatro edições. “Esto muito animada pare este ano, acho que vai ser ótimo! Ainda mais que vai ter um bloco novo”, disse.
Além de artistas já consagrados na micareta, como Bell Marques, Ivete Sangalo, Claudinha Leitte, Leo Santana e Ricardo Chaves, a edição 2022 traz novidades para o corredor da folia e camarotes, como o bloco de Anitta, de Nattan e Felipe Amorim.
O evento movimenta a economia local, como ressalta os representantes dos setores da hotelaria, bares, restaurantes e turismo. O Secretário de Turismo de Natal, Fernando Fernandes ressalta a importância para a cidade.
“O carnatal é uma festa que marca a cidade em todos os aspectos, e claro, sobretudo o turismo. Por ser um evento com mais de 30 anos, consolidado e conhecido em todo o Brasil tem essa representação gigantesca. Temos aproximadamente 35 mil leitos, Natal mantém no segundo final de semana de dezembro uma taxa de ocupação acima da média, em torno de 80%, que é um número fantástico em termos de geração de negócios. E consequentemente, isso não fica só na hotelaria, movimenta também os bares, restaurantes, ubers, enfim na cadeia do turismo que é muito ampla, vai desde a companhia aérea, o combustível que gera imposto (ICMS) para o estado e município. Temos também o comércio, supermercado, boate, o próprio carnatal em si que consomem dentro de seus camarotes produtos da cidade. Em termos de evento, era importante a cidade ter mais duas ou três opções de festas do porte do carnatal para que nós tivéssemos cada vez mais o crescimento da cadeia econômica do turismo”, pontuou o gestor.
“O carnatal traz muitos benefícios, principalmente por que somos uma cidade turística. A ocupação hoteleira melhora significativamente nos dias do evento. O turista se diverte, consome os mais diversos serviços e produtos, fazendo movimentar a economia no estado, gerando emprego e renda para o município”, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), Abdon Gosson.
“O Carnatal é, reconhecidamente, o maior evento do calendário no Rio Grande do Norte e um dos maiores do Brasil. Isso, claro, reflete em nossa economia de uma maneira muito forte. Vejo que o turismo no estado era um antes e é outro depois do Carnatal. Natal se tornou uma referência em outros estados e países depois da micareta. E isso fez com quem o segmento de hotéis, restaurantes e bares fosse atingido de forma muito positiva. Basta ver que quando se procura hospedagem na cidade em época de Carnatal é muito difícil de achar local”, disse o presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), Habib Chalita.
O gestor completa dizendo que vale lembrar que além dos turistas, as bandas trazem músicos, produtores, técnicos, uma grande equipe que vai não só se hospedar na cidade, mas consumir nos restaurantes da capital.
“Se formos falar do turista, esse aí vem para se divertir mesmo. Além de conhecer nossas belezas naturais, também vai provar da nossa gastronomia e conhecer um pouco das opções de entretenimento dos bares que existem na cidade.O Carnatal se tornou uma verdadeira marca quando se fala em eventos e entretenimento e isso, junto com o setor de hotéis, bares e restaurantes, tem aquecido a economia com a geração de emprego e renda além de gerar impostos”, finaliza Chalita.
PROGRAMAÇÃO DO CORREDOR DA FOLIA
BLOCOS DA SEXTA-FEIRA (09/12)
VUMBORA
Bell Marques
HYPE
Nattan/Felipe Amorim
LARGARDINHO
Claudia Leitte
BLOCO DO SÁBADO (10/12)
VUMBORA
Bell Marques
BLOCO DA ANITTA
Anitta
VEM COM O GIGANTE
Leo Santana
BLOCOS DO DOMINGO (11/12)
VUMBORA
Bell Marques
VILLAGE
Ivete
BICHO
Ricardo Chaves
PROGRAMAÇÃO DO CAMAROTE / ÁREA INTERNA DA ARENA
SEXTA-FEIRA
Pedro Sampaio /Banda Eva/ Raí Saia Rodada / Jopin
SÁBADO
Xand Avião / Durval Lelys / Ralk
DOMINGO
Gusttavo Lima / Vitor Fernandes / Rafa e Pipo / Otiago
Festival acontece a partir desta quarta-feira (30), em Natal-RN, com competições nacionais de vôlei de praia, skate, corrida, games eletrônicos e shows.
A Casa de Apostas Arena das Dunas sediará, a partir desta quarta-feira (30), até domingo (03), o Festival Tamo Junto BB. Aberto ao público e inspirado na dinâmica de eventos globais de esportes de ação, o festival utilizará os setores hospitalidade, para os games eletrônicos, praça externa norte, para o vôlei e os shows, e a praça externa oeste, para o skate e para a Vila BB (espaço cultural do evento). Este é o maior festival de esporte e cultura que a Arena recebe e espera receber mais de 80 mil pessoas nos 5 dias de evento.
As campeãs olímpicas do Vôlei de Praia, Duda e Ana Patrícia, e os campeões mundiais de Skate, Raicca Ventura e Augusto Akio, são alguns dos nomes que competirão na capital potiguar. O festival oferecerá uma vasta programação esportiva com as etapas oficiais dos circuitos de vôlei de praia, surfe (praia de Miami), corrida de rua, competições e aulas de skate, arena gamer e ainda uma grande programação de shows musicais locais e nacionais.
“A Arena é hoje um dos principais centros de lazer e entretenimento não apenas do Rio Grande do Norte, mas também do Nordeste. Temos certeza de que nossa estrutura contribuirá de forma bastante positiva para a elevar a experiência a ser vivida pelo público e os atletas durante os dias de competições”, afirma Ricardo Ferreira, diretor-presidente da Casa de Apostas Arena das Dunas.
Confira os destaques da programação do Festival:
Skate
O festival será palco da segunda etapa do Vert Battle – e última etapa do circuito nacional de skate vertical, revelando o campeão brasileiro da modalidade. A competição será transmitida ao vivo pela TV Globo e pelo SporTV e terá categorias Pro Masculino e Open Feminino e presenças confirmadas de nomes como Rony Gomes, o medalhista olímpico e campeão mundial de skate park Augusto Akio, a atleta olímpica e campeã mundial de skate park Raicca Ventura, o campeão mundial de vert e recordista de medalhas do X-Games Gui Khury, e os atletas olímpicos de skate park Luigi Cini e Dora Varella.
As ações do skate não param por aí. O público poderá fazer aulas gratuitas com os equipamentos e instrutores do Instituto Skate Cuida, além de Demo Session com a lenda Bob Burnquist e os paraskatistas Felipe Nunes e Nando Araújo, integrantes do Squad BB.
Corrida de Rua
O Circuito Banco do Brasil de Corrida, um dos principais do país, já passou por diversas cidades do país. A corrida oferece percursos de 1km (infantil), 5km e 10km, atendendo tanto a iniciantes quanto a corredores experientes. Em 2024, o evento já passou por Palmas, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, e Brasília, antes de pousar em Natal para o festival.
Vôlei de Praia
Outra atração do evento será a nona e penúltima etapa do circuito brasileiro do vôlei de praia. Nos dias 30 e 31/10, o público poderá somente acessar as estruturas do vôlei e da praça de alimentação. Entre as duplas inscritas para a etapa em Natal estão as campeãs olímpicas Duda e Ana Patrícia. Evandro e Arthur Lanci, que ficaram na quinta colocação em Paris 2024 também estarão na disputa.
Surfe
A quinta etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, válida como prova do Qualifying Series, divisão de entrada do circuito mundial da WSL (World Surf League) acontece nos dias 31 de outubro a 3 de novembro, na Praia de Miami, em Natal. Com cinco campeonatos em território brasileiro, o circuito tem como missão dar oportunidades para talentos regionais, igualdade de premiação entre homens e mulheres, sustentabilidade e investimento no futuro do esporte.
Games
Na área Gamer, serão realizadas ativações de Gameplays que trazem interação com o público, como Just Dance e jogos contra gamers profissionais, meet & greet e experiências com influenciadores da W7M, como Julia Barni, Jeff Bala, Bryan Sant e Matheus Ueta.
Música
Além de muito esporte, o evento vai entregar muita música e entretenimento, divididos em dois palcos – e tudo gratuito. No palco principal, shows de Nando Reis, Jão, Vanessa da Mata, Àttooxxá, Lexa e banda Oriente – convidando as cantoras Lourena e Joyce Alane. No palco Vila BB, a diversão fica por conta de artistas locais.
Nas ruas, portas de escola, bares, tabacarias e festas, eles deixam uma fumaça branca e densa, com cheiro que nada lembra os cigarros comuns. No boca a boca, recebem diversos nomes: vape e pod são os mais comuns.
Com venda proibida no Brasil, especialistas alertam para complicações cardiovasculares e pulmonares dos cigarros eletrônicos. Consumidos por jovens, podem ser porta de entrada para o tabagismo e colocar em xeque avanços no combate à dependência química da nicotina.
Os dispositivos têm tecnologia simples. Uma bateria permite esquentar o líquido que, em geral, é uma mistura de água, aromatizante alimentar, nicotina, propilenoglicol e glicerina vegetal.
Eles aquecem a nicotina em vez da combustão dos cigarros comuns. Na fumaça do tradicional, há alcatrão, que contém produtos químicos potencialmente cancerígenos, e monóxido de carbono, que aumenta a chance de enfarte e dificulta o transporte de oxigênio das células.
O aerossol do dispositivo pode conter substâncias nocivas, alertam os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Destacam, também, que é difícil saber quais substâncias o produto contém. Por vezes, no lugar da nicotina, o aparelho é usado para vaporizar outras drogas, como maconha. Alguns, ditos livres de nicotina, apresentaram a substância em análises.
Paulo Corrêa, coordenador da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), diz que o eletrônico tem toxicidade aumentada em relação ao cigarro convencional, por causa da forma de produção do aerossol. “Ele tem um filamento, que deve ser aquecido. O filamento é revestido por níquel e outros metais, como latão e cobre. O nível de níquel que tem nos cigarros eletrônicos é de duas a 100 vezes maior do que nos tradicionais. O níquel é considerado cancerígeno.”
No Brasil, em 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, comercialização e propaganda dos dispositivos eletrônicos para fumar, que além dos cigarros incluem os produtos de tabaco aquecido.
Uso
Em Pinheiros, na zona oeste paulistana, o dispositivo se camufla na mão dos usuários e o aerossol se dissipa com rapidez. Em uma tabacaria, os aparelhos e essências tomam pelo menos quatro prateleiras. O preço varia de R$ 60 a R$ 680 – os mais baratos eram descartáveis. O vendedor do estabelecimento, que comercializa o produto há três anos, diz que o que faz mal é o uso sem orientação. “Não vendo sem dar uma consultoria.”
Com sabor frutado e diversos formatos, os dispositivos se tornaram sensação entre os mais novos. Julia (nome fictício), de 24 anos, que não quis se identificar, junto a amigos, traz aparelhos do Paraguai para vender em Santa Catarina, onde mora. Ela explica que são pods descartáveis. “Você vai inalar 800 vezes e descartar. Você não recarrega”, diz. Eles compram o produto a R$ 30 e revendem por R$ 60.
Paula (nome fictício), de 18 anos, que também preferiu se manter anônima, passou a usar o cigarro eletrônico por não ter o cheiro e gosto do convencional. “Percebi que dava para fumar o pod em qualquer lugar. As pessoas não percebiam que tu tava (sic) fumando alguma coisa”, conta.
Chefe da coordenação de Prevenção e Vigilância do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Liz Almeida aponta que o dispositivo pode ser porta de entrada para o tabagismo, principalmente entre os mais jovens. A chance de um adolescente que experimentou um cigarro eletrônico passar a fumar o tradicional é quatro vezes maior do que aqueles que não, mostrou estudo feito por ela e outros seis pesquisadores.
Neste ano, o Carnaval de Allan Doug, funcionário de banco, de 30 anos, começou no Rio e terminou em uma unidade de terapia intensiva (UTI), em Manaus. O manauara fumava cigarro tradicional “há algum tempo”, mas só socialmente. Passou a usar o eletrônico, conta, nos últimos cinco meses.
No Rio durante duas semanas, sem ter de trabalhar, o uso se tornou diário e exagerado. De volta a Manaus, acordou com muita dor no peito. “No raio X identificaram umas perfurações e muito líquido (no pulmão)”, afirma.
Fiscalização
Em 2009, a Anvisa proibiu a importação, comercialização e propaganda dos dispositivos. Em nota, a agência disse ser responsável pela fiscalização das vendas online. As lojas físicas são de “responsabilidade das autoridades locais”.
A Polícia Militar e a Polícia Civil de São Paulo, em nota, afirmaram que, sempre que solicitado pela Prefeitura, ajudam em ações para coibir o comércio ambulante irregular e combater a pirataria. No fim do ano passado, em parceria com a Receita Federal e a administração municipal, apreenderam 135 mil cigarros eletrônicos e 325 mil essências.
As empresas Souza Cruz (BAT Brasil), Philip Morris Brasil e Japan Tobacco International (JTI) se mostraram favoráveis à flexibilização da comercialização dos dispositivos eletrônicos de fumar. A JTI disse, em nota, que “hoje o uso desses produtos já é corrente, abastecido por produtos de origem 100% ilegal, sem controle sanitário”.
A BAT Brasil disse defender uma “regulamentação robusta, responsável e equilibrada”. “No Brasil, já existe um crescente mercado de consumidores de cigarros eletrônicos, estimado em mais de 2 milhões de pessoas. No entanto, 100% desse mercado é ilegal”, destacou, em nota.
A Philip Morris Brasil afirmou que cabe à Anvisa decidir sobre a comercialização autorizada, mas disse que apresentou estudos e pesquisas científicas sobre seu produto. “Os documentos estabelecem uma diferença entre esse dispositivo e os cigarros eletrônicos que são comercializados ilegalmente no Brasil”, declara.
É mais fácil proibir do que fazer estudos sobre os reais malefícios, né Brasil? Ficam trabalhando com suposições e comparando duas coisas bastante diferentes. Pesquisem antes de proibir, todos sabemos que a proibição traz inúmeros malefícios para todos!
Que desmantelo, 110 prefeitos de cidades do Rio Grande do Norte divulgaram uma nota contra Carlos Eduardo Alves, na noite desta quarta-feira (17). Entre eles os prefeitos de Natal e Mossoró. Os prefeitos repudiam o levantamento de suspeitas infundadas e inaceitáveis feitas pelo candidato ao Senado pelo PDT, sobre o envio de recursos federais para os municípios do Estado.
Veja a íntegra da nota abaixo:
NOTA DE REPÚDIO DOS PREFEITOS DO RN
Nós, prefeitos do Rio Grande do Norte, fomos surpreendidos com a absurda acusação feita pelo candidato Carlos Eduardo Alves (PDT) junto ao Tribunal Regional Eleitoral, levantando suspeitas infundadas e inaceitáveis sobre o envio de recursos federais para os municípios do Estado. O fato só tem mesmo uma justificativa, os interesses político-eleitorais do candidato que, mesmo já tendo sido prefeito, parece não ter o menor conhecimento da importância desses investimentos para as cidades potiguares.
Carlos Eduardo desrespeita a todos os 167 prefeitos do Estado ao supor que os recursos obtidos por meio de parcerias federais, tivessem qualquer outro objetivo que não, melhorar a qualidade de vida do nosso povo. E o que mais impressiona é que ele tenta conquistar nas urnas um mandato de senador que terá, como dever básico, justamente, enviar recursos para o RN. Ou ele não fará isso caso seja eleito?
Dessa forma, deixamos claro aqui todo o nosso repúdio à tentativa do ex-prefeito de incriminar ações que foram feitas a favor do cidadão e que só contribuíram com melhorias para todas as regiões do Estado. Esperamos que a campanha eleitoral tenha debates construtivos e que os candidatos mostrem seus serviços prestados e as propostas que defendem. Os ataques pessoais que motivam ações estapafúrdias como essa, só prejudicam o crescimento do nosso RN.
Assinam a nota os prefeitos abaixo:
1- Allyson Bezerra/Mossoró
2-Fernando Teixeira/Espírito Santo
3- Reno Marinho/São Rafael
4- Luciano Cunha/Lages Pintadas
5-Fabiano Lopes/Barcelona
6- Rivelino Câmara/Patu
7- Francisco Felipe/Ruy
8-Clécio Azevedo/Bom Jesus
9- Francinaldo/ Galinhos
10- Uady Farias/Jaçanã
11- José Augusto/ Portalegre
12- Joaquim/Cruzeta RN
13- Bibi de Nenca/Campo Grande.
14- Professora Nira/Maxaranguape
15-Serginho/Serra Negra do Norte
16 Samara Rafael Godeiro
17 Guilherme Amancio/ lagoa de Pedras
18- Larissa Rocha/ Tenente Ananias
19- Alan Silveira – Apodi
20 – Pedro Henrique – Pedra Grande
21- Joana Darc – Triunfo Potiguar
22- Shirley Targino
23 – Flaudivan Martins/ Pendências
24- Juninho / passagem
25- Maria Olimpia/Paraú
26-Galo de Florânia
27-Babau de Marcelino Vieira.
28- José Adolfo / Francisco Dantas
29- Luciano Santos/ L. Nova
30- Sabino Neto/Pilões
31- Jessica Amorim/Almino Afonso
32- Cassio de Riacho de Santana
33- Ceiça Lisboa / Caiçara do Rio do Vento
34- Taveira/Parnamirim
35- Bibiano/Serra do Mel
36- Ranyere/Santa Maria
37- Alexandre Sobrinho/Pedro Avelino
38 – Fernando Bezerra/Acari
39 – Gilson Dantas/Carnaúba dos Dantas
40- Cleiton Jácome/Venha Ver
41- Ivanildinho/Santa Cruz
42- Lusimar Porfirio/São Francisco do Oeste
43- Marcelo Porto / Bodó
44 – José Flávio Morais /Rodolfo Fernandes.
45-Marco Aurélio/Riacho da Cruz
46- Daniel / Nísia Floresta
47 – Nixon Baracho – Alto do Rodrigues
48- José Arnor/Jundiá
49- Maciel Gomes/Senador Eloi de Souza
50- Amazan Silva- Jardim do Seridó
51-Pacelli Souto/SPP
52- Pedro Sales/Várzea
53- Jacinto Carvalho/Severiano Melo
54 – Joca Basílio/Riachuelo
55- Maria Helena/Olho D’água do Borges
56- Cletson Oliveira/Equador
57- Sandra Jaqueline/Fernando Pedroza
58- Rogério Soares/Jardim de Piranhas
59- Manoel Bernardo/João Câmara
60- Pedro Filho/Touros
61- Marianna Almeida/Pau dos Ferros
62- Raimundo Pezão/Umarizal
63- Maria Elce/Major Sales
64 – Bruno Anastácio/Rafael Fernandes
65 – Carlos Augusto/ Luís Gomes
66 – Antônio Freire/ Sen Georgino Avelino
67- André Regis/Itaú
68- Emidio Jr. – Macaiba
69- Raimundo Marcelino/Cerro Corá
70- Conceição Duarte- Lucrécia
71- Rossane/ Ielmo Marinho
72- Keka/São Bento do Trairi
73- Jr. Alves/Caraúbas
74- Manuel Gustavo/Montanhas
75- Hudson de Brito/Santana do Seridó
76 – Figueiredo/S J Mipibu
77- Judas Tadeu/Caicó
78 – Flaviano Lisboa/Passa e Fica
79- Barbara Teixeira/Serrinha dos Pintos
80- Wilsinho/Canguaretama
81- Marcos Cabral/Vera Cruz
82 – Boba / Coronel Ezequiel
83- Jeane Saraiva/Alexandria
84- Aníbal Pereira/São João do Sabugi
85- Arthur Vale/Gov. Dix-sept Rosado
86- Ivanildinho Araújo/Timbaúba dos Batistas
87- Camila Melo/ Baía Formosa
88 – Jorge Fernandes/ Antônio Martins
89- Bergson/Arez
90- Renato de doquinha/São Miguel do Gostoso
91- Dr. Airton/Tangará
92- Alberone/Encanto
93- Francisco Neri/Doutor Severiano
94- João Gomes/Brejinho
95- Babá Pereira/São Tomé
96- Iogo Queiroz/Jucurutu
97- Raulison Ribeiro/ Santo Antônio
98- Sonyara Ribeiro/Lagoa de Velhos
99- Valdenício/Tibau do Sul
100- Joãozinho Furtado/Serra Caiada
101- Inácio/ Tenente Laurentino Cruz
102- Ronaldo Souza/Água Nova
103- Maria José de Oliveira Gurgel/Martins
104- Edi Carlos/Poço Branco
105- Alaor Ferreira/Itajá
106- Jackson Dantas/São José do Seridó
107- Josiene/Paraná
108- Felipe Menezes/Lajes
109- Jussara Sales/Extremoz
110- Álvaro Dias/Natal
Carlos e Rogério 2 porqueiras, Rogério usando dinheiro público para fazer campanha a seu favor, troca dinheiro por apoio, Carlos Eduardo só pensa nele mesmo que isso seja ruim para o RN. Por isso voto RAFAEL 400.
A verdade é que Carlos Eduardo está perdido! Erra sucessivamente e seus erros dão mais Ibope pra Rogerio Malvadeza! Ele consegue simplesmente implodir a candidatura dele e destruir e de Rafael Motta que é um político atuante e que deveria ter recebido o apoio dessa Governadora fraca e perdida! Uma dupla que se vale na fraqueza. Para governo inclusive a coisa tá muito feia, Styvenson ninguém merece e esse Fabio Dantas, só olhar a corja que o acompanha! Tomba, Nelter Queiroz, Rogerio Marinho, Alvaro Dias, Getulio Rego, Jose Dias e pra fechar a chave de ouro Robinson Faria. Meu Deus é muito politico “honesto” numa ruma só!
Oportunista vagabundo.
Como vc vai chegar nos municípios lutando contra papaangu.???
Vai derrotar fatão pinguelo duro também.
Esses jovens prefeitos, tem que abandonar essa barca furada que é o PT.
Essa miséria quer voltar a cena do crime como bem disse o agora acovardado, vagabundo,sem moral Geraldo Alckmin .
Outro que enganou todo mundo.
Essa gente não presta, fazem mau ao Brasil e o RN.
Safados, sugadores das benécias do poder.
MAIS DE CEM PREFEITOS PILANTRAS SUBSCREVENDO O ABUSO DE PODER ECONÔMICO DE ROGÉRIO MARINHO via MDR. Esses prefeitos ainda reclamam quando o eleitor pede dinheiro pra votar neles.
Isso NÃO SIGNIFICA que Carlos Eduardo ALVES seja boa-bisca. Quem não conhece Carlos Eduardo que vote nele.
EU VOTO E PEÇO O VOTO PARA O MELHOR: RAFAEL MOTTA SENADOR
#rafaelmottasenador
Rogério saco preto não tirou direito dos prefeitos,ele tirou direitos do trabalhador cadê o quinquênio que ele acabou, Rogério saco preto é o maior inimigo do trabalhador
Eu, José, filho de Maria de Paluxo, cuiteense radicado na cidade Noiva do Sol há 52 anos, fui eleitor do ex-Prefeito Carlos Eduardo, em face de suas gestões a frente da prefeitura de Natal. Infelizmente, esse cidadão deve ter fumando MACONHA vencida e de hora prá outra, jogou toda a sua biografia política na lata do LIXO, ao se associar ao PT, seguindo o caminhar “cafajestico” de seus primos. Nenhuma diferença têm do Chuchu paulista,tampouco do NOVE dedos e seus asseclas, pois aquele que apoia corruptos dessas espécies, no mínimo, é CÚMPLICE.
É extremamente antipático aos prefeitos, mas Carlos Eduardo tem todo o direito de questionar na justiça a montanha de dinheiro liberada por Rogério Marinho as prefeituras junto ao governo Federal, que desequilibra o jogo eleitoral.
Parabéns a todos esses homens bravos que se manifestaram contra essa aberração desse verme ex prefeito Carlos Eduardo esse não tem proposta pode bater nos peitos sou um falador de merda
Ôôô Tabocada cachorra da mulesta levou esse ex prefeito de Natal.
Esse cara é fraco!
Basta vê o que ele estava fazendo a quatro anos atrás nessa mesma época.
Inescrupuloso esse sujeito, ele é tudo que um mau político possuem.
Deve perder com certeza.
O povo deve da lhe um bico no traseiro pra ele nunca mais se aprumar.
Parabéns aos prefeitos que reconheceu o grande trabalho feito pelo Ministro Rogério Marinho.
Só falta reconhecerem o fracasso que é o governo de fatão, pra fazerem a mesma coisa, um bico no trazeiro também.
Não fez nada até agora pra ajudar os municípios, nada!!
Bem que os prefeitos todos unidos levantassem essa bandeira, ja servia de exemplo claro pro próximo governador, ou faz pelos municípios, ou leva pé na bunda.
É assim que tem que ser.
Sem paixão.
Sempre pela razão.
Qual o motivo pra votar nesse desmantelo???
Ainda sem acreditar que um candidato possa cometer uma atrocidade contra a sociedade, e pior, contra a ele mesmo. Não considero burro um cidadão sem letra alguma, mas sim, aquele que mesmo tendo instrução e letra as atrela a uma ( inteligência, ) e não comunga com a sabedoria. Haja falta de sensatez e discernimento.
As investigações da Polícia Federal que revelaram um trama para matar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, juntamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin, reforçam entre juristas uma posição que vem ganhando corpo há muito tempo: o ministro do STF deveria se declarar impedido de julgar os casos envolvendo a tentativa de golpe de Estado articulada por apoiadores e integrantes do governo Jair Bolsonaro.
Juristas ouvidos pela reportagem do Estadão afirmam que os fatos revelados pela PF são graves e exigem uma apuração rigorosa. Como Moraes era um alvo direto dos golpistas, seria ideal que ele se declarasse impedido de continuar na condução do inquérito na Corte. Segundo esses especialistas, essa medida pode evitar que brechas processuais sejam exploradas pelas defesas dos envolvidos e que poderiam levar à anulação do caso. O afastamento também fortaleceria a legitimidade do Supremo, especialmente diante do atual contexto de crise de confiança que a instituição enfrenta.
Procurado via assessoria e por meio do STF, Moraes não se manifestou. Em fevereiro, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente da Corte, rejeitou um pedido da defesa de Bolsonaro pelo impedimento de Moraes. “Para essa finalidade, não são suficientes as alegações genéricas e subjetivas, destituídas de embasamento jurídico”, disse Barroso.
Na última semana, o decano do Supremo, ministro Gilmar Mendes, também manifestou apoio à permanência de Moraes na condução dos inquéritos nos quais é apontado como vítima. Mendes afirmou que “seria um absurdo” e que “não faz sentido” afastar Moraes do inquérito que investiga a tentativa de golpe de Estado.
Relatório da PF que embasou a Operação Contragolpe e que contribuiu com o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e 36 de seus aliados revelou que parte dos investigados chegou a executar uma operação clandestina denominada “Copa 2022,” cujo objetivo principal era capturar e assassinar Moraes, como parte de um plano mais amplo para instaurar um golpe.
Após os indiciamentos, cabe à Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir pela apresentação da denúncia. Em seguida, Moraes, como relator do inquérito, pode optar por submeter a denúncia à apreciação da Primeira Turma do STF — composta por Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e ele próprio — ou levá-la ao Plenário, que reúne os 11 ministros da Corte. Na sequência, caberá ao Supremo decidir se aceita a denúncia e inicia o processo, tornando réus os indiciados, ou se arquiva o pedido.
Na análise do jurista e professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Fluminense (UFF) Gustavo Sampaio, as condutas reveladas indicam que os investigados tinham a intenção de perpetrar crimes contra o Estado Democrático de Direito, por meio de ações direcionadas especialmente contra Moraes — uma circunstância que, na avaliação de Sampaio, deveria levar o ministro a considerar a possibilidade de se declarar impedido de julgar o caso. Esse mecanismo é aplicado quando há indícios de que o magistrado possua interesse pessoal ou manifeste parcialidade no caso, comprometendo sua isenção.
“Neste caso específico, me parece que é de toda prudência que o ministro se afaste da relatoria, para que o tribunal não fique sob suspeita, sob questionamento, sob discussão. Isso preservaria mais a imagem do tribunal”, pontua.
Ele acrescenta que, caso Moraes se declare impedido, a relatoria será redistribuída por sorteio entre os ministros do Supremo.
O jurista e ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Wálter Maierovitch concorda. Para ele, Moraes deveria se declarar suspeito, não apenas por figurar como vítima, mas por ter conduzido o inquérito, desempenhando um papel semelhante ao de um juiz de garantias. O instituto, considerado constitucional pelo Supremo com o voto favorável de Moraes, prevê a designação de um magistrado exclusivamente para a fase de inquérito, durante a qual são realizadas prisões cautelares, buscas e apreensões ou bloqueios de bens.
Após a denúncia, a competência é transferida para outro juiz, garantindo a imparcialidade no processo. Embora o instituto seja aplicável apenas à primeira instância, Maierovitch considera contraditória a postura de Moraes ao permanecer no caso.
“Ora, se eles defenderam isso, é uma hipocrisia virarem agora as costas. E uma contradição. Nós estamos numa situação patética. Como o Brasil vai ser visto internacionalmente com um juiz que é vítima e julgador? Não estou atacando a pessoa do Alexandre de Moraes. Sou professor de processo penal e isso é estarrecedor para quem atua como operador dessa área do direito processual, constitucional e penal”, pontua.
Em sua avaliação, a amplitude de atribuições exercidas por Moraes guarda semelhanças com o ocorrido na Operação Lava Jato, quando o então juiz Sérgio Moro foi criticado por sua atuação em diferentes investigações. “Tivemos o caso da parcialidade do Moro. Será que já esquecemos? É preciso levar em conta o histórico de Moraes, não é só esse inquérito”, diz.
Brechas processuais
Maierovitch destaca que a permanência do ministro no caso pode gerar contestações futuras por parte das defesas dos investigados, especialmente por meio da arguição de suspeição.
O professor de Direito Penal da USP Gustavo Badaró avalia que, embora o caso esteja no Supremo — última instância do Judiciário, o que dificulta a anulação de atos processuais relevantes —, pedidos de revisão podem ser bem-sucedidos, especialmente se for identificado um possível vício de competência relacionado a Moraes — situação em que o caso é conduzido por um juiz que não seria o responsável legal para julgá-lo. O jurista lembra que, na Lava Jato, o STF julgou casos da operação e, posteriormente, revisou seu entendimento, alterando suas próprias decisões.
“Se acolhida, anularia todos os dados processuais praticados por ele. Mas pode estar existindo um vício de competência”, explica Badaró.
Uma das brechas apontadas pelo professor diz respeito à competência em casos atribuídos à relatoria de Moraes, considerando que o inquérito que apura o suposto plano de golpe de Estado não é o único no qual Bolsonaro aparece como investigado com o ministro como relator.
Sob o comando do inquérito das fake news, instaurado em 2019 pelo próprio STF, Moraes também centraliza a condução de outras investigações, incluindo as relacionadas aos atos antidemocráticos de 2021, às milícias digitais e aos ataques de 8 de janeiro. Todos esses casos permanecem sob o comando de Moraes, com base na regra de que quando há conexão entre os fatos investigados, a competência para julgar os processos deve ser mantida com o mesmo magistrado. Ou seja, a partir do inquérito das fake news, Moraes assumiu, por prevenção, a relatoria de outras investigações devido ao elo probatório nas diferentes ações.
Na avaliação de Badaró, há uma interpretação extensiva do instituto da conexão e, portanto, nem todas as investigações podem ter relação entre si, sendo necessário, nessa situação, separá-las e sorteá-las para outros ministros.
Declaração de impedimento fortaleceria legitimidade da Corte
Wálter Maierovitch destaca que a percepção de que Moraes irá condenar a maioria dos envolvidos na investigação é um indicativo da necessidade de que o magistrado se declare impedido, o que fortaleceria a legitimidade da Corte. “A exemplo daquela velha história da Cornélia, mulher de César: não basta ser honesta, é preciso aparentar ser honesta.”
Gustavo Badaró cita a teoria da aparência de imparcialidade, adotada pela Corte Europeia de Direitos Humanos para avaliar questionamentos sobre a neutralidade de magistrados. “Não basta que o juiz seja imparcial; ele também deve, aos olhos da sociedade, parecer imparcial, para que a sociedade acredite na legitimidade do julgamento”, explica.
O criminalista e coordenador do curso de Direito da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcelo Crespo, vai além e destaca que Moraes já deveria ter se declarado impedido anteriormente, considerando o histórico de inquéritos relacionados ao mesmo grupo de investigados. “A Corte está muito personalizada na figura de Moraes, então ele se afastar seria um resguardo para o próprio Supremo, fortalecendo a imagem da instituição”, ressalta.
O criminalista e professor de Direito Penal da PUC-RS Aury Lopes Jr. concorda. “Seria salutar que o ministro que participou da investigação se declarasse suspeito (até por foro íntimo), pois é evidente o imenso prejuízo que decorre dos pré-juízos que ele já realizou. A contaminação, no sentido de ausência de imparcialidade por já ter a imagem mental preestabelecida, é inegável. Não existe uma ‘blindagem’ cognitiva que permita um posterior julgamento imparcial”, diz.
O presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), Renato Vieira, pontua, por sua vez, que o Supremo enfrenta um desafio complexo: distinguir ofensas pessoais dirigidas a seus ministros — mesmo quando atuam em funções temporárias, como no caso de Moraes, alvo de Bolsonaro e seus aliados durante sua presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2022 — de ações que configuram ataques ao Estado Democrático de Direito.
“Talvez a Corte se depare entre ter que separar o que coloca uma pessoa individualmente como vítima, e assim interessada em se autoproteger e condenar alguém; e outra, que coloca a instituição como um todo como vítima de um ataque antidemocrático”, explica, destacando que o tema da imparcialidade de Moraes precisa ser enfrentado pelo plenário do STF.
“Se há possibilidade de se cogitar da suspeição de ministro, isso deve ser debatido pela Corte, e não pelo próprio ministro. E a deliberação deve vir sem demora para se evitar prolongamento de tentativa de deslegitimar a atuação judicial que, no fim, não é de responsabilidade exclusiva de um ministro, mas de todos da Corte”, completa.
tudo que a GADAIADA IMUNDA queria, só que nao vai nao kkkk XANDÃO vai ate o final do processo, será quem vai assinar a tão esperada prisão do vagabundo corno miliciano, chupa gadaiada imunda é peiaaaaa nesse corno vagabundo
Concordo com vc amigo essa gadaiada são uns idiotas que só sabem mentir . Viva a democracia. Viva Alexandre de Moraes que teve coragem e altivez para que esse energúmeno não desse o golpe de estado. Cadeia nesse usurpador de joias, ladrão de gasolina, segundo ciro Gomes kkk
Viva Lula que venceu para que nossa democracia não caísse nas mãos desses quadrilheiros e vagabundos
Como bem falou um maluco em relação as quatro linhas da constituição: Tentativa de golpe é o caralho, tentativa de matar alguém o cassete! Tá mais do que na hora de parar com essa palhaçada. Enquanto isso, o país tá na merda.
Seu codinome representa bem os eleitores e defensores do maior ladrão que está na presidência, esquerdiotização pura.
O Brasil já vive uma ditadura, as leis já não cumpridas, portanto, risco zero de anulações de processos.
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