Justiça manda tirar do ar página que usou indevidamente nome de jornalista potiguar, destaca reportagem

É destaque no portal G1-RN nesta sexta-feira(15). A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que fosse retirado do ar um blog criado de forma fraudulenta para disseminar notícias falsas. O autor do blog usou indevidamente a imagem do jornalista potiguar Muriu Mesquita, de 36 anos, para dar credibilidade a fake news e, com isso, difamar uma empresária que vive em Natal.

Muriu Mesquita mora em Los Angeles, na Califórnia, desde agosto de 2017. Ele trabalhou por mais de dez anos como repórter de televisão no Rio Grande do Norte. Há três semanas, o jornalista tomou conhecimento do site fraudulento envolvendo seu nome, quando um colega de profissão desconfiou do conteúdo completamente fora do padrão jornalístico.

O criminoso – ainda não identificado – criou a página na internet a partir de um serviço gratuito, hospedado na República Tcheca, e ilustrou o blog com fotografias do jornalista, retiradas indevidamente de redes sociais ou recortadas de reportagens antigas de TV, disponíveis na internet. Para tentar dar aparência de credibilidade, a página misturava as notícias falsas com outras verdadeiras, retiradas sem os devidos créditos e sem autorização de portais jornalísticos.

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Página criada para cobrar dívida faz sucesso na internet e triplica o número de acessos

6vj9104h9n_1thom87w04_file A página do Facebook “A grana que me devem”, criada pelo publicitário Felipe Ferreira da Cunha, 27 anos, triplicou de curtidas após a divulgação do trabalho no portal R7 DF. Com a intenção de receber uma dívida de R$ 460 de uma moça, ele definiu a página como: “Inadimplência, falta de consideração com o próximo, acordos não cumpridos… Essa página mostra a triste saga de um jovem morador de Brasília, que luta para receber uma graninha (pouca, mas que faz falta) que devem a ele.”

A dívida era referente às despesas de hotel e passagens de uma viagem que ele fez com ela a Curitiba (PR). O combinado era que ela pagasse a fatura do cartão de crédito, mas, até hoje, nada de dinheiro.

Devido ao sucesso da página, Felipe Cunha teve que criar um termo de uso para página e destiná-la a compartilhamento de experiências semelhantes.

— Me perguntaram se eu penso em ganhar dinheiro com a página, mas na verdade eu estou preocupado em torná-la um meio de troca de experiências e principalmente de humor.

O publicitário disse que ainda está avaliando se pretende dar continuidade a publicação de novos posts. Por enquanto a página tem recebido mensagens de aprovação e de ódio também. Mas todas são moderadas pelo criador.

— Recebi comentário de ódio de um cara e muitos outros de apoio. É lógico que vou moderar os comentários e depois avaliar como vou tocar a página.

R7