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Pregão eletrônico para aquisição de refeições pela Prefeitura do Natal é suspenso pelo TCU

Foto: Reprodução

O Estadão registra decisão do TCU que mandou anular pregão eletrônico da Prefeitura do Natal em contrato de fornecimento de refeições sob o fundamento de falhas graves e risco de superfaturamento. A decisão foi obtida pelo escritório André Elali.

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Cidades com mais de 50 mil habitantes terão de usar pregão eletrônico; obrigação vale para compras com recursos de convênios com União

 

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Mais uma medida para transparência: as 665 cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes terão que aderir às novas regras do pregão eletrônico quando forem utilizar recursos da União vindos de transferências voluntárias. Essa iniciativa do Governo Bolsonaro tem o objetivo de ampliar a concorrência nas licitações públicas e permitirá que empresas de todo o Brasil participem destes processos realizados pelos municípios. Tal iniciativa é também uma forma de combater a corrupção. Com a ampliação da obrigatoriedade dessa modalidade, o cidadão poderá acompanhar o andamento das aquisições municipais, o que amplia a transparência e o controle dos gastos. A medida vale para a aquisição de bens e contratação de serviços comuns e já está em vigor. Fonte: @ministeriodaeconomia ( @secomvc )

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A partir desta semana, os municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes terão de usar o pregão eletrônico para comprar bens e serviços com recursos de convênios com a União e demais transferências voluntárias. A nova regra abrange 665 cidades e vale para a aquisição de mercadorias e de serviços usados no dia a dia. Apenas as obras estão fora dessa modalidade de contratação.

Em 6 de abril, o pregão eletrônico se tornará obrigatório nos municípios de 15 mil a 50 mil habitantes. Em junho, será a vez de as cidades com até 15 mil moradores adotarem o sistema. O cronograma foi estabelecido pela Instrução Normativa 206, editada em outubro do ano passado, pelo Ministério da Economia. Desde outubro, a obrigação vale para os estados e o Distrito Federal.

Segundo o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, o pregão eletrônico aumenta a economia de recursos públicos de duas maneiras. A primeira é a ampliação da concorrência. Ao permitir a participação de empresas de todo o país nas licitações, o sistema aumenta a oferta.

“Em vez de comprar apenas na região, a prefeitura pode comprar de todo o país, escolhendo o preço mais vantajoso”, explica Heckert. Segundo o secretário, caberá ao fornecedor oferecer o frete mais barato e o menor preço, no caso de uma prefeitura adquirir bens de regiões distantes. “A responsabilidade, que muitas vezes era do Poder Público, passa para o vendedor”, acrescenta.

A segunda vantagem listada pelo secretário consiste na redução da corrupção. “O pregão eletrônico é um sistema mais transparente, que registra todas as transações. As informações estarão disponíveis para o cidadão acompanhar”, afirma Heckert.

Plataforma

Os municípios interessados podem registrar as aquisições com recursos de transferências voluntárias diretamente no Sistema de Compras do Governo Federal (Comprasnet). A ferramenta está integrada à Plataforma +Brasil, criada em setembro do ano passado para informatizar a prestação de contas de transferências federais voluntárias recebidas pelos entes locais.

Caso o município não queira usar o Comprasnet para fazer as aquisições e recorra aos sistemas próprios, o pregão eletrônico, explicou Heckert, será registrado na Plataforma +Brasil na prestação de contas. Atualmente, a Plataforma +Brasil registra nove modalidades de utilização de recursos de transferências federais. O Ministério da Economia pretende estender a prestação eletrônica de contas a todas as 30 modalidades nos próximos meses.

O estado com mais municípios abrangidos pelas novas normas é São Paulo, com 137 municípios. Em seguida, vem Minas Gerais, com 72. Segundo a Secretaria de Gestão, a União assinou 1.920 convênios com cidades de mais de 50 mil habitantes no ano passado, repassando voluntariamente R$ 2,3 bilhões a essas prefeituras.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. É uma péssima notícia para os comerciantes de cidade pequena. Onde está a parte da lei que insentiva a economia regional? Passaram por cima? Aqui no RN praticamente todas as compras são feitas de Estados como Pernambuco. Quem vai garantir o emprego do potiguar? E o imposto que o RN vai deixar de arrecadar? Como fica?

    1. O correto era para ser 100 % das cidades com pregão eletrônico.

    2. Acabou a mamata, menos um peitinho na velha porca federal. kkkk
      #Chupa

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