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Pesquisa da UFRN concorre a prêmio internacional na área de Odontologia

Fotos: Divulgação/UFRN

A doutoranda Ana Larisse Carneiro Pereira, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Odontológicas da UFRN (PPGCO), sob orientação da professora Adriana da Fonte Porto Carreiro, é finalista do Prêmio Neal Garrett, que faz parte do evento promovido pela Internacional Association For Dental Research (IADR). A pesquisa que está concorrendo é intitulada Veracidade de um dispositivo para a fabricação de infraestruturas de arco completo, na área de Prótese e Implantodontia.

A pesquisa foi selecionada para concorrer ao prêmio, ficando entre as cinco indicadas como finalistas. Esses cinco estudos serão apresentados a uma banca avaliadora do prêmio, para definir o primeiro colocado. De acordo com a professora Adriana da Fonte Porto Carreiro, esse é um evento de destaque mundial em pesquisa na área de Odontologia.

Promovido anualmente pela Internacional Association For Dental Research (Associação Internacional de Pesquisa Odontológica), o evento será totalmente on-line nesta edição, acontecendo entre os dias 21 e 24 de julho.

A pesquisa é sobre o desenvolvimento de um dispositivo para a área de Odontologia que possibilita melhorar a precisão do escaneamento realizado na boca do paciente e que propicia a geração de um modelo digital mais preciso para implantes dentários. Com o invento, é possível saber, com maior perfeição, a distância entre um implante e outro, e também a angulação.

Com UFRN

Opinião dos leitores

  1. Com o dinheiro do governo se pesquisa o sexo das borboletas, o povo continua sem assistência e o professor distante da sala de aula.

  2. “Isso é um vexame! O que que se faz em muitas universidades e faculdades do Brasil, o [que o] estudante faz? Faz tudo, menos estudar.”
    Jair, 12 de dezembro de 2019.

    1. Temos que rever essas verbas direcionar para programas públicos que alcance a maioria da população sem acesso ao tratamento odontológico.

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Museu quilombola do RN ganha prêmio internacional

Foto: Cedida

Um projeto desenvolvido no âmbito do Museu Quilombola da Picada, localizado no município de Ipanguaçu, recebeu destaque na 10ª edição do Prêmio Ibermuseus, evento internacional que tem por objetivo reconhecer e promover iniciativas ibero-americanas inovadoras no campo da educação em museus. Representando o Brasil, o museu potiguar foi classificado como vencedor na categoria I, voltada a projetos concluídos ou em fase de execução.

A premiação aconteceu neste mês e selecionou projetos de diversos países que têm em comum a valorização da identidade comunitária, o fortalecimento do patrimônio cultural e da memória social, entre outros valores. Nesta edição 158 projetos, oriundos de 15 países diferentes, foram inscritos. Desse total, 8 projetos de 7 países foram premiados, que são: Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Equador e Portugal.

O projeto desenvolvido no museu potiguar trata-se de uma inciativa realizada pela ONG Centro de Documentação e Comunicação Popular (Cecop), na comunidade quilombola de Picada – em Ipanguaçu.

A ação tem o objetivo de estimular, entre os atores locais, o interesse em apropriar-se dos conhecimentos e técnicas da museologia social que possibilitam a implementação e operação do museu como estratégia para a valorização da memória local, fortalecendo a organização comunitária e o protagonismo de setores historicamente marginalizados.

“O Museu Quilombola da Picada é uma determinação da comunidade em registrar suas memórias de resistência e luta, seus saberes e fazeres populares. Esse espaço será um importante equipamento cultural, educativo, turístico e para o desenvolvimento sustentável da comunidade e região”, explica o coordenador da inciativa, Raimundo Melo.

O coordenador ainda explica que, durante o desenvolvimento do trabalho, organizou-se uma comissão de implantação do museu, constituída por lideranças locais, representantes de associações, grupos culturais, juventude, escola, ONGs e instituições como a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), por meio do Projeto da Rede Potiguar de Televisão Educativa e Cultual (RPTV), a Rede de Pontos de Memória e Museus Comunitários do RN e a Prefeitura de Ipanguaçu.

Proposta do museu

O projeto é executado por meio de um trabalho educativo realizado pela ONG Cecop junto a líderes da comunidade quilombola, estudantes, professores das escolas públicas, grupos culturais e associações comunitárias. São realizadas ações de mobilização e formação de lideranças comunitárias, fotografia – como estratégia de registro e difusão da realidade local -, oficinas de cultura e identidade afro brasileira, produção audiovisual e inventário participativo.

“Foram realizadas oficinas de capacitação em museologia social, de fotografia, e de memória e identidade, que resultaram na montagem de um acervo visual com a participação de alunos de escolas públicas, jovens e adultos da comunidade, bem como realizamos o registro da memória local com o uso do audiovisual e definição com a comunidade de uma planta baixa do Museu”, diz a coordenadora da ONG Cecop, Talita Barbosa, declarando que tratava-se de um sonho da comunidade a implementação de um museu.

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FOTO: Ufersa recebe prêmio internacional

Prof-Filipe-e-a-profa-Elequicina-485x247Os professores Felipe Ribeiro e Celicina Azevedo, representaram a Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Encuentro de Cierre del Concurso de Experiencias Innovadoras en la Formación Docente, promovido pelo Programa de Apoio ao Setor Educacional do Mercosul, PASEM. Na ocasião foi entregue à Ufersa o Prêmio Paulo Freire de Experiências Inovadoras na Formação Docente na categoria de Ensino de Ciências. O prêmio foi para a tecnologia social Metodologia Científica ao Alcance de Todos (MCAT), usada pelo  programa de extensão Ciência Para Todos no Semiárido Potiguar, numa parceria entre a  Ufersa, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e a Secretaria Estadual de Educação e Cultura

“Esse prêmio indica que estamos no caminho certo para promover um verdadeiro ensino de ciências através da pesquisa científica nas escolas públicas de nosso Estado”, relata a Profa Celicina Azevedo. Para o professor, Felipe Ribeiro, além de receber o Prêmio, o evento foi uma oportunidade única para conhecer as outras dez experiências premiadas do Brasil, Uruguai e Argentina, além de possibilitar o planejamento de atividades em conjunto com as demais instituições. “Já estamos planejando levar professores da rede estadual para participar de um acampamento científico no Uruguai no primeiro semestre de 2015.

A MCAT tem como objetivo motivar os estudantes da educação básica e capacitar seus professores para trabalhar o método científico na escola. À partir de agora a experiência da Ufersa faz parte do banco de experiências inovadoras na formação docente de livre acesso na página do PASEM (http://www.pasem.org/experiencia/MTcy&lang=pt).

Os professores ainda alertam que a segunda edição do prêmio está aberta para inscrições até 28 de fevereiro de 2015 (http://www.pasem.org/es/concurso) e que novas experiências podem ser cadastradas livremente no banco do PASEM. “Acreditamos que aqueles que trabalham com a formação docente tem no banco de experiências uma excelente fonte de inspiração para inovar nas suas práticas”, finaliza o ProfessorFelipe Ribeiro. Além das experiências premiadas o banco conta com 49 experiências certificadas e pode ser acessado aqui (http://www.pasem.org/pt/experiencias)

Professores e funcionários da Ufersa, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e da Secretaria Estadual de Educação e Cultura compõem a equipe responsável pela premiação. Para saber mais sobre a tecnologia acesse o banco de tecnologias sociais da Fundação Banco do Brasil (http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/banco-de-tecnologias-sociais/pesquisar-tecnologias/detalhar-tecnologia-196.htm).

Ufersa

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Enfermeira do SAMU e Walfredo Gurgel recebe prêmio internacional

A enfermeira Sílvia Natch, que atua no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e no Hospital Walfredo Gurgel, na Unidade de Acolhimento – Triagem e Politrauma, recebeu no mês passado o prêmio internacional de excelência Lucy Naivasha Kabii. O prêmio é concedido pela ONG Operação Sorriso, para voluntários que se destacaram na prestação de serviços humanitários. A enfermeira foi eleita entre os mais de 14 mil voluntários dos 60 países onde a organização atua. A cerimônia aconteceu na Virgínia, Estados Unidos.

O reconhecimento se deve aos nove anos de dedicação, por parte de Sílvia Natch, ao trabalho voluntário. Na ONG Operação Sorriso, cujo objetivo é fomentar o desenvolvimento sustentável do tratamento das fissuras labiais (lábio leporino) e palatais (fenda palatina). A enfermeira atua como coordenadora clínica, instrutora de cursos e representante de enfermagem no Conselho Multidisciplinar de Saúde. Ela já visitou mais de 25 missões nacionais e internacionais.

Segundo a enfermeira, após sofrer um acidente de carro, em função do qual passou por uma cirurgia delicada na coluna, decidiu-se pelo voluntariado. “Naquele momento percebi que precisava fazer algo mais. Meu prêmio começa quando embarco para qualquer lugar. Minha alma se transforma: sorrio mais, concentro-me mais, e parece que tudo vai dar certo. Fazer algo pelo outro complementa o que falta em mim. Fiquei surpresa com o prêmio, porque minha contribuição não é uma obrigação, mas o resultado de sentimento, envolvimento e paixão, sem esperar nada em troca”, afirmou.

Além do trabalho voluntário na Operação Sorriso, Sílvia Natch participa do Corpo Voluntário de Emergência (CVE), que funciona como força tarefa em acidentes com múltiplas vítimas, e é tutora do Suporte Avançado de Vida para os SAMUs de todo o Brasil.

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