Diversos

Escola de Natal traz a cultura popular para a sala de aula e homenageia o bairro da Redinha

Fotos: Divulgação

Com o objetivo de incentivar seus alunos a compreenderem o valor das manifestações culturais populares, uma das principais escolas particulares de Natal, o colégio CEI Mirassol, realizou o “XLVIII Encontro de Saberes e Fazeres Populares”, atraindo para o cotidiano dos estudantes do ensino fundamental aspectos da cultura brasileira, como o folclore, por exemplo. O projeto, que teve como subtema “Redinha: de sabores e saberes!”, buscou priorizar as manifestações folclóricas e culturais, dando destaque ao Nordeste, especialmente ao Rio Grande do Norte.

Esse ano, o encontro ocorrido entre os dias 14 e 16 de agosto, foi incrementado com apresentações culturais dos alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental I, além da realização de uma feirinha de artesanato no pátio da escola, que permitiu que artistas locais pudessem expor e comercializar seus trabalhos.

O bairro da Redinha foi o escolhido para ser homenageado pois conta com um lirismo peculiar, já que sempre abrigou os poetas, artistas e artesãos, assim como as festas populares, a fé e as lendas que povoam o imaginário coletivo. A partir de 2019, a popular “ginga com tapioca”, uma culinária típica da Redinha, tornou-se por lei “Patrimônio imaterial” do Rio Grande do Norte.

“Esse encontro tem o objetivo de ressaltar a importância das manifestações culturais regionais para a formação intelectual dos alunos do Ensino Fundamental I. Através das atividades de pesquisas realizadas em sala de aula sobre aspectos teóricos da cultura e arte popular da Redinha, eles colocam em prática as descobertas e retratam ao público presente apresentações de dança (ciranda, pastoril, bumba), tribos indígenas como também a confecção de cordéis criados pelos próprios alunos. O resultado de tudo isso é a proliferação do conteúdo das manifestações artísticas pesquisadas”, explica a coordenadora do Fundamental I, Fabiola Morais.

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Educação

Bolsonaro afirma que vai resgatar o respeito em sala de aula

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (15), no Dia do Professor, que pretende valorizar a categoria e resgatar o respeito em sala de aula.

Lembrando que é formado em educação física, ele disse que estava falando como professor da área.

“A inversão de valores dificulta a autoridade do professor em sala de aula. São muitos os relatos e registros de agressão, desrespeito e humilhação. Resgatar a referência que sempre representaram é também uma forma de valorizá-los”, disse o candidato no Twitter.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Queria ver Bolsonaro debatendo com Haddad para ver quem é mais preparado.
    Bolsonaro diz que é estratégia de campanha.
    Acho que quem é mais preparado não pode ter medo do debate.
    A mentira sempre tenta se esconder da verdade.
    Se Bolsonaro não for ao debate vou ter que votar em Haddad, infelizmente.

  2. Bolsonaro irá iniciar a virada na história do nosso Brasil. Vamos expurgar esses "vermelhos" (envergonhados, nesse 2º turno estão escondendo sua cor) da vida pública nacional e por nossa pátria de volta ao caminho da ordem e do progresso. Os discursos vazios e mentirosas dessa esquerda fétida não estão tendo a atenção do povo brasileiro. Falta a virada do RN. Não é possível que o estado continue sempre na contramão da história. É absolutamente irracional alguém imaginar que essa "senadora do gópi" tenha a menos competência para tirar o RN dessa grave crise que já existe há vários anos. Essa senhora nunca fez nada pelo estado em toda a sua militância política. Nesse mandato de senadora, só vimos essa criatura em protestos contra o impeachment (que ela chama de "gópi") e contra a prisão do ilustre presidiário petista, o corrupto e lavador de dinheiro de 9 dedos. Essa senhora é uma enorme nulidade administrativa. E o povo potiguar precisa enxergar isso ou será tarde demais. Imaginem um estado com tamanhas dificuldades sendo governado por essa senhora, de um petista atolado até o pescoço na lama da corrupção, e tendo na Presidência da República um desafeto dessa quadrilha, alguém que pensa de forma totalmente diferente dessa gente (e que será eleito exatamente por isso). Será a pá de cal no RN.

  3. Alguém me explique por favor – Se Bolsonaro é mais honesto e mais preparado do que Haddad, então por que ele se caga todo quando se fala em debate?
    Não consigo entender.

    1. Leve uma facada como ele levou,faz menos de trinta dias,e responda vc mesmo. Pimenta nos olhos dos outros é refresco!

    2. Pode ser pelos mesmos motivos que Lula utilizou para não ir aos debates, e os apoiadores alegaram serem justos em virtude da preservação, numa época beeemmmm remota….

    3. Você vai discutir com chefe de quadrilha no esconderijo dele? Então é isso que ele não precisa fazer, se for discutir com ladrões, você nescessáriamente irá se igualar a ele, e será o mesmo bandidos. Como tem uma vida ilibada, só precisa lançar o programa de governo, e isso está sendo aprovado pelos eleitores, tudo conforme o resultado do 1o turno e as pesquisas atuais. Fácil!

    4. Deve ser o mesmo medo que Haddad sente ao ouvir uma simples sirene de ambulância… Se treme todo.

    5. Deixe-se levar uma facada e ter seu intestino perfurado e depois submeta-se a uma cirurgia onde seu intestino é posto para fora e depois dessa cirurgia ainda te colocam uma bolsa de colostomia.
      Vc perde cerca de 15 kg e fica debilitado.
      Dai vc vai entender.
      B17!

    6. No primeiro turno, o nosso presidente estava hospitalizado devido a uma peixeirada que sofreu, tentativa de homicídio que está sendo investigado. No segundo, é estratégico, igualmente como o seu guru Lula presidiário da Silva fez, olhe que nem atentado sofreu. Outra coisa, Jair Bolsonaro, não é corrupto, tem compromisso com os valores da família, é contra ideologia de gênero, contra o kit gay, é patriota, ama o Brasil, e tem Deus acima de tudo. Isso por se só, acho que ja basta, tudo isatamente ao contrário do PT. Satisfeito?? 17 neles e em vc meu caro.

    7. Permita-se levar uma pequenina facada dessas, depois em seguida uma segunda cirurgia tb de igual porte..algo parecido com uma extração de unha…depois vá candidamente não a um debate político, mas à um parque de diversões…só para ficar sentado mesmo…apreciando a natureza…conversando com amigos algo nada trivial..por umas duas horas…não mais que isso..ao terminar tente dar uma boa passada..ir para sua casa….saberás pq ele fica todo cagado.Então, nada melhot que sentir sentir leveza disso tudo.

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Diversos

Uso de celular em sala de aula dobra efeito negativo nas notas, aponta estudo

O uso excessivo de telefones celulares tem prejudicado o desempenho acadêmico de estudantes universitários brasileiros sem que eles percebam, já que a maioria tende a subestimar o tempo que dedica, diariamente, a seus aparelhos.

Essas conclusões são de uma pesquisa feita com alunos da FGV (Fundação Getulio Vargas) de São Paulo e publicada recentemente pela “Computers & Education”, revista especializada britânica.

A piora na aprendizagem associada à utilização intensa de smartphones leva a uma queda significativa dos alunos em um ranking que a FGV elabora para classificá-los —considerando suas notas, mas também fatores como o grau de dificuldade das provas.

Cada cem minutos diários dedicados ao celular fazem com que um estudante recue 6,3 pontos na escala, que vai de 0 a 100. Segundo os pesquisadores Daniel Darghan Felisoni e Alexandra Strommer Godoi, isso pode ser suficiente para tirá-los da lista dos 5% melhores da turma, impedir que alcancem pontuação para cursar determinadas eletivas ou prejudicá-los em avaliação dos critérios para obtenção e manutenção de bolsa de estudos.

O uso de smartphones no horário das aulas é ainda mais nocivo: faz com que a queda de desempenho quase dobre.

Ou seja, se os cem minutos forem concentrados no período em que os alunos deveriam prestar atenção nas aulas ou em rotinas da universidade, o recuo no ranking vai para cerca de 12 pontos.

O problema é agravado pelo fato de que o tempo dedicado aos aparelhos é alto e bem maior do que a maioria estima. Em média, os participantes do estudo passaram quase quatro horas por dia (230 minutos) mexendo em seus celulares, 48,5% a mais do que eles disseram imaginar.

Entre os 43 alunos acompanhados, o que ficou mais tempo no celular gastou 6,5 horas diárias no aparelho, e a menor marca foi de 38 minutos.

O resultado surpreendeu Daniel, que estudava o tema para seu trabalho de conclusão da graduação na FGV, e Alexandra, professora que o orientava. “Eu mesma testei o tempo que passava no celular na época e foi o dobro do que imaginava”, diz Alexandra.

Para Daniel, a surpresa maior veio com a mensuração do impacto do celular sobre a aprendizagem dos alunos.

A hipótese dele era que, acostumados desde cedo com a tecnologia, os jovens tinham capacidade de realizar tarefas concomitantes sem prejudicar sua capacidade cognitiva.

“Percebia que o uso do celular nos deixava momentaneamente ausentes, mas que o conteúdo perdido poderia ser recuperado em seguida com a volta da atenção”, diz Daniel.

Não foi o que ele e Alexandra descobriram ao analisar os resultados do experimento, que monitorou 43 alunos de administração de empresas por 14 dias consecutivos, em abril de 2016. O grupo aceitou instalar nos seus celulares aplicativos que medem o tempo gasto trocando mensagens, navegando em redes sociais, fazendo pesquisas e ligações.

Um desafio em pesquisas assim é garantir que o efeito que se busca mensurar seja consequência da hipótese levantada e não de outros fatores. Nesse caso, era preciso eliminar o risco de que as diferenças de desempenho fossem causadas por habilidades e conhecimentos acumulados pelos alunos anteriormente.

O impacto dessas aptidões foi, então, descontado com base nos resultados do vestibular e em um questionário utilizado internacionalmente sobre seu autocontrole (capacidade de se organizar, concentrar, realizar tarefas etc). A partir daí, eles estimaram o desempenho esperado dos alunos e os compararam com os resultados que eles, de fato, alcançaram.

Concluíram que o uso do celular é capaz de alterar a rota esperada. Sua utilização por cem minutos diários é suficiente para fazer com que um aluno ou aluna que tenha se classificado em 5º lugar no vestibular atinja na faculdade o desempenho esperado daquele que ficou em 100º.

“Essa queda na pontuação pode ter consequências graves para o estudante, afetando até sua vida profissional, já que as vagas para cursar determinadas disciplinas preparatórias para o mercado de trabalho são preenchidas conforme a posição no ranking da faculdade”, diz Daniel.

“O ideal seria repetir o experimento, expandindo-o para um grupo mais diverso, mas, estaticamente, nossos resultados se mostraram significativos”, afirma Alexandra.

PROIBIÇÃO EM ESCOLAS FRANCESAS DEU NOVO IMPULSO AO DEBATE

O debate sobre celulares na educação tem ganhado fôlego. Em julho, o governo da França proibiu a utilização dos telefones em escolas. No Reino Unido, algumas escolas tomaram a mesma decisão.

No Brasil, não há uma regra única. Em 2017, o Governo do Estado de São Paulo liberou o uso dentro de sala de aula sob supervisão (leia abaixo).

“Acho importante que o tema seja discutido porque o que notamos é que o efeito da distração é inconsciente e significativo”, diz Alexandra.

Um trabalho recente feito por quatro pesquisadores de universidades norte-americanas e publicado por um periódico da Universidade de Chicago com 800 usuários de smartphones concluiu que a proximidade física do celular reduz tanto a memória quanto a fluidez de ideias, provocando uma espécie de drenagem de recursos do cérebro (“brain drain”, em inglês).

Segundo os pesquisadores, mesmo quando os participantes conseguiam evitar mexer ou pensar nos seus celulares, a simples presença dos aparelhos diminuía sua atenção.

Táticas como deixar o aparelho com a tela para baixo ou silenciar as notificações não foram suficientes. A única estratégia eficaz foi a separação física do celular.

“Não tenho dúvida de que o celular atrapalha os estudos. Tenho notado piora na minha concentração, perda de memória e me sinto mais cansado”. O relato é de Renan Baleeiro Costa, 20, estudante de direito da USP. “Existe o lado positivo. Em um instante, tenho acesso a textos acadêmicos, leis. Mas, quando uso o celular em excesso, me sinto menos produtivo”, completa.

Outro estudo de acadêmicos turcos, recém-publicado na revista “Computers in Human Behavior”, apontou efeitos negativos sobre o desempenho escolar. No artigo, os autores concluem que a tecnologia pode ser positiva para a aprendizagem, mas ressaltam que os alunos não parecem estar usando os recursos disponíveis de forma benéfica à aprendizagem e que devem ser melhor orientados.

Folha de São Paulo

 

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Cidades

Cratera em escola de Cubatão 'engole' sala de aula

 

Uma sala de aula foi parcialmente “engolida” por uma cratera de aproximadamente sete metros de comprimento e um metro de altura, em Cubatão (56 km de São Paulo). O problema, que se tornou público nesta sexta-feira (28), aconteceu por volta das 23 horas do último dia 19.

Fonte: uol.com.br

 

 

 

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Jornalismo

Professora é demitida por ter pedido a um aluno que ele fizesse um NU "artístico" na sala de aula

Folha.com

Uma professora de uma escola pública do Piauí foi demitida por supostamente ter pedido a um aluno que fizesse “nu artístico” em sala de aula. O objetivo era que ele servisse de modelo para que os outros estudantes o desenhassem durante uma aula de artes.

A atividade fazia parte de uma aula da 7ª série sobre cultura greco-romana, em uma escola estadual de Luís Correia (360 km de Teresina), e ocorreu em abril de 2010.

A decisão sobre a demissão da servidora Wanda Pinheiro Santos foi publicada no “Diário Oficial” do Estado na segunda-feira (22).

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Jornalismo

Lésbicas, Gays e Travestis em sala de aula….

Chego a conclusão que isso passa de qualquer limite, onde vamos parar?  Quer dizer que nossos filhos terão aulas e orientações sobre o mundo LGBT? Esse projeto dos Direitos Humanos é uma afronta. Leiam com atenção.

DE: Mariana Mandelli / São Paulo e Rafael Moraes Moura / Brasília – O Estado de S.Paulo

Vídeos elaborados pelo Ministério da Educação (MEC) que tratam de transexualidade, bissexualidade e da relação entre duas meninas lésbicas deverão ser debatidos em salas de aula do ensino médio no segundo semestre deste ano.

O objetivo do material, composto de três filmes e um guia de orientação aos professores, é trazer para o ambiente de 6 mil escolas o “tema gay” como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito.

A proposta de exibir os vídeos nas escolas é um dos pontos polêmicos do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNPCDH-LGBT) – um conjunto de diretrizes elaboradas pela Secretaria de Direitos Humanos, em parceria com entidades não governamentais, que visa a promover a cidadania e os direitos humanos da comunidade LGBT.

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Opinião dos leitores

  1. Sinto muito nojo sim. sinto muito nojo de gente preconceituosa. Me digam em que momento de suas vidas decidiram por ser heterossexuais?? Foi na adolescencia?? Não existe "opção sexual" opta-se apenas por viver sua sexualidade ou esconder-se a vida td. Deus me fez homossexual à sua imagem e semelhança da msm forma qq te fez heterossexual à sua imagem e semelhança. Naum precisam ter medo de seus filhos tornarem-se gays, mas aprendam a acolhe-los caso assim eles sejam. Se vc tem sua sexualidade bem resolvida naum precisa ficar com medo pela forma como o outro vive a dele.

  2. Realmente é lamentável o que se ler aqui. Ódio, discriminação e como sempre religião sendo usada para defender absurdos. Diogo, me responde por que, presurivelmente, deus criou tb os/as hermafroditas? Não era para ser apenas homem e mulher?
    Outra coisa, no Ensino médio não se tem exatamente crianças em salas de aula: São adolescentes na faixa dos 14 a 16 anos que precisam sim discutir entre si os vários problemas do nosso país, inclusive das minorias. Me parece que os pais preferem q os filhos aprendam na TV tais assuntos, como BBB, do que na escola.

  3. Fico me perguntando qual será o próximo passo desse governo ridículo, será que vão também legalizar o casamento entre brancos e negros, ou pior, será que vão oficializar o casamento entre deficientes e normais. Olha me preocupo muito, pois tenho filhos em idade de escola, e penso, já imaginou se o governo dá mais um passo "adiante" e começa a mostrar como lidar com deficientes, em vídeo, ou com negros. Não quero que meu filho ande com esse tipo de gente, não quero que ele nem se quer saiba que esse tipo de gente existe. Deus nos fez, nossa família, perfeita, sem deficiência, nem de corpo nem de cor de pele, graças a Deus Jesus tá voltando, porque tá difícil essas pessoas destruindo suas leis. Bom mesmo seria se Deus ordenasse como ordenou a Moisés que matasse todos que se opunha a ele e matassem todos que destroem suas leis. Eu e minha familia jamais pecamos, estamos salvos, agora esse governo e essas pessoas nada normais, tenho pena deles, o inferno os esperar. Por isso que eu sempre digo, sou cristão e amo a todos como a mim mesmo e Deus sobre tudo. Vamos lutar contra essas aberrações.

  4. Sr. João Maria, para mim, homossexualismo é problema e é doença. Nada contra o grupo glbt, agora, que não consigo achar isso normal, juro, não consigo. A questão central neste debate é que, na idade da curiosidade, os adolescentes serão estimulados ao 'novo', pelo poder público!!! Uma vergonha….

  5. Não sou preconceituoso, porém o que está ocorrendo é uma banalização da opção sexual do ser humano. Atualmente está se tornando normal meninas beijando meninas, como também meninos beijando meninos em locais públicos. Ser homem ou ser mulher está ficando careta, até politicamente incorreto. Direitos iguais sim, mas com respeito.

  6. E por acaso é melhor fazer de conta que não existem homossexuais no mundo e simplesmente ignorar a quastão? Educar sobre um assunto certamente não significa incentivar a sua prática. E tem mais, homossexualismo não é doença, não é problema, é simplesmente opção sexual que deve ser respeitada. Problema é fechar os olhos e fazer de conta que não está vendo nada.

  7. Sinceramente isso está passando dos limites, tanto quanto a Lei de Deus quanto a Lei dos homens, a palavra de Deus em Gênesis 1:27;28 diz: E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
    Será que estão querendo FORÇAR o 3 sexo mesmo ? E as crianças ? que antes dos 12 anos ainda não tem sua personalidade formada, e está sendo instruida a ter uma caída pela "3 opção" sugerida por tais movimentos, isso sinceramente é um ABSURDO! Estão querendo educar nossas crianças de uma forma errada, e as crianças são o futuro do nosso país, desse jeito não quero nem pensar como sera o país daqui a 20 anos caso Deus ainda não tinha voltado, pelo que estou vendo, a bíblica está se cumprindo a cada dia, e creio que antes desses 20 anos Deus já tenha voltado, ai tudo será maravilhoso para aqueles que tem seguido e obedecido a sua vontade. Deus tenha misericórida dessas vidas!

  8. Respeitar, entender e aceitar a opção do(a) outro(a) é democrático e legal, seja qual for a opção: sexual, religiosa, social, clubística etc. Mas querer impor certas regras "educacionais"(?) à crianças sob a pseuda égide de combate a bullying e a discriminação, é demais!

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