VÍDEO: Prefeitura do Natal informa afastamento de voluntária após ser flagrada furando braço de mulher sem injetar vacina da Covid; imunização ocorreu logo após queixa
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) se posicionou no fim da manhã desta quarta-feira(11) após repercussão sobre o caso de uma voluntária na UBS do bairro Candelária, na Zona Sul de Natal, que aplicou a vacina contra a Covid sem injetar o líquido. Em nota, o Município disse que lamentou o ocorrido e informou o desligamento da voluntária.
Veja nota na íntegra:
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) lamenta o ocorrido durante a aplicação dessa vacina na unidade básica de saúde de Candelária e aproveita a oportunidade para informar que o imunobiológico foi aplicado de forma correta logo em seguida na paciente.
A voluntária que estava na aplicação relatou ter ficado nervosa no momento, mas como ela estava sendo supervisionada por um vacinador, na mesma hora que o profissional percebeu o equívoco preparou uma nova dose que foi aplicada no outro braço da paciente.
A SMS/Natal já tomou as providências necessárias nas esferas competentes, fazendo um boletim de ocorrência para registrar o ocorrido e também comunicando ao Ministério Público. Além disso, também vai desligar a voluntária dos serviços.
Tem que investigar, pra verificar se tem algum funcionário graúdo, por trás dela, afinal existevárias matérias, com profissionais da saúde envolvidos em desvios de vacinas.
Em transmissão ao vivo realizada nesta quinta-feira (8), o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ironizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sugeriu, em tom de brincadeira, que o próprio adversário poderá declarar apoio à sua campanha no segundo turno. A declaração ocorreu enquanto o senador comemorava a adesão de novos partidos e lideranças políticas derrotadas na primeira etapa do pleito.
[VÍDEO] COMEMORAÇÃO E IRONIA: Flávio Bolsonaro diz que até o Lula vai declarar apoio à sua candidatura https://t.co/pT4vOquSY0 https://t.co/LN3vxACMpP
“Daqui a pouco até o Lula vai declarar apoio em mim, porque ele sabe que não tem condição de arrumar o país”, afirmou Flávio. “Lula daqui a pouco vai estar fazendo propaganda: ‘Para salvar o país, vote em Flávio Bolsonaro’. Vai ser muito bem-vindo. Se quiser fazer isso, Lula, já quiser desistir agora”, completou.
Apesar do tom descontraído, o candidato fez questão de ressaltar que as adesões recebidas não configuram carta branca para uma eventual gestão. “Todo mundo que está dando apoio a mim não é carta em branco para Flávio Bolsonaro, não. Eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês”, pontuou.
Desde o encerramento do primeiro turno, a campanha de Flávio consolidou o apoio de cinco legendas que estavam fora de sua coligação original: União Brasil, PP, Novo, Republicanos e Podemos. Além dos partidos, ele acumulou o respaldo de ex-presidenciáveis, como os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além do escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa presidencial, que oficializou seu apoio nesta quinta-feira.
Foto: Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor
Novos desdobramentos de relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam uma suposta articulação política de alto escalão para liberar o acesso a fundos de pensão de servidores federais. De acordo com informações obtidas pela revista VEJA, Vorcaro afirma ter negociado propinas com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em troca de facilidades nas entidades. Entre os repasses, destaca-se a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo para financiamento do filme de Lula. Confira abaixo o documento, que foi apresentado à Procuradoria-Geral da República:
O filme de Lula foi dirigido pelo cineasta norte-americano Oliver Stone e composto por depoimentos de aliados e figuras próximas ao petista. Vorcaro também teria repassado valores ao Instituto Lula.
O esquema, segundo o banqueiro, teria contado com a articulação de seu então sócio e CEO do Banco Master, Augusto Lima, tendo como intermediário o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. Os detalhes foram formalizados em um anexo apresentado à PGR em junho passado, período em que a segunda tentativa de delação premiada de Vorcaro acabou sendo descartada pelo órgão.
BOMBA: Daniel Vorcaro relata repasse de R$ 30 milhões em espécie para documentário de Lula e manutenção de Instituto do presidente https://t.co/vSShIPxTNK https://t.co/nygfkO66eX
Novos relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam um suposto esquema de propinas envolvendo fundos de pensão de servidores federais. De acordo com as informações obtidas pela revista VEJA, o banqueiro afirma ter negociado pagamentos ilícitos com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para garantir acesso aos recursos das entidades controladas por aliados do partido.
Entre as transações relatadas, Vorcaro menciona a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, administrado por Paulo Okamotto. O montante teria como destino o financiamento de um documentário sobre a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. Além dessa quantia, outro valor cujo montante não foi revelado teria sido pago diretamente à mesma instituição.
O banqueiro apresentou os detalhes do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR). No entanto, o órgão optou por não dar seguimento à investigação, sob o argumento de que faltavam provas materiais, uma vez que as operações teriam ocorrido em espécie.
Em contrapartida, a defesa de Vorcaro sustenta que o caso dispõe de elementos comprobatórios robustos, incluindo mensagens de WhatsApp, registros de identificação dos operadores responsáveis pelas retiradas do dinheiro, além de informações detalhadas sobre os locais e as rotas utilizadas nas entregas.
Um homem de 36 anos foi esfaqueado durante uma discussão em um bar de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, na noite de terça-feira (6). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito tem 52 anos, declarou ser eleitor do PT e afirmou que a vítima apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também foi alvo de uma facada durante a campanha de 2018. As informações são da Revista Oeste.
Conforme o registro policial, o suspeito aparentava estar embriagado, discutiu com a vítima e teria buscado uma faca no próprio carro. Ao retornar, atingiu o homem na região posterior do quadril esquerdo. Frequentadores conseguiram contê-lo e retirar a arma de suas mãos.
A vítima foi levada à Santa Casa de Paranaíba e, segundo o boletim, está estável e não corre risco de vida. O suspeito deixou o bar antes da chegada da polícia, mas depois se apresentou e foi conduzido à delegacia. Uma faca de aproximadamente 25 centímetros foi apreendida. O caso foi registrado como tentativa de homicídio simples e lesão corporal dolosa. A Polícia Civil investigará as circunstâncias e a alegação de motivação política.
Moradores do condomínio Ilhas do Atlântico, em Parnamirim, na Grande Natal, estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro. Segundo informações divulgadas em vídeo, um homem conhecido como “Pinguim” estaria compartilhando mensagens, fotos, vídeos e áudios com ameaças a eleitores do candidato do PL.
Em uma das mensagens, o suspeito teria afirmado que faria uma lista com os nomes de quem votou em Flávio para uma possível retaliação.
Policiais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) foram ao condomínio à procura do homem, mas encontraram outro indivíduo, identificado como “Bicudo”. Com ele, segundo o relato, foram encontrados uma arma de fogo, drogas e um colete balístico. O material foi encaminhado à delegacia de plantão de Parnamirim.
A polícia continuava procurando o suspeito apontado como autor das ameaças.
Um quarto dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) afirma escolher o candidato para derrotar Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Entre os eleitores do presidente, 13% dizem votar nele para derrotar Flávio.
Considerando todo o eleitorado, 76% afirmam escolher quem consideram o melhor candidato, enquanto 19% dizem que o objetivo é derrotar o adversário.
O levantamento também mostra que 94% estão convictos de sua escolha e 6% admitem mudar de voto no segundo turno. A certeza do voto é de 94% tanto entre os eleitores de Flávio quanto entre os de Lula.
Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.
O governo Lula (PT) é considerado ruim ou péssimo por 40% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Outros 35% classificam a gestão como ótima ou boa, enquanto 24% a consideram regular.
Em uma pergunta separada sobre a aprovação do trabalho do presidente, 49% disseram desaprovar e 48% afirmaram aprovar.
Encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02949/2026.
Lula (PT) é rejeitado por 46% dos eleitores, enquanto 43% dizem que não votariam de forma alguma em Flávio Bolsonaro (PL), segundo a primeira pesquisa Datafolha do segundo turno. A diferença é de três pontos percentuais, com empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
Na pesquisa divulgada três dias antes do primeiro turno, os dois tinham 45% de rejeição. Agora, Lula oscilou um ponto para cima e Flávio, dois para baixo.
O levantamento mostra ainda que 3% rejeitam os dois candidatos e 8% não rejeitam nenhum deles. Os índices mantêm a rejeição elevada aos dois nomes que disputarão a Presidência em 25 de outubro.
Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.
Lucas Pavanato e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão no Aeroporto de Brasília, nesta quinta-feira (8), segundo vídeo divulgado pelo perfil Space Liberdade no X, antigo Twitter. Durante o bate-boca, Pavanato destacou sua votação na eleição para deputado federal.
“Fui o mais votado de São Paulo: 3 milhões de votos, seu trouxa”, provocou o deputado eleito, conforme o trecho reproduzido pela publicação. Boulos rebateu dizendo: “Estou cagando pra você, seu bolsonarista de merda”.
Em quatro ações, defesa do candidato denuncia disseminação de informações sem comprovação, acusações sobre cortes de programas sociais e tentativa de provocar medo no eleitorado
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) intensificou a ofensiva jurídica contra a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre quarta-feira (7) e quinta-feira (8), foram protocoladas quatro novas ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula, a primeira-dama Janja e os deputados André Janones e Lindbergh Farias. As medidas questionam publicações que, segundo a defesa, divulgam informações falsas sobre propostas de governo e tentam influenciar o eleitorado por meio do medo.
As ações contestam acusações de que Flávio pretende acabar com programas sociais, reduzir aposentadorias, retirar direitos trabalhistas e até favorecer o crime organizado. Os advogados comprovam que as afirmações não encontram respaldo no plano de governo registrado no TSE.
*Lula é acusado de espalhar informações falsas sobre programas sociais*
Em uma das ações, a defesa contesta vídeo publicado por Lula no Instagram afirmando que Flávio Bolsonaro cortaria R$ 200 bilhões do orçamento, atingindo programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo.
Segundo os advogados, o presidente utiliza uma manchete jornalística para dar credibilidade a acusações que não constam da reportagem apresentada como referência.
A defesa ressalta que o plano de governo de Flávio prevê expressamente a manutenção dos programas sociais existentes. A ação pede a retirada do conteúdo e direito de resposta.
Em outra representação, a campanha questiona a propaganda intitulada “Se Flávio vence, você perde”, que afirma que os brasileiros perderiam medicamentos gratuitos, aposentadorias e o sonho da casa própria.
A peça também associa o candidato ao crime organizado, afirmando que “a milícia vai ter um amigo no cargo mais alto da República”.
A defesa classifica a acusação como uma imputação grave, sem comprovação, e pede a remoção da propaganda, além da proibição de sua reprodução.
*Janja é acionada por vídeo sobre crime organizado e pandemia*
Outra representação tem como alvo a primeira-dama Janja, que publicou vídeo afirmando que, com Flávio Bolsonaro na Presidência, o crime organizado dominaria o Brasil e uma nova pandemia provocaria novamente a abertura de covas.
“Com Flávio Bolsonaro na presidência, ele vai dominar o Brasil”, declarou Janja, referindo-se ao crime organizado.
A defesa sustenta que a publicação ultrapassa os limites da crítica política e apresenta previsões alarmistas como fatos certos, sem indicar provas ou propostas que sustentem as afirmações.
A ação pede a retirada imediata do vídeo das redes sociais.
*Janones e Lindbergh são acusados de inventar propostas sobre aposentadorias*
A quarta ação envolve os deputados André Janones e Lindbergh Farias, que gravaram um vídeo em frente ao Ministério da Fazenda atribuindo a Flávio propostas de elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos, desvincular os benefícios do salário mínimo e estabelecer jornadas de até 12 horas diárias.
“Esse é o programa do Flávio Bolsonaro”, afirmam os parlamentares na gravação, incentivando o compartilhamento do conteúdo, especialmente entre aposentados.
Para a defesa, a utilização da fachada do Ministério da Fazenda busca conferir aparência de informação oficial a propostas que, segundo os advogados, não existem.
Os parlamentares também são questionados pelo uso de expressão ofensiva contra o candidato. A ação solicita direito de resposta.
As quatro medidas apontam, sob diferentes fundamentos jurídicos, o que a defesa considera uma estratégia de atribuir ao candidato propostas inexistentes e consequências alarmistas de uma eventual vitória eleitoral.
As ações estão sob análise do TSE e incluem pedidos de remoção de conteúdos, direito de resposta e outras providências previstas na legislação eleitoral.
Eu acredito que foi um erro sem intenção. Claro que muito grave, no entanto sem intenção nem precisa desenvolver teoria da conspiração.
Tem que investigar, pra verificar se tem algum funcionário graúdo, por trás dela, afinal existevárias matérias, com profissionais da saúde envolvidos em desvios de vacinas.
Quantos casos iguais aconteceram? Desligada? Era para ser presa e indiciada, crime em flagrante.