Diversos

DECRETO: Governo do RN recomenda que prefeituras proíbam acessos às praias, lagoas, cachoeiras, balneários, clubes, rios e similares

Conforme o novo decreto estadual, que entrará em vigor a partir de segunda-feira(05), o Governo do Estado faz as seguintes Das recomendações aos Municípios:

“Art. 17. Como medida de contingência à disseminação do novo coronavírus e visando reduzir aglomerações, recomenda-se aos municípios a adoção das seguintes medidas:

I – proibir, nos finais de semana e feriados, o acessos às praias, lagoas, cachoeiras, balneários, clubes, rios e similares, bem como piscinas, inclusive aquelas em locais de uso coletivo.”

O prazo de decreto vai até o dia 16.

Opinião dos leitores

  1. Governadora Diabólica, colocando a integridade do estado em desespero, unicamente para tentar diminuir o presidente, tiro que sai pela culatra, o povo cada vez mais do seu lado.BORA PRESIDENTE…TÁ DEMORANDO

  2. Se eu soubesse quem era esse vagabundo parasita desse tico de adauto, eu ia ensinar a ele cantar um Coco.
    De repente, parava de relinchar.

  3. Muito bem lembrado, “preocupado”. E não há comprovação científica da eficácia dessa medida contra o vírus. Aliás, em muitos locais que aplicam esse “lockdown”, a situação está piorando. É o caso de São Paulo.

  4. O toque de recolher foi usado extensivamente pelos nazistas na Alemanha entre 1933 e 1945 contra judeus. Na mesma época, os EUA fizeram o mesmo contra imigrantes japoneses e seus descendentes (nisseis, sanseis) na Costa Oeste do país (Califórnia, Oregon e Washington). No mesmo país, nas décadas seguintes, os cidadãos afro-americanos sofreram o mesmo tipo de restrição durante a vigência da Lei Jim Crow.
    Esticando a corda, testando o poder e esbanjando vaidades. Esses são os representantes do povo. TODOS perdidos!

  5. Caro Antônio. Não se faça de maluco e fica escrevendo bobagem. Mais cruel é incentivar o povo a se infectar no ar contaminado.

  6. porque não proíbe os ônibus circularem lotados ? , é muita falta de boa vontade pra um governo só

  7. É desanimador!!
    Um governo coibir um direito líquido e certo de ir e vir com um decreto inconstitucional.
    Habeas Corpus é o remédio!!!

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Saúde

Vacinados contra a covid-19 no Brasil chegam a 26 milhões, 12,29% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste sábado, 17, a 26.024.553, o equivalente a 12,29% da população total. Nas últimas 24 horas, 246.610 pessoas receberam a vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 21 Estados e Distrito Federal.

Do total de vacinados, 9.479.785 receberam a segunda dose, o que representa 4,48% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 344.826 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 591.436 imunizantes neste sábado.

Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 16,89% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada no Mato Grosso, onde 8,60% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (6 milhões), seguido por Minas Gerais (2,59 milhões) e Bahia (2 milhões).

ESTADÃO

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Economia

Renda da classe média no Brasil cai de 20% a 50% na pandemia

A empresária Lilian Varella, 60, se emociona ao ver o Drosophyla Bar, em São Paulo, vazio. Após oferecer, sem sucesso, um serviço de delivery, e reabrir por um curto período até janeiro, ela fechou as portas novamente. Sem clientes, viu o dinheiro que guardou nos últimos anos praticamente ir embora. “O setor está acabado. O governo disse que em janeiro iria oferecer ajuda, mas estamos à deriva”, conta.

Para ajudar nas despesas, ela renegociou na Justiça o valor do aluguel e colocou à venda parte da mobília do bar, instalado em um casarão antigo —um sofá de seis lugares custa R$ 440; uma cadeira, R$ 350.

O aperto nas contas que Lilian teve de fazer não é um caso isolado. Ainda que os mais pobres formem a fatia mais vulnerável aos efeitos da Covid-19, com forte retração nos ganhos especialmente entre os que dependem do trabalho informal, a pandemia também impõe perdas para as camadas médias.

Oito em cada dez famílias em que o rendimento mensal com o trabalho fica acima de cinco salários mínimos perderam renda no quarto trimestre de 2020 ante igual período do ano anterior, e em termos reais, já considerada a inflação.

A maior parte desses domicílios de maior renda perdeu entre 20% e 50% do que costumava ganhar por mês, sendo que 7% dessas famílias perderam tudo o que habitualmente recebiam –ou seja, quem trabalhava naquela família ficou sem trabalho.

Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, compilados pela consultoria IDados. Domicílios com rendimento mensal acima de cinco salários (ou a partir de R$ 5.225, pelo valor do ano passado) são considerados das classes média, média-alta e alta.

A pesquisa, feita desde 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), permite acompanhar um domicílio por até cinco trimestres. Com a pandemia, parte dessa amostragem foi prejudicada, pois os levantamentos deixaram de ser feitos presencialmente. A perda de amostra, porém, não afetou a análise do rendimento, explica a pesquisadora da IDados Mariana Leite.

Observando os dados, Mariana avalia que é difícil prever quando esses brasileiros que perderam renda, mesmo os da classe média e média-alta, vão conseguir repor parte das perdas que tiveram nos últimos meses. “O que parece claro é que a recuperação da economia vai continuar devagar.”

Os dados mais recentes da Pnad Contínua apontam que o desemprego no país era de 14,2% no trimestre que vai de novembro até janeiro, o equivalente a 14,3 milhões de pessoas na fila por um trabalho.

Outro levantamento, feito também a partir da Pnad Contínua, mas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostra que os domicílios mais ricos sofreram a maior redução proporcional na renda vinda do trabalho. Entre a classe média e a classe alta, as perdas reais foram de 1,55% a 7,44% do rendimento no quarto trimestre, respectivamente. “As famílias enfrentam uma queda de qualidade de vida e de consumo, também pelo aumento da inflação”, diz Sandro Sacchet de Carvalho, do Ipea.

Nos últimos meses, a classe média teve de trocar os filhos de escola e rever despesas com produtos mais caros, reorganizar o seu orçamento, ele lembra. E um dos grupos mais afetados foi o dos empregadores, donos de pequenos negócios, por exemplo.

“Virei, praticamente, uma morta-viva”, conta a empresária Tita Dias, 64, sócia do restaurante paulistano Canto Madalena. Depois de fazer um empréstimo, ela recorreu às economias para que o estabelecimento não fechasse de vez. “Foi como jogar dinheiro pela janela.” Com o agravamento da crise sanitária, ela optou por não oferecer o serviço de delivery, para não colocar os funcionários em risco.

“A sorte é que também sou aposentada e não dependia do restaurante para me sustentar, mas o impacto foi grande. A família teve de negociar o preço do plano de saúde e evitamos um aumento no aluguel”, diz Tita. Agora, com a fase de transição no Plano SP, iniciada neste domingo (18), ela pretende reabrir aos finais de semana, a partir de sábado (24).

O Ipea também apontou que as famílias mais afetadas pela inflação em março foram as de classe média e de média-alta. A variação de preços para esses grupos passou de 0,98% e 0,97% em fevereiro, respectivamente, para 1,09% e 1,08%, sobretudo devido ao aumento dos combustíveis.

Parte das perdas de recursos que vêm do trabalho se deu também por reflexo dos programas de redução de jornada e suspensão de contrato, que, se por um lado serviram para preservar empregos, por outro afetaram o bolso dos trabalhadores.

Para possibilitar a jornada reduzida –com consequente redução no pagamento– foi criado o BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que repunha parte do corte salarial. Por pressão dos empresários, que tiveram de reduzir ou suspender atividades por causa do recrudescimento da pandemia, os acordos de suspensão de contratos e redução de jornadas devem ser retomados este ano.

A pandemia mudou a vida de Patrícia Polonca, 45. Antes da quarentena, a ex-promotora organizava eventos corporativos de grande porte ao lado do marido, Gustavo, 47. Com as medidas de isolamento impostas para ajudar a conter o vírus, o mercado de eventos minguou e a família precisou se ajustar.

“A gente estava há 20 anos no mercado, mas a demanda desapareceu. Os eventos virtuais existem, mas não são a mesma coisa”, afirma.

Com a nova realidade, eles trocaram os filhos Pedro, 11, e Luca, 9, de uma escola tradicional na Vila Mariana, em São Paulo, pela Luminova, na Barra Funda, pagando menos da metade na mensalidade. “Eles se adaptaram rápido às aulas online”, conta.

Patrícia também aproveitou para retornar à antiga profissão, de designer de interiores. Hoje, dá consultoria pela internet para quem faz home office e precisa adequar a casa às novas necessidades da família. O marido transformou as consultas online como terapeuta holístico, que antes ajudavam a complementar a renda, em atividade principal.

“Todo esse cenário é preocupante para a classe média, mas também é importante lembrar que o número de pessoas que ganham até um salário mínimo estão em uma situação mais frágil no mercado de trabalho”, destaca Mariana, da IDados.

As famílias mais pobres sentem perda de renda quase que de imediato, e entre as famílias que ganham até um salário mínimo e perderam renda, quase 60% perderam tudo o que ganhavam no fim de 2020, ainda segundo a IDados.

A impossibilidade de trabalhar como informal durante a pandemia, por exemplo, poderia levar facilmente uma família com menos recursos ao desamparo, sem medidas de auxílio para compensar o baque causado pela pandemia.

O pagamento do auxílio emergencial (que já foi de R$ 600 em abril passado e deixou de ser pago em dezembro, quando a parcela já era de R$ 300) ajudou a amortecer a queda na renda dos mais pobres. Para este ano, apesar do agravamento da pandemia, o benefício aos mais desamparados voltou com quatro parcelas mensais de R$ 150 a R$ 375, conforme a situação da família.

FOLHAPRESS

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Mundo

Brasileiros são alvo de discriminação na Europa devido a variante do vírus

O descontrole da pandemia no Brasil e a preocupação com as variantes identificadas no país já fazem com que brasileiros residentes na Europa sejam alvo de discriminação e comentários ofensivos. Eles são acusados de disseminar a Covid-19 no continente.

Na França, que na última terça-feira (13) determinou a suspensão temporária dos voos com o Brasil devido à situação sanitária, as redes sociais estão repletas de publicações, vídeos e memes ofensivos aos brasileiros, muitos reunidos sob a hashtag #VariantBresilien (variante brasileira).

As postagens são particularmente dirigidas às brasileiras, com associações a prostituição, promiscuidade e calcinhas fio dental. Também há piadas com o sotaque e com a aparência das mulheres.

Com o país em lockdown, as agressões são sobretudo online, mas não se restringem ao universo virtual.

Em um vídeo publicado no Twitter, um homem vai até uma conhecida área de prostituição de transexuais em Paris, o Bois de Boulogne, e começa a perguntar se as profissionais do sexo são brasileiras. “Variante brasileira? Você acaba de chegar à França?”, pergunta ele.

As menções ao Bois de Boulogne e à prostituição de brasileiras no parque são recorrentes.

Em uma publicação popular na rede, um comediante pergunta: “Voos entre França e Brasil suspensos… E quanto ao Bois de Boulogne, o que acontece?”.

Muitos que acompanham as publicações têm demonstrado perplexidade com os comentários. Ao ler as postagens com a hashtag #VariantBresilien, um brasileiro que não quis se identificar relata a existência de mensagens razoáveis de preocupação com a variante brasileira e, por outro lado, o que chamou de “show de horrores de xenofobia”.

Para ele, os brasileiros, além de serem mal vistos no geral, agora são tratados como ameaças internacionais.

Alguns que tentaram rebater os ataques queixam-se de perseguição nas redes sociais.

Uma pesquisadora brasileira que vive em Paris e tem publicado as ofensas nas redes sociais, por exemplo, pede para não ter o nome divulgado na reportagem por temer ainda mais retaliações.

Da Irlanda, onde vivem oficialmente cerca de 50 mil brasileiros, também chegam relatos de discriminação com menções diretas à pandemia no Brasil.

Uma parte significativa de motoboys e entregadores de aplicativos de refeições do país é formada por brasileiros. Nos fóruns especializados, eles relatam desde comentários ofensivos até pedidos cancelados. “Um cliente me disse, na minha cara, que brasileiros estão aqui espalhando doenças, que trouxeram a Covid-19. Ele gritou e me perguntou por que eu não voltava para a minha terra”, diz Anderson Santos, em uma das publicações.

Nos últimos meses, entregadores de um modo geral têm sido alvo de violência e xenofobia. Gangues têm organizado emboscadas, aproveitando para agredir e roubar encomendas, bicicletas e motos.

A discussão sobre os países sujeitos à quarentena obrigatória também levou a uma onda de comentários ofensivos, mirando sobretudo brasileiros e sul-africanos. “Para mim, algumas partes desse debate [sobre quarentena] tiveram um cheiro de xenofobia”, chegou a afirmar o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. “Eu ouvi pessoas dizerem que devemos proteger nosso povo de estrangeiros, não é disso que se trata”, completou.

A associação das variantes do vírus ao local em que são inicialmente identificadas é criticada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que vê risco precisamente no aumento do estigma em relação aos locais associados às cepas do Sars-CoV-2. “Não deve haver estigma associado à detecção desses vírus, mas infelizmente ainda vemos isso acontecendo”, afirmou Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS.

PORTUGAL

Brasileiros em Portugal, onde os voos diretos com o Brasil estiveram suspensos entre 29 de janeiro até a última sexta-feira (16), também relatam episódios de discriminação.

Nas redes sociais e em reportagens sobre a situação da pandemia no Brasil, há muitas acusações de que os brasileiros levariam a Covid-19 para o país.

Uma brasileira de Minas Gerais, em Portugal há dois anos, conta, em um grupo de apoio, ter sido ofendida na fila do supermercado, após um outro cliente identificar seu sotaque. Segundo ela, o homem disse que brasileiros só estão no país para espalhar o coronavírus e tomar emprego dos portugueses.

Abalada, ela diz que a situação irregular em Portugal faz com que ela não tenha coragem de expor o caso ou tentar denunciar as ofensas.

As responsáveis pelo projeto Brasileiras Não se Calam, que reúne relatos de discriminação no exterior, dizem ter notado que, em muitos casos em Portugal, a pandemia é usada como justificativa para a xenofobia.

São afirmações como “a pandemia só chegou a Portugal por causa dos brasileiros” ou “não vou usar máscara porque é uma [funcionária] brasileira que está pedindo”.

Além dos brasileiros, a comunidade chinesa também relata aumentos nos casos de discriminação e agressões.

Em uma extensa reportagem no semanário Expresso, chineses de diferentes faixas etárias e classes sociais relatam episódios em que também foram acusados de disseminar o coronavírus no país. “Desde que começou a pandemia comecei a sentir mais violência no discurso tanto no espaço público como nas redes sociais”, afirmou a luso-chinesa Michelle Chan, membro da ONG SOS Racismo, em entrevista ao jornal.

A última avaliação epidemiológica do país, divulgada em uma reunião no Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), afirma que a presença das variantes é residual em Portugal.

Até agora, há 29 casos confirmados da variante P.1 no país, o equivalente a uma prevalência de 0,4%. Também bastante disseminada no Brasil, a P.2 teve prevalência de 0,1%.

Em março, a variante britânica representou 83% dos casos no país.

Apontado inicialmente como bom exemplo de combate a pandemia, Portugal viu o cenário mudar completamente no começo de 2021. O país optou por relaxar as medidas restritivas no período do Natal, o que acabou contribuindo para uma grande alta no número de casos e mortes.

Sob pressão, o SNS (SUS de Portugal) esteve perto do colapso, e o país acabou pedindo ajuda internacional para outros países da UE.

Em 15 de janeiro, o país entrou em lockdown. Agora, com os números sob controle, está em curso o desconfinamento. A reabertura começou em 5 de abril e acontecerá, por etapas, até 3 de maio.

As viagens diretas com o Brasil também foram retomadas. Após 77 dias de suspensão, na última sexta-feira o governo decidiu autorizar voos comerciais entre Portugal e Brasil. Os embarques permitidos ainda são bastante limitados.

Devido à pandemia, a entrada de turistas brasileiros está proibida na União Europeia desde março de 2020. As viagens só são autorizadas para pessoas com dupla cidadania ou residência legal em algum Estado-membro, além de algumas exceções para deslocamentos classificados como essenciais.

São consideradas viagens deste tipo aquelas para permitir o trânsito ou a entrada de cidadãos por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou humanitárias.

Para entrarem em Portugal, além de cumprirem esses requisitos, os brasileiros precisam apresentar um teste PCR negativo, feito 72 horas antes do embarque e, desde o mês passado, estão sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias após a chegada.

FOLHAPRESS

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Educação

Relatório do LAIS recomenda retorno no ensino público no RN

A retomada das atividades escolares da rede pública de ensino, em todo o estado, de forma híbrida. Essa é uma das sete recomendações constantes no mais recente relatório elaborado pelos pesquisadores do Laboratório de Inovação Tecnológica e Saúde (LAIS/UFRN).

O documento, elaborado pelos pesquisadores Carlos Alberto P. de Oliveira, Fernando Lucas de Oliveira Farias, Juciano Lacerda, Higor Morais, Ion de Andrade, Leonardo J. Galvão de Lima, Nícolas Veras, Ricardo Valentim, Ricardo Arrais e Rodrigo Silva, faz uma análise do cenário pandêmico no RN, após o feriado da Semana Santa.

O relatório recomenda também que as escolas devem estar estruturadas segundo protocolos estabelecidos pelas
autoridades sanitárias estaduais e locais, iniciativa a ser adotada tanto para a rede pública quanto a rede privada.

 

Clique AQUI e acesse o documento na íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Engraçado, um monte de professor da UFRN com cargos comissionados no LAIS e que NÃO DÃO AULA querendo dar pitaco na vida dos outros professores do estado e município mandando eles trabalhar, é hipocrisia ou não é?

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Acidente

Senador Flávio Bolsonaro sofre acidente de quadriciclo no Ceará

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) sofreu um acidente de quadriciclo na Praia da Taíba, neste sábado (17). A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante confirmou o atendimento do filho do presidente Jair Bolsonaro na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pecém, unidade de saúde pública plantonista da região.

Flávio Bolsonaro sofreu luxação na clavícula e foi liberado com imobilização. O senador passava o fim de semana em um hotel lna região acompanhado da sua esposa.

DIARIO DO NORDESTE

Opinião dos leitores

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Saúde

Governo Federal passa marca de 50 milhões de vacinas anticovid distribuídas aos Estados

Foto: Força Aérea Brasileira

O governo federal passou a marca de 50 milhões de vacinas distribuídas aos Estados e ao Distrito Federal, de acordo com os dados do LocalizaSUS deste sábado (17.abr.2021). Até o fechamento da reportagem, o registro mostrava 53.493.436 de doses enviadas.

Dessa quantidade, 40,7 milhões são doses da CoronaVac, produzida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac; 11,6 milhões do imunizante da AstraZeneca, produzido no Brasil pela Fiocruz; e outro 1 milhão também da AstraZeneca, enviadas pela aliança global Covax Facility em março. A campanha de imunização nacional começou em 18 de janeiro.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a marca em suas redes sociais, afirmando que 28,4 milhões de doses foram aplicadas.

Estados e Municípios

Do total de doses recebidas, os Estados repassaram 93,7% aos municípios (50 milhões). São Paulo é a cidade que mais recebeu: 3,3 milhões. Em 2º lugar está o Rio de Janeiro, com 2,3 milhões. As outras localidades registram menos de 1 milhão.

O Poder360 mostrou em 16 de abril que os municípios brasileiros levam, em média, 17,8 dias para aplicar vacinas contra a covid-19 já entregues aos Estados pelo governo federal. O levantamento considerou o tempo que passa do momento que as doses são entregues à capital do Estado até a aplicação.

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. Esse governo é top, depois de dizer que n comprava vacina da China está entregando a vacina que Dória, contra a vontade do Bozo, está produzindo. 80% das vacinas que estão aplicando vem de SP/China.

  2. 50 milhões de doses, é suficiente para vacinar apenas 12% da população. Precisamos de mais de 420. Milhões de doses para imunizar à população. Com a manutenção do ritimo atual, só vamos conseguir a imunidade total no fim do ano de 2022. Nesse clima de horror, a eleição de Bolsonaro vai seguir exemplo da de Trump

  3. Agradeçamos ao Doria! Se dependessemos do maluco que ocupa a presidência, estaríamos ainda chupando o dedo, pois ele não queria comprar vacinas. Graças a Deus 2022 tá bem aí, e esse sujeito vai ser varrido do mapa.

  4. Precisa morrer quase 60 mil pessoas pra que a porra de uma vacina seja aplicada nesse país

    Imagina a farra que está acontecendo em boa parte dos municípios brasileiros com essa vacina, não duvido que esteja sendo vendida a peso de ouro

  5. O sus Bg..por essa merda de governo..eu tava fudiiido..vc tava fudidooo…viva o Butantan…!!viva a ciência!!

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Saúde

Jovem dá à luz gêmeas, contrai covid-19 e morre sem conhecer as filhas

Foto: G1 Santos

Após dar à luz prematuramente duas meninas gêmeas, uma jovem de 27 anos morreu nesta sexta-feira (16), no HGA (Hospital Guilherme Álvaro), em Santos. Ela passou um mês internada por conta da gravidez, de alto risco. Nathanny Ribeiro da Silva era hipertensa, tinha problemas sérios no coração e na tireoide e, pouco antes da cesariana de emergência, contraiu covid-19.

A enfermeira Ana Paula Maria Ramos é gerente da Usafa (Unidade de Saúde da Família) do bairro Sítio Conceiçãozinha, no Guarujá, onde a mãe morava.

A profissional de saúde acompanhou de perto a evolução da gravidez de Nathanny Ribeiro da Silva desde as primeiras semanas. Ela declarou a jovem, que deixou outros dois filhos pequenos, já havia sido aconselhada pelos profissionais da unidade a não engravidar novamente.

“A primeira gestação dela já foi muito difícil. Ela foi orientada a utilizar métodos contraceptivos, mas ela era muito teimosa”, conta, lembrando que no bairro, uma pequena comunidade carente na cidade do Guarujá, todos se conhecem. “Ela vinha muito à unidade. Mas não seguiu as recomendações e acabou engravidando do segundo filho”.

Quando Nathanny ficou grávida das gêmeas, Ana Paula sabia que o risco seria dobrado. E garante que, tanto ela quanto a equipe da unidade de saúde, fizeram de tudo para garantir que a jovem fosse assistida de perto.

“Ela parecia não entender a gravidade da situação, estava sempre muito alegre e sorridente. E às vezes não aparecia nas consultas do pré-natal. Eu ou alguém da equipe íamos até a casa dela para saber se estava tudo bem”.

O último atendimento que a enfermeira prestou a Nathanny foi no dia 05 de março. A pressão estava normal e a saúde da jovem parecia estável. “Depois desse dia, ela sumiu. Soube que havia procurado o HGA, que é especializado em gravidez de risco. Ela queria muito ter as bebês”.

Fuga do hospital

A Secretaria de Saúde do Estado informou que Nathanny deu entrada no dia 15 de março no Hospital Guilherme Álvaro já com quadro grave, com gestação de risco e histórico de comorbidades. Devido à gravidade clínica, foi internada na UTI e estava assistida por equipe multidisciplinar, retornando à enfermaria no dia 19.

No dia 21 de março, a jovem fugiu do hospital, onde estava internada antes mesmo antes mesmo da conclusão dos cuidados necessários e da alta médica. Um boletim de ocorrência (513981/2021) ao qual o UOL teve acesso foi registrado pela Polícia Civil no dia 22 de março, às 11h17.

Na madrugada do dia 23, a jovem começou a passar mal em casa. Com falta de ar, foi levada de volta ao HGA que, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, já havia contatado a família, solicitando o seu retorno.

Ao realizarem uma tomografia, os médicos descobriram uma mancha nos pulmões e ela foi mantida no isolamento da maternidade, com suspeita de covid-19. Os exames deram positivo. No dia 25, a equipe realizou uma cesária de emergência e ela deu à luz as gêmeas, que nasceram prematuras, com sete meses.

Nathanny sequer pôde segurar as crianças. Logo após o parto teve que ser sedada, intubada e assim permaneceu, numa UTI específica para casos da doença, até a última quinta-feira (15), quando – já não respondendo mais aos tratamentos – acabou falecendo, às 12h46.

O corpo da jovem foi sepultado nesta sexta-feira (16), no Cemitério Jardim da Paz, em Guarujá.

Thaís Ribeiro, 21 é irmã de Nathanny. Ela informou ao UOL que, quando ela procurou o HGA, já não se sentia bem. Ela sentia uma pressão no peito e na barriga e já não conseguia respirar normalmente. “Quando minha mãe foi ao HGA receber a notícia do falecimento dela, disseram que a causa da morte tinha sido um problema no coração, não a covid-19. Mas quando ela voltou, após ter fugido, colocaram ela numa sala com um paciente que já estava intubado por conta da doença. E ela começou a ficar com muito medo de ter a covid. Acreditamos que ela acabou pegando lá”.

“Foram seguidos todos os protocolos, tanto para a gestação de alto risco quanto para casos de coronavírus, sendo incorreto afirmar que ela teria se infectado na unidade, uma vez que deixou o serviço contra indicação médica. Durante a internação, o hospital prestou atendimento dentro dos protocolos, forneceu informações aos familiares e segue à disposição dos mesmos”, afirmou a Secretaria de Saúde, na nota.

Avó precisa de ajuda

Nathanny morava com o namorado e não trabalhava. Agora os quatro filhos da jovem estão sob os cuidados da avó materna, que não quis dar entrevistas por conta do luto. A família, de origem muito humilde, precisa de doações para as gêmeas, Lívia e Lavínia, que nasceram saudáveis, livres da covid-19 e já estão sob o atendimento direto da enfermeira Ana Paula.

Fraldas, produtos de higiene, leite em pó podem ser encaminhados à Usafa do Sítio Conceiçãozinha, que fica na R. Nova Esperança, 11, em Vicente de Carvalho.

“Queremos ajudar, conhecemos a família e tínhamos um carinho grande pela Nathanny. Além de ser gerente da Usafa, estou sempre tentando fazer mais, por ser uma comunidade muito carente. Quem puder ajudar, é só me procurar lá na Usafa”, concluiu Ana Paula.

UOL

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Acidente

Morrem pai e filho atingidos por explosão no bairro das Rocas; Eles estavam internados desde a semana passada

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Um homem de 53 anos morreu poucas horas após o filho e se tornou a segunda vítima fatal da explosão que deixou seis pessoas feridas e destruiu quatro imóveis no dia 9 de abril no bairro das Rocas, na Zona Leste de Natal. Dos seis feridos, cinco são da mesma família.

O óbito aconteceu nesta sexta-feira (16), porém, só foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde a pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), que recolheu o corpo neste sábado (17).

VEJA MAIS: Explosão atinge imóveis e deixa pessoas feridas no bairro das Rocas, em Natal

Antônio José da Silva, de 53 anos, estava internado no Hospital Walfredo Gurgel em estado grave havia uma semana, desde que aconteceu o acidente. Poucas horas antes da sua morte, Adriano Souza da Silva, o filho dele, de 28 anos, também havia falecido. Veja a matéria completa no G1-RN.

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Saúde

Genes humanos que lutam contra o Sars-CoV-2 são identificados em estudo

Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases, NIH

Um grupo de genes humanos que combatem a infecção por Sars-CoV-2, o vírus causador da Covid-19, foi identificado em um novo estudo do Instituto Sanford Burnham Prebys, dos Estados Unidos. A descoberta foi publicada na revista científica Molecular Cell.

De acordo com Sumit K. Chanda, diretor e professor do Programa de Imunidade e Patogênese do Sanford Burnham Prebys, o objetivo da pesquisa era compreender como as células humanas reagem ao novo coronavírus e quais fatores determinam a força de uma resposta à infecção. “Tivemos novos insights sobre como o vírus explora as células humanas que invade, mas ainda estamos procurando seu ‘calcanhar de Aquiles’ para que possamos desenvolver antivirais adequados”, ele explicou em um comunicado.

Chanda e sua equipe iniciaram sua pesquisa após perceberem que alguns dos casos mais graves da Covid-19 estavam relacionados a uma atuação fraca dos interferons, glicoproteínas que agem na defesa do nosso organismo. Assim, com base no que a ciência já havia descoberto sobre o Sars-CoV-1, que teve um surto entre 2002 e 2004 e é semelhante ao Sars-CoV-2, os pesquisadores conduziram experimentos para identificar genes ativados por esses proteínas (ISGs, na sigla em inglês), que combatem a infecção do coronavírus controlando a replicação dele.

Os cientistas acabaram encontrando 65 ISGs que controlaram a infecção por Sars-CoV-2 – alguns desses genes, inclusive, impediram o vírus de entrar nas células e evitaram a fabricação de RNA, que seria essencial para o patógeno. “O que também foi muito interessante foi o fato de que alguns dos ISGs exibiram controle sobre vírus sem relação [com a Covid-19], como o da gripe sazonal, o da febre do Nilo Ocidental e o HIV, que leva à Aids”, adicionou Chanda.

Laura Martin-Sancho, pesquisadora associada no laboratório de Chanda e autora principal da pesquisa, tambem explicou que foram identificados oito ISGs que inibem a replicação do Sars-CoV-1 e do Sars-CoV-2 no compartimento subcelular que é responsável pelo empacotamento de proteínas. Isso indica que essa área pode ser explorada para limpar a infecção viral. “Essa é uma informação importante, mas ainda precisamos aprender mais sobre a biologia do vírus e investigar se a variabilidade genética dentro desses ISGs se relaciona com a gravidade da Covid-19”, apontou a cientista.

Com isso, os pesquisadores já começaram a coletar variantes do Sars-CoV-2 para levarem sua pesquisa adiante. “É de vital importância não interromper os esforços de estudo agora que as vacinas estão ajudando a controlar a pandemia”, observou Chanda. “Chegamos muito longe rapidamente por causa do investimento em pesquisa fundamental que foi feito no Sanford Burnham Prebys e em outros lugares, e nossos esforços contínuos serão especialmente importantes quando – e não se – outro surto viral ocorrer.”

Galileu

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Economia

Depois de 14 anos, Brasil deve ter contas externas no azul com boom de commodities

Foto: Ivan Bueno/APPA

Com um novo boom das commodities (produtos básicos, como petróleo, grãos e minério) no mercado internacional, o Brasil deve voltar a fechar em 2021 as contas externas no azul após 14 anos. De acordo com o Banco Central, depois de um rombo de US$ 12,5 bilhões no ano passado – já considerado baixo para os padrões brasileiros – a estimativa é de saldo positivo de US$ 2 bilhões em 2021, o primeiro superávit desde 2007.

A conta de transações correntes no balanço de pagamentos engloba todos os negócios do Brasil com o exterior, incluindo o saldo comercial de mercadorias e serviços, as remessas de lucros e dividendos e os juros pagos pelas empresas, além das transferências pessoais.

A última vez em que o resultado ficou no azul ocorreu no boom global das commodities do começo deste século, quando o Brasil registrou superávits por cinco anos consecutivos a partir de 2003. Até o fim do ano passado, o BC previa um novo déficit de US$ 19 bilhões nas contas externas para 2021. Mas, com o aumento nos preços das commodities que o Brasil produz, o BC elevou a projeção de resultado em US$ 21 bilhões, para saldo positivo de US$ 2 bilhões.

Com as estimativas para as contas de serviços e de renda primária praticamente estáveis, a grande diferença veio na projeção para a balança comercial em 2021, que passou de superávit de US$ 53 bilhões para US$ 70 bilhões. Se o valor se confirmar, será o maior da história para o saldo comercial medido pelo BC. Pelas contas da instituição, somente as exportações devem alcançar US$ 256 bilhões este ano, superando o recorde de US$ 253,185 bilhões de 2011.

“Apesar de terem começado o ano em nível deprimido, espera-se que as exportações aumentem a partir de março, impulsionadas pelo escoamento da boa safra de soja, pelo patamar elevado para preços de commodities e pela recuperação da demanda internacional”, destacou o BC no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

O Ministério da Economia também espera um superávit comercial recorde em 2021, de US$ 89,4 bilhões, crescimento de 75% ante o saldo de US$ 50,9 bilhões no ano passado. Enquanto a pasta considera os valores de todos os contratos de exportações e importações, a métrica do BC inclui apenas os recursos que efetivamente saíram e entraram no País.

No mercado internacional, os preços das commodities subiram 50% no último ano, conforme o BC. No mercado brasileiro, em reais, os preços das commodities tiveram alta de 66% no mesmo período. O impacto das commodities nas contas externas é cada vez maior porque o peso dos produtos básicos nas exportações brasileiras é crescente, passando de 53% do total embarcado em 2019 para 57% no ano passado.

O presidente da Associação do Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, destaca que o crescimento nas vendas desses produtos ocorre muito mais pelo preço do que pela quantidade produzida. “Há um aumento generalizado nos preços de todos esses produtos que o Brasil já produz em grande volume, como soja, milho, minério e petróleo. Além do aumento na demanda por países que já começaram a sair da crise, há um gargalo de falta de navios e contêineres que ajuda a pressionar os custos”, diz.

Para Castro, diferentemente do que ocorreu na primeira década deste século, a alta nos preços das commodities não deve continuar por muitos anos: “Ainda estamos no meio da pandemia, e não consigo imaginar esse movimento como uma coisa duradoura. Pode até haver alguma expansão na produção de alimentos para atender a uma demanda conjuntural decorrente de auxílios de renda, mas na metalurgia não vejo investimentos para a ampliação da capacidade que não terá demanda no futuro. ”

Já o economista chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, projeta um ciclo mais extenso de valorização das commodities, pelo menos enquanto durarem os grandes pacotes fiscais lançados pelas principais economias avançadas. “No meu cenário, o boom das commodities é algo que veio de maneira mais duradoura, porque o ambiente é de liquidez (quantidade grande de recursos) e com uma perspectiva longa no tempo. A União Europeia, por exemplo, já anunciou que vai manter seu pacote até 2026”, conclui o economista.

O economista Bruno Lavieri, da 4E Consultoria, possui uma visão mais crítica sobre o superávit em conta corrente projetado para 2021. Segundo ele, apesar do desempenho das commodities, o resultado esperado faz parte de um diagnóstico ruim da economia brasileira. “É sinal de um quadro doméstico deteriorado, com câmbio fora do lugar e dificuldades para a população, o que reduz as importações”, afirma.

Estadão Conteúdo

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  1. Só se ve a prosperidade e a riqueza económica e social do centro oeste e agora migrando-se esse desenvolvimiento para o norte do Brasil e o meio norte:piaui e Maranhão,e a economia do Río Grande do Norte praticamente estagnada nas suas actividades económicas que sáo mantidas diretamente e indiretamente pelo setor publico e na agricultura algumas propriedades produtoras de frutas e na pesca o camarão em cativerio e de peixes,e a pouca criação de gado e no setor secundario se destacam a industria de energía eólica e a do petróleo e gás que está secando essas fontes,a industria textil da familia Rocha,e entre outras industrias pouco relevantes,já a industria solar pelo qual foi criada uma grande expectativa e perspectiva na gestión do senhor Robinson Faria está se transformando em mais uma decepção,citando outros exemplos de projetos que criaräo grandes expectativas e tornaram-se grandes decepciones:a tal industria de barrilha de Macau em que um ex senador e governador do RN só falava na mesma,aquellas ZPES:zona de procesamiento de exportaciones de Macaiba e Assu em que os políticos do RN sempre faziam a comparação entre essas duas ZPas para serem instaladas no estado do RN,com a zona Franca de Manaus,más,infelizmente jamais se concretizou,a industria do biodisel extraido da mamona e do girassol também nao logrou éxito,Lembrei me do projeto para a construção de uma grande refinaria de petróleo e gás em Guamaré que está sendo construida no estado de Pernambuco,esses säo os grandes projetos de desenvolvimiento economico e social que me recordo que jamais se concretizarão no estado do RN.

  2. Que bom !!! Notícia excelente, para um momento que precisamos de coisas boas. Quando se faz o dever de casa é elogiável, mas quando não, quando está errado, não tapo o sol com a peneira. A mão que bate em Chico, é a mesma que bate em Francisco. Então….

  3. Parabéns Senhor Francisco, devemos corrigir os erros e punir os responsaveis venham de onde vier, torcer contra o Brasil dar certo jamais. O resultado dessa luta pelo poder, só nos leva mais para o buraco.

  4. Que ótima notícias em meio a uma situação difícil que passamos com essa doença. Se fosse ao contrário tinha vários aqui ofendendo o governo federal, mas sou brasileiro e torço por um país melhor.

    1. Verdade vamos agradecer a China que fez o preço dos commodities subirem as maiores preços da história

    2. Estamos comprando arroz , carne, óleo, gasolina , ovo em dólar. Está otimo

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