A greve dos policiais militares do Ceará já dura seis dias, mas foi hoje que a crise estourou. Relatos na internet dão conta de que vários crimes estão acontecendo com frequência, inclusive chegando ao Trend Topics Brazil, relação dos conteúdos mais citados nas redes sociais, através da hashtag #CaosEmFortaleza.
Para amenizar a situação o Exército está assumindo a segurança do Estado e Comando da 10ª Região Militar deflagrou a Operação Ceará e anunciou que vai mandar ainda hoje 108 militares do 16º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro, de Natal – o 16 RI.
Os efetivos empregados, até agora, é de 813 militares do Exército Brasileiro e outros 204 da Força Nacional de Segurança Pública. A previsão é que a segurança seja reforçada também com 27 Fuzileiros da Marinha do Brasil e 130 viaturas, cedidas pelo Governo do Estado e Polícia Militar.
O vereador de Extremoz, Rafael Correia, apresentou ao Poder Executivo Municipal uma importante proposição legislativa solicitando a realização de um censo populacional de animais de pequeno e grande porte em todo o município.
A proposta, encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ao Centro de Zoonoses, visa mapear com precisão a realidade da população animal na cidade, incluindo cães, gatos, cavalos, bovinos e outros animais de relevância.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa é essencial para garantir a formulação de políticas públicas eficazes e direcionadas. “Não se consegue fazer políticas públicas sérias sem dados concretos. Precisamos conhecer a realidade do município para agir com responsabilidade e eficiência”, destacou Rafael Correia.
O levantamento também prevê a identificação específica dos chamados “pets comunitários” animais em situação de rua bem como sua distribuição territorial dentro do município.
A proposta ainda sugere que, caso o município não disponha de equipe técnica suficiente, seja realizada a contratação de empresa especializada para a execução do estudo, assegurando qualidade e precisão nos dados coletados.
A indicação reforça a necessidade de transparência, recomendando que os dados obtidos sejam amplamente divulgados à população, servindo de base para ações estratégicas nas áreas de saúde pública, controle de zoonoses, campanhas de castração e programas permanentes de bem-estar animal.
Rafael Correia tem se destacado pela atuação firme em defesa da causa animal no município. Ao longo de seus mandatos, o parlamentar já foi autor de diversas iniciativas legislativas voltadas ao tema, como a lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido, protegendo animais e pessoas sensíveis ao barulho, além de pleitos importantes como a solicitação de implantação de um hospital veterinário municipal.
A proposta do censo animal surge como mais um passo estruturante para consolidar políticas públicas modernas e eficazes, alinhadas às necessidades da população e ao respeito aos animais.
Um homem morreu após sofrer um choque elétrico enquanto manuseava uma bomba d’água na zona rural do município de Ouro Branco, no Seridó Potiguar. O caso aconteceu nessa terça-feira (5). A vítima foi identificada inicialmente como Joaquim Silva.
Segundo as informações, ele havia saído de casa para o local onde costumeiramente fazia esse manuseio. Com a demora dele para voltar, familiares decidiram ir atrás e encontraram o homem já sem vida.
A próxima indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal) deveria ser de um nome técnico e sem ligação com o governo, segundo 39,4% dos brasileiros. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento aponta também que 37% dos brasileiros defendem que o presidente mantenha uma indicação de cunho político e ligações com o governo.
Para 13,2% dos brasileiros, a vaga aberta do STF deve ser negociada com o Senado. Outros 5% acreditam que uma mulher deve ser indicada. Do total de entrevistados, 5,4% não souberam responder.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no TSE é BR-05356/2026
A cantora Daniela Mercury se tornou ré em uma ação judicial que investiga o uso de recursos públicos em um show realizado no Dia do Trabalhador de 2022, em São Paulo. O caso envolve o pagamento de cachê de R$ 100 mil à artista e apura se houve irregularidades na contratação e no contexto da apresentação, conforme informações do Diário do Poder.
De acordo com informações do processo, o evento ocorreu em 1º de maio de 2022, na Praça Charles Miller, e teria custado cerca de R$ 170 mil aos cofres públicos, sendo R$ 100 mil destinados à cantora. Outros artistas e a produtora responsável também são citados na ação.
Segundo os autos, a investigação busca esclarecer se houve uso indevido de recursos públicos em um evento que, conforme alegações apresentadas no processo, teria assumido caráter político fora do período eleitoral.
A ação foi movida pelo deputado estadual Gil Diniz, que aponta possíveis irregularidades e classifica o caso como um “showmício”. O processo segue em tramitação na Justiça paulista.
Em manifestação no processo, a defesa da produtora responsável pela contratação afirma que não houve ilegalidade e sustenta que eventuais posicionamentos da artista durante a apresentação estão amparados pela liberdade de expressão.
O deputado federal Alencar Santana (PT) chamou a deputada Érika Hilton de “deputado” durante uma fala no Congresso Nacional, o que gerou repercussão nas redes sociais nesta semana.
De acordo com registros da sessão, o parlamentar citava integrantes da base quando se referiu a “deputado Reginaldo Lopes e deputado Érika Hilton”, chamando atenção pelo uso do termo no masculino, segundo informações do Portal do Paulo Mathias.
A fala repercutiu rapidamente nas redes sociais, onde usuários criticaram a forma de tratamento direcionada à deputada, que é uma mulher trans. Segundo comentários publicados online, apoiadores de Érika Hilton apontaram falta de respeito na referência feita durante o discurso.
O presidente Lula (PT) vetou o aumento de pena para casos de roubo com resultado de lesão grave, previsto em projeto aprovado pelo Congresso. A decisão foi justificada pelo governo com base na necessidade de manter proporcionalidade entre os crimes previstos na legislação penal.
De acordo com o texto analisado, o trecho vetado previa elevar a pena atual, que varia de 7 a 18 anos, para um intervalo de 16 a 24 anos nos casos em que a vítima sofresse lesões graves durante o assalto.
Em justificativa oficial, o governo argumentou que o aumento poderia gerar distorções no sistema penal, especialmente em comparação com crimes como o homicídio qualificado.
A decisão provocou reação de parlamentares e especialistas em segurança pública, conforme informações do Diário360. Segundo críticos, o veto pode ser interpretado como um sinal de enfraquecimento no combate à criminalidade violenta.
Por outro lado, há quem defenda que o sistema penal deve manter coerência e proporcionalidade entre as penas, evitando desequilíbrios legais.
O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, afirmou que o possível fim da escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso, pode inviabilizar voos internacionais no Brasil. Segundo ele, mudanças que incluam pilotos e tripulantes podem impedir operações com duração superior a oito horas.
De acordo com Jerome, parte dos projetos prevê a inclusão de aeronautas nas novas regras de jornada, o que limitaria o tempo de trabalho e afetaria diretamente voos intercontinentais.
Segundo ele, a maioria das rotas internacionais operadas no país ultrapassa esse limite, o que poderia comprometer a operação das companhias aéreas.
Em nota e entrevistas, o CEO defendeu que pilotos e comissários fiquem fora das mudanças, por questões operacionais ligadas à segurança e à duração das viagens.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo indicam que mais da metade dos trabalhadores do setor atua hoje no modelo 6×1, e a mudança para 5×2 poderia elevar custos operacionais em cerca de 20%.
O ex-noviço, jornalista e escritor Brendo Silva protocolou uma denúncia no Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra o frei Gilson da Silva Pupo Azevedo, alegando possíveis falas com teor discriminatório contra pessoas LGBT+ e mulheres em homilias, entrevistas e redes sociais.
De acordo com o documento apresentado, o religioso teria usado expressões consideradas ultrapassadas ao se referir à homossexualidade, além de associá-la a termos como “desordem” e “depravação grave”. O caso foi encaminhado ao Ministério Público para avaliação, conforme o Metrópoles.
Segundo a denúncia, também há vídeos em que o frei faz declarações firmes sobre temas ligados à orientação sexual, o que, na avaliação do autor da representação, pode reforçar estigmas e exclusões.
O ex-noviço afirma ainda que sua experiência dentro de ambientes religiosos por mais de 10 anos o levou a observar contradições entre discursos públicos e a presença de pessoas LGBT+ dentro da própria estrutura eclesiástica.
Brendo também sustenta que há necessidade de debate sobre responsabilidade no discurso religioso em um país com altos índices de violência contra mulheres e pessoas LGBT+. O caso agora aguarda análise do Ministério Público de São Paulo.
O Brasil registrou aumento de 7,55% nos casos de feminicídio no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entre janeiro e março, foram contabilizadas 399 vítimas em todo o país.
Os números representam o maior índice já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), em 2015.
O levantamento mostra que o total saltou de 125 casos em 2015 para 399 em 2026, um aumento acumulado de aproximadamente 219% no período analisado, conforme informações da Folha.
Segundo os dados, foram 142 vítimas em janeiro, 123 em fevereiro e 134 em março, mantendo média de quatro mortes por dia em contextos de violência doméstica, familiar ou de gênero.
Em 2025, o país já havia registrado o maior número anual da série histórica, com 1.470 feminicídios, superando os 1.464 casos de 2024.
A DPU sustenta que o réu deveria ter sido intimado pessoalmente antes da substituição de sua defesa técnica pela própria Defensoria, já que atualmente se encontra na Itália.
Segundo o órgão, houve questionamentos quanto ao procedimento adotado para a intimação de Tagliaferro, incluindo a comunicação realizada por meio de advogados anteriormente constituídos. A Defensoria argumenta que tal medida não estaria plenamente alinhada ao que prevê o Código de Processo Penal.
A DPU solicita que sejam reconsiderados atos anteriores do processo, incluindo a interpretação sobre eventual ausência do réu em etapas processuais, além de pedir que seja assegurada a intimação pessoal para constituição de nova defesa de confiança.
O documento também afirma que, caso o processo tenha continuidade sem a correção dos pontos apontados, a Defensoria não apresentaria novas diligências nesta fase, conforme registrado no parecer encaminhado ao Supremo.
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