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Mensalão: TCU considera ‘regular’ contrato de Marcos Valério com BB

Uma decisão tomada pelo Tribunal de Contas da União em 4 de julho ofereceu munição à defesa de dois dos 38 réus da ação penal do mensalão: o ex-publicitário Marcos Valério e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. A novidade veio à luz em duas notícias veiculadas nesta sexta (aqui e aqui).

Guiando-se por um voto da ministra Ana Arraes (foto), ex-deputada do PSB e mãe do governador pernambucano Eduardo Campos, o TCU considerou “regular” um contrato celebrado pela agência de propaganda DNA, que pertencia a Valério, com o Banco do Brasil. Um negócio de R$ 153 milhões anuais, que vigorou entre 2003, primeiro ano de Lula, e 2005, quando estoutou o escândalo.

Na denúncia que deu origem à ação penal, a Procuradoria Geral da República sustentou que parte do dinheiro que financiou o mensalão veio de irregularidades praticadas nesses contratos. O próprio TCU já havia apontado irregularidades na transação. Porém, a ministra Ana Arraes deu de ombros para os relatórios do corpo técnico do tribunal e para o parecer do procurador Paulo Bugarin, rerpesentante do Ministério Público junto ao TCU.

Ao varejar os contratos da DNA com o BB, os técnicos do TCU verificaram que a agência apropriara-se, em valores da época, de R$ 4,4 milhões do banco. A agência de Valério negociava a venda de anúncios da casa bancária estatal. Como a quantidade era grande, obtinha um desconto chamado tecnicamente de “bônus de volume.” Pelo contrato, os descontos deveriam ter sido creditados ao BB. Mas a agência de Valério apropriou-se deles.

No seu voto, Ana Arraes não negou os achados dos auditores. Mas escorou-se numa lei aprovada em 2010, cinco anos depois dos malfeitos, para sustentar a tese de que os contratos foram limpos. Trata-se da lei 12.232. A mãe de Eduardo Campos apegou-se em dois artigos. Num, o de número 18, está escrito que a devolução dos descontos ao contratante do serviço de publicidade é facultativa. Noutro, número 20, anotou-se que a lei poderia ser invocada em casos pretéritos.

Seguido pelos demais ministros do TCU, o voto de Ana Arraes produziu, além de munição para os mensaleiros, o cancelamento de multas que haviam sido impostas ao petista Pizolatto e a outros dois ex-diretores do BB: Cláudio de Castro Vasconcelos e Renato Luiz Belineti. Afora as multas, os ex-diretores teriam de devolver às arcas do BB algo como R$ 5 milhões. No caso de Pizzolato, a punição alçaria à casa dos R$ 3,7 milhões.

O procurador Paulo Bugarin, voz do Ministério Público no TCU, discorda frontalmente do entendimento adotado por Ana Arraes e corroborado pelos colegas dela. Por duas razões. Acha que uma lei de 2010 não pode retroagir no tempo para reescrever a crônica de negócios realizados entre 2003 e 2005. De resto, realça que o contrato da DNA com o BB continua uma cláusula que previa explicitamente a devolução dos descontos, os tais “bonus” de volume” ao banco estatal.

Escrita em 2007 pelo então procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza e reafirmada pelo sucessor Roberto Gurgel, a denúncia do mensalão sustenta que parte da verba que financiou o escândalo veio de cofres públicos. Entre eles o Banco do Brasil.

Na peça acusatória, Pizzolato é acusado de facilitar os desvios. A Procuradoria acusa-o também de receber ‘valerianas’ no total de R$ 326.660,27. Com a decisão inspirada no voto de Ana Arraes, o TCU oferece matéria prima nova aos advogados dos réus a poucos dias do início do julgamento, cujo início foi marcado para 2 de agosto.

Fonte: Josias de Souza / UOL

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PESQUISA VERITÁ: 51,1% dos eleitores acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro; 44% acham que Lula vence

Foto: Ricardo Stuckert/PT e Vittor Sales/PL

O Instituto Veritá perguntou aos eleitores sobre quem eles acham que vai vencer as eleições para presidente da República, independente da escolha do voto.

51,1% dos eleitores responderam que acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro, enquanto 44% acham que Lula será o vencedor.

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.

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PESQUISA VERITÁ: Flávio Bolsonaro tem 51,3% dos votos válidos contra 48,7% de Lula no 2º turno

Fotos: Vittor Sales/Campanha Flávio | Ricardo Stuckert

Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá realizada com mais de 15 mil eleitores sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados.

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.

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Ministro do TSE atende pedido da campanha de Lula e impede Nunes Marques de suspender ‘Exército do Lula’ sem discussão no plenário

Foto: Luiz Roberto/TSE

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), impediu o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, de suspender ou restringir o canal “Exército do Lula” no WhatsApp sem antes submeter o caso ao plenário.

A decisão atende a um pedido preventivo da campanha de Lula (PT). Administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal chegou a quase 9,6 milhões de seguidores.

Floriano argumentou que a Presidência do TSE não pode impor, por decisão individual e via administrativa, sanções que afetem canais de comunicação de terceiros. Segundo ele, medidas dessa gravidade devem ser analisadas pelo colegiado, e eventuais abusos precisam ser apurados pela via judicial adequada.

O ministro afirmou ainda que a decisão não representa censura à atuação de Nunes Marques e destacou que uma eventual suspensão às vésperas do segundo turno poderia gerar instabilidade no processo eleitoral.

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PESQUISA DATATRENDS: Flávio Bolsonaro tem 51,9% dos votos válidos; Lula tem 48,1%

Pesquisa DataTrends divulgada nesta sexta-feira (23) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,9% dos votos válidos na disputa presidencial, contra 48,1% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Considerando os votos totais, Flávio lidera com 50%, contra 46% de Lula. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam são 1%.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 19 e 21 de outubro. A margem de erro máxima é de 2,19 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03365/2026.

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[VÍDEO] Faltando 3 dias para eleição, prefeito do União Brasil que apoiava Allyson Bezerra pula para barco de Cadu de Lula

Restando apenas três dias para a eleição que definirá o futuro governador do Rio Grande do Norte, o prefeito de Areia Branca, Souza Neto (União Brasil), anunciou apoio a Cadu de Lula (PT), adversário de Allyson Bezerra (União Brasil) no segundo turno. O detalhe que chama a atenção é que o gestor pertence ao mesmo partido de Allyson, mas decidiu mudar de lado na reta final da disputa.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Souza afirmou que, no primeiro turno, apoiou outro candidato, mas decidiu caminhar com Cadu após a oposição de Areia Branca também se aproximar do grupo adversário. Ele acusou os opositores de agir por “oportunismo” e “desespero pelo poder”.

O prefeito justificou a mudança citando parcerias entre o Governo do Estado e o município, como o IERN e o Polo Gás Sal. Cadu agradeceu o apoio e prometeu ampliar as ações em benefício da população.

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Experiência e nova geração: o time que faz da Ratts Ratis uma agência completa

Agências que só têm profissionais experientes correm o risco de repetir fórmulas que funcionaram no passado, mas que já não dialogam com o comportamento atual do consumidor. Agências que só têm profissionais recém-chegados ao mercado correm o risco oposto: dominam a linguagem do momento, mas não têm repertório para sustentar uma estratégia de marca no longo prazo.

O ponto de equilíbrio entre esses dois extremos é raro, e é exatamente o que diferencia uma agência que entrega tendência passageira de uma agência que constrói posicionamento duradouro. Um time que combina as duas gerações consegue, ao mesmo tempo, respeitar os fundamentos que sustentam marcas fortes e traduzir esses fundamentos para os formatos e canais que o público consome hoje.

É esse equilíbrio que a Ratts Ratis estruturou internamente. Profissionais experientes conduzem o raciocínio estratégico e garantem consistência de posicionamento; a nova geração traz agilidade, domínio de linguagem digital e sensibilidade para o que engaja um público cada vez mais exigente. O resultado é um trabalho que não escolhe entre solidez e atualidade: entrega as duas coisas ao mesmo tempo.

Marca forte exige estratégia madura e execução atualizada, na mesma equipe. Conheça pelo Instagram @rattscom ou pelo WhatsApp (84) 99215-9781 como a Ratts Ratis une essas duas frentes no trabalho da sua marca.

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Campanha de Lula não entregou ao TSE sigilos pessoais da lobista Roberta Luchsinger

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A campanha de Lula (PT) não apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dados bancários e fiscais pessoais da lobista Roberta Luchsinger. Ela questionou nas redes sociais como informações sobre seus sigilos teriam sido obtidas e afirmou que seus dados estão sob segredo de Justiça. Segundo ela, ninguém pediu autorização para acessar os documentos. A empresária prometeu tomar “todas as medidas cabíveis”.

Publicação da empresária.

Estas informações às quais Roberta se refere não foram solicitadas pela equipe de Flávio Bolsonaro (PL). O pedido se restringe a registros de visitas dela a prédios públicos, voos em aeronaves da FAB e reuniões em órgãos federais.

Lula e Flávio travam um embate sobre a divulgação de informações financeiras na reta final do segundo turno. As campanhas formalizaram um acordo para autorizar a abertura de sigilos, mas ainda divergem sobre a forma de divulgação dos dados.

Na quinta-feira (22), o ministro André Mendonça, do TSE, afirmou que os candidatos podem divulgar voluntariamente as informações, sem necessidade de autorização judicial. Ele ressaltou, porém, que a divulgação não substitui eventuais investigações sobre irregularidades.

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Fundador do PT diz que termo ‘Exército de Lula’ é patético e fere a memória de vítimas da ditadura

Foto: Reprodução/ Fecomércio

Um dos fundadores do PT, o cientista político Paulo Delgado (MG), criticou o nome “Exército de Lula”, usado no grupo de WhatsApp criado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Idealizado pelo deputado André Janones (Rede-MG), o grupo já reúne mais de 8 milhões de usuários. Janones é chamado de “general” e distribui “missões” aos participantes.

Delgado, que é ex-deputado federal, e está fastado do PT, afirmou que a nomenclatura desrespeita a memória das vítimas da ditadura militar.

“Chamar de Exército de Lula é patético. Fere a memória de quem pediu reparação pelos crimes do regime militar. O PT nasceu para enfrentar os abusos do autoritarismo, não deveria adotar essa nomenclatura”, disse à coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.

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[VÍDEO] Jovens são flagrados depredando parquinho infantil no conjunto Pirangi, na Zona Sul de Natal, e levam bronca: ‘Ei, boy! Assim não!”

Um grupo de adolescentes foi filmado depredando um parquinho infantil, no conjunto Pirangi, nesta sexta-feira (23). O espaço fica ao lado de uma quadra de esportes que está sendo reformada pela Prefeitura de Natal. Um homem que registrou a cena chamou a atenção dos jovens em razão do ato que estavam praticando. De acordo com o homem que registrou as cenas, eles seriam estudantes de uma escola privada que fica a poucos metros do local.

“Ei, boy. Assim não, né! Eu vou conversar com a diretora do Colégio Ação. Vou mandar pra ela. Vou mandar pra todo o bairro. Assim não, né! O lazer é para todos, mas destruir as coisas alheias não dá, não”, disse enquanto filmava o grupo.

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Lula e Flávio formalizam autorização para abrir sigilos, mas não divulgam dados

Foto: Reprodução/CNN Brasil

As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as autorizações para abertura de sigilos, conforme acordo firmado entre as equipes. Mas os dados sigilosos ainda não foram divulgados pelas campanhas.

A campanha de Flávio afirmou ter cumprido o acordo, incluindo a autorização referente à Alcazar Holding, investigada por suspeita de lavagem de dinheiro. A Polícia Federal suspeita que o senador seja sócio do advogado Willer Tomaz na empresa.

A equipe de Flávio também classificou como “puramente política” a iniciativa de Lula e cobrou a divulgação de informações sobre os gastos com o cartão corporativo. Já a campanha petista afirmou ter entregue os dados disponíveis, incluindo agendas, planos de voo e informações do cartão.

As campanhas divergem sobre a atuação do ministro André Mendonça, relator do caso. Enquanto Lula pede que o TSE coordene a divulgação simultânea das informações, o ministro entende que os candidatos podem tornar os dados públicos sem necessidade de intervenção judicial.

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