Judiciário

Mesmo com teste de DNA negativo, Justiça decide que homem é pai de criança e terá que pagar pensão

Foto: Ilustrativa

A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decidiu que mesmo com o teste de DNA comprovando a ausência de paternidade biológica, um homem que ajuizou uma ação negatória de paternidade continua sendo pai e, por isso, deve pagar pensão alimentícia. O processo tramita em segredo de Justiça.

Após ter sido negado provimento à ação em que solicitou a exclusão de paternidade e exoneração da pensão, o homem entrou com uma apelação cível para que a sentença fosse reformada. Ele alega que teve uma relação com a mulher apenas durante duas semanas e que depois de um mês do término ficou ciente da gravidez. De acordo com ele, o registro da criança ocorreu três meses após seu nascimento, em razão da pressão psicológica e ameaças que sofreu da mãe. Para ele há vício de consentimento, não se aplicando a paternidade socioafetiva, que deveria ser de maneira voluntária e não forçada.

O relator do caso, desembargador Alcides Leopoldo, cita o Recurso Especial nº 878.941, em que a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que “o reconhecimento de paternidade é válido se reflete a existência duradoura do vínculo sócioafetivo entre pais e filhos. A ausência de vínculo biológico é fato que por si só não revela a falsidade da declaração de vontade consubstanciada no ato do reconhecimento”.

O estudo psicológico apontou que o homem possui vínculo afetivo com a criança e reconhece o menino como filho. “A motivação dessa ação judicial é a falta de confiança em [mãe], pois teme que ela, futuramente, ingresse com uma nova ação de alimentos, exigindo um valor de pensão alimentícia que ele não tenha condições de pagar”, conclui o relatório. O filho costumava passar tempo na casa dos avós paternos, que o consideram como neto.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. O judiciário rasgou, Código Civil Brasileiro, Constituição Federal, Código de Processo Civil, Código de Processo Penal, eles fazem o que bem entendem e acabou, manda quem pode e obedece quem tem juízo.
    Só não rasgou ainda porque não tem acesso o
    Código Penal Militar.
    Ditadura a caminho, só falta alinhar com algum governo socialista para fechar o cerco.

  2. Agora LASCOU….
    O DNA da negativo , e a INjustiça diz que o caba e pai e pronto e tem que assumir .
    Se isso não é uma "Ditadura da toga "
    Não sei mais nada

    1. Isso é uma palhaçada, só poderia ser no Brasil uma putaria dessas.

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PAPO DE FOGÃO: Aprenda a fazer sushi e sashimi; e camarão com sour cream e chimichurri de coentro

NIGUIRIZUSHI (08 unidades)
160g de Shari (arroz para sushi temperado)
200g de file de peixe da sua preferência
Wasabi

Modo de Preparo:
Corte a fatia do peixe de maneira mais larga (contra a fibra).
Pegue o shari e molde o mesmo com a mão em formato cilíndrico.
Coloque um pouco de wasabi entre o arroz e o peixe e acomode moldado.

HOSSOMAKI (sushi enrolado com arroz por dentro) – 08 unidades
50g de Shari
1 folha de Nori (alga)
60g de filé de salmão cortado em tira
Wasabi

Modo de Preparo:
Pegue a folha de Nori coloque sobre o sudarê (esteira), espalhe o arroz delicadamente sem amassar sobre a alga
Coloque as tiras de salmão no centro e com a ajuda do sudarê enrole a alga fazendo um cilindro. Corte em 08 unidades.

URAMAKI (sushi enrolado com arroz por fora) – 08 unidades
60g de Shari (arroz pra sushi temperado)
1/2 folha de Nori (alga)
60g de filé de salmão cortado em tira
Wasabi
Gergelim torrado

Modo de Preparo:
Coloque a meia folha de Nori sobre o sudarê (esteira) e cubra toda a superfície com o shari (arroz pra sushi temperado)
Espalhe sobre o arroz o gergelim torrado e vire a alga para o outro lado.
No centro acomode as tiras de salmão e com a ajuda do sudarê enrole formando um cilindro. Corte em 08 unidades

Sashimi
Com uma faca bem afiada, apropriada para sushi, corte o filé do peixe de sua preferência, entre 5 e 7 cm de largura(Salmão, Atum)corte em fatias de no máximo 1cm.
A cada corte, limpe a faca e passe um pouco de água para cortar o peixe mais fácil.
Corte pepinos, cenoura ralada e salsa crespa para enfeitar o prato.
Sirva separado o shoyu, a wasabi e o gengibre.

Tempo de preparo: 20min
Tempo de cozimento: 10 min

DICA RÁPIDA
CAMARÃO COM SOUR CREAM E CHIMICHURRI DE COENTRO

Sour cream de nata
Ingredientes:
200g de Nata
Suco de 1/2 limão siciliano

Modo de preparo:
Coloque os ingredientes em um bowl e misture bem até incorporar. Reserve

Chimichurri de coentro
1 coentro (so folhas)
1 cebolinha
2 colheres de orégano
4 dentes de alho ralados
1 pimenta dedo de moça
Azeite e pimenta do reino a gosto
Pimenta calabresa a gosto

Modo de preparo:
Hidrate o orégano com um pouco de água, por uns 5 a 8 minutos.
Pique o coentro, a cebolinha, a pimenta dedo de moça e misture com o orégano.
Coloque a pimenta calabresa, o azeite, sal e pimenta do reino a gosto e misture bem. Reserve.

Camarão
300g de filé de camarão
Manteiga de garrafa a gosto
Sal, Pimenta do reino a gosto.
Modo de preparo:
Em uma frigideira bem quente coloque a manteiga de garrafa e coloque os camarões. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto e sele os camarões dos dois lados.

Montagem:
Em um prato raso faça uma cama com o sour cream, deixando o meio mais fundo.
Coloque os camarões no meio e coloque o chimichurri sobre os camarões.
Sirva em seguida com torradas, fatias de pão ou chips de macaxeira/batata doce.

Tempo de preparo: 5min
Tempo de cozimento: 20min

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Só 12% das 6.200 obras de educação do governo Lula já foram entregues

Obra de creche no município de Porto Rico (MA) que faz parte do Pacto de Retomada, mas está paralisada. – Foto: Reprodução/Simec

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu apenas 12% das 6.227 obras de educação previstas até o início de março. O balanço inclui novas construções e retomada de obras paralisadas.

O Brasil registrou 826.371 crianças na fila de espera por uma vaga em creche em 2025. Ao menos 52% dos municípios brasileiros reconhecem que não conseguem atender toda a demanda para essa etapa do ensino, como mostrou a Folha a partir de levantamento do Gaepe-Brasil (Gabinete de Articulação para a Efetividade da Educação) e MEC (Ministério da Educação).

Os dados constam em painéis oficiais do governo e indicam baixo ritmo de execução financeira, principalmente nas obras iniciadas do zero dentro do Novo PAC.

Novas escolas do Novo PAC

  • 2.443 propostas de novas escolas

  • 1 obra concluída (creche em Assaré-CE)

  • 1.069 obras em execução

  • 572 em licitação

  • 775 apenas cadastradas

  • 24 canceladas

Execução financeira

  • R$ 15 bilhões previstos para obras educacionais

  • R$ 1,2 bilhão pagos até agora

  • 8% do total executado

A maioria dos projetos envolve educação infantil (69%), como creches e pré-escolas, e escolas de tempo integral (28%). Os estados com mais projetos cadastrados são: Bahia,Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Maranhão.

Déficit de vagas em creches

O país ainda enfrenta forte demanda por educação infantil:

  • 826.371 crianças estavam na fila por vaga em creche em 2025

  • 52% dos municípios dizem não conseguir atender toda a demanda

Segundo dados do Ministério da Educação, 41,8% das crianças de até 3 anos estão em creches no Brasil.

Retomada de obras paradas

Uma das principais iniciativas do governo foi o Pacto de Retomada de Obras, coordenado pelo FNDE.

Situação das obras repactuadas:

  • 3.783 obras com pedido de retomada

  • 721 concluídas

  • 1.045 em execução

  • 575 em licitação

  • 486 paralisadas

  • 718 canceladas

Recursos para retomada

  • R$ 4,2 bilhões previstos

  • R$ 1,23 bilhão executado até agora

Segundo o FNDE, desde 2023 foram 2.447 obras concluídas e 2.904 estão em andamento, incluindo construções que já estavam em execução antes da atual gestão.

O modelo das obras prevê financiamento federal, mas licitação e execução feitas por estados e prefeituras, o que também influencia o ritmo de andamento dos projetos.

Com informações de Folha de S. Paulo

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Ministro do Trabalho e Emprego diz que empresas não terão compensação financeira com fim da escala 6×1

Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o governo federal não pretende conceder compensação financeira às empresas caso haja redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.

“Não vejo, no caso da jornada de trabalho, que caiba qualquer tipo de compensação financeira”, disse. A declaração foi feita nesta sexta-feira (13), durante reunião com representantes do setor de serviços na sede do Sescon (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis). Empresários pediram algum tipo de desoneração para amenizar os custos da mudança.

O Congresso discute uma PEC da redução da jornada de trabalho no Brasil que prevê diminuir a carga semanal de 44 para 36 horas. O governo, porém, defende uma redução inicial para 40 horas semanais, deixando a possibilidade de 36 horas para o futuro.

Segundo Marinho, não há viabilidade para a mudança direta para 36 horas em 2026. A proposta do governo prevê duas folgas semanais, com definição dos dias por negociação coletiva.

Custos e impactos

Estudos apresentados por entidades empresariais apontam aumento de custos e possíveis impactos na economia. Levantamento do FGV Ibre indica que reduzir a jornada para 36 horas sem corte salarial poderia elevar o custo do trabalho e resultar na perda de cerca de 638 mil empregos formais, além de impacto negativo de 0,7% no PIB.

O ministro, porém, argumenta que a redução da jornada pode gerar ganhos de produtividade, melhorar o ambiente de trabalho e reduzir afastamentos por doença ou acidentes.

Marinho também disse não ver problema em votar a proposta em ano eleitoral. Segundo ele, a pauta está sendo conduzida pelo Congresso e atende a uma demanda de trabalhadores por jornadas menores.

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PF aponta três viagens nas mesmas datas de Lulinha e Careca do INSS à Europa

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Relatórios da Polícia Federal indicam que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “Careca do INSS”, realizaram viagens à Europa em períodos coincidentes pelo menos três vezes em 2024.

Os deslocamentos tiveram como destinos as cidades de Madri, na Espanha, e Lisboa, em Portugal, e ocorreram durante o período investigado no escândalo de fraudes envolvendo descontos indevidos em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo os documentos analisados pelos investigadores, as viagens apresentaram coincidência de datas, rotas e permanência nos mesmos destinos.

Em alguns casos, os dois também teriam embarcado em voos semelhantes ou no mesmo período, inclusive em classe executiva ou primeira classe, o que reforçou o interesse da polícia em mapear a relação entre ambos.

Os registros apontam três episódios principais.

O primeiro ocorreu em junho de 2024, quando os dois estiveram em Lisboa no mesmo período.

Em alguns casos, os dois também teriam embarcado em voos semelhantes ou no mesmo período, inclusive em classe executiva ou primeira classe, o que reforçou o interesse da polícia em mapear a relação entre ambos.

Os registros apontam três episódios principais.

O primeiro ocorreu em junho de 2024, quando os dois estiveram em Lisboa no mesmo período.

Documentos citados pela PF indicam ainda que uma agência de turismo que recebeu mais de R$640 mil de uma empresa ligada à empresária aparece vinculada a dados de viagens internacionais relacionadas ao empresário.

Depoimentos colhidos no inquérito também mencionam a possibilidade de que as despesas de algumas viagens tenham sido pagas pelo lobista.

Um ex-funcionário de Antunes afirmou aos investigadores que o chamado “Careca do INSS” teria custeado deslocamentos de pessoas próximas ao empresário em determinados episódios.

Antonio Carlos Camilo Antunes é apontado pelas autoridades como um dos principais operadores de um esquema investigado pela Polícia Federal que apura fraudes bilionárias contra aposentados do INSS, envolvendo descontos associativos não autorizados em benefícios previdenciários.

A apuração integra a chamada Operação Sem Desconto, que investiga suspeitas de desvios e lavagem de dinheiro ligados ao sistema previdenciário.

Até o momento, as investigações da PF buscam esclarecer o contexto das viagens e possíveis vínculos entre os envolvidos.

Não há conclusão formal do inquérito sobre participação direta de Lulinha no esquema investigado.

Diário do Poder

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Manutenção de rodovias estaduais pode parar por falta de pagamentos; empresas estão há quatro meses sem receber

Ponte na RN-408 – Foto: Edgley Varela

Empresas responsáveis pela manutenção da malha viária estadual do Rio Grande do Norte afirmam estar há quatro meses sem receber pagamentos do governo do Estado e alertam para a possibilidade de paralisação dos serviços a partir desta semana.

Segundo as prestadoras, a última medição quitada ocorreu em outubro de 2025. Caso a situação não seja regularizada, poderão ser suspensos serviços essenciais em grande parte dos 3.460 quilômetros de rodovias estaduais administradas pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-RN). A rede é dividida em sete distritos regionais: Mossoró, Caicó, João Câmara, Nova Cruz, Natal, Pau dos Ferros e Santana do Matos.

Entre os serviços ameaçados estão tapa-buracos, roço, sinalização, limpeza de bueiros e manutenção de pontes. As empresas alegam que não conseguem manter as atividades sem pagamento, já que os insumos são adquiridos à vista junto aos fornecedores.

Os prestadores também criticam a falta de solução por parte da Secretaria Estadual da Fazenda e do DER-RN. Procurada, a diretora-geral do órgão, Natécia Nunes, informou por meio da assessoria de comunicação que os pagamentos referentes à segunda etapa do Programa de Recuperação de Rodovias estão em dia e que os serviços continuam sendo executados.

O presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), José Augusto Rego, destacou a importância da manutenção contínua das estradas para evitar prejuízos ao tráfego e ao escoamento da produção. Ele afirmou que alguns trechos já necessitam de reparos, especialmente serviços de tapa-buraco.

A situação das rodovias também tem motivado cobranças de deputados estaduais na Assembleia Legislativa. Parlamentares têm apresentado requerimentos solicitando recuperação de diversos trechos, citando problemas de buracos, riscos estruturais em pontes e dificuldades para o transporte de cargas.

Entre os pedidos estão a recuperação da RN-120, entre Boa Saúde e Santo Antônio; da RN-041, que liga a BR-304 a Santana do Matos; e da ponte da RN-408, entre Alto do Rodrigues e Carnaubais. Deputados apontam que as más condições das estradas aumentam o risco de acidentes, elevam custos de transporte e prejudicam a economia local.

Até parlamentares da base governista também cobram intervenções, como a deputada Divaneide Basílio (PT), que solicitou serviços de tapa-buraco e recapeamento na RN-120, entre São Paulo do Potengi e Senador Elói de Souza, trecho que, segundo ela, está há muito tempo sem manutenção.

Com informações de Tribuna do Norte

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Fórmula 1 cancela corridas de abril no Bahrein e na Arábia Saudita devido à guerra no Oriente Médio

Foto: Hollie Adams/Reuters

Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita na Fórmula 1 não serão realizados em abril devido ao conflito no Oriente Médio, anunciou a categoria neste sábado (14).

O anúncio já era amplamente esperado. O comunicado divulgado pela categoria — de propriedade da Liberty Media — e pela entidade reguladora Federação Internacional de Automobilismo (FIA), além dos promotores locais, informou que as corridas não serão substituídas no calendário do próximo mês.

Fontes da agência Reuters disseram que também é improvável que as provas sejam remarcadas para mais tarde neste ano, devido a questões logísticas e climáticas, embora o comunicado não tenha descartado explicitamente essa possibilidade. Com isso, o calendário deve ser reduzido de 24 para 22 corridas.

“Embora tenha sido uma decisão difícil de tomar, infelizmente é a correta neste momento, considerando a situação atual no Oriente Médio”, disse o diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali.

O circuito desértico de Circuito de Sakhir, no Bahrein, deveria receber a quarta etapa da temporada em 12 de abril, enquanto o circuito de rua Jeddah Corniche Circuit, na Arábia Saudita, sediaria a corrida no fim de semana seguinte.

g1

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Defesa prepara novo pedido de domiciliar após internação de Bolsonaro

Foto: Reuters/Adriano Machado

A nova internação do ex-presidente Jair Bolsonaro reacendeu a discussão sobre a possibilidade de prisão domiciliar. Após visita ao pai no hospital, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a defesa deve apresentar um novo pedido à Justiça com base no agravamento do quadro de saúde.

Bolsonaro está internado na UTI do Hospital DF Star com diagnóstico de broncopneumonia. Segundo Flávio, a situação reforça a necessidade de acompanhamento permanente do ex-presidente por familiares ou profissionais de saúde, algo que, segundo ele, seria mais viável em casa.

A defesa pretende utilizar o episódio como “fato novo” para tentar reverter decisão anterior do ministro Alexandre de Moraes, que havia negado a concessão de prisão domiciliar humanitária. O pedido deve ser protocolado após a conclusão de um novo laudo médico.

De acordo com o senador, os medicamentos utilizados no tratamento podem provocar efeitos colaterais que exigem assistência imediata. A preocupação da família é que Bolsonaro possa sofrer algum mal-estar ou acidente sem que haja alguém por perto para socorrê-lo rapidamente.

Boletim médico divulgado neste sábado aponta que o ex-presidente permanece clinicamente estável, mas apresentou piora na função renal e aumento de marcadores inflamatórios. Atualmente, Bolsonaro cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, sem previsão de alta hospitalar.

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Economia

CONTAS PIORAM E PRESSÃO CRESCE: Gestão Haddad deixa marcas nas finanças do governo Lula

Foto: Ricardo Stuckert

A passagem de Fernando Haddad pelo comando do Ministério da Fazenda termina sob críticas após indicadores fiscais apontarem deterioração das contas públicas durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Dados recentes mostram piora em diferentes métricas usadas para medir a saúde fiscal do país. Entre elas estão o déficit estrutural, a dívida líquida, a dívida bruta, o chamado “colchão da dívida” — reserva para pagamento de compromissos — e também o volume de restos a pagar acumulados no orçamento federal.

A dívida líquida chegou a 65% do PIB em janeiro de 2026, o maior nível da série histórica iniciada em 2006. Já a dívida bruta atingiu 78,7% do PIB, crescimento expressivo em comparação com o fim do governo de Jair Bolsonaro, quando o indicador estava em 71,7%.

Outro ponto de atenção é a redução do chamado colchão da dívida, indicador que mede a capacidade do governo de honrar compromissos no curto prazo. A reserva disponível para pagamento caiu o equivalente a um mês e meio desde o início da atual gestão econômica.

Apesar das críticas, o Ministério da Fazenda afirma que utiliza metodologia diferente da Instituição Fiscal Independente para calcular parte dos indicadores e sustenta que a trajetória fiscal ainda aponta para estabilização da dívida no longo prazo.

Com informações do Poder360

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Geral

Crise diplomática esquenta e Brasil entra na mira de novas tarifas de Trump

Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O Brasil voltou ao radar comercial do governo dos Estados Unidos após novas movimentações do presidente Donald Trump. O país está entre os 59 investigados pela Representação Comercial dos Estados Unidos por possíveis práticas desleais no comércio internacional.

A tensão aumentou depois que o Ministério das Relações Exteriores decidiu revogar o visto do diplomata Darren Beattie. Ele pretendia vir ao Brasil para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro e se reunir com lideranças da direita.

A investigação aberta pelos EUA se baseia no chamado Artigo 301 da Lei de Comércio de 1974 e mira suspeitas de uso de trabalho forçado ou análogo à escravidão em cadeias produtivas internacionais. O mecanismo já foi utilizado por Washington em outras disputas comerciais e pode resultar na imposição de novas tarifas.

Especialistas avaliam que a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da Casa Branca para reorganizar o comércio global. Segundo analistas, mesmo antes de qualquer sanção efetiva, a abertura do processo já aumenta a incerteza para exportadores e empresas que dependem do mercado norte-americano.

Na prática, o procedimento também pode ampliar o desgaste diplomático entre Brasil e Estados Unidos, já que o governo brasileiro terá de responder às acusações enquanto tenta evitar novas barreiras comerciais impostas por Washington.

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Política

Aliados de Lula questionam comunicação do governo e pressionam por ataques a Flávio Bolsonaro

Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil e Evaristo Sá/AFP

O empate nas pesquisas entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro provocou tensão entre aliados do governo, que passaram a questionar a estratégia de comunicação adotada pelo Palácio do Planalto.

Ministros, parlamentares e integrantes do PT avaliam que a aposta em divulgar apenas ações positivas do governo não tem sido suficiente para conter o avanço do adversário nas projeções eleitorais. Parte desse grupo defende que o presidente passe a adotar uma postura mais ofensiva contra o possível rival na disputa de 2026.

Entre os argumentos apresentados está a avaliação de que Flávio teria vulnerabilidades políticas que poderiam ser exploradas no debate público, como investigações relacionadas ao caso das “rachadinhas” e outros episódios que marcaram sua trajetória política.

Outro setor do governo, no entanto, defende cautela. A ala mais moderada considera arriscado iniciar ataques neste momento, já que ainda existe a possibilidade de mudança no nome da candidatura da direita, cenário que poderia alterar completamente o quadro eleitoral.

Enquanto o debate interno continua, o governo pretende intensificar agendas públicas e programas sociais para tentar melhorar a imagem da gestão. A ideia é aumentar a exposição de Lula em entregas e eventos, numa tentativa de recuperar terreno antes do início efetivo da campanha eleitoral.

Com informações do jornal O Globo

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