Finanças

Governo quer concluir transferência do Coaf para o Banco Central nesta semana

O governo quer encerrar nesta semana a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Banco Central (BC) , o que resultará na saída imediata do atual presidente do órgão,Roberto Leonel . Ele foi indicado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro , e, nas últimas semanas, tornou-se alvo da insatisfação do presidente Jair Bolsonaro .

A medida provisória (MP) que promove essa mudança foi assinada na última sexta-feira pelo ministro da Economia, Paulo Guedes , e enviada à Secretaria-Geral da Presidência. O texto está sob análise técnica e a expectativa dentro do ministério da Economia é que ela seja publicada a partir de amanhã.

O Coaf atua na prevenção e combate à lavagem de dinheiro. O órgão identifica suspeitas de atividades ilícitas e comunica às autoridades competentes. Padrinho de Leonel, Moro conseguiu, no início do governo, colocar o Coaf, antes vinculado ao antigo Ministério da Fazenda, sob sua alçada, com o objetivo de fortalecer o combate à corrupção. No final do primeiro semestre, porém, o Congresso aprovou o retorno do órgão para o Ministério da Economia.

Com a edição da MP, caberá ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto , definir o novo presidente e os membros da diretoria do Coaf, que passará a ser chamado de Unidade de Inteligência Estratégica . O regimento interno do Banco Central impede a presença de funcionários de outros órgãos públicos em suas atividades, salvo na diretoria colegiada. Ao estar formalmente vinculado ao BC, toda a direção do “novo Coaf” terá de ser escolhida entre os quadros da autoridade monetária.

O nome mais cotado para assumir a presidência da Unidade de Inteligência Estratégica é o do economista e servidor do BC, Ricardo Liáo, atual diretor de Supervisão do Coaf. Com larga experiência na área de combate à lavagem de dinheiro, Liáo foi representante do BC no conselho entre 1998 e 2013 e depois também ocupou a secretaria-executiva do órgão. Por ser o único servidor de carreira do BC na direção do Coaf — os demais, inclusive Roberto Leonel, são da Receita Federal — a escolha de Liáo representaria, segundo fontes do Mi

‘Solução institucional’

Dessa forma, Paulo Guedes concluirá o que chamou de “solução institucional” para o órgão. Formalmente, Leonel sairá da presidência do Coaf por uma contingência técnica, e não por pressão política. Funcionário de carreira da Receita Federal, ele retorna ao órgão de origem.

Guedes estava sendo pressionado a demitir Leonel desde o início do mês, devido a críticas públicas feitas por ele à liminar concedida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), suspendendo o uso, em investigações, de dados fornecidos por órgãos de controle, como o Coaf e a Receita Federal, sem autorização judicial prévia.

Em dezembro passado, um relatório do Coaf apontou movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O Ministério Público do estado investiga suposto desvio de dinheiro público por Flávio em seu antigo gabinete na Alerj por meio da prática de “rachadinha” — apropriação de parte do salário de assessores.

O governo alega que o objetivo da transferência do Coaf para o BC é evitar pressões políticas em torno de suas decisões. Críticos afirmam, no entanto, que a mudança é uma maneira de limitar a atuação do órgão, restringindo-a a questões técnicas.

O GLOBO

 

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Política

Bolsonaro estadista? ‘Nunca serei isso, talkei?’

Após 28 anos de mandato parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro sempre rejeita qualquer tentativa de auxiliares, inclusive militares, de convencê-lo a evitar declarações polêmicas, que frequentemente geram novas crises. Quando ouviu um auxiliar muito próximo sugerir “comportamento de estadista”, Bolsonaro deu uma gargalhada e, com seu jeito gozador, deixou tudo bem claro: “Nunca serei isso, ‘talkei’?”

Nesta sexta (16), Bolsonaro voltou a marcar distância do modelito que muitos imaginam nele: “Eu não sou politicamente correto e ponto final!”

A espontaneidade, melhor atributo de Bolsonaro, está sendo usada contra ele, avaliam marqueteiros, após cada declaração à imprensa.

Bolsonaro não dá ouvidos a assessores de imprensa. Não os respeita, como desdenha de marqueteiros. Confia mais no próprio taco.

CLÁUDIO HUMBERTO

Opinião dos leitores

  1. Ah juízo de sobra ele tem mesmo, principalmente para usar a seu favor e a favor dos seus filhos. Beneficiar os seus e perseguir desafetos, mostra o quanto ele "tem juízo", só não têm vergonha na cara. Já coragem é outra coisa, não vi isso ainda quando é para enfrentar os assuntos relevantes do país, dos quais ele mostra total desconhecimento. Parece piada dizer que ele faz alguma coisa pelo povo, só vejo fazer alguma coisa por ele mesmo e pelo seu clã. Suas ações falam por si e dizem a todo instante quem é ele, a máscara caiu faz tempo. Maluco, doidão é quem votou nele. Justiça seria livrar o Brasil desse enorme erro.

    1. Antes um maluco de pedra, com juízo de sobra, que qualquer corrupto
      Antes um louco com coragem de combater os bandidos que qualquer inteligente corrupto
      Antes um maluco por justiça que qualquer corrupto que se aproprie do estado brasileiro
      Antes um doidão que faça pelo povo que qualquer corrupto que iluda o povo

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Política

Lula vê estrategia de Bolsonaro certa atacando os adversários

O ex-presidente Lula jamais dirá isso publicamente, mas advogados que o visitaram esta semana relataram seus elogios à estratégia do presidente Jair Bolsonaro de atacar diariamente os opositores e a imprensa. “Ele está falando para o público dele, seu eleitor”, disse o presidiário, “e não tenta agradar quem já não gosta dele”. Lula acha que, agindo assim, Bolsonaro manterá sua tropa de 35% do eleitorado.

Para o petista condenado por corrupção, ao contrário de Bolsonaro, o PT ignorou as bases e mudou o discurso quando chegou ao governo.

Assessores de Bolsonaro desconfiam do elogio de Lula. “Ele quer ver o circo pegar fogo”, disse um ministro com gabinete no Planalto.

CLAUDIO HUMBERTO

Opinião dos leitores

  1. VIXI, SE O LADRÃO MOR DA NAÇÃO ESTÁ CONCORDANDO COM O PRESIDENTE, DEVE TER ALGUM "ARRUMADO" POR AI. AGUARDANDO CENAS DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.

  2. Esse ladrao condenado NÃO APITA EM NADA …só para os IDIOTAS PTRALHAS, esses PTralhas se Lula disser que irá cagar ele correm para abrir a boca

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Política

Placar no Senado aponta forte resistência à indicação de Eduardo Bolsonaro à embaixada nos EUA

Levantamento feito pelo Estado explica a cautela com que o presidente Jair Bolsonaro tem tratado a indicação do filho Eduardo para a embaixada do Brasil em Washington. Hoje, ele não teria o mínimo de 41 votos no plenário do Senado para ser aprovado para o comando da representação diplomática mais importante do País no exterior.

Dos 81 senadores, 30 responderam que pretendem votar contra o nome do “filho 03” do presidente, ante 15 que disseram ser a favor. Outros 35 não quiseram responder (28) ou se colocaram como indecisos (7). Sem votos certos, Bolsonaro afirmou na semana passada que só irá oficializar a escolha quando Eduardo “sentir” que tem o apoio majoritário dos senadores.

Pelas regras em vigor, primeiro Eduardo terá de ser sabatinado na Comissão de Relações Exteriores da Casa. Depois, seu nome precisa passar por uma votação secreta no colegiado, seguida de outra votação, também secreta, no plenário do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP) – que tem trabalhado pela aprovação do deputado – não vota.

Maior bancada do Senado, com 13 parlamentares, o MDB engrossa a rejeição à indicação de Eduardo. Seis senadores disseram ser contrários à iniciativa do presidente. Entre os críticos da medida, estão caciques do partido como Renan Calheiros (AL) e Jarbas Vasconcelos (PE). “Sou contra o nepotismo. Sempre fui contra esse tipo de prática na minha vida inteira. Não vou mudar agora”, disse Vasconcelos. A rejeição dos emedebistas é igual, em número de votos, à do PT. Toda a bancada petista diz que vai votar contra a indicação.

Para tentar quebrar resistências, Eduardo – que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara – iniciou um périplo pelos gabinetes atrás de apoio dos senadores. O deputado afirmou estar “esperançoso”, enquanto Bolsonaro tem dado declarações frequentes em defesa do filho. “Pretendo beneficiar filho meu, sim. Se eu puder dar um filé mignon ‘pro’ meu filho, eu dou”, disse ele, no mês passado, em transmissão em rede social.

A sugestão para o périplo partiu do próprio presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS). “Falei para ele (Eduardo) ir a todos os gabinetes, até os da oposição, e ele falou que iria.” Mesmo na comissão, o placar ainda está apertado. Dos 18 integrantes, seis já declararam que votarão contra a indicação e somente três a favor.

Apontado como possível relator da matéria no colegiado, o senador Chico Rodrigues(DEM-RR) afirmou ser favorável à indicação de Eduardo. “O próprio presidente (Donald) Trump o chamou de brilhante”, disse. No começo deste mês, os Estados Unidos formalizaram o aval para a indicação de Eduardo como embaixador em Washington. “Mesmo com uma certa resistência, vejo o clima como favorável para a aprovação (do nome de Eduardo).”

Parecer

Os parlamentares de oposição ganharam um trunfo para barrar a indicação. A consultoria legislativa do Senado elaborou um parecer afirmando que a escolha do deputado, se formalizada pelo pai, configuraria nepotismo – favorecimento indevido de parentes por um agente público. Com base no documento, solicitado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), senadores articulam a apresentação de um parecer alternativo ao que deve ser apresentado por Chico Rodrigues.

Em outra frente, o líder da minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), fala em recorrer à Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. “O (Jair) Bolsonaro não pode administrar o País como o quintal da casa dele”, afirmou o senador.

Último embaixador do Brasil em Washington, Sergio Amaral afirmou que, em função da negociação de novas alianças entre os países, o novo embaixador terá papel importante. “Haverá uma agenda muito grande de trabalho”, disse ele, que não quis comentar a indicação de Eduardo.

Ex-embaixador nos EUA entre 1999 e 2004, Rubens Barbosa defendeu priorizar interesses acima de partidos e ideologias. “O que conta é ter acesso e influência”, escreveu em artigo no Estado.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Se isso passar será mais uma vergonha para o País. Um caso escancarado de nepotismo/filhotismo.

  2. Resistência só enquanto a grana e liberada,também acho Bolsonaro está na linha certa,vive falando lorota e na hora que precisa do congresso libera grana e desmoralizando de véz com o resto da classe política.

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Educação

Ministério da Educação quer definir verba de universidade por desempenho

Ministério da Educação (MEC) estuda mudar a forma de distribuir os recursos para as 63 universidades federais. A ideia é dar mais dinheiro para quem tiver melhor desempenho em indicadores como governança, inovação e empregabilidade, entre outros.

Hoje o modelo de distribuição do orçamento é centrado no tamanho das universidades. Com isso, instituições maiores e com mais alunos, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recebem fatia maior do orçamento, embora tenham desempenho pior que outras em indicadores como governança, por exemplo.

“Queremos tratar os diferentes de forma diferente”, afirmou ao Estado o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima Junior. “Vamos começar a olhar desempenho, não só o tamanho das universidades. Hoje, a matriz do orçamento (para verbas discricionárias) é 90% tamanho e 10% qualidade”, acrescenta.

O governo pretende discutir a nova metodologia com os reitores das universidades. Segundo o secretário, as mudanças nos parâmetros não dependem de alteração na lei, mas somente de ajustes nas regras atuais.

“Não queremos fazer nenhuma ruptura, mas sim uma transição que aponte numa direção. Uma discussão de daqui cinco, dez anos, como queremos esses parâmetros lá na frente. Qual será a matriz orçamentária que balizará daqui dez anos? Até para as universidades maiores também terem incentivos para captar recursos”, afirmou.

Indicadores

O novo desenho de distribuição das verbas pode começar a ser implementado a partir de 2020, mas já neste ano os técnicos estudam usar um dos indicadores – o ranking de governança do Tribunal de Contas da União (TCU) – na hora de determinar quem terá prioridade no desbloqueio de recursos.

Dos R$ 6,9 bilhões de despesas discricionárias das universidades (aquelas que bancam despesas operacionais como conta de luz e serviços de limpeza), R$ 3,2 bilhões estão bloqueados. O governo tem buscado novas fontes de receita para conseguir aliviar ao menos parte do aperto orçamentário a que os órgãos estão submetidos.

Na última edição do ranking do TCU, de 2018, as universidades de Lavras (UFLA) e de Mato Grosso do Sul (UFMS) figuraram no topo da lista e, pela regra, poderiam ser mais beneficiadas na liberação de recursos. O indicador mede aspectos como governança, estratégia, gestão e transparência. Entre as piores estão a UFRJ e a Federal de Roraima (UFRR).

Procuradas, UFRJ, UFRR e UFMS não responderam até a conclusão da reportagem. A UFLA informou que não comentaria medida não implementada. “Acreditamos que o MEC, em algum momento, irá formalizar essa questão de maneira pública. Somente assim teremos elementos concretos para nos manifestarmos”, diz a universidade de Lavras.

Empregabilidade

A ideia do ministério é, no futuro, ampliar o rol de dados utilizados para medir o desempenho das universidades e que poderão ser usados para distribuir os recursos. Um destes indicadores deve ser empregabilidade dos egressos. O plano é comparar as informações do Enade, exame que mede o desempenho dos estudantes de ensino superior, com a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que traz detalhes sobre os empregos formais no País. Com isso, seria possível saber se as universidades estão conseguindo formar alunos mais aptos a ingressar no mercado de trabalho em suas áreas de atuação – e premiá-las por isso.

Outra ideia é analisar a evolução de criação de patentes, indicador que reflete o grau de inovação dentro das instituições de ensino.

Future-se. O secretário afirma que não se trata de represália a universidades que criticaram o “Future-se”, programa lançado recentemente pelo governo Jair Bolsonaro para as instituições públicas de ensino superior. O programa foi lançado pelo MEC para promover maior autonomia financeira nas universidades e institutos federais por meio de incentivo à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, trava desde o início da sua gestão uma queda de braço com os reitores. “Não tem nada a ver com isso. A questão é equidade. Temos gasto de R$ 75 mil reais por aluno na Unifesp e na UFRJ contra R$ 30 mil em universidades do Norte e Nordeste. Não é uma questão de ir contra a UFRJ, mas de ir a favor daquelas que precisam mais”, afirma Lima Junior.

Na semana passada, o MEC resolveu prorrogar por mais duas semanas o prazo para a consulta pública do “Future-se”. De acordo com o ministério, foram registrados mais de 49 mil cadastros de interessados em participar da consulta.

O secretário defendeu o diálogo e a apresentação das sugestões pelas universidades. “A educação vive ainda um momento muito dogmático e isso é expresso em instituições de ensino que estão se manifestando contra o Future-se. Agora é consulta pública”, diz.

“Não é para ser a favor ou contra”, avalia ele sobre as resistências ao programa, que partem sobretudo de grandes universidades como a UFRJ, aprovou nota rejeitando, por unanimidade, o Future-se na forma como foi apresentado.

Cálculo inclui notas e número de alunos

A distribuição de verbas entre universidades federais é feita com base em um cálculo que inclui indicadores como o número de estudantes e a qualidade acadêmica. Esse cálculo resulta na Matriz de Orçamento de Custeio e Capital (Matriz OCC), que determina o valor repassado a cada universidade.

Nesse cálculo, a quantidade de alunos matriculados é o fator que tem mais peso. O Ministério da Educação leva em conta informações como número de matrículas, estudantes formados, evasão escolar e o tipo de curso para calcular o número de “alunos equivalentes” de uma universidade.

O ministério considera que cursos com maior número de laboratórios e uso de equipamentos caros devem receber mais recursos, e inclui essa diferença ao contabilizar os “alunos equivalentes” de cada instituição. Esse índice corresponde a 90% do valor da Matriz OCC de uma universidade.

O outro indicador é a Eficiência e Qualidade Acadêmico-Científico (EQAC), que tem peso de 10% na matriz. Nesse cálculo, são utilizadas as notas dos cursos de graduação no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e os conceitos dos cursos de pós-graduação, avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Economia

Candidato de esquerda que lidera na Argentina manda recado para Bolsonaro “Ele não tem que se preocupar e o Brasil é nosso principal parceiro econômico e vai seguir sendo”

“Dujovne deixou o país numa grande crise”, disse o candidato oposicionista e vencedor das primárias do último domingo (11), Alberto Fernández, sobre a saída do até sábado ministro daeconomia.

Substituído por Hernán Lacunza, também até ontem ministro de Economia da Província de Buenos Aires, Nicolás Dujovne era um alvo constante de críticas da oposição, principalmente pelo fato de ter articulado a linha de crédito com o FMI (Fundo Monetário Internacional), de US$ 57 bilhões.

“Ele pediu uma dívida em dólares, muito alta, que a Argentina não vai ter como pagar no prazo. Vai ter de ser renegociada”, afirmou Fernández.

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desacordo de Dujovne com Macri acentuou-se na última semana, quando o então ministro mostrou-se em desacordo com as medidas que o presidente estava tomando para aliviar a inflação e tentar reverter o resultado das primárias (47% para Fernández e 32% para Macri). Para Dujovne, essas medidas podem fazer com que o FMI alegue um descumprimento do acordo com a Argentina, que exigia medidas de ajuste fiscal e cortes no orçamento.

Em entrevista ao jornal La Nación, Fernández também disse que buscaria estabilizar a relação da Argentina com o Brasil, caso fosse eleito, após receber duras críticas de Jair Bolsonaro.

“Eles (o governo brasileiro) não têm de se preocupar, porque não penso em fechar a economia”, afirmou. E acrescentou: “Para mim, o Mercosul é uma questão central, e o Brasil é nosso principal parceiro econômico e vai seguir sendo. Se Bolsonaro pensa que vou fechar a economia e que, por isso, o Brasil terá de ir embora do Mercosul, que fique tranquilo. Não penso fazer isso. É uma discussão tonta”.

O primeiro turno das eleições argentinas será em 27 de outubro.

De manhã, o presidente Bolsonaro  escreveu em sua conta no Twitter que a população argentina está sacando seu dinheiro dos bancos , por medo da volta de um governo de esquerda.

“Com o possível retorno da turma do Foro de São Paulo na Argentina, agora o povo saca, em massa, seu dinheiro dos bancos. É a Argentina, pelo populismo, cada vez mais próxima da Venezuela”, escreveu Bolsonaro.

 FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Pronto chegou o novo mandante do Brasil na América do Sul.
    Será que Bolsonaro vai continuar aceitando as ordens dos países que dependem economicamente do Brasil, como foi prática de 2003 até 2016?
    Será que o BNDES vai mandar rios de recursos públicos a mando do palácio do planalto como aconteceu no governo de Cristina?
    A Venezuela faliu e não vai ter como dar dinheiro a Argentina e se Bolsonaro não aceitar essa ordem de Fernándes, tirando as mamatas que existiam para dar nossos recursos públicos a Argentina, como ficará a economia daquele país?
    Já sei, se o dinheiro brasileiro não for dado a Argentina e a crise por lá aumentar, a culpa será de Bolsonaro, o opressor, acertei?

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Política

Site do PSDB é hackeado e mostra foto de Lula e Dilma

O site do PSDB nacional foi hackeado na noite deste domingo (18) por autor desconhecido. Durante quase uma hora, ao acessar a página do partido, o usuário era redirecionado para uma foto dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff (ambos do PT).

Na imagem colocada no site, eles aparecem abraçados, acenando para a câmera, acima da mensagem: “u tempo passa, os dias ficam mais chatos e algumas pessoa + ignorante”.

Site do PSDB é hackeado e mostra foto de Lula e Dilma

A assessoria do partido confirmou a invasão e disse que sua equipe de tecnologia de informação estava trabalhando para resolver o problema.

A legenda ainda não identificou, porém, qual foi a falha de segurança que permitiu o hackeamento. Enquanto a questão não era resolvida, a imagem foi compartilhada por dezenas de pessoas nas redes sociais.

Em sua conta no Twitter, o PSDB atribuiu o ataque a “militante de extrema esquerda desocupado”, sem apontar nomes. Segundo o texto da legenda, o responsável pela adulteração está “atrapalhando a vida das pessoas que trabalham”.

A sigla afirmou ainda que “o hacker colocou uma foto de Dilma e Lula, os responsáveis pelos 13 milhões de desempregados no país“.

Esta não é a primeira vez que o PSDB tem um endereço eletrônico invadido. No ano passado, um hacker adicionou uma mensagem de protesto contra o então presidente Michel Temer (MDB) à página do diretório mineiro do partido.

FOLHAPRESS

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Denúncia

Para auditores, pressão de governo sobre a Receita visa proteger políticos

A interferência do presidente Jair Bolsonaro no dia a dia da Receita Federal e os ataques ao órgão têm o objetivo de limitar a atuação sobre políticos, avaliam associações de auditores fiscais.

Hoje, a Receita não precisa de autorização para procurar por irregularidades nas contas de qualquer brasileiro.

Mas as entidades acreditam que o pano de fundo da crise gerada pelo governo é criar uma barreira às investigações envolvendo quem ocupa cargos políticos e que, no Judiciário, tem foro especial.

Surpreendeu a categoria o fato de que, dessa vez, o movimento parte do centro do governo, na esteira da pressão de Bolsonaro por substituições dentro da Polícia Federal.

Segundo o presidente do Sindifisco (sindicato nacional dos auditores fiscais da Receita), Kleber Cabral, o uso de posições de influência —deputados e empresários— para forçar uma troca de cargo no órgão sempre existiu.

“Mas o ministro [da Economia] ou o próprio presidente têm que segurar a pressão. A pior notícia é que a pressão vem do presidente. A existência de pressão é quase rotina. O que é estranho é a pressão se concretizar de forma escancarada”, afirma.

Além da tentativa de intervenção em cargos da Receita, o governo passou a estudar mudanças na estrutura do órgão, que poderia ser fatiado e ter regras flexibilizadas para que funções de chefia possam ser ocupadas por indicações políticas.

Isso permitiria um aparelhamento do órgão de controle, criticam entidades ligadas a auditores.

No sábado (17), em mensagem a colegas, o delegado da alfândega do Porto de Itaguaí, José Alex Nóbrega de Oliveira, expôs o embate por posições estratégicas na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Ele declarou ter sido surpreendido há cerca de três semanas, quando o superintendente da Receita no Rio de Janeiro, Mario Dehon, o teria informado de que havia uma indicação política para assumir a alfândega do porto.

Segundo a mensagem, Dehon não concordou em substituir Oliveira por um auditor com pouca experiência para o cargo e, agora, está com o cargo ameaçado.

Bolsonaro, que tem reclamado publicamente da atuação da Receita, foi quem fez o pedido para que um auditor do Amazonas ocupasse a vaga de Oliveira.

Procurado, o Planalto ainda não se manifestou.

Desde que assumiu a Presidência, Bolsonaro contesta ações de órgãos de controle para investigar seu núcleo familiar e pessoas próximas: Renato Bolsonaro, irmão do presidente; o senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente; e Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

“Quando ele escolheu vir para a vida pública, fazia parte do pacote que toda sua família estaria sujeita a uma maior fiscalização. Ele diz que é perseguição, mas, na verdade, é consequência de tratados internacionais que o Brasil assinou”, afirmou o presidente da Unafisco (associação nacional dos auditores fiscais da Receita), Mauro Silva.

Uma convenção das Nações Unidas e chancelada pelo Estado brasileiro prevê que, para combater a corrupção, as fiscalizações de quem ocupa cargos políticos precisam estar no rol de ações prioritárias.

São as chamadas pessoas politicamente expostas, como deputados, governadores, ministros e chefes de Estado, além dos familiares deles.

As entidades argumentam que a apuração de indícios de irregularidades de pessoas próximas de políticos é parte das obrigações da Receita e que, em governos anteriores, esse tipo de atuação também foi criticada, como nas investigações envolvendo o Instituto Lula.

Mas, à época, o governo petista não teria reagido de forma tão explícita e autoritária, afirmam os auditores.

Silva disse que, se a interferência nos cargos no Rio de Janeiro for efetivada, poderá haver uma paralisação na Receita —não está descartada uma entrega de cargos em massa.

Desde 2017, a Receita criou um grupo para cuidar especialmente da análise fiscal de cargos políticos.

Diante das investigações da Lava Jato, a ideia era deixar de ter uma postura reativa —só agir após solicitações do Ministério Público, por exemplo— e passar a ter uma posição mais ativa em busca de crimes fiscais.

O resultado desse trabalho, segundo o Sindifisco e a Unafisco, deflagrou uma onda de ataques ao órgão.

“Nossa leitura é que as coisas estão concatenadas. Não se pretende blindar a Receita de pressões políticas, mas sim de algo para impedir que a Receita chegue aos poderosos”, declarou Cabral.

Eventual projeto para mudar a estrutura da Receita precisa passar pelo Congresso. A proposta deve partir do Executivo e tem apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Os políticos que estão no poder estão se comportando como se o Brasil fosse uma extensão do seu quintal, o que é extremamente preocupante a médio e longo prazo.

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Judiciário

‘Não se teme uma Lei de Abuso, mas o abuso na criação da lei’, dizem chefes da procuradoria

O Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) se manifestou contrário à Lei de Abuso e indicou que há inconstitucionalidades no texto e na maneira como o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados nesta quarta, 14. Em nota pública, a associação diz esperar que a lei seja vetada pelo presidente Jair Bolsonaro e afirma: “Não se teme uma ‘Lei de Abuso de Autoridade’, mas o abuso na criação da referida lei”.

Diferentes entidades de juízes, delegados e procuradores tem se posicionado contra aspectos do projeto que define o crime de abuso de autoridade e sua votação na Câmara, em regime de urgência e votação simbólica.

Para o Conselho de Procuradores-Gerais, o PL 7.596/2017, cria obstáculos à ‘legítima atuação do Ministério Público brasileiro no combate à criminalidade organizada e à corrupção’ e fragiliza o sistema sistema de justiça brasileiro, uma vez que acarreta intimidação aos agentes agentes de combate à corrupção.

Segundo o Conselho, no projeto de lei de abuso há tipos penais genéricos e imprecisos, o que violaria o princípio da taxatividade. Segundo tal preceito, os tipos penais devem ser claros e compreensíveis, permitindo que o cidadão entenda plenamente a conduta punível pelo Estado.

A associação avalia que o alcance do projeto de Lei de Abuso é indefinido e assim pode servir de ‘campo fértil para arbitrariedades’. “Em verdade, a incompletude da lei penal, como aprovada, é matéria-prima para abusos interpretativos”, afirmam os procuradores-gerais.

A associação diz ainda que as propostas de crimes descritos no projeto descrevem condutas que são consideradas infrações na legislação.

Com relação ao processo de votação do projeto, o CNPG afirma que o curso da aprovação omitiu ‘debate para amadurecimento das propostas’. O projeto de Lei de Abuso de Autoridade foi aprovado na Casa Legislativa em regime de urgência e em votação simbólica. Para a associação, ‘o atropelo ao devido processo legislativo configurou inconstitucionalidade formal’.

Confira a nota na íntegra
“O Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) vem manifestar sua preocupação com a aprovação, na Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei de Abuso de Autoridade, PL nº 7.596/2017, em razão dos obstáculos criados à legítima atuação do Ministério Público brasileiro no combate à criminalidade organizada e à corrupção.

O Projeto de Lei de Abuso de Autoridade enseja surpresa não apenas aos operadores do Direito, mas à sociedade em geral, pois o curso da aprovação omitiu o necessário debate para o amadurecimento das propostas, de modo que o regime de urgência preteriu a discussão satisfatória.

É preciso reconhecer a fragilidade causada no sistema de justiça brasileiro, uma vez que, sob pretexto de reprimir o abuso de autoridade, o PL acarreta intimidação aos agentes de combate à corrupção, tornando-os vulneráveis a penalizações pelo exercício legítimo de suas atribuições.

Não se teme uma “Lei de Abuso de Autoridade”, mas o abuso na criação da referida lei. Questiona-se, efetivamente, o resultado dessa “atualização”, que acabou resultando em tipos penais que claramente violam a Constituição Federal e compromissos internacionais de Direitos Humanos. A gravidade é evidente.

O princípio da taxatividade, ou da determinação, é dirigido diretamente à pessoa do legislador, exigindo indispensável clareza dos tipos penais para que se afaste qualquer margem de dúvida, de modo a permitir à população em geral o pleno entendimento do tipo criado. Tal princípio é um desdobramento lógico do princípio da legalidade, viga mestra do garantismo, modelo de direito que repudia os extremos: a hipertrofia da punição e a proteção deficiente.

Sobram tipos penais genéricos e imprecisos no projeto de lei em voga, o que viola o princípio da taxatividade. Em verdade, a incompletude da lei penal, como aprovada, é matéria-prima para abusos interpretativos, retrocedendo em termos técnicos por autorizar a subsunção ao tipo de condutas que, no mais das vezes, destoam da realidade que se busca coibir. O alcance do PL é indefinido e construir tipo criminal nestes termos é servir de campo fértil para arbitrariedades.

A proposta normativa tenta regulamentar situações já abarcadas pelo Código Penal e, valendo-se de expressões marcadas por indisfarçável controvérsia, criminaliza, por abuso de autoridade, o agente que começar processo penal, civil ou administrativo “sem justa causa fundamentada”.

O PL cria obstáculos à legítima atuação do Ministério Público no combate à criminalidade organizada e à corrupção. As propostas de criminalização, por falta de um debate mais cuidadoso, descrevem condutas que já se tratam de infrações penais previstas pela nossa legislação, algumas, inclusive, punidas mais severamente.

Nesse sentido, em postura de constante defesa da eficiência de execução de suas atribuições, o Ministério Público brasileiro expressa, com firmeza, seu posicionamento contrário ao PL nº 7.596/17. Registra-se que o atropelo ao devido processo legislativo configurou inconstitucionalidade formal, e a violação à taxatividade, inconstitucionalidade material.

Pautado na desejável estabilidade que a legislação pátria deve proporcionar, o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) espera que o mencionado projeto de lei receba o necessário veto presidencial.”

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Conversa pra boi dormir. Juizes e Promotores pensam que são Deuses e não querem dar satisfações do que fazem a ninguém. E hoje nem mais respeitam a lei e ignoram a Constituição. Fazem o que bem querem e até humilham os advogados e as partes sem que tenha corregedoria ou CNJ que dê jeito e importância.
    Cadê as espetaculares operações com mega cobertura da imprensa?
    E as prisões preventivas, acabaram?
    Não tem mais Conduções Coercitivas, Vazamentos, audiências e julgamento transmitidos ao vivo?
    O espetáculo tinha um objetivo: Tomar o poder político e entregar pra um grupo de milicianos.
    Proteger os Tucanos foi outro grande propósito cumprido a risca. Aécio e seus muitos desmandos criminosos foram esquecidos, assim como o ouro e cocaína encontrados em lugares suspeitos, o Queiroz ninguém sabe onde está….

    1. Não de faça de doido, Palocci contou tudo. Ele mais do que ninguém sabia das maracutaias, foi comparsa íntimo do governo luladrão/dilmanta. Agora, o ômi que tem coragem tá no ministério da justiça, mas deixa ele ser presidente do Brasil, bandidos não aguentarão.

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Esporte

Atleta agente penitenciário do RN conquista medalhas em dois campeonatos internacionais de judô

Representando o Brasil, Osvaldo Júnior chegou ao podium no sul-americano e pan-americano, ocorridos no Chile, neste fim de semana

O agente penitenciário Osvaldo Júnior Rossato subiu ao podium duas vezes neste final de semana, em campeonato internacional de judô, que acontece no Chile. Ele foi vice-campeão sul-americano e terceiro colocado no pan-americano da modalidade, ambas as medalhas na categoria master.

O servidor representa o Rio Grande do Norte na delegação do Brasil. No sul-americano, no domingo (18), a primeira colocação ficou para o brasileiro Mário Roberto Silva, seguido pelo potiguar e em terceiro o argentino, Fernando Yuma.
No sábado (17), ele já tinha conquistado o terceiro lugar no pan-americano, junto de um argentino e de outro brasileiro. Em 1° lugar se classificou o argentino, Fernando Alberto Yuma, em 2° lugar, o brasileiro Mario Roberto Silva e em 3°, o agente penitenciário Osvaldo Júnior Rossato.

*Fonte: Assessoria de Imprensa Seap/RN*

Opinião dos leitores

  1. Teve também o atleta Walter Leiros do judô veterano daqui do Rn que também ficou em terceiro lugar

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Economia

Dólar a R$ 4 surpreende consumidor e desenha cenário menos otimista

Brasileiros que voltaram das férias de julho neste ano com o cartão de crédito recheado de despesas em dólar podem ter sido surpreendidos pelo óbvio. Ainda que reformas sejam importantes para reequilibrar a economia —e o preço da moeda americana—, enquanto o mundo lá fora estiver em crise, o dólar não será tão baixo quanto o alardeado pelo segmento otimista do mercado financeiro.

Na semana passada, a moeda americana voltou a ser negociada acima de R$ 4, espécie de patamar simbólico para quando começa a ficar cara para o consumidor. E quem gastou em julho, após o primeiro aval à reforma da Previdência na Câmara, pode ter chegado em agosto com uma despesa 8% maior.

Logo após a votação, a moeda chegou a ir aos R$ 3,70 esperados pelo mercado financeiro para o fim deste ano.

No entanto, o dólar retomou a trajetória de alta e superou os R$ 4 após os argentinos surpreenderem o mercado financeiro com uma primeira chancela à volta de kirschneristas, de esquerda, ao poder. A eleição é em outubro

O contágio externo que faz o dólar subir não vem só da Argentina: com Estados Unidos e China travando uma guerra comercial cada vez mais ferrenha, investidores preferem deixar seus investimentos em países arriscados, como é o Brasil, rumo à segurança da dívida pública americana. Na saída, levam dólares e, ao enxugar a oferta da moeda no mercado doméstico, fazem o preço subir.

Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de renda variável do BTG Pactual digital, diz que o Brasil ainda se sai bem, dado que as demais moedas emergentes perderam ainda mais valor com a piora dos ânimos no exterior.

Ele lembra que o banco ainda trabalha com o dólar a R$ 3,70 ao fim de 2019, ainda que os atuais R$ 4 não pareçam exagerados para o momento.

Na projeção mais recente do Boletim Focus do Banco Central, fechada antes da surpresa eleitoral na Argentina, a expectativa de consenso do mercado era de R$ 3,75.

Fernanda Consorte, economista-chefe do Banco Ourinvest, é mais cética. Nem o piso do BTG, nem a reação exagerada do mercado na semana passada seriam o patamar justo para o dólar no Brasil. Ela considera um intervalo mais crível entre R$ 3,80 e R$ 3,90.

Isso depende, porém, da entrada de dólares. Não é de agora que os investidores estrangeiros estão deixando o país, lembra Consorte.

“Tem uma coisa específica que está acontecendo no país, que é a falta de fluxo. O fluxo financeiro está operando no negativo há meses”, diz a economista.

Fluxo operando no negativo, em bom português, é que mais dinheiro está saindo do que entrando no país.

A Bolsa tem sido um bom termômetro desse fenômeno, com quase R$ 19 bilhões já retirados pelos estrangeiros, na contramão do discurso otimista do mercado de que o ambiente reformista traria dinheiro de fora para o Brasil.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Seus hipocritas! O dólar está assim por situações no cenário internacional. A esquerda voltando a Argentina, a guerra comercial com dos EUA com a China. Seus esquerdistas hipócritas mentirosos

  2. Acho é pouco, eu avisei o melhor candidato seria CIRO, mais vocês voltaram nisso agora é tarde.

  3. SANTA ALIENAÇÃO BATMAN
    Bolsonaro mente despudoradamente para seus devotos, e espera que eles acreditem.
    O Fanatismo é fascinante e deixa muita gente ignorante fascinada.

  4. Devemos tudo isso a quem governou o país nos últimos 15 anos e ainda tem um bando de FDP que fica fazendo gracinha e defendendo esses corruptos.
    Teremos muito trabalho para colocar esse país nos eixos.

  5. Quando o bozo ganhou, diziam que dólar seria 3 reais em janeiro e os bossais iriam viajar mais para Miami.
    Com o PIB caindo, dólar chegando a R$ 4,00, menos direitos trabalhistas e previdenciários, mala de viagem sendo paga, gás de cozinha, gasolina, plano de saúde, juros e passagens aéreas aumentando, quero ver agora quem gostou do bozo presidente.
    Daqui para frente, só notícia ruim e perda de direitos, com um presidente que só fala idiotice para desviar o foco do povo diante de cenário que só promete a destruição completa dos direitos dos trabalhadores nos últimos 50 anos.

  6. E os fazendeiros fazem manifestação de apoio a esse governo miliciano tocando fogo na Amazônia. Foi isso que vcs que votaram nesses milicianos fizeram com o país.

    1. Vc sempre defendeu os ladrões que acabaram com o país, e ainda tem coragem de apontar o dedo, deixa de ser bôbo, Zé ruela

    2. Imbecil seu idiota…seu ladrao está na cadeia , outra , que bosta de nome WALSUL, isso é nome de remédio barato

    3. E tão non sense que fica até difícil se começar a rebater essa baboseira.

    4. Leia Petralha, talvez você não goste não é? O cenário ficou assim muito influenciado pelos resultados das eleições da Argentina de Cristina Kirchner, governo esse com ideologia de esquerda, agora seu poste vai gastar mais na terra do tio Sam

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Esporte

Treze vence Confiança e rebaixa ABC à Série D com uma rodada de antecedência

O ABC está rebaixado para Série D com uma rodada de antecedência. O rebaixamento foi decretado na tarde deste domingo, 18, após vitória do Treze/PB, fora de casa, contra o Confiança/SE por um a zero. O gol solitário do duelo foi marcado por Diego Ceará, aos 33 da segunda etapa.

Com o vitória, o clube paraibano chegou aos 18 pontos, assumiu a 8ª colocação do Grupo A da Série C. Por sua vez, o ABC, após o empate deste sábado contra o Sampaio Corrêa/MA por 1 a 1, dentro do Frasqueirão chegou aos 15 pontos. Mesmo que vencesse o Globo FC, que também luta contra o rebaixamento, na última rodada, o Alvinegro potiguar não tem mais condições matemáticas de ultrapassar o rival paraibano da tabela de classificação, pois só pode chegar aos mesmos 18 pontos que o Treze/PB já tem, porém só teria acumulado quatro vitórias – o clube paraibano já tem 5.

O resultado do Treze/PB, no entanto, não garante o clube na próxima edição da Série D. Com uma vaga em aberto no rebaixamento, a disputa do clube de Campina Grande agora é com o Globo FC, que tem 16 pontos na tabela e entra em campo às 18h deste domingo contra o Santa Cruz, em Recife/PE, ainda pela penúltima rodada. No próximo final de semana, confrontos regionais, ambos no sábado, 24, às 17: No Amigão, em Campina Grande/PB, Treze/PB e Botafogo medem forças, enquanto em Ceará-Mirim/RN, Globo FC recebe o ABC.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Avião sem asa, fogueira sem brasa
    Sou eu assim sem você
    Futebol sem bola,
    Piu-Piu sem Frajola
    Sou eu assim sem você

  2. O barco do nosso Futebol já estava a deriva, desde que o América entrou na serie D. Agora afundou de vez, quando o Abc vai fazer companhia nessa famigerada serie. Culpa de quem?
    Primeirio da Federação, que tem um presidente perpetuo que demonstra que nada tem feito para o crescimento do futebol, depois dos dirigentes que deixam o presidente e não inventem nas categorias de base e ficam trazendo uns PERNA DE PAU, para comer a grana e depois por na Junta trabalhista. UMA VERGONHA

  3. Um time que ganha 3 partidas em um campeonato, não merece ir a lugar algum. Espero que tenha pelo menos gratidão com o povo do RN e não crie resistência ( não fez no campeonato inteiro) para o Globo, já que existe a possibilidade de ser o nosso único representante na C…RN somos todos globo, já que série D é um matutão melhorado…local merecido no momento para América e ABC.

  4. Ou povo invejoso. Lutaram tanto que terminaram junto ao América. Inveja mata. O nosso futebol está na UTI.

  5. O ABC caminha a passos largos para a pior fase da história do clube.
    Esse rebaixamento é apenas parte de um processo que já bem batendo na trave a alguns anos.
    Escapou ano passado por dois míseros pontinhos mas esse ano a conta chegou.
    Sem dinheiro, sem credibilidade, sem time e muito em breve sem patrimônio, o alvinegro teima a muito tempo em tomar o rumo do Co-irmão Alecrim e isso só não aconteceu ainda por que o time de pium tem muita influencia política.
    O América sobreviveu ao infern da Série D.
    o ABC, com os cofres vazios, a ruma de ação trabalhista que não pára de chegar e sem credibilidade nenhuma no mercado com fama de caloteiro, dificilmente vai sobreviver. Nem com toda a forçinha da nossa federação, nem penalti comprado, nem apito amigo, nem…nem…nem…
    ABC, A PROTUGUESA DE DESPORTOS DO NORDESTE!

    1. Tomara mesmo que aconteça e comecem se desfazendo daquele frasqueirão. Estádio em área residencial que atrai uma horda de selvagens que não sabem assistir um jogo sem depredar, sem soltar fogos em plena noite, sem entoar gritos de guerra estimulando violência.

  6. O ABC ganhou mais uma letra e agora é ABCD, ou seja, fará companhia ao América e provavelmente ao Globo na lama do futebol brasileiro e grande parte desse fracasso deve-se a imprensa local, que assim como os dirigentes dos clubes é também amadora.

    1. Falou pouco, mas falou bonito. Isso mesmo. E podemos observar também que todos os jogadores do futebol potiguar, se é que podemos chamar de futebol, todos não tem espaço em outros clubes, ou seja, são os restos dos restos.

  7. Temos o melhor treinador do Nordeste, Roberto Fernandes, e o pior elenco da série C. Parabéns, Roberto, você é o Cara. Você é treinador e não milagreiro.

    1. Interessante que antes de RF, quando o time perdia a culpa era TODA do treinador, agora o time perde e ele não tem culpa alguma. Vai entender…

  8. KD os abcdistas que colocaram as faixas gozando do América na passarela do natal shopping, vão lá de novo agora dessa vez botar a faixa dizendo que vcs estão na série D.
    Ou seja vcs ganharam mais uma letrinha ABCD.

  9. Lamnetavel, não só o rebaixamento do ABC que passou a competição inteira pedindo pra cair, de gol contra a frango de goleiro e penalti perdido. Mas sim a situação do futebol potiguar, No caso do ABC foi rebaixado pela diretoria, Manteve o mesmo time e treinador do estadual na série C. Muito incompetencia. Que desarmem o circo e aprtir de amanhã comecem o planejamento pra D, e invistam do proprio bolso pra compensar os descasos e a omissão que rebaixaram o clube.

  10. Maravilha! Curtiram tanto quando permanecemos mais ano na D e agora vão morrer abraçadinhos!
    Futebol do RN uma verdadeira vergonha!

    1. Amigo, o América ganhou o estadual 2019, logo a vaga dele na D já tá garantida faz tempo…
      Espero que agora o BCD tenha um pouco mais de humildade (coisa que faltou ao América também). E o Globo se vacila cai, também.

    1. Tom, sou torcedor do ABC hoje e sempre! A notícia não demorou a sair apenas não foi lida pela grande maioria, pois a consumação de tal situação já ocorreu até antes do início início da competição, ela apenas saiu fatiada e fora do seu real contexto.
      Agora em 2020 teremos quatro times na "Série Desespero" e será um mini regional dentro do nacional.
      É o fim do já não mais existente futebol do RN.

    2. Tom, sou torcedor do ABC hoje e sempre! A notícia não demorou a sair apenas não foi lida pela grande maioria, pois a consumação de tal situação já ocorreu até antes do início da competição, ela apenas saiu fatiada e fora do seu real contexto.
      Agora em 2020 teremos quatro times na "Série Desespero" e será um mini regional dentro do nacional.
      É o fim do já não mais existente futebol do RN.

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Economia

CNI: governo avançou na pauta de comércio exterior em sete meses

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os primeiros sete meses do governo de Jair Bolsonaro registraram avanços na pauta de comércio exterior. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que analisou 22 ações da agenda do governo para a área e constatou que 13 delas tiveram melhoras, o equivalente a 59%.

Entre os temas com avanço, os principais são a conclusão do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e o apoio do governo norte-americano à admissão do país à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O levantamento também citou como exemplos de melhora o fim da cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no câmbio sobre exportações e a assinatura do acordo com o Uruguai para evitar a bitributação.

A entidade listou ainda entre os avanços a publicação do decreto que amplia as atribuições do ombudsman de investimentos diretos (instrumento de consulta de investidores estrangeiros sobre a legislação e os processos administrativos no Brasil), a atualização das regras sobre preços de transferência para multinacionais (preços cobrados nas transações entre a sede de uma empresa no exterior e a filial brasileira) e a adesão do Brasil ao protocolo de Madri (tratado internacional que simplifica e reduz custos para o registro de marcas de empresas brasileiras em outros países).

Pendências

A CNI classificou seis ações como pendentes, que aguardam atos do Poder Executivo para serem concluídas. A primeira é a edição do decreto presidencial que põe fim ao acordo marítimo entre o Brasil e o Chile. Segundo a confederação, o atual acordo prejudica o comércio bilateral com fretes até 40% mais caros e limita a competição na oferta de navios.

As demais ações consideradas pendentes são os decretos que recriam a Câmara de Comércio Exterior (Camex); o Comitê Nacional de Facilitação de Comércio (Confac), previsto no Acordo de Facilitação do Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC); o Comitê Nacional de Promoção Comercial (Copcom); e o Comitê Gestor do Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras (SEM Barreiras).

Apesar dos avanços na maioria das ações, o levantamento constatou que houve retrocesso em três temas (14%). O primeiro é a falta de recursos orçamentários para o desenvolvimento do módulo de importação do Portal Único de Comércio Exterior e para a manutenção do módulo de exportação já existente. Ferramenta mais importante do comércio exterior brasileiro, o portal é usado rotineiramente pelas 25 mil empresas exportadoras e 44 mil importadoras em todo o país.

O segundo retrocesso foi provocado pela mudança na regra de análise dos direitos antidumping (imposição de tarifas para empresas e produtos de outros países que praticam concorrência desleal com os equivalentes nacionais). Segundo a CNI, as alterações ocorreram sem consulta pública prévia.

A CNI também considerou ter havido retrocesso no processo de revisão da tarifa externa comum (TEC) do Mercosul. Conforme a confederação, a Coalização Empresarial Brasileira (CEB) encaminhou carta ao Ministério da Economia reforçando o pedido para que haja diálogo com o setor produtivo em relação ao assunto. Nesses casos, a OCDE recomenda a realização de consultas públicas e a elaboração de análises de impacto regulatório antes da adoção de normas que possam afetar o setor privado.

Agência Brasil

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Clima

Marinha alerta para mau tempo e ventos fortes no litoral potiguar

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, informou sobre a possibilidade de ocorrer vento forte de sudeste a leste, com até 60 Km/h, do litoral de Natal ao Maranhão, entre os dias 18 e 19.

A instituição alerta aos navegantes que consultem essas informações antes de se fazerem ao mar e solicita-se ampla divulgação às comunidades de pesca e esporte e recreio.

Recomenda-se que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no endereço eletrônico https://www.marinha.mil.br/chm/dados-do-smm-avisos-de-mau-tempo/avisos-de-mau-tempo. Adicionalmente, as informações meteorológicas podem ser visualizadas na página do Serviço Meteorológico Marinho no Facebook, no link: https://www.facebook.com/servicometeorologicomb/, e por meio do aplicativo “Boletim ao Mar”, disponível para download na internet, tanto para o sistema Android quanto para iOS, desenvolvido em parceria entre a Marinha do Brasil e o Instituto Rumo ao
Mar (RUMAR).

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Polícia

Procuradores querem que Messer fale sobre corrupção no Paraguai

Foto: Divulgação/PF

GUILHERME AMADO

Os procuradores da Lava Jato no Rio de Janeiro até estão dispostos a sentar com Dario Messer para falar sobre uma eventual delação do doleiro.

Mas só topam se, na mesa de negociações, estiverem os episódios de corrupção de Messer no Paraguai.

O doleiro é amigo do peito de Horácio Cártes, ex-presidente paraguaio.

O Globo

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Política

Vazamento sela decisão de demitir chefe do Coaf, afirma colunista

POR JOSIAS DE SOUZA

A cabeça de Roberto Leonel, chefe do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ficou mais próxima da bandeja. Leonel assumira o posto no início do governo de Jair Bolsonaro, por indicação do ministro Sergio Moro (Justiça). O presidemte já havia decidido afastá-lo. Essa decisão foi consolidada pela descoberta de que o personagem manteve com a força-tarefa da Lava Jato um relacionamento heteroxo quando comandava o setor de inteligência da Receita Federal em Curitiba.

A lâmina ficou mais próxima do pescoço de Leonel após publicação de notícia na edição da Folha deste domingo. Reportagem feita pelo jornal em parceria com o site The Intercept Brasil revela que procuradores da Lava Jato, entrre eles o coordenador da operação Deltan Dallagnol, recorreram a Leonel para obter dados fiscais de investigados sem requisição formal ou autorização judicial que avalizasse a quebra de sigilo. A descoberta oferece ossatura técnica para uma exoneração que até aqui estava escorada em pretextos políticos.

Leonel caiu em desgraça no Planalto depois de ter criticado um despacho assinado em julho pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. Em plenas férias do Judiciário, Toffoli suspendeu investigações que envolvessem compartilhamento detalhado de dados pela Receita, Coaf, e Banco Central sem autorização judicial. Fez isso a partir de recurso da defesa do senador Flávio Bolsonaro, que requereu a interrupção de processo que responde no Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeita de lavagem de dinheiro.

A crítica de Leonel à decisão judicial que beneficou o filho Zero Um ficou atravessada na traqueia de Bolsonaro. Em articulação com o ministro Paulo Guedes (Economia), o capitão decidiu reformular o Coaf, transferindo-o para o Banco Central. Ficou acertado que a demissão de Leonel seria apresentada como consequência da mudança. A suspeita de que o chefe do Coaf pode ter cometido no verão passado ilegalidades que serviram de pretexto para a decisão de Toffoli como que dispensa Bolsonaro da formulação de desculpas.

A saída de Leonel migrou da condição de possibilidade para o campo das certerzas. Sua exoneração arranhará um pouco mais o prestígio de Sergio Moro no governo, em franco declínio. Tudo isso num instante em que auditores da Receita deflagram um “contra-ataque” em reação a tentativas de ingerência política em órgãos como o Fisco e o Coaf.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Ao lado dessa sujeira toda, fazendeiros tocam fogo na Amazônia em apoio a esse governo miliciano. Estão felizes com o que fizeram com o país?

    1. Vocês tocaram fogo no país inteiro, ainda faz acusação infundada. Quer fazer quem tolo, idiota

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