Política

A BRIGA CONTINUA NO ZAP: Joice e Eduardo Bolsonaro continuam troca de ofensas

Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro voltaram a trocar ofensas por mensagens de WhatsApp no início da noite de hoje, relata Igor Gadelha em Crusoé.

O filho de Bolsonaro disse que a deputada eleita chegará ao Congresso com “fama ainda maior de louca”. Joice retrucou que ele era um “marmanjo” que “age como bebê”.

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Nao fomos para o fundo do poço…estamos nele graças aos 16 anos de um governo corrupto liderado por um semi analfabeto picareta que alem de roubar nos deixou como herança uma presidente que nao conseguia falar e pensar ao mesmo tempo(vide os videos de seus discursos).Agora querem transformar um bate boca em uma crise …O lula ta preso babaca!

  2. Recomendo à petralhada, acostumada a fazer oposição irresponsável a todos os seus adversários e a torcer pelo "quanto pior, melhor", que tente ao menos fingir que são patriotas, que são verdadeiros brasileiros. A eleição já passou e o povo brasileiro já decidiu que quer mudar o Brasil, que não aceita mais a maneira petista de governar. Bolsonaro foi o instrumento escolhido pelo nosso povo para tentar virar o jogo em prol da nossa nação, contra tudo e contra todos, numa eleição prá lá de histórica. Portanto, decidam se querem fazer parte da solução já que o PT e as suas péssimas escolhas foi que nos trouxeram até essa difícil situação. Se quiserem continuar sendo parte do problema, por que não nos deixam em paz e procuram seus países estrangeiros? Nós, os brasileiros, queremos ordem e progresso, queremos saúde, educação e segurança, coisas que os governos petistas corruptos não nos deram. Virem o disco e criem responsabilidade. Os brasileiros não suportam mais suas sandices, seu fanatismo cego por seus bandidos prediletos.

  3. Olhe o nível dos candidatos que foram escolhidos. Nem assumiram ainda e o pau já está comendo com drama e baixo nível.
    Povo arrogante e prepotente só podia dar isso mesmo.
    Vamos se preparando pra muita baixaria nesse governo que todo mundo manda: Evangélicos fanáticos liderados por Silas Malafaia, Feliciano , Magnus Malta e Edir Macedo; Ruralistas obcecados pelas terras dos índios e defensores do Trabalho escravo, o aumento do uso indiscriminado de agrotóxico e do desmatamento desenfreado (destruindo o Ministério do Trabalho e o IBAMA), Militares entreguistas, saudosos da Ditadura Militar de 64 (onde tinham privilégios, tal como pensão para suas filhas que não casam – oficialmente – nunca para não perderem as pensões) e defensores dos Americanos; Deputados do DEM sedentos pelo poder, volta do centrão com força e aliança com o MDB de Temer e o PSDB de Dória; Banqueiros e Empresários loucos para que a Previdência seja privatizada e eles possam meter a mão no dinheiro dos servidores públicos…
    Faltou alguma coisa?
    Privilégios de várias castas intocáveis, não vejo ninguém nem falar. Vai tudo continuar como antes e o Bozonaro vai se tornando um segundo Collor de Mello piorado antes mesmo de assumir o mandato.

  4. Enquanto os aliados estiverem brigando, estamos ficando ciente do que tá acontecendo, igualzinho como foi descoberto o mensalão.

  5. E os dois são Minions raiz.
    Que gente o povo brasileiro elegeu.
    Fomos literalmente para o fundo do poço.

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Polícia

Advogado de Adélio diz que contratante pagou R$ 5 mil e desapareceu

Foto: Divulgação/PM-MG

A Polícia Federal está investigado integrantes da defesa do garçom Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) durante um ato de campanha em Juiz de Fora. Em depoimento obtido pela ‘Veja’, o criminalista Zanone Manuel de Oliveira Junior revelou detalhes de como foi contratado para defender o preso.

Zanone é coordenador da defesa de Adélio e disse que foi contratado por um desconhecido logo após o ataque, ocorrido no dia 6 de setembro.

“Aquela pessoa se apresentou como conhecido de Adélio Bispo da cidade de Montes Claros, esclarecendo que conheceu o autor do fato criminoso em relacionamentos vividos no meio religioso naquela cidade”, lembra o advogado.

No dia seguinte ao atentado, os dois se encontraram no escritório de Zanone, localizado no dia 7 de setembro. O contratante achou o valor inicial dado pelo advogado alto (R$ 150 mil) e o criminalista topou dar um desconto de 83%. Ficou acordado então que ele receberia R$ 25 mil até a conclusão da investigação da Polícia Federal. A pessoa pagou inicialmente o valor de R$ 5 mil e o restante seria transferido em parcelas mensais. No entanto, o contratante “sumiu”.

Zanone diz que topou defender Adélio por um valor inferior pois a “causa seria de interesse de qualquer advogado”. O criminalista deixou seus extratos bancários e telefônicos à disposição da PF. Ainda segundo a reportagem da ‘Veja’, a investigação deverá ser concluída no início do ano que vem.

Notícias ao Minuto

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Política

PT pede à PGR que investigue Flávio e Michelle Bolsonaro

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Os deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Paulo Teixeira (PT-SP) propuseram nesta quinta (6) à PGR (Procuradoria-Geral da República) uma representação criminal contra o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho de Jair Bolsonaro que foi eleito senador, e Michelle Bolsonaro, mulher do presidente eleito e futura primeira-dama do país.

Eles pedem que a procuradora-geral Raquel Dodge aprofunde investigações “acerca da origem e destinação” de R$ 1,2 milhão que foram movimentados por um ex-assessor e motorista de Flávio Bolsonaro, o PM Fabrício José Carlos de Queiroz.

As atividades financeiras do ex-funcionário foram relatadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que as considerou atípicas e incompatíveis com os rendimentos oficiais e as atividades profissionais do policial.

Uma das transações de Queiroz citadas pelo Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado a Michelle Bolsonaro.

O motorista do filho de Bolsonaro fez ainda saques em dinheiro que chegaram a R$ 320 mil no período de um ano. Do total, R$ 159 mil foram sacados de uma agência bancária que fica no prédio da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

O caso foi revelado nesta quinta (6) pelo jornal O Estado de S. Paulo.

O documento do Coaf foi anexado a uma investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, realizada no mês passado e que levou dez deputados estaduais e seis funcionários da Alerj à prisão, acusados de receber um “mensalinho” num esquema de corrupção.

“Esses valores [que passaram pela conta do ex-motorista de Flávio Bolsonaro] não era um mensalinho? Era o quê?”, questiona o deputado Paulo Pimenta. Na representação, ele pede que seja apurada a participação de Flávio Bolsonaro e de Michelle Bolsonaro “em possíveis ilícitos criminais”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Ômi, vão arrumar o que fazer. Corrupção mesmo é o que o Palocci está delatando. Coisas muito cabeludas, que vão se somando a tudo o que já foi descoberto desde o chamado Mensalão. O chefe da quadrilha ainda vai amargar várias condenações por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Quanto a essas bobagens, essa bandidagem petista adora tentar arrastar seus adversários para a lama em que chafurdam. Deixa investigar e ver o que foi que realmente houve. De qualquer forma, nós, os verdadeiros brasileiros, não encobrimos nem defendemos bandidos. Não acredito que seja o caso mas, quem dever que pague por seus erros.

  2. Kkkkkkkk, chama o super Moto que ele resolve, um assessor parlamentar que ganhava oito mil por mês movimentar 1,2 milhões e ainda passar um cheque de 25 Mila para a madame e fazer saque de 300 mil, ele estava recebendo também o mrnsalinho.

  3. Mas vejam só, já pegaram os mensalinhos do clã Bolsonadas?
    30 anos mamando nas tetas do governo e se dizia probo. Só os Minions pra acreditar.

  4. Ehhh melhor jairseacostumando !!!
    Ai vai aparecer uns imbecis fanaticos gritando mitoooooo enlouquecidos ou vai me mandar pra Cuba q o pariu !!
    Bolsonaziz são iguais a petralhas

  5. A temporada de mentiras continua após as eleições. Kkkkkl. Não adianta. O partido das trevas vai ser extinto. Bendita seja a delação de Palocci!!!

  6. Nossa, eu que pensei que a recatada e simples só sabia mexer os dedinhos, danadinha…acabou fazendo uma mágica e o dinheiro entrou na sua conta.

    1. A recatada e simples intérprete de Libras só deve ter feito a mágica em transformar os reais em Libra Esterlina, ela não é besta não uma Libra vale quase 5,00 reais.

    2. kkkkkk É bom demais ver um esquerdopata revoltado com a derrota kkkkkkkk

  7. Mas já?
    Não se preocupem, o superMORO vai investigar e não sobrará prova sobre prova, digo, pedra sobre pedra…

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Política

Temer diz que pegou país no século 20 e entrega no século 21

O presidente da República, Michel Temer, disse hoje (6) que entregará o país no século 21 após encontrá-lo “desgastado e no século 20”, quando o assumiu, em 2016. Temer foi homenageado com a insígnia da Ordem do Mérito Industrial São Paulo pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em cerimônia no início da noite, na capital paulista.

“Fizemos um governo que começa agora a ser reconhecido. Em dois anos e meio, um pouco mais, conseguimos produzir resultados benéficos ao país. Eu costumo dizer que, na verdade, nós trouxemos o Brasil para século 21. Eu o encontrei no século 20, e desgastado”, disse em seu discurso.

O presidente ressaltou que, quando chegou à presidência, o Produto Interno Bruto (PIB) do país era negativo em 5,9% e que, ao final de 2017, o índice estava em 1% positivo. “Em pouco tempo, caminhamos com o PIB em 6,9%”, garantiu.

Temer lembrou ainda que o país deverá fechar o ano com déficit menor que o previsto. Segundo ele, o déficit em 2018 deverá ficar em torno de R$ 125 bilhões, ante uma previsão de R$ 159 bilhões. “O que significa exação do desempenho da administração pública e, naturalmente, competência da nossa equipe governativa”.

O presidente voltou a citar, como realizações da sua gestão, a aprovação do teto de gastos públicos, a reforma trabalhista, a diminuição da inflação e a recuperação de empresas estatais como a Petrobras, o Banco do Brasil e os Correios. Temer ressaltou, no entanto, que suas ações não foram feitas buscando popularidade e que elas serão reconhecidas a partir de agora.

“Eu acabei fazendo [as ações do governo] despreocupado com a popularidade. A popularidade é uma coisa diferente do populismo. O populismo é algo que você faz hoje para ser aplaudido hoje e ser vaiado amanhã. A popularidade é algo que você faz hoje, tem objeções, observações, mas é aplaudido amanhã. O meu amanhã está chegando”, disse.

Agência Brasil

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Diversos

[VÍDEO] Itaú registra fortes chuvas nesta quinta-feira (6)

Município voltou a registrar chuvas fora de época na tarde desta quinta-feira (6). Quantidade de água surpreendeu moradores, que registraram o momento e enviaram para o blog.

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Política

Em ação que investiga ‘pedaladas’, MPF diz que governo Dilma usou ‘maquiagem fiscal como escudo’

Foto: Washington Alves/Reuters

Em ação apresentada nesta quinta-feira (6) contra a ex-presidente Dilma Roussef e outros cinco por improbidade administrativa, o Ministério Público Federal (MPF) afirma que o governo da petista usou a “maquiagem fiscal” como escudo para produzir um resultado mais “palpável” à opinião pública entre 2011 a 2014. O MPF quer que os seis acusados sejam condenados à suspensão dos direitos políticos entre 5 e 8 anos e pagamento de multa.

Na peça judicial, o procurador da República Ivan Claudio Garcia Marx embasa a denúncia nas chamadas “pedaladas fiscais” e acusa o governo Dilma de ter escolhido a prática ilegal para tentar esconder a crise econômica do país.

“Com conhecimento e autorização da então presidente da República, Dilma Roussef, insistiram nas medidas anticíclicas [benefícios fiscais] como meio de recuperar a economia. Não se objetiva aqui contestar a solução adotada, muito embora de acerto duvidoso e com possível caráter temerário”, escreveu o procurador em trecho da denúncia.

“No entanto, essa solução deveria ter sido tomada de modo transparente ao referir que, embora em crise, o governo seguiria apostando nas medidas anticíclicas. Ao contrário, usando a maquiagem fiscal como escudo, o governo dizia que tudo estava bem e que continuaria a seguir com as medidas anticíclicas”, complementou o autor da ação.

Além de Dilma, o procurador da República responsabiliza pelas pedaladas o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o ex-secretário do Tesouro Nacional Arno Augustin Filho, o ex-subsecretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional Marcos Pereira Aucélio, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e o ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine.

Para Garcia Marx, os seis envolvidos participaram de forma consciente do esquema de maquiagem das contas públicas.

“No exercício de suas funções, os requeridos realizaram as denominadas ‘pedaladas fiscais’, consistentes em uma gama de ações, todas voltadas ao mesmo objetivo: maquiar o resultado fiscal”, destaca a denúncia.

O procurador alega ainda que o governo de Dilma sofisticou a prática de atrasar repasses da União ao BNDES com o objetivo de maquiar as contas públicas.

“Até o segundo semestre de 2010, havia um atraso simples. No entanto, isso passou a ser mais sofisticado. Essa sofisticação, por óbvio, não era apenas uma questão de estilo ou amor à arte. Elas objetivavam dar aparência de licitude aos atrasos, camuflando a pedalada”, acusou.

Em 30 de novembro, a Justiça tornou réus Mantega, Arno Augustin e Aldemir Bendine por conta das chamadas “pedaladas fiscais”.

Nesta outra ação, o juiz federal Francisco Codevila, da 15ª Vara de Brasília, considerou que eles foram responsáveis por ordenar, autorizar e realizar operações de crédito interno sem prévia autorização legislativa.

G1

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Judiciário

Fux suspende multa a transportadoras que não cumprirem tabela de frete

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux suspendeu hoje (6) a cobrança de multas, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a transportadoras por descumprimento das regras de tabelamento do frete rodoviário em todo o país.

A decisão vale até que as ações contra a constitucionalidade da tabela sejam julgadas pelo plenário da Corte. O pedido liminar de suspensão foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A tabela de preços mínimos de frete foi instituída pela Medida Provisória 832/2018, convertida na Lei 13.703/2018, e pela Resolução 5.820/2018, da ANTT, que regulamentou a medida.

Fux é o relator de três ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) contra a medida, ajuizadas pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras; pela CNA e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

No pedido liminar, a CNA afirmou que o tabelamento causou perdas ao setor produtivo, como o aumento de 145% no valor do transporte de granéis agrícolas e a redução nas exportações.

As entidades alegam que a tabela fere os princípios constitucionais da livre concorrência e da livre iniciativa, sendo uma interferência indevida do governo na atividade econômica. Elas querem que seja concedida uma liminar (decisão provisória) suspendendo de imediato a vigência da tabela.

De seu lado, os caminhoneiros alegam que há uma distorção no mercado e que, sem a tabela, não têm condições de cobrir os custos do serviço que prestam e ainda extrair renda suficiente para o próprio sustento.

No entendimento do ministro, a aplicação de multas está afetando indevidamente a economia do país.

“O quadro fático revelado aponta que a imposição de sanções derivadas do aludido tabelamento de fretes tem gerado grave impacto na economia nacional, o que se revela particularmente preocupante ante o cenário de crise econômica atravessado pelo país”, afirmou na decisão.

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Política

Raquel vê ‘articulação intensa’ de Renan e Jucá para favorecer braço petroquímico da Odebrecht

Foto: Michael Melo/Metrópoles

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, incluiu e-mails entregues pelo empreiteiro e delator Marcelo Odebrecht no inquérito que investiga o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e seu filho, o governador de Alagoas Renan Filho, por corrupção e lavagem de dinheiro.

A informação foi divulgada com exclusividade pelo Blog da Andréia Sadi, da TV Globo, e confirmada pela reportagem do Estadão.

A troca de mensagens entre os executivos da empreiteira e da Brasken, braço petroquímico da Odebrecht, segundo Raquel, indica ‘atuação concertada’ entre Renan e o senador Romero Jucá (MDB-RR) para a aprovação de medidas provisórias que previam a renovação de contratos de concessão de energia nos Estados do Nordeste.

As informações foram corroboradas pela delação de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, afirma a procuradora.

Em um e-mail enviado em 12 de dezembro de 2012, Melo Filho relatou a Marcelo Odebrecht e o então presidente da Brasken, Carlos Fadiga, ter tido uma reunião com Renan. O encontro teria ocorrido para buscar a prorrogação dos contratos de concessão de energia.

“Ontem me reuni com Sen Renan, que incluiu uma emenda de relator e permitiu que Chesf fosse beneficiada até 2015. Vamos tentar ainda incluir possibilidade de renovação nas mesmas bases. Contudo já foi uma vitória!”, anota o e-mail.

A proposta não avançou naquele ano, mas a Odebrecht insistiu e em 2014 buscou articulação política para a aprovação da emenda 47 na MP 656, que beneficiaria o grupo. Em outro e-mail, Marcelo Odebrecht afirma que ‘JW e Renan’ eram quem ‘têm força suficiente’ para resolver o problema. A sigla “JW” se referia ao governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), segundo Raquel.

Para beneficiar o grupo, Jucá teria incluído emendas que beneficiariam a empreiteira na medida provisória. Mesmo assim, a emenda da MP 656 foi vetada pela então presidente Dilma Rousseff – veto mantido pelo Congresso.

Os e-mail incluídos por Raquel indicam que as negociações continuaram mesmo após o veto presidencial até a edição da MP 677, em junho de 2015, que atendeu parcialmente os interesses da Odebrecht, prorrogando os contratos até 2037, e não 2042, como pretendia o grupo.

“Como se percebe, a edição da MP 677 foi o ato derradeiro de intensa articulação do Grupo Odebrecht e outras indústrias de grande consumo de energia no Nordeste”, afirma a procuradora. “Portanto, eventuais ilícitos envolvendo o senador Renan Calheiros podem ter ocorrido já no âmbito da apresentação de emendas e aprovação da MP 656/14 (que foi vetada nesse ponto).”

Inquérito

O inquérito foi aberto em abril deste ano e investiga o repasse de pagamentos indevidos a Renan Calheiros para beneficiar a campanha eleitoral de Renan Filho ao governo de Alagoas. Em contrapartida, o senador teria atuado para a aprovação da MP.

Segundo relatos de Melo Filho, a Odebrecht pagou R$ 320 mil em propinas a Renan Filho, sendo que R$ 200 mil foram entregues diretamente ao então candidato e o restante entregue indiretamente por meio do Diretório Estadual do MDB.

Ainda segundo o delator, houve outro repasse de R$ 1,2 milhão, via doação oficial ao MDB, sendo que R$ 829 mil foram repassados a Renan Filho.

Estadão Conteúdo

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Política

PENSE NUM GRUPO BOM: Eduardo Bolsonaro diz que Joice é ‘sonsa’ com ‘fama de louca’ em grupo de WhatsApp do PSL

Filho de Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) protagonizou nesta quinta-feira (6) um bate-boca acalorado no grupo de WhatsApp que reúne a bancada do PSL, chegando a chamar de “sonsa” uma colega de partido e a dizer que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaça votar uma “pauta bomba” contra seu pai.

O principal alvo de Eduardo foi a deputada eleita Joice Hasselmann (SP), que disputa a liderança do partido na Câmara e participa das articulações da formação do novo governo.

A Folha teve acesso à conversa em que o filho do presidente eleito, que é líder da bancada, acusa a deputada de “atropelar” os correligionários, a chama de “sonsa” e diz que ela tem “fama de louca”.

“Salta aos olhos a intenção da Joice de ser líder [do partido] e assim como já demonstrou na época da campanha ela atropela qualquer um que esteja à frente de seus objetivos (…) Vamos começar o ano já rachados com olhar de desconfiança e cheios de dúvidas”, escreveu Eduardo no grupo.

“Joice, sua fama já não é das melhores. A continuar assim vai chegar com fama ainda maior de louca no Congresso. Favor não confundir humildade com subordinação. Liderança é algo automático, não imposto”, disse, em uma segunda mensagem.

A deputada rebateu afirmando que o fato de o atual líder da bancada ser filho do presidente é uma “vidraça” e pode prejudicar o partido.

“Qual é o problema em eu ou qualquer outro deputado querer disputar a liderança??? O fato de termos um deputado que também é filho do nosso presidente (por quem trabalharei todos os dias) não nos exclui. Isso é democracia. Você é dentro do partido um parlamentar que fez votação estrondosa com o sobrenome que tem. Eu também fiz, sem sobrenome. Se quisermos ter 52 candidaturas podemos ter e decidimos no voto e no debate, não por recadinhos infantis via Twitter. Cresça”, escreveu ela.

Joice chegou a dizer que o filho do presidente eleito deveria se colocar em seu lugar e insinuou que, em matéria de fama, a de Eduardo pode ser pior.

“Eduardo, não admito nem te dou liberdade para falar assim comigo, ou escrever algo nesse tom. Não te dei liberdade pessoal nenhuma, portanto, ponha-se no seu lugar. Minhas discussões aqui são políticas e não pessoais. Se formos discutir a questão ‘fama’, a coisa vai longe. Então não envergonhe o que seu pai criou.”

O bate-boca entre os dois também incluiu a afirmação, por Joice, de que Eduardo falha na liderança do partido na Câmara e que a articulação do PSL —sigla que elegeu 52 dos 513 deputados— no Congresso está “abaixo da linha de miséria”.

“Como o PSL está fora das articulações estou fazendo o quê aqui agora com o líder do PR?”, questiona Eduardo, negando que o partido esteja alheio às negociações de outras siglas para formar um “blocão” e tentar isolá-lo na próxima legislatura. “Ocorre que eu não preciso nem posso ficar falando aos quatro cantos o que ando fazendo por ordem do presidente [Bolsonaro]. Se eu botar a cara publicamente o (Rodrigo) Maia vai acelerar as pautas-bombas no futuro governo.”

Maia é candidato à reeleição e é um dos líderes das conversas para formação do blocão que isolaria PSL e PT. A intenção dessas siglas é excluir o partido de Bolsonaro dos postos de comando na próxima legislatura. Não em sinal de oposição, mas para que o novo governo não comece com força excessiva que reduza o poder de barganha das siglas.

Vários parlamentares saíram em defesa do filho de Bolsonaro no grupo do PSL.

“Como não dei procuração e nem fui procurado pela senhora para que pudesse falar em meu nome, mesmo que de forma indireta, não [frisou em caixa alta] lhe autorizo usar o meu nome ou a minha condição de futuro parlamentar (mesmo que indiretamente) para quaisquer representações”, escreveu, por exemplo, o deputado eleito Ubiratan Sanderson (RS).

Segundo deputados ouvidos pela Folha, a deputada eleita está isolada no partido, apesar de ter a pretensão de disputar a liderança do governo.

Antes de discutir com Eduardo, a deputada já havia protagonizado discussões com o senador eleito Major Olímpio (SP) e a deputada eleita Carla Zambelli (SP).

Zambelli questiona a futura colega de bancada a respeito de sua declaração de que havia “grande possibilidade” de ser tornar líder do governo na Câmara. Joice ataca a imprensa e diz que a afirmação, feita após reunião no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) na quarta-feira (5), é falsa.

“Conversa fiada de imprensa”, diz Joice. “Com aspas?”, rebate Carla. “Ué, você não conhece a imprensa? Achei que conhecia depois de tudo o que o Jair passou”, retruca a outra eleita.

A Folha tentou entrar em contato com Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro, mas não obteve resposta.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Matheu, deixa de ser revoltado e aceita a derrota. kkkkk vai ler você que está cego sem enxergar a podridão da esquerda. kkkkk deixa de chorar, deixa de mimimikkkkk

  2. kkkkkk Estou muito feliz!!!! Independente do que esteja acontecendo ou vai acontecer, o importante é que o pt perdeu feio kkkkkkkk é bom demais acordar todos os dias e ver que o pt está morto kkkkkkkkkk

    1. Já que o amigo não é informado, o PT só tem a maior bancada do congresso, apesar de passar 4 anos apanhando. Procure ler um pouco, abraço.

    2. Adorei sua ironia. É a cara dos Minions. Vao destruir o país, mas o importante é a destituição do PT.

    3. O PT saiu muito mais forte do que entrou nessas eleições e voltará nos braços do povo em 2022, quando este se der conta de que foi iludido pelo canto da sereia! O povo vai acordar quando o Bozo por em prática o que ele está planejando contra seus direitos e contra a soberania nacional.

  3. Todos gente de gênio forte, com muita vontade de acertar e vaidade excessiva. Quando vão aprender a lavar a roupa suja em casa?

  4. Fofoqueiro da porra hein!!!!

    Que eles se mordam… Isso é vontade de acertar!! Isso é "tesão " e antes de falar merda… Tesão é bom!!!
    Fofoqueiro!

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Trânsito

Pedido de vista suspende julgamento sobre aplicativos de transporte

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar hoje (6) a constitucionalidade de duas leis estaduais que proibiram a atuação dos motoristas particulares dos aplicativos Uber, Cabify e 99. Após 2 votos a favor dos aplicativos, um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski suspendeu o julgamento. Não há data para retomada da análise da questão.

A decisão do STF poderá liberar definitivamente a atuação dos aplicativos e acabar com a guerra jurídica de liminares que autorizaram e proibiram a circulação dos motoristas em várias cidades do país.

A Corte iniciou o julgamento das ações relatadas pelos ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, que proferiram os únicos dois votos da sessão, contra leis de Fortaleza e de São Paulo proibindo a atuação dos motoristas. O caso foi julgado a partir de ações protocoladas pelo PSL e pela Confederação Nacional de Serviços (CNS).

Em seu voto, Fux argumentou que a restrição na atuação dos aplicativos é inconstitucional por violar os princípios da livre iniciativa e da liberdade de profissão.

Segundo o ministro, estudos mostram que o serviço de transporte de aplicativos não diminuiu o mercado de atuação dos táxis. Fux também citou em seu voto os casos de desvios na titularidade das permissões de táxis em todo o país.

“Essas vendas de permissão de táxi, um permissionário tem 300 táxis. É uma exploração do homem pelo próprio homem, pagam diárias, têm que superar o valor da gasolina para retirar resíduo ínfimo. A Uber veio vencer esse paradoxo. ”, afirmou.

Relator de outra ação sobre a questão, Barroso também votou a favor dos aplicativos e entendeu que o serviço prestado é de natureza privada e não se caracteriza como serviço público realizado de forma ilegal. Segundo o ministro, a plataforma da Uber trouxe uma revolução tecnológica nos meios de transporte. Para Barroso, não há como a velha economia não ser impactada.

“O que vem acontecendo é o que se chama de destruição criativa. Nós temos um ciclo próprio de desenvolvimento capitalista em que há substituição de velhos modos de produção por novas formas de produção”, afirmou.

Manifestações

No julgamento, o advogado Carlos Mario Veloso Filho, representante da Uber, defendeu a importância da empresa e afirmou que a plataforma trouxe benefícios para o consumidor e melhorou o serviço de transporte nas cidades. Segundo Veloso, a Uber tem cerca de 500 motoristas no Brasil e paga aproximadamente R$ 972 milhões em impostos.

“A chegada da Uber foi benéfica ao sistema concorrencial brasileiro sob todos os aspectos, inclusive na lealdade da concorrência. A Uber representou uma emulação na melhora do sistema de táxi”, argumentou.

O representante do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintaxi), Alexandre Camargo, defendeu as leis locais que restringiram a atuação dos motoristas de aplicativos. Segundo Camargo, os municípios podem legislar sobre a matéria e proibir a circulação da Uber e dos demais aplicativos.

Para o representante dos taxistas porto-alegrenses, “é um absurdo” permitir que um motorista que não é profissional atenda à a população.

“Parece lindo e sedutor o argumento de que a pessoa [motorista] pode aumentar sua renda, mas, na verdade, o que se está fazendo é colocando a vida daquela pessoa [cliente] em risco. O pai de família que vê o seu carro na garagem e sai dirigindo, ele tem informação para dirigir esse carro, fez curso de direção defensiva, existe na CNH [carteira nacional de habilitação] dele que exerce atividade remunerada, existe revisão periódica do veículo para a prestação do serviço? questionou o advogado.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Aplicativos vieram e como todo segmento que passa por novo momento, estamos vivendo um momento de modernização dos serviços e compartilhamento das despesas.
    Sou a favor dos aplicativos. Agora precisa regulamentar a profissão.
    Motoristas devem pagar ISS, ser proprietários de MEI ou CNPJ, os demais impostos já pagam: Na compra ou locação do veículo, no combustível, IPVA, seguros, manutencoes. Os taxistas são isentos de impostos.
    Existe espaço para todos os profissionais, agora acabou espaço pros preguiçosos e irresponsáveis!

  2. Venho tecer um comentário estamos cansados, de sofrer abusos de taxistas em que tratam mal cobram valores além de realidade o aplicativo nos antecipa o valor da viagem os taxistas alegam imposto que não e real para ter o preço abusivo exemplo o que ele paga de ISS e um valor irrisório, eles não pagam IPVA só pagam o emplacamento enquanto os motoristas de aplicativos pagam IPVA, emplacamento, tem o seguro contra acidente que o aplicativo oferece os táxis tem muitos veículo em mal estado de conservação pneus lisos, e os motoristas por passar o dia na rua não praticam higiene pessoal pois tem que fazer o dinheiro do aluguel do carro aqueles que tem concessão mais não exerce apenas lucra com a exploração do outro ser humano o problema e que deixou de ser um monopólio e passou a ser explorado por outro também viram suas concessão perder valor os aplicativos melhorou muito.

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Economia

Dólar sobe pelo terceiro dia, cotado a R$ 3,87

Pelo terceiro dia consecutivo, a cotação da moeda norte-americana encerrou em alta, com aumento de 0,18%, vendido a R$ 3,8751. As três altas seguidas na semana significaram uma valorização da moeda de 0,85%. O Banco Central manteve hoje a política tradicional de swaps cambial, sem efetuar leilões extraordinários de venda futura da moeda.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou hoje (6) em queda de 0,22%, com 88.846 pontos. As ações da Petrobras seguiram a tendência, com baixa de 3,83%, seguidas por Vale com menos 0,95%. Os papéis das instituições bancárias subiram nesta quinta-feira, com Itau com alta de 0,90% e Bradesco com valorização de 0,58%.

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Economia

Ministério da Fazenda sugere fim do abono salarial e revisão do reajuste do mínimo

A política de reajuste do salário mínimo deverá ser revista e o abono salarial extinto, para reequilibrar as contas do governo depois da aprovação da reforma da Previdência. As sugestões constam de documento do Ministério da Fazenda com o balanço da atual gestão e recomendações para o próximo governo, disponível na página da pasta na internet.

A pasta também recomenda o controle dos gastos públicos, com a redução de privilégios e incentivos fiscais para setores da economia, revisão dos gastos com o funcionalismo público e direcionamento dos benefícios sociais aos mais pobres para reduzir a desigualdade. Segundo o documento, o salário mínimo, cuja política de reajuste será substituída em 2020, deverá ser compatível com os salários do setor privado e o aperto nas contas públicas.

Desde 2011, o salário mínimo é reajustado com base na inflação dos 12 meses anteriores pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no poaís) de dois anos antes. Caso o resultado do PIB seja negativo, a correção se dá apenas pelo índice de inflação. Essa política vigorará até 2019, sendo substituída no ano seguinte.

Segundo o Ministério da Fazenda, cada R$ 1 de alta no salário mínimo aumenta os gastos da União em R$ 304 milhões. A maior parte desses gastos o impacto decorre do reajuste do piso pago pela Previdência Social. A nova política de cálculo do mínimo deverá ser encaminhada pelo futuro governo até 15 de abril, quando será apresentado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.

Abono salarial

Em relação ao abono salarial, a Fazenda recomendou a extinção do benefício por entender que não atende à população em extrema pobreza, mas apenas empregados com carteira assinada. Previsto para consumir de R$ 19,2 bilhões no próximo ano, o abono é pago ao trabalhador que recebe até dois salários mínimos com carteira assinada, desde que tenha trabalhado pelo menos 30 dias no ano-base de apuração e tenha carteira de trabalho há pelo menos cinco anos. O valor varia de R$ 80, para quem trabalhou apenas por 30 dias, a um salário mínimo (R$ 954), para quem trabalhou por 12 meses no ano anterior.

Para aumentar a eficiência dos gastos sociais, o Ministério da Fazenda, que será transformado em Ministério da Economia em janeiro, recomendou medidas adicionais, em que também entram a revisão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a idosos e a pessoas com deficiência, a transferência da aposentadoria rural da Previdência para a assistência social e mudanças no regime previdenciário dos militares, com a possível cobrança de contribuição sobre pensões e proventos de militares inativos.

Para a Fazenda, o BPC, que paga um salário mínimo a deficientes e a quem tem mais de 65 anos, é menos eficaz que o Bolsa Família na redução da pobreza e tem alto nível de judicialização (questionado com frequência na Justiça). O Orçamento do próximo ano reserva R$ 59,2 bilhões para o BPC, que será pago a 4,9 milhões de beneficiários. Enquanto o Bolsa Família, que paga um valor fixo por dependente e é menor que o salário mínimo, destinará R$ 29,5 bilhões a 13,6 milhões de famílias.

Segundo a Fazenda, o Bolsa Família é o programa mais eficaz para reduzir a pobreza porque 44,3% dos recursos são destinados aos 20% mais pobres da população. A Previdência Social vai na direção inversa: 40,6% dos benefícios pagos vão para os 20% mais ricos, contra somente 3,3% dos recursos para os 20% mais pobres.

FGTS

Por fim, a Fazenda propõe uma reforma no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de modo a usar os recursos do fundo para financiar parcialmente o seguro-desemprego e aumentar a rentabilidade das contas, que atualmente pagam 3% mais Taxa Referencial ao ano, mais participação nos lucros. A pasta também sugere a extinção do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), que financia projetos escolhidos pelo governo e foi foco de corrupção nos últimos anos, por entender que a livre alocação de recursos é mais eficiente.

Agência Brasil

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Jornalismo

Torre Eiffel e Museu do Louvre fecharão no sábado por protestos de coletes amarelos

Se a quantidade de museus e monumentos parisienses fechados no próximo sábado (8) e o efetivo policial mobilizado em toda a França nessa data forem termômetros razoáveis do que esperar da quarta jornada de protestos dos “coletes amarelos”, fica evidente que se acumulam sinais de apreensão.

Nesta quinta (6), a empresa que administra a Torre Eiffel anunciou que ela ficará fechada ao público no dia da manifestação. O Museu do Louvre, outro ímã de turistas, tampouco acolherá visitantes.

A lista de instituições culturais que não abrirão suas portas inclui outros endereços muito procurados, como o museu d’Orsay (que abriga atualmente uma mostra popular de Picasso), o Grand Palais (com exposições igualmente populares de Miró e em torno da música de Michael Jackson, as duas sedes da Ópera de Paris e as Catacumbas da capital francesa, outro programa adorado por locais e estrangeiros.

O Arco do Triunfo, cuja área expositiva interna foi invadida, vandalizada e saqueada no ato do último sábado (1º), segue fechado por tempo indeterminado.

Nesta quinta-feira (6), jovens estudantes bloquearam o acesso a mais de 200 escolas de ensino médio por todo o país e houve confrontos entre manifestantes e a polícia. Cerca de 700 alunos foram detidos, segundo a imprensa francesa.

O primeiro-ministro Edouard Philippe anunciou na noite desta quinta, na bancada do equivalente francês do Jornal Nacional, que 89 mil agentes de segurança estão convocados para atuar em todo o país, 8.000 deles em Paris (ou seja, quase o dobro do contingente que foi às ruas da capital no dia 1º).

Além disso, 12 blindados serão usados, um expediente a que raríssimas vezes se recorre na França.

Mais cedo nesta semana, o ministro do Interior, Christophe Castaner, havia dito que o plano de ação das forças policiais seria revisto. No último sábado, elas monitoraram grupos de manifestantes a distância, em vários momentos recorrendo a bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para conter movimentações entendidas como violentas.

A ideia agora é aumentar a mobilidade dos batalhões e ir para o corpo a corpo, o que aumenta o risco de ferimentos dos dois lados.

“Acredito no bom senso dos franceses que viram o gesto de apaziguamento feito pelo governo”, afirmou na televisão Philippe, referindo-se à suspensão –inicialmente por seis meses, e mais tarde estendida até o fim de 2019— do reajuste de uma taxa sobre combustíveis que foi o estopim dos protestos. “Agora, é preciso sentar à mesa [de negociações].”

Durante a entrevista, ele apresentou uma terceira versão do recuo governamental, dizendo que o tributo, concebido para financiar a transição energética do país para fontes limpas, estava anulado.

Além de museus, estabelecimentos comerciais foram instados a baixar as portas no próximo sábado, sobretudo os situados no chique 16º distrito da capital (em torno do Arco do Triunfo), onde vândalos destruíram agências bancárias, quebraram vitrines de cafés e lojas e atearam fogo a carros na terceira jornada de manifestações.

A Prefeitura de Paris e a polícia local pediram também a empreiteiras que retirassem de canteiros de obras ferramentas e materiais que pudessem ser pilhados e posteriormente utilizados para alvejar o patrimônio público e propriedades particulares.

Também para evitar mais confusão, vários jogos do Campeonato Francês programados para o sábado foram adiados.

Já as marchas pelo clima convocadas em 120 cidades francesas para o dia 8 (coincidindo com a realização, na Polônia, da conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas) estão mantidas, mas ao menos o ato parisiense teve seu percurso revisto, a fim de afastá-lo do perímetro em que devem circular os “coletes amarelos”.

Folhapress

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Polícia

Homem é preso por filmar mulher de saia no metrô com celular em buraco de mochila

Um taxista de 24 anos foi preso na manhã de quarta-feira (5) no metrô de São Paulo sob suspeita de gravar com o celular as partes íntimas de uma assistente administrativa de 32 anos.

O caso ocorreu entre as estações Anhangabaú e República, na linha 3-vermelha, por volta das 8h30. O taxista colocou um celular na parte da frente da mochila, onde tem um buraco, permitindo assim a gravação.

Segundo a polícia, ele colocou a mochila rente ao piso do trem, perto das pernas da vítima, para poder captar as imagens. A assistente administrativa vestia uma saia um pouco acima do joelho.

Um analista de sistemas de 36 anos, que estava ao lado, percebeu a filmagem e avisou a vítima. Na estação República, um segurança do metrô foi chamado e o suspeito foi detido.

No Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano), na Barra Funda, o taxista admitiu a gravação e alegou que produzia as imagens para satisfazer seu fetiche.

A mochila e o celular foram apreendidos. De acordo com a polícia, suspeita-se que Alves estava agindo da mesma forma havia pelo menos uma semana.

Folhapress

Opinião dos leitores

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Diversos

Por unanimidade dos associados, Kaleb Freire é aclamado comodoro do Iate Clube do Natal

Os advogados Kaleb Freire e Pedro Siqueira foram aclamados na noite desta quinta-feira (6) comodoro e vice, respectivamente, do Iate Clube do Natal.

O comodoro Kaleb Freire já vem fazendo um trabalho bastante elogiado pelos sócios do Iate Clube e agora fica no posto para o triênio 2019-2021. Não houve chapa concorrente e ele foi escolhido novamente para o cargo à unanimidade dos associados que votaram.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns amigo. Serviço reconhecido. Que venha mais 03 anos e nosso Iate Clube sempre melhor para o natalelense.

  2. Parabéns amigo. Serviço reconhecido. Que venha mais 03 anos e nosso Iate Clueb sempre melhor para o natalelense.

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Educação

Criador do Escola sem Partido quer mudar proposta na Câmara

Foto: Jornal Livre

O fundador do movimento Escola sem Partido, o procurador de Justiça de São Paulo Miguel Nagib, foi à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (6) pedir que o relator do projeto de lei que recebeu o mesmo nome, deputado Flavinho (PSC-SP), retire do texto a proibição para tratar de questões de gênero nas escolas.

Hoje haveria mais uma tentativa de votação do substitutivo apresentado por Flavinho na comissão especial que discute a matéria na Câmara, mas isso não ocorreu. Nagib, então, encontrou o parlamentar no plenário da Casa e teve com ele uma breve conversa no café do local. A intenção era ter uma reunião formal, mas o deputado embarcaria em voo para São Paulo.

“O substitutivo tem artigos que se contradizem; está errado, não pode ficar assim. Eu acho que essa lei não pode proibir conteúdos, nem questão de gênero, ela deve estabelecer que seja qual for o conteúdo, ele tem que ser apresentado sem dogmatismo, sem proselitismo, que são abordagens próprias da religião”, disse Nagib à Agência Brasil.

O tempo está cada vez mais apertado para que o projeto seja aprovado na atual legislatura, o que é o desejo daqueles que são favoráveis ao texto. Já aqueles que são contrários, querem que o projeto seja arquivado, o que ocorrerá caso a aprovação na comissão especial não seja ainda este ano. Nagib acredita que a supressão do artigo que trata de gênero vai facilitar a aprovação.

Nagib explica que o próprio substitutivo estipula, no Artigo 2º, que o Poder Público “não se imiscuirá no processo de amadurecimento sexual dos alunos nem permitirá qualquer forma de dogmatismo ou proselitismo na abordagem das questões de gênero”.

Depois, ressaltou o procurador, o texto apresenta uma contradição, no artigo 6º, quando diz: “A educação não desenvolverá políticas de ensino, nem adotará currículo escolar, disciplinas obrigatórias, nem mesmo de forma complementar ou facultativa, que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’.”

Após a conversa, deputado Flavinho disse que irá analisar a possibilidade de mudança na redação, mas que não abre mão da proibição de que escolas tratem de orientação sexual. “Questão de orientação sexual, questões de gênero, que são questões filosóficas, ideológicas, não são permitidas de serem tratadas no ambiente escolar, se não for de forma científica. Como não há ciência sobre isso, ele [o substitutivo] impõe uma limitação para o trato da questão”, diz.

Ele acrescenta, no entanto, que não há proibição “de se tratar de questões da sexualidade, dentro do ambiente próprio, da faixa etária própria. Não há nenhuma proibição como essa no substitutivo”.

Discussões acaloradas

As discussões do projeto de lei que conta com o apoio do presidente eleito, Jair Bolsonaro, têm sido acaloradas na Câmara dos Deputados. São frequentes os bate-boca tanto entre parlamentares quanto entre manifestantes pró e contra o texto que acompanham as sessões.

O embates ultrapassam o Congresso Nacional. No país, são diversos os movimentos de ambos os lados. Do lado favorável, estudantes têm sido incentivados a gravarem aulas de professores e pais a denunciarem os docentes. Do lado contrário, no mês passado, o Ministério Público Federal expediu recomendações para pôr fim a ações arbitrárias contra professores. Entidades educacionais também se mobilizaram criando o movimento Escola com Diversidade e Liberdade e lançando um Manual de Defesa contra a Censura nas Escolas.

O projeto de lei surge para evitar que professores usem do espaço da sala de aula para doutrinar os estudantes. Um dos pontos controversos, no entanto, é que não está claro o que poderia ser enquadrado nessa doutrinação.

Para Nagib, a ciência tem que ser prioridade na sala de aula e os assuntos devem se tratados dos mais diversos pontos de vista. “Onde houver mais de um ponto de vista relevante, contemplado pela bibliografia, o aluno tem direito de saber, não é justo professor suprimir, omitir do estudante, uma perspectiva que tem peso”.

Segundo Nagib, os professores têm o dever, por exemplo, de ensinar a teoria da evolução aos alunos. “Caso um aluno fale que acredita em criacionismo, o professor tem que, respeitosamente, dizer que isso não é ciência, é religião. ‘Você tem todo o direito de acreditar nisso e não pode ser ridicularizado, mas o que eu tenho o dever de ensinar a você é a teoria da evolução’”, defende e é taxativo: “Quando um professor vai com camiseta com Lula ou do Bolsonaro, esta é uma prática ilegal”.

O posicionamento de Nagib, no entanto, não é consenso entre os apoiadores. Alguns acreditam que gênero não deve ser abordado nas escolas de maneira nenhuma, como defende Flavinho, ou que criacionismo deve ser lecionado.

Contrário à proposta, o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que representa diversos movimentos educacionais, Daniel Cara, diz que, se aprovado, o projeto irá “prejudicar gravemente a qualidade da educação”, disse, acrescentando: “Porque um professor não vai conseguir lecionar sob um tribunal ideológico ou moral. Ele não vai conseguir lecionar sob o medo. Vai tornar o ambiente escolar tão instável, que mesmo os professores que são conservadores vão começar a atuar contra o Escola sem Partido. Isso já está acontecendo”.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Queria saber quando teremos também uma Justiça sem Partido?
    As eleições atuais comprovaram que o vencedor teve sucesso impulsionado pelas Igrejas com Partido, pois se as Escolas fossem tão poderosas como querem nos fazer pensar, não tínhamos eleito um bando de ignorantes que mesmo antes da posse já estão se digladiando numa briga gigante de egos e vaidades por nacos de poder.
    Igrejas com Partido fazem a diferença e ajudam a lavar dinheiro da política sem se incomodar em prestar contas.

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