A quantia R$ 3 mil reais em dinheiro foi encontrada dentro de uma cela do Complexo Penal Regional de Pau dos Ferros, localizado a 390 quilômetros de Natal, durante vistoria nessa terça-feira (19) realizada pela corregedoria da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado (Sejuc).
Diante da entrada do dinheiro proibida em presídio, ocaso está sendo apurado pela Comissão Especial de Procedimento Administrativo da Sejuc.
A Latam demitiu nesta quarta-feira o funcionário Felipe Wilson, envolvido em um vídeo machista com russas durante a Copa do Mundo. O UOL Esporte confirmou o desligamento com fontes ligadas à empresa.
Wilson participou de uma gravação na qual pede para três russas repetirem uma frase de baixo calão em português. Nas imagens, os dois homens incentivam as mulheres a falar: “eu quero dar a b… para vocês”.
Consultada pela reportagem desde a última terça, a Latam ficou incomodada com a postura do funcionário, que atuava como supervisor de aeroportos. Nesta manhã, a companhia aérea divulgou um novo comunicado para tratar sobre a saída do funcionário.
“A LATAM Airlines Brasil repudia veementemente qualquer tipo de ofensa ou prática discriminatória e reforça que qualquer opinião que contrarie o respeito não reflete os valores e os princípios da empresa. A partir deste pressuposto, a companhia informa que tomou as medidas cabíveis, conforme seu código de ética e conduta”, escreveu.
São pelo menos três casos de vídeos machistas divulgados desde o início do Mundial. Nesta quarta-feira, uma nova filmagem mostra um brasileiro agindo de maneira semelhante ao pedir para uma russa falar “você vai dar para todo mundo de Montes Claros.”
Os casos podem se tornar um problema jurídico no país-sede da Copa do Mundo. A jurista Alyona Popova entrou com uma denúncia após recolher assinaturas em uma petição que recrimina o ato de alguns brasileiros no país.
Tô aqui de boas esperando deitado a repercussão sobre o assédio sofrido pelo repórter do Sportv, que foi interrompido no meio de uma transmissão ao vivo. O coitado foi cercado por um bando de mulheres (certamente querendo vingança pela história da B** rosa), que o abraçaram e o beijaram. Até quando a sociedade vai tolerar esse tipo de assédio e humilhação aos homens de bem e trabalhadores? Isso não pode passar impune! Exijo um pronunciamento da Fifa, da Associação Brasileira de Imprensa, da OAB…
Não suporto funk tampouco sertanejo. A música tem-se a opção de escutar ou não. O que ocorreu na Rússia foi uma total falta de respeito que, para alguns homens, parece normal, é a única forma de enxergar as mulheres.
Esses vídeos de mal gosto publicados na copa seriam, realmente, piores que a letras de muitas músicas que temos no Brasil? Vamos colocar na balança e acabar com essa hipocrisia provocada pelas mídias sociais. Tem muito letra de música sendo divulgada e colocada nos rádios que são 1000 x pior os vídeos de alguns sem noção.
E? Uma coisa não anula a outra! Uma coisa é você escutar a música e aceitar a ofensa, outra coisa é você expor uma mulher que nem entende o que está se passando, ridicularizando-a. Ninguém tem o direito de fazer esse tipo de coisa por que ver o péssimo exemplo em casa"
As letras são de mau gosto sim Marcos e também acho que estão exasperando o episódio. Contudo, o fato ocorrido na Rússia expõe e ofende as mulheres que aparecem nos vídeos, enquanto as músicas possuem conteúdo que ofende de forma difusa. Se você se esforçar mais um pouco talvez consiga compreender essa diferença.
A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular lançou campanha nacional para alertar sobre os riscos de se submeter à escleroterapia, um tratamento comum contra varizes, sem o devido acompanhamento médico. De acordo com o diretor da associação e cirurgião vascular Francesco Botelho, muitas pessoas procuram profissionais não médicos para fazer o tratamento, popularmente conhecida como “aplicação”.
Ao buscar profissionais que não sejam médicos para tratar a doença, o paciente “corre risco de sofrer consequências sérias”, segundo o médico. “Pode haver complicações, que variam desde a insatisfação estética com o resultado até ameaça à integridade física, trombose, embolia pulmonar, gangrena, infecções e reações alérgicas graves”.
O médico disse ainda que mesmo antes de se submeter ao tratamento, é importante passar por uma avaliação médica, porque apenas o especialista pode indicar o procedimento adequado, depois de fazer um diagnóstico correto do grau da doença. Há situações em que é necessário um procedimento cirúrgico para resolver o problema.
De acordo com a sociedade, 35,5% da população brasileira têm varizes, uma doença que pode gerar complicações como trombose, úlceras, dores e inchaço.
A campanha também está alertando para outro tipo de tratamento, chamado de ozonioterapia, que usa ozônio para lidar com as varizes. De acordo com a associação médica, não há qualquer embasamento científico sobre a eficácia ou segurança desse tipo de tratamento e o Conselho Federal de Medicina, inclusive, já emitiu nota de repúdio ao projeto de lei que autoriza a ozonioterapia.
A 15 dias atras comecei a sentir uma dor forte na pantorrilha esquerda com característica parecida com cambra , fui orientado a procura o angiologista que de imediato pediu um doppler o que constatou o trombo ,e me encaminhou para um cirurgião que não recomendou a fazer a cirurgia de imediato,pois o vaso esta completamente obstruído, Estou muito preocupar e procurando uma orientação precisa do meu caso. Gostaria de enviar as imagens com os laudos para uma avaliação ,e a orientação do que devo fazer . tenho 64 anos , sempre tive níveis de lipídios bastante altos triglicerídios sempre acima de 1.000 chegando 2.600, colesterol entre 400 e 600 ,tomei um medicamento prescrito por uma cardiologista CIPROFIBRATO DE 100mg. o que reduziu drasticamente para 214 em menos de 90 dias.
posso envia estas imagens para uma analise do meu caso?
Os diferentes graus de esquerdas que atuam no Brasil andam se estranhando há muito tempo.
O ranço que o PSTU tem pelas demais legendas do espectro ideológico é conhecido e nesta quarta-feira (20) houve até citação à atuação do PSOL no RN para aprofundar as queixas.
Na série de entrevistas que o jornal Folha de S.Paulo vem fazendo com os pré-candidatos a governador de Sâo Paulo, o sindicalista Toninho Ferreira (PSTU) chamou o PSOL de ‘PT piorado’, citando a atuação do partido no Rio Grande do Norte.
“Acho que o PSOL é mais do mesmo, diferente de nós. Mas o que o PSOL pensa? Na verdade é um guarda-chuva, tem de tudo. No Rio Grande do Norte vão lançar um empresário a governador”, afirmou Toninho à Folha.
Ao avaliar abrangentemente o partido, o sindicalista cravou: “É um PT piorado. Muito pior do que quando o PT começou. Pega o que diz hoje o Guilherme Boulos [pré-candidato à Presidência pelo PSOL]. Qual a proposta efetiva dele, na essência?”
No RN, o PSOL deverá lançar o professor e empresário Carlos Alberto Medeiros à disputa majoritária do Executivo. Carlos vem dos quadros do PT, com quem rompeu por discordâncias ideológicas.
Realmente o país é um pttd piorado, veja no nosso caso, tivemos até um mensalinho. Já o Patu, nado nado e morreu na Praia, primeira oportunidade que teve, forjou eleição do simdsaude na queima de votos. Já dentro da conlutas sua direção deixou dúvidas que nunca foram prestados conta. Portanto é o sujo falando do mal lavado. E dos PTtalhas não precisa falar.
Realmente o psol é um pt piorado, veja no nosso estado, tivemos até um mensalinho. Já o Pstu, nado nado e morreu na Praia, primeira oportunidade que teve, forjou eleição do sindsaude na queima de votos. Já dentro da conlutas sua direção deixou dividas que nunca foram prestados conta. Portanto é o sujo falando do mal lavado. E dos PTtalhas não precisa falar.
Eles estão na faixa dos 20 anos, são saudáveis, descomplexados e têm toda a liberdade para viver como desejam sua vida sexual.
A média da idade da primeira relação sexual continua a mesma há décadas: 17 anos. Mas, segundo vários estudos americanos, a atividade sexual dos “millenials” ou da famosa geração Y – pessoas nascidas a partir dos meados dos anos 90– vem diminuindo em relação aos jovens das décadas anteriores.
Segundo um estudo das universidades de São Francisco, na Califórnia, e de Widener, na Pensilvânia, em média, jovens americanos têm hoje 53 relações sexuais por ano, no lugar de 65 relações sexuais por ano, na década de 90.
Já a revista “Archives of Sexual Behavior” aponta que 15% dos jovens americanos com idades entre 20 e 24 anos não tiveram nenhum parceiro sexual desde os 18 anos – situação que na década de 60 era registrada com apenas 6% das pessoas nesta mesma faixa etária.
Essa baixa da atividade sexual é preocupante? O sexólogo Philippe Arlin é cético quanto à queda da atividade sexual da geração Y.
Para ele, mesmo que também haja registro sobre esse fenômeno na França, a vida sexual dos jovens pode ter perdido em termos de quantidade, mas está cada vez melhor.
“Há mais qualidade, menos obrigações a serem cumpridas, mais respeito entre os parceiros – digo isso principalmente sobre as relações entre homens e mulheres -, e sem dúvida, há mais liberdade”, afirma.
Estudos franceses apresentam resultados similares aos dos americanos, embora, como lembra a sexóloga e psicoterapeuta Mari-Line Lassagne, seja impossível fazer uma análise geral do comportamento dos jovens ocidentais. “A cultura americana não é a mesma que a francesa, por exemplo.
Mesmo que todos esses jovens sejam ocidentais, há diferenças sociais nesses países que levam a experiências distintas na descoberta da sexualidade”, sublinha.
Para a especialista, no entanto, é inegável que todas as transformações vividas pela sociedade implicam em mudanças comportamentais e, consequentemente, na vida sexual dos indivíduos.
Por outro lado, Lassagne recusa a tratar essas mudanças como um problema. Para ela, esses são fenômenos relacionados à evolução do modelo de família, à luta pela igualdade entre os sexos e pela maior liberdade de expressão e à emergência das novas tecnologias.
Sexo não é mais objetivo de vida
Para o estudante franco-brasileiro Guilherme, de 21 anos, há menos tabus hoje em relação ao sexo, tema que conversa abertamente com os amigos, embora, ressalte: “não frequentemente”.
“As proibições e obrigações em torno da sexualidade, antigamente, talvez tornassem a prática sexual em um objetivo de vida dos jovens, mas hoje a situação é outra”, observa.
De fato, como lembra Lassagne, o sexo tinha outro significado para as gerações anteriores, quando as pessoas se casavam, formavam família e tinham filhos mais cedo.
A sexóloga lembra que os jovens de hoje também estudam por mais tempo e a pressão por uma carreira profissional de sucesso é maior, o que leva os jovens a focalizarem sua energia em outras prioridades além das relações afetivas e sexuais.
A situação não é menos complexa, no entanto. Guilherme nota, por exemplo, que as relações de amizade entre as pessoas do sexo oposto são muito mais comuns e menos sexualizadas hoje.
“O problema é que, às vezes, as pessoas não se dão conta que nessas relações pode existir uma atração”, reitera. Segundo o estudante, embora exista hoje uma maior facilidade para o sexo, há uma certa dificuldade de identificar potenciais parceiros.
A influência das novas tecnologias
A vida sexual dos jovens também não escapa da influência das novas tecnologias. Das plataformas e aplicativos online de encontros à facilidade de acessar conteúdos pornográficos, eles têm acesso a um outro universo inexistente para as gerações anteriores e que nem sempre tem consequências positivas.
Guilherme conta que é comum adolescentes acessarem facilmente conteúdos pornográficos online e, posteriormente, se decepcionarem com a experiência na vida real.
Ao mesmo tempo, “fala-se tanto de sexo hoje e insiste-se tanto na ideia de que pornografia não é real que essa influência até pode prejudicar os mais jovens durante um determinado período da vida deles, mas eles acabam por perder o interesse nesse tipo de conteúdo mais tarde”, ressalta.
Já a estudante Fanny, de 22 anos, reclama da falsa facilidade de encontrar parceiros em plataformas de encontro “com apenas um clique”. “Não sou fã desse conceito virtual que julga o físico como se nós fôssemos uma espécie de supermercado. Mas quando não estou namorando, acontece de eu utilizar alguns aplicativos para conhecer e encontrar pessoas”, diz.
A garota reconhece que os jovens perdem muito tempo online e nas redes sociais, mas não acredita que isso possa influenciar a quantidade de relações sexuais.
“É verdade que encontramos menos facilmente potenciais parceiros de maneira real, muito ocupados que somos por nossos celulares. Mas, ao mesmo tempo, passamos muito mais templo nos aplicativos de encontro conversando com as pessoas. O sexo se tornou menos natural ou espontâneo, eu diria. No sentido de que, como o encontro é menos natural, prevemos que ele pode evoluir mais facilmente ao sexo. Mas, enfim, nunca transei com alguém que conheci em um bar, por exemplo”, conta.
O depoimento de Fanny se enquadra nas avaliações dos sexólogos sobre uma preocupação da Geração Y por uma vida sexual mais baseada na qualidade do que na quantidade.
“Não dou uma importância absurda ao sexo. Depois que rompi o relacionamento com meu último namorado, minha vida sexual virou um deserto (8 meses sem relações sexuais, para ser honesta). Tinha vontade, mas não queria que fosse de qualquer jeito, com qualquer um. Dou muita importância ao sexo quando estou com alguém, ele é essencial para que tudo se passe bem no casal. Ele é extremamente importante para o estado da relação”, reitera.
Mas nem tudo são flores. Sem rodeios e com muita sinceridade, ela não esconde certas decepções com suas primeiras experiências, a pressão do círculo de amigos sobre a perda da virgindade – que escondeu do namorado por insegurança– e o pudor que ainda reina em algumas famílias sobre o sexo.
“Vejo que as mentalidades começam a evoluir, talvez porque eu evoluo junto a outros jovens que também são abertos sobre essas questões”, diz.
A quantificação da vida sexual
Embora não descarte a seriedade das pesquisas sobre a questão, Lassagne não acredita que a evolução dos comportamentos sexuais possa ser medidas com estatísticas. “Cada um desses jovens é um ser humano e tem um ritmo próprio”, sublinha.
A estudante Ana, de 22 anos, tem, por exemplo, uma concepção muito mais ampla do sexo do que as abordadas nas pesquisas. Ela lembra, por exemplo, que a vida sexual não se limita à penetração vaginal, e se diz incapaz de hierarquizá-la em relação aos estudos ou à carreira profissional.
“Eu considero o sexo bem importante, sobretudo na vida de um casal, mas também não coloco a vida sexual acima de outras coisas.”
Para ela, que nos últimos anos teve relacionamentos monógamos e estáveis, tudo ocorre “de modo muito livre e natural, agradável e sem muita neura”. “Eu me sinto totalmente livre de viver minha vida sexual como eu bem entender”, reitera.
Ela lembra que a frequência de suas relações sexuais oscila em relação a outros incidentes e acontecimentos em sua vida.
“Nesse último ano certos eventos marcaram minha relação com meu companheiro de forma que minha vida sexual é, no momento, bem menos ativa do que antes. Então hoje em dia eu diria que essa frequência não é satisfatória e se limita à poucas vezes por mês, mas antes era de uma a várias vezes por semana”, revela, sem nenhum pudor.
Lassagne acredita que a baixa quantidade ou a ausência das relações sexuais em determinados períodos da vida não significa uma ausência de desejo sexual.
“O desejo pode sempre existir, mas, por inúmeros motivos, pode não ser concretizado”, salienta.
Além disso, acredita que é apenas devido à liberdade que existe hoje para abordar abertamente questões relacionadas ao sexo que, como Ana, as pessoas podem falar sinceramente sobre a questão.
Arlin não esconde seu otimismo em relação à vivência sexual da geração Y.
“Estamos em uma época de transformação. Efetivamente, a sexualidade dos jovens, seja ela mais ou menos abundante, se diferencia das décadas passadas. Há mais igualdade e liberdade entre os sexos, ainda que haja um longo caminho a percorrer. Mas, apesar de tudo, vejo que a sexualidade está melhorando e precisamos saber enxergar essa evolução”, conclui.
A permissão para que advogados tenham porte de arma de fogo é um tema que será discutido nesta quarta-feira na seccional do Rio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ). O debate é organizado pela Comissão de Enfrentamento à Violência contra Advogados. A autorização para esses profissionais andarem armados está prevista no projeto de lei número 704, que tramita na Câmara dos Deputados há três anos, mas que está parado desde outubro de 2017.
O debate na sede da OAB começará às 17h. Segundo o presidente da comissão, o advogado Alexandre Ayres, o objetivo é discutir os pontos positivos e negativos do projeto e informar o resultado desse encontro à presidência da entidade.
— A OAB-RJ não tem uma posição sobre o tema. O conselho federal da entidade é que está acompanhando isso de perto. Vamos comunicar o conteúdo do debate à presidência da OAB, e ela decide de que forma vai se posicionar. Mas não podemos deixar de discutir o assunto. Tabu é não debater isso — afirmou Ayres.
ALTERAÇÃO NO ESTATUTO DA CATEGORIA
O projeto de lei que propõe alterar o Estatuto da Advocacia para incluir a permissão do porte de arma é do deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB). Essa autorização, no entanto, não seria concedida a todos os profissionais e estaria condicionada a regras do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo.
No texto do projeto, o deputado, que é advogado, com base no princípio da isonomia, defende que a categoria tenha os mesmos direitos de juízes e promotores, que podem andar armados. Benedet afirma que a profissão de advogado tem riscos como as de magistrados e membros do Ministério Público (MP). “Deste modo, resta evidente que a digna profissão do advogado, profissional responsável pela manutenção e pela administração da justiça, que, não raras vezes, sofre atentados à vida, à família, à inviolabilidade de seu lar, é merecedora de tal incumbência legal, qual seja, o porte de arma de fogo para defesa pessoal”, escreveu o parlamentar.
Na proposta apresentada à Câmara, Ronaldo Benedet afirma ainda que o Estatuto da Advocacia foi omisso em relação ao porte de arma de fogo para os profissionais. Ele frisa que seu projeto foi elaborado para garantir as prerrogativas legais do exercício da profissão. Segundo o político, caberá a cada advogado decidir se vai andar armado ou não. “É importante ressaltar que o porte de arma de fogo para defesa pessoal não é obrigação e sim faculdade”, destacou.
EMENDAS MUDARAM O TEXTO
O projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados em 12 de março de 2015. Pouco mais de um ano depois, o texto foi aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, mas foram propostas duas emendas para alterar o texto. Uma delas é para que a autorização conste do Estatuto do Desarmamento. A outra prevê que a autorização seja apenas para advogados que não estejam licenciados.
Desde outubro do ano passado, o projeto está parado na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. O relator, deputado Alceu Moreira (PMDB), já deu parecer favorável, que precisa ser aprovado pelos outros integrantes. Procurada, a assessoria da Câmara dos Deputados afirmou que ainda não há previsão para que o texto seja colocado em pauta. Após passar pelas comissões, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo plenário. Em seguida, seguirá para o crivo do Senado. Por fim, precisará ser sancionado pelo presidente Michel Temer.
….segundo a constituição de 88, o advoado é essencial à justiça assim como juízes e promotores. Se estes tem porte assegurando pela lei, o advogado deve ter o mesmo direito.
Muito bom. Decisão sensata. Vou me preparar para tirar o porte e comprar a minha pistola. Parabéns ao Poder Legislativo e a atuação da OAB
Camisa 10 do Brasil supera Cristiano Ronaldo e Messi como o atleta mais citado na plataforma durante primeira rodada da #Copa2018
Com o término da primeira rodada de jogos do Mundial na Rússia, o Twitter realizou um levantamento para identificar quais os jogadores da #Copa2018 foram mais mencionados na plataforma globalmente durante os seis primeiros dias do torneio. O brasileiro Neymar lidera a lista, seguido pelo português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o também brasileiro Philippe Coutinho. O levantamento considera Tweets publicados em todo o mundo desde a última quinta-feira (14), data da primeira partida da #Copa2018.
Confira abaixo a lista dos 10 jogadores da #Copa2018 mais mencionados no Twitter globalmente até o momento:
Portugal foi pressionado por Marrocos, mas conseguiu vencer por 1 a 0, com gol de Cristiano Ronaldo, nesta quarta-feira (20), no estádio Luzhniki. É a primeira vitória portuguesa na Copa da Rússia.
A seleção marroquina teve 15 finalizações contra nove dos portugueses. Com a derrota, o Marrocos está fora da Copa do Mundo.
Mais um do CR7
Cédric cobrou escanteio curto para João Moutinho, que cruzou certeiro para Cristiano Ronaldo fazer o primeiro gol do jogo.
Foi o quarto gol do atacante na Copa da Rússia. Ele marcou de pé esquerdo, direito, de falta e de cabeça.
Como parar CR7? Aos nove minutos, Guerrero tocou para Cristiano, que chutou cruzado e a bola passou pertinho do gol marroquino.
Marrocos não desistiu
O Marrocos não aceitou a supremacia portuguesa e foi para o ataque também. Já que a derrota significa dar adeus à Copa.
Depois de cobrança de escanteio, Benatia cabeceou para o chão e Rui Patrício defendeu.
Aos 19 minutos, Dirar recebeu na área e cruzou. João Moutinho afastou.
Ziyach tentou de fora da área e Rui Patrício defendeu em dois tempos, aos 23 minutos.
Cristiano Ronaldo teve a chance de ampliar o placar numa cobrança de falta, mas o a bola ficou na barreira.
Quando o melhor do mundo não marca, ele deixa para o companheiro tentar. Aos 39 minutos, CR7 deixou Gonçalo Guedes na cara do gol, para fazer o segundo de Portugal. O goleiro El Kajoui espalmou de um jeito estranho para pequena área e a zaga afastou.
A última chance de gol do primeiro tempo foi do Marrocos. Aos 48 minutos, depois de cobrança de falta, Belhanda desvia de cabeça e Benatia passou perto da bola e quase desviou.
Segundo tempo
Portugal voltou para resolver o jogo. Aos 3 minutos, Guerrero cobrou escanteio e José Fonte cabeceou para fora.
Aos seis minutos aconteceu um lance estranho na partida, Cristiano Ronaldo perdeu gol… João Mário recebeu com liberdade e tocou para trás para Gonçalo Guedes. O Atacante ajeitou e encontrou CR7 sozinho e ele bateu forte para fora.
Mas Marrocos não deixou Portugal dominar a partida e continuou no ataque. Rui Patrício apareceu.
Aos 10 minutos, Belhanda recebeu na área e chutou. O goleiro português pegou.
Dois minutos depois, Zyiach cobrou falta e Belhanda cabeceou para o chão e Rui Patrício dez uma grande defesa.
Aos 23 minutos, Ziyach tentou cobrar falta colocada e a bola passa por cima do gol. Aos 33 minutos, Ziyach, novamente, cobrou falta e Benatia mandou para fora.
Aos 40 minutos, Cristiano Ronaldo teve um ótima oportunidade em uma cobrança de falta na entrada da área, mas a cobrança ficou na barreira.
Próximos jogos
No dia 25, Portugal enfrenta o Irã, em Saransk, e a Espanha pega Marrocos, em Kaliningrado, no encerramento do Grupo B.
Ficha técnica
20/6 – Estádio Luzhniki (Moscou)
PORTUGAL 1 x 0 MARROCOS
Árbitro: Mark Geiger (Estados Unidos); Público: 78 011; Gol: Cristiano Ronaldo 4 do 1º; Cartões amarelos: Adrien Silva (Portugal); Benatia (Marrocos)
PORTUGAL: Rui Patrício, Cédric, Pepe, Fonte e Raphael Guerreiro; William Carvalho, João Moutinho (Adrien Silva 44 do 2º), Bernardo Silva (Gelson 14 do 2º) e João Mário (Bruno Fernandes 25 do 2º); Gonçalo Guedes e Cristiano Ronaldo. Técnico: Fernando Santos
MARROCOS: El Kajoui, Dirar, Benatia, Manuel da Costa e Hakimi; El Ahmadi (Fajr 41 do 2º), Boussoufa, Nordin Amrabat, Belhanda (Carcela 30 do 2º) e Ziyach; Boutaib (El Kaabi 25 do 2º). Técnico: Hervé Renard
A situação de Neymar ganhou mais tranquilidade nesta quarta-feira. A CBF informou que o atacante participou do treino com o grupo da Seleção Brasileira sem restrições, no dia seguinte a deixar a atividade mancando e com dores no tornozelo direito. O treino não foi aberto à imprensa.
Em sua conta no Twitter, a CBF publicou três fotos de Neymar fazendo atividades com os companheiros, inclusive com bola. A entidade já havia avisado que essa era a programação do craque para esta quarta. Assim, ele deve viajar com o grupo nesta noite para São Petersburgo, onde o Brasil encara a Costa Rica na próxima sexta-feira.
Neymar sofre com dores no tornozelo direito desde a estreia contra a Suíça, quando recebeu dez das 19 faltas da Seleção no jogo. Desde então, tem feito tratamento. Na terça, deu susto ao deixar o treino no início mancando e com dores no tornozelo após leve contato com a bola. Mas a CBF insistiu que não era preocupação e que o atacante seguiria a programação normal.
É uma situação incomum na carreira do atleta, que quase nunca sofreu com problemas físicos. Esse ano, operou o dedinho do pé direito e ficou três meses fora. A primeira lesão séria foi justamente na Copa de 2014 no Brasil, quando teve a coluna fraturada após uma joelhada nas costas do colombiano Zuñiga.
A Seleção Brasileira embarca para São Petersburgo às 16h30 (de Brasília) e deve chegar por volta de 19h30 na cidade. Treina nesta quinta-feira no estádio da partida e enfrenta a Costa Rica no domingo às 9h.
Quatro policiais fardados se aproximam de uma represa em uma madrugada de inverno na zona sul de São Paulo. Um deles entrega sua arma e o coldre a um colega e caminha, então, em direção à água.
O jovem soldado da Força Tática (policiamento ostensivo) entra na poluída represa Billings, em meio a garrafas plásticas e lixo flutuando, enquanto bate os dentes de frio. A água já está na altura de sua cintura e a sensação é de que suas pernas adormeceram, mas seus colegas de profissão só ficam satisfeitos após ele mergulhar e voltar encharcado. Com a farda completamente molhada, ele se apresenta ao comandante e trabalha assim durante todo o seu plantão.
Conhecido como “pagar banho”, esse é um dos castigos aplicados com maior frequência nos batalhões e pelotões de elite das polícias civil e militar do Brasil, como a Tropa de Choque paulista e o Bope no Rio. Ocorre quando policiais cometem erros classificados como leves, como passar uma coordenada ou código errado à tropa por rádio ou olhar para uma mulher durante patrulha na rua.
Há uma variedade de outras punições físicas aplicadas definidas pelos próprios policiais. Uma delas é conhecida como “chá de manta” – uma espécie de corredor polonês com chutes, socos e golpes de toalhas molhadas nas costas. Os policiais também são castigados com séries exaustivas de flexões no verão, sem direito a água, e até mordidas nas nádegas enquanto são imobilizados por colegas de profissão.
A BBC News Brasil entrevistou mais de 20 policiais militares, civis e bombeiros de diversas patentes diferentes, e todos confirmaram a existência desses castigos. A maior parte conta que já sofreu algum tipo de punição física na corporação. Alguns, porém, concordam com a existência desse código paralelo.
GETTY IMAGES. Policiais da Tropa de Choque de São Paulo são obrigados a tomam banho gelado e trabalhar molhados quando cometem erros
Castigos físicos e psicológicos
Em parte das tropas de elite de São Paulo, como o Choque, as Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) e as Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), policiais são punidos até mesmo por se apoiarem numa parede após horas de trabalho em pé, de acordo com agentes ouvidos pela reportagem. Também não é permitido que eles busquem abrigo ou usem alguma capa em caso de chuva.
Em alguns setores, há ainda os castigos psicológicos – menos comuns entre os policiais de elite. Segundo o relato de um agente penitenciário, há situações em que cães de rua são colocados dentro dos carros de funcionários que cometeram erros. Presos, os animais urinam, defecam e arranham o interior do veículo.
Além das punições por erros cometidos durante o trabalho, há ainda relatos de abusos nas academias de formação de policiais, enquanto os aspirantes à profissão estão se preparando para exercê-la.
Nesta semana, por exemplo, um soldado da Rotam (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas) de Goiás teve um brasão de metal cravado no peito após concluir o curso preparatório e se formar no batalhão especial. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública de Goiás não comentou o caso até a publicação desta reportagem.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, responsável pela maior parte dos casos ouvidos pela BBC News Brasil para esta reportagem, afirmou que “não admite castigos de quaisquer naturezas, especialmente os físicos”, e que “em eventuais casos, a Corregedoria apura com o máximo rigor e, caso sejam comprovadas irregularidades, os envolvidos respondem a processo administrativo disciplinar e penal, que podem levar a punições ou até mesmo à demissão”.
Questionada por mais de uma semana, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo não informou quantas denúncias com esse teor foram recebidas nos últimos anos ou quantos policiais foram punidos por permitir ou participar dessas agressões. A pasta também disse que não seria possível entrevistar o coronel corregedor da Polícia Militar, Marcelino Fernandes, por problemas de agenda.
O ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Domingos Mariano, afirmou que o órgão recebeu duas denúncias de policiais que sofreram trotes agressivos e castigos com banho gelado nos últimos dois anos. Ambas de São José dos Campos, no interior do Estado.
“Eles disseram ser obrigados a tomar banho gelado de manhã, vestir a farda molhada e depois trabalhar. Elas (as denúncias) foram encaminhadas à Corregedoria da PM, que ouviu o comando de policiamento da região, que negou tudo. Nós arquivamos como denúncia não confirmada pelos órgãos apoiadores”, disse.
O ouvidor afirmou ser contra essas agressões e que, a partir dos relatos feitos pela reportagem, vai tratar sobre o assunto com o corregedor.
Ele falou sobre a importância de os policiais denunciarem os abusos, mas pondera que eles sentem medo.
“Eles têm receio de sofrer represálias dentro de suas unidades e de ficarem marcados por fazer esse tipo de denúncia. Agora, se há mais de 20 casos desse tipo como você ouviu, deixa de ser uma questão pontual para ser uma questão geral e que deve ser discutida com o corregedor.”
Pena alternativa
De acordo com policiais militares ouvidos pela reportagem, os castigos funcionam como uma espécie de pena alternativa ao código interno de conduta ética da corporação.
Tais práticas, na opinião deles, viraram um costume irreversível dentro da corporação, uma vez que o policial prefere optar por uma punição física a responder a um processo formal.
Um dos motivos é que, por mais simples que seja, um processo formal pode causar um grande impacto na carreira do policial, já que todas as punições são marcadas no registro funcional – documento que os acompanha durante toda a trajetória militar. No caso de uma futura promoção ou mudança de local de trabalho, esses pontos são decisivos.
GETTY IMAGES. Policiais relatam que preferem sofrer castigos físicos a responder oficialmente por pequenos erros
Um comandante de batalhão explica: “Se o policial trabalha em São Miguel Paulista ou no Grajaú (regiões do extremo leste e sul de São Paulo, respectivamente) e quer ir para uma área nobre como Perdizes ou Higienópolis, ele precisa ter uma pontuação alta. Se ele responder oficialmente por pequenos erros e perder pontos por bobagens, isso vai dificultar muito a vida dele”.
Segundo os agentes, o policial que recebe constantes punições pode sofrer penas tidas como graves, como perder o direito de levar a arma consigo durante a folga, por exemplo. Além de prejudicar a segurança pessoal do agente público, a restrição afetaria o moral do policial, acostumado a portar uma pistola mesmo fora do expediente.
Reflexo nas ruas
Os policiais ouvidos pela reportagem contam que os castigos físicos se tornam parte do cotidiano desde as academias.
Estudantes da Academia de Polícia do Barro Branco de São Paulo relatam que há uma grande pressão psicológica para que o aluno desista de se formar durante os três anos de curso.
Uma aluna afirmou que algumas falhas, como deixar de bater continência a um oficial, deixar de engraxar o coturno ou não passar a roupa corretamente pode levar a penas graves, como detenção durante um fim de semana – o único período em que os estudantes podem voltar para casa.
Esse tipo de prática é aprovada por parte dos oficiais. Um deles, que já comandou um pelotão de Força Tática na zona sul de São Paulo, defende as penas físicas, por exemplo.
“Quando eu estive à frente de um pelotão de Força Tática, eu sabia que isso acontecia e tinha consciência de que era algo para o crescimento do policial. E acho estranho que isso cause sofrimento porque ninguém é obrigado a passar por isso. O banho é uma escolha do próprio policial e quase um gracejo para ele não sofrer as punições formais”, disse um policial militar que hoje atua na zona oeste de São Paulo e pediu para não ser identificado.
Na visão dele, o banho é um reconhecimento do próprio policial de que ele cometeu um erro que poderia ter colocado em risco a vida de seus companheiros. Ele diz que o castigo serve como reflexão. Mesmo em um posto de comando, ele mesmo relata que já “pagou banho” na frente dos outros policiais.
“Certa vez, eu errei em um treinamento e nem precisei falar nada, fui direto para a cachoeira. Não é nenhum demérito, mesmo sendo comandante de pelotão ou de companhia. Se isso for usado para o crescimento, eu acho viável e enaltecedor. Mas se for usado para diminuir e humilhar, não. O cara paga banho e mostra para toda a equipe que tinha consciência da falha e que não fará de novo”, relata.
Por outro lado, Elisandro Lotin, presidente da Associação Nacional dos Praças (Anaspra) e membro do Conselho do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, classifica essas técnicas como uma herança do regime militar.
Instrutor de técnicas policiais da SWAT diz que técnicas de treinamento com agressão só devem ser usadas em caso de guerra (Divulgação)
“É uma lógica de submissão, humilhação e tortura que não faz sentido. Se você treinar um policial de forma bruta, é claro que ele vai externar isso em alguém. Como você quer que os policiais respeitem os direitos humanos se eles não têm os direitos humanos deles respeitados?”, questiona.
Segundo ele, que também é especialista em ciências criminais, algumas polícias treinam novos soldados com tapas no rosto e fazem racionamento de comida. Em alguns casos, PMs são obrigados a raspar a cabeça e comer um alimento militar conhecido como catanho – uma refeição instantânea com farinha de mandioca, pedaços de pão e carne armazenada em um saco plástico.
Policiais militares entrevistados pela BBC News Brasil questionaram a atuação de instituições de defesa dos direitos humanos para coibir as agressões dentro dos batalhões e academias de elite do país.
Membro do Movimento Nacional dos Direitos Humanos e conselheiro do Condepe (Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana), Ariel de Castro Alves disse que o órgão precisa receber os relatos para ter um ponto de partida para denunciá-los.
“Nosso papel é denunciar violações de direitos humanos em qualquer situação. Nós fazemos visitas em presídios e batalhões com base em relatos, mesmo que sejam anônimos. O problema é que nesses setores militares eles conseguem descobrir quem as fez e isso acaba inibindo os policiais”, afirmou.
Alves defende que a desmilitarização das polícias brasileiras “acabaria com o ambiente de brutalidade e opressão nos batalhões”.
Ele afirma que os casos de agressões são comuns e que há três anos denunciou um caso de recrutas que eram obrigados a fazer flexões no asfalto quente.
Na época, os alunos da Escola de Formação de Soldados de Registro, no interior de São Paulo, sofreram queimaduras graves nas palmas das mãos – as bolhas causadas pelos exercícios deixaram as mãos deles em carne viva.
Como policiais são treinados em outros países?
Instrutor de treinamento da Swat (unidade de polícia especializada dos EUA) há 18 anos, Marcos do Val diz que os treinamentos e punições físicas e psicológicas só devem ser usados para preparar soldados para guerras.
“O aprendizado por meio da violência foi desenvolvido nas duas guerras mundiais porque é o modo mais fácil de treinar o maior número possível de pessoas em pouco tempo. Isso porque a absorção é mais rápida quando há dor. Na guerra, o soldado também vive outra realidade, onde ele vai passar fome, sede e pode até ser um prisioneiro de guerra. Um policial não precisa disso”, explica.
Do Val afirma que os castigos físicos e psicológicos são vistos como ultrapassados tanto nos Estados Unidos quanto em outros países da Europa onde ele dá palestras de segurança, como França, Portugal e Itália. Segundo avalia, as técnicas com uso da violência estão com os dias contados também no Brasil.
Ele explica que o tempo de treinamento dos policiais deve ser usado para desenvolver a tática, citando como exemplo os policiais americanos, que fazem treinos físicos e técnicos de forma intercalada, como corrida, tiro, flexões e análise de cenários de crimes.
Marcos do Val afirma que, nos EUA, cada policial recebe uma avaliação individual em cada exercício. A intenção é conciliar os treinos físicos e técnicos e apontar quais pontos podem melhorar. Nenhuma punição física é tolerada.
“A formação policial no Brasil viveu um retrocesso gigantesco depois do lançamento do filme Tropa de Elite, que fortaleceu a cultura de comer no chão e levar tapa na cara.”
“Pode demorar dez ou cem anos, mas isso vai acabar porque é uma técnica que não evolui e não deve mais ter espaço. Falo inclusive para meus alunos anteciparem isso e as polícias federal e civil já estão seguindo bem esse caminho”, afirma.
Quem faz isso é comandante frustrado, queria alçar vôos mais altos na vida, não consegue por falta de capacidade, aí só resta ser revoltado e explorar seus subordinados.
Pronto, era só o que faltava, agora vão querer que combatentes sejam formados somente fazendo leitura de manuais. Os treinamentos são o mais próximo possível da realidade, é assim que se formam guerreiros para enfrentar bandidos.
Fazendo a leitura de manuais e treinando, porém sem se submeter a sádicos de plantão, que se escondem atrás do RD e a ameaça de desligamento, para satisfazer suas bestialidades e frustrações. Todos esses militares sádicos são uns incompetentes e vivem de bajular os superiores e humilhar seus subalternos.
Verdade. Assim se torna um verdadeiro GUERREIRO. O resto…
O CEI Mirassol, por meio do Grêmio Estudantil Ayrton Senna da Silva, promove, nesta sexta-feira (22/06), o arraiá com o tema “São João: palmas para o Sertão”, às 18h, no Ginásio de Esportes da unidade, localizado na Rua Joaquim Alves, 1844 – Mirassol, Natal – RN.
O evento será animado pelas atrações musicais Ciara Leglam, Giannini Alencar e JP Forrozado. Cada estudante da escola tem direito a convidar um amigo de outra instituição de ensino, o qual deverá realizar a compra do ingresso para participar da festa. As senhas já estão disponíveis com os membros do Grêmio 2018.
A professora Maria Célia Andrade, diretora do CEI Mirassol ressalta que “A festa tem o objetivo, não só de promover a confraternização e a diversão entre os jovens que estarão presentes, mas também de enaltecer e nos relembrar da beleza e da grandeza da cultura sertaneja: a força do povo, a resistência da fauna e da flora, a musicalidade, a poesia e a arte. Será um evento de muita alegria, mas também de valorização das nossas raízes”, elencou a educadora.
Separadas dos pais, presos ao tentarem cruzar ilegalmente a fronteira, crianças formam fila em abrigo próximo à fronteira do México em Tornillo, no Texas – Mike Blake/Reuters
É só uma vez por semana, no sábado, que a brasileira Maria de Bastos fala com o neto com quem viajou aos EUA —por telefone.
A avó foi separada do adolescente de 16 anos, que é autista e tem severos ataques epilépticos, depois que atravessou a fronteira americana, pedindo asilo. Apesar de ter o pedido inicialmente admitido, ela foi detida, e o menino, enviado a um abrigo a 3.500 quilômetros de distância.
“Ele liga para ela e chora, perguntando quando ela irá voltar”, relata o advogado Eduardo Beckett, que acompanha o caso. “Ela está devastada.”
A história se soma à de pelo menos outras oito crianças brasileiras que foram separadas dos pais ao atravessarem a fronteira dos EUA, segundo informou à Folha o consulado brasileiro em Houston.
Os dados são das últimas seis semanas, período que coincide com o início da política de tolerância zero da administração de Donald Trump com a travessia ilegal da fronteira.
“É um número muito alto”, diz o cônsul-geral adjunto em Houston, Felipe Costi Santarosa. No passado, o número de casos similares era de dois ou três por ano. Agora, são cerca de quatro por mês.
As crianças brasileiras estão em abrigos nos estados da Califórnia e do Arizona. Têm entre 6 e 17 anos. Algumas são irmãos, e choram juntos pela distância da família.
Elas chegaram aos EUA com os pais ou guardiões legais, que foram processados por travessia ilegal da fronteira e enviados a prisões federais —algo que não ocorria antes do governo Trump. Crianças, por lei, não podem permanecer nesses estabelecimentos, e por isso são encaminhadas a abrigos espalhados pelo país.
Nos casos atendidos pelo consulado do Brasil, as mães estão detidas no Texas ou no Novo México, a cerca de 500 km de distância dos filhos. Muitas não sabiam o paradeiro das crianças havia semanas, até serem contatadas pelas autoridades brasileiras.
“Foi emocionante”, diz Santarosa, sobre um dos casos em que a mãe conseguiu falar por telefone com o filho após dias de separação.
Por ora, o consulado tem atuado majoritariamente para restabelecer o contato entre as famílias. Mas nenhuma delas foi reunida até aqui.
Os próximos passos serão avaliados caso a caso. Uma das crianças brasileiras, por exemplo, está perto de completar 18 anos —quando deve sair do abrigo de menores e ser transferida a um centro de detenção para imigrantes.
Em outros casos, se a prisão dos pais se arrastar por muitos meses, pode ser avaliada a possibilidade de pedir a deportação do menor para a família no Brasil.
Santarosa destaca que a condição dos abrigos é boa e que as crianças são mantidas junto com menores da mesma idade. Não há notícias de maus-tratos.
“O problema mesmo é a separação”, diz. O consulado já foi contatado pelas próprias instituições, na tentativa de localizar os pais das crianças, pelas famílias no Brasil ou por advogados. Em todos os casos, a mãe ou o guardião legal estava detido pelas autoridades de imigração.
Em seis semanas, pelo menos 2.000 crianças imigrantes foram separadas de seus pais nos Estados Unidos, segundo dados do governo.
A lotação dos abrigos está próxima de 100%. Um deles, um antigo supermercado, abriga quase 1.500 crianças —a maioria delas migrou sozinha, fugindo da violência em países da América Central, onde são recrutadas à força por gangues. Mas parte foi separada dos pais, detidos em presídios federais.
Em um centro de imigrantes na fronteira, crianças dormem em colchonetes espalhados pelo chão, debaixo de cobertas térmicas com aspecto de papel alumínio.
O espaço, um grande galpão, é dividido por grades que formam uma espécie de “gaiola” gigante. Lá, as crianças são detidas junto com familiares adultos, antes de serem separadas.
O governo Trump argumenta que está cumprindo a lei, ao punir crimes de imigração que antes não eram responsabilizados, e culpa os democratas por terem editado as regras que exigem a separação de crianças.
Bastos, que está detida há dez meses, ainda aguarda definição sobre seu caso de asilo. Um parecer do Departamento de Crianças e Famílias americano, que administra os abrigos, conclui que o menino “está tendo muitas dificuldades em seu novo ambiente” e que “a presença da avó seria benéfica”. A decisão final caberá ao juiz de imigração.
GOVERNISTAS PROPÕEM LEI E DEMOCRATAS PROCESSAM TRUMP
Diante de críticas generalizadas à separação de famílias de imigrantes na fronteira, que mobilizou a oposição, a ONU (Organização das Nações Unidas) e até a primeira-dama Melania Trump, senadores republicanos anunciaram nesta terça-feira (19) que vão propor uma lei para proibir a prática.
Segundo o senador Mitch McConnell, líder da maioria governista, o grupo vai “apoiar um plano que mantenha famílias unidas”, mas não deu detalhes sobre a proposta.
A proposta dos republicanos foi bem recebida pelo presidente. “O sistema de imigração está falido há anos. Nós vamos resolvê-lo”, afirmou.
Mas, do outro lado, o estado de Nova York anunciou que irá processar o governo Trump por violar a Constituição e os direitos das crianças.
“É uma falha moral e uma tragédia humana”, comentou o governador e democrata Andrew Cuomo. Nova York tem ao menos 70 crianças detidas em abrigos no estado.
A Casa Branca argumenta que não pode manter crianças em presídios federais —por isso, a separação. O governo tenta diminuir o fluxo de imigrantes, que Trump associa à perda de empregos e ao avanço da criminalidade.
A proposta da nova lei imigratória deve ser finalizada nos próximos dias. Trump quer que ela inclua verbas para o muro na fronteira com o México, acabe com o sistema de loteria de vistos e permita a detenção e remoção de famílias em grupo, para evitar sua separação.
Processador, S.Oe etc que ja foram comprados não vão fazer diferença agora, o negócio e a partir de agora toda vez que formos as compras, optarmos por produtos que não sejam de empresas norte-americanas sempre que possivel, reduzindo assim consideravelmente o lucro destas empresas a ponto disto ser noticiado na midia. Um celular ou pc novo não é algo tão "grave" que não possamos adiar a compra por pelo menos um mês ou mais, e esse pequeno gesto nesse pequeno espaço de tempo com certeza ira chamar atenção se somado a campanhas em redes sociais. Se todos os países como o Brasil, America do Sul, em fim, que estão sendo os mais afetados, diminuírem por pelo menos em 1/3 a compra de produtos que tem venham de empresas norte-americanas, o impacto e repercussão serão enormes, mostrando que se os EUA não precisam dos estrangeiros, nós tbm não precisamos deles.
Aberração o q Trump faz. No Brazil. Pode tudo. Não há lei de imigração. Qualquer um entra ou sai, não há regra, comunista tem vez torna-se cidadão, recebe comenda e tudo, assistência médica, transporte e emprego, enquanto os filhos do país, além de serem alienados políticos, são alienados sociais, que vivem de samba, rap e futebol, além de não terem coragem e determinação suficiente bom p.brigar pelos seus direitos e demitir a corja de salafrários q elegeram. OGoverno de Trump e ruim. Mas duvido q neguinjo não queira uma chance lá, chegam a se submeter a tais ações desde q tenham chances . Tudinho fugindo do país das bananas, pelo menos onq pensam em algo melhor. Enquanto aos demais, resta bananas, subempregos, decadência médica,péssima educação, desemprego é claro, futebol, copa do mundo! Acordem.povo. estamos lentamente caminhando rumo a desgraça integral e social.muitos se lembrarão disso qdo tiverem q pegar em armas p matar o vizinho por um pedaço de pão! Estamos virando Venezuela! Prestem atenção. Precisamos arregimentar forças e fronteiras o combater isso. Basta olhar a quantidade de venezuelanos q já admitimos no país. Acordem!
Entraram ilegalmente num país.. criticam os EUA porque aqui as nossas fronteiras estao sem protecao e la nao. Ora.. entre num país mulçumano e diga que é ateu… cada país tem sua lei e punicao. la, menor é punido igual a adulto.. estao presos, enjaulados. Algo que no Brasil nao existe é prisao.
Aberração é os pais saírem de seus países e ir se sujeitarem as leis de outro. Aberração são os pais exporem seus filhos a isso. Não acha? Quer ir morar em outro país? Faça como todos fazem: vá pelos os meios legais. EUA não é essa perna arreganhada chamada Brasil.
O pior de tudo isto é que, quando o louco desvairado do Presidente Trump pisar em solo brasileiro receberá todas as pompas, em detrimento das circunstâncias sub-humanas a qual está impondo ao mundo inocente e puro ao qual pertence a nação infantil. Se ele pensa alcançar o céu no futuro, em qual lugar o Papa Francisco chegará? ??? Mas é a vida e mundo aonde estamos. …tá tudo errado. !!!!
Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images – 21.01.2018
A Fifa divulgou, nesta quarta-feira (20), a escolha do holandês Björn Kuipers como árbitro do jogo entre Brasil e Costa Rica, que será realizado nesta sexta-feira (22), às 9h (horário de Brasília), pelo Grupo E da Copa do Mundo da Rússia.
Neste Mundial, Björn Kuipers apitou a partida entre Egito e Uruguai, que não teve polêmicas ou sequer o uso do VAR, e acabou com a vitória uruguaia por 1 a 0, com um gol de cabeça do zagueiro José Maria Gimenéz nos últimos minutos de jogo.
O holandês foi o árbitro da final da Copa das Confederações em 2013, na vitória brasileira por 3 a 0 sobre a Espanha, e apitou 3 partidas no Mundial de 2014: Inglaterra e Itália (1-2), Suíça e França (2-5) e Colômbia e Uruguai (2-0).
Neste ano, Kuipers apitou a seminifinal da Liga dos Campeões da Europa entre Bayern de Munique e Real Madrid na Allianz Arena, na Alemanha, marcada pela vitória merengue fora de casa, por 2 a 1. Mais tarde, o Real se sagrou vencedor da Liga dos Campeões.
A partida entre Brasil e Costa Rica será realizada nesta sexta-feira (22), às 9h (horário de Brasília), no Estádio Krestovsky, em São Petesburgo. O Brasil tem 1 ponto conquistado no Grupo E após o empate com a Suíça, enquanto a Costa Rica perdeu para a Sérvia e não pontuou. A Sérvia lidera o Grupo E com 3 pontos.
A edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial do RN traz a convocação de 384 professores para compor o quadro efetivo da rede estadual de ensino. Essa é mais uma importante convocação realizada na atual gestão do Governador Robinson Faria, referente ao concurso do edital 001/2015, que já convocou mais de cinco mil candidatos. Só neste mês de junho, já ocorreram duas convocações para esse concurso, totalizando 451 candidatos chamados.
As vagas são para diversas áreas de conhecimento, tais como pedagogia (anos iniciais e educação especial), física, química, ciências biológicas, sociologia, geografia, filosofia, ciências biológicas, história, artes, língua espanhola, língua inglesa, língua portuguesa e matemática.
Para tomar posse, os candidatos devem apresentar os seguintes exames médicos: atestado de sanidade mental, válido por trinta dias; hemograma; glicemia em jejum; sumário de urina com sedimentoscopia; parasitológico de fezes. Esses documentos têm que ter a validade de 90 dias. As candidatas gestantes devem apresentar laudo de ginecologista atestando estarem isentas dos exames de radiologia. Os professores devem também portarem com validade de 6 meses documentos de eletrocardiograma com parecer de um cardiologista, e o raio x do tórax em PA e Perfil com laudo de um radiologista.
Os convocados com idade igual ou superior a 45 anos do sexo masculino devem apresentar dosagem PSA; citologia oncótica para candidatos do sexo feminino, com parecer de médico ginecologista; mamografia para o sexo feminino com idade igual ou superior a 45 anos com parecer de médico mastologista.
A inspeção médica admissional será feita pela Comissão Permanente de Inspeção Médica Oficial, situada na sede da SEARH/RN, Centro Administrativo do Estado, Lagoa Nova, Natal. O atendimento deve ser agendado através do telefone (84) 3232-1056, no horário de 8h às 12h.
Devem ser apresentados também, conforme prevê o edital, o diploma de conclusão de curso com habilitação para o cargo, devidamente registrado por órgão competente, e os documentos pessoais: cópia de cédula de identidade, cópia de cadastro de Pessoa Física – CPF, comprovante de residência, cópia do título de eleitor e declaração de quitação eleitoral, cópia da certidão de reservista (sexo masculino), cópia de CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social (página com foto – frente e verso e todos os contratos de trabalho assinado e a seguinte em branco, cópia do PIS ou PASEP, cópia de certidão de nascimento ou casamento, atestado de saúde ocupacional habilitando o candidato para o exercício do cargo expedido por Junta Médica Oficial.
O candidato deve apresentar o número da conta bancária e agência em nome do titular da conta (conta do Banco do Brasil), certidão negativa de antecedentes criminais expedidas pelas Justiça estadual e federal, assim como, pela Polícia Civil da localidade em que o candidato possuir residência nos últimos cinco anos, e cópia da carteira de inscrição no Conselho Regional de Educação Física para os convocados de Educação Física.
Confira a lista completa com os nomes dos candidatos convocados clicando aqui.
Diante do empate técnico entre Paulo Coutinho e Magna Letícia, em cenário estimulado com outros candidatos, o Instituto Consult testou o nome apenas de cada um dos advogados. O resultado sai do empate técnico para o completo empate estatístico.
Se os futuros candidatos à presidência da OAB/RN fossem apenas Paulo Coutinho e Magna Letícia, cada um teria, em Natal, 35,45% da preferência dos eleitores.
Por outro lado, comparando com o cenário com outros candidatos cai o número de indecisos (10,45%) e sobe a rejeição ao processo eleitoral, com 18,64% declarando que não votam em nenhum dos nomes.
A pesquisa foi realizada em Natal entre os dias 29 de maio e 6 de junho e ouviu 220 advogados. O índice de confiabilidade é de 95% e a margem de erro é de 4%.
O advogado Erick Pereira foi o mais citado pelos advogados entrevistados pelo Instituto Consult para aferir a sucessão na seccional potiguar da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Erick marcou 8,6% da preferência dos entrevistados. Depois dele, Paulo Lopo Saraiva (6,4%) e Paulo Teixeira (5%) também demonstraram prestígio.
Paulo Coutinho (2,7%) e Aldo Medeiros (2,3%) aparecem logo atrás, seguido por Lúcio Teixeira dos Sants e Diógenes, com 1,8% cada.
Fábio Holanda, Sérgio Freire, Magna Letícia, Venceslau Carvalho, André Elali, Alexandre Pinto, Heider Furtado e Eduardo Nobre marcaram 1,4% cada. Os demais nomes marcaram menos de um por cento.
Quase 23% não souberam responder e pouco mais de 2% dos entrevistados não declaram voto em em nenhum
A pesquisa foi realizada em Natal entre os dias 29 de maio e 6 de junho e ouviu 220 advogados. O índice de confiabilidade é de 95% e a margem de erro é de 4%.
Apenas uma observação, apesar dos excelentes nomes: conforme a reportagem, a pesquisa não versa sobre maior ou menor respeito na advocacia potiguar, e sim sobre advogados mais cotados para sucessão na seccional potiguar da OAB. Alguns desses advogados jamais disputaram ou manifestaram interesse em disputar eleições na OAB, de modo que a menor citação (ou até mesmo ausência de citação de outros excelentes advogados potiguares) não é em razão de maior respeito ou menor respeito, mas do objeto da pesquisa.
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